Tudo começou num verão de janeiro de 2011, quando eu tinha 6 anos. Meu nome é Lucas, meus pais e eu morávamos na capital, Lima. Meu pai se chama Arturo, tem 31 anos, mede 1,73m, trabalha como taxista e é um pouco gordinho. Minha mãe se chama Carmen, tem 29 anos, mede 1,67m, é dona de casa. Ela não conseguiu terminar a faculdade porque engravidou de mim, e agora cuida de mim e da casa. Mas ela tem um corpaço, coxas grossas, peitos normais, mas o que mais se destaca no corpo dela é a bunda, que era olhada por vários homens quando passavam perto da minha mãe enquanto ela me levava ao mercado. Eu via, mas naquela idade era muito inocente pra entender o que rolava.
Um dia, em casa, eu tava brincando com meus brinquedos na sala e minha mãe cozinhando um guisado de frango. Hoje ela tava usando um vestido branco fininho que deixava ver os peitos e a forma do corpo. Mas aí a porta de casa começou a bater. Quando ouvi isso, fui até a cozinha, onde minha mãe tava mexendo a panela com a concha. Ela me viu.
Carmen: O que foi, meu anjo? *enquanto mexia a panela*
Eu: Mamãe, tem alguém batendo na porta.
Carmen: *abaixando o fogo da panela e largando a concha* Já vou, meu anjo.
Falei isso e fui atrás dela. Quando minha mãe chegou na porta de casa, começou a abrir e se deparou com meu tio Raúl, o irmão mais velho do meu pai. Ele tem 38 anos, mede 1,77m, é um pouco forte. Tava usando uma camisa azul com listras vermelhas, uma calça jeans e sapatos pretos. Tinha uma mochila grande nas costas. Assim que a porta se abriu, ele se jogou pra abraçar minha mãe pela cintura e depois levantou ela do chão. Isso deixou minha mãe surpresa. Eu pude ver que o vestido branco dela subiu, mostrando a calcinha vermelha.
Raúl: E aí, cunhadinha, como cê tá? *falou bem carinhoso e brincalhão*
Carmen: *se recuperando da surpresa* Ah, oi Raúl, que surpresa hehehe... oi *abraçando ele pelo pescoço*
Eu, vendo aquilo... Cena. Me senti estranho vendo meu tio Raul abraçando minha mãe daquele jeito. Eu entendia que meu tio era carinhoso, mas com ela era diferente. Só que minha mãe não parecia se incomodar quando ele abraçava ela assim. Vi que eles ficaram assim por uns minutos, até que meu tio percebeu que eu estava ali, mas sem soltar minha mãe do abraço, ele veio falar comigo.
Raul: "Mas olha só quem está aqui, se não é meu sobrinho. Como vai, campeão?" *passou a mão de leve na minha cabeça*
Eu: "Tô bem sim." *enquanto olhava pra ele*
Carmen: "Bom, Raul, já pode me soltar, tenho que ver a cozinha senão a comida queima." *meio nervosa*
Raul: "Ah, claro, hahaha, desculpa." *enquanto a soltava*
Depois disso, meu tio baixou minha mãe e foi pra cozinha enquanto ela arrumava o vestido, sendo observada por ele, que não tirava os olhos da bunda dela, e depois foi pra cozinha também.
Raul: "Por falar nisso, Carmen, que horas meu irmão chega? Tenho algo pra falar com ele." *baixando a mochila das costas*
Carmen: "Ele tá trabalhando, vai chegar às 7 da noite. E pode me dizer o que vai falar com meu marido?" *desligando o fogo e tampando a panela*
Raul: "Então, é que tão reformando minha casa, e queria saber se posso ficar uns meses aqui até avisarem que terminou."
Carmen: "Ah, claro que sim, Raul, você é bem-vindo. Certeza que meu marido vai concordar com isso."
Raul: "Muito obrigado por isso, mas fica tranquila, não vou ficar de vagabundo não. Também vou ajudar a manter a casa arrumada, hahaha."
Carmen: "Hahaha, valeu pelo gesto, sem problema." *olhando pra ele com um certo flirt* "Quer almoçar? Tava quase fazendo comida pro meu filho."
Raul: "Claro, adoraria almoçar." *olhando discretamente pros peitos dela*
Carmen: "Beleza, deixa eu chamar meu menino. Lucas, meu filho, pode vir aqui, por favor?"
Nisso, eu ouvi minha mãe me chamando e fui pra cozinha, onde meu tio também estava.
Eu: "Fala, mãe?"
Carmen: "Pode arrumar a mesa? Vamos almoçar junto com seu tio."
