A estudante, a cada lambida e chupada do zelador gostoso nos peitos dela, reagia com o corpo, arqueando ele. Sentia a língua dele chupar e engolir os seios e os bicos, e ondas de arrepios se espalhavam pelo corpo todo. Ela fechava os olhos e mordia os lábios, não conseguia parar de ofegar, tomada por uma excitação incontrolável. Se contorcia, gritava e suspirava, as costas arqueadas o máximo que podia. A garota começou a gemer como qualquer puta e se entregar aos carinhos sujos e às chupadas do velho.Estudantes
A cena era morbidamente quente de se ver pelas costas do velho, onde dava pra enxergar como o corpo enrugado, flácido e corcunda do homem literalmente esmagava a estudante exuberante contra a parede, e como a cabeça nojenta dele, cheia de cabelos grisalhos, se mexia por causa da ansiedade violenta com que ele chupava e apertava aqueles dois peitos perfeitos e duros. O rosto da estudante tinha uma expressão de sofrimento e prazer ao mesmo tempo, os lindos olhos verdes dela estavam fechados e a boca entreaberta, aguentando o ataque lascivo e ansioso do velho no corpo escultural e desejado dela. O velho sabia bem, por ter lido e relido o diário da garota, que ela, sendo tão sensível por todo aquele corpo escultural, não aguentava tanta magreza.
Ela estremeceu e suspirou, deixando-se levar pelo zelador tarado, respirando pesadamente, sentia arrepios por todo o corpo e um formigamento enlouquecedor na buceta. O velho continuava com seu trabalho delicioso, chupando e chupando os peitinhos da garota. Cielo Riveros sentiu a respiração quente do zelador gostoso no peito "oohhhhhhh oohhhhhh" Cielo Riveros gemeu, quase desmaiando de prazer com os olhos fechados, o calor que saía da boca do macho a fazia tremer. A garota abria e fechava seus lindos olhos verdes, sentindo como seu corpo começava a se render a todo aquele estímulo, perdendo todo o controle sobre ele.Em seguida, o zelador tarado e gostoso começou a descer pela anatomia escultural da estudante sem tirar a boca daquele corpo delicioso, arrastando suas mãos ansiosas pelas costas da garota, chegando ao umbigo, dando mordidinhas suaves, fazendo a garota excitada fechar os olhos e jogar a cabeça para trás, batendo na parede. Então ele começou a descer ainda mais, ajoelhando-se no chão, prendendo com as mãos a bunda da garota, pegando o biquíni e começando a deslizá-lo lentamente, apreciando o espetáculo diante dos olhos até tirá-lo, revelando aquela bucetinha linda e virgem que mal mostrava um caminho de beleza fina, e então imediatamente afundou o rosto e começou a chupar sua buceta enquanto suas mãos massageavam a bunda dela.
O rosto do velho literalmente se enfiou entre as duas pernas da garota, lambendo sua pipoquinha virgem. A garota se contorcia e gemia de prazer.
Aahhhh ahhhhhhh uyyyyyyyyy a garota da escola gemeu gostoso, o corcunda lambeu os lábios da buceta dela e passou a língua no clitóris sensível da menina, fazendo ela tremer com aquela língua áspera e comprida. Os dedos da mocinha seguraram a cabeça do velho e puxaram os cabelos grisalhos, entregue às sensações prazerosas que ele dava. O velho então se levantou e ficou por alguns segundos observando com olhos selvagens o corpo escultural da estudante, sua cintura fina que se alargava para dar lugar à bunda grande e bem proporcionada, branca e sem marcas de estrias ou celulite, completamente limpa e desejável. O zelador pensou consigo mesmo, não acreditava que tinha aquela delicadeza à disposição, estava extasiado, se sentia num sonho incrível e excitante que não achava que se realizaria. Ali estava ela, uma linda estudante dedicada, e estava sendo sodomizada pela primeira vez por ele. E disse para a garota, que ainda estava com a cabeça jogada para trás encostada na parede: "Que corpo gostoso você tem, mamãe, você é uma deusa". Por outro lado, ver o velho era o completo oposto, com seu corpo seboso e enrugado, uma barriga resultado do excesso de cerveja e uma corcunda anormal, tudo isso somado à pouca atenção que dava à higiene pessoal. O velho ali estava completamente nu com uma ereção tremenda no pau que
surgiu de uma moita de cabelo suja e cheia. E ele disse pra garota, que ainda estava com a cabeça jogada pra trás encostada na parede: "que corpaço você tem, mamãe, você é uma deusa." Porém, ver o velho era o completo oposto, com o corpo gordo e enrugado, uma barriga de tanto beber cerveja e uma corcunda estranha. Tudo isso ainda tinha que somar com a pouca atenção que ele dava à própria higiene. O velho estava ali, peladão, com uma ereção monstra no pau que surgia de uma moita de cabelo suja e cheia. E ele disse pra garota, que ainda estava com a cabeça jogada pra trás encostada na parede: "que corpaço você tem, mamãe, você é uma deusa." Porém, ver o velho era o completo oposto, com o corpo gordo e enrugado, uma barriga de tanto beber cerveja e uma corcunda estranha. Tudo isso ainda tinha que somar com a pouca atenção que ele dava à própria higiene. O velho estava ali, peladão, com uma ereção monstra no pau que surgia de uma moita de cabelo suja e cheia. Tudo isso ainda tinha que somar com a pouca atenção que ele dava à própria higiene, o velho estava ali, peladão, com uma ereção monstra no pau que surgia de uma moita de cabelo suja e cheia. Tudo isso ainda tinha que somar com a pouca atenção que ele dava à própria higiene, o velho estava ali, peladão, com uma ereção monstra no pau que surgia de uma moita de cabelo suja e cheia.
