Naquela noite, eu e meu irmão não conversamos, e no dia seguinte agimos como se nada tivesse acontecido... Como a gente sempre fazia, a diferença é que dessa vez ele tinha me visto batendo uma na porta do quarto dos nossos pais. Era fim de semana, então minha mãe estava em casa. A gente sempre teve uma relação muito aberta, e ela nunca se preocupou muito com o jeito de se vestir perto da gente. Pra nós, era normal vê-la de lingerie. Mas uma coisa é quando você é criança, outra é quando começa a crescer. E tendo dois filhos homens, isso podia acabar sendo perigoso, hehe... Ainda mais considerando que ela sempre cuidou do corpo e chamava a atenção de qualquer homem. Era o que hoje chamam de uma milf. Deixo umas imagens de referência de situações normais pra gente...


Acordar nos fins de semana e encontrar nossa mãe assim pra gente era normal. Com o tempo, percebi que me excitava e sabia que era errado... Mas não conseguia evitar. Era mais forte que eu... Cheguei a me masturbar com a calcinha dela que deixava no cesto de roupa suja no banheiro. Tudo servia pra eu gozar por horas quando tava sozinho em casa. Ficar sozinho era um puta prêmio naquela idade e eu dedicava essas horas pra me dar prazer... Chegou a noite daquele fim de semana, deitamos eu e meu irmão como sempre, e eu esperava a ação começar... Hehe. Lá pela madrugada, começaram os sons típicos de sexo... Dava pra ouvir vozes, risadas e o som claro de sexo oral. Meu pai reclamava mais e dava pra ver que tava adorando o que recebia da minha mãe. Quando fui me levantar pra ouvir melhor e começar a me tocar, vi na cama do lado meu irmão sentado. Ele me olhou e disse: "Eu também fico excitado". Se descobriu e tava todo nu com o pau durasso. Falei pra ele ficar quieto e saímos os dois... Bem devagar até a porta do quarto dos nossos pais. Nós dois completamente nus e muito tesudos. Me encostei na porta e a imagem que vi até hoje lembro: minha mãe de pé e meu pai prestes a penetrar ela. Mal dava pra ver e acho que ali gozei até sem me tocar...
Eram os dois muito tarados, e eu com meu irmão fomos atrás deles... Lembro que foi a primeira vez que vi meu irmão gozar, e foi uma viagem sem volta. Seguimos na nossa, e meus pais nem desconfiavam. Continuavam se pegando como se fosse a última vez. Gritavam mais do que nunca, dava pra ver que estavam mais excitados que o normal. Até que meu pai solta um grito, e eu me aproximo pra ver de novo. Com muito cuidado, vejo claramente ele jorrando gozo nos peitos da minha mãe... Deus.
Aí a gente sabia, eu e meu irmão, que tínhamos que vazar rápido porque iam sair pra ir no banheiro... (rotina típica). Voltamos pro quarto. Mais quentes que antes, os dois, e sem pensar, fechamos a porta, deitamos na minha cama. Nós dois juntos, com as picas apontando pro teto, pra terminar a segunda punheta que a gente tinha começado.
Foi sem dúvida a coisa mais quente e tarada, e qualquer um que tenha irmãos pode confirmar que, se fez isso, é uma das melhores experiências. Nós dois estávamos tremendo, prestes a gozar, vendo os gestos dele, as caras, ouvindo a respiração dos dois. Ficamos assim por um tempo até que, quase ao mesmo tempo, jorramos uns esguichos enormes de porra. Mesmo tendo nos tocado um pouco antes na porta do quarto dos nossos pais. Quase caímos no sono. Nos limpamos com papel que já tinha no quarto, sabendo que isso ia rolar... Hehe. E cada um foi pra sua cama. Sem falar nem pensar muito no que aconteceu, só aproveitando e sabendo que aquilo era só o começo. No dia seguinte, meu pai saiu cedo e minha mãe ainda estava dormindo. Sabia que ela também tinha que acordar e sempre me pedia pra chamá-la, pra não deixar ela dormir até tarde. Levantei e fui até o quarto dela, onde na noite anterior eu a tinha visto com os peitos cheios de porra. Só de pensar nisso já deixava minha pica dura pra caralho. E me deparo com a seguinte cena:
Não sei como consegui não bater uma ali mesmo. Confesso que fui forte pra não fazer uma loucura. O que podia rolar se ela virasse e me visse... Me limitei a chamar ela, acordou e fui pro meu quarto de novo pra me vestir também. Essas coisas todas tavam ficando complicadas. O que antes era normal e eu nem notava... Agora tava me deixando maluco... Levantamos um tempo depois pra tomar café e minha mãe tava limpando e preparando o café na cozinha...
