Realizei meu sonho adolescente com minha tia PARTE 1

Naqueles anos, eu era um adolescente descobrindo o mundo da sexualidade... Épocas antigas de longas horas de punheta, noites vendo filmes pornô, esperando chegar a sexta-feira no I-sat ou no Canal Infinito pra conseguir ver aquelas mulheres com a buceta peluda do cinema erótico que me deixavam louco. A gente competia entre amigos pra ver quem gozava mais longe, ou o plano era esperar os velhos dormirem pra ligar pro Chat phone e conversar com alguma depravada. Enfim. Uma adolescência punheteira linda.

Uma noite, na casa dos meus primos, enquanto jogávamos Playstation altas horas da madrugada, me deu vontade de ir ao banheiro. Quando entrei meio distraído de supetão, encontrei minha tia Susi sentada no vaso fazendo xixi e consegui ver que, debaixo do camisão dela, tinha uma moita de pelos pretos bem aparados em formato de franja (exatamente como eu via nos pornôs eróticos daquela época). Ela se assustou, eu pedi desculpas e saí na hora. Mas nunca consegui tirar aquela imagem da minha cabeça. Naquela época, eu tinha uns 14 anos, enquanto ela já estava nos 40 e tantos.

Sem saber, minha tia se tornou a principal dona das minhas punhetas. Uma mulher ruiva, com quadris bem largos, pouco peito e aquela buceta estilo pornô, bem peluda mas ao mesmo tempo aparada. Entre ela e eu, nunca falamos daquela cena até então. Lembro que quando meu primo contava que a mãe dele costumava tomar banho com meu tio, ou que alguma noite ele a ouvia transando, e contava isso como piada, eu ficava louco e, ao chegar em casa, me acabava na punheta pensando naquela pussy que vi naquela madrugada.

Os anos passaram, eu me tornei um rapaz crescido. E aos 27, já tendo muita experiência com gostosas e coroas mais velhas, percebi numa sessão com meu psicólogo que aquele desejo pelo objeto que representava minha tia, eu replicava em cada mulher com quem ganhava intimidade... pra cada coroa que era uma foda minha, eu pedia pra deixar a pussy peluda e aparar ela em franja. (Assim como minha tia). Num Natal, resolvi contar pra ela como aquela noite tinha me marcado. Entre drinks e festa, no meio do quintal depois do brinde, confessei que nunca tinha esquecido o que vi naquela noite. E ela, pra minha surpresa, também lembrava. Foi muita vergonha e risada até que criei coragem pra dizer que, pra mim, aquela cena era o protótipo de gostosa que sempre procurei. Que não entendia como ela, na idade dela — quase 60 e tantos anos —, ainda estava sozinha.

A partir daquele momento em que minha tia começou a me ver como homem, nossa relação mudou. Começaram mensagens mais íntimas, chimarrão, visitas, até acompanhei ela em algumas compras. Sempre dava prioridade como sobrinho pra ajudar nas coisas dela. Depois de uns 3 anos de uma relação muito próxima e doce, minha tia me contou que tinha conhecido um senhor por um app. E que ia começar a sair com ele, mas tava com medo de voltar pro jogo. Disse que já tinha esquecido "como era" e que "tava sem prática". Eu, aos 30, era uma máquina. E ela, nos seus 60 e poucos, já se sentia enferrujada. Me contou que a ginecologista tinha recomendado um creme pra lubrificar, e começou uma sequência de piadas sexuais até que uma noite perguntei se ela tava fazendo sexting, porque isso era o novo — o joguinho das fotos picantes — e que ela praticasse tirando algumas e, na confiança, mandasse pra mim pra eu opinar como homem.

Parecia que nunca ia topar, porque ficou muito envergonhada, mas comecei a mostrar o tipo de foto que algumas gostosas me mandavam... Nossa conversa começou a esquentar, com ela opinando sobre as gostosas e eu mostrando meu lado tarado... até que num momento soltei as palavras mágicas: "Mas, tia, por mais foto que eu receba, nunca esqueci de você naquela madrugada. Aquela foi a foto mais quente que guardei."

— Ai, nene, mas aquela era sua tia mijando de buceta às 3 da manhã, hahaha.

— E daí? O que eu daria pra ver aquilo de novo. Ali sim que é sexting de verdade. A gente brincou mais um pouco. E não passou disso. No sábado seguinte, o dia que ela ia encontrar esse cara. Recebo uma foto da minha tia mostrando um pouco do decote e dizendo: "Tá bom assim? Kkkk." Me deu até uma ternura porque a foto não esquentava nada. Mas o que me excitava era o joguinho e eu sendo o incentivador. Falei pra ela aumentar um pouco o tom e ela deu o OK, mas não mandou aquela foto. Umas horas depois, ela me escreve: "Me deram o bolo." Não pensei duas vezes e propus a gente tomar algo na casa dela, jogar truco e fazer uma companhia. Quando cheguei e vi ela toda arrumada, perfumada e no modo MILF gostosa, fiquei louco por dentro. Não via a hora de tocar nela. De esquentar. De rolar tudo. Era minha tia, mas ao mesmo tempo a gente vinha se provocando há anos. Naquela noite fiquei até as 4 da manhã, fumamos, bebemos, rimos pra caralho. Eu dizia que era injusto e que daria tudo por uma gata como ela. Ela falava que eu era muito novo e bonito pra ficar com coroa. Quando cheguei em casa, mandei uma mensagem de boa noite e uma foto minha pelado na frente do espelho, marcando todo o volume na cueca. "Bom, gato, se você não esqueceu da tia aos 40, me diz como eu vou te esquecer agora." E foi nesse momento que eu falei: "Naquela noite eu te vi semi-nua. Agora, estamos quites. Boa noite, tia..." "Pra ficar quites, você teria que me mostrar o que tem debaixo da cueca." "Ah é? Tem certeza?" "A essa altura, siiiim." E mandei uma foto da minha pica completamente dura, bem ereta, com a cabeça toda pra fora, grossa. Continua...

5 comentários - Realizei meu sonho adolescente com minha tia PARTE 1

Espero a parte 2... Tem algo parecido com a experiência com uma tia também. 🔥