Cielo Riveros olhava pra ele com os olhos semicerrados, um sinal claro do quanto ela tava excitada. Em outras circunstâncias, assim que visse o velho pelado, ela teria vomitado com aquele nojo. O velho, mancando, se aproximou da garota e estendeu a mão pra ela. Chamei ela pra chegar mais perto, a menina nua se aproximou do corcunda, que a pegou pelos ombros e ficou atrás dela, encostando o pau fedorento, duro e pulsante nas nádegas nuas da garota. A visão da bunda redonda era espetacular. O velho acariciou a bunda dela com o pau. Cielo Riveros começou a respirar forte e ofegante, a garota também sentiu a barriga nojenta e suada do velho nas costas. As mãos do velho agarraram os peitos da garota e os dedos dele apertaram os mamilos inchados da colegial pra fazer uma massagem lenta e suave, fazendo a menina jogar a cabeça pra trás enquanto ele batia com o pau na bunda dela e sussurrava no ouvido: "Você gosta mesmo, mamãe, sente como meu pau ficou duro por sua causa, como você me esquenta, putinha" — esses peitinhos me deixam louco. A garota tinha a cabeça jogada pra trás, apoiada no ombro do velho, e ele metia com força na garota fina toda vez que ela jogava os braços pra trás, segurando no pescoço do velho pra não cair.
O zelador gostoso, sem parar de bater na bunda dela ou de apertar os biquinhos com os dedos, que estavam bem duros e bem eretos, foi aproximando ela devagar da cama, e sussurrou no ouvido dela o que ia fazer com ela na cama. A vontade da estudante já era nenhuma, os olhos dela estavam fechados e ela se deixava apalpar. O zelador gostoso continuava tocando as nádegas deliciosas dela e, ao mesmo tempo, inalava o perfume suave que saía do pescoço dela. Quando chegaram perto da cama, o velho se afastou dela e a guiou para que a garota se deitasse naquela cama velha de madeira. A garota se deitou de costas, com uma perna dobrada e os braços segurando o travesseiro sobre a cabeça, deixando tudo à mostra. O corpo escultural e sem proteção ficava magnífico.Em seguida, o velho sentou no peito da garota sem fazer muita pressão, para não sufocar ela — colocando uma perna de cada lado do corpo dela e a bunda suja dele sobre os seios da garota. Ele passou uma das mãos para a nuca dela e fez a estudante jogar a cabeça para frente, na direção do pau dele, que ele segurava com a outra mão, e procurou a boca de Cielo Riveros. Quando ela viu o que o velho queria, manteve os lábios fechados. O corcunda cheio de truques soltou o pau e, com aquela mão, pegou o nariz da garota e apertou, impedindo ela de respirar. Diante do desespero da estudante, quando ela abriu a boca desesperadamente para respirar, o velho enfiou o pau inteiro na boca dela. Ela sentiu aqueles lábios carnudos e molhados no pau dele. O velho não aguentava a alegria que estava sentindo naquele momento por causa da boquinha daquela linda garotinha que estava chupando e mamando com força o pau gordo dele.
Sentindo a língua da garota tentando em vão expulsar aquele intruso da boca dela, fazendo o velho sentir um formigamento delicioso no pau, "aahhhhhhh ahhhhhh assim mesmo, putinha, chupa o pau do teu macho" ela, já resignada entre soluços, chupava aquele pinto sujo e gordo do zelador - o velho soltava todo tipo de gemidos e sons de satisfação, insultando a adolescente que fazia um boquete extremamente prodigioso nele, o velho segurou ela com as duas mãos pelos cabelos, mantendo o ritmo do boquete, literalmente levando ela pela boca, enfiando aquele pinto sujo e fedido que a garota sentia muito nojo, ele pegou a cabeça dela e movia como queria, pra frente, pra trás, pros lados, em círculos, ele aproveitou aquela boca como nunca tinha aproveitado boca nenhuma, o pau dele era tão grande e grosso que era muito difícil pra ela engolir, mas ela tinha que lamber, chupar e mamar na marra. Cielo Riveros nunca tinha tido uma coisa tão grande na boca dela. O Corcunda se sentiu no sétimo céu, pelos gestos e gemidos dele "aaaah puta, como você é gostosa, até me fez gozar, puta; ah, ah, ah aaaaahhhhhh" ele segurou a cabeça dela e fez ela engolir aquele pau fedido quando a garota sentiu que o nojo já era insuportável, veio mais ainda, ele segurou ela firme pela cabeça e acelerou o ritmo das investidas, quando de repente ele parou, segurou a cabeça da jovem com força, com a ponta do falo na boca dela e disparou a primeira rajada de sêmen, o velho quente descarregou o leite na boca daquela princesinha de um jeito que ela quase engasgou - a boca de Cielo Riveros ficou completamente cheia de leite, tanto que um pouco daquele líquido escorreu pelo canto dos lábios dela, ela sentiu a boca toda quente com aquele líquido viril ao mesmo tempo que o gosto agridoce "aaahhhh assim, isso, mamãe, engole todo o leite do teu macho", disse o corcunda, "ao mesmo tempo que tapou o nariz dela, forçando a garota a engolir tudo.
A estudante engoliu o sêmen do velho, desesperada porque mal conseguia respirar, já que ele tampava o nariz dela com a mão pra forçar ela a engolir todo o líquido seminal. O velho gozou tanto leite acumulado por anos dentro da boca da garota, por não ter esposa, que fez ela engasgar e fios daquele líquido viril escaparam pelo canto dos lábios dela. O velho tarado ainda estava sentado no peito da garota, com o pau duro dentro da boca da jovem escultural, curtindo os gemidos desesperados dela porque o velho não soltava o nariz, impedindo ela de respirar, e com o pau na boca, além do peso do porteiro no peito, quase não entrava ar nos pulmões dela. Os lindos olhos verdes dela olhavam pro velho implorando por misericórdia, ela chutava o colchão com as pernas, desesperada pela falta de ar. O manco Juan, sádico como era, curtia todo o desespero da garota e disse pra ela:"Aaahhh, que boquinha gostosa você tem, sua putinha, me deu muito leite mas ainda tenho mais pra você, mamãe, o bom ainda tá por vir."
Em seguida, o velho saiu de cima da garota e tirou o pau da boca dela, a garota desesperada respirando, puxando ar pros pulmões castigados. O manco Juan sentou na beira da cama, bebeu a cerveja dele e deu um gole, arrotou, e então acariciou as pernas da garota enquanto dava mais goles na cerveja. Ela estava tossindo porque tinha vários fios de cabelo da buceta presos na garganta dela e não tinha como tirar dali.