Nem preciso dizer que eu e meu irmão nos olhamos, sabendo que era errado... Mas pensando na mesma coisa. Pra nós dois já tava ficando difícil não ficar de pau duro com a nossa própria mãe. Sabíamos que era uma fase, com certeza... Mas não dava pra evitar. De tarde, ficamos só eu e meu irmão em casa e conversamos sobre o assunto, sobre o que a gente tinha visto e ouvido, e a gente se excitou de novo. Dessa vez, fui eu quem propôs entrar no quarto dos nossos pais e brincar com as calcinhas da nossa mãe, nós dois juntos... Mas isso eu conto no próximo relato. Comentem, deixem pontos e, se quiserem contar alguma experiência, me chamem no privado, porque eu adoro.



Acordar nos fins de semana e encontrar nossa mãe assim pra gente era normal. Com o tempo, percebi que me excitava e sabia que era errado... Mas não conseguia evitar. Era mais forte que eu... Cheguei a me masturbar com a calcinha dela que deixava no cesto de roupa suja no banheiro. Tudo servia pra eu gozar por horas quando tava sozinho em casa. Ficar sozinho era um puta prêmio naquela idade e eu dedicava essas horas pra me dar prazer... Chegou a noite daquele fim de semana, deitamos eu e meu irmão como sempre, e eu esperava a ação começar... Hehe. Lá pela madrugada, começaram os sons típicos de sexo... Dava pra ouvir vozes, risadas e o som claro de sexo oral. Meu pai reclamava mais e dava pra ver que tava adorando o que recebia da minha mãe. Quando fui me levantar pra ouvir melhor e começar a me tocar, vi na cama do lado meu irmão sentado. Ele me olhou e disse: "Eu também fico excitado". Se descobriu e tava todo nu com o pau durasso. Falei pra ele ficar quieto e saímos os dois... Bem devagar até a porta do quarto dos nossos pais. Nós dois completamente nus e muito tesudos. Me encostei na porta e a imagem que vi até hoje lembro: minha mãe de pé e meu pai prestes a penetrar ela. Mal dava pra ver e acho que ali gozei até sem me tocar...
Eram os dois muito tarados, e eu com meu irmão fomos atrás deles... Lembro que foi a primeira vez que vi meu irmão gozar, e foi uma viagem sem volta. Seguimos na nossa, e meus pais nem desconfiavam. Continuavam se pegando como se fosse a última vez. Gritavam mais do que nunca, dava pra ver que estavam mais excitados que o normal. Até que meu pai solta um grito, e eu me aproximo pra ver de novo. Com muito cuidado, vejo claramente ele jorrando gozo nos peitos da minha mãe... Deus.
Aí a gente sabia, eu e meu irmão, que tínhamos que vazar rápido porque iam sair pra ir no banheiro... (rotina típica). Voltamos pro quarto. Mais quentes que antes, os dois, e sem pensar, fechamos a porta, deitamos na minha cama. Nós dois juntos, com as picas apontando pro teto, pra terminar a segunda punheta que a gente tinha começado.
Foi sem dúvida a coisa mais quente e tarada, e qualquer um que tenha irmãos pode confirmar que, se fez isso, é uma das melhores experiências. Nós dois estávamos tremendo, prestes a gozar, vendo os gestos dele, as caras, ouvindo a respiração dos dois. Ficamos assim por um tempo até que, quase ao mesmo tempo, jorramos uns esguichos enormes de porra. Mesmo tendo nos tocado um pouco antes na porta do quarto dos nossos pais. Quase caímos no sono. Nos limpamos com papel que já tinha no quarto, sabendo que isso ia rolar... Hehe. E cada um foi pra sua cama. Sem falar nem pensar muito no que aconteceu, só aproveitando e sabendo que aquilo era só o começo. No dia seguinte, meu pai saiu cedo e minha mãe ainda estava dormindo. Sabia que ela também tinha que acordar e sempre me pedia pra chamá-la, pra não deixar ela dormir até tarde. Levantei e fui até o quarto dela, onde na noite anterior eu a tinha visto com os peitos cheios de porra. Só de pensar nisso já deixava minha pica dura pra caralho. E me deparo com a seguinte cena:
Não sei como consegui não bater uma ali mesmo. Confesso que fui forte pra não fazer uma loucura. O que podia rolar se ela virasse e me visse... Me limitei a chamar ela, acordou e fui pro meu quarto de novo pra me vestir também. Essas coisas todas tavam ficando complicadas. O que antes era normal e eu nem notava... Agora tava me deixando maluco... Levantamos um tempo depois pra tomar café e minha mãe tava limpando e preparando o café na cozinha...
Nem preciso dizer que eu e meu irmão nos olhamos, sabendo que era errado... Mas pensando na mesma coisa. Pra nós dois já tava ficando difícil não ficar de pau duro com a nossa própria mãe. Sabíamos que era uma fase, com certeza... Mas não dava pra evitar. De tarde, ficamos só eu e meu irmão em casa e conversamos sobre o assunto, sobre o que a gente tinha visto e ouvido, e a gente se excitou de novo. Dessa vez, fui eu quem propôs entrar no quarto dos nossos pais e brincar com as calcinhas da nossa mãe, nós dois juntos... Mas isso eu conto no próximo relato. Comentem, deixem pontos e, se quiserem contar alguma experiência, me chamem no privado, porque eu adoro.
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