Nos têm perguntado se alguma vez nos incomodou foder no quarto sempre tendo gente no mesmo quarto ou na casa, tipo, basicamente não ter nenhuma intimidade ou privacidade. E a verdade é que foi totalmente o contrário, sempre foi uma das maiores tesões e excitações, desde a primeira foda até a dessa madrugada. Mas amamos tanto a pergunta que vamos respondê-la primeiro cada um e depois contar uma foda com zero privacidade.
Do lado da Jesi, minha mina divina, não existe overdose de tesão por usar o mesmo quarto pra transar estando, por exemplo, as irmãs dela presentes. O mundo nos olhos lindos e safados dela é muito mais simples que o nosso, quer pica, pega, monta em cima de mim e me cavalga. Se as irmãs estão lá, ela não tá nem aí. E claro que vai gritar igual loba no cio, e se as irmãs não conseguem dormir, problema delas, ponto final. Não tem uma overdose de tesão, mas sim uma marcação de território. Quando eu me mudei pra casa da Jesi, não era a foda no mesmo quarto que as irmãs que a excitava mais, mas sim mostrar pra elas que ela era a mais puta, a mais gostosa e a que mais transava. Tipo uma competição entre irmãs. Desse jeito, e com aquela idade em que tudo é transar, passar a noite inteira fodendo comigo enquanto as duas irmãzinhas ficavam acordadas sem conseguir dormir, ouvindo os gritos e gemidos da minha mina e o rangido da cama, era uma linda demonstração de poder. A sensação de prazer vinha de saber que, enquanto as irmãs iam pra escola sem dormir, ela, toda leitada, ficava dormindo até meio-dia com a linda desculpa de estar grávida.
Do meu lado, a coisa é diferente, eu tava igual a vocês, louco de tesão, do caralho. Às vezes tinha que fechar os olhos só pra não ver que a gente tava transando enquanto minhas cunhadas não conseguiam dormir, porque senão eu gozava em cinco minutos. Pra mim, literalmente explodia a cabeça, e por mais que a gente fodesse toda noite, eu não me acostumava e o tesão continuava. sendo extrema. Pra mim, não deixar elas dormirem por causa da nossa foda já era motivo suficiente pra andar com o pau duro o dia inteiro lembrando da noite anterior. Além disso, pra quem curte esse fogo, o público, por assim dizer, sempre se renova. Então, com o passar dos anos, não só nos tiraram a intimidade e nos proporcionaram essa maravilha de foda com as cunhadas e cunhados ouvindo. Teve primas, primos, amigos, amigas, tias e agora também uma nora.
Sobre a pergunta no privado do que achamos dos telos aqui, a Jesi e eu concordamos em odiá-los, mas por motivos diferentes. Pra mim, são uma coisa fria, sem alma e sem risco. É a coisa mais chata que tem, tipo chupar um prego ou, como minha sogra diz, chupar um peito com sutiã. Não existe chance de meter uma boa transa no hotel. Muito armado, muito esperado. Aqui eu sou o mais básico. Já a Jesi é quem fica mais filosófica, porque além de tudo que eu falei e que ela também concorda 100%, minha mina ainda coloca um adicional moral. Segundo a Jesi, é de muito mau gosto ir andando ou de carro passeando com as crianças e ter que passar na porta de um hotel. É, não me digam que a bitolagem dela não é uma maravilha.
O caso dessa vez foi interessante porque, como eu disse, naquela época a gente andava o dia inteiro à toa e tinha ficado bebendo um Frise azul com a caixa de som e umas cumbias até umas três da manhã. Detalhe: dia de semana, mas pouco nos importava, afinal a gente não trabalhava. Aí, uma das minhas cunhadinhas fala pra Jesi num momento: "Não aguento mais, vou dormir." A Jesi ri e com um sorrisinho bem de filha da puta fala: "Acho que não vai conseguir." Aí, pouco tempo depois que minha cunhadinha foi pro quarto, a Jesi ficou toda excitada, veio pra cima de mim no pátio, sentou no meu colo e começou a me beijar de língua. Me beijava com gosto e enquanto isso meu pau duro batia na calcinha verdinha dela e na tanguinha. Bien transparentada; ela me olhou nos olhos e disse: “vamo pro quarto, quero montar na tua pica”.