A vozinha rouca dele já estava quase soluçando de tanto chorar, com o rosto todo contorcido e vestígios de porra escorrendo pelo canto dos lábios, a boca aberta e as pupilas enormemente dilatadas, olhando pro velho com uma expressão desesperada de terror, sabendo que estava ali pelada, trancada naquele quarto com aquele velho tarado sexual, e diz pra ele: "Co-cof, por favor, seu Juan, me solta, me solta, olha tudo que o senhor já fez comigo, cof-cof, eu imploro."
"Heh heh heh" — o Corcunda ria enquanto continuava passando as mãos devagar pelas pernas da garota, sentindo a maciez suave da pele dela e falando: "Por que você quer ir embora, mamãe, se o melhor ainda tá por vir? Você vai ver que daqui a pouco vai sair daqui gritando de tanta diversão que a gente vai ter" — sorrindo pra ela com aquela cara sádica e mostrando todos aqueles dentes cheios de cárie. O velho se levantou com um último arroto e disse: "Vamos continuar com nossos negócios, mamãe, isso ainda vai longe, hahahahahaha" — diante dos olhos aterrorizados da estudante gostosa, que via impotente o velho pelado abrindo as pernas dela. "Não, não... O que ele vai fazer comigo, o que ele vai fazer comigo?" — disse Cielo Riveros enquanto tentava fechar as coxas, mas o velho já tinha se enfiado no meio das duas pernas dela e, deixando todo o peso cair em cima dela, começou a babar na boca dela e apertar e esfregar os peitos dela. Com ganância e desespero, ele mordia sem piedade, fazendo a garota sentir todo o sadismo daquele velho tarado.
Bastaaaa... ahhhhh... ahhhhh... pelo amoooooorrrr... aaahhhhhh... paraaaaaa... bastaaaaa.A garota, sem parar pra olhar o corpo do velho, com gotas de suor escorrendo pela barriga dele e vendo aquele pau longo e grosso cheio de veias pulsando que saía de uma moita de cabelo sebosa e mal cuidada, disse, toda assustada:
"Por favor... não me estupra... não... não... pelo amor... pelo amor"
"Haha haha é assim que a pombinha implora, isso me excita ainda mais, aquela bundinha vai ser minha hahahahahaha", o velho falou pra ela, que a empurrou, deixando a garota de bruços. "Não deixa a novinha resmungar", a moça gaguejou assim que ficou exausta, tão cansada que parecia uma boneca que podia ser manuseada do jeito que quisessem. O corcunda colocou um travesseiro debaixo da barriga dela, fazendo a bunda da Cielo Riveros subir ainda mais. O velho se deliciou com a vista: um par de nádegas jovens, grandes, redondas e impressionantes, macias e duras, e sem mais resistir, subiu na cama de novo e começou a beijar as costas da garota. Os lábios dele desceram pelas costas dela, chegando até a bunda, pra depois separar as pernas dela e passar a língua sobre as nádegas, e então separar as nádegas e enfiar a língua até o cu, chupando com a língua do cu até a buceta dela, fazendo a garota tremer e começar a ofegar. A menina, mesmo na febre, disse pro velho: "Não, por favor, para, não faz isso, não faz nada aí, pelo amor.
Isso fez o velho, que ainda estava no seu trabalho de chupar, ficar ainda mais excitado e, apertando o par enorme de nádegas dela com as mãos ansiosas, passou a língua comprida e áspera ao longo da fenda dela de cima a baixo, chegando ao ânus e, na volta, lambeu ela rapidamente de novo, passou e foi devagar sobre o cu fechado. Ele acariciou ele com a língua, fazendo círculos pequenos ao redor, e então enfiou a língua áspera dentro do cuzinho dela. Nunca tinham feito isso com a garota, e ela sentiu que era uma sensação tão gostosa, a morbidez daquilo tornava ainda mais prazeroso, ela não conseguia resistir. A tanto prazer, Cielo Riveros sentiu como se nunca tivesse sido penetrada por aquela língua, sentiu a língua dele no clitóris dela, como ele chupava e mordiscava ele, e só conseguia ofegar e gemer de prazer —. Cielo Riveros gemeu, mordeu os lábios e apertou os olhos "ahhh ahhh ahhh tão ahhhhh ooohhh assim oohh", a jovem gemeu e o corpo dela ardia enquanto ela tremia, presa das sensações e um formigamento por todo o corpo. O Corcunda então se levantou, apoiando-se nas nádegas duras da garota e disse pra ela "se prepara, vagabunda, porque vou meter meu pau em você, você vai saber o que é um macho." Abrindo o buraco anal da garota com as mãos, ele colocou o pau pulsante dele. Enfiando ele na entrada daquele cu fechado, ela respirava fundo e rápido, como se tentasse se preparar para a dor inevitável, sentiu o calor do corpo quente do macho, o velho começou a colocar o pau devagar dentro dela e Cielo Riveros soube que estava perdida, uma empurrada e o pênis entrou alguns milímetros mais fundo nela, a segunda empurrada mais forte já ganhou mais uns centímetros, ela respirava fundo. Ele sentiu como o ânus virgem da garota oferecia resistência e como ele era ajudado pelo quanto o cu estava lubrificado, ele venceu aquela resistência até colocar metade daquela piroca grande e grossa dentro e ali ficou parado por um tempo aproveitando as contrações gostosas que o cu castigado da garota fazia antes do ataque do esse intruso.