Eu: "Sim, mãe, já vou fazer isso." *enquanto ia arrumar a mesa* Meu tio e eu ficamos sozinhos na cozinha, eu arrumava a mesa. Minha mãe saiu com os pratos servidos e colocou cada um no seu lugar, e meu tio trouxe a jarra de suco de maracujá com uns copos. Aí nós três sentamos à mesa: minha mãe sentou do lado do meu tio, enquanto eu estava do outro lado. Então começamos a comer. Depois de um tempo, eu vi de relance minha mãe parar de comer, com o rosto meio vermelho, fazendo movimentos leves com o braço direito debaixo da mesa. A mesma coisa aconteceu com meu tio, que parou de comer por um instante e fazia movimentos leves com o braço esquerdo debaixo da mesa. Sem que nenhum dos dois percebesse, eu baixei o olhar para debaixo da mesa e me deparei com algo que me deixou confuso pra minha idade: debaixo da mesa, a mão da minha mãe estava dentro da calça jeans do meu tio, fazendo movimentos de cima pra baixo, e meu tio tinha a mão dentro da saia da minha mãe, fazendo movimentos circulares. Depois disso, eles voltaram a comer normalmente, mas dessa vez os dois estavam com as mãos sobre a mesa, só que meio úmidas. Assim passaram alguns minutos até terminarmos de comer. Meu tio ficou pra ajudar minha mãe a lavar a louça, enquanto eu escovava os dentes. Depois de terminar de escovar, fui pro meu quarto, mas antes de entrar, ouvi um gemido abafado vindo da cozinha. Então fui devagar até lá pra ver o que tava rolando. Espiei a cabeça e só vi meu tio e minha mãe se beijando, abraçados, enquanto a mão do meu tio tava passando a mão na bunda da minha mãe, e ela com os braços enroscados no pescoço dele, beijando com gosto, até que pararam.
Carmen: B-bem, acho que já chega por hoje, Raúl *ofegante*
Raúl: Ah, vamos, a gente tem tempo, vem, chupa meu pau
Carmen: Não, já deixei você masturbar minha buceta na frente do meu filho no almoço. Tem que esperar até amanhã *tentando se afastar dele*
Raúl: Tá bom então amanhã você chupa minha buceta, preciosa? Carmen: jejeje, vou chupar bem gostoso. Vai lá arrumar suas coisas, meu filho pode estar por perto *enquanto começava a lavar a louça* Eu saio dali na hora pra não ser descoberto, pensando no que acabei de ver. Nunca imaginei que minha mãe estivesse beijando meu tio assim, escondido do meu pai, que tá trabalhando pra sustentar a gente. Mas alguma coisa dentro de mim gostou do que viu, então quero que anoiteça logo pra ver o que vai rolar entre eles dois. Meu pai chegando em casa agora. Continua...
Um dia, em casa, eu tava brincando com meus brinquedos na sala e minha mãe cozinhando um guisado de frango. Hoje ela tava usando um vestido branco fininho que deixava ver os peitos e a forma do corpo. Mas aí a porta de casa começou a bater. Quando ouvi isso, fui até a cozinha, onde minha mãe tava mexendo a panela com a concha. Ela me viu.
Carmen: O que foi, meu anjo? *enquanto mexia a panela*
Eu: Mamãe, tem alguém batendo na porta.
Carmen: *abaixando o fogo da panela e largando a concha* Já vou, meu anjo.
Falei isso e fui atrás dela. Quando minha mãe chegou na porta de casa, começou a abrir e se deparou com meu tio Raúl, o irmão mais velho do meu pai. Ele tem 38 anos, mede 1,77m, é um pouco forte. Tava usando uma camisa azul com listras vermelhas, uma calça jeans e sapatos pretos. Tinha uma mochila grande nas costas. Assim que a porta se abriu, ele se jogou pra abraçar minha mãe pela cintura e depois levantou ela do chão. Isso deixou minha mãe surpresa. Eu pude ver que o vestido branco dela subiu, mostrando a calcinha vermelha.
Raúl: E aí, cunhadinha, como cê tá? *falou bem carinhoso e brincalhão*
Carmen: *se recuperando da surpresa* Ah, oi Raúl, que surpresa hehehe... oi *abraçando ele pelo pescoço*
Eu, vendo aquilo... Cena. Me senti estranho vendo meu tio Raul abraçando minha mãe daquele jeito. Eu entendia que meu tio era carinhoso, mas com ela era diferente. Só que minha mãe não parecia se incomodar quando ele abraçava ela assim. Vi que eles ficaram assim por uns minutos, até que meu tio percebeu que eu estava ali, mas sem soltar minha mãe do abraço, ele veio falar comigo.
