O Senhor da Esquina
Ô, meus filhos, ah, vocês não sabem o que me aconteceu, tenho que contar isso pra vocês senão eu vou explodir. Vocês já sabem que eu sou meio doida e que gosto de experimentar de tudo, mas isso, isso foi de outro nível, me deixou tremendo nos dias seguintes.
Sempre tem um homem, ali na esquina da saída da universidade, não a minha, uma que eu passo sempre. Um cara de uns sessenta anos, gordinho, moreno, com uma barriga e aquela cara de quem já viveu de tudo. Ele tá sempre ali, sentado num banquinho, e quando a gente, as meninas, passa, a gente adora ele. Eu também, e às vezes eu dava um sorriso pra ele só de sacanagem, porque ele não faz nada.
Um dia, eu tava mascando um chiclete de morango e parei por ali. Ele me olha e diz: «E aí, gostosa, cê vende esse chiclete que tá na sua boca pra mim?»
Aquilo! Eu fiquei tipo 😳. «Como é que é, moço?»
«Seu chiclete, o que cê tá mascando. Eu compro ele de você.»
Ah, eu não sabia se ria ou se saía correndo. Mas a verdade é que me deu uma curiosidade. O que esse cara ia fazer com meu chiclete usado? Guardar de lembrança? Mascar de novo? Me deu uma morbidez danada. Aí, sem pensar muito, tirei ele da boca, com toda a saliva e tal, e entreguei pra ele. Ele me deu umas moedinhas, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Eu fui embora, mas olhando pra trás. Ele ficou lá, olhando pro chiclete na mão, e aí... aí acho que ele guardou no bolso da calça. Nossa, que coisa esquisita! Mas meu nariz ficou meio que um motorzinho, sei lá por quê.
A partir daquele dia, toda vez que eu via ele, ele me cumprimentava com mais confiança. «Oi, princesa do chiclete», ele me dizia, e eu ria. Até que um dia, ele me parou sério.
«Ei», ele falou, baixando a voz. «E um beijo? Quando é que você me vende um beijo?»
Ai, meu Deus. Eu fiz cara de indignada, tipo «Que absurdo, senhor!». Mas por dentro... por dentro eu tava ovulando naquele dia, juro, e me senti uma gata no cio. Tudo me esquentava. E a ideia de beijar aquele velho feio que queria meu chiclete usado... uff, deu um nó na garganta e minha calcinha molhou na hora.
«Então faz logo», eu falei, tentando soar normal. «Mas rápido, não deixa ninguém me ver.»
Ele assentiu, os olhos brilhando. A gente foi um pouco mais pra trás, onde tinha uma árvore pequena que nos cobria um pouco da rua. Fechei os olhos, pensando «isso vai ser nojento», mas quando senti os lábios dele... ah, não.
Os lábios dela eram grossos, macios. Não esperava por isso. E aí ele abriu a boca. E a língua dele... A língua dele entrou na minha boca assim, de uma vez, sem medo. Era uma língua grande, áspera, que enchia minha boca inteira. E tinha um gosto... de tabaco, de café velho, de algo masculino e forte. E muita saliva. Muita saliva! Minha boca encheu de cuspe, mas ao invés de nojo, senti um calor que subia dos pés até a cabeça.
Eu, sem pensar, respondi. Comecei a chupar a língua dele, brincando com a minha. Lambi os dentes dele, que eram meio amarelados, mas não liguei na hora. Queria mais. Queria aquele gosto todo na minha boca.
Ele me agarrou pela cintura e me apertou contra ele. Senti a barriga dele, o corpo quente, e lá embaixo... Ah, crianças, lá embaixo eu senti um caroço duro e grande que me pressionava contra a pélvis. O homem tinha uma pica dura. E dava pra ver que era enorme! Mesmo sendo gordo, aquele volume não dava pra esconder.
A gente babava pra caralho. Nos beijamos por três minutos, mas pareceram horas. Eu gemia na boca dele, ele gemia na minha. As mãos dele desceram e apertaram minha bunda, forte, como se fosse dele. E eu amei. Me senti suja, usada, mas deliciosamente usada.
Quando finalmente nos separamos, os dois estavam ofegantes. Meu queixo estava cheio de saliva, meu batom todo borrado.
«Quanto te devo?», ele disse, com a voz rouca.
