Fazia um bom tempo que eu tava me comportando... Depois do que rolou com a mulher do meu amigo (que a gente repetiu, mas isso é outra história), eu tava numa boa. Virei pai de novo, me foquei nisso, na paternidade que perto dos 40 se aproveita de outro jeito. Mas o corpo tem suas necessidades e, quando menos se espera, ele prega uma "rasteira". Por causa da paternidade, as saídas noturnas diminuíram, o mais perto de um passeio é ir no shopping Aldrey lanchar, comprar alguma bobagem, comer um hambúrguer no Mostaza. E foi lá que eu dei de cara com ela... Loira, magra, uma trintona bem cuidada, uma das funcionárias da limpeza do shopping. Vi ela enquanto ia jogar as migalhas do misto quente e o copo de café que tinha tomado. Eu tinha saído com a patroa, o filho mais velho e o bebê, mas vi ela e meus olhos foram embora. Ela tava com o uniforme verde da limpeza, o cabelo preso e uma ginga linda ao andar. A bunda balançava de um lado pro outro por baixo do tecido fino da calça... comi ela com os olhos, mas só isso. Na semana seguinte, a gente voltou, e eu desesperado procurando ela, mas nada. Até que vi ela quando fui no banheiro... Ela também entrava na mesma área com uma vassoura na mão e, quando vi, sorri pra ela. Ela me olhou e devolveu o sorriso... Me senti feliz por dentro, mas quando saí do mijo e não vi ela de novo, pensei "que otário, ela só sorriu, nada mais". Fiquei indo um mês seguido ou mais no Aldrey, sempre na intenção de ver ela. Cruzava com ela uma ou duas vezes, e se tava longe, a patroa me incentivava a sorrir, mas só isso. Ela, na dela, se tivesse minha mulher perto, nem me olhava; quando eu cruzava com ela, só aí soltava um sorrisinho. Mas nem uma palavra, nada. Até que uma quarta-feira, saí do trabalho com a cabeça cheia de problemas e tinha que ir no dentista, pensei "foda-se, vou no shopping tomar um café e matar tempo". Quando cheguei na praça de alimentação, fui direto na lanchonete. Da fonte, pedi meu café e sentei pra olhar o nada. Lá fora o céu cinza de outono, que em Mardel tem um charme diferente, dentro pouca gente e pouco barulho, ideal pra pensar em nada. Até que me distrai um "finalmente te vejo sozinho". Era ela, a loira da praça de alimentação. Sorrio com cara de bobo (não me vi, mas imagino) e falei algo tipo "sempre tem uma primeira vez" ou alguma resposta de virjão total, mas que na minha cabeça soava interessante. Ela sorriu e só disse "aproveita o café, a gente se vê" e foi embora rebolando a bunda. Me senti um otário, mas com a convicção de que ela me notou, o que já não era pouca coisa. Naquela tarde não cruzei com ela de novo, vi ela limpando a praça de alimentação, varrendo ou passando o pano em alguma mesa suja, mas como tinha pouca gente, sei lá, deve ter ido pra outro setor. Depois daquela tarde, confirmei que tinha que voltar ao shopping durante a semana, pelo menos pra trocar umas palavras mais legais... Mas a vida às vezes tem surpresas. Dois dias depois dessa mini conversa, aparece na sugestão de amigos do Instagram ela, toda gostosa, sorrindo, com um gorrinho de lã e uma menina de poucos anos também sorrindo enquanto a abraçava. Não hesitei e mandei uma mensagem privada falando uma besteira, ela não respondeu e isso foi uma facada. Já tinha me dado por perdido, pensei que minha cabeça tinha me pregado uma peça, que eu tinha imaginado tudo por causa da minha punhetice. Mas não. No sábado seguinte, fui levar a menina mais velha ao cinema, que ia se encontrar com os amiguinhos, e fiquei tomando um café pra passar o tempo. De novo perdido, olhando pra gorda do Botero pela janela, enquanto segurava um livro que não conseguia me concentrar pra ler. E de novo a voz dela me tirou do transe: "Oi! Como você está?" Ela disse... Respondi o cumprimento muito mais correto que da vez anterior e perguntei como ela estava. Ela disse que bem e pediu desculpas por ter me deixado no vácuo, é que o parceiro dela mexe no celular e ela não quer Quilombos. Falei que entendia ela, pedi desculpas por incomodar e expliquei que não queria causar problemas, mas que quando vi ela no Instagram não queria deixar de cumprimentar porque o rosto dela não era fácil de esquecer. Ela sorriu, agradeceu e disse que precisava continuar limpando, mas que em 10 minutos teria a pausa dela, que ia sair pra fumar e que estaria perto dos entregadores do Rappi. Passados 8 minutos, eu já estava parado lá fora, morrendo de frio, esperando ela. Até que vejo ela chegando, com uma jaqueta preta, o capuz levantado, daquelas que têm "pelúcia" na borda. Quando me vê, sorri e me cumprimenta, eu me aproximei e beijei ela na bochecha, como se fôssemos conhecidos de toda a vida. O cheiro de desodorante misturado com produto de limpeza encheu meu nariz, o cabelo loiro dourado dela aparecendo por baixo do capuz dava um estilo muito particular. Acendeu um cigarro, me