Raul: "Mas olha só quem está aqui, se não é meu sobrinho. Como vai, campeão?" *passou a mão de leve na minha cabeça*
Eu: "Tô bem sim." *enquanto olhava pra ele*
Carmen: "Bom, Raul, já pode me soltar, tenho que ver a cozinha senão a comida queima." *meio nervosa*
Raul: "Ah, claro, hahaha, desculpa." *enquanto a soltava*
Depois disso, meu tio baixou minha mãe e foi pra cozinha enquanto ela arrumava o vestido, sendo observada por ele, que não tirava os olhos da bunda dela, e depois foi pra cozinha também.
Raul: "Por falar nisso, Carmen, que horas meu irmão chega? Tenho algo pra falar com ele." *baixando a mochila das costas*
Carmen: "Ele tá trabalhando, vai chegar às 7 da noite. E pode me dizer o que vai falar com meu marido?" *desligando o fogo e tampando a panela*
Raul: "Então, é que tão reformando minha casa, e queria saber se posso ficar uns meses aqui até avisarem que terminou."
Carmen: "Ah, claro que sim, Raul, você é bem-vindo. Certeza que meu marido vai concordar com isso."
Raul: "Muito obrigado por isso, mas fica tranquila, não vou ficar de vagabundo não. Também vou ajudar a manter a casa arrumada, hahaha."
Carmen: "Hahaha, valeu pelo gesto, sem problema." *olhando pra ele com um certo flirt* "Quer almoçar? Tava quase fazendo comida pro meu filho."
Raul: "Claro, adoraria almoçar." *olhando discretamente pros peitos dela*
Carmen: "Beleza, deixa eu chamar meu menino. Lucas, meu filho, pode vir aqui, por favor?"
Nisso, eu ouvi minha mãe me chamando e fui pra cozinha, onde meu tio também estava.
Eu: "Fala, mãe?"
Carmen: "Pode arrumar a mesa? Vamos almoçar junto com seu tio."
Eu: "Sim, mãe, já vou fazer isso." *enquanto ia arrumar a mesa* Meu tio e eu ficamos sozinhos na cozinha, eu arrumava a mesa. Minha mãe saiu com os pratos servidos e colocou cada um no seu lugar, e meu tio trouxe a jarra de suco de maracujá com uns copos. Aí nós três sentamos à mesa: minha mãe sentou do lado do meu tio, enquanto eu estava do outro lado. Então começamos a comer. Depois de um tempo, eu vi de relance minha mãe parar de comer, com o rosto meio vermelho, fazendo movimentos leves com o braço direito debaixo da mesa. A mesma coisa aconteceu com meu tio, que parou de comer por um instante e fazia movimentos leves com o braço esquerdo debaixo da mesa. Sem que nenhum dos dois percebesse, eu baixei o olhar para debaixo da mesa e me deparei com algo que me deixou confuso pra minha idade: debaixo da mesa, a mão da minha mãe estava dentro da calça jeans do meu tio, fazendo movimentos de cima pra baixo, e meu tio tinha a mão dentro da saia da minha mãe, fazendo movimentos circulares. Depois disso, eles voltaram a comer normalmente, mas dessa vez os dois estavam com as mãos sobre a mesa, só que meio úmidas. Assim passaram alguns minutos até terminarmos de comer. Meu tio ficou pra ajudar minha mãe a lavar a louça, enquanto eu escovava os dentes. Depois de terminar de escovar, fui pro meu quarto, mas antes de entrar, ouvi um gemido abafado vindo da cozinha. Então fui devagar até lá pra ver o que tava rolando. Espiei a cabeça e só vi meu tio e minha mãe se beijando, abraçados, enquanto a mão do meu tio tava passando a mão na bunda da minha mãe, e ela com os braços enroscados no pescoço dele, beijando com gosto, até que pararam.
Carmen: B-bem, acho que já chega por hoje, Raúl *ofegante*
Raúl: Ah, vamos, a gente tem tempo, vem, chupa meu pau
Carmen: Não, já deixei você masturbar minha buceta na frente do meu filho no almoço. Tem que esperar até amanhã *tentando se afastar dele*
Raúl: Tá bom então amanhã você chupa minha buceta, preciosa? Carmen: jejeje, vou chupar bem gostoso. Vai lá arrumar suas coisas, meu filho pode estar por perto *enquanto começava a lavar a louça* Eu saio dali na hora pra não ser descoberto, pensando no que acabei de ver. Nunca imaginei que minha mãe estivesse beijando meu tio assim, escondido do meu pai, que tá trabalhando pra sustentar a gente. Mas alguma coisa dentro de mim gostou do que viu, então quero que anoiteça logo pra ver o que vai rolar entre eles dois. Meu pai chegando em casa agora. Continua...
1 comentários - Meu tio comeu minha mãe escondido do meu pai (parte 1)