Partimos pro quarto com todo o tesão junto, já entrando a mina me beijava e tirava a roupa. Fazendo barulho, se agitando, gritando, eu olhei pra cama da minha cunhada ali contra a parede bonita sem reboco. A mina tinha acordado. Sabia que a irmã não ia deixar ela dormir. Nós nos jogamos na cama e em poucos movimentos tiramos a roupa. Ela tirou minha camiseta rápido, me deixando quase pelado com a pica dura. Eu deixei ela com aquelas tetas lindas no meu peito, roçando tudo, me deixando louco. Tirei a calcinha dela e um cheiro gostoso de buceta suja invadiu o quarto inteiro. Tirei a tanga dela e quase sem perder tempo, minha pica deslizou e cravou sem camisinha, pele com pele, no fundo da buceta dela.
Olhei de novo pra cama da minha cunhada, ela tava lá encostada na parede sem reboco, com as tetinhas pequenas de fora e uma carinha de saber que não ia dormir nada. A Jesi começou a cavalgar em mim, gritando que nem uma puta exagerada. Eram gritos agudos que dava pra ouvir até na casa do vizinho, ela tava pouco se lixando. Gozava da situação toda. Eu tava de pau duro pra caralho, e com aquela idade curta que a gente tinha, tudo era mais quente. Ficamos transando um bom tempo com aqueles gritos que ecoavam o quarto inteiro a cada enfiada de pica sem camisinha. No ritmo da cavalgada dela, eu chupava aquelas tetas gostosas e deixava uns chupões. Como bom putão, tem que marcar território. Quando olhei de novo pra cama da minha cunhada, ela tava vermelha, parecia de tesão, mas quando não aguentou mais, saiu andando rápido, de tetas pra fora, em direção ao banheiro. Com certeza foi se tocar. A gente continuou trepando até a Jesi gozar com um orgasmo lindo que inundou a cama de fluido. Eu enchi a pussy dela completamente de porra, deixando um cheiro ainda mais gostoso. A puta pegou o travesseiro da minha cunhada e limpou a pussy antes de dormir peladinha.
Se vocês tiverem interesse em seguir a jesii no instagram ou mandar mensagem, o instagram é jesiiarchuvia
Do lado da Jesi, minha mina divina, não existe overdose de tesão por usar o mesmo quarto pra transar estando, por exemplo, as irmãs dela presentes. O mundo nos olhos lindos e safados dela é muito mais simples que o nosso, quer pica, pega, monta em cima de mim e me cavalga. Se as irmãs estão lá, ela não tá nem aí. E claro que vai gritar igual loba no cio, e se as irmãs não conseguem dormir, problema delas, ponto final. Não tem uma overdose de tesão, mas sim uma marcação de território. Quando eu me mudei pra casa da Jesi, não era a foda no mesmo quarto que as irmãs que a excitava mais, mas sim mostrar pra elas que ela era a mais puta, a mais gostosa e a que mais transava. Tipo uma competição entre irmãs. Desse jeito, e com aquela idade em que tudo é transar, passar a noite inteira fodendo comigo enquanto as duas irmãzinhas ficavam acordadas sem conseguir dormir, ouvindo os gritos e gemidos da minha mina e o rangido da cama, era uma linda demonstração de poder. A sensação de prazer vinha de saber que, enquanto as irmãs iam pra escola sem dormir, ela, toda leitada, ficava dormindo até meio-dia com a linda desculpa de estar grávida.
Do meu lado, a coisa é diferente, eu tava igual a vocês, louco de tesão, do caralho. Às vezes tinha que fechar os olhos só pra não ver que a gente tava transando enquanto minhas cunhadas não conseguiam dormir, porque senão eu gozava em cinco minutos. Pra mim, literalmente explodia a cabeça, e por mais que a gente fodesse toda noite, eu não me acostumava e o tesão continuava. sendo extrema. Pra mim, não deixar elas dormirem por causa da nossa foda já era motivo suficiente pra andar com o pau duro o dia inteiro lembrando da noite anterior. Além disso, pra quem curte esse fogo, o público, por assim dizer, sempre se renova. Então, com o passar dos anos, não só nos tiraram a intimidade e nos proporcionaram essa maravilha de foda com as cunhadas e cunhados ouvindo. Teve primas, primos, amigos, amigas, tias e agora também uma nora.
