Katherine Riveros fui brutalmente desvirginada por um pedrei

Katherine Riveros Fui brutalmente desvirgada por um pedreiroKatherine Riveros fui brutalmente desvirginada por um pedreiamadoraMeu nome é Katherine Riveros, tenho 28 anos, 1,68 m de altura. Tenho pele clara, cabelo castanho claro comprido que chega até a metade das costas, sou magra, tenho um rosto bonito e fino e olhos castanhos claros. Gosto de me maquiar, usar batons vermelhos e unhas postiças do mesmo tom. Também adoro usar brincos de prata, porque ficam muito bonitos quando arrumo meu cabelo de um jeito provocante. Dessa vez, quero contar como fui desvirginada por um pedreiro bruto e forte quando tinha apenas 18 anos, embora sempre tenha parecido mais nova do que realmente sou. Desde criança, gosto de malhar só para tonificar as pernas e a bunda, então já tinha um corpão. Meus peitos são médios e redondos, meus mamilos são rosados e parecem montanhas. A cintura definida, abdômen liso e uma bunda muito bem formada. Quando uso jeans, minha bunda empinada fica bem marcada, e quando junto as pernas, forma-se uma frestinha na minha área íntima. Tenho pernas torneadas que adoro mostrar quando uso minissaias, porque minha pele é muito macia. Gosto de ser bem feminina, sedutora e me vestir de forma provocante, mas sempre tentando manter uma boa imagem na frente de quem me conhece.

Como você pode imaginar, aos 18 anos eu ainda era uma colegial virgem e inocente. Passava o tempo no meu quarto ouvindo música pop e falando horas no telefone com minhas amigas, brincando com o fio do telefone, fantasiando ter um namorado bonito que me tratasse como uma princesa. Adorava flertar com meus amigos na escola e, claro, percebia que homens mais velhos já olhavam minha bunda e meus peitos com malícia quando eu andava na rua, o que me assustava, especialmente quando estava sozinha à noite, embora deva admitir que isso me excitava pra caralho. A ideia de um homem bruto me desvirginar num lugar abandonado, num canteiro de obras ou num terreno baldio, me segurando bem forte até ele ficar satisfeito, vivia passando pela minha cabeça. Eu era uma garota muito sensual e tarada, com um tesão danado. vontade de perder minha virgindade e sentir um pauzão veiudo e grosso dentro de mim.analNaquela época, eu tinha terminado o ensino médio. Meus pais já eram divorciados e eu passava a maior parte do tempo na casa da minha mãe, em Zapopan, Jalisco. Minha mãe trabalhava como enfermeira numa clínica e tinha uma jornada muito longa, às vezes até fazia plantões, então eu ficava sozinho durante a noite.

Numa quarta-feira, uma amiga minha chamada Paola me ligou para me convidar pra festa de aniversário dela, já que ela também tava fazendo 18 anos e queria reunir só as amigas. Combinamos de nos encontrar na casa dela, porque a festa ia ser no quintal mesmo, já que a mãe dela tinha dado permissão e preferia que a gente ficasse por lá pra não correr risco.

Quando desliguei o telefone, fui correndo pedir permissão pra minha mãe. Desci as escadas feito um louco até a cozinha, onde ela tava preparando a comida. Ela deixou eu ir, porque minha amiga morava bem perto, num bairro vizinho ao nosso, mas com a condição de que minha mãe me levasse até a casa dela e eu voltasse pra casa antes das 21h. Dei um beijo no rosto dela, comemos juntos e subi pro meu quarto pra tomar um banho.vadiaComo te falei, eu era muito vaidosa e minhas amigas não ficavam atrás, a gente sempre competia pra ver quem ficava mais gostosa, mesmo sem se falar. Então me depilei toda, incluindo a buceta. Saí do banho e passei meu creme favorito, cheirava a baunilha e deixava minha pele uma delícia macia. Coloquei uma calcinha fio-dental vermelha de renda e um sutiã push-up, da minha marca favorita Victoria's. Pra me vestir, escolhi uma calça jeans azul bem apertada no meio das pernas que levantava minha bunda e marcava minha buceta, tinha rasgos na frente que mostravam minha pele querendo sair da calça. Coloquei uma blusa branca de ombros de fora e decotada com laços entre os peitos, que mostrava um pouco do meu sutiã vermelho. Combinei o look com saltos bege e uma bolsa do mesmo tom. Alisei o cabelo, fiz uma maquiagem leve e passei batom vermelho, também coloquei um perfume doce bem caro e uns brincos grandes de prata 925. Fiquei muito linda, gostosa e fresca. Me olhei no espelho e posei de forma sexy pra tirar umas selfies, sem saber que naquela noite eu ia ser desvirginada na marra.gostosaDepois, minha mãe me levou no carro dela até um shopping pra comprar uma bolsa de presente de aniversário pra minha amiga. Daí, ela me deixou na casa dela, toquei a campainha e minha amiga apareceu. Eu a parabenizei com um abraço e entreguei o presente. Minha mãe também deu os parabéns pra ela e foi trabalhar, porque tinha que pegar o plantão noturno no hospital, das 18h às 6h. A gente entrou em casa e minhas outras amigas já estavam no quintal. Pedimos umas pizzas e fomos na loja comprar uma garrafa de tequila, soda de toranja e cigarros, já que finalmente tínhamos identidade oficial, porque éramos maiores de idade. Passamos umas horas ouvindo música enquanto a gente acabava com a garrafa, conversando sobre nossos artistas favoritos, os caras que a gente tava afim, essas coisas...Chupa essa picaEu tava me divertindo pra caralho com minhas amigas, o efeito da bebida já tava batendo, porque a gente andava meio tonta e dançava sem vergonha entre a gente, já que ela não tinha chamado homem porque a mãe não deixava. O tempo passou voando e algumas amigas começaram a ir embora, eu fui a última, era umas 11:30 da noite, desobedecendo minha mãe. Aí me despedi da minha amiga e ela falou que o tempo parecia que ia chover e se eu quisesse ela podia chamar um táxi, mas eu disse que não precisava, porque eu morava perto e em alguns minutos chegava em casa. Então, sem pensar, fui andando sozinha pra minha casa.mamonaEnquanto eu caminhava pela rua, senti o efeito da bebida aumentar, e acendi um cigarro pra continuar curtindo minha liberdade de ser uma garota adulta. Eu era uma menina inocente que não media perigo, nem sabia fumar direito, tocava no cigarro toda vez que puxava uma tragada. Continuei andando entre prédios sociais com parques e jardins comuns, onde tinha balanços enferrujados e a maioria das paredes era cheia de grafite. A tequila me deixou com muito tesão e me excitava caminhar sozinha à noite vestida de um jeito tão provocante. As ruas eram muito escuras, já