«Já foi», respondi, quase sem fôlego. «Já tá de bom tamanho.»
Mas ele não. Tirou uma nota, daquelas que eu não vejo muito, e colocou na minha mão. «Da próxima vez», disse. E foi embora, andando rápido, ajeitando a calça na frente.
Fiquei ali, encostada na árvore, com as pernas tremendo. Passei a mão na boca, ainda quente por causa dele. E aí, sem conseguir me segurar, coloquei a mão por baixo da saia. Minha buceta estava inundada. Ensopada. Escorrendo. Enfiei dois dedos e eles saíram brilhando. Quase gozei ali mesmo, na rua, pensando na língua dele e naquela porra enorme que ele tinha.
Cheguei em casa e me tranquei no banheiro. Tirei a roupa e me olhei no espelho. Tinha marcas roxas na bunda de tanto que eu me apertava. E não conseguia parar de pensar nele.
No dia seguinte, fui no mesmo horário. E ele estava lá. No mesmo banco. Me olhou e sorriu.
«Como você tá, princesa?»
Me aproximei. «E se eu não te cobrar hoje?» falei.
Ele se levantou. «E o que você quer em troca?»
«Quero ver ele,» eu disse, olhando pra baixo, pro meio das pernas dele.
Ele concordou. «Vem.»
Me levou pra um lugar mais escondido, atrás de uns arbustos. Lá, sem dizer nada, desabotoou a calça e puxou pra baixo. E lá estava ele.
Ah, meus filhos, juro que quase desmaiei. O maior pau que já vi na vida. E na idade dele. Moreno, grosso, com veias marcadas, e uma cabeça bem rosada. Parado, duro, pulsando. Era lindo. Uma obra de arte.
«Gostou?» ele perguntou.
«Adoro isso», eu disse, e me ajoelhei ali, no chão, sem me importar com nada.
Antes que eu pudesse chupá-lo, ele me parou. «Hoje é hora de outra coisa. Me dá sua calcinha.»
Aquilo? Eu não entendi. Mas me deixou com tanto tesão que eu puxei minha calcinha na hora, entreguei pra ele, e fiquei nua da cintura pra baixo. Ele cheirou bem fundo, e depois guardou no bolso.
«Agora», ele disse. «Vira de costas.»
Eu me virei, me segurando no tronco de uma árvore. Ele se aproximou por trás. Senti a ponta do pau dele, enorme, procurando minha entrada. Ele não usou as mãos. Só o pau dele, se guiando.
«Tem certeza?», ele perguntou.
«Por favor», eu gemi.
E aí, ele enfiou em mim. Inteiro. De uma vez só. Ah, que dor gostosa! Eu gritei, mas ele tapou minha boca com a mão grande dele. Me preencheu toda, arrebentou, e começou a se mexer. Devagar no começo, depois mais rápido. Cada estocada me espremia contra a árvore. Senti a barriga dele nas minhas costas, os gemidos dele no meu ouvido. Ele era velho, mas forte. Me fodeu igual um touro, pesado, selvagem, como se fosse a última vez que fosse comer alguém na vida.
«Você é uma putinha bem gostosa,» ele sussurrou no meu ouvido. «Vou te encher todinha.»
E ele fez. Quando senti ele gozando, ele perguntou: «Onde você quer meu leite, princesa?»
«Dentro,» eu gritei. «Me dá tudo dentro!»
E ele, com um grunhido que parecia de bicho, me encheu. Senti o jato quente, uma vez e outra, me preenchendo por dentro. Eu também gozei, tremendo, gemendo, sem acreditar no que tava rolando.
Quando terminou, ele saiu de cima e subiu a calça. Eu fiquei lá, colada na árvore, com o leite dele escorrendo pelas minhas pernas.
«Até mais, princesa,» ele falou, e foi embora como se nada tivesse acontecido.
Levei uns quarenta minutos pra andar direito. Desde aquele dia, toda vez que passo por ali, a gente se olha. E às vezes, se o dia tá bom e eu tô no período fértil, a gente se enfia atrás dos arbustos. Ele não me paga mais. Eu não cobro mais. É o nosso segredo sujo e gostoso. E com 37 anos, tendo um namorado novinho em casa, confesso que é a pica daquele velho feio que me faz gritar mais alto. Que delícia, meus filhos! A vida é cheia de surpresas.