Chega ahhhhh ahhhhh por favor aaahhhhhh paraaaa chega" disse a garota empalada, sentindo que sua bunda ia se desfazer e, enquanto aquele pau poderoso entrava nela centímetro por centímetro, suas lágrimas ficavam mais abundantes. "Que rabo apertado você tem, cuzão", disse o velho, se esforçando para penetrá-la completamente, vencendo a resistência do ânus fechado da garota até que ela foi totalmente empalada. A pobre Cielo Riveros sentia como se estivesse se partindo, ele era grosso demais, suas bolas enormes e peludas batiam nas nádegas dela, e ela só gritava de dor. Seus olhos se dilataram como se estivesse surpresa. A garota sentiu aquele pau preenchendo ela por completo. Seus olhos se arregalaram, suas mãos tremeram. "Não, pelo amor de Deus, tira, dói muito — não continua ayyyyy, me dói ayyy, ayyy" os gritos da garota ecoavam.O velho, sem dar atenção a ela, deitou-se por cima e começou a foder como um louco — suas investidas eram rápidas e poderosas, fazendo o corpo da colegial vibrar a cada estocada, a garota quase não tinha mais forças para resistir. "Não, por favor, não, por favor, não aguento mais", sussurrou.
"Que bunda apertada você tem, puta", disse o Corcunda. A bunda fechada de Cielo Riveros foi se adaptando aos poucos ao pau enorme que a estuprava, e a dor foi dando lugar ao prazer. A colegial sentiu como o pau do velho deslizava perfeitamente dentro do seu ânus, causando um prazer indescritível que ela nunca tinha sentido antes. Ele batia forte, ela sentia as bolas do velho entrando e saindo, e o barulho da bunda dela a cada estocada ploc ploc ploc, ela sentia que estava enlouquecendo, não aguentava mais. "Ahhh ahhh ahhhhhhhhhhhhhhhh" e ela teve um tremor no corpo jovem enquanto o Coxo a fodia como um louco.
Ela já não gritava mais, só ofegava de prazer, gemendo cada vez mais alto, cada vez que o velho a empalava sem piedade, cada vez mais fundo ele metia nela com força, brutalmente, louco com a sensação do momento — as estocadas faziam a bunda da garota vibrar. Ela estava completamente entregue ao Corcunda, sem vontade de resistir. O pau entrava e saía, perfurando ela sem contemplação. As bolas do velho batiam na bunda dela a cada ataque. Ele enfiava e tirava o pau, fazendo a colegial gritar de prazer quando sentia as paredes do cu roçarem naquele pau, ela tremia, o corpo transbordando de tesão.O velho xingava ela, gritava "puta, vagabunda, não vai mais tirar sarro de mim, hein, agora você me adora, seu cu de pica", isso excitava ele ainda mais, ele tava curtindo pra caralho, ver ela submissa e fodida era algo incrível, ele olhava pra ela com uma cara totalmente transtornada, cara de homem depravado sexualmente, e a cada vez, os ataques ficavam mais selvagens, mais fortes, enquanto ele berrava que ela era uma puta, ouvir aquilo excitava a garota de um jeito incrível, ninguém nunca tinha tratado ela assim e ela começou a suspirar, curtindo a surra de cu selvagem que estava levando, fechou os olhos, apertou os dentes e mordeu os lábios, aproveitando a situação, o velho continuava falando "puta, grita mais alto, como você me esquenta, putinha, como seu cu come meu pau, yaaaa" totalmente fora de si.
colegiais
Aaaaaaahhhhhhhhhhhhhh uyyyyyyyyyyyyy" a garota gemeu, desmaiando de prazer. O zelador continuava atacando ela com força, batendo tão forte que quando colidia com a bunda dela fazia um barulhão, ela estava escorrendo, ele a penetrava com tanta força que um orgasmo intenso veio. Cielo Riveros arqueou as costas e parou a bunda, querendo que o pau do velho a penetrasse mais fundo. A expressão no rosto dela era de dor e prazer ao mesmo tempo, um prazer imenso que ela não conhecia — o pau estava dando orgasmos incontroláveis nela, ela não parava de gemer e se contorcer, orgasmos se sucediam um após o outro em seu corpo, de repente um orgasmo avassalador, o maior da vida dela, tomou conta dela naquele momento e ela gritou como se estivesse possuída pelo demônio: "aaaaahhhhh ahhhhhhhhh soiii Ahhhhh papai que ri ahhhhhh mendigo enfia em mim uyyyyyyyy mais forte, cachorro, enfia em mim ahhhhhh.
Os orgasmos atacavam ela um atrás do outro sem piedade, eram tão intensos e contínuos que a enlouqueciam, o velho metia o pau dentro e fora com tanta força que cada investida fazia a novinha empurrar, o corpo dela se contorcia como numa espécie de espasmos de tanto prazer. O velho deitou sobre as costas dela e mordeu a nuca enquanto a fodia, colocou as mãos por baixo do corpo dela, agarrando os peitinhos, e começou a apertar e apertar sem parar de meter. Mordeu a nuca e o pescoço dela sem dó, Cielo Riveros estava tão tesuda que não dizia nada, só se deixava fazer, só gritava e se contorcia — "aahhh, ahhh, gozeiiiiiiii" e empinava mais a bunda, querendo que o pau do velho cavasse mais fundo. Que foda que o velho deu em Cielo Riveros, atacou ela brutal e selvagemente, apertou os peitos e os bicos e mordeu sem pena a nuca e o pescoço dela, a garota sentiu como aquele pau enchia ela completamente.O Corcunda passou cerca de meia hora arrombando a bunda dela até sentir que ia gozar, apertou os peitos dela com força e mordeu o pescoço com gosto, a cara da garota estava completamente desfeita, com os olhos revirados. O velho, bufando, gozou em torrentes que inundaram a bunda toda dela, molhando as nádegas e as pernas da novinha — "aaarrrggggghhhhhh" o velho gemeu enquanto gozava. Cielo Riveros também teve um orgasmo imenso ao mesmo tempo, que se manifestou em gritos e gemidos roucos enquanto o corpo dela era presa de espasmos de prazer e luxúria — "aaahhhhh papaiiiiiii assimiiii pedaçoooo uyyyyyyyyyyyyyyy aaahhhhhhh
O orgasmo da novinha foi interminável — o velho encheu a bundinha dela com leite quente pra caralho, a garota sentiu pela primeira vez no cu a porra quente e pegajosa batendo e impregnando as paredes do rabo dela e, aos poucos, enchendo ele com aquele fluxo quente. O velho ficou em cima da garota, completamente exausto pela foda do caralho, aí o manco Juan tirou o pau ainda duro do cu da menina e se levantou. Cielo Riveros, mesmo com a respiração pesada, viu ele sem entender pra onde ele ia. O velho vai até o abajur e apaga a luz fraca da mesa, deixando o quarto completamente escuro, não dava pra ver nada, era escuridão total, e ele subiu de volta na cama pra continuar fodendo a estudante gostosa naquela escuridão reinante onde só se ouvia os xingamentos do velho e os gemidos de prazer da garota.