que, como sempre acontece, a iluminação pública era uma merda, poucos postes funcionavam. De repente, comecei a sentir umas gotas de chuva e ouvi uns trovões, a chuva foi ficando mais forte, eu estava me molhando, então acelerei um pouco o passo. Quando saí daquele bairro, tive que passar por outra rua bem comprida que ligava ao meu bairro, era uma rua que ainda não tinha asfalto, a estrada era de terra e cheia de buracos, com mato e poucas casas construídas, a maioria era terreno baldio. Então, pra andar melhor nos meus saltos, fui pela beirada perto das casas, já que não tinha calçada.ceuTava ficando um pouco frio e eu só tava usando minha blusa branca decotada que mostrava meus ombros, minha calça jeans azul tão justa e fina que marcava minha silhueta, entrando entre minhas nádegas, levantando minha bunda, marcando minha buceta e deixando um espacinho na minha área íntima. Eu me sentia tão feminina e desprotegida naquela rua, senti medo e andei mais rápido. Alguns metros à frente, vi que tinha uma construção cinza com vigas de madeira por dentro, levantadas como se segurassem o telhado, tinha montanhas de areia e brita do lado de fora da obra que ficava entre dois terrenos baldios enormes. A rua tava completamente escura e a iluminação pública não adiantava nada ali sozinha. Foi então que, ao passar, vi um homem de pele branca, uns 40 anos, com uma barba comprida, 1,80m de altura mais ou menos, que tava usando uma camiseta preta de heavy metal, jeans e botas pretas de trabalho. Ele era um pedreiro de aparência bruta, cheio de poeira de areia e cimento, tinha um olhar muito mórbido com que me via como se quisesse me foder. Ele tava encostado na cerca na entrada da obra, naquele momento eu tava muito molhada com minhas roupas porque tava chovendo forte pra caralho. Senti que minhas roupas grudavam muito mais no meu corpo, mostrando minha figura gostosa. Tava tão frio que meus mamilos ficaram bem durinhos por baixo do sutiã. Me arrependi de ter vestido aquela calça jeans rasgada, era tão justa que mostrava minha bunda como um coração com meus lábios marcados. Aquele homem podia me ver toda molhada e encaixada, o que me excitou pra caralho. Andei mais rápido passando pelo prédio com meus saltos estalando na areia que entrava entre meus dedos. Eu só queria sair daquela rua o mais rápido possível e chegar em casa. Quando passei por ele, ouvi:pervertida—Ah, mamãe, que bunda gostosa você tem! — Me senti ofendida, me assustou pra caralho, já que eu tava sozinha naquela rua, mas ao mesmo tempo muito excitada, de ouvir ele falar um elogio tão vulgar, digno de um pedreiro que se preze.
Minha barriga tremeu de nervoso, senti minha buceta lubrificar e pedir pra ser penetrada, algo em mim, inexplicavelmente, dizia que era hora de perder a virgindade, as circunstâncias pediam pra viver aquela experiência, estar bêbada, molhada da chuva e sozinha com aquele homem rude e morbidão. A fantasia que tava na minha cabeça há meses podia se realizar, tudo dependia de mim. Quando já tava saindo do canteiro, o tesão que senti me fez inevitavelmente virar e olhar pro pedreiro, que continuava encarando minha bunda, me fazendo sentir como se ele me despisse com o olhar. Uma vontade forte de ser pega naquela noite me fez andar na direção dele bem sensual, rebolando com a chuva caindo no meu corpo, cuja silhueta se exibia perfeitamente, alimentando a morbidez daquele pedreiro sujo. Cheguei perto dele, cara a cara, até juntar nossos corpos e, com a mão direita, comecei a passar a mão no pau dele por cima da calça, bem de leve, enquanto olhava pra ele com minha carinha de menina inocente e tarada, era a primeira vez na vida que tocava num pau, dava pra perceber como o pedreiro começou a ter uma ereção forte, senti como ele engrossava quando eu passava a mão, ele não conseguia falar, só se ouvia a respiração ofegante de tesão.maoFiquei tão excitada que não resisti à vontade de apertar o pau dele com força e perguntar:
— Cê acha que eu sou gostosa? — falei bem dengosa.
— Sim, mamãe, você é muito gostosa. — ele respondeu num tom morbidão.
Aí, feito uma gata no cio, virei de costas e esfreguei minha bunda no pau dela bem safada.
— Mmm! Aaahhh! Aahh! — gemi pra deixar ele mais louco.
— Que pau gostoso, tá durinho. — peguei as mãos dele e coloquei nos meus peitos, ele começou a apertar.Katherine Riveros fui brutalmente desvirginada por um pedrei—Você é muito gostosa, mamacita, vou meter meu pau bem forte em você. Quer que eu meta meu pau em você?
—Sim, quero que me foda, tenho uma fantasia de ser fodida numa obra assim. —falei com a voz trêmula.
—Vem, para aqui pra se foder do jeito que você quer.
Larguei o cigarro molhado que tinha na mão, pra pegar o pedreiro forte pelo braço, já que tava difícil andar de salto no escuro. O pedreiro me levou pelo braço até o fundo da obra, uns 15 metros entre vigas de madeira, sacos de cimento, brita, areia, barras de ferro, etc. Até chegar perto de um colchão com cobertores sujos que tava no chão. Naquela hora fiquei muito nervosa, minha barriga contraiu de medo, tesão e angústia, já que seria a primeira vez que ia transar com um homem, e justo numa obra do jeito que eu queria.amadora—Não tenha medo, gostosa, você vai gostar. —Eu estava tremendo.
—Tenho uma fantasia de ser desvirginada num lugar assim, sendo pega com muita força, mas me dá medo.
O pedreiro avançou em mim e começou a me beijar, lamber meu pescoço e apalpar minha bunda deliciosa, abrindo bem minhas nádegas. Ele me virou de costas para me abraçar e tocar meus peitos, eu estava derretendo nos braços dele, sentindo uma excitação enorme, já começava a lubrificar. Me senti muito desejada e queria ceder ao desejo dele, mas o medo não deixava, já que era minha primeira vez. De repente, uma sensação me percorreu, me senti tão vulnerável e indefesa, tinha sentimentos misturados: por um lado, queria ser fodida por aquele homem e perder minha virgindade, por outro, queria fugir e voltar pra casa. A luxúria que estar dentro daquela construção sozinha com aquele pedreiro bruto me causava me fez lubrificar muito, minha buceta estava muito quente e sensível.anal—Quero que ele me faça dele, que me segure bem forte. Quero sentir ele me penetrando com toda força. —Falei com voz de menina submissa.
—Mas isso vai te machucar pra caralho, gostosa. Tem certeza que quer que eu te coma com força? —Era minha primeira vez, sentia uma morbidez forte e vontade de ser fodida brutalmente por um pedreiro.
