Katherine Riveros Fui desvirgada brutalmente por um pedreiro
Meu nome é Katherine Riveros, tenho 28 anos, 1,68m de altura. Tenho pele clara, cabelo castanho claro comprido que chega até a metade das costas, sou magra, rosto bonito e fino, e olhos castanhos claros. Gosto de me maquiar, usar batons vermelhos e unhas postiças do mesmo tom. Também adoro usar brincos de prata, porque ficam lindos quando arrumo o cabelo de um jeito provocante. Dessa vez, quero contar como fui desvirginada por um pedreiro bruto e forte quando tinha apenas 18 anos, embora sempre tenha aparentado ser mais nova do que realmente sou. Desde criança, gosto de malhar só para definir as pernas e a bunda, então já tinha um corpão. Meus peitos são médios e redondos, os bicos rosados e parecem montanhas. Cintura marcada, barriga chapada e uma bunda bem desenhada.
Quando visto jeans, minha bunda empinada fica bem marcada, e quando junto as pernas, forma uma frestinha na minha buceta. Tenho pernas torneadas que adoro mostrar quando uso minissaia, porque minha pele é muito macia. Gosto de ser bem feminina, sedutora e me vestir de forma provocante, mas sempre tentando manter uma boa imagem na frente de quem me conhece.
Como você pode imaginar, aos 18 anos eu ainda era uma colegial virgem e inocente. Passava o tempo no meu quarto ouvindo música pop e falando horas no telefone com minhas amigas, brincando com o fio do telefone, fantasiando ter um namorado bonito que me tratasse como uma princesa. Adorava flertar com meus amigos na escola e, claro, percebia que homens mais velhos já olhavam minha bunda e meus peitos com malícia quando eu andava na rua, o que me assustava, especialmente quando estava sozinha à noite, embora deva admitir que isso me excitava pra caralho. A ideia de um homem bruto me desvirginar num lugar abandonado, numa obra ou num terreno baldio, me segurando bem forte até ele ficar satisfeito, vivia passando pela minha cabeça. Eu era uma garota muito sensual e tarada, com uma puta vontade de perder minha virgindade e sentir um pauzão veiudo e grosso enfiado dentro de mim.
Naquela época, eu tinha terminado o ensino médio. Meus pais já eram separados e eu passava a maior parte do tempo na casa da minha mãe em Zapopan, Jalisco. Minha mãe trabalhava como enfermeira numa clínica e tinha uma jornada muito longa, às vezes até fazia plantão, então eu ficava sozinho durante a noite.
Numa quarta-feira, uma amiga minha chamada Paola me ligou no telefone para me convidar pra ir na casa dela comemorar o aniversário dela, já que ela também tava fazendo 18 anos e queria só as amigas reunidas. A gente combinou de se encontrar na casa dela, porque a festa ia ser no quintal mesmo, já que a mãe dela tinha deixado e preferia que a gente ficasse lá pra não correr perigo.
Quando desliguei o telefone, fui correndo pedir permissão pra minha mãe. Desci as escadas feito um louco até a cozinha, ela tava preparando a comida. Ela deixou eu ir, porque minha amiga morava bem perto, num bairro vizinho ao nosso, mas com a condição de que minha mãe me levasse até a casa da minha amiga e eu voltasse pra casa antes das 21h. Dei um beijo no rosto dela, a gente comeu junto e eu subi pro meu quarto pra tomar um banho.
Como te falei, eu era muito vaidosa e minhas amigas não ficavam atrás, a gente sempre competia pra ver quem estava mais gostosa, mesmo sem admitir. Então eu me depilei toda, inclusive a buceta. Saí do banho e passei meu creme favorito, cheiro de baunilha e deixava minha pele uma delícia. Coloquei uma calcinha fio dental vermelha de renda e um sutiã push-up, da minha marca favorita Victoria's. Pra me vestir, escolhi uma calça jeans azul bem apertada no meio das pernas, que levantava minha bunda e marcava minha buceta, tinha rasgos na frente que mostravam minha pele querendo sair da calça. Coloquei uma blusa branca de ombros de fora e decotada, com laços entre os peitos, que mostrava um pouco do meu sutiã vermelho. Combinei o look com saltos bege e uma bolsa do mesmo tom. Alisei o cabelo, fiz uma maquiagem leve e passei batom vermelho, também coloquei um perfume doce bem caro e uns brincos grandes de prata 925. Fiquei muito linda, gostosa e fresca. Me olhei no espelho e posei de forma sexy pra tirar umas selfies, sem saber que naquela noite eu ia ser desvirginada na marra.
Depois, minha mãe me levou no carro dela até um shopping pra comprar uma bolsa de presente de aniversário pra minha amiga. Daí, ela me deixou na casa dela, toquei a campainha e minha amiga apareceu. Eu dei os parabéns com um abraço e entreguei o presente. Minha mãe também cumprimentou ela e foi trabalhar, porque tinha plantão no hospital das 18h às 6h. A gente entrou em casa e minhas outras amigas já estavam no quintal. Pedimos umas pizzas e fomos na loja comprar uma garrafa de tequila, soda de toranja e cigarros, já que finalmente tínhamos identidade oficial, porque éramos maiores de idade. Passamos umas horas ouvindo música enquanto terminávamos a garrafa, falando sobre nossos artistas favoritos, os caras que a gente tava afim, essas coisas...
Eu tava me divertindo pra caralho com minhas amigas, o efeito da bebida já tava batendo, porque a gente andava meio tonta e dançava sem vergonha nenhuma entre a gente, já que ela não tinha chamado homem porque a mãe não deixava. O tempo passou voando e algumas amigas começaram a ir embora, eu fui a última, era umas 11:30 da noite, desobedecendo minha mãe. Aí me despedi da minha amiga e ela falou que o tempo parecia que ia chover e se eu quisesse ela podia chamar um táxi, mas eu disse que não precisava, porque eu morava perto e em alguns minutos chegava em casa. Então, sem pensar, fui andando sozinha pra minha casa.
Quando eu tava andando na rua, senti o efeito da bebida aumentando, e acendi um cigarro pra continuar curtindo minha liberdade de ser uma garota adulta. Ela era uma menina inocente que não media perigo, nem sabia fumar direito, tocava no cigarro toda vez que dava uma tragada. Continuei andando entre prédios sociais com parques e canteiros comuns, onde tinha balanços enferrujados e a maioria das paredes cheia de grafite. A tequila me deixou com muito tesão e me excitava andar sozinha à noite vestida tão provocante. As ruas eram bem escuras, já que, como sempre acontece, a iluminação pública era bem fraca, poucos postes funcionavam. De repente, comecei a sentir umas gotas de chuva e ouvi uns trovões, a chuva tava cada vez mais forte, eu tava me molhando, então acelerei um pouco o passo. Quando saí daquele bairro, tive que passar por outra rua bem comprida que ligava ao meu bairro, era uma rua que ainda não era asfaltada, a estrada era de terra e cheia de buracos, com mato e pouquíssimas casas construídas, a maioria era terreno baldio. Então, pra andar melhor nos meus saltos, fui pela beirada perto das casas, já que não tinha calçada.
Estava ficando um pouco frio e eu só estava usando minha blusa branca decotada que mostrava meus ombros, minha calça jeans tão justa e fina que definia minha silhueta, entrando entre minhas nádegas, levantando minha bunda, marcando minha buceta e deixando um espacinho na minha área íntima. Me senti tão feminina e desprotegida naquela rua, senti medo e andei mais rápido. Alguns metros à frente vi que havia uma construção cinza com vigas de madeira por dentro, erguidas como se segurassem o telhado, tinha montanhas de areia e brita do lado de fora da obra que ficava entre dois terrenos baldios grandes. A rua estava completamente escura e a iluminação pública não adiantava nada ali sozinha. Foi então que, ao passar, pude ver um homem de pele branca, uns 40 anos, com uma barba comprida, 1,80m de altura aproximadamente, que estava usando uma camiseta preta de heavy metal, jeans e botas pretas de trabalho. Ele era um pedreiro de aparência bruta, cheio de poeira de areia e cimento, tinha um olhar muito mórbido com o qual me via como se quisesse me foder. Ele estava encostado na cerca na entrada da obra, naquele momento eu estava muito molhada com minhas roupas já que estava chovendo muito forte. Senti minhas roupas grudando muito mais no meu corpo, mostrando minha bela figura. Estava tão frio que meus mamilos estavam bem duros por baixo do sutiã. Me arrependi de ter colocado aquela calça jeans rasgada, era tão justa que mostrava minha bunda como um coração com minha vagina marcada. Aquele homem podia me ver completamente molhada e gostosa, o que me excitou muito. Andei mais rápido ao lado do prédio com meus saltos estalando na areia que entrava entre meus dedos. Eu só queria sair daquela rua o mais rápido possível e chegar em casa. Assim que passei por ele, ouvi:
— Ah, mamãe, que bunda gostosa você tem! — Me senti ofendida, me assustou pra caralho já que eu tava sozinha naquela rua, mas ao mesmo tempo muito excitada, de ouvir ele soltar um elogio tão vulgar, digno de um pedreiro que se preze.
Meu abdômen tremeu de nervoso, senti minha buceta lubrificar e pedir pra ser penetrada, algo em mim inexplicavelmente dizia que era hora de perder a virgindade, as circunstâncias pediam pra viver aquela experiência, estar bêbada, molhada da chuva e sozinha com aquele homem rude e morbidão. A fantasia que tava na minha cabeça há meses podia se realizar, tudo dependia de mim. Quando já tava saindo do canteiro, o tesão que senti me fez inevitavelmente virar e olhar pro pedreiro, que continuava encarando minha bunda, me fazendo sentir como se ele me despisse com o olhar. Uma vontade forte de ser pega naquela noite me fez andar em direção a ele bem sensual, me requebrei com a chuva caindo no meu corpo cuja silhueta se exibia perfeitamente, alimentando a morbidez daquele pedreiro sujo. Cheguei perto dele, cara a cara, até juntar nossos corpos e com a mão direita passei a mão no pau dele por cima da calça bem devagar enquanto olhava pra ele com minha carinha de menina meiga e safada, foi a primeira vez na minha vida que toquei num pau, pude notar como o pedreiro começou a ter uma ereção forte, senti como ele engrossava quando eu passava a mão, ele não conseguia falar, só se ouvia a respiração ofegante de tesão dele.
Fiquei tão excitada que não resisti à vontade de apertar o pau dele com força e perguntar:
— Cê acha que eu sou gostosa? — falei bem dengosa.
— Sim, mamãe, você é muito gostosa. — ele respondeu num tom morbidão.
Aí, feito uma gatinha no cio, virei de costas e esfreguei minha bunda no pau dela bem safada.
— Mmm! Aaahhh! Aahh! — gemi pra deixar ele mais louco.
— Que pau gostoso, tá durinho demais. — peguei as mãos dele e coloquei nos meus peitos, ele começou a apertar.
—Você é muito gostosa, mamacita, vou meter meu pau bem forte em você. Quer que eu meta meu pau em você?
—Sim, quero que me foda, tenho uma fantasia de ser fodida numa obra assim. —falei com a voz trêmula.
—Vem, para aqui pra se foder do jeito que você quer.
Deixei cair o cigarro molhado que tinha na mão, pra pegar o pedreiro forte pelo braço, já que tava difícil andar de salto no escuro. O pedreiro me levou pelo braço até o fundo da obra, uns 15 metros entre vigas de madeira, sacos de cimento, brita, areia, barras de ferro, etc. Até chegar perto de um colchão com cobertores sujos que tava no chão. Naquela hora fiquei muito nervosa, minha barriga contraiu de medo, tesão e angústia, já que seria a primeira vez que ia transar com um homem, e justo numa obra do jeito que eu queria.
—Não tenha medo, gostosa, você vai gostar. —Eu estava tremendo.
—Tenho uma fantasia de ser deflorada num lugar assim, sendo pega com muita força, mas me dá medo.
O pedreiro avançou em mim e começou a me beijar, lamber meu pescoço e apalpar minha bunda deliciosa, abrindo bem minhas nádegas. Ele me virou de bruços para me abraçar e tocar meus peitos, eu estava derretendo nos braços dele, sentindo uma excitação imensa, já começava a lubrificar. Me senti muito desejada e queria ceder ao desejo dele, mas o medo não deixava, já que era minha primeira vez. De repente, uma sensação me percorreu, me senti tão vulnerável e indefesa, tinha sentimentos misturados: por um lado, queria ser comida por aquele homem e perder a virgindade, por outro, queria fugir e voltar pra casa. A luxúria que estar dentro daquela construção sozinha com aquele pedreiro bruto me causava me fez lubrificar muito, minha buceta estava muito quente e sensível.
— Eu quero que ele me faça dele, que me segure bem forte. Quero sentir ele me penetrando com toda a força. — Falei com voz de menina submissa.
— Mas isso vai te machucar pra caralho, gostosa. Tem certeza que quer que eu te coma com força? — Era minha primeira vez, senti uma morbidez forte e uma vontade de ser fodida brutalmente por um pedreiro.
— É que eu quero, sim, mas me dá medo. — Meus nervos me traíram e eu comecei a chorar.
— Fica tranquila, gostosa, é normal, só aproveita. Então, tem certeza que quer que eu te coma com tudo? — Ele perguntou com tesão.
