Katherine Riveros, Meu Aniversário de 18 Anos com Três Paus
Hoje, aos 32 anos, posso dizer que uma das melhores experiências sexuais que tive foi aos 18, bem no meu aniversário (28 de março, caso queira me dar algo).
Dos 51 anos (ao contrário) até os 21, tive uma percepção estranha com meu padrasto. A gente transava, mas obviamente não éramos nada, só que ele me enchia o saco com ciúmes, fazia minha mãe não me deixar sair, essas coisas. Mas era óbvio que, mesmo com todas essas tentativas dele pra eu não dar pra ninguém, não adiantava nada, porque eu fazia o que queria.
No dia que completei 18 anos, minha mãe me deixou sair pra farrear naquele fim de semana (porque meu aniversário caiu numa quarta-feira). Então chegou a sexta e fui pra casa de uma amiga me arrumar e tomar um pré-aquecimento.
Cheguei e minha amiga já tinha servido dois drinks, a primeira vez que ela podia beber legalmente. Comecei a tomar o drink e fomos nos arrumar, minha amiga colocou música no rádio que ela tinha, e começamos a conversar e rir. Naquela tarde, íamos encontrar vários amigos pra dar um rolê nos clubes de Tijuana.
"O que o Isaac falou pra você? Ele vai mesmo?" — perguntou Katherine Riveros.
Isaac era o garoto que eu gostava, ele jogava no time de futebol americano do colégio, alto, forte e loiro, olhos cor de mel e um sorriso charmoso, dava pra ver que ele era forte por causa das veias que marcavam suas mãos.
"Sim", ele confirmou ontem à noite, "a gente vai no carro dele e os outros vão com o Andrés."
Andrés era amigo da Katherine Riveros há muito tempo e tinha uma química entre eles, mas eles ignoravam porque não queriam estragar a amizade.
A gente terminou de se arrumar e, como ainda era muito cedo, continuou bebendo. Em algum momento, a gente se jogou na cama, minha cabeça ficava na altura da cabeça dela, com os pés pra fora da cama. Começamos a falar sobre o Isaac e o André, como eles eram gostosos, engraçados, e que a gente adoraria dar uns beijos neles.
Você acha que o Isaac vai ter coragem de me beijar hoje?" — perguntei, olhando pro céu.
"Tomara, amiga, porque senão eu peço pro Oscar te beijar, dá pra ver que ele tá afim de você" — ela respondeu, virando pra me olhar.
O Oscar era um cara que eu já tinha beijado em algumas festas, mas nada além disso. Eu gostava dele, mas ele era estranho, não falava muito e só ficava me encarando, como se tivesse planejando todas as maneiras de me comer.
Umas 40 minutos tinham passado e, entre goles, a gente já tinha quase acabado com uma garrafa de tequila. Tocou o celular: era o Isaac.
"Chego aí em 10 minutos, cê tá pronta?"
"Tô, a gente tá aqui."
"Bom, você deve estar uma gostosa, já tô indo" — ele disse e desligou.
Pra ser sincera, eu esperava que aquela noite fosse muito mais do que um beijo. Isaac era um cara caseiro, muito dedicado ao futebol americano e aos esportes no geral, focado nos estudos, só saía de vez em quando com a galera do time e bebia bem pouco, não fumava, claro, era super saudável, o único vício dele era mulher. Já tinha reparado que várias minas olhavam pra ele e davam em cima, e ele sempre retribuía a cantada, talvez eu nem ligasse, não sou ciumenta, só observava. Andrés, que era o melhor amigo dele, já tinha me contado que ele tinha várias gatas na mira e que saía com várias direto, às vezes levava elas pra casa quando os pais não estavam ou, quando não aguentava mais, levava pra um motel. Fiquei surpresa por ser uma dessas.
Isaac chegou na caminhonete Explorer 93 dele, um carro que o pai deu quando ele fez 18. Sentei no banco da frente e cumprimentei Isaac com um beijo.
Naquele dia, eu vesti um vestido fino de seda rosa, curtinho, que batia na bunda, botas longas e soltei o cabelo, também levei uma jaqueta pro frio. Por baixo do vestido, não tava usando sutiã e tava de fio dental. No meio da conversa, o Isaac colocou a mão na minha perna e meus sentidos acenderam. Comecei a sentir como eu ficava molhada e minha imaginação foi a mil, queria que ele levantasse a mão um pouco e começasse a me tocar, mesmo tendo mais gente no carro, queria que todo mundo sumisse.