—É que eu quero sim, mas me dá medo. —Meus nervos me traíram e comecei a chorar.
—Fica tranquila, gostosa, é normal, só aproveita. Então, tem certeza que quer que eu te coma com tudo? —Ele perguntou cheio de tesão.
—Sim, quero ficar, quero que ele me segure firme. —Meu choro partido dava pra ouvir.vadiaEla era uma menina inocente que chorava sem parar de medo, mas no fundo sentia uma excitação enorme e queria que acontecesse. O pedreiro puxou meu cabelo pra lamber meu rosto, o que doía, mas também me excitava pra caralho, eu me senti tratada como se fosse a cadela dele e ele me jogou naquele colchão imundo, se atirou em cima de mim, abrindo minhas pernas e com as mãos ele puxou minha blusa, me machucando, eu ouvi o tecido rasgar. Fiquei só com meu sutiã vermelho à mostra e o pedreiro, que tava ofegante de tesão, pegou meu sutiã pela frente e com as duas mãos esticou ele com força, machucando minha pele até arrebentar. Consequentemente, meus peitos ficaram completamente expostos na frente daquele animal faminto, que ao vê-los começou a lamber deliciosamente como se quisesse engolir, me deixou muito excitada sentir uma língua nos meus peitos pela primeira vez, ele tava me enchendo de chupões, eu não parava de chorar feito uma criança desesperada e agitada. O pedreiro agora tava lambendo e chupando meus biquinhos rosados, ele me atormentava de prazer, eu sentia como ele beliscava eles e eles ficavam durinhos como montanhas, meu rosto não conseguia esconder o prazer, eu olhava pra ele toda tarada com a cara banhada em lágrimas de medo e tesão. Eu olhava pra ele toda tarada com a cara banhada em lágrimas de medo e tesão. Eu olhava pra ele toda tarada com a cara banhada em lágrimas de medo e tesão.
Aí ele lambeu meu pescoço e chupou enquanto sussurrava no meu ouvido:
— Como você cheira bem, putinha, quero te comer todinha, mamãe. Você é virgem? — Eu fiquei calada porque tava muito triste em admitir que ainda era uma menina virgem.
— Eu te perguntei se você é virgem, mamacita. — Ele insistiu ansioso.gostosa— Sim, sou virgem. — Tentei controlar meu choro descontrolado para conseguir falar.
— É assim que eu gosto, mamãe, vou tirar sua virgindade. Quer que eu seja o primeiro a te pegar?
— Sim, quero perder a virgindade com você. Quero que você me segure bem forte, só estou com medo. — Respondi olhando nos olhos dele, com minha voz doce e inocente.
— Bem, se é isso que você quer, então vou te satisfazer, mamãe — Ele disse enquanto passava a mão na minha buceta, algo que nenhum homem tinha feito comigo antes.
Quando ele disse isso, meu abdômen se contraiu, tive espasmos de medo, não conseguia parar de chorar de emoção, minha buceta estava muito lubrificada, sentia um calor e uma sensibilidade únicos, queria ser penetrada e acabar com essa maldita virgindade, me tornar uma garota sexualmente ativa e experiente!Chupa essa picaNaquele momento, eu estava decidida a deixar aquele pedreiro mais velho ser o primeiro homem a me penetrar. O cara, tomado pela luxúria que eu mesma provoquei de propósito, não conseguindo desabotoar meus saltos, arrancou-os de mim, quebrando as tiras, e jogou eles de lado. Fiquei muito sentida, porque eram um presente que minha mãe me deu no meu aniversário, e ainda mais porque iam me desvirginar, enquanto eu estava desobedecendo ela ao voltar tarde pra casa, enquanto ela trabalhava no hospital. O pedreiro continuou apressado e desabotoou minha calça jeans pra puxar pra baixo com as duas mãos e tirar completamente, me deixando só de calcinha vermelha fio dental. Me senti humilhada sendo despida por aquele bruto. Eu estava de barriga pra cima com aquele homem entre minhas pernas, e com a mão direita ele pegou minha calcinha e rasgou, machucando muito minha área íntima. Aquele cara tava impaciente pra me foder, eu era uma garota muito doce, tenra e novinha. Minha buceta rosa e depilada ficou exposta pra ele. Eu assisti com tesão, deitada no colchão sujo, enquanto ele esfregava minha calcinha no nariz e cheirava como um bicho. O pedreiro pegou minhas pernas e abriu completamente, me senti tão ultrajada e exposta, meus sentimentos femininos foram completamente violados, me senti tão ofendida e violentada, o desamparo que senti ao estar sozinha com aquele homem numa obra, chovendo e relampejando, me fez chorar de novo. O pedreiro se jogou na minha buceta e me lambeu como um animal sedento, enfiando a língua na minha buceta virgem.mamona—Ô, mocinha, você é virgem. Vou fazer você aproveitar muito, mamãe, vai ver, a gente vai se divertir pra caralho. Vou te transformar numa mulher. —Ele disse de forma depravada.
Naquele momento, me perguntei quantas mulheres já tinham passado por aquele barbajão. O pedreiro ficou muito excitado e começou a lamber minha buceta sem parar, o que causou contrações na minha barriga e uma sensação forte. Ele continuou lambendo e, de repente, senti ele chupar e lamber meus lábios da buceta.
—Aaaiii! Mmmm! Aaahhh! Mmmjjjj! —Eu soltei gemidos altos.
Tive medo que alguém passasse e me ouvisse, então fiquei em silêncio e me afoguei no meu gemido entrecortado de prazer, enquanto mexia a cabeça de um lado para o outro, me contorcendo de tesão. O pedreiro me olhava morbidamente, curtindo minha excitação.ceuO barbajão se levantou apressado e tirou a camisa, junto com a calça de trabalho e as botas, até ficar completamente nu. Naquele momento, pude ver o pau daquele homem, era o primeiro pau que eu via completamente duro, parecia que ia estourar de tão grosso e comprido, tinha uma leve curvatura pra esquerda e apontava pra cima com a ponta totalmente descoberta, uns colhões enormes pendurados nele, os pelos pubianos eram abundantes. Eu sabia que ia ser desvirginada brutalmente por aquele pedreiro, já que ele era um cara rude, forte e muito morbidão, que eu mesma tinha provocado, até pedi pra ele me desvirginar, era algo que eu queria e agora estava à mercê dele. Ficava pensando nas minhas amigas com quem tinha comemorado aquele dia, que provavelmente já estavam em casa, pensava na minha mãe que estava trabalhando e provavelmente achava que eu já estava no meu quarto vendo televisão, mas na real eu estava prestes a ser fodida brutalmente e curtida por aquele pedreiro sujo que ia me penetrar pela primeira vez na vida, tirando minha inocência.pervertidaO pedreiro me puxou pelo cabelo e me ajoelhou, me forçando contra o pau dele, eu só virei a cabeça e fechei a boca pra não deixar aquele pau sujo entrar, cheirava a mijo e me dava muito nojo.
