Viajei pra Natal, Brasil, em família. A vó pagou o all inclusive, saímos de Buenos Aires. Eu, minha mina Flor, primos, primas e as namoradas deles. 20 pessoas. Chegamos, festa, diversão, risada e uns drinks.
No quarto, primeira noite, a gente tava pegando fogo. Flor é uma mina muito gostosa, alta, 1,80, magrinha, peito pequeno mas delicioso, e uma bunda linda. Mas muito reservada, tímida. O sexo era bom na quantidade, mas sempre papai-e-mamãe ou a mesma coisa, sacou?
No quarto dia, eu já tava de saco cheio de ver tanta bunda e peito na praia e na piscina, e decidi uma parada: ficar bêbado e fazer bagunça. Queria um sexo violento, haja o que hajar.
Fato é que, naquela noite, bêbado, falei pra Flor: "É sempre a mesma merda". Ela respondeu: "Desculpa, meu amor, não sabia que era tão importante pra você". A gente dormiu, e eu me senti culpado. Pedi desculpas por ter falado daquele jeito. Fim. Até amanhã.
No outro dia, Flor me fala: "Vou com suas primas e volto". Uma hora depois, elas voltam. Ela começa a tirar a roupa e fica só com uma fio-dental minúscula estampada de melancias, e a parte de cima igual. A praia inteira virou pra olhar ela. Ela me diz: "Tô com um pouco de vergonha, me traz uma caipirinha". Fui e trouxe duas: uma pra ela, uma pra mim.
Pá, ela termina a dela. Nisso, chegam minhas primas e perguntam: "Que fio-dental linda, colocamos na putinha, hein?" Haha, risada. E Flor fala: "Meninas, tô com vergonha". Elas respondem: "Você precisa de mais álcool" haha. E dali em diante, nas próximas duas horas, ela desceu umas cinco caipirinhas.
Sol, suada e bêbada, você não tem noção do tesão que ela tava. A fio-dental cada vez mais subida, enfiada. Minhas primas também, com um baseado gigante, levantaram e foram pra piscina do hotel. As três juntas não davam uma.
Deixei elas lá. Daqui a pouco, vejo um tumulto de festa. Flor, mega bêbada, abraçada numa mina de peitão pra não cair, com um peito de fora. Ela me fala: "Olha, esse peito aqui tá chupado, mas eu quero chupar outra coisa. Vamos pro quarto."
Antes de chegar, ela pega na minha pica e fala: "Chega de ser a menina da mamãe. Agora sou uma puta, sua puta." Como não tinha ninguém, ela puxou a fio-dental pro lado e me obrigou a comer ela no corredor. Com a pica dura e molhada por ela, ela me agarrou. Na porta, a gente fecha, ela me beija, desce, me beija a pica e pede gozo, leiteeee, aí não aguentei e dei pra ela. Depois de cheia de gozo, ela me fala: "por favor, enfia na minha bunda sem pena". A gente transou a noite inteira. No outro dia, ela acorda com uma baita ressaca, linda, cheia de gozo já seco. Ela me fala: "que porra é essa, meu Deus", enquanto beija meus mamilos e me toca de leve. E me chama de "seu putinho". Chega e não vai mais embora. Chupa meu pau de novo, banha. Pega uma garrafa de cerveja 🍺 e me diz: "hoje eu vou ficar no quarto pra encher a cara da minha vida, vou sair pra caçar pica mais tarde". Dito e feito, eu fui embora, pensei que ela ia dormir. Quando voltei, ela não estava. De noite, escuto barulho e cantoria: "somos as piratas, gostamos de pica, de buceta e de gozada". Espio e vejo dois negros trazendo ela no colo, e outros dois trazendo minhas duas primas. Eles entram e falam: "shh, passa uma garrafinha aí". Eu dou. Flopi, largada no sofá, diz: "você, pica aqui", apontando pra boca, e pra minha prima fala: "você chupa aqui". Loucura, sexo do tipo que vier, gozo sem parar. Flopi, uma puta linda. Termina 7 da manhã, ela abraçada no vaso, vomitando gozo e álcool, enquanto me agradecia. E dizia que queria fazer isso muitas vezes mais.