— Sim, quero ficar, quero que ele me segure firme. — Meu choro partido dava pra ouvir.
Ela era uma menina inocente que chorava sem parar de medo, mas no fundo sentia uma excitação enorme e queria que acontecesse. O pedreiro puxou meu cabelo pra lamber meu rosto, o que doía, mas também me excitava pra caralho, eu me senti tratada como se fosse a cadela dele e ele me jogou naquele colchão imundo, se atirou em cima de mim, abrindo minhas pernas e com as mãos ele puxou minha blusa, me machucando, eu ouvi o tecido rasgar. Fiquei só com meu sutiã vermelho à mostra e o pedreiro, que tava ofegante de tesão, pegou meu sutiã pela frente e com as duas mãos esticou ele com força, machucando minha pele até estourar. Consequentemente, meus peitos ficaram totalmente expostos na frente daquele animal faminto, que ao vê-los começou a lamber deliciosamente como se quisesse engolir, me deixou muito excitada sentir uma língua nos meus peitos pela primeira vez, eu tava ganhando chupões, não conseguia parar de chorar feito uma criança desesperada. O pedreiro agora tava lambendo e chupando meus biquinhos rosados, ele me atormentava de prazer, eu sentia como ele beliscava eles e eles ficavam tipo montanhinhas e muito duros, meu rosto não conseguia esconder o prazer, eu olhava pra ele com muito tesão, com a cara banhada em lágrimas de medo e excitação. Eu olhava pra ele com muito tesão, com a cara banhada em lágrimas de medo e excitação. Eu olhava pra ele com muito tesão, com a cara banhada em lágrimas de medo e excitação.
Aí ele lambeu meu pescoço e chupou enquanto sussurrava no meu ouvido:
— Como você cheira bem, putinha, quero te comer todinha, mamãe. Você é virgem? — Eu fiquei calada porque tava muito triste em admitir que ainda era uma menina virgem.
— Eu te perguntei se você é virgem, mamacita. — Ele insistiu ansioso.
—Sim, sou virgem. —Tentei controlar meu choro descontrolado para conseguir falar.
—É assim que eu gosto, mamãe, vou tirar sua virgindade. Quer que eu seja o primeiro a te pegar?
—Sim, quero perder a virgindade com você. Quero que me segure bem forte, só tenho medo. —Respondi pra ele, olhando nos olhos dele, com minha voz doce e inocente de quem escuta.
—Bom, se é isso que você quer, então vou te satisfazer, mamãe —Ela me disse enquanto passava a mão na minha buceta, algo que nenhum homem tinha feito comigo.
Quando ela me disse isso, meu abdômen se contraiu, tive espasmos de medo, não conseguia parar de chorar de emoção, minha buceta estava lubrificando muito, sentia um calor e uma sensibilidade únicos, queria ser penetrada e acabar com essa maldita virgindade, me tornar uma garota sexualmente ativa e entendida do assunto!
Naquele momento, eu estava decidida a deixar aquele pedreiro mais velho ser o primeiro homem a me penetrar. O cara, tomado pela luxúria que eu mesma provoquei de propósito, não conseguindo desabotoar meus saltos, arrancou-os de mim, quebrando as tiras, e jogou eles de lado. Senti uma dor danada, porque eram um presente que minha mãe me deu no meu aniversário, e ainda mais porque iam me desvirginar e eu estava desobedecendo ela ao voltar tarde pra casa, enquanto ela trabalhava no hospital. O pedreiro continuou apressado e desabotoou minha calça jeans pra puxar pra baixo com as duas mãos e tirar completamente, me deixando só de calcinha vermelha fio dental. Me senti humilhada ao ser despida por aquele bruto. Eu estava de barriga pra cima com aquele homem entre minhas pernas, e com a mão direita ele agarrou minha calcinha e rasgou, machucando muito minha área íntima. Aquele cara tava impaciente pra me foder, eu era uma garota muito doce, tenra e novinha. Minha buceta rosinha e depilada ficou exposta pra ele. Eu assisti, com tesão e deitada no colchão sujo, ele esfregar minha calcinha no nariz e cheirar como um bicho. O pedreiro agarrou minhas pernas e abriu tudo, me senti tão ultrajada e exposta, meus sentimentos femininos foram completamente violados, me senti tão ofendida e violentada, o desamparo que senti ao estar sozinha com aquele homem numa obra, chovendo e relampejando, me fez chorar de novo. O pedreiro se jogou na minha buceta e me lambeu como um animal sedento, enfiando a língua na minha buceta virgem.
— Ah, minha princesinha, você é virgem. Vou fazer você aproveitar muito, mamãe, vai ver, vamos nos divertir pra caralho. Vou te transformar numa mulher. — Ele disse de forma depravada.
Naquele momento, me perguntei quantas mulheres já tinham passado por aquele barbudo. O pedreiro ficou muito excitado e começou a lamber minha buceta sem parar, o que causou contrações na minha barriga e uma sensação forte. Ele continuou lambendo e, de repente, senti ele chupar e lamber meus lábios vaginais.
— Aaaiii! Mmmm! Aaahhh! Mmmjjjj! — Soltei gemidos altos.
Tive medo que alguém passasse e me ouvisse, então fiquei em silêncio e me afoguei no meu gemido abafado de prazer, enquanto balançava a cabeça de um lado para o outro, me contorcendo de tesão. O pedreiro me olhava morbidamente, curtindo minha excitação.
O barba se levantou às pressas e tirou a camisa, junto com a calça de trabalho e as botas, até ficar completamente nu. Naquele momento, eu pude ver o pau daquele homem, era o primeiro pau que eu via completamente ereto, parecia que ia estourar de tão grosso e comprido, tinha uma leve curvatura pra esquerda e apontava pra cima com a ponta totalmente descoberta, uns ovos enormes pendurados nele, grandes, e os pelos pubianos eram bem fartos. Eu sabia que ia ser desvirginada brutalmente por aquele pedreiro, já que ele era um cara rude, forte e muito morbidão, que eu mesma tinha provocado, até pedi pra ele me desvirginar, era algo que eu queria e agora estava à mercê dele. Ficava pensando nas minhas amigas com quem tinha comemorado aquele dia, que provavelmente já estavam em casa, pensava na minha mãe que estava trabalhando e provavelmente achava que eu já estava no meu quarto vendo televisão, mas na real eu estava prestes a ser fodida e curtida brutalmente por aquele pedreiro sujo que ia me penetrar pela primeira vez na vida, me tirando a inocência.
O pedreiro me puxou pelo cabelo e me ajoelhou, me forçando contra o pau dele. Eu só virei a cabeça e fechei a boca pra aquela rola suja não entrar, cheirava a mijo e me dava muito nojo.
— Abre essa boca, putinha. — O homem depravado me ordenou.
Então eu abri meus lábios cheios com batom vermelho, ele me puxou contra o pau dele, enfiando fundo na minha garganta. Senti vontade de vomitar e estava engasgando, meus lábios apertavam a base da rola e alguns pelos pubianos entravam na minha boca.
— Não usa os dentes, mamacita, só os lábios e a língua, mexe a língua dentro. — Ele me instruiu como se eu fosse a cadela dele.
Eu obedeci ele, mas foi difícil pra mim, era muito grosso, mal cabia na minha boca, eu não sabia como fazer porque nunca tinha dado oral num homem e então fiz o melhor que pude. Ficava sem fôlego e meus olhos soltavam lágrimas de sufoco que borravam a máscara dos meus cílios enquanto eu olhava nos olhos dele com um desejo que me dominava, já tava muito tarada e queria ser dele. Aquele homem tava me curtindo tanto que eu ofegava de prazer por ter o pau dele dentro da minha boca, me sentia feliz por fazer aquele cara ficar tão excitado, ele me puxou pelo cabelo, meteu o pau na minha garganta pra dentro e pra fora feito um louco, batendo meus lábios vermelhos na base do pau dele.
Depois de uns minutos, ele me jogou de novo de barriga pra cima no colchão e se aproximou depressa, ofegante e falando putaria.
— Agora sim, vou meter meu pau em você, mamãe, você vai sentir o que é ter um pau bem no fundo.
O pedreiro abriu minhas pernas com muita facilidade, dava pra sentir que ele era um homem muito forte. Eu chorei de novo, desolada, igual uma menininha, tava com um sentimento tão forte que não conseguia me controlar, meus nervos tomaram conta de mim de novo. O pedreiro aproximou a cara mórbida da minha buceta e eu ouvi ele cuspir um gargarejo e cuspir na minha xota pra me lubrificar. Fiquei apavorada vendo aquele homem esfregar a ponta do pau nos meus lábios vaginais, espalhando o cuspe que ele tinha cuspido em mim, preparando minha buceta pra ser desvirginada. Aí, com uma das mãos ele segurou minha perna direita e com a outra colocou o pau na entrada da minha buceta, eu senti meus lábios vaginais tão sensíveis por causa das lambidas que ele tinha dado, o pedreiro enfiou um pouquinho a ponta do pau e eu senti minha buceta se abrindo pela primeira vez pra receber um membro viril sujo. Me deu muito medo porque ele ia romper meu hímen com o pau natural dele, quem sabe que doenças ele podia me passar ou eu engravidar. O pedreiro deixou a ponta do pau colocada na entrada da minha buceta rosa e depilada, levantou minhas pernas, colocando elas nos ombros dele.
— Tem certeza de que quer que eu te pegue com toda a minha força? — Ele insistiu, me avisando do que me faria sofrer.
— Sim, por favor, me pega, faz isso! — Gritei para ele, queimando de tesão.
O pedreiro, me olhando com cara de safado, segurou minhas pernas, encarando minha buceta com um olhar mórbido, e com uma estocada violenta me penetrou, rasgando meu hímen. Senti o pau dele entrar até o fundo da minha barriga, me destruindo por dentro, era uma queimação insuportável que levou minha virgindade, soltei um grito alto que rasgou minha garganta.
— Aaaaaahhhhhhh! Aaaahhhh! Aaayyy! — Senti como se ele tivesse rasgado minha buceta.
—Você é muito gostosa? Quer que eu continue? — Ele me perguntou todo animado.
— Sim, tô bem, me aperta forte, não para. — Meu rosto tava molhado de lágrimas.
— Mas não grita tão alto, gostosa, senão vão te ouvir e podem achar que tô fazendo algo que você não quer, não quero que você me enrole.
Aí ele pegou minha calcinha vermelha que ainda tava no colchão e enfiou na minha boca pra me calar.
Ele continuou enfiando o pau duro dentro de mim, minha barriga tava tendo uns espasmos fortes e minhas pernas cãibras, eu só me contorcia de dor. Ele tirou o pau completamente, o pau dele todo ensanguentado.
— É, você era virgem, mamãe, olha como você sujou meu pau de sangue. Vou te aproveitar muito. Vou fazer de você minha mulher.
Então ele enfiou o pau de novo e meteu em mim, minha buceta estava lubrificada pelo sangue da minha menstruação, eu sentia como se estivesse queimando toda vez que ele tirava e penetrava de novo. Ele estava me fodendo com violência, igual um animal, eu sentia todo o peso dele cair na minha buceta, enterrando o pau até bater no fundo, toda vez que ele fazia isso eu queria gritar, mas estava sem fôlego até cuspir a calcinha da boca e gritar de dor, repetidamente. Aí ele colocou os dedos na minha boca, me calando de terror. Eu continuei chorando feito uma criancinha, partida, porque tinha uma sensação forte de estar sendo desvirginada.
Ele continuou me fodendo brutalmente, sem parar, a penetração era muito rápida e o pedreiro tava muito agitado, eu sentia as gotas de suor dele caindo na minha pele, aí ele se jogou nos meus peitos pra lamber eles, isso me deu um alívio porque era tipo um carinho que me relaxava, daí ele começou a chupar e apertar eles com muita força com as mãos, ele beliscava e puxava meus mamilos rosados, causando uma dor insuportável, eu sentia que ia arrancar eles. Ele me torturava com uma mistura de dor e prazer que me fazia gemer alto:
—Aaaahhhh! Aauuuu! Mmm! Mmjjj! Aaahhh! Aahh! Isso! Mmjjj! —Ele adorava me fazer sentir prazer e me causar dor ao mesmo tempo, toda vez que eu reclamava eu via a cara mórbida dele.
Depois de ser brutalmente desvirginada por ele, por uns trinta minutos, ouvi meu celular tocar, vinha da minha bolsa que estava jogada a alguns metros de distância, era minha mãe, ligando pra perguntar se eu já tinha chegado em casa. Me senti tão suja com aquele pauzão enfiado dentro de mim, transbordando de prazer. Senti como o pedreiro, ao ouvir meu celular, acelerou o ritmo e começou a me atacar que nem um bicho. O impacto forte do corpo dele na minha buceta doía pra caralho. Ele me destruiu violentamente por dentro com aquele pauzão. Dava pra ver como a expressão do rosto dele mudou, ele parecia um animal cheio de tesão. Me senti tão indefesa e feminina sendo penetrada com tanta força que um calor foi crescendo no fundo da minha barriga, era como uma chama que queimava de prazer dentro de mim. Senti uma sensibilidade e uma excitação únicas na minha buceta, minha pele se arrepiou, levantando meus peitos e deixando meus bicos duros que nem montanhas, minhas pernas ficaram dormentes, e meus olhos reviraram de tanto prazer que aquele pauzão me causava, minha barriga contraiu e minhas pernas começaram a tremer enquanto minha buceta virava um rio de água doce. Eu estava tendo um orgasmo forte, o primeiro da minha vida, eu tinha deixado de ser mocinha.