— Abre essa boca, putinha. — O homem depravado me ordenou.
Então eu abri meus lábios cheios com batom vermelho, ele me puxou contra o pau dele, enfiando fundo na minha garganta, eu senti vontade de vomitar e estava engasgando, meus lábios apertavam a base do pau dele e alguns pelos pubianos entravam na minha boca.
— Não usa os dentes, mamacita, só os lábios e a língua, mexe a língua por dentro. — Ele me instruiu como se eu fosse a cadela dele.maoEu obedeci ele, mas foi difícil pra mim, era muito grosso, mal cabia na minha boca, eu não sabia como fazer porque nunca tinha dado boquete num homem e então fiz o melhor que pude. Tava sem fôlego e meus olhos soltavam lágrimas de engasgo que borravam a máscara dos meus cílios enquanto eu olhava nos olhos dele com um desejo que me dominava, já tava muito tarada e queria ser dele. Aquele homem tava me curtindo tanto que eu tava ofegante de prazer por ter o pau dele dentro da minha boca, me sentia feliz por fazer aquele homem ficar tão excitado, ele me puxou pelo cabelo, enfiou e tirou o pau da minha garganta feito um louco, batendo meus lábios vermelhos na base do pau dele.

Depois de alguns minutos, ele me jogou de novo de barriga pra cima no colchão e se aproximou depressa, ofegante e falando putaria.

—Agora sim, vou meter meu pau em você, mamãe, você vai sentir o que é ter um pau bem no fundo.Katherine Riveros fui brutalmente desvirginada por um pedreiO pedreiro abriu minhas pernas com muita facilidade, dava pra sentir que ele era um homem muito forte. Eu chorei de novo, desolada, feito uma menininha, com um aperto no peito e sem conseguir me controlar, os nervos tomaram conta de mim outra vez. O pedreiro aproximou o rosto mórbido da minha área íntima e eu ouvi ele cuspir um gargarejo, cuspindo na minha buceta pra me lubrificar. Fiquei apavorada vendo como aquele homem esfregava a ponta do pau nos meus lábios vaginais, espalhando a cusparada que ele tinha cuspido em mim, preparando minha buceta pra me desvirginar. Então, com uma das mãos, ele segurou minha perna direita e, com a outra, colocou o pau na entrada da minha buceta. Senti como meus lábios vaginais estavam sensíveis por causa das lambidas que ele tinha dado. O brutamonte enfiou um pouquinho a ponta do pau e eu senti minha buceta se abrindo pela primeira vez pra receber um membro viril sujo. Fiquei com muito medo porque ele ia romper meu hímen com o pau natural dele, quem sabe que doenças podia me passar ou me engravidar. O pedreiro deixou a ponta do pau encaixada na entrada da minha buceta rosa e depilada, levantou minhas pernas e colocou elas nos ombros dele.amadora—Tem certeza de que quer que eu te pegue com toda a minha força? — ele insistiu, me avisando do que me faria sofrer.
—Sim, por favor, me pega, faz isso! — gritei para ele, queimando de tesão.
O pedreiro, me olhando com lascívia, agarrou minhas pernas, encarando minha buceta com um olhar mórbido, e com uma estocada violenta ele me penetrou, rasgando meu hímen. Senti o pau dele entrar até o fundo da minha barriga, me destruindo por dentro, era uma queimação insuportável que levou minha virgindade, soltei um grito alto que rasgou minha garganta.
—Aaaaaahhhhhhh! Aaaahhhh! Aaayyy! — senti como se ele tivesse rasgado minha buceta.anal—Você é muito gostosa? Quer que eu continue? —Ele me perguntou todo excitado.
—Sim, tô bem, me aperta forte, não para. —Meu rosto estava banhado em lágrimas.
—Mas não grita tão alto, gostosa, senão vão te ouvir e podem achar que eu tô fazendo algo que você não quer. Não quero que você me encrenque.
Então ele pegou minha calcinha fio-dental vermelha que ainda estava no colchão e enfiou na minha boca pra me calar.
Ele continuou enfiando o pau duro fundo dentro de mim, minha barriga dava espasmos fortes e minhas pernas estavam cãibradas, eu só me contorcia de dor. Ele tirou o pau completamente, o pau dele todo ensanguentado.
—É, você era virgem, mamãe, olha como você sujou meu pau de sangue. Vou te aproveitar muito. Vou fazer de você minha mulher.vadiaEntão ele enfiou o pau de novo e meteu fundo em mim, minha buceta estava lubrificada pelo sangue da minha menstruação, eu sentia como se estivesse queimando toda vez que ele tirava e penetrava de novo. Ele me fodia com violência, igual um bicho, sentia todo o peso dele cair na minha buceta, enterrando o pau até bater no fundo, e toda vez que ele fazia isso eu queria gritar, mas tava sem fôlego até cuspir a calcinha da boca e berrar de dor sem parar. Aí ele enfiou os dedos na minha boca, me calando no terror. Eu continuei chorando igual uma menininha, desolada, porque tinha uma sensação forte de estar sendo desvirginada.gostosaEle continuou me fodendo brutalmente, sem parar, a penetração era muito rápida e o pedreiro tava muito agitado, eu sentia as gotas de suor dele caindo na minha pele, aí ele se jogou nos meus peitos pra lamber eles, isso me deu um alívio porque era tipo um carinho que me relaxava, daí ele começou a chupar e apertar eles com muita força com as mãos, beliscava e puxava meus mamilos rosados, causando uma dor insuportável, parecia que ia arrancar eles fora. Ele me atormentava com uma mistura de dor e prazer que me fazia gemer alto:
—Aaaahhhh! Aauuuu! Mmm! Mmjjj! Aaahhh! Aahh! Isso! Mmjjj! —Ele adorava me fazer sentir prazer e me causar dor ao mesmo tempo, toda vez que eu reclamava eu via a cara mórbida dele.Chupa essa picaDepois de ser brutalmente desvirginada por ele, por talvez meia hora, ouvi meu celular tocar, vinha da minha bolsa que estava jogada a alguns metros de distância, era minha mãe, ligando pra perguntar se eu já estava em casa. Me senti tão suja tendo aquela pica enorme dentro de mim, transbordando de prazer. Senti como o pedreiro, ao ouvir meu celular, acelerou o ritmo e começou a me atacar como um animal. O impacto forte do corpo dele na minha buceta doía pra caralho. Ele me destruiu violentamente por dentro com aquela pica enorme. Eu via como a expressão do rosto dele mudava, parecia um animal cheio de tesão. Me senti tão indefesa e feminina sendo penetrada com tanta força que um calor foi crescendo no fundo da minha barriga, era como uma chama que queimava de prazer dentro de mim. Senti uma sensibilidade e uma excitação únicas na minha buceta, minha pele se arrepiou, levantando meus mamilos e deixando eles duros como montanhas, minhas pernas ficaram dormentes, e meus olhos reviraram de tanto prazer que aquela pica tremenda me causava, meu abdômen se contraiu e minhas pernas começaram a tremer enquanto minha buceta virava um rio de água doce. Eu estava tendo um orgasmo forte, o primeiro da minha vida, eu tinha deixado de ser uma garotinha.mamona—Ah, pequena, você veio tão gostosa, como você é boa, mamãe, você é uma putinha. —Eu só conseguia ouvir o som molhado dos nossos corpos se chocando, pele contra pele.
