Já que o Ernesto, o amante da minha esposa, viajava pro interior do país a trabalho e também era casado, minha mulher só se encontrava com ele dois ou três dias por mês, alguns com direito a pernoite. Eu levava ela até o ponto de encontro, quando terminava ia buscá-la, e ao chegar em casa cuidava dela, massageava, passava a língua no corpo dela e, às vezes, se não tava dolorida, comia ela. Depois de uns meses de relação, o Ernesto falou que queria engravidar ela. (Horácio, um amante anterior, também queria fazer um filho nela, mas mesmo comendo ela sem camisinha, não conseguiu.) Na hora ela recusou, mas quando chegou em casa e me contou, confessou que adoraria me fazer "pai corno". Naquele momento, minha ereção imediata respondeu por mim. Então decidimos que: a partir dali eu usaria camisinha, minha senhora pararia de tomar anticoncepcional e seria comida a seco pelo Ernesto sem contar nada do plano. No momento em que engravidasse, fingiria surpresa e diria que não saberia quem era o pai. Quarenta e cinco dias depois dessa decisão, uma noite, quando cheguei do trabalho, minha esposa me recebeu com duas taças de champanhe e disse: "Parabéns, pai corno!". Naquela noite, comi ela a seco de novo depois de muito tempo.
1 comentários - Grávida do amante, não do marido