—Ah, pequena, você veio muito gostosa, como você é boa, mamãe, você é uma putinha. — Eu só conseguia ouvir o som molhado dos nossos corpos se chocando, pele com pele.
De repente, o pedreiro começou a ofegar muito forte até empurrar o pau dele até bater em mim, senti como se ele tivesse me partido por dentro com aquela última estocada e, como um jato de porra quente, inundou minha barriga, causando espasmos. O pedreiro ficou dentro de mim, despejando todo o peso dele, ele estava muito agitado e cansado, me molhou de suor. Senti minha buceta molhada com sangue escarlate e porra escorrendo, enquanto aquele safado perdia a ereção, ele tinha me usado como bem quis, satisfazendo a luxúria dele, exatamente como eu queria.
O sofrimento que eu sentia não tinha acabado, ele continuou a aproveitar meu corpo, lambeu meu pescoço engolindo meu perfume e me beijou enfiando a língua bem fundo na minha boca, lambeu dentro da minha orelha e as lágrimas salgadas no meu rosto.
— Tá vendo, mamãe, por que você tava me pedindo pra te foder com toda força. Você me provocou tanto que olha como eu te comi gostoso, você cheira uma delícia, sua putinha, já conseguiu o que tava procurando? Quem diria que uma menininha ia gostar tanto de pica.
Eu me senti muito tesuda e nua naquela obra, ninguém podia imaginar que eu tava ali, me excitava sentir o cheiro de tabaco e suor daquele homem, do cimento e da terra da construção, além da sujeira do colchão velho onde perdi minha virgindade.
Uns minutos se passaram e eu pensei que tinha acabado tudo, mas de repente senti que o pau daquele homem tava endurecendo de novo, tava muito duro e grande, passou por cima da minha buceta e eu pensei que ele fosse me penetrar de novo. Fiquei com muito tesão e comecei a me lubrificar de novo, ele virou pra me olhar como se quisesse me devorar.
—Ô mamãe, você é tão gostosa que já deixou meu pau duro de novo —ele falou enquanto olhava pra minha bunda—. Vira, mamãe.
—Como? —perguntei meio confusa.
—Vira de bruços, mamacita. —ele insistiu de um jeito bem depravado.
O pedreiro pegou minhas pernas e me virou de bruços de repente, eu entrei em pânico de novo, na hora eu já sabia que aquele homem queria meter no meu cu. Naquela época eu nem imaginava a possibilidade de dar o cu pra alguém, achava sujo e impensável.
O pedreiro abriu minhas pernas com força, ouvi ele cuspir um gargarejo e se aproximou do meu cu pra cuspir e lubrificar meu ânus. Aí ele se ajeitou, colocando a ponta da pica enorme dele na entrada do meu cu, eu fiquei imóvel de medo, tava apavorada.
—Não, por favor, isso não, aí não. —Gritei pra ele, muito assustada, mas ao mesmo tempo excitada por sentir aquela pica na entrada do meu ânus.
—Se solta, mamacita, só relaxa. Vai doer pra caralho, mas depois você vai gostar ainda mais.
—Você vai ver que vai adorar sentir minha pica no seu cu. Deixa eu te foder gostoso no cu, gostosa? —O pedreiro me convenceu com a safadeza dele.
—Sim, tá bom, quero saber como é, faz bem forte também. —Respondi, tomada pela morbidez, queria saber como era ser desvirginada no cu também.
—Vai doer pra cacete, se em algum momento você não aguentar, me fala que eu paro. —Burramente, quando ele disse isso, me senti amada e mais segura.
O pedreiro esfregou a ponta do pau várias vezes no meu cu salivado, o que me causou muita sensibilidade e tesão. Naquele momento fiquei com muito tesão, queria sentir aquele pau entrando no meu cu. O homem colocou o pau, apertando um pouco meu esfíncter anal, e quando eu sentia meu cu se abrindo um pouco pra receber um pauzão, o pedreiro jogou o peso do corpo em cima de mim, enfiando o pau brutalmente de uma vez só. Aquele pau do homem abriu caminho pelo meu cu, rasgando brutalmente até me acertar e me destruir por dentro. Senti uma dor insuportável no meu esfíncter anal, a dor percorreu meu corpo inteiro, meu coração disparou e minha visão ficou turva, achei que ia desmaiar. A ardência era horrível, me contorci, chutei e me debati de dor, rangendo os dentes queria tirar aquele pau da minha bunda, mas cada vez que me mexia só fazia o pau dele entrar mais fundo, não conseguia me levantar porque ele estava nas minhas costas e pesava muito, me senti vulnerável sem poder me mexer. Eu estava prestes a pedir pra ele parar, mas minha morbidez falou mais alto, saber que meu cu tinha acabado de ser arrombado me fez sentir muito suja.
e excitada, então deixei ele continuar me sodomizando. Meus peitos, bem excitados com os chupões que eu tinha dado antes, estavam rosados no colchão imundo, eu me senti tão tesuda, naquele momento achei que ia desmaiar, não tinha mais forças, estava completamente exausta, dolorida, mas a putaria que o pau daquele homem despertou em mim quando ele penetrou meu cu, me fazendo aguentar aquele tormento. Meus lindos olhos castanhos claros ardiam de tanto chorar, lágrimas salgadas secaram meu rosto, borrando a máscara dos meus cílios. O pedreiro tirou o pau devagar e eu me senti um pouco aliviada, mas ele só fez isso para me penetrar de novo com mais força, arrebentando meu cu de um jeito ainda mais doloroso. Ele estava me comendo brutalmente, a penetração era muito rápida e funda, senti que ele queria me rasgar a cada impacto do pau dele no meu cu. Ele abriu minhas nádegas para enterrar o pau mais fundo, senti muita ardência dentro e fora do meu ânus, toda vez que ele tirava o pau para enfiar de novo, eu sentia meu cu se abrir de um jeito de partir o coração.
—Você já tá sangrando, cachorra, assim vai ficar ainda mais gostoso. —Ouvir ele falar isso me deu muito medo e me bateu um sentimento forte.
—Aaahhhh! Aaahhhh! Aaayyy! Aaahhh! —Eu não conseguia evitar de gemer de dor e prazer.
Me sentir tão violada por aquele pedreiro sujo me deu uma sensação de plenitude, de entrega total ao primeiro homem que tava usando meu corpo pra se satisfazer, e eu só queria me sentir dominada e aproveitada por ele. Quando ouvi meu celular tocar de novo, era minha mãe me ligando pela segunda vez, naquele momento eu não queria mais atender, a última coisa que eu queria era que alguém soubesse o que eu tava fazendo, porque eu sabia que minha mãe sentiria vergonha de mim sabendo que eu era uma puta que procurou aquele homem sujo pra me desvirginar, eu não queria causar tanta dor pra ela. Então o telefone continuou tocando até ficar mudo, enquanto eu sentia o vai e vem daquela pica enorme dentro do meu cu lubrificado pelo meu sangue escarlate e completamente anestesiado pelos tapas fortes que aquele pedreiro dava nas minhas nádegas a cada estocada.
O pedreiro continuou me segurando por um bom tempo, parecia que eu tava aguentando mais que da primeira vez. Ele chegou perto do meu pescoço enquanto me penetrava e me cheirava, fiquei tão feliz de ter usado aquele perfume caro, porque ele se deliciava sentindo o cheiro do meu pescoço e isso o excitava ainda mais, deixava o pau dele muito mais duro, cada vez que ele respirava meu perfume eu sentia o pau dele pulsando dentro da minha bunda.
—Faz de cachorrinha, pra eu te foder com mais força, gostosa. —Ele falou sem tirar o pauzão da minha bunda
—Assim mesmo? —Perguntei enquanto me colocava de quatro, com os peitos completamente encostados no colchão e as costas arqueadas pra baixo, deixando minha bucetinha empinada igual um coração—. Ah, que puta que você é, hein, mas sabe como fazer.
Ele começou a me penetrar de um jeito muito mais violento, porque agora me segurava firme pela cintura e me puxava contra ele, ao mesmo tempo que empurrava o pau, enfiando brutalmente no meu cu. A dor era de partir o coração, eu sentia a ponta do pau dele me destruir por dentro, mas a excitação e a safadeza de me sentir tão possuída e penetrada por aquele homem de um jeito tão avassalador me fazia pedir mais com meus gemidos.
— Aaaahhh! Isso, me fode!, Aaahhh!, Dói!, Aaahhhaaa!, Mmm!, Aaahhh!... — Cada vez que aquele homem tirava o pau do meu cu, eu sentia uma vontade forte de ele enfiar de novo.
Minha buceta pedia pau, era como se aquele membro viril me completasse. Meu ânus se sentia totalmente rasgado e molhado de sangue, eu sentia como ele ficava aberto toda vez que ele tirava o pau e enfiava de novo brutalmente, sem parar. Ele estava me curtindo, parecia que cada vez que eu soltava um gemido de dor enquanto chorava descontroladamente e arranhava o colchão, ele estava adorando. Aí ele parou por um momento, mas sem soltar, enquanto eu me virava para a entrada do prédio pra ver se não tinha ninguém, dava pra perceber que ele estava nervoso que alguém pudesse nos ver, depois de alguns segundos ele continuou mais rápido. Minhas pernas estavam dormentes e meus braços cansados de ficar de quatro, eu me sentia muito dolorida e tremendamente extasiada. O pedreiro continuava me comendo, puxando violentamente minha bunda contra o pau dele, ouvi uma cuspida e ele passou a mão direita na frente da minha buceta e começou a me dedar, enfiou os dedos na minha buceta me arrancando um gemido gostoso.
—Aaaaaaaaahhhhhh! —Eu corei, aquele gemido era um sinal claro de dedicação.
Bom, eu estava muito sensível naquela área recém-desvirginada. Enquanto eu me dedava na buceta, senti o pau dele endurecer e alargar dentro do meu cu, enquanto ele me macetava sem piedade. Ele fazia com violência, num ritmo acelerado pra caralho, olhando pra entrada da obra. Tava muito nervoso, parecia que queria gozar logo pra vazar dali. O comportamento dele mudou e ele ficou mais bruto. Me fodeu com muita força.
—Você me deixa muito tesudo, mamãe, sua bunda é bem apertada, minha rainha, cê gosta que eu te coma no cu? Viu o que você ia perder?
—Dói pra caralho, mas é uma delícia. Sim, eu gosto pra cacete.
—Você me deixa muito tarado, gostosa, é uma delícia estar dentro de você. —Ele disse enquanto continuava destruindo meu cu.
Eu saboreava minhas lágrimas, me sentindo tão machucada e vulnerável nas mãos daquele pedreiro. Entreguei minha bunda sonolenta pra ele, jogando minha bunda contra ele pra agradá-lo, já que ouvi-lo gemer de prazer me dava uma alegria imensa. Nunca, nas minhas fantasias de garota adolescente, imaginei a dor e a excitação que sentiria na minha primeira vez; o que eu estava vivendo era algo completamente mórbido, sujo e de moral mais baixa. Eu seduzi um homem da construção pra me comer e me desvirginar. Eu estava sendo usada por aquele brutamonte como objeto de prazer dele, me senti muito feminina e lisonjeada ao sentir como aquele homem me comia com tanta loucura.
Pela terceira vez, o toque do meu celular tocava dentro da minha bolsa. Ele ficou muito irritado porque não queria me deixar ir desligar o celular, mas teve que fazer isso, porque percebi que ele ficou nervoso, já que alguém podia ouvir o som do meu celular dentro da obra, talvez porque eu pareço mais nova do que sou, sendo uma menininha doce, ele achou que eu era menor de idade e que poderiam denunciá-lo, o que eu não pretendia fazer, já que tinha 18 anos e era algo consensual que eu mesma tinha buscado. Ele me soltou e procurou o celular dentro da minha bolsa pra me entregar.
—Desliga o celular agora. —Ele disse impaciente, parecia que estava perdendo o foco.
Quando vi meu celular, percebi que era minha mãe me ligando pela terceira vez. Me deu um aperto no coração, porque sabia que ela não ia querer uma experiência dessas pra mim, perder a virgindade. Pelo contrário, ela sempre falava que eu devia me guardar pro casamento e pra alguém que eu amasse. Essa ideia me parecia meio antiquada e caretice. A sensação mórbida que eu tive ao ser fodida com força naquela obra superou qualquer expectativa que eu já tivesse imaginado. Então desliguei o celular e deixei ele do lado do colchão.
—Pronto, já desliguei pra ninguém nos atrapalhar.
—Você gosta que eu te coma no cu, né, putinha?
—Sim, é muito gostoso, adoro ser fodida no cu, me sinto bem quentinha e deliciosa. —respondi, tomada pela luxúria que percorria cada centímetro do meu corpo.