De repente, o pedreiro começou a ofegar muito forte até enfiar o pau com tudo, batendo fundo em mim. Senti como se ele tivesse me partido por dentro com aquela última estocada, e um jato de porra quente inundou minha barriga, me fazendo tremer. O pedreiro ficou dentro de mim, desabando todo o peso dele, todo agitado e cansado, me encharcando de suor. Senti minha buceta molhada, escorrendo sangue escarlate e porra, enquanto aquele safado perdia a ereção. Ele tinha me usado como bem quis, saciando a putaria dele, exatamente como eu queria.ceuO sofrimento que eu sentia não tinha acabado, ele continuou a curtir meu corpo, lambeu meu pescoço engolindo meu perfume e me beijou enfiando a língua bem fundo na minha boca, lambeu dentro da minha orelha e as lágrimas salgadas no meu rosto.
— Tá vendo, mamãe? Por que você tava me pedindo pra te foder com toda força? Você me provocou tanto que olha como eu te comi gostoso, você cheira uma delícia, sua putinha, já conseguiu o que tava procurando? Quem diria que uma menininha ia gostar tanto de pica.

Eu me senti muito tesuda e nua naquela obra, ninguém podia imaginar que eu tava ali, me excitava sentir o cheiro de tabaco e suor daquele homem, do cimento e da terra da construção, além da sujeira do colchão velho onde perdi minha virgindade.pervertidaAlguns minutos se passaram e eu achei que tinha acabado, mas de repente senti que o pau daquele homem estava ficando duro de novo, muito duro e grande, encostado na minha área íntima e eu pensei que ele fosse me penetrar de novo. Fiquei com muito tesão e comecei a me lubrificar de novo, ele virou para me olhar como se quisesse me devorar.
—Ah, mamãe, você é tão gostosa que já deixou meu pau duro de novo —ele me disse enquanto olhava pra minha bunda—. Vira, mamãe.
—Como? —perguntei meio confusa.
—Vira de bruços, mamacita. —insistiu ele de um jeito bem depravado.
O pedreiro pegou minhas pernas e me virou de bruços bruscamente, entrei em pânico de novo, na hora eu já sabia que aquele homem queria me penetrar no cu. Naquela época, eu nem imaginava a possibilidade de dar o cu pra alguém, parecia algo sujo e impensável pra mim.maoO pedreiro abriu minhas pernas com força, ouvi ele cuspir e se aproximou do meu cu pra cuspir em mim e lubrificar meu ânus. Aí ele se ajeitou, colocando a ponta da pica enorme dele na entrada do meu cu, eu fiquei paralisada de medo, apavorada.
—Não, por favor, isso não, aí não. —Gritei pra ele, muito assustada, mas ao mesmo tempo excitada por sentir aquela pica na entrada do meu ânus.
—Se solta, mamacita, só relaxa. Vai doer pra caralho, mas depois você vai gostar mais ainda.
—Você vai ver que vai adorar sentir minha pica no seu cu. Deixa eu te foder gostoso no cu, gostosa? —O pedreiro me convenceu com a safadeza dele.
—Sim, tá bom, quero saber como é, pode meter bem forte também. —Respondi, tomada pela morbidez, queria saber como era ser desvirginada no cu também.
—Vai doer pra caralho, se em algum momento você não aguentar, me fala que eu paro. —Burramente, quando ele disse isso, me senti amada e mais segura.Katherine Riveros fui brutalmente desvirginada por um pedreiO pedreiro esfregou a ponta do pau várias vezes no meu cu salivado, o que me causou muita sensibilidade e tesão. Naquela hora fiquei com muito tesão, queria sentir aquele pau entrando no meu cu. O homem colocou o pau, apertando um pouco meu esfíncter anal, e quando eu estava sentindo meu cu se abrir um pouco pra receber um pau enorme, o pedreiro jogou o peso do corpo em cima de mim, enfiando o pau brutalmente de uma vez só. Aquele pau do homem abriu caminho pelo meu cu, rasgando brutalmente até me acertar e me destruir por dentro. Senti uma dor insuportável no meu esfíncter anal, a dor percorreu meu corpo inteiro, meu coração disparou e minha visão ficou ofuscada, achei que ia desmaiar. A ardência era horrível, me contorci, chutei e me debati de dor, rangendo os dentes queria tirar aquele pau do meu rabo, mas toda vez que me mexia só fazia o pau dele entrar mais fundo, não conseguia me levantar porque ele estava nas minhas costas e pesava muito, me senti vulnerável sem poder me mexer. Eu estava prestes a pedir pra ele parar, mas minha morbidez falou mais alto, saber que meu cu tinha acabado de ser arrombado me fez sentir muito suja.amadorae excitada, então deixei ele continuar me sodomizando. Meus peitos, bem excitados com os chupões que eu tinha dado antes, estavam rosados no colchão imundo, eu me senti tão tarada, naquele momento achei que ia desmaiar, não tinha mais forças, estava completamente exausta, dolorida, mas a putaria que o pau daquele homem despertou em mim quando ele penetrou meu cu, me fazendo aguentar aquele tormento. Meus lindos olhos castanhos claros ardiam de tanto chorar, lágrimas salgadas secaram meu rosto, borrando a rímel dos meus cílios. O pedreiro tirou o pau devagar e eu me senti um pouco aliviada, mas ele só fez isso pra me penetrar de novo com mais força, arrebentando minha buceta de um jeito ainda mais doloroso. Ele estava me comendo brutalmente, a penetração era muito rápida e funda, senti como se ele quisesse me rasgar a cada impacto do pau dele no meu cu. Ele abriu minhas nádegas pra enterrar o pau mais fundo, senti uma queimação danada dentro e fora do meu ânus, toda vez que ele tirava o pau pra enfiar de novo, eu sentia meu cu se abrir de um jeito de partir o coração.anal—Você já tá sangrando, cachorra, assim vai ficar mais gostoso ainda. —Ouvir ele falar isso me deu um medo danado e me encheu de sentimento.
—Aaahhhh! Aaahhhh! Aaayyy! Aaahhh! —Eu não conseguia evitar de gemer entre dor e prazer.