A estudante perdeu a noção do tempo, o momento era só pra receber os ataques do Manco no cu que já não era mais virgem e sentir aquele pau do zelador gostoso que fez ela se sentir mulher pela primeira vez, com apenas 18 anos recém-completados. O velho parecia que ia ter um infarto de tão agitado que tava e pelo esforço extra que fazia pra meter forte naquele par de bundas e no tesouro que elas escondiam, ele tava fodendo ela até ficar exausto de tanto prazer.
Cielo Riveros estava completamente exausta. Como o quarto inteiro estava escuro, ela não sabia quanto tempo tinha passado desde que chegou. Lá estava ela, totalmente sem forças, com o Corcunda por cima dela, sentindo a respiração dele no rosto, completamente satisfeito, enquanto ela se sentia assediada e humilhada.Ela refletiu sobre sua fraqueza enquanto o efeito do prazer do que tinha acontecido passava. O que ela estava fazendo ali, naquele quarto horrível, ao lado de um velho nojento e repugnante? O velho que tinha usado ela como bem quis, que a humilhou ao nível de uma puta suja, e ela chorou em silêncio pelo que aconteceu.
De repente, sentiu a lâmpada acender de novo, fazendo suas pupilas se fecharem com a luz repentina. O velho deformado estava todo suado pelo esforço que fez. Então, o corcunda saiu de cima dela, fazendo com que ela sentisse um frio no buraquinho. Sem dúvida, ele tinha aberto ela no meio. Ela levou uma mão até o ânus que já não era mais tão virgem e sentiu tudo cheio dos fluidos de sêmen do manco. Virou-se para olhar para ele com aqueles olhos verdes grandes e lindos e disse: "Você é um mentiroso desgraçado, me disse que não ia me penetrar e olha como me deixou". Então, ela se levantou, vestiu o biquíni e começou a se arrumar, percebendo com nojo que estava toda grudada com os restos de sêmen seco no rosto, nas costas, nas pernas, e que sentia o cheiro do suor dele. E claro, ela tinha gozado também, e isso a fez sentir vergonha e nojo de si mesma. Enquanto vestia o uniforme escolar, pensou em como poderia ter perdido a virgindade anal para um Corcunda de 60 anos que não tomava banho. Será que ela tinha enlouquecido ou o quê?
Enquanto vestia a saia do uniforme, viu o velho que a observava deitado, com um sorriso debochado de satisfação, e disse para ele:
"É inacreditável que eu acabei de te foder, você me deixou seca, seu filho da puta, hahaha.
Cielo Riveros olhou pra ele enquanto ele terminava de se vestir, e ver aquele sorriso debochado na cara do velho encheu ela de raiva e impotência. Ela sentiu a blusa do uniforme grudando nas costas e as pernas também meladas de tanto gozo.Quando terminou de se vestir, a estudante perguntou pro velho: "cadê meu diário?". O zelador exausto apontou pra um armário e disse que na segunda gaveta ela ia encontrar o precioso diário e a chave do cadeado, pra poder ir embora no meio de uma gargalhada, falando que ela tinha suado pra conseguir aquilo. Ela se sentiu ultrajada com a zoeira do velho deformado, e os olhos cheios de lágrimas fizeram ela querer matar ele por fazê-la se sentir pior que lixo. Abrindo a porta do quartinho, a garota saiu e viu que já tinha anoitecido, e que a escola já tava deserta há umas duas horas, desde que fechou. Ela foi até a saída e pegou o ônibus pra casa. Quando chegou, foi direto pro chuveiro, num estado físico e mental deplorável — enquanto se lavava, não parava de pensar no que tinha acontecido e, mesmo contra a vontade, no fundo sabia que tinha sentido um prazer indescritível. Quando terminou o banho, se jogou na cama, sentindo o corpo todo dolorido, e caiu num cansaço avassalador, apagando de vez.
No dia seguinte, ela ainda estava bem confusa sobre o que tinha acontecido. Não dava pra dizer que estava traumatizada, mas a verdade é que não conseguia acreditar direito no que tinha feito. Sabendo que tinha encerrado aquele capítulo da vida dela, aos poucos foi enterrando aquilo na mente e tentando levar a vida normal. Mas isso só ficou no desejo, porque depois ela acabou sendo vítima de mais assédio de homens loucos pra aproveitar os encantos dela.A vida de Cielo Riveros girava em torno do desejo, da luxúria e da lascívia que ela provocava sem querer em homens de todas as idades, que, usando enganação, assédio, chantagem e outras sacanagens, não paravam de tentar levá-la pra cama pra satisfazer naquele corpo voluptuoso as perversões sexuais mais baixas, mais sujas, mais nojentas e aberrantes. Na segunda-feira, a garota chegou no colégio descendo do ônibus que deixava ela na frente do campus. Ela viu toda a confusão formada pelos estudantes que chegavam pro colégio e pelos que estavam saindo pra pegar o turno da manhã — e ficou olhando pra todo lado, esperando ver alguém conhecido, quando cruzou o olhar com a Claudia, que era a melhor amiga dela. Assim como a Cielo Riveros, Claudia também tinha seu jeito, mas diferente de Cielo, essa garota era totalmente sem vergonha.
Claudia era dona de uma bunda redonda que parecia ter sido esculpida por um artista, uma cintura fina de pilão, um par de peitos não tão grandes quanto os da Cielo Riveros, mas agradáveis aos olhos dos caras. O rosto dela era o típico de uma loira perfeita e metida. Sabendo que era bonita e superior, a carinha dela era safada, com um olhar sensual e cabelos loiros ondulados que derretiam quem a conhecia.