Então, ele puxou meu cabelo para trás, encaixando meu corpo no pau dele para me empalar. Eu estava de quatro, mas minhas pernas já não respondiam e meus braços estavam dormentes, não conseguia manter a posição. Aí senti o pedreiro puxar minhas pernas, me fazendo cair de bruços no colchão, e ele caiu sobre minhas costas com o pau enfiado no meu cu, causando uma dor violenta lá dentro.
Meus joelhos, braços e peitos se esfregavam no colchão imundo. Fiquei de bruços e vi no chão, na minha frente, a camiseta preta de heavy metal do pedreiro, com a estampa de uma banda de rock e umas palavras que diziam "Aleister Crowley". Era a única coisa que eu conseguia enxergar naquele momento, e focar minha atenção na estampa da camiseta era o que me fazia aguentar a dor que sentia. Inexplicavelmente, encontrei nas palavras "Aleister Crowley" um refúgio e conforto. Lembrei que, quando eu ficava doente, minha mãe, que é enfermeira, me distraía para que as injeções que ela aplicava não doessem tanto. Então, para desviar minha atenção da dor, comecei a pronunciar as palavras na minha mente: "Aleister Crowley". O pedreiro subiu na minha bunda de novo, abriu minha nádega, esticando bem a pele do meu cu, e deixou todo o peso dele cair contra mim, enfiando o pau com violência e arrancando um grito desolador de mim. Eu o ouvi ofegando, ansioso pra gozar.
O pedreiro sujo me segurava brutalmente contra o colchão, com todo o peso dele nas minhas costas, atacando minha buceta e, por consequência, a pele das minhas pernas, barriga e peitos se esfregando naquele colchão áspero e imundo. Eu sentia meus mamilos rosados contra o tecido grosso do colchão, como se fosse uma lixa, sendo destruídos. Eu gemia alto, o prazer agora superava de longe a dor causada.
—Aahh! Aaaaahhhh! Aaayyy! Ah! Mmmjj! Aauuu! Aaayyy! Que delícia, tô adorando, sinto um calor gostoso! Me fode! Isso! Assim! Mmmjjjj! —Eu não conseguia parar de chorar, mas o prazer era tanto que eu pedia mais.
—Isso! Assim! Me fode mais forte! Quero que ele me aperte mais! Que delícia que tá! Me fode! Aaahhh! Aaayyy! Isso! Que gostoso! Aaaaahhhh! Aaahhh! Dói pra caralho! Aaayyy! Aaahhh!
No ar, o pedreiro começou a me apertar mais forte, de um jeito bem agressivo por uns minutos. Eu me senti desmaiada no colchão, meu corpo completamente entregue e relaxado, até que ouvi ele ofegando igual um bicho, e senti o pau dele jorrando jatos de gozo dentro da minha buceta. Foi uma sensação quente, tão linda, tão gostosa saber que aquele homem estava satisfeito comigo. Me senti muito suja e mórbida, aquele pedreiro depravado tinha gozado dentro de mim, me sujando por dentro. Me deu uma emoção danada e eu chorei de prazer, me senti tão cheia sabendo que em poucas horas minha vida tinha mudado pra sempre. Eu não seria mais aquela menininha inocente, agora me sentia uma mulher, e não só isso, que já era muito, mas me sentia capaz de satisfazer qualquer homem. Agora eu seria uma puta que tinha acabado com a virgindade de um jeito impensável.
O pedreiro ficou dentro de mim por alguns segundos, esfregando o pau como se quisesse continuar me destruindo por dentro, enquanto sussurrava no meu ouvido, sendo extremamente excitante.
—Mamacita, como você cheira bem, você é uma putinha muito fina. Como é gostoso estar dentro de você, minha rainha.
—Sou sua, me fode, tô me sentindo muito gostosa.
—Não conta pra ninguém, sabe que isso foi porque você quis, né? Gostou, minha rainha?
—É, fica tranquilo, não vou te ferrar. Doeu pra caralho, mas foi muito gostoso, era isso que eu queria. —Minha bunda tava muito sensível e meu cu tava pulsando, todo arrebentado.
O pedreiro tirou o pau manchado com o sangue da minha vagabunda e se vestiu às pressas, enquanto eu continuava deitada no colchão, com a buceta e o cu arrombados, sujos de sangue, e o rosto com a máscara dos meus cílios borrada pelas minhas lágrimas salgadas. O pedreiro pegou umas coisas que estavam perto do colchão, saiu correndo do prédio enquanto olhava em volta pra ver se ninguém tinha visto ele.
Quando vi que ele tinha ido embora, acordei dolorida, com porra e sangue escorrendo pela minha xota. Coloquei minha calcinha vermelha fio-dental que tinha soltado com os puxões, vesti minha calça jeans, manchando ela de sangue por dentro, era tão apertada que roçava na minha intimidade e doía pra caralho, então deixei ela desabotoada e com o zíper aberto pra não machucar tanto. Peguei meu sutiã vermelho rasgado e coloquei na bolsa. Vestii minha blusa branca que estava toda rasgada dos puxões, deixando umas manchas com o sangue que eu tinha nas mãos de tanto ter tocado na minha boceta.
Meus saltos estavam com as tiras quebradas, porque o pedreiro tinha arrancado elas. Coloquei, mas não conseguia andar direito, porque podia torcer os tornozelos. Aí peguei meu celular do chão, guardei na bolsa e saí da obra andando bem devagar pelo cascalho, cimento e areia que tinha no chão. A rua estava muito escura, olhei pros lados e não tinha ninguém, só uns carros estacionados em algumas casas a uns 30 metros de distância. Me senti muito envergonhada e humilhada, não queria que ninguém me visse toda bagunçada, com a pele imunda, roupa suja e rasgada. Meu rosto, mesmo sem conseguir ver, eu sabia que estava manchado pela máscara de cílios que minhas lágrimas e batom escorreram dos meus lábios. Então andei e fui saindo até chegar na entrada do meu bairro, me escondendo entre as casas e os carros estacionados. Evitando as poucas pessoas na rua com o olhar baixo, com a mão direita segurando minha blusa, já que meus peitos estavam aparecendo, porque a blusa tinha ficado muito larga por causa dos puxões repentinos daquele pedreiro, que se deixou levar pelo tesão forte que eu despertei nele. Eu estava andando meio tonta de
o álcool que eu tinha bebido na casa dos meus amigos, meus saltos estavam muito soltos porque as tiras estavam rasgadas e meus tornozelos torcidos. Quando estava quase chegando em casa, vi que um dos meus vizinhos estava do lado de fora, então esperei sentada entre uns carros até ele entrar na casa dele e consegui entrar na minha sem ser vista. bom, a blusa tinha ficado bem solta por causa dos puxões repentinos daquele pedreiro, que se deixou levar pela putaria forte que eu despertei nele. Eu tava andando meio tonta do álcool que tinha bebido na casa dos meus amigos, meus saltos estavam muito soltos porque as tiras estavam rasgadas e meus tornozelos torcidos. Quando estava quase chegando em casa, vi que um dos meus vizinhos estava do lado de fora, então esperei sentada entre uns carros até ele entrar na casa dele e consegui entrar na minha sem ser vista. bom, a blusa tinha ficado bem solta por causa dos puxões repentinos daquele pedreiro, que se deixou levar pela putaria forte que eu despertei nele. Eu tava andando meio tonta do álcool que tinha bebido na casa dos meus amigos, meus saltos estavam muito soltos porque as tiras estavam rasgadas e meus tornozelos torcidos. Quando estava quase chegando em casa, vi que um dos meus vizinhos estava do lado de fora, então esperei sentada entre uns carros até ele entrar na casa dele e consegui entrar na minha sem ser vista. então esperei sentada entre uns carros até ela entrar na casa dela e consegui entrar na minha sem ser vista. então esperei sentada entre uns carros até ela entrar na casa dela e consegui entrar na minha sem ser vista.
Ao entrar na minha casa, tranquei a porta com todas as fechaduras, tirei meus saltos e, com eles na mão, subi correndo as escadas até meu quarto e deixei minha bolsa no móvel junto com os saltos. Me joguei exausta na cama, soltando um sorriso e um olhar de satisfação, alegria e realização. Não acreditava no que tinha feito, me senti muito estranha vendo meus brinquedos de quando era mais nova, meus ursinhos, minhas barbies, etc... Eu tinha deixado de ser virgem, e custava a acreditar. Abracei um dos meus bichinhos de pelúcia e comecei a chorar de emoção, deitada na cama por cerca de uma hora, pensando em tudo que tinha acontecido. Quando me acalmei, desci até a cozinha para tomar um suco de cranberry que estava na geladeira. Peguei o telefone da sala e sentei no sofá para ligar pra minha mãe, mas não sem antes pensar no que dizer e tentar controlar minha voz para soar calma. Então liguei no celular dela e pedi desculpas por não ter atendido, dizendo que o volume da música estava muito alto e eu não ouvi o telefone tocar. Também falei que o tempo passou muito rápido e que, infelizmente, tivemos uma briga na casa da minha amiga com uma garota que ela tinha convidado e que acabamos nos desentendendo, mas que eu já estava em casa e tudo bem. Aí minha mãe me deu uma bronca e disse que a gente ia conversar quando eu chegasse no trabalho no dia seguinte. trabalhar no dia seguinte de trampar.
Fui pro meu quarto me examinar porque tava muito dolorida, então me despi e quando me vi no espelho grande do quarto, vi meu cabelo todo bagunçado, meus lábios manchados de batom, do jeito que eu imaginava, meu rosto com a máscara de cílios escorrida e ressecada pelas lágrimas salgadas. Ele tinha dois chupões bem grandes e visíveis no meu pescoço. Meus peitos estavam arranhados pelo colchão imundo e sugados, meus mamilos rosados ainda muito irritados e sensíveis. Minha barriga, pernas e joelhos também arranhados pelo colchão e com alguns chupões. Virei pra me olhar no espelho e abri cuidadosamente minha bunda sangrando pra me examinar, meu cu tava muito irritado e vermelho, ardia pra caralho. Sentei na cama, abri as pernas e percebi que tinha chupões na minha buceta, ela tava manchada de sangue escarlate e esperma escorrendo de dentro de mim, meus lábios vaginais muito sensíveis. A fera tinha literalmente passado por cima de mim, e eu, com meu sorriso largo, me olhei no espelho, toda excitada e feliz com a experiência dolorosa, mas deliciosa, que acabara de ter.
Peguei todas as roupas que tinha usado naquele dia e coloquei num saco plástico que escondi e jogaria no lixo no dia seguinte. Guardei meus saltos, que mandaria arrumar as tiras depois. Queria sumir com qualquer prova, não conseguia nem imaginar contar pra alguém o que aconteceu, ninguém podia saber ou eu seria tachada de "a puta da colônia". Não queria que minha família passasse por isso, nem ser motivo de piada e tristeza na sociedade. Então tomei um banho e me acariciei enquanto imaginava que minhas mãos eram as daquele homem, tomando cuidado pra não machucar minha buceta que já ardia com o shampoo e a água. Quando saí, fui pro quarto da minha mãe que, como é enfermeira, tem um kit de primeiros socorros grande. Peguei uns comprimidos de calmante, outros pra dor e inflamação, alguns antibióticos pra tentar evitar infecção. Passei uns cremes pras escoriações e outros pra evitar infecções na minha buceta. Maquiei o melhor que pude as áreas onde tinha arranhões, hematomas e chupões, curei meus lábios com álcool e um batom hidratante. Coloquei um pijama e desci pra tomar leite com cereal. Subi pro meu quarto pra assistir desenhos e me distrair, levei umas duas horas pra pegar no sono.
De madrugada, ouvi que minha mãe já tinha chegado, fiquei muito nervosa, sabia que ela ia me dar uma bronca por ter desobedecido. Contei pra ela sobre a suposta briga na casa da minha amiga enquanto a gente tomava café da manhã juntas, foi difícil olhar na cara dela e falar, me senti muito envergonhada porque não conseguia dividir com minha própria mãe que eu tinha sido uma puta no cio na noite anterior. Só fiquei falando que tava com dor de cabeça por ter tomado tequila e que a ressaca me deixava enjoada. Depois, peguei o saco plástico com as roupas que tinha escondido, saí pra jogar num container de lixo e fui na farmácia comprar uma pílula do dia seguinte. Uns dias se passaram assim, mal saía de casa, tava com muito medo de encontrar aquele pedreiro, pensando que ele podia falar com os amigos e acabar com minha reputação.
Parei de visitar minha amiga na casa dela por meses, preferia que a gente se encontrasse num café ou bar. Depois de seis meses, passei naquela rua de novo com minha mãe no carro e vi que a construção onde fui desvirginada por aquele homem tinha sido terminada e agora era uma casa de dois andares onde morava uma família. Toda vez que passo por aquela rua, viro pra olhar a casa onde perdi minha virgindade. Aquela experiência excitante foi o divisor de águas da minha vida sexual, porque morri na minha virgindade pra nascer na promiscuidade.
Toda vez que passo por aquela rua, viro pra olhar a casa onde perdi minha virgindade. Aquela experiência excitante foi o divisor de águas da minha vida sexual, porque morri na minha virgindade pra nascer na promiscuidade.
Toda vez que passo por aquela rua, viro pra olhar a casa onde perdi minha virgindade. Aquela experiência excitante foi o divisor de águas da minha vida sexual, porque morri na minha virgindade pra nascer na promiscuidade.