Me sentir tão violada por aquele pedreiro sujo me deu uma sensação de plenitude, de entrega total ao primeiro homem que tava usando meu corpo pra se satisfazer, e eu só queria ser possuída e aproveitada por ele. Quando ouvi meu celular tocar de novo, era minha mãe me ligando pela segunda vez, naquele momento eu não queria mais atender, a última coisa que eu queria era que alguém soubesse o que eu tava fazendo, porque sabia que minha mãe sentiria vergonha de mim sabendo que eu era uma puta que procurou aquele homem sujo pra me desvirginar, não queria causar tanta dor nela. Então o telefone continuou tocando até calar, enquanto eu sentia o vai e vem daquela pica enorme dentro do meu cu lubrificado pelo meu sangue escarlate e completamente anestesiado pelos tapas fortes que aquele pedreiro dava nas minhas nádegas a cada estocada.vadiaO pedreiro continuou me segurando por um bom tempo, parecia que eu estava aguentando mais que da primeira vez. Ele chegou perto do meu pescoço enquanto me penetrava e me cheirava, fiquei tão feliz de ter usado aquele perfume caro, porque ele se deliciava sentindo o cheiro do meu pescoço e isso o excitava ainda mais, deixava o pau dele muito mais duro, cada vez que ele respirava meu perfume eu sentia o pau dele pulsando dentro da minha bunda.
—Faz de cachorra, pra te comer com mais força, gostosa. —Ele me disse sem tirar o pauzão da minha bunda
—Assim mesmo? —Perguntei enquanto me ajoelhava de quatro, com os peitos completamente encostados no colchão e as costas arqueadas pra baixo, deixando minha bucetinha empinada igual um coração—. Ah, que puta você é, mas sabe como fazer.gostosaEle começou a me penetrar de um jeito muito mais violento, porque agora me segurava firme pela cintura e me puxava contra ele, ao mesmo tempo que enfiava o pau dele, empalando brutalmente minha buceta. A dor era de partir o coração, eu sentia a ponta do pau dele me destruindo por dentro, mas a excitação e a luxúria de me sentir tão possuída e penetrada por aquele homem de um jeito tão avassalador me fazia pedir mais com meus gemidos.
—Aaaahhh! Isso, me fode!, Aaahhh!, Dói!, Aaahhhaaa!, Mmm!, Aaahhh!.. . —Toda vez que aquele homem tirava o pau da minha buceta, eu sentia uma vontade forte de ele empalar de novo.
Minha buceta pedia por pau, era como se aquele membro viril me completasse. O cu dela se sentia completamente rasgado e molhado de sangue, ela sentia como ficava aberto toda vez que ele tirava o pau e empalava de novo sem parar. Ele estava me curtindo, parecia que toda vez que eu soltava um gemido de dor enquanto chorava descontroladamente e arranhava o colchão, ele estava adorando. Aí ele parou por um momento, mas sem soltar, enquanto eu virava em direção à entrada do prédio pra ver se não tinha ninguém, dava pra perceber que ele estava nervoso que alguém nos visse, depois de alguns segundos ele continuou mais rápido. Minhas pernas estavam dormentes e meus braços cansados de ficar de quatro, eu me sentia muito dolorida e tremendamente extasiada. O pedreiro continuava me pegando, puxando violentamente minha bunda contra o pau dele, ouvi um cuspe e ele passou a mão direita na frente da minha buceta e começou a me dedar, enfiou os dedos na minha buceta me arrancando um gemido delicioso.Chupa essa pica—Aaaaaaaaahhhhhh! —Eu corei, aquele gemido era sinal claro de dedicação.
Bom, eu tava bem sensível naquela área recém-desvirginada. Enquanto eu me dedava na buceta, senti o pau dele endurecer mais e alargar dentro do meu cu, enquanto ele me macetava sem dó. Ele metia violento, num ritmo acelerado pra caralho, olhando pra entrada da obra. Tava nervoso pra cacete, parecia que queria gozar logo pra vazar dali. O comportamento dele mudou, ficou mais bruto. Ele me fodia com uma força desgraçada.
—Você me deixa muito tesudo, mamãe, sua bunda é bem apertada, minha rainha, cê gosta que eu te coma no cu? Viu o que você ia perder?
—Dói pra caralho, mas é uma delícia. Sim, eu adoro.
—Você me deixa muito tarado, gostosa, é uma delícia estar dentro de você. —Ele falou enquanto continuava destruindo meu cu.mamonaSaboreei minhas lágrimas, me sentindo tão machucada e vulnerável à mercê daquele pedreiro. Entreguei minha bunda sonolenta pra ele, jogando meus glúteos contra o corpo dele pra agradá-lo, já que ouvi-lo gemer de prazer me causava uma alegria imensa. Nunca, nas minhas fantasias de garota adolescente, imaginei a dor e a excitação que sentiria na minha primeira vez; o que eu estava vivendo era algo completamente mórbido, sujo e da mais baixa moral. Eu seduzi um peão da obra pra me comer e me desvirginar. Eu estava sendo usada por aquele brutamonte como objeto de prazer dele, me senti muito feminina e lisonjeada ao sentir como aquele homem me fodia com tanta loucura.

Pela terceira vez, o toque do meu celular estava tocando dentro da minha bolsa. Ele ficou muito irritado porque não queria me soltar pra eu desligar o telefone, mas teve que fazer isso, pois percebi que ele ficou nervoso, já que alguém poderia ouvir o som do meu celular dentro da obra. Talvez por eu parecer mais nova do que sou, sendo uma menininha inocente, ele achou que eu era menor de idade e que poderiam denunciá-lo, o que eu não pretendia fazer, já que tinha 18 anos e era algo consensual que eu mesma tinha buscado. Ele me soltou e procurou o celular dentro da minha bolsa pra me entregar.ceu—Desliga o celular agora. —Ele me disse impaciente, parecia que tava perdendo o foco.
Quando olhei pro celular, vi que era minha mãe me ligando pela terceira vez, me deu um aperto no peito porque sabia que ela não ia querer uma experiência dessas pra mim, perder a virgindade, pelo contrário, ela sempre falava que eu devia me guardar pro casamento e com alguém que eu amasse. Essa ideia me parecia meio ultrapassada e caretice. A sensação mórbida que eu tive ao ser fodida com força naquela obra superou qualquer expectativa que eu já tinha imaginado. Então desliguei o celular e deixei ele do lado do colchão.
—Pronto, já desliguei pra ninguém nos atrapalhar.
—Você gosta que eu te coma no cu, né, sua putinha?pervertida—Sim, é muito gostoso, adoro ser fodida no cu, me sinto quentinha e deliciosa. —respondi, tomada pela luxúria que percorria cada centímetro do meu corpo.