Como a gente disse, a Claudia era uma garota totalmente sem vergonha. Ela adorava se dar ao luxo de ficar com um garoto que gostava, se deixava beijar e apalpar por ele. Os beijos e o corpo dela já eram domínio dos colegas de escola, amigos dos irmãos, vizinhos, etc. Fazia um ano que ela tinha se apegado a tudo que envolvesse isso. com os meninos
Enquanto isso, nossa Cielo Riveros tava dormindo de bruços no quarto dela quando, no sonho, sentiu o braço sendo puxado e ouviu:
— Acorda, fraca, se prepara que a gente vai sair.
— Hee heee queee coomoo — disse a garota esfregando os olhos com sono.
Lupe olhou para Cláudia, que estava vestida com um vestido escuro sem alças, justo no corpo até a metade da coxa, com uma saia curta e rodada, um decote generoso onde seus peitos redondos podiam ser vistos, tênis de salto alto fazendo a bunda redonda se destacar ainda mais. – Fica linda, vou te esperar lá fora – disse Clau que, ao sair, esbarrou na mãe da garota. – Com licença, senhora – falou para ela. – Não se preocupe, filha – respondeu a senhora.
– Filha, se arruma, você vai sair com sua amiga para a feira. Os pais dela vieram pedir permissão e me convenceram, dizendo que vão assumir a responsabilidade, além de você ser jovem e cumprir suas obrigações, e tem direito também a se divertir de forma saudável.
– Já... já... Vai se arrumar, os moços já estão esperando para te levar à feira.
Imediatamente, ela pegou um frasco de creme e, espalhando nas mãos, começou a passar devagar e delicadamente por toda a sua pele macia e fina. Suas mãos percorreram toda a sua anatomia, deixando aquela pele jovem e fresca macia e lisa como a de um bebê.
Depois, ela se abaixou na gaveta confortável onde guardava suas calcinhas e exclamou para si mesma: – Qual biquíni vou usar? E com a mão, pegou um biquíni preto de renda bem pequeno e cobriu sua bunda linda e sua buceta virgem com eles. Em seguida, levou as duas mãos às duas nádegas e observou que a tanga sumia na sua bunda proeminente. Vestiu uma blusa de barriga de fora, deixando seu abdômen esbelto exposto, os ombros cruzados por duas alças finas e um decote baixo que deixava dois terços daqueles peitos lindos e chupáveis à mostra, era quase um top, mais do que uma blusa.
Ela sorriu para si mesma, vendo pelo reflexo do espelho como seus peitos lindos e durões se acomodavam na blusa justa. A garota tinha aqueles peitos maravilhosos, então podia andar tranquilamente sem sutiã, já que eles continuavam empinados sem a gravidade afetá-los, apesar do volume. Continuando com o look, ela pegou uma daquelas minissaias brancas bem rodadas, na altura do quadril, um palmo acima do joelho, que se ajustava perfeitamente à sua bunda redonda, cobrindo só o mínimo. E pra completar esse lookão gostoso, calçou suas botas brilhantes de salto alto preto na altura do joelho, deixando a silhueta dela extremamente sexy.
A garota estava espetacular, com aquelas pernas lindas e bem torneadas, sem celulite, se exibindo em todo o esplendor, que junto com a minissaia curta e as botas de cano alto e salto alto deixavam essas pernas maravilhosas ainda mais em evidência. Aquela bunda redonda e empinada coberta pela minissaia curta fazia as nádegas redondas se destacarem ainda mais, levantando ainda mais a saia já curta, tornando aquela bundona monumental algo irresistível aos olhos.
A barriga lisa, sem um grama de gordura, revelando a cintura fina e o umbigo sexy, o decote naquela blusa justa de lycra branca e elástica, fazendo os peitos perfeitos e durões parecerem que iam escapar do confinamento, marcando gostoso o bico por causa da apertura da blusa. O rostinho lindo e angelical de menina, com aqueles olhos verdes grandes e lindos e o cabelo liso na altura dos ombros.
Sinceramente, caro leitor, era um monumento de gatinha vestida assim com seu uniforme de colegial, ela estava espetacular. Imagina ela assim com roupas novas e sexy pra sair pra passear. Nossa Cielo Riveros estava muito agradável, apetitosa, suculenta.
— Pronto, podemos ir. Boa tarde, Dona Esperanza e Dom Emílio — disse Cielo Riveros aos pais da Cláudia, apertando as mãos.
— Até mais, senhora. Amanhã a gente traz sua filha de volta — todos se despediram. Fomos pro carro do pai da Cláudia, entramos e fomos pra feira. — Bem, meninas, dá pra ir até aqui, não dá pra ir mais longe, tá cheio de gente e carro. Se a gente se enfiar mais com o carro, vamos ficar presos. Daqui até o parque de diversões vocês vão a pé.
O pai da Cláudia falou pras meninas que tinham que sair do carro e ir andando até a feira, era tipo uns 200 metros por causa da multidão que ia no mesmo sentido e dos que vinham no contrário.
— Tá bom, papai. Um beijo, tchau, mamãe. A gente se vê, um beijo amanhã.
– Se você, filha, se cuida e cuida dessa menina, olha como a mãe dela nos confiou. – Sim, tchau, tchau Dom Emílio, até amanhã Dona Esperança, as meninas se despediram, prontas pra se divertir pra caramba.
As duas colegiais de saia começaram a andar devagar em direção à feira, e a matilha inteira de machos ficou alvoroçada ao ver aquele par de gostosas. Se perderam olhando o rebolado sexy e sensual daquelas duas mulheres espetaculares. Naquele momento, veio uma ventania forte, fazendo a pobre Cielo Riveros segurar a minissaia com as duas mãos o tempo todo pra não levantar.
