Madrastra gostosa Katherine Riveros

Katherine Riveros Meu padrastoMadrastra gostosa Katherine RiverosOlha, isso é uma coisa que eu não tenho coragem de contar nem pra minha melhor amiga, mas aqui, entre a gente, eu te conto tudo. Tenho 30 anos, já sou uma mulher feita, mas tem um fogo que vem queimando dentro de mim há meses e não me deixa em paz. O nome dele é Miguel, e ele é meu padrasto.

Minha mãe casou com ele quando eu tinha uns 15 anos. Naquela época, ele era só o cara sério que chegava em casa, um homem alto, moreno, com aquele olhar que te perfura. Eu, na minha adolescência, nem ligava. Mas agora... Agora eu vejo as coisas com outros olhos. Ou melhor, com o meu corpo acordado de um jeito que me enlouquece.amadorMiguel tem 52 anos, mas juro que ele tá melhor que muito marmanjo de vinte e poucos anos. Ele trabalha na construção civil, e isso dá pra ver de longe. Tem uns braços que marcam por baixo da camisa, um peitoral largo e aquelas costas que parecem um muro. Mas o que realmente me deixa maluco é a raba dele. Puta merda. Ela é redonda, durinha, e fica um absurdo naquela calça jeans azul que ele sempre usa nos fins de semana. Toda vez que ele se abaixa pra arrumar alguma coisa ou vira de costas, eu fico olhando, com a boca seca e a piroca pulsando.analE não é só a bunda, não. É ele por inteiro. O jeito que ele ri, aquela voz grave que parece um carinho, e até como ele fica na frente da geladeira pegando uma cerveja, com uma naturalidade que me faz imaginar ele em outras posições. Eu sei que é errado, que ele é meu padrasto, que minha mãe tá no meio... mas a vontade é mais forte que eu. Passa pela minha cabeça o tempo todo: como será o pau dele? Deve ser grande, igual ele. Moreno, grosso, com as veias marcadas. Eu imagino ele duro, pulsando, e dá uma vontade de ajoelhar e provar, sentir o peso na minha língua.vadiaA situação ficou mais intensa há um mês. Minha mãe foi viajar para visitar minha avó por duas semanas. Ficamos sozinhos em casa, ele e eu. Nos primeiros dias foi normal, até desconfortável. A gente se cumprimentava, cada um comia por conta própria e se trancava nos quartos. Mas na sexta-feira, a tensão explodiu.

Ele estava no jardim, podando uns arbustos, sem camisa. O sol brilhava nas costas dele, escorrendo por aqueles músculos que se contraíam a cada movimento. Espiei pela janela da cozinha e não conseguia desgrudar os olhos. Ele estava suando, e as gotas desciam pela espinha até se perderem na beirada da calça. Fiquei com um nó na garganta.gostosaDecidi levar um copo d'água pra eles. Saí com as mãos tremendo. "Miguel, aqui", falei, e minha voz saiu rouca, estranha.
Ele se endireitou, pegou o copo e me olhou. Os olhos dele são castanhos, escuros, e naquele momento pareciam enxergar tudo. "Obrigado, Katherine Riveros", disse, e deu um gole longo. Eu continuei ali, paralisada, vendo a garganta dele se mexer. "Precisa de mais alguma coisa?", perguntou, e tinha algo no tom dele... curioso? Desafiador?
"Não, nada", murmurei, e virei pra entrar. Mas no primeiro degrau da entrada, escorreguei. Não foi nada sério, só um tropeço, mas ele chegou num segundo. As mãos dele seguraram minha cintura pra me amparar. Os dedos eram grandes, quentes, e cravaram na minha pele através do tecido fino do meu vestido.Chupa o pauToma cuidado", ele disse, e a respiração dele roçou a nuca. Senti ele colado em mim, o corpo inteiro encostado nas minhas costas. E ali, contra minha bunda, senti algo duro, algo que não podia ser outra coisa senão o pau dele, já ereto, me pressionando.
O ar sumiu. Ficamos os dois parados, naquele contato elétrico que dizia mais do que mil palavras. Meu coração batia igual a um tambor de guerra. Queria me virar e beijar ele, pegar naquele pau que sentia contra mim e pedir pra ele me dar tudo. Mas o medo me travou.
Foi ele quem se afastou primeiro, com uma tossida seca. "Bom, toma mais cuidado", disse, e voltou pro jardim como se nada tivesse acontecido. Mas eu vi ele ajeitar a calça antes de se abaixar de novo. Ele tinha notado. Ele tinha sentido.mamonaNaquela noite, não consegui dormir. Cada vez que fechava os olhos, via as mãos dele na minha cintura, sentia o calor do corpo dele, aquele volume duro encostado em mim. Passei a mão por baixo da calcinha e me encontrei toda molhada. Me toquei pensando nele, em como seria se ele realmente me agarrasse daquele jeito, me empurrasse contra a parede e me fizesse dele. Gozei rápido, gritando o nome dele num suspiro abafado.
No dia seguinte, as coisas mudaram. O silêncio entre a gente já não era mais desconfortável, era pesado. Uma energia densa que tomava cada canto da casa. Ele me olhava mais, os olhos dele percorriam meu corpo quando eu achava que ele não tava vendo. Eu, por minha vez, comecei a me vestir diferente. Vestidos mais curtos, blusas sem sutiã, e sempre sem calcinha. Queria que ele percebesse, que soubesse o que tava causando.ceuA gota d'água foi ontem à noite. Minha mãe ligou por videochamada, e nós três conversamos um pouco. Depois de desligar, ficamos no sofá, vendo um filme. Eu estava numa ponta, ele na outra. Mas, aos poucos, como se um ímã nos puxasse, fomos nos aproximando. Primeiro, nossas pernas se roçaram. Depois, meu pé ficou brincando com o dele. Ele não se afastou.