Então, ele puxou meu cabelo para trás, encaixando meu corpo contra o pau dele para me empalar. Eu estava de quatro, mas minhas pernas já não respondiam e meus braços estavam dormentes, não conseguia manter a posição. Foi quando senti o pedreiro puxar minhas pernas, me fazendo cair de bruços no colchão, e ele caiu sobre minhas costas com o pau enfiado no meu cu, causando uma dor violenta lá dentro.maoMeus joelhos, braços e seios se esfregavam contra o colchão imundo. Fiquei de bruços e vi no chão, na minha frente, a camiseta preta de heavy metal do pedreiro, com a estampa de uma banda de rock e umas palavras que diziam "Aleister Crowley". Era a única coisa que eu conseguia enxergar naquele momento, e focar minha atenção na estampa da camiseta era o que me fazia aguentar a dor que sentia. De um jeito inexplicável, encontrei nas palavras "Aleister Crowley" um refúgio e um conforto. Lembrei que, quando eu ficava doente, minha mãe, que é enfermeira, me distraía para que as injeções que ela aplicava não doessem tanto. Então, para desviar minha atenção da dor, comecei a pronunciar as palavras na minha mente: "Aleister Crowley". O pedreiro subiu na minha bunda de novo, abriu minha nádega, esticando bem a pele do meu cu, e deixou todo o peso dele cair sobre mim, enfiando o pau com violência e arrancando um grito desesperado de mim. Eu o ouvia ofegante, ansioso para gozar.Katherine Riveros fui brutalmente desvirginada por um pedreiO pedreiro sujo me segurava com força bruta contra o colchão, todo o peso dele nas minhas costas, atacando minha buceta e, de quebra, a pele das minhas pernas, barriga e peitos esfregando naquele colchão áspero e imundo. Eu sentia meus mamilos rosados contra o tecido grosso do colchão, como se fosse lixa, sendo destruídos. Eu gemia alto, o prazer agora superava de longe a dor que sentia.amadora—Aahh! Aaaaahhhh! Aaayyy! Ah! Mmmjj! Aauuu! Aaayyy! Que delícia, tô gostando, tô sentindo calor! Me fode! Isso! Assim! Mmmjjjj! —Eu não conseguia parar de chorar, mas o prazer era tanto que eu pedia mais.
—Isso! Assim! Me fode mais forte! Quero que ele me aperte mais! Que delícia que tá! Me fode! Aaahhh! Aaayyy! Isso! Que delícia! Aaaaahhhh! Aaahhh! Dói pra caralho! Aaayyy! Aaahhh!analNo ar, o pedreiro começou a me apertar mais forte, de um jeito bem agressivo por uns minutos, eu me senti desmaiada no colchão, meu corpo completamente entregue e relaxado, até que ouvi ele ofegando igual um bicho, e senti o pau dele jorrando jatos de gozo dentro da minha buceta, era uma sensação quente, o que eu senti foi tão lindo, tão gostoso saber que aquele homem estava satisfeito comigo. Me senti muito suja e mórbida, aquele pedreiro depravado tinha gozado dentro de mim, me sujando por dentro. Me deu uma emoção danada e eu chorei de prazer, me senti tão completa sabendo que em poucas horas minha vida tinha mudado pra sempre, eu não seria mais aquela menininha inocente, agora me sentia uma mulher, e não só isso que já era muito, mas me sentia capaz de satisfazer qualquer homem, agora eu seria uma putinha que tinha perdido a virgindade de um jeito impensável.vadiaO pedreiro ficou dentro de mim por alguns segundos, esfregando o pau como se quisesse continuar me destruindo por dentro, enquanto sussurrava no meu ouvido, sendo extremamente excitante.
—Mamacita, como você cheira gostoso, você é uma putinha muito fina. Como é gostoso estar dentro de você, minha rainha.
—Sou sua, me fode, tô me sentindo muito bem.
—Não conta pra ninguém, sabe que isso foi porque você quis, né? Gostou, minha rainha?
—Sim, fica tranquilo, não vou te meter em encrenca. Doeu pra caralho, mas foi muito gostoso, era isso que eu queria. —Minha bunda ficou muito sensível e meu cu tava pulsando, todo arrebentado.gostosaO pedreiro tirou o pau manchado com o sangue da minha vagabunda e se vestiu às pressas, enquanto eu continuava deitada no colchão, com a buceta e o cu arrombados, sujos de sangue e o rosto com a máscara dos meus cílios escorrida pelas minhas lágrimas salgadas. O pedreiro pegou umas coisas que estavam perto do colchão, saiu correndo do prédio enquanto olhava em volta pra ver se ninguém tinha visto ele.

Quando vi que ele tinha ido embora, acordei toda dolorida, com porra e sangue escorrendo pela minha xota. Coloquei minha calcinha fio-dental vermelha que tinha soltado com os puxões, vesti minha calça jeans, manchando ela de sangue por dentro, era tão apertada que roçava na minha intimidade e doía pra caralho, então deixei ela desabotoada e com o zíper aberto pra não machucar tanto. Peguei meu sutiã vermelho rasgado e coloquei na bolsa. Vestii minha blusa branca que estava toda rasgada dos puxões, deixando umas manchas com o sangue que eu tinha nas mãos de tanto ter tocado na minha buceta.Chupa essa picaMeus saltos estavam com as tiras quebradas, porque o pedreiro tinha arrancado elas. Coloquei, mas não conseguia andar direito, pois podia torcer os tornozelos. Aí peguei meu celular do chão, guardei na bolsa e saí da obra andando bem devagar pelo cascalho, cimento e areia que tinha no chão. A rua estava muito escura, olhei pros lados e não tinha ninguém, só uns carros estacionados em algumas casas a uns 30 metros de distância. Me senti muito envergonhada e humilhada, não queria que me vissem bagunçada, com a pele imunda, roupa suja e rasgada. Meu rosto, mesmo sem ver, sabia que estava manchado pela máscara de cílios que minhas lágrimas e batom escorreram dos meus lábios. Então andei e saí até chegar na entrada do meu bairro, me escondendo entre as casas e os carros estacionados. Evitando as poucas pessoas na rua, de cabeça baixa, com a mão direita segurando minha blusa, já que meus peitos estavam aparecendo, porque a blusa tinha ficado bem larga por causa dos puxões repentinos daquele pedreiro, que se deixou levar pelo tesão forte que despertei nele. Eu estava andando meio tonta demamonaO álcool que eu tinha bebido na casa das minhas amigas, meus saltos estavam bem soltos porque as tiras estavam rasgadas e meus tornozelos torcidos. Quando estava quase chegando em casa, vi que um dos meus vizinhos estava lá fora, então esperei sentada entre uns carros até ele entrar na casa dele e consegui entrar na minha sem ser vista. Bom, a blusa tinha ficado bem solta por causa dos puxões repentinos daquele pedreiro, que se deixou levar pela putaria forte que eu despertei nele. Eu tava andando meio tonta do álcool que tinha bebido na casa das minhas amigas, meus saltos estavam bem soltos porque as tiras estavam