No quarto, primeira noite, a gente tava pegando fogo. Flor é uma mina muito gostosa, alta, 1,80, magrinha, peito pequeno mas delicioso, e uma bunda linda. Mas muito reservada, tímida. O sexo era bom na quantidade, mas sempre papai-e-mamãe ou a mesma coisa, sacou?
No quarto dia, eu já tava de saco cheio de ver tanta bunda e peito na praia e na piscina, e decidi uma parada: ficar bêbado e fazer bagunça. Queria um sexo violento, haja o que hajar.
Fato é que, naquela noite, bêbado, falei pra Flor: "É sempre a mesma merda". Ela respondeu: "Desculpa, meu amor, não sabia que era tão importante pra você". A gente dormiu, e eu me senti culpado. Pedi desculpas por ter falado daquele jeito. Fim. Até amanhã.
No outro dia, Flor me fala: "Vou com suas primas e volto". Uma hora depois, elas voltam. Ela começa a tirar a roupa e fica só com uma fio-dental minúscula estampada de melancias, e a parte de cima igual. A praia inteira virou pra olhar ela. Ela me diz: "Tô com um pouco de vergonha, me traz uma caipirinha". Fui e trouxe duas: uma pra ela, uma pra mim.
Pá, ela termina a dela. Nisso, chegam minhas primas e perguntam: "Que fio-dental linda, colocamos na putinha, hein?" Haha, risada. E Flor fala: "Meninas, tô com vergonha". Elas respondem: "Você precisa de mais álcool" haha. E dali em diante, nas próximas duas horas, ela desceu umas cinco caipirinhas.
Sol, suada e bêbada, você não tem noção do tesão que ela tava. A fio-dental cada vez mais subida, enfiada. Minhas primas também, com um baseado gigante, levantaram e foram pra piscina do hotel. As três juntas não davam uma.
Deixei elas lá. Daqui a pouco, vejo um tumulto de festa. Flor, mega bêbada, abraçada numa mina de peitão pra não cair, com um peito de fora. Ela me fala: "Olha, esse peito aqui tá chupado, mas eu quero chupar outra coisa. Vamos pro quarto."
Antes de chegar, ela pega na minha pica e fala: "Chega de ser a menina da mamãe. Agora sou uma puta, sua puta." Como não tinha ninguém, ela puxou a fio-dental pro lado e me obrigou a comer ela no corredor. Com a pica dura e molhada por ela, ela me agarrou. Na porta, a gente fecha, ela me beija, desce, me beija a pica e pede gozo, leiteeee, aí não aguentei e dei pra ela. Depois de cheia de gozo, ela me fala: "por favor, enfia na minha bunda sem pena". A gente transou a noite inteira. No outro dia, ela acorda com uma baita ressaca, linda, cheia de gozo já seco. Ela me fala: "que porra é essa, meu Deus", enquanto beija meus mamilos e me toca de leve. E me chama de "seu putinho". Chega e não vai mais embora. Chupa meu pau de novo, banha. Pega uma garrafa de cerveja 🍺 e me diz: "hoje eu vou ficar no quarto pra encher a cara da minha vida, vou sair pra caçar pica mais tarde". Dito e feito, eu fui embora, pensei que ela ia dormir. Quando voltei, ela não estava. De noite, escuto barulho e cantoria: "somos as piratas, gostamos de pica, de buceta e de gozada". Espio e vejo dois negros trazendo ela no colo, e outros dois trazendo minhas duas primas. Eles entram e falam: "shh, passa uma garrafinha aí". Eu dou. Flopi, largada no sofá, diz: "você, pica aqui", apontando pra boca, e pra minha prima fala: "você chupa aqui". Loucura, sexo do tipo que vier, gozo sem parar. Flopi, uma puta linda. Termina 7 da manhã, ela abraçada no vaso, vomitando gozo e álcool, enquanto me agradecia. E dizia que queria fazer isso muitas vezes mais.
0 comentários - Loira gostosa