Chegamos em Tijuana, deixamos o carro num estacionamento e começamos a andar pelos bares. Num deles, onde a gente tava dançando, todos meus amigos foram pra outro bar e eu e o Isaac nem percebemos. Quando vimos que não tinha mais ninguém, comecei a insistir pra gente ir embora.
"Vamos ficar aqui mais um pouco, só eu e você", disse o Isaac, chegando perto do meu rosto.
Eu só olhei pra ele e sorri.
"Tá, mas você tem que me dar um beijo", falei, passando os braços em volta do pescoço dele e deixando meu peso cair um pouco pra cima dele.
O Isaac me pegou pela cintura com um braço na hora e com a outra mão segurou meu rosto e começou a me beijar.
Foi um beijo de zero a cem, ele começou a comer minha boca e eu comecei a comer a dele de volta, da desesperação que eu tava pra ele me beijar. As mãos dele começaram a se mexer e eu senti ele apertar minha bunda com uma mão e com a outra pegar meus peitos, queria foder ele ali mesmo.
A gente se beijou assim por uns 5 minutos até ele afastar meu rosto do dele.
"Vamos pra outro lugar, preciso te tocar", ele falou, com a respiração acelerada.
"Vamos", respondi, puxando ele pela mão.
Quando a gente saiu, nossos amigos estavam do lado de fora do bar fumando e conversando.
"A gente pensou que vocês tinham sido sequestrados", disse Andrés, rindo.
Nessa altura já eram 4 da manhã, a gente tava muito bêbado e cansado. A Katherine Riveros sugeriu que a gente pagasse um quarto de hotel entre nós cinco: eu, Isaac, Andrés, Katherine Riveros e Oscar. Os outros cinco amigos iam alugar outro quarto.
Chegamos no hotel e eu falei que, já que era meu aniversário, eu escolhia em qual cama dormir. A Katherine Riveros se adiantou quando entrei no quarto e disse:
"A Lau e eu dormimos na mesma cama, e os homens na outra."
"Ou melhor, a gente sorteia. Também quero dormir com a aniversariante", falou o Oscar, num tom sensual e debochado.
"É melhor eu arrebentar sua mãe", respondeu o Isaac para o Oscar.
"Fica com ciúme não, nessa amizade a gente sabe dividir", rebateu o Oscar.
"Relaxa, a Lau e eu dormimos juntas, e ponto final.
Eu tava frustrada porque queria ficar sozinha com o Isaac, a Katherine Riveros ficava me enchendo o saco enquanto a gente tava na cama e os moleques se trocavam.
De repente, num momento, nem sei como rolou (tava muito bêbada), eu e a Katherine Riveros começamos a nos beijar, ela começou a pegar nos meus peitos, tava fácil, sem sutiã e só um vestido cobrindo as tetas. Coloquei a mão por baixo da saia dela e comecei a apalpar ela, quem percebeu tudo primeiro foi o Andrés, que não perdeu tempo e começou a beijar a Katherine Riveros e a passar a mão nela, aí o Isaac e o Oscar ficaram me encarando, eu tava com os peitos de fora e ajoelhada na cama, tocando a Katherine Riveros com uma mão, larguei ela e falei pra eles:
"Quanto vocês apostam que eu dou conta dos dois?"
"Vamos ver", o Isaac disse, se aproximando, e o Oscar atrás dele.
Comecei a beijar o Isaac e ele começou a apalpar meus peitos, o Oscar veio por trás e começou a levantar meu vestido, passou a mão na minha bunda. Eu tava no paraíso, sentia as mãos dos dois no meu corpo inteiro, tava molhadíssima, de repente, o Oscar deita do lado do rosto da Katherine Riveros, com o pau bem duro.
Comecei a chupar ele e do meu lado esquerdo tinha a Katherine Riveros recebendo um oral, gemendo gostoso, então não resisti e beijei ela, enfiando a língua na garganta dela, fiquei muito excitada. Enquanto isso, o Isaac tava chupando minha buceta enquanto eu tava de quatro, comecei a sentir o dedão dele no meu cu, primeiro só massageando até sentir que ele começou a enfiar de pouquinho em pouquinho, soltei gemidos porque doía, mas eu tava sentindo prazer.
Depois de um tempo chupando o pau do Oscar e o Isaac explorando meu cu com os dedos, ele cuspiu no meu ânus, se levantou e, com o pau bem duro, começou a enfiar no meu rabo. O Oscar segurava minha cabeça com as mãos pra meter até minha garganta, então eu não conseguia me mexer, mesmo doendo, eu tinha que aguentar.