Meu nome é Katherine Riveros, tenho 28 anos, 1,68m de altura. Tenho pele clara, cabelo castanho claro comprido que chega até a metade das costas, sou magra, rosto bonito e fino, e olhos castanhos claros. Gosto de me maquiar, usar batons vermelhos e unhas postiças do mesmo tom. Também adoro usar brincos de prata, porque ficam lindos quando arrumo o cabelo de um jeito provocante. Dessa vez, quero contar como fui desvirginada por um pedreiro bruto e forte quando tinha apenas 18 anos, embora sempre tenha aparentado ser mais nova do que realmente sou. Desde criança, gosto de malhar só para definir as pernas e a bunda, então já tinha um corpão. Meus peitos são médios e redondos, os bicos rosados e parecem montanhas. Cintura marcada, barriga chapada e uma bunda bem desenhada.Quando visto jeans, minha bunda empinada fica bem marcada, e quando junto as pernas, forma uma frestinha na minha buceta. Tenho pernas torneadas que adoro mostrar quando uso minissaia, porque minha pele é muito macia. Gosto de ser bem feminina, sedutora e me vestir de forma provocante, mas sempre tentando manter uma boa imagem na frente de quem me conhece.
Como você pode imaginar, aos 18 anos eu ainda era uma colegial virgem e inocente. Passava o tempo no meu quarto ouvindo música pop e falando horas no telefone com minhas amigas, brincando com o fio do telefone, fantasiando ter um namorado bonito que me tratasse como uma princesa. Adorava flertar com meus amigos na escola e, claro, percebia que homens mais velhos já olhavam minha bunda e meus peitos com malícia quando eu andava na rua, o que me assustava, especialmente quando estava sozinha à noite, embora deva admitir que isso me excitava pra caralho. A ideia de um homem bruto me desvirginar num lugar abandonado, numa obra ou num terreno baldio, me segurando bem forte até ele ficar satisfeito, vivia passando pela minha cabeça. Eu era uma garota muito sensual e tarada, com uma puta vontade de perder minha virgindade e sentir um pauzão veiudo e grosso enfiado dentro de mim.
Naquela época, eu tinha terminado o ensino médio. Meus pais já eram separados e eu passava a maior parte do tempo na casa da minha mãe em Zapopan, Jalisco. Minha mãe trabalhava como enfermeira numa clínica e tinha uma jornada muito longa, às vezes até fazia plantão, então eu ficava sozinho durante a noite.Numa quarta-feira, uma amiga minha chamada Paola me ligou no telefone para me convidar pra ir na casa dela comemorar o aniversário dela, já que ela também tava fazendo 18 anos e queria só as amigas reunidas. A gente combinou de se encontrar na casa dela, porque a festa ia ser no quintal mesmo, já que a mãe dela tinha deixado e preferia que a gente ficasse lá pra não correr perigo.
Quando desliguei o telefone, fui correndo pedir permissão pra minha mãe. Desci as escadas feito um louco até a cozinha, ela tava preparando a comida. Ela deixou eu ir, porque minha amiga morava bem perto, num bairro vizinho ao nosso, mas com a condição de que minha mãe me levasse até a casa da minha amiga e eu voltasse pra casa antes das 21h. Dei um beijo no rosto dela, a gente comeu junto e eu subi pro meu quarto pra tomar um banho.
Como te falei, eu era muito vaidosa e minhas amigas não ficavam atrás, a gente sempre competia pra ver quem estava mais gostosa, mesmo sem admitir. Então eu me depilei toda, inclusive a buceta. Saí do banho e passei meu creme favorito, cheiro de baunilha e deixava minha pele uma delícia. Coloquei uma calcinha fio dental vermelha de renda e um sutiã push-up, da minha marca favorita Victoria's. Pra me vestir, escolhi uma calça jeans azul bem apertada no meio das pernas, que levantava minha bunda e marcava minha buceta, tinha rasgos na frente que mostravam minha pele querendo sair da calça. Coloquei uma blusa branca de ombros de fora e decotada, com laços entre os peitos, que mostrava um pouco do meu sutiã vermelho. Combinei o look com saltos bege e uma bolsa do mesmo tom. Alisei o cabelo, fiz uma maquiagem leve e passei batom vermelho, também coloquei um perfume doce bem caro e uns brincos grandes de prata 925. Fiquei muito linda, gostosa e fresca. Me olhei no espelho e posei de forma sexy pra tirar umas selfies, sem saber que naquela noite eu ia ser desvirginada na marra.
Depois, minha mãe me levou no carro dela até um shopping pra comprar uma bolsa de presente de aniversário pra minha amiga. Daí, ela me deixou na casa dela, toquei a campainha e minha amiga apareceu. Eu dei os parabéns com um abraço e entreguei o presente. Minha mãe também cumprimentou ela e foi trabalhar, porque tinha plantão no hospital das 18h às 6h. A gente entrou em casa e minhas outras amigas já estavam no quintal. Pedimos umas pizzas e fomos na loja comprar uma garrafa de tequila, soda de toranja e cigarros, já que finalmente tínhamos identidade oficial, porque éramos maiores de idade. Passamos umas horas ouvindo música enquanto terminávamos a garrafa, falando sobre nossos artistas favoritos, os caras que a gente tava afim, essas coisas...
Eu tava me divertindo pra caralho com minhas amigas, o efeito da bebida já tava batendo, porque a gente andava meio tonta e dançava sem vergonha nenhuma entre a gente, já que ela não tinha chamado homem porque a mãe não deixava. O tempo passou voando e algumas amigas começaram a ir embora, eu fui a última, era umas 11:30 da noite, desobedecendo minha mãe. Aí me despedi da minha amiga e ela falou que o tempo parecia que ia chover e se eu quisesse ela podia chamar um táxi, mas eu disse que não precisava, porque eu morava perto e em alguns minutos chegava em casa. Então, sem pensar, fui andando sozinha pra minha casa.
Quando eu tava andando na rua, senti o efeito da bebida aumentando, e acendi um cigarro pra continuar curtindo minha liberdade de ser uma garota adulta. Ela era uma menina inocente que não media perigo, nem sabia fumar direito, tocava no cigarro toda vez que dava uma tragada. Continuei andando entre prédios sociais com parques e canteiros comuns, onde tinha balanços enferrujados e a maioria das paredes cheia de grafite. A tequila me deixou com muito tesão e me excitava andar sozinha à noite vestida tão provocante. As ruas eram bem escuras, já que, como sempre acontece, a iluminação pública era bem fraca, poucos postes funcionavam. De repente, comecei a sentir umas gotas de chuva e ouvi uns trovões, a chuva tava cada vez mais forte, eu tava me molhando, então acelerei um pouco o passo. Quando saí daquele bairro, tive que passar por outra rua bem comprida que ligava ao meu bairro, era uma rua que ainda não era asfaltada, a estrada era de terra e cheia de buracos, com mato e pouquíssimas casas construídas, a maioria era terreno baldio. Então, pra andar melhor nos meus saltos, fui pela beirada perto das casas, já que não tinha calçada.
Estava ficando um pouco frio e eu só estava usando minha blusa branca decotada que mostrava meus ombros, minha calça jeans tão justa e fina que definia minha silhueta, entrando entre minhas nádegas, levantando minha bunda, marcando minha buceta e deixando um espacinho na minha área íntima. Me senti tão feminina e desprotegida naquela rua, senti medo e andei mais rápido. Alguns metros à frente vi que havia uma construção cinza com vigas de madeira por dentro, erguidas como se segurassem o telhado, tinha montanhas de areia e brita do lado de fora da obra que ficava entre dois terrenos baldios grandes. A rua estava completamente escura e a iluminação pública não adiantava nada ali sozinha. Foi então que, ao passar, pude ver um homem de pele branca, uns 40 anos, com uma barba comprida, 1,80m de altura aproximadamente, que estava usando uma camiseta preta de heavy metal, jeans e botas pretas de trabalho. Ele era um pedreiro de aparência bruta, cheio de poeira de areia e cimento, tinha um olhar muito mórbido com o qual me via como se quisesse me foder. Ele estava encostado na cerca na entrada da obra, naquele momento eu estava muito molhada com minhas roupas já que estava chovendo muito forte. Senti minhas roupas grudando muito mais no meu corpo, mostrando minha bela figura. Estava tão frio que meus mamilos estavam bem duros por baixo do sutiã. Me arrependi de ter colocado aquela calça jeans rasgada, era tão justa que mostrava minha bunda como um coração com minha vagina marcada. Aquele homem podia me ver completamente molhada e gostosa, o que me excitou muito. Andei mais rápido ao lado do prédio com meus saltos estalando na areia que entrava entre meus dedos. Eu só queria sair daquela rua o mais rápido possível e chegar em casa. Assim que passei por ele, ouvi:
— Ah, mamãe, que bunda gostosa você tem! — Me senti ofendida, me assustou pra caralho já que eu tava sozinha naquela rua, mas ao mesmo tempo muito excitada, de ouvir ele soltar um elogio tão vulgar, digno de um pedreiro que se preze. Meu abdômen tremeu de nervoso, senti minha buceta lubrificar e pedir pra ser penetrada, algo em mim inexplicavelmente dizia que era hora de perder a virgindade, as circunstâncias pediam pra viver aquela experiência, estar bêbada, molhada da chuva e sozinha com aquele homem rude e morbidão. A fantasia que tava na minha cabeça há meses podia se realizar, tudo dependia de mim. Quando já tava saindo do canteiro, o tesão que senti me fez inevitavelmente virar e olhar pro pedreiro, que continuava encarando minha bunda, me fazendo sentir como se ele me despisse com o olhar. Uma vontade forte de ser pega naquela noite me fez andar em direção a ele bem sensual, me requebrei com a chuva caindo no meu corpo cuja silhueta se exibia perfeitamente, alimentando a morbidez daquele pedreiro sujo. Cheguei perto dele, cara a cara, até juntar nossos corpos e com a mão direita passei a mão no pau dele por cima da calça bem devagar enquanto olhava pra ele com minha carinha de menina meiga e safada, foi a primeira vez na minha vida que toquei num pau, pude notar como o pedreiro começou a ter uma ereção forte, senti como ele engrossava quando eu passava a mão, ele não conseguia falar, só se ouvia a respiração ofegante de tesão dele.
Fiquei tão excitada que não resisti à vontade de apertar o pau dele com força e perguntar: — Cê acha que eu sou gostosa? — falei bem dengosa.
— Sim, mamãe, você é muito gostosa. — ele respondeu num tom morbidão.
Aí, feito uma gatinha no cio, virei de costas e esfreguei minha bunda no pau dela bem safada.
— Mmm! Aaahhh! Aahh! — gemi pra deixar ele mais louco.
— Que pau gostoso, tá durinho demais. — peguei as mãos dele e coloquei nos meus peitos, ele começou a apertar.
—Você é muito gostosa, mamacita, vou meter meu pau bem forte em você. Quer que eu meta meu pau em você? —Sim, quero que me foda, tenho uma fantasia de ser fodida numa obra assim. —falei com a voz trêmula.
—Vem, para aqui pra se foder do jeito que você quer.
Deixei cair o cigarro molhado que tinha na mão, pra pegar o pedreiro forte pelo braço, já que tava difícil andar de salto no escuro. O pedreiro me levou pelo braço até o fundo da obra, uns 15 metros entre vigas de madeira, sacos de cimento, brita, areia, barras de ferro, etc. Até chegar perto de um colchão com cobertores sujos que tava no chão. Naquela hora fiquei muito nervosa, minha barriga contraiu de medo, tesão e angústia, já que seria a primeira vez que ia transar com um homem, e justo numa obra do jeito que eu queria.
—Não tenha medo, gostosa, você vai gostar. —Eu estava tremendo. —Tenho uma fantasia de ser deflorada num lugar assim, sendo pega com muita força, mas me dá medo.
O pedreiro avançou em mim e começou a me beijar, lamber meu pescoço e apalpar minha bunda deliciosa, abrindo bem minhas nádegas. Ele me virou de bruços para me abraçar e tocar meus peitos, eu estava derretendo nos braços dele, sentindo uma excitação imensa, já começava a lubrificar. Me senti muito desejada e queria ceder ao desejo dele, mas o medo não deixava, já que era minha primeira vez. De repente, uma sensação me percorreu, me senti tão vulnerável e indefesa, tinha sentimentos misturados: por um lado, queria ser comida por aquele homem e perder a virgindade, por outro, queria fugir e voltar pra casa. A luxúria que estar dentro daquela construção sozinha com aquele pedreiro bruto me causava me fez lubrificar muito, minha buceta estava muito quente e sensível.
— Eu quero que ele me faça dele, que me segure bem forte. Quero sentir ele me penetrando com toda a força. — Falei com voz de menina submissa. — Mas isso vai te machucar pra caralho, gostosa. Tem certeza que quer que eu te coma com força? — Era minha primeira vez, senti uma morbidez forte e uma vontade de ser fodida brutalmente por um pedreiro.
— É que eu quero, sim, mas me dá medo. — Meus nervos me traíram e eu comecei a chorar.
— Fica tranquila, gostosa, é normal, só aproveita. Então, tem certeza que quer que eu te coma com tudo? — Ele perguntou com tesão.
