Katherine Riveros Penetrada pelo meu sogrão

Katherine Riveros Penetrada pelo meu sogrãoKatherine Riveros Penetrada pelo meu sogrãoTinha 18 anos, recém-saída da escola, com um corpo que já era a inveja de metade de Lima. Aos 15 já tinha um peitão de 90 e uma bunda que não parava de crescer. Meu namorado da época, Miguel, magrelo mas com as bolas no lugar, morava só com o pai numa casa em Los Olivos.

Na primeira vez que fui na casa dele, o velho me olhou como se eu fosse um prato de comida. Chamavam ele de Dom Roberto. Um cara de 45 anos, grisalho, com mãos grandes e um olhar que te despia. Miguel sempre foi um imbecil, mas o pai dele era de outro nível.

Uma tarde, depois de foder com Miguel no quarto dele, o filho da puta sussurrou: "E se a gente tentasse algo mais pesado?" Eu, que sempre fui uma puta curiosa, topei na hora. "Meu pai te quer", ele disse, e em vez de me dar nojo, minha buceta molhou na mesma hora.

Ele me levou pra sala, onde Dom Roberto tava vendo TV. "Pai, te trouxe um presente", falou Miguel e me empurrou pra frente. O velho me olhou de cima a baixo, com aquele sorriso de lobo que ainda me excita quando lembro. "Tem certeza, filha?" ele perguntou, e eu, nervosa mas animada, concordei.amadorMiguel trouxe uma cadeira da cozinha, daquelas de madeira. Me fez ajoelhar e amarrou minhas mãos atrás das costas com um cinto. "Você não vai se mexer assim," ele disse, e me deixou ali, com a bunda pra cima e o rosto pressionado contra o assento. Dom Roberto se aproximou desabotoando as calças. "Vamos ver que putinha você é," ele grunhiu e enfiou o pau em uma das minhas bocas.

Ele era enorme e idiota. Maior que o do Miguel, grosso, com um cheiro de macho que me deixava tonta. Enfiou ele na minha garganta, me sufocando, enquanto eu gemia de boca cheia. Com uma mão ele agarrou meu cabelo e com a outra apalpou minha bunda. "Essa buceta é minha," ele disse pro Miguel, e senti ele puxar minha calça pra baixo.

Quando ele enfiou nas minhas costas, eu gritei. Dói na primeira vez, mas ele não parou. Meteu tudo, sentindo meu cu virgem se abrindo. Miguel sentou na minha frente, batendo uma e me olhando. "Então, pai, comeu gostoso essa vagabunda," ele disse, e isso me excitou ainda mais.analDom Roberto me comeu igual a um animal. Me agarrou pelos quadris e me puxou contra ele, enfiando até o fundo. Não pude fazer nada, só gemer e sentir como ele me enchia. Quando gozou, entrou quente e grosso. "Um", disse Miguel, como se estivesse contando.

Mas não pararam por aí. Dom Roberto tirou o pau, me desamarrou e me levou pro sofá. "Agora de frente", ordenou, e me colocou de barriga pra cima. Miguel se aproximou e enfiou o pau de novo na minha boca, enquanto o pai dele me penetrava. A gente tava usando os dois e eu amei. Dom Roberto foi mais devagar, mais fundo, procurando meu ponto até me fazer gozar. "Dois", disse Miguel.

A terceira vez foi a que mais me marcou. Dom Roberto me colocou de quatro no chão. "Essa bunda precisa de mais", ele disse, e cuspiu na mão pra me lubrificar de novo. Dessa vez foi mais fácil, mas ainda assim senti ela aberta. Ele comeu meu cu com uma raiva que me enlouqueceu, agarrando meus peitos e mordendo minhas costas. Miguel já tinha gozado e ficou me olhando do sofá, ofegante. Quando Dom Roberto soltou o leite dentro do meu cu pela segunda vez, perdi a conta. "Três", disse Miguel, mas eu já não conseguia mais pensar.

Eles continuaram me comendo por horas. Às vezes só Dom Roberto, às vezes os dois. Me usavam em todo lugar, me enchendo de porra até escorrer. Quando terminaram, me deixaram largada no chão, toda bagunçada, com o cu dolorido e a bunda inchada. Dom Roberto me ajudou a levantar. "Você é uma puta incrível", ele disse e me beijou na testa.

Depois disso, voltei várias vezes. Sempre era a mesma coisa: Miguel me amarrava, Dom Roberto me comia e eu me deixava levar, aproveitando cada segundo. Até que um dia eu cometi um erro.vadiaFoi há uns três meses. Minha filha Valéria tem 5 anos. Naquele dia, seu Roberto tinha vindo na minha casa porque Miguel estava viajando. Minha filha dormia no quarto dela, ou pelo menos eu pensei. A gente se trancou no meu quarto e, como sempre, começou pesado. Seu Roberto me segurava contra a parede, batendo na minha bunda, enquanto eu gemia que nem uma louca. «Isso, papai, arrebenta minha buceta,» eu falei e ele bateu mais forte.
Num momento, olhei pra porta e vi ela entreaberta. Um par de olhinhos me encarava fixo. Valéria estava ali, de pijama, vendo o avô comer a mãe dela. Fiquei paralisada, mas seu Roberto, na fúria dele, nem percebeu. «O que foi?» ele perguntou, continuando a meter. «Nada,» menti, fechando os olhos, tentando ignorar que minha filha tava nos olhando.gostosaEla saiu rápido, quietinha que nem um rato. Quando Dom Roberto chegou e foi embora, eu fiquei na cama, me sentindo a pior mãe do mundo. No dia seguinte, Valéria não olhou nos meus olhos. Ela brincou baixinho e, quando perguntei se tava bem, ela só balançou a cabeça.
Agora, seu filho da puta, não sei o que fazer. Como é que explico pra minha filha de 18 anos que a mãe dela é uma puta que deixa o avô dela comer ela? Como você lidou com isso sem traumatizar ela ainda mais? Miguel não é meu namorado atual, meu boy agora é outro cara que não sabe de nada disso, e Dom Roberto continua vindo quando pode, porque não posso negar que amo ele.Chupa o pauÀs vezes penso em sentar com ela e conversar, mas o que eu digo? "Olha, filha, às vezes as mães gostam de levar uma pirocada no cu"? Não fode. Outra parte de mim quer fingir que nada aconteceu, mas sei que ela viu e aquela imagem ficou gravada nela.
E enquanto isso continuo vendo o Seu Roberto, porque esse velho sabe me dar o que eu preciso. Semana passada ele me pegou no banheiro de um restaurante, rápido e sujo, e eu tremia de medo de alguém nos descobrir, mas excitada como nunca. É um ciclo de merda, eu sei, mas não consigo parar.mamonaEntão aqui estou eu, com minha filha me evitando e minha consciência me perturbando, mas com o nariz molhado toda vez que penso na pica do meu sogro. Que vida fodida, filho da puta, mas que momento do caralho eu passei.

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