Sobre a pergunta no privado do que achamos dos telos aqui, a Jesi e eu concordamos em odiá-los, mas por motivos diferentes. Pra mim, são uma coisa fria, sem alma e sem risco. É a coisa mais chata que tem, tipo chupar um prego ou, como minha sogra diz, chupar um peito com sutiã. Não existe chance de meter uma boa transa no hotel. Muito armado, muito esperado. Aqui eu sou o mais básico. Já a Jesi é quem fica mais filosófica, porque além de tudo que eu falei e que ela também concorda 100%, minha mina ainda coloca um adicional moral. Segundo a Jesi, é de muito mau gosto ir andando ou de carro passeando com as crianças e ter que passar na porta de um hotel. É, não me digam que a bitolagem dela não é uma maravilha.
O caso dessa vez foi interessante porque, como eu disse, naquela época a gente andava o dia inteiro à toa e tinha ficado bebendo um Frise azul com a caixa de som e umas cumbias até umas três da manhã. Detalhe: dia de semana, mas pouco nos importava, afinal a gente não trabalhava. Aí, uma das minhas cunhadinhas fala pra Jesi num momento: "Não aguento mais, vou dormir." A Jesi ri e com um sorrisinho bem de filha da puta fala: "Acho que não vai conseguir." Aí, pouco tempo depois que minha cunhadinha foi pro quarto, a Jesi ficou toda excitada, veio pra cima de mim no pátio, sentou no meu colo e começou a me beijar de língua. Me beijava com gosto e enquanto isso meu pau duro batia na calcinha verdinha dela e na tanguinha. Bien transparentada; ela me olhou nos olhos e disse: “vamo pro quarto, quero montar na tua pica”.
Partimos pro quarto com todo o tesão junto, já entrando a mina me beijava e tirava a roupa. Fazendo barulho, se agitando, gritando, eu olhei pra cama da minha cunhada ali contra a parede bonita sem reboco. A mina tinha acordado. Sabia que a irmã não ia deixar ela dormir. Nós nos jogamos na cama e em poucos movimentos tiramos a roupa. Ela tirou minha camiseta rápido, me deixando quase pelado com a pica dura. Eu deixei ela com aquelas tetas lindas no meu peito, roçando tudo, me deixando louco. Tirei a calcinha dela e um cheiro gostoso de buceta suja invadiu o quarto inteiro. Tirei a tanga dela e quase sem perder tempo, minha pica deslizou e cravou sem camisinha, pele com pele, no fundo da buceta dela.
Olhei de novo pra cama da minha cunhada, ela tava lá encostada na parede sem reboco, com as tetinhas pequenas de fora e uma carinha de saber que não ia dormir nada. A Jesi começou a cavalgar em mim, gritando que nem uma puta exagerada. Eram gritos agudos que dava pra ouvir até na casa do vizinho, ela tava pouco se lixando. Gozava da situação toda. Eu tava de pau duro pra caralho, e com aquela idade curta que a gente tinha, tudo era mais quente. Ficamos transando um bom tempo com aqueles gritos que ecoavam o quarto inteiro a cada enfiada de pica sem camisinha. No ritmo da cavalgada dela, eu chupava aquelas tetas gostosas e deixava uns chupões. Como bom putão, tem que marcar território. Quando olhei de novo pra cama da minha cunhada, ela tava vermelha, parecia de tesão, mas quando não aguentou mais, saiu andando rápido, de tetas pra fora, em direção ao banheiro. Com certeza foi se tocar. A gente continuou trepando até a Jesi gozar com um orgasmo lindo que inundou a cama de fluido. Eu enchi a pussy dela completamente de porra, deixando um cheiro ainda mais gostoso. A puta pegou o travesseiro da minha cunhada e limpou a pussy antes de dormir peladinha.
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