— Sim, quero ficar, quero que ele me segure firme. — Meu choro partido dava pra ouvir.
Ela era uma menina inocente que chorava sem parar de medo, mas no fundo sentia uma excitação enorme e queria que acontecesse. O pedreiro puxou meu cabelo pra lamber meu rosto, o que doía, mas também me excitava pra caralho, eu me senti tratada como se fosse a cadela dele e ele me jogou naquele colchão imundo, se atirou em cima de mim, abrindo minhas pernas e com as mãos ele puxou minha blusa, me machucando, eu ouvi o tecido rasgar. Fiquei só com meu sutiã vermelho à mostra e o pedreiro, que tava ofegante de tesão, pegou meu sutiã pela frente e com as duas mãos esticou ele com força, machucando minha pele até estourar. Consequentemente, meus peitos ficaram totalmente expostos na frente daquele animal faminto, que ao vê-los começou a lamber deliciosamente como se quisesse engolir, me deixou muito excitada sentir uma língua nos meus peitos pela primeira vez, eu tava ganhando chupões, não conseguia parar de chorar feito uma criança desesperada. O pedreiro agora tava lambendo e chupando meus biquinhos rosados, ele me atormentava de prazer, eu sentia como ele beliscava eles e eles ficavam tipo montanhinhas e muito duros, meu rosto não conseguia esconder o prazer, eu olhava pra ele com muito tesão, com a cara banhada em lágrimas de medo e excitação. Eu olhava pra ele com muito tesão, com a cara banhada em lágrimas de medo e excitação. Eu olhava pra ele com muito tesão, com a cara banhada em lágrimas de medo e excitação. Aí ele lambeu meu pescoço e chupou enquanto sussurrava no meu ouvido:
— Como você cheira bem, putinha, quero te comer todinha, mamãe. Você é virgem? — Eu fiquei calada porque tava muito triste em admitir que ainda era uma menina virgem.
— Eu te perguntei se você é virgem, mamacita. — Ele insistiu ansioso.
—Sim, sou virgem. —Tentei controlar meu choro descontrolado para conseguir falar. —É assim que eu gosto, mamãe, vou tirar sua virgindade. Quer que eu seja o primeiro a te pegar?
—Sim, quero perder a virgindade com você. Quero que me segure bem forte, só tenho medo. —Respondi pra ele, olhando nos olhos dele, com minha voz doce e inocente de quem escuta.
—Bom, se é isso que você quer, então vou te satisfazer, mamãe —Ela me disse enquanto passava a mão na minha buceta, algo que nenhum homem tinha feito comigo.
Quando ela me disse isso, meu abdômen se contraiu, tive espasmos de medo, não conseguia parar de chorar de emoção, minha buceta estava lubrificando muito, sentia um calor e uma sensibilidade únicos, queria ser penetrada e acabar com essa maldita virgindade, me tornar uma garota sexualmente ativa e entendida do assunto!
Naquele momento, eu estava decidida a deixar aquele pedreiro mais velho ser o primeiro homem a me penetrar. O cara, tomado pela luxúria que eu mesma provoquei de propósito, não conseguindo desabotoar meus saltos, arrancou-os de mim, quebrando as tiras, e jogou eles de lado. Senti uma dor danada, porque eram um presente que minha mãe me deu no meu aniversário, e ainda mais porque iam me desvirginar e eu estava desobedecendo ela ao voltar tarde pra casa, enquanto ela trabalhava no hospital. O pedreiro continuou apressado e desabotoou minha calça jeans pra puxar pra baixo com as duas mãos e tirar completamente, me deixando só de calcinha vermelha fio dental. Me senti humilhada ao ser despida por aquele bruto. Eu estava de barriga pra cima com aquele homem entre minhas pernas, e com a mão direita ele agarrou minha calcinha e rasgou, machucando muito minha área íntima. Aquele cara tava impaciente pra me foder, eu era uma garota muito doce, tenra e novinha. Minha buceta rosinha e depilada ficou exposta pra ele. Eu assisti, com tesão e deitada no colchão sujo, ele esfregar minha calcinha no nariz e cheirar como um bicho. O pedreiro agarrou minhas pernas e abriu tudo, me senti tão ultrajada e exposta, meus sentimentos femininos foram completamente violados, me senti tão ofendida e violentada, o desamparo que senti ao estar sozinha com aquele homem numa obra, chovendo e relampejando, me fez chorar de novo. O pedreiro se jogou na minha buceta e me lambeu como um animal sedento, enfiando a língua na minha buceta virgem.
— Ah, minha princesinha, você é virgem. Vou fazer você aproveitar muito, mamãe, vai ver, vamos nos divertir pra caralho. Vou te transformar numa mulher. — Ele disse de forma depravada. Naquele momento, me perguntei quantas mulheres já tinham passado por aquele barbudo. O pedreiro ficou muito excitado e começou a lamber minha buceta sem parar, o que causou contrações na minha barriga e uma sensação forte. Ele continuou lambendo e, de repente, senti ele chupar e lamber meus lábios vaginais.
— Aaaiii! Mmmm! Aaahhh! Mmmjjjj! — Soltei gemidos altos.
Tive medo que alguém passasse e me ouvisse, então fiquei em silêncio e me afoguei no meu gemido abafado de prazer, enquanto balançava a cabeça de um lado para o outro, me contorcendo de tesão. O pedreiro me olhava morbidamente, curtindo minha excitação.
O barba se levantou às pressas e tirou a camisa, junto com a calça de trabalho e as botas, até ficar completamente nu. Naquele momento, eu pude ver o pau daquele homem, era o primeiro pau que eu via completamente ereto, parecia que ia estourar de tão grosso e comprido, tinha uma leve curvatura pra esquerda e apontava pra cima com a ponta totalmente descoberta, uns ovos enormes pendurados nele, grandes, e os pelos pubianos eram bem fartos. Eu sabia que ia ser desvirginada brutalmente por aquele pedreiro, já que ele era um cara rude, forte e muito morbidão, que eu mesma tinha provocado, até pedi pra ele me desvirginar, era algo que eu queria e agora estava à mercê dele. Ficava pensando nas minhas amigas com quem tinha comemorado aquele dia, que provavelmente já estavam em casa, pensava na minha mãe que estava trabalhando e provavelmente achava que eu já estava no meu quarto vendo televisão, mas na real eu estava prestes a ser fodida e curtida brutalmente por aquele pedreiro sujo que ia me penetrar pela primeira vez na vida, me tirando a inocência.
O pedreiro me puxou pelo cabelo e me ajoelhou, me forçando contra o pau dele. Eu só virei a cabeça e fechei a boca pra aquela rola suja não entrar, cheirava a mijo e me dava muito nojo. — Abre essa boca, putinha. — O homem depravado me ordenou.
Então eu abri meus lábios cheios com batom vermelho, ele me puxou contra o pau dele, enfiando fundo na minha garganta. Senti vontade de vomitar e estava engasgando, meus lábios apertavam a base da rola e alguns pelos pubianos entravam na minha boca.
— Não usa os dentes, mamacita, só os lábios e a língua, mexe a língua dentro. — Ele me instruiu como se eu fosse a cadela dele.
Eu obedeci ele, mas foi difícil pra mim, era muito grosso, mal cabia na minha boca, eu não sabia como fazer porque nunca tinha dado oral num homem e então fiz o melhor que pude. Ficava sem fôlego e meus olhos soltavam lágrimas de sufoco que borravam a máscara dos meus cílios enquanto eu olhava nos olhos dele com um desejo que me dominava, já tava muito tarada e queria ser dele. Aquele homem tava me curtindo tanto que eu ofegava de prazer por ter o pau dele dentro da minha boca, me sentia feliz por fazer aquele cara ficar tão excitado, ele me puxou pelo cabelo, meteu o pau na minha garganta pra dentro e pra fora feito um louco, batendo meus lábios vermelhos na base do pau dele.Depois de uns minutos, ele me jogou de novo de barriga pra cima no colchão e se aproximou depressa, ofegante e falando putaria.
— Agora sim, vou meter meu pau em você, mamãe, você vai sentir o que é ter um pau bem no fundo.
O pedreiro abriu minhas pernas com muita facilidade, dava pra sentir que ele era um homem muito forte. Eu chorei de novo, desolada, igual uma menininha, tava com um sentimento tão forte que não conseguia me controlar, meus nervos tomaram conta de mim de novo. O pedreiro aproximou a cara mórbida da minha buceta e eu ouvi ele cuspir um gargarejo e cuspir na minha xota pra me lubrificar. Fiquei apavorada vendo aquele homem esfregar a ponta do pau nos meus lábios vaginais, espalhando o cuspe que ele tinha cuspido em mim, preparando minha buceta pra ser desvirginada. Aí, com uma das mãos ele segurou minha perna direita e com a outra colocou o pau na entrada da minha buceta, eu senti meus lábios vaginais tão sensíveis por causa das lambidas que ele tinha dado, o pedreiro enfiou um pouquinho a ponta do pau e eu senti minha buceta se abrindo pela primeira vez pra receber um membro viril sujo. Me deu muito medo porque ele ia romper meu hímen com o pau natural dele, quem sabe que doenças ele podia me passar ou eu engravidar. O pedreiro deixou a ponta do pau colocada na entrada da minha buceta rosa e depilada, levantou minhas pernas, colocando elas nos ombros dele.
— Tem certeza de que quer que eu te pegue com toda a minha força? — Ele insistiu, me avisando do que me faria sofrer. — Sim, por favor, me pega, faz isso! — Gritei para ele, queimando de tesão.
O pedreiro, me olhando com cara de safado, segurou minhas pernas, encarando minha buceta com um olhar mórbido, e com uma estocada violenta me penetrou, rasgando meu hímen. Senti o pau dele entrar até o fundo da minha barriga, me destruindo por dentro, era uma queimação insuportável que levou minha virgindade, soltei um grito alto que rasgou minha garganta.
— Aaaaaahhhhhhh! Aaaahhhh! Aaayyy! — Senti como se ele tivesse rasgado minha buceta.
—Você é muito gostosa? Quer que eu continue? — Ele me perguntou todo animado. — Sim, tô bem, me aperta forte, não para. — Meu rosto tava molhado de lágrimas.
— Mas não grita tão alto, gostosa, senão vão te ouvir e podem achar que tô fazendo algo que você não quer, não quero que você me enrole.
Aí ele pegou minha calcinha vermelha que ainda tava no colchão e enfiou na minha boca pra me calar.
Ele continuou enfiando o pau duro dentro de mim, minha barriga tava tendo uns espasmos fortes e minhas pernas cãibras, eu só me contorcia de dor. Ele tirou o pau completamente, o pau dele todo ensanguentado.
— É, você era virgem, mamãe, olha como você sujou meu pau de sangue. Vou te aproveitar muito. Vou fazer de você minha mulher.
Então ele enfiou o pau de novo e meteu em mim, minha buceta estava lubrificada pelo sangue da minha menstruação, eu sentia como se estivesse queimando toda vez que ele tirava e penetrava de novo. Ele estava me fodendo com violência, igual um animal, eu sentia todo o peso dele cair na minha buceta, enterrando o pau até bater no fundo, toda vez que ele fazia isso eu queria gritar, mas estava sem fôlego até cuspir a calcinha da boca e gritar de dor, repetidamente. Aí ele colocou os dedos na minha boca, me calando de terror. Eu continuei chorando feito uma criancinha, partida, porque tinha uma sensação forte de estar sendo desvirginada.
Ele continuou me fodendo brutalmente, sem parar, a penetração era muito rápida e o pedreiro tava muito agitado, eu sentia as gotas de suor dele caindo na minha pele, aí ele se jogou nos meus peitos pra lamber eles, isso me deu um alívio porque era tipo um carinho que me relaxava, daí ele começou a chupar e apertar eles com muita força com as mãos, ele beliscava e puxava meus mamilos rosados, causando uma dor insuportável, eu sentia que ia arrancar eles. Ele me torturava com uma mistura de dor e prazer que me fazia gemer alto: —Aaaahhhh! Aauuuu! Mmm! Mmjjj! Aaahhh! Aahh! Isso! Mmjjj! —Ele adorava me fazer sentir prazer e me causar dor ao mesmo tempo, toda vez que eu reclamava eu via a cara mórbida dele.
Depois de ser brutalmente desvirginada por ele, por uns trinta minutos, ouvi meu celular tocar, vinha da minha bolsa que estava jogada a alguns metros de distância, era minha mãe, ligando pra perguntar se eu já tinha chegado em casa. Me senti tão suja com aquele pauzão enfiado dentro de mim, transbordando de prazer. Senti como o pedreiro, ao ouvir meu celular, acelerou o ritmo e começou a me atacar que nem um bicho. O impacto forte do corpo dele na minha buceta doía pra caralho. Ele me destruiu violentamente por dentro com aquele pauzão. Dava pra ver como a expressão do rosto dele mudou, ele parecia um animal cheio de tesão. Me senti tão indefesa e feminina sendo penetrada com tanta força que um calor foi crescendo no fundo da minha barriga, era como uma chama que queimava de prazer dentro de mim. Senti uma sensibilidade e uma excitação únicas na minha buceta, minha pele se arrepiou, levantando meus peitos e deixando meus bicos duros que nem montanhas, minhas pernas ficaram dormentes, e meus olhos reviraram de tanto prazer que aquele pauzão me causava, minha barriga contraiu e minhas pernas começaram a tremer enquanto minha buceta virava um rio de água doce. Eu estava tendo um orgasmo forte, o primeiro da minha vida, eu tinha deixado de ser mocinha.