O filme era só barulho de fundo. A única coisa real era o calor entre nós. De repente, ele apoiou o braço no encosto do sofá, bem atrás dos meus ombros. Não me tocou, mas senti a presença dele me envolvendo.

— Katherine Riveros — ele disse, e a voz dele era um ronco profundo que desceu pela minha espinha.

— Sim, Miguel? — minhas palavras saíram num sopro.

— Isso... o que tá rolando. Não pode continuar assim.pervertidaE por que não?" ousei dizer, virando a cabeça para encará-lo nos olhos. O desafio estava lá, brilhando nos meus olhos.
Ele não respondeu com palavras. Num movimento rápido, fechou a distância entre nós e me beijou. Foi um beijo selvagem, urgente, cheio de todos os anos de silêncio e desejo reprimido. A língua dele invadiu minha boca, e eu respondi com a mesma voracidade, enroscando os dedos no cabelo curto dele.
As mãos dele desceram até meus peitos, apertando-os por cima do tecido, e meus mamilos instantaneamente endureceram. "Aqui não", ele ofegou entre os beijos. "Meu quarto."
Ele me ergueu nos braços como se eu não pesasse nada e atravessou o corredor até o quarto dele. A porta bateu. Ele me jogou na cama que divide com minha mãe e subiu em cima de mim, desabotoando os botões do meu vestido com mãos atrapalhadas pela pressa.
Quando fiquei nua, ele parou para me olhar. Os olhos dele queimavam. "Você é tão gostosa", murmurou, e baixou a cabeça até meus peitos. Colocou um mamilo na boca e chupou com uma força que me fez arquear as costas e gemer. A outra mão dele desceu até minha buceta, encontrando minha xota encharcada. "Porra, você tá pingando", ele rosnou, e enfiou dois dedos em mim de uma vez.
Eu gemi, movendo o quadril contra a mão dele. "Quero seu pau, Miguel. Por favor.manosaEle se levantou e se despiu na minha frente. E ali estava. Meu padrasto, completamente nu. E o pau dele... Meu Deus. Era exatamente como eu tinha imaginado, mas melhor. Grande, grosso, com uma cabeça bem rosada e escorrendo. Moreno como ele, com as veias marcadas, e apontado pra mim como uma arma pronta pra disparar.

Ele pegou uma camisinha do criado-mudo (um pouco de sanidade, pelo menos) e colocou entre minhas pernas. Mas eu coloquei a mão no peito dele. "Não", falei, ofegante. "Quero ficar por trás."

Ele me olhou, surpreso. "Tem certeza?"

"É o que eu mais quero", confessei, e me virei, ficando de quatro, oferecendo minha bunda pro alto.

Eu ouvi a respiração ofegante dele, e então senti as mãos dele nas minhas nádegas, abrindo-as. A ponta do pau dele procurou meu outro buraco, aquele que eu nunca tinha usado tão intensamente com ninguém. "É bem apertado", ele disse, mas a voz tremia de tesão.Madrastra gostosa Katherine RiverosUsa meu mel", implorei, e ele obedeceu, lambuzando o pau com minha própria buceta molhada antes de se posicionar de novo.
A pressão era inacreditável. Um anel de fogo que se expandia milímetro por milímetro enquanto ele entrava. Eu gritei, mas não de dor, e sim de uma mistura de êxtase e choque. Ele me segurou pelos quadris e me puxou até o fundo, me preenchendo por completo.
"Porra, Katherine Riveros, como você é apertada", ele rosnou, e começou a se mover.
E foi assim. Meu padrasto me comeu no cu, na cama que ele divide com minha mãe, e foi a melhor foda da minha vida. Cada estocada era profunda, brutal, me preenchendo de um jeito que eu nunca tinha sentido. Eu gemia como uma louca, empurrando minha bunda contra ele, pedindo mais.
"Você gosta que eu coma seu cu, enteada?" ele perguntou, com um tom sujo que me eletrizou.
"Sim, papai, sim! Me dá mais forte!"
Ele acelerou o ritmo, e o som das bolas dele batendo na minha buceta se misturou com nossos gemidos. Eu estava em outro planeta, flutuando, sentindo meu corpo se entregar a um prazer proibido e delicioso.
"Vou gozar", ele avisou, com a voz rouca.amadorDentro, papai. Quero sentir seu leite."

"Isso é uma bagunça", ele disse no final, mas a mão dele acariciou minhas costas.

"Uma bagunça deliciosa", respondi, e sorri na escuridão.

Agora, enquanto escrevo isso, ele está no jardim de novo. E eu, da minha janela, olho para ele, sabendo que hoje à noite, quando minha mãe ligar de novo, nós dois teremos outro segredo para guardar. E eu, pra ser sincera, já estou contando as horas até escurecer e eu poder ter o pau dele dentro de mim de novo, no lugar onde mais gosto.

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