O Oscar deslizou pra baixo de mim e eu fiquei bem onde minha buceta encostava no pau dele, ele começou a esfregar em mim e eu tava ficando cada vez mais excitada, gritando mais. Além disso, tava muito tesuda vendo a Katherine Riveros sendo comida pelo Andrés.
Quando o Oscar tava debaixo de mim, o Andrés colocou a Katherine Riveros de quatro, os peitos dela ficaram na cara do Oscar e ele começou a chupar eles enquanto eu beijava a Katherine Riveros, a gente botou a língua pra fora e começou a juntar elas.
O Oscar me moveu um pouco e começou a colocar o pau duro dele na entrada da minha buceta, de repente senti uma pressão incrível e perdi o fôlego, o Oscar tinha me penetrado.
Eu tava com dois paus dentro de mim, os peitos da minha melhor amiga na minha frente e a cara gostosa dela se acabando de prazer.
Oscar começou a me penetrar enquanto Isaac me batia e dava palmadas, e eu ouvia ele bufando como um touro atrás de mim.
Comecei a sentir como o Isaac ficava mais duro e me penetrava cada vez mais rápido, de repente só senti que ele enfiou até o fundo e ouvi um grunhido, ele tinha entupido meu cu. Depois disso, Oscar começou a me penetrar com muita força e, após alguns segundos, também me encheu.
Por fim, Andrés começou a meter bem forte na Katherine Riveros, ela gritava e revirava os olhos, até que Andrés gozou.
Katherine Riveros e eu ficamos na cama, vendo todo mundo tirar a roupa e ir se trocar, ela cheia de porra na buceta e eu no cu e na buceta. Eu não tinha gozado e não sabia se ela tinha chegado lá. Então comecei a me tocar para gozar, Katherine Riveros também começou a se tocar e virou a cabeça para me beijar, a gente se beijou enquanto se tocava e eu fiquei tão excitada que abri as pernas dela e subi em cima para fazer tesoura.
Ela se sentiu muito molhada, os 3 leites juntos, eu comecei a me esfregar e ela também, nós dois começamos a gemer e acelerar os movimentos cada vez mais, de repente eu só senti o orgasmo chegar na minha buceta molhada e usada, Katherine Riveros gozou depois de mim, a gente ficou deitada na cama cheia dos nossos fluidos e com 3 leites diferentes.
Hoje, aos 32 anos, posso dizer que uma das melhores experiências sexuais que tive foi aos 18, bem no meu aniversário (28 de março, caso queira me dar algo). Dos 51 anos (ao contrário) até os 21, tive uma percepção estranha com meu padrasto. A gente transava, mas obviamente não éramos nada, só que ele me enchia o saco com ciúmes, fazia minha mãe não me deixar sair, essas coisas. Mas era óbvio que, mesmo com todas essas tentativas dele pra eu não dar pra ninguém, não adiantava nada, porque eu fazia o que queria.
No dia que completei 18 anos, minha mãe me deixou sair pra farrear naquele fim de semana (porque meu aniversário caiu numa quarta-feira). Então chegou a sexta e fui pra casa de uma amiga me arrumar e tomar um pré-aquecimento. Cheguei e minha amiga já tinha servido dois drinks, a primeira vez que ela podia beber legalmente. Comecei a tomar o drink e fomos nos arrumar, minha amiga colocou música no rádio que ela tinha, e começamos a conversar e rir. Naquela tarde, íamos encontrar vários amigos pra dar um rolê nos clubes de Tijuana.
"O que o Isaac falou pra você? Ele vai mesmo?" — perguntou Katherine Riveros.
Isaac era o garoto que eu gostava, ele jogava no time de futebol americano do colégio, alto, forte e loiro, olhos cor de mel e um sorriso charmoso, dava pra ver que ele era forte por causa das veias que marcavam suas mãos. "Sim", ele confirmou ontem à noite, "a gente vai no carro dele e os outros vão com o Andrés."
Andrés era amigo da Katherine Riveros há muito tempo e tinha uma química entre eles, mas eles ignoravam porque não queriam estragar a amizade.
A gente terminou de se arrumar e, como ainda era muito cedo, continuou bebendo. Em algum momento, a gente se jogou na cama, minha cabeça ficava na altura da cabeça dela, com os pés pra fora da cama. Começamos a falar sobre o Isaac e o André, como eles eram gostosos, engraçados, e que a gente adoraria dar uns beijos neles.