Então a menina tomava muito cuidado nos movimentos dela. Com aquelas saias curtinhas, a colegial mostrava as pernas lindas, mas também mostrava a submissão dela, sem liberdade de movimento, não podendo sentar de qualquer jeito, andando com todo cuidado. Ela se preocupava muito com o jeito de sentar e levantar, se abaixar era quase impossível às vezes por causa do tamanho curto da roupa que ela adorava usar. Era muito cuidadosa ao dobrar as pernas, fazia devagar e tomando cuidado pra não mostrar demais. A minissaia condenava ela a ser privilegiada ou assediada pelos machos e por alguma lésbica de vez em quando, recebendo atenção especial onde quer que estivesse. Cielo Riveros era uma daquelas garotas que transforma, perturba e tensiona o espaço onde está, especialmente os homens.
–-Fiuuuuuuuuu... fiuuuuuuuuu!... mamacitas... – gritavam uns caras já bêbados de cerveja e pelo showzão que a Claudia tava dando. As duas minas causaram um baita impacto, principalmente na fauna masculina. Uns, no celular, comentavam com outros sobre o par de gostosas estonteantes que tinham chegado na festa. Alguns olhavam de soslaio, outros, mais ousados, sem vergonha nenhuma, admiravam as curvas poderosas.
Foi aí que, sem mais nem menos, Cielo Riveros sentiu por trás uma mão atrevida enfiar por baixo da saia, agarrar uma das bundas dela e apertar com gosto, enquanto uma boca sussurrava perto do ouvido:
–- Mamacita, como você é boa de foder – tudo isso aconteceu rápido, em 3 segundos, sem dar tempo dela reagir e dar um tapa na mão abusada que já tinha escapado.
Ela ficou fria e muda diante de tanta cara de pau, conseguindo ver um moleque de uns 20 anos, metido a cheto, que, uns 15 metros adiante, chegou perto de outros iguais a ele, que o parabenizaram e riram como se ele tivesse feito uma façanha.
–- Porra, odeio esses caras – disse a mina com uma cara de bunda, igualzinha uma menina de 5 anos que teve o pirulito roubado por outro moleque.
–- Mas o que foi, mulher, por que essa cara? – ela perguntou, guardando o celular na bolsa.
–- Esses arrombados abusadores passaram a mão em mim por baixo da saia e ainda falaram uma merda – a garota apontou pro tal cara, que ainda tava com a turma dele rindo e comemorando a "façanha".
– E que amiga que te tocou... e... isso, se ela te falou uma besteira... e... o quê, você não vê que é isso que esses babacas querem? – Não, Clau, vamos sair daqui, não quero mais ir pra feira, não amiga, por favor.
– Olha, gata, você e eu temos que conversar muito sério, vem, vamos entrar aqui.
– Tá bem, gata, olha, já é hora de você acordar, você já tem 18 anos, não é mais uma menina, olha esses peitos, essa bunda, essas pernas e essa cara linda, você é uma mulher que desperta paixões e desejos, o que fizeram com você agora há pouco é prova de como você é gostosa aos olhos dos homens.
– Não, gata, você tem que crescer a partir de agora, ao mesmo tempo que com a palma da mão você deu um tapinha leve na cabeça de Cielo Riveros, pra ela ficar à altura desse corpo de mulher.
– O que você fez agora há pouco na frente daqueles folgados (Claudia se referindo à reação que Lupe teve quando foi apalpada) deixa isso pra uma menina de 10 anos, você não percebe que só faz papel de ridícula e boba.
– Por isso você tem que mudar, pelo seu próprio bem, porque o sexo vai te assombrar a vida toda, você não tem escolha e não pode ver isso desse jeito de menina burra e assustada; você tem que acolher isso com alegria e tesão, sendo algo da nossa natureza feminina, você não pode rejeitar (mmmm você tá muito certa, Claudia).
– É assim que se fala, amiga, então, bora, uma feira nos espera onde você e eu vamos ser as rainhas – e as duas gatas se levantando e rebolando a bunda deliciosamente seguiram pro terreno da feira.
Enquanto isso, na feira, os dois velhotes continuavam batendo papo felizes, bebendo uns drinks fortes e olhando as gostosas que passavam em penca onde eles estavam sentados, porque o Maestro Túlio e o manco Juan continuavam falando da Cielo Riveros. — Não me enche o saco, Juan, você comeu o cu da Lupe, não vem com choro, e eu tava doido pra ter outra sessão com aquela gostosa, mas ela não apareceu no meu escritório desde aquele dia que chupei o pau dela e quando me vê na escola me evita, cê vê que eu tô morrendo de vontade de meter nela, se você já enfiou naqueles bundão dos sonhos e olha, sem fazer barulho, já comeu ela.
— Se a professora viu que era uma puta na cama, primeiro não quis e depois gemeu que nem uma vagabunda quando sentiu o pau no cu naquele dia, deixou tudo seco pra mim — me deu uma sensação melada que nunca tive na vida ha ha ha ha ha.
— Filho da puta, Juan, saúde porque você já comeu aquela pipoca deliciosa que todo mundo quer meter o pau.
Com os copos tilintando, os dois velhotes brindaram e continuaram a conversa. — Que gênio você foi, Juan, por devolver a porra do diário, cê não vê que podia ter deixado aquela putinha ali como escrava pelo tempo que quisesse.
— É, professor, fui um idiota, depois me arrependi, mas na hora não consegui pensar direito por causa da trepada violenta, fiquei todo besta e sem pensar no que viria depois e devolvi a porra do diário.
— Saúde, professor, a que eu tô de olho é sua amiga Cláudia, aquela biscate me deixa louco. Já vi ela quando se esbalda com o professor de educação física no laboratório de química. Ela é quase uma puta profissional. Olha, ela dá uns boquetes que me deram vontade de entrar e meter o pau naquela vadiazinha na hora também.
— Ela é uma puta em potencial, eu comi ela ano passado quando ela tava com problema em 3 matérias e iam expulsar ela da escola, mas eu não fui tão burro quanto — Você, Juan, pra cada matéria que eu ia manipular pra aprovar ela, eu falei que tinha que meter duas vezes.
— Ha ha ha, saúde, professor, pra aquela putinha que tava dando a bunda pra ele.