Ô, meus filhos, ah, vocês não sabem o que me aconteceu, tenho que contar isso pra vocês senão eu vou explodir. Vocês já sabem que eu sou meio doida e que gosto de experimentar de tudo, mas isso, isso foi de outro nível, me deixou tremendo nos dias seguintes. Sempre tem um homem, ali na esquina da saída da universidade, não a minha, uma que eu passo sempre. Um cara de uns sessenta anos, gordinho, moreno, com uma barriga e aquela cara de quem já viveu de tudo. Ele tá sempre ali, sentado num banquinho, e quando a gente, as meninas, passa, a gente adora ele. Eu também, e às vezes eu dava um sorriso pra ele só de sacanagem, porque ele não faz nada.
Um dia, eu tava mascando um chiclete de morango e parei por ali. Ele me olha e diz: «E aí, gostosa, cê vende esse chiclete que tá na sua boca pra mim?» Aquilo! Eu fiquei tipo 😳. «Como é que é, moço?»
«Seu chiclete, o que cê tá mascando. Eu compro ele de você.»
Ah, eu não sabia se ria ou se saía correndo. Mas a verdade é que me deu uma curiosidade. O que esse cara ia fazer com meu chiclete usado? Guardar de lembrança? Mascar de novo? Me deu uma morbidez danada. Aí, sem pensar muito, tirei ele da boca, com toda a saliva e tal, e entreguei pra ele. Ele me deu umas moedinhas, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Eu fui embora, mas olhando pra trás. Ele ficou lá, olhando pro chiclete na mão, e aí... aí acho que ele guardou no bolso da calça. Nossa, que coisa esquisita! Mas meu nariz ficou meio que um motorzinho, sei lá por quê.
A partir daquele dia, toda vez que eu via ele, ele me cumprimentava com mais confiança. «Oi, princesa do chiclete», ele me dizia, e eu ria. Até que um dia, ele me parou sério. «Ei», ele falou, baixando a voz. «E um beijo? Quando é que você me vende um beijo?»
Ai, meu Deus. Eu fiz cara de indignada, tipo «Que absurdo, senhor!». Mas por dentro... por dentro eu tava ovulando naquele dia, juro, e me senti uma gata no cio. Tudo me esquentava. E a ideia de beijar aquele velho feio que queria meu chiclete usado... uff, deu um nó na garganta e minha calcinha molhou na hora.
«Então faz logo», eu falei, tentando soar normal. «Mas rápido, não deixa ninguém me ver.»
Ele assentiu, os olhos brilhando. A gente foi um pouco mais pra trás, onde tinha uma árvore pequena que nos cobria um pouco da rua. Fechei os olhos, pensando «isso vai ser nojento», mas quando senti os lábios dele... ah, não. Os lábios dela eram grossos, macios. Não esperava por isso. E aí ele abriu a boca. E a língua dele... A língua dele entrou na minha boca assim, de uma vez, sem medo. Era uma língua grande, áspera, que enchia minha boca inteira. E tinha um gosto... de tabaco, de café velho, de algo masculino e forte. E muita saliva. Muita saliva! Minha boca encheu de cuspe, mas ao invés de nojo, senti um calor que subia dos pés até a cabeça.
Eu, sem pensar, respondi. Comecei a chupar a língua dele, brincando com a minha. Lambi os dentes dele, que eram meio amarelados, mas não liguei na hora. Queria mais. Queria aquele gosto todo na minha boca.
Ele me agarrou pela cintura e me apertou contra ele. Senti a barriga dele, o corpo quente, e lá embaixo... Ah, crianças, lá embaixo eu senti um caroço duro e grande que me pressionava contra a pélvis. O homem tinha uma pica dura. E dava pra ver que era enorme! Mesmo sendo gordo, aquele volume não dava pra esconder. A gente babava pra caralho. Nos beijamos por três minutos, mas pareceram horas. Eu gemia na boca dele, ele gemia na minha. As mãos dele desceram e apertaram minha bunda, forte, como se fosse dele. E eu amei. Me senti suja, usada, mas deliciosamente usada.
Quando finalmente nos separamos, os dois estavam ofegantes. Meu queixo estava cheio de saliva, meu batom todo borrado.
«Quanto te devo?», ele disse, com a voz rouca.