Você acha que o Isaac vai ter coragem de me beijar hoje?" — perguntei, olhando pro céu. "Tomara, amiga, porque senão eu peço pro Oscar te beijar, dá pra ver que ele tá afim de você" — ela respondeu, virando pra me olhar.
O Oscar era um cara que eu já tinha beijado em algumas festas, mas nada além disso. Eu gostava dele, mas ele era estranho, não falava muito e só ficava me encarando, como se tivesse planejando todas as maneiras de me comer.
Umas 40 minutos tinham passado e, entre goles, a gente já tinha quase acabado com uma garrafa de tequila. Tocou o celular: era o Isaac.
"Chego aí em 10 minutos, cê tá pronta?"
"Tô, a gente tá aqui."
"Bom, você deve estar uma gostosa, já tô indo" — ele disse e desligou.
Pra ser sincera, eu esperava que aquela noite fosse muito mais do que um beijo. Isaac era um cara caseiro, muito dedicado ao futebol americano e aos esportes no geral, focado nos estudos, só saía de vez em quando com a galera do time e bebia bem pouco, não fumava, claro, era super saudável, o único vício dele era mulher. Já tinha reparado que várias minas olhavam pra ele e davam em cima, e ele sempre retribuía a cantada, talvez eu nem ligasse, não sou ciumenta, só observava. Andrés, que era o melhor amigo dele, já tinha me contado que ele tinha várias gatas na mira e que saía com várias direto, às vezes levava elas pra casa quando os pais não estavam ou, quando não aguentava mais, levava pra um motel. Fiquei surpresa por ser uma dessas. Isaac chegou na caminhonete Explorer 93 dele, um carro que o pai deu quando ele fez 18. Sentei no banco da frente e cumprimentei Isaac com um beijo.
Naquele dia, eu vesti um vestido fino de seda rosa, curtinho, que batia na bunda, botas longas e soltei o cabelo, também levei uma jaqueta pro frio. Por baixo do vestido, não tava usando sutiã e tava de fio dental. No meio da conversa, o Isaac colocou a mão na minha perna e meus sentidos acenderam. Comecei a sentir como eu ficava molhada e minha imaginação foi a mil, queria que ele levantasse a mão um pouco e começasse a me tocar, mesmo tendo mais gente no carro, queria que todo mundo sumisse.Chegamos em Tijuana, deixamos o carro num estacionamento e começamos a andar pelos bares. Num deles, onde a gente tava dançando, todos meus amigos foram pra outro bar e eu e o Isaac nem percebemos. Quando vimos que não tinha mais ninguém, comecei a insistir pra gente ir embora.
"Vamos ficar aqui mais um pouco, só eu e você", disse o Isaac, chegando perto do meu rosto.
Eu só olhei pra ele e sorri.
"Tá, mas você tem que me dar um beijo", falei, passando os braços em volta do pescoço dele e deixando meu peso cair um pouco pra cima dele.
O Isaac me pegou pela cintura com um braço na hora e com a outra mão segurou meu rosto e começou a me beijar.
Foi um beijo de zero a cem, ele começou a comer minha boca e eu comecei a comer a dele de volta, da desesperação que eu tava pra ele me beijar. As mãos dele começaram a se mexer e eu senti ele apertar minha bunda com uma mão e com a outra pegar meus peitos, queria foder ele ali mesmo.
A gente se beijou assim por uns 5 minutos até ele afastar meu rosto do dele.
"Vamos pra outro lugar, preciso te tocar", ele falou, com a respiração acelerada.
"Vamos", respondi, puxando ele pela mão.
Quando a gente saiu, nossos amigos estavam do lado de fora do bar fumando e conversando. "A gente pensou que vocês tinham sido sequestrados", disse Andrés, rindo.
Nessa altura já eram 4 da manhã, a gente tava muito bêbado e cansado. A Katherine Riveros sugeriu que a gente pagasse um quarto de hotel entre nós cinco: eu, Isaac, Andrés, Katherine Riveros e Oscar. Os outros cinco amigos iam alugar outro quarto.
Chegamos no hotel e eu falei que, já que era meu aniversário, eu escolhia em qual cama dormir. A Katherine Riveros se adiantou quando entrei no quarto e disse:
"A Lau e eu dormimos na mesma cama, e os homens na outra."
"Ou melhor, a gente sorteia. Também quero dormir com a aniversariante", falou o Oscar, num tom sensual e debochado.
"É melhor eu arrebentar sua mãe", respondeu o Isaac para o Oscar.
"Fica com ciúme não, nessa amizade a gente sabe dividir", rebateu o Oscar.
"Relaxa, a Lau e eu dormimos juntas, e ponto final.