—Ah, pequena, você veio muito gostosa, como você é boa, mamãe, você é uma putinha. — Eu só conseguia ouvir o som molhado dos nossos corpos se chocando, pele com pele. De repente, o pedreiro começou a ofegar muito forte até empurrar o pau dele até bater em mim, senti como se ele tivesse me partido por dentro com aquela última estocada e, como um jato de porra quente, inundou minha barriga, causando espasmos. O pedreiro ficou dentro de mim, despejando todo o peso dele, ele estava muito agitado e cansado, me molhou de suor. Senti minha buceta molhada com sangue escarlate e porra escorrendo, enquanto aquele safado perdia a ereção, ele tinha me usado como bem quis, satisfazendo a luxúria dele, exatamente como eu queria.
O sofrimento que eu sentia não tinha acabado, ele continuou a aproveitar meu corpo, lambeu meu pescoço engolindo meu perfume e me beijou enfiando a língua bem fundo na minha boca, lambeu dentro da minha orelha e as lágrimas salgadas no meu rosto. — Tá vendo, mamãe, por que você tava me pedindo pra te foder com toda força. Você me provocou tanto que olha como eu te comi gostoso, você cheira uma delícia, sua putinha, já conseguiu o que tava procurando? Quem diria que uma menininha ia gostar tanto de pica.
Eu me senti muito tesuda e nua naquela obra, ninguém podia imaginar que eu tava ali, me excitava sentir o cheiro de tabaco e suor daquele homem, do cimento e da terra da construção, além da sujeira do colchão velho onde perdi minha virgindade.
Uns minutos se passaram e eu pensei que tinha acabado tudo, mas de repente senti que o pau daquele homem tava endurecendo de novo, tava muito duro e grande, passou por cima da minha buceta e eu pensei que ele fosse me penetrar de novo. Fiquei com muito tesão e comecei a me lubrificar de novo, ele virou pra me olhar como se quisesse me devorar. —Ô mamãe, você é tão gostosa que já deixou meu pau duro de novo —ele falou enquanto olhava pra minha bunda—. Vira, mamãe.
—Como? —perguntei meio confusa.
—Vira de bruços, mamacita. —ele insistiu de um jeito bem depravado.
O pedreiro pegou minhas pernas e me virou de bruços de repente, eu entrei em pânico de novo, na hora eu já sabia que aquele homem queria meter no meu cu. Naquela época eu nem imaginava a possibilidade de dar o cu pra alguém, achava sujo e impensável.
O pedreiro abriu minhas pernas com força, ouvi ele cuspir um gargarejo e se aproximou do meu cu pra cuspir e lubrificar meu ânus. Aí ele se ajeitou, colocando a ponta da pica enorme dele na entrada do meu cu, eu fiquei imóvel de medo, tava apavorada. —Não, por favor, isso não, aí não. —Gritei pra ele, muito assustada, mas ao mesmo tempo excitada por sentir aquela pica na entrada do meu ânus.
—Se solta, mamacita, só relaxa. Vai doer pra caralho, mas depois você vai gostar ainda mais.
—Você vai ver que vai adorar sentir minha pica no seu cu. Deixa eu te foder gostoso no cu, gostosa? —O pedreiro me convenceu com a safadeza dele.
—Sim, tá bom, quero saber como é, faz bem forte também. —Respondi, tomada pela morbidez, queria saber como era ser desvirginada no cu também.
—Vai doer pra cacete, se em algum momento você não aguentar, me fala que eu paro. —Burramente, quando ele disse isso, me senti amada e mais segura.
O pedreiro esfregou a ponta do pau várias vezes no meu cu salivado, o que me causou muita sensibilidade e tesão. Naquele momento fiquei com muito tesão, queria sentir aquele pau entrando no meu cu. O homem colocou o pau, apertando um pouco meu esfíncter anal, e quando eu sentia meu cu se abrindo um pouco pra receber um pauzão, o pedreiro jogou o peso do corpo em cima de mim, enfiando o pau brutalmente de uma vez só. Aquele pau do homem abriu caminho pelo meu cu, rasgando brutalmente até me acertar e me destruir por dentro. Senti uma dor insuportável no meu esfíncter anal, a dor percorreu meu corpo inteiro, meu coração disparou e minha visão ficou turva, achei que ia desmaiar. A ardência era horrível, me contorci, chutei e me debati de dor, rangendo os dentes queria tirar aquele pau da minha bunda, mas cada vez que me mexia só fazia o pau dele entrar mais fundo, não conseguia me levantar porque ele estava nas minhas costas e pesava muito, me senti vulnerável sem poder me mexer. Eu estava prestes a pedir pra ele parar, mas minha morbidez falou mais alto, saber que meu cu tinha acabado de ser arrombado me fez sentir muito suja.
e excitada, então deixei ele continuar me sodomizando. Meus peitos, bem excitados com os chupões que eu tinha dado antes, estavam rosados no colchão imundo, eu me senti tão tesuda, naquele momento achei que ia desmaiar, não tinha mais forças, estava completamente exausta, dolorida, mas a putaria que o pau daquele homem despertou em mim quando ele penetrou meu cu, me fazendo aguentar aquele tormento. Meus lindos olhos castanhos claros ardiam de tanto chorar, lágrimas salgadas secaram meu rosto, borrando a máscara dos meus cílios. O pedreiro tirou o pau devagar e eu me senti um pouco aliviada, mas ele só fez isso para me penetrar de novo com mais força, arrebentando meu cu de um jeito ainda mais doloroso. Ele estava me comendo brutalmente, a penetração era muito rápida e funda, senti que ele queria me rasgar a cada impacto do pau dele no meu cu. Ele abriu minhas nádegas para enterrar o pau mais fundo, senti muita ardência dentro e fora do meu ânus, toda vez que ele tirava o pau para enfiar de novo, eu sentia meu cu se abrir de um jeito de partir o coração.
—Você já tá sangrando, cachorra, assim vai ficar ainda mais gostoso. —Ouvir ele falar isso me deu muito medo e me bateu um sentimento forte. —Aaahhhh! Aaahhhh! Aaayyy! Aaahhh! —Eu não conseguia evitar de gemer de dor e prazer.
Me sentir tão violada por aquele pedreiro sujo me deu uma sensação de plenitude, de entrega total ao primeiro homem que tava usando meu corpo pra se satisfazer, e eu só queria me sentir dominada e aproveitada por ele. Quando ouvi meu celular tocar de novo, era minha mãe me ligando pela segunda vez, naquele momento eu não queria mais atender, a última coisa que eu queria era que alguém soubesse o que eu tava fazendo, porque eu sabia que minha mãe sentiria vergonha de mim sabendo que eu era uma puta que procurou aquele homem sujo pra me desvirginar, eu não queria causar tanta dor pra ela. Então o telefone continuou tocando até ficar mudo, enquanto eu sentia o vai e vem daquela pica enorme dentro do meu cu lubrificado pelo meu sangue escarlate e completamente anestesiado pelos tapas fortes que aquele pedreiro dava nas minhas nádegas a cada estocada.
O pedreiro continuou me segurando por um bom tempo, parecia que eu tava aguentando mais que da primeira vez. Ele chegou perto do meu pescoço enquanto me penetrava e me cheirava, fiquei tão feliz de ter usado aquele perfume caro, porque ele se deliciava sentindo o cheiro do meu pescoço e isso o excitava ainda mais, deixava o pau dele muito mais duro, cada vez que ele respirava meu perfume eu sentia o pau dele pulsando dentro da minha bunda. —Faz de cachorrinha, pra eu te foder com mais força, gostosa. —Ele falou sem tirar o pauzão da minha bunda
—Assim mesmo? —Perguntei enquanto me colocava de quatro, com os peitos completamente encostados no colchão e as costas arqueadas pra baixo, deixando minha bucetinha empinada igual um coração—. Ah, que puta que você é, hein, mas sabe como fazer.
Ele começou a me penetrar de um jeito muito mais violento, porque agora me segurava firme pela cintura e me puxava contra ele, ao mesmo tempo que empurrava o pau, enfiando brutalmente no meu cu. A dor era de partir o coração, eu sentia a ponta do pau dele me destruir por dentro, mas a excitação e a safadeza de me sentir tão possuída e penetrada por aquele homem de um jeito tão avassalador me fazia pedir mais com meus gemidos. — Aaaahhh! Isso, me fode!, Aaahhh!, Dói!, Aaahhhaaa!, Mmm!, Aaahhh!... — Cada vez que aquele homem tirava o pau do meu cu, eu sentia uma vontade forte de ele enfiar de novo.
Minha buceta pedia pau, era como se aquele membro viril me completasse. Meu ânus se sentia totalmente rasgado e molhado de sangue, eu sentia como ele ficava aberto toda vez que ele tirava o pau e enfiava de novo brutalmente, sem parar. Ele estava me curtindo, parecia que cada vez que eu soltava um gemido de dor enquanto chorava descontroladamente e arranhava o colchão, ele estava adorando. Aí ele parou por um momento, mas sem soltar, enquanto eu me virava para a entrada do prédio pra ver se não tinha ninguém, dava pra perceber que ele estava nervoso que alguém pudesse nos ver, depois de alguns segundos ele continuou mais rápido. Minhas pernas estavam dormentes e meus braços cansados de ficar de quatro, eu me sentia muito dolorida e tremendamente extasiada. O pedreiro continuava me comendo, puxando violentamente minha bunda contra o pau dele, ouvi uma cuspida e ele passou a mão direita na frente da minha buceta e começou a me dedar, enfiou os dedos na minha buceta me arrancando um gemido gostoso.
—Aaaaaaaaahhhhhh! —Eu corei, aquele gemido era um sinal claro de dedicação. Bom, eu estava muito sensível naquela área recém-desvirginada. Enquanto eu me dedava na buceta, senti o pau dele endurecer e alargar dentro do meu cu, enquanto ele me macetava sem piedade. Ele fazia com violência, num ritmo acelerado pra caralho, olhando pra entrada da obra. Tava muito nervoso, parecia que queria gozar logo pra vazar dali. O comportamento dele mudou e ele ficou mais bruto. Me fodeu com muita força.
—Você me deixa muito tesudo, mamãe, sua bunda é bem apertada, minha rainha, cê gosta que eu te coma no cu? Viu o que você ia perder?
—Dói pra caralho, mas é uma delícia. Sim, eu gosto pra cacete.
—Você me deixa muito tarado, gostosa, é uma delícia estar dentro de você. —Ele disse enquanto continuava destruindo meu cu.
Eu saboreava minhas lágrimas, me sentindo tão machucada e vulnerável nas mãos daquele pedreiro. Entreguei minha bunda sonolenta pra ele, jogando minha bunda contra ele pra agradá-lo, já que ouvi-lo gemer de prazer me dava uma alegria imensa. Nunca, nas minhas fantasias de garota adolescente, imaginei a dor e a excitação que sentiria na minha primeira vez; o que eu estava vivendo era algo completamente mórbido, sujo e de moral mais baixa. Eu seduzi um homem da construção pra me comer e me desvirginar. Eu estava sendo usada por aquele brutamonte como objeto de prazer dele, me senti muito feminina e lisonjeada ao sentir como aquele homem me comia com tanta loucura.Pela terceira vez, o toque do meu celular tocava dentro da minha bolsa. Ele ficou muito irritado porque não queria me deixar ir desligar o celular, mas teve que fazer isso, porque percebi que ele ficou nervoso, já que alguém podia ouvir o som do meu celular dentro da obra, talvez porque eu pareço mais nova do que sou, sendo uma menininha doce, ele achou que eu era menor de idade e que poderiam denunciá-lo, o que eu não pretendia fazer, já que tinha 18 anos e era algo consensual que eu mesma tinha buscado. Ele me soltou e procurou o celular dentro da minha bolsa pra me entregar.
—Desliga o celular agora. —Ele disse impaciente, parecia que estava perdendo o foco. Quando vi meu celular, percebi que era minha mãe me ligando pela terceira vez. Me deu um aperto no coração, porque sabia que ela não ia querer uma experiência dessas pra mim, perder a virgindade. Pelo contrário, ela sempre falava que eu devia me guardar pro casamento e pra alguém que eu amasse. Essa ideia me parecia meio antiquada e caretice. A sensação mórbida que eu tive ao ser fodida com força naquela obra superou qualquer expectativa que eu já tivesse imaginado. Então desliguei o celular e deixei ele do lado do colchão.
—Pronto, já desliguei pra ninguém nos atrapalhar.
—Você gosta que eu te coma no cu, né, putinha?
—Sim, é muito gostoso, adoro ser fodida no cu, me sinto bem quentinha e deliciosa. —respondi, tomada pela luxúria que percorria cada centímetro do meu corpo. Então, ele puxou meu cabelo para trás, encaixando meu corpo no pau dele para me empalar. Eu estava de quatro, mas minhas pernas já não respondiam e meus braços estavam dormentes, não conseguia manter a posição. Aí senti o pedreiro puxar minhas pernas, me fazendo cair de bruços no colchão, e ele caiu sobre minhas costas com o pau enfiado no meu cu, causando uma dor violenta lá dentro.