«Já foi», respondi, quase sem fôlego. «Já tá de bom tamanho.»
Mas ele não. Tirou uma nota, daquelas que eu não vejo muito, e colocou na minha mão. «Da próxima vez», disse. E foi embora, andando rápido, ajeitando a calça na frente. Fiquei ali, encostada na árvore, com as pernas tremendo. Passei a mão na boca, ainda quente por causa dele. E aí, sem conseguir me segurar, coloquei a mão por baixo da saia. Minha buceta estava inundada. Ensopada. Escorrendo. Enfiei dois dedos e eles saíram brilhando. Quase gozei ali mesmo, na rua, pensando na língua dele e naquela porra enorme que ele tinha.
Cheguei em casa e me tranquei no banheiro. Tirei a roupa e me olhei no espelho. Tinha marcas roxas na bunda de tanto que eu me apertava. E não conseguia parar de pensar nele.
No dia seguinte, fui no mesmo horário. E ele estava lá. No mesmo banco. Me olhou e sorriu.
«Como você tá, princesa?»
Me aproximei. «E se eu não te cobrar hoje?» falei. Ele se levantou. «E o que você quer em troca?»
«Quero ver ele,» eu disse, olhando pra baixo, pro meio das pernas dele.
Ele concordou. «Vem.»
Me levou pra um lugar mais escondido, atrás de uns arbustos. Lá, sem dizer nada, desabotoou a calça e puxou pra baixo. E lá estava ele.
Ah, meus filhos, juro que quase desmaiei. O maior pau que já vi na vida. E na idade dele. Moreno, grosso, com veias marcadas, e uma cabeça bem rosada. Parado, duro, pulsando. Era lindo. Uma obra de arte.
«Gostou?» ele perguntou.
«Adoro isso», eu disse, e me ajoelhei ali, no chão, sem me importar com nada. Antes que eu pudesse chupá-lo, ele me parou. «Hoje é hora de outra coisa. Me dá sua calcinha.»
Aquilo? Eu não entendi. Mas me deixou com tanto tesão que eu puxei minha calcinha na hora, entreguei pra ele, e fiquei nua da cintura pra baixo. Ele cheirou bem fundo, e depois guardou no bolso.
«Agora», ele disse. «Vira de costas.»
Eu me virei, me segurando no tronco de uma árvore. Ele se aproximou por trás. Senti a ponta do pau dele, enorme, procurando minha entrada. Ele não usou as mãos. Só o pau dele, se guiando.
«Tem certeza?», ele perguntou.
«Por favor», eu gemi.
E aí, ele enfiou em mim. Inteiro. De uma vez só. Ah, que dor gostosa! Eu gritei, mas ele tapou minha boca com a mão grande dele. Me preencheu toda, arrebentou, e começou a se mexer. Devagar no começo, depois mais rápido. Cada estocada me espremia contra a árvore. Senti a barriga dele nas minhas costas, os gemidos dele no meu ouvido. Ele era velho, mas forte. Me fodeu igual um touro, pesado, selvagem, como se fosse a última vez que fosse comer alguém na vida. «Você é uma putinha bem gostosa,» ele sussurrou no meu ouvido. «Vou te encher todinha.»
E ele fez. Quando senti ele gozando, ele perguntou: «Onde você quer meu leite, princesa?»
«Dentro,» eu gritei. «Me dá tudo dentro!»
E ele, com um grunhido que parecia de bicho, me encheu. Senti o jato quente, uma vez e outra, me preenchendo por dentro. Eu também gozei, tremendo, gemendo, sem acreditar no que tava rolando. Quando terminou, ele saiu de cima e subiu a calça. Eu fiquei lá, colada na árvore, com o leite dele escorrendo pelas minhas pernas.
«Até mais, princesa,» ele falou, e foi embora como se nada tivesse acontecido.
Levei uns quarenta minutos pra andar direito. Desde aquele dia, toda vez que passo por ali, a gente se olha. E às vezes, se o dia tá bom e eu tô no período fértil, a gente se enfia atrás dos arbustos. Ele não me paga mais. Eu não cobro mais. É o nosso segredo sujo e gostoso. E com 37 anos, tendo um namorado novinho em casa, confesso que é a pica daquele velho feio que me faz gritar mais alto. Que delícia, meus filhos! A vida é cheia de surpresas.
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