As duas garotas finalmente chegaram na bilheteria e viram que tinha uma fila enorme, de uns 40 metros de gente pra entrar no parque, não restando outra opção a não ser encarar a fila. Mas a multidão era tanta que dava trabalho até pra andar até a bilheteria, a fila andava bem devagar, no meio de empurrões e apertos. Cláudia foi avançando na frente, com Lupe grudada atrás dela, segurando na cintura pra não se separar e se perder. Logo os caras notaram a bunda suculenta da estudante, completamente desprotegida e à mercê de qualquer um que se preparasse, na desculpa da aglomeração, pra se dar o maior presente da vida. E pior ainda, como já estava escurecendo, tinha um longo trecho na fila que passava por uma área totalmente escura, feito covil de lobo, e só quando chegava na bilheteria o cenário clareava. Os caras mais aventureiros não perderam tempo e enfiaram o volume contra a bunda desprotegida de Cielo Riveros, porque Cláudia ia na frente, deixando a garota apavorada atrás dela, à mercê dos degenerados que estavam se divertindo como nunca com aquelas duas. Finalmente, depois de muitos empurrões, as garotas chegaram numa barraca onde vendiam drinks prontos e cerveja em copos descartáveis. – Boa noite – disse Cláudia ao chegar no bar, dando um meio sorriso provocante pro primeiro dos barmen, deixando ele nervoso ao ter na frente duas gostosonas, que quando encararam ele, ele pôde ver os decotes enormes das roupas delas, deixando os dois pares de peitos redondos a apenas um metro de onde ele estava do outro lado do balcão.
Os olhos dela dançavam de um lado pro outro, de um lado não queria ser muito óbvia no olhar pra apreciar aqueles dois pares de peitos redondos, mas era impossível não se perder naqueles decotes baixinhos, que pareciam lutar pra não deixar escapar dos seus domínios os dois pares de peitos sugáveis das minas. –-Buu buu eenaass noo noo chee cheess see see oo ri ri taass, gaguejou o barman, que era um gordo com uns quilos a mais, de óculos fundo de garrafa e nada experiente em assunto de mina gostosa.
Claudia não conseguiu segurar uma risadinha divertida, virou pra olhar pra Lupe e colocou a mão na boca pra abafar a risada ao ver o barman tão nervoso e vermelhão.
–-Para de rir Clau, cê não vê que o moleque já percebeu e você deixa ele mais nervoso, ele tá trabalhando, para de rir, a Cielo Riveros é sempre tão solidária com os fracos.
Lupe, sendo uma mina que não era de zoar nem de ter mau humor, falou pro moleque, que tava com uma cara de quem queria ser engolido pela terra, –-por favor, manda dois drinks Booty pra gente
–-Si, si se se oo rita pe permtatamee.
E o barman atrapalhado virou pro parceiro dele que ainda tava quebrando gelo agachado e falou: –-ei, me dá gelo, deixa ele cair nesses copos.
–-Porra, seu gordo filho da puta, não pode esperar eu terminar de picar tudo no cooler? Respondi, todo puto por causa do trampo pesado que tava fazendo.
O gordo não respondeu nada, só fez sinais com a cara, apontando as sobrancelhas pras minas.
Ele levantou de agachado picando o gelo e a primeira coisa que viu foi a carinha angelical e linda da Cielo Riveros, com aqueles olhos verdes enormes, pra na sequência reparar nos peitos bem formados e redondinhos da mina, fixando o olhar por uns 5 ou 6 segundos naqueles dois peitos duros maravilhosos da guria.
–-O que que umas minas tão gostosas tão fazendo sozinhas nessa feira, o segundo barman falou pras duas minas.
–-Andando, Claudia falou pra ele ou o quê, não pode? A gente já tem 18 anos de idade e fazemos o que queremos, sim?
E então ele perguntou, sorrindo de forma sensual – As nossas bebidas estão prontas?
— As bebidas? — disse o rapaz — ah sim, os refrigerantes... anda logo, tô cheio de pegar as bebidas das moças. — Aqui estão, lindas moças, seus refrigerantes suaves, não se preocupem, é por conta da casa, pra nós é uma honra que vocês venham consumir no nosso estabelecimento.
— Obrigada, obrigada — disseram as duas garotas e, com seu andar rebolado, voltaram a se misturar na algazarra da feira, tomando seus refrigerantes suaves.
Enquanto isso, em outro lugar da feira, não muito longe de onde as moças ricas estavam, ouvia-se a voz melada do manco Juan.
— Mas que rabão gostoso, mamãe!! — disse ele para umas adolescentes que tiveram o azar de passar perto onde o degenerado estava, que andava com o Mestre Túlio vendo a multidão de garotas na feira.
As garotas, em resposta ao elogio vulgar e sujo, deram um olhar misturado com medo, nojo e desprezo, acelerando o passo para se afastar do par de velhos tarados, e conseguiram ouvir uma gritar para o manco Juan — porco velho, corcunda, nojento!!, fazendo os dois velhos tarados rirem.
— Infeliz Juan, que puta que você é com essas bundinhas, eu me contento só em olhar e apreciar a vista, essas colegiais gostosas estão muito longe do nosso alcance.
— Sim, mestre, eu sei, mas que diferença faz te falar como elas são deliciosas se eu também sei que essas pulgas não pulam na nossa mochila, somos velhos demais pra essas gatinhas. Enquanto isso, as garotas perto...
— Como o clima é bom! Tá vendo, idiota? E você não queria vir, usando sua mãe de desculpa do que ia perder.
Cielo Riveros pensou consigo mesmo "se o que eu ia perder, primeiro o apalpamento que me deram na fila, e pra completar o espetáculo que demos pros porteiros na ponte, se eu soubesse que tudo isso ia acontecer, melhor teria ficado em casa" (e o que ainda falta, linda, isso não é tudo).
— Eei, o que foi com você? Por que você fica calada?
— Nada, não é nada, é que eu pensei... Você tem razão, amiga, a gente tá aqui, tem que se divertir, caramba, a juventude é uma só.
– Assim que se fala, gata! Já era hora de você acordar dessa letargia de freira que só atrapalhava sua vida. Olha, deixa eu ir no banheiro que já tô apertada, me espera onde tão montando no touro mecânico que volto daqui a uns 10 minutos.
– Ok, Clau, vou te esperar lá, não demora.
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