Meus joelhos, braços e peitos se esfregavam no colchão imundo. Fiquei de bruços e vi no chão, na minha frente, a camiseta preta de heavy metal do pedreiro, com a estampa de uma banda de rock e umas palavras que diziam "Aleister Crowley". Era a única coisa que eu conseguia enxergar naquele momento, e focar minha atenção na estampa da camiseta era o que me fazia aguentar a dor que sentia. Inexplicavelmente, encontrei nas palavras "Aleister Crowley" um refúgio e conforto. Lembrei que, quando eu ficava doente, minha mãe, que é enfermeira, me distraía para que as injeções que ela aplicava não doessem tanto. Então, para desviar minha atenção da dor, comecei a pronunciar as palavras na minha mente: "Aleister Crowley". O pedreiro subiu na minha bunda de novo, abriu minha nádega, esticando bem a pele do meu cu, e deixou todo o peso dele cair contra mim, enfiando o pau com violência e arrancando um grito desolador de mim. Eu o ouvi ofegando, ansioso pra gozar.
O pedreiro sujo me segurava brutalmente contra o colchão, com todo o peso dele nas minhas costas, atacando minha buceta e, por consequência, a pele das minhas pernas, barriga e peitos se esfregando naquele colchão áspero e imundo. Eu sentia meus mamilos rosados contra o tecido grosso do colchão, como se fosse uma lixa, sendo destruídos. Eu gemia alto, o prazer agora superava de longe a dor causada.
—Aahh! Aaaaahhhh! Aaayyy! Ah! Mmmjj! Aauuu! Aaayyy! Que delícia, tô adorando, sinto um calor gostoso! Me fode! Isso! Assim! Mmmjjjj! —Eu não conseguia parar de chorar, mas o prazer era tanto que eu pedia mais. —Isso! Assim! Me fode mais forte! Quero que ele me aperte mais! Que delícia que tá! Me fode! Aaahhh! Aaayyy! Isso! Que gostoso! Aaaaahhhh! Aaahhh! Dói pra caralho! Aaayyy! Aaahhh!
No ar, o pedreiro começou a me apertar mais forte, de um jeito bem agressivo por uns minutos. Eu me senti desmaiada no colchão, meu corpo completamente entregue e relaxado, até que ouvi ele ofegando igual um bicho, e senti o pau dele jorrando jatos de gozo dentro da minha buceta. Foi uma sensação quente, tão linda, tão gostosa saber que aquele homem estava satisfeito comigo. Me senti muito suja e mórbida, aquele pedreiro depravado tinha gozado dentro de mim, me sujando por dentro. Me deu uma emoção danada e eu chorei de prazer, me senti tão cheia sabendo que em poucas horas minha vida tinha mudado pra sempre. Eu não seria mais aquela menininha inocente, agora me sentia uma mulher, e não só isso, que já era muito, mas me sentia capaz de satisfazer qualquer homem. Agora eu seria uma puta que tinha acabado com a virgindade de um jeito impensável.
O pedreiro ficou dentro de mim por alguns segundos, esfregando o pau como se quisesse continuar me destruindo por dentro, enquanto sussurrava no meu ouvido, sendo extremamente excitante. —Mamacita, como você cheira bem, você é uma putinha muito fina. Como é gostoso estar dentro de você, minha rainha.
—Sou sua, me fode, tô me sentindo muito gostosa.
—Não conta pra ninguém, sabe que isso foi porque você quis, né? Gostou, minha rainha?
—É, fica tranquilo, não vou te ferrar. Doeu pra caralho, mas foi muito gostoso, era isso que eu queria. —Minha bunda tava muito sensível e meu cu tava pulsando, todo arrebentado.
O pedreiro tirou o pau manchado com o sangue da minha vagabunda e se vestiu às pressas, enquanto eu continuava deitada no colchão, com a buceta e o cu arrombados, sujos de sangue, e o rosto com a máscara dos meus cílios borrada pelas minhas lágrimas salgadas. O pedreiro pegou umas coisas que estavam perto do colchão, saiu correndo do prédio enquanto olhava em volta pra ver se ninguém tinha visto ele.Quando vi que ele tinha ido embora, acordei dolorida, com porra e sangue escorrendo pela minha xota. Coloquei minha calcinha vermelha fio-dental que tinha soltado com os puxões, vesti minha calça jeans, manchando ela de sangue por dentro, era tão apertada que roçava na minha intimidade e doía pra caralho, então deixei ela desabotoada e com o zíper aberto pra não machucar tanto. Peguei meu sutiã vermelho rasgado e coloquei na bolsa. Vestii minha blusa branca que estava toda rasgada dos puxões, deixando umas manchas com o sangue que eu tinha nas mãos de tanto ter tocado na minha boceta.
Meus saltos estavam com as tiras quebradas, porque o pedreiro tinha arrancado elas. Coloquei, mas não conseguia andar direito, porque podia torcer os tornozelos. Aí peguei meu celular do chão, guardei na bolsa e saí da obra andando bem devagar pelo cascalho, cimento e areia que tinha no chão. A rua estava muito escura, olhei pros lados e não tinha ninguém, só uns carros estacionados em algumas casas a uns 30 metros de distância. Me senti muito envergonhada e humilhada, não queria que ninguém me visse toda bagunçada, com a pele imunda, roupa suja e rasgada. Meu rosto, mesmo sem conseguir ver, eu sabia que estava manchado pela máscara de cílios que minhas lágrimas e batom escorreram dos meus lábios. Então andei e fui saindo até chegar na entrada do meu bairro, me escondendo entre as casas e os carros estacionados. Evitando as poucas pessoas na rua com o olhar baixo, com a mão direita segurando minha blusa, já que meus peitos estavam aparecendo, porque a blusa tinha ficado muito larga por causa dos puxões repentinos daquele pedreiro, que se deixou levar pelo tesão forte que eu despertei nele. Eu estava andando meio tonta de
o álcool que eu tinha bebido na casa dos meus amigos, meus saltos estavam muito soltos porque as tiras estavam rasgadas e meus tornozelos torcidos. Quando estava quase chegando em casa, vi que um dos meus vizinhos estava do lado de fora, então esperei sentada entre uns carros até ele entrar na casa dele e consegui entrar na minha sem ser vista. bom, a blusa tinha ficado bem solta por causa dos puxões repentinos daquele pedreiro, que se deixou levar pela putaria forte que eu despertei nele. Eu tava andando meio tonta do álcool que tinha bebido na casa dos meus amigos, meus saltos estavam muito soltos porque as tiras estavam rasgadas e meus tornozelos torcidos. Quando estava quase chegando em casa, vi que um dos meus vizinhos estava do lado de fora, então esperei sentada entre uns carros até ele entrar na casa dele e consegui entrar na minha sem ser vista. bom, a blusa tinha ficado bem solta por causa dos puxões repentinos daquele pedreiro, que se deixou levar pela putaria forte que eu despertei nele. Eu tava andando meio tonta do álcool que tinha bebido na casa dos meus amigos, meus saltos estavam muito soltos porque as tiras estavam rasgadas e meus tornozelos torcidos. Quando estava quase chegando em casa, vi que um dos meus vizinhos estava do lado de fora, então esperei sentada entre uns carros até ele entrar na casa dele e consegui entrar na minha sem ser vista. então esperei sentada entre uns carros até ela entrar na casa dela e consegui entrar na minha sem ser vista. então esperei sentada entre uns carros até ela entrar na casa dela e consegui entrar na minha sem ser vista.
Ao entrar na minha casa, tranquei a porta com todas as fechaduras, tirei meus saltos e, com eles na mão, subi correndo as escadas até meu quarto e deixei minha bolsa no móvel junto com os saltos. Me joguei exausta na cama, soltando um sorriso e um olhar de satisfação, alegria e realização. Não acreditava no que tinha feito, me senti muito estranha vendo meus brinquedos de quando era mais nova, meus ursinhos, minhas barbies, etc... Eu tinha deixado de ser virgem, e custava a acreditar. Abracei um dos meus bichinhos de pelúcia e comecei a chorar de emoção, deitada na cama por cerca de uma hora, pensando em tudo que tinha acontecido. Quando me acalmei, desci até a cozinha para tomar um suco de cranberry que estava na geladeira. Peguei o telefone da sala e sentei no sofá para ligar pra minha mãe, mas não sem antes pensar no que dizer e tentar controlar minha voz para soar calma. Então liguei no celular dela e pedi desculpas por não ter atendido, dizendo que o volume da música estava muito alto e eu não ouvi o telefone tocar. Também falei que o tempo passou muito rápido e que, infelizmente, tivemos uma briga na casa da minha amiga com uma garota que ela tinha convidado e que acabamos nos desentendendo, mas que eu já estava em casa e tudo bem. Aí minha mãe me deu uma bronca e disse que a gente ia conversar quando eu chegasse no trabalho no dia seguinte. trabalhar no dia seguinte de trampar.
Fui pro meu quarto me examinar porque tava muito dolorida, então me despi e quando me vi no espelho grande do quarto, vi meu cabelo todo bagunçado, meus lábios manchados de batom, do jeito que eu imaginava, meu rosto com a máscara de cílios escorrida e ressecada pelas lágrimas salgadas. Ele tinha dois chupões bem grandes e visíveis no meu pescoço. Meus peitos estavam arranhados pelo colchão imundo e sugados, meus mamilos rosados ainda muito irritados e sensíveis. Minha barriga, pernas e joelhos também arranhados pelo colchão e com alguns chupões. Virei pra me olhar no espelho e abri cuidadosamente minha bunda sangrando pra me examinar, meu cu tava muito irritado e vermelho, ardia pra caralho. Sentei na cama, abri as pernas e percebi que tinha chupões na minha buceta, ela tava manchada de sangue escarlate e esperma escorrendo de dentro de mim, meus lábios vaginais muito sensíveis. A fera tinha literalmente passado por cima de mim, e eu, com meu sorriso largo, me olhei no espelho, toda excitada e feliz com a experiência dolorosa, mas deliciosa, que acabara de ter.
Peguei todas as roupas que tinha usado naquele dia e coloquei num saco plástico que escondi e jogaria no lixo no dia seguinte. Guardei meus saltos, que mandaria arrumar as tiras depois. Queria sumir com qualquer prova, não conseguia nem imaginar contar pra alguém o que aconteceu, ninguém podia saber ou eu seria tachada de "a puta da colônia". Não queria que minha família passasse por isso, nem ser motivo de piada e tristeza na sociedade. Então tomei um banho e me acariciei enquanto imaginava que minhas mãos eram as daquele homem, tomando cuidado pra não machucar minha buceta que já ardia com o shampoo e a água. Quando saí, fui pro quarto da minha mãe que, como é enfermeira, tem um kit de primeiros socorros grande. Peguei uns comprimidos de calmante, outros pra dor e inflamação, alguns antibióticos pra tentar evitar infecção. Passei uns cremes pras escoriações e outros pra evitar infecções na minha buceta. Maquiei o melhor que pude as áreas onde tinha arranhões, hematomas e chupões, curei meus lábios com álcool e um batom hidratante. Coloquei um pijama e desci pra tomar leite com cereal. Subi pro meu quarto pra assistir desenhos e me distrair, levei umas duas horas pra pegar no sono.
De madrugada, ouvi que minha mãe já tinha chegado, fiquei muito nervosa, sabia que ela ia me dar uma bronca por ter desobedecido. Contei pra ela sobre a suposta briga na casa da minha amiga enquanto a gente tomava café da manhã juntas, foi difícil olhar na cara dela e falar, me senti muito envergonhada porque não conseguia dividir com minha própria mãe que eu tinha sido uma puta no cio na noite anterior. Só fiquei falando que tava com dor de cabeça por ter tomado tequila e que a ressaca me deixava enjoada. Depois, peguei o saco plástico com as roupas que tinha escondido, saí pra jogar num container de lixo e fui na farmácia comprar uma pílula do dia seguinte. Uns dias se passaram assim, mal saía de casa, tava com muito medo de encontrar aquele pedreiro, pensando que ele podia falar com os amigos e acabar com minha reputação.Parei de visitar minha amiga na casa dela por meses, preferia que a gente se encontrasse num café ou bar. Depois de seis meses, passei naquela rua de novo com minha mãe no carro e vi que a construção onde fui desvirginada por aquele homem tinha sido terminada e agora era uma casa de dois andares onde morava uma família. Toda vez que passo por aquela rua, viro pra olhar a casa onde perdi minha virgindade. Aquela experiência excitante foi o divisor de águas da minha vida sexual, porque morri na minha virgindade pra nascer na promiscuidade.
Toda vez que passo por aquela rua, viro pra olhar a casa onde perdi minha virgindade. Aquela experiência excitante foi o divisor de águas da minha vida sexual, porque morri na minha virgindade pra nascer na promiscuidade.
Toda vez que passo por aquela rua, viro pra olhar a casa onde perdi minha virgindade. Aquela experiência excitante foi o divisor de águas da minha vida sexual, porque morri na minha virgindade pra nascer na promiscuidade.



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