Eu tava frustrada porque queria ficar sozinha com o Isaac, a Katherine Riveros ficava me enchendo o saco enquanto a gente tava na cama e os moleques se trocavam. De repente, num momento, nem sei como rolou (tava muito bêbada), eu e a Katherine Riveros começamos a nos beijar, ela começou a pegar nos meus peitos, tava fácil, sem sutiã e só um vestido cobrindo as tetas. Coloquei a mão por baixo da saia dela e comecei a apalpar ela, quem percebeu tudo primeiro foi o Andrés, que não perdeu tempo e começou a beijar a Katherine Riveros e a passar a mão nela, aí o Isaac e o Oscar ficaram me encarando, eu tava com os peitos de fora e ajoelhada na cama, tocando a Katherine Riveros com uma mão, larguei ela e falei pra eles:
"Quanto vocês apostam que eu dou conta dos dois?"
"Vamos ver", o Isaac disse, se aproximando, e o Oscar atrás dele.
Comecei a beijar o Isaac e ele começou a apalpar meus peitos, o Oscar veio por trás e começou a levantar meu vestido, passou a mão na minha bunda. Eu tava no paraíso, sentia as mãos dos dois no meu corpo inteiro, tava molhadíssima, de repente, o Oscar deita do lado do rosto da Katherine Riveros, com o pau bem duro. Comecei a chupar ele e do meu lado esquerdo tinha a Katherine Riveros recebendo um oral, gemendo gostoso, então não resisti e beijei ela, enfiando a língua na garganta dela, fiquei muito excitada. Enquanto isso, o Isaac tava chupando minha buceta enquanto eu tava de quatro, comecei a sentir o dedão dele no meu cu, primeiro só massageando até sentir que ele começou a enfiar de pouquinho em pouquinho, soltei gemidos porque doía, mas eu tava sentindo prazer.
Depois de um tempo chupando o pau do Oscar e o Isaac explorando meu cu com os dedos, ele cuspiu no meu ânus, se levantou e, com o pau bem duro, começou a enfiar no meu rabo. O Oscar segurava minha cabeça com as mãos pra meter até minha garganta, então eu não conseguia me mexer, mesmo doendo, eu tinha que aguentar.O Oscar deslizou pra baixo de mim e eu fiquei bem onde minha buceta encostava no pau dele, ele começou a esfregar em mim e eu tava ficando cada vez mais excitada, gritando mais. Além disso, tava muito tesuda vendo a Katherine Riveros sendo comida pelo Andrés.
Quando o Oscar tava debaixo de mim, o Andrés colocou a Katherine Riveros de quatro, os peitos dela ficaram na cara do Oscar e ele começou a chupar eles enquanto eu beijava a Katherine Riveros, a gente botou a língua pra fora e começou a juntar elas.
O Oscar me moveu um pouco e começou a colocar o pau duro dele na entrada da minha buceta, de repente senti uma pressão incrível e perdi o fôlego, o Oscar tinha me penetrado.
Eu tava com dois paus dentro de mim, os peitos da minha melhor amiga na minha frente e a cara gostosa dela se acabando de prazer.
Oscar começou a me penetrar enquanto Isaac me batia e dava palmadas, e eu ouvia ele bufando como um touro atrás de mim. Comecei a sentir como o Isaac ficava mais duro e me penetrava cada vez mais rápido, de repente só senti que ele enfiou até o fundo e ouvi um grunhido, ele tinha entupido meu cu. Depois disso, Oscar começou a me penetrar com muita força e, após alguns segundos, também me encheu.
Por fim, Andrés começou a meter bem forte na Katherine Riveros, ela gritava e revirava os olhos, até que Andrés gozou.
Katherine Riveros e eu ficamos na cama, vendo todo mundo tirar a roupa e ir se trocar, ela cheia de porra na buceta e eu no cu e na buceta. Eu não tinha gozado e não sabia se ela tinha chegado lá. Então comecei a me tocar para gozar, Katherine Riveros também começou a se tocar e virou a cabeça para me beijar, a gente se beijou enquanto se tocava e eu fiquei tão excitada que abri as pernas dela e subi em cima para fazer tesoura.
Ela se sentiu muito molhada, os 3 leites juntos, eu comecei a me esfregar e ela também, nós dois começamos a gemer e acelerar os movimentos cada vez mais, de repente eu só senti o orgasmo chegar na minha buceta molhada e usada, Katherine Riveros gozou depois de mim, a gente ficou deitada na cama cheia dos nossos fluidos e com 3 leites diferentes.
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