rasgadas e meus tornozelos torcidos. Quando estava quase chegando em casa, vi que um dos meus vizinhos estava lá fora, então esperei sentada entre uns carros até ele entrar na casa dele e consegui entrar na minha sem ser vista. Bom, a blusa tinha ficado bem solta por causa dos puxões repentinos daquele pedreiro, que se deixou levar pela putaria forte que eu despertei nele. Eu tava andando meio tonta do álcool que tinha bebido na casa das minhas amigas, meus saltos estavam bem soltos porque as tiras estavam rasgadas e meus tornozelos torcidos. Quando estava quase chegando em casa, vi que um dos meus vizinhos estava lá fora, então esperei sentada entre uns carros até ela entrar na casa dela e consegui entrar na minha sem ser vista. Então esperei sentada entre uns carros até ela entrar na casa dela e consegui entrar na minha sem ser vista.ceuAo entrar em casa, tranquei a porta com todas as fechaduras, tirei meus saltos e, com eles na mão, subi correndo as escadas até meu quarto. Deixei minha bolsa no móvel junto com os sapatos e me joguei exausta na cama, soltando um sorriso e um olhar de satisfação, alegria e realização. Não acreditava no que tinha feito. Me senti muito estranha vendo meus brinquedos de quando era mais nova, meus ursinhos, minhas Barbies, etc... Eu tinha deixado de ser virgem, e custava a acreditar. Abracei um dos meus bichinhos de pelúcia e comecei a chorar de emoção, deitada na cama por cerca de uma hora, pensando em tudo que tinha acontecido. Quando me acalmei, desci até a cozinha para tomar um suco de cranberry que estava na geladeira. Peguei o telefone da sala e me sentei no sofá para ligar pra minha mãe, mas não sem antes pensar no que dizer e tentar controlar minha voz para soar calma. Então liguei no celular dela e pedi desculpas por não ter atendido, dizendo que o volume da música estava muito alto e eu não ouvi o telefone tocar. Também falei que o tempo passou muito rápido e que, infelizmente, tivemos uma briga na casa da minha amiga com uma garota que ela tinha convidado, e que acabamos nos desentendendo, mas que eu já estava em casa e tudo bem. Aí minha mãe me deu uma bronca e disse que a gente ia conversar quando eu chegasse no trabalho no dia seguinte. trabalhar no dia seguinte depois do trampo.pervertidaSubi para o meu quarto para me examinar, porque estava muito dolorida. Tirei a roupa e, quando me vi no espelho grande do quarto, percebi meu cabelo danificado, meus lábios manchados de batom, exatamente como imaginei, meu rosto com a máscara borrada e ressecada pelas lágrimas salgadas. Ele tinha dois chupões enormes e bem visíveis no meu pescoço. Meus peitos estavam arranhados pelo colchão imundo e chupados, meus mamilos rosados ainda muito irritados e sensíveis. Meu abdômen, pernas e joelhos também estavam arranhados pelo colchão e com alguns chupões. Virei para me olhar no espelho e abri cuidadosamente minha bunda ensanguentada para me examinar; meu ânus estava muito irritado e vermelho, ardia demais. Sentei na cama, abri as pernas e notei que tinha chupões na minha buceta — ela estava manchada de sangue escarlate e sêmen escorrendo de dentro de mim, meus lábios vaginais muito sensíveis. A besta tinha literalmente passado por cima de mim, e eu, com meu sorriso largo, me olhava no espelho, toda excitada e feliz com a experiência dolorosa, mas deliciosa, que acabara de ter.maoPeguei todas as roupas que usei naquele dia e coloquei num saco plástico que escondi e jogaria no lixo no dia seguinte. Guardei meus saltos, que mandaria arrumar as tiras depois de um tempo. Queria sumir com qualquer prova, não conseguia nem imaginar contar pra alguém o que aconteceu, ninguém podia saber ou eu seria taxada como "a puta da colônia". Não queria que minha família passasse por aquilo, nem ser motivo de piada e tristeza na sociedade. Então tomei um banho e me acariciei enquanto imaginava que minhas mãos eram as daquele homem, tomando cuidado pra não machucar minha buceta que já ardia com o shampoo e a água. Quando saí, fui pro quarto da minha mãe que, como é enfermeira, tem um kit de primeiros socorros enorme. Peguei uns comprimidos de calmante, outros pra dor e inflamação, e alguns antibióticos pra tentar evitar infecção. Passei uns cremes pras escoriações e outros pra evitar infecções na minha buceta. Me maquiei o melhor que pude nas áreas onde tinha arranhões, hematomas e chupões, curei meus lábios com álcool e um batom hidratante. Coloquei um pijama e desci pra tomar leite com cereal. Subi pro meu quarto pra assistir desenhos e me distrair, levei umas duas horas pra pegar no sono.Katherine Riveros fui brutalmente desvirginada por um pedreiDe madrugada, ouvi que minha mãe já tinha chegado, fiquei muito nervosa, sabia que ela ia me xingar por ter desobedecido. Contei sobre a suposta briga na casa da minha amiga enquanto a gente tomava café da manhã juntas, foi difícil olhar na cara dela e falar, me senti muito envergonhada porque não conseguia compartilhar com minha própria mãe que eu tinha sido uma puta no cio na noite anterior. Só fiquei falando que tava com dor de cabeça por ter tomado tequila e que a ressaca me deixava enjoada. Depois peguei o saco plástico com as roupas que tinha escondido, saí pra jogar numa lixeira, e fui na farmácia comprar uma pílula do dia seguinte. Uns dias se passaram assim, mal saía de casa, tava com muito medo de encontrar aquele pedreiro, pensando que ele podia falar com os amigos e ferrar com minha reputação. Parei de visitar minha amiga na casa dela por meses, preferia que a gente se encontrasse num café ou bar. Depois de seis meses, passei naquela rua de novo com minha mãe no carro e vi que a obra onde fui desvirginada por aquele homem tinha terminado e agora era uma casa de dois andares onde morava uma família. Toda vez que passo naquela rua, viro pra ver a casa onde perdi a virgindade. Aquela experiência excitante foi o divisor de águas da minha vida sexual, porque morri na minha virgindade pra nascer na promiscuidade. Toda vez que passo naquela rua, viro pra ver a casa onde perdi a virgindade. Aquela experiência excitante foi o divisor de águas da minha vida sexual, porque morri na minha virgindade pra nascer na promiscuidade. Toda vez que passo naquela rua, viro pra ver a casa onde perdi a virgindade. Aquela experiência excitante foi o divisor de águas da minha vida sexual, porque morri na minha virgindade pra nascer na promiscuidade.amadoraanalvadiagostosa

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