ofereceu outro, mas recusei — "Não fumo, obrigado" — falei, e ela me contou que queria parar, mas não consegue. Que cada vez fuma mais, que devem ser os nervos e sei lá o quê... Conversamos sobre nada e tudo, mas nada com segundas intenções, tudo muito ingênuo. Até que o relógio vibra, era hora de voltar ao trabalho... Digo que adorei conversar com ela, que queria repetir, mas que não queria complicar a vida dela. Ela me diz que sai do trabalho às 19:00 "essa semana" e na próxima às 16:00. Me passa um número de telefone, mas pra eu mandar SMS, nada de WhatsApp ou essas coisas. Combinamos que eu escreveria e ela foi embora... Durante uns três ou quatro dias, a gente conversava um pouquinho todo dia, tudo muito tranquilo, até que eu falo: "Amanhã, se quiser, passo pra te buscar quando você sair do trabalho, o que acha? Vamos tomar um café ou um mate..." — "Melhor vir com um vinho branco" — ela respondeu. Foi assim que na sexta passada, frio, cinza, fui buscar ela às 19h na esquina da Alvarado com Sarmiento. Na teoria, eu ia me encontrar com amigos pra ver o jogo e ela ia ficar vendo o jogo no trabalho. Bendito. mundial. Levei o vinho comigo por via das dúvidas... Assim que ela subiu no carro, cumprimentei ela, ela elogiou meu perfume e eu elogiei ela toda. Ela sorriu... Me disse logo que fazia muito tempo que não subia no carro de um desconhecido, que tava nervosa. Falei pra ela relaxar, que o vinho ia ajudar a soltar, e ela riu. Já fui direto pra área do molhe sul, ela disse que era melhor irmos pro lado do constituição. Óbvio que concordei e, enquanto batíamos papo, fui pra lá. Estacionei atrás do museu MAR, que numa sexta com jogo da seleção tava vazio pra caralho. Assim que chegamos, peguei o vinho que tava no porta-malas, tirei dois copos de plástico da festa da cerveja e dei uma risada, pedi desculpa por não ter taças, mas não dava pra chamar tanta atenção. Ela riu, disse que entendia e pegou o copo que já tava com metade de vinho branco doce, pronto pra beber. Brindamos, rimos, demos dois goles e eu não conseguia parar de olhar pra boca dela. Foi aí que pedi desculpa, segurei o queixo dela com dois dedos e coloquei ela na minha frente. Fui direto beijar ela, tava morrendo de vontade de sentir os lábios dela, que tinham gosto de doce por causa do vinho. Os lábios dela eram finos comparados aos meus lábios de "churrasco", mas a gente se entendeu bem, porque ela correspondeu ao meu beijo e a gente se fundiu num beijo profundo, longo, tranquilo mas apaixonado. Dava pra ver que os dois tavam a fim... Minhas mãos foram pras pernas dela, as mãos dela pro meu cabelo, começamos a esquentar e as línguas já começaram a se tocar, os fluidos a se misturar. Lá fora, a cidade vazia, o céu cada vez mais escuro e a gente dentro do Sandero, dando vazão ao nosso desejo. Foi um beijo longo, nada nos parava, o mundo tava em pausa, nossas mãos já se moviam com mais intensidade. Minha boca se desgrudou da dela, e fui pousar no pescoço dela, cheirei e beijei, tinha um pescoço longo, fino, delicado, era uma boneca. Quando comecei a descer minha boca e a passar minha língua naquela parte do corpo dela, senti ela soltar um suspiro e apertou meu rosto com força contra o corpo dela. Isso me deixou com muito tesão, então levei minhas mãos para as pernas dela, mas já mais perto da bunda dela.. só me separava o tecido fino da calça de trabalho dela. Quando coloquei minha mão na nádega dela, senti ela dura, firme, linda. De novo ela soltou um suspiro, mais forte que o anterior. Tirei minha boca do pescoço dela, ela me olhou e foi ela quem devorou meu rosto. A gente se beijou de novo e a mão dela já foi pra minha entreperna. Ela começou a me tocar a pica por cima da calça com uma força, com uma vontade. Aí não deu outra, fui eu quem soltou um suspiro que pareceu ter encantado ela, porque ela fez de novo com mais força. A gente se separou e eu falei "vamos" e sem deixar ela responder, fui direto pra um hotel que fica perto da zona de Camet. Quando fechamos a porta, a gente se matou num beijo, nos acariciamos com mil mãos, nos despimos rápido até eu ficar de cueca e ela de peitos de fora e uma calcinha fio dental azul elétrica linda que depois ela confessou que trocou pra me ver no banheiro do trabalho. A loira estava linda, era magra, com uma bunda descomunal, uma barriguinha baixa mas com um físico muito bom. Uns peitos pequenos mas com auréolas grandes e os mamilos estavam duros e ficaram como duas pedras quando comecei a chupar eles. Fui eu o primeiro a saborear ela toda... Primeiro os peitos, depois fui descendo, sempre ela em pé e eu descendo até me ajoelhar e ficar com meu nariz na frente da buceta dela. Eu puxei a calcinha fio dental pro lado, fiz ela levantar uma perna em cima da cama e me coloquei debaixo dela pra começar a lamber toda a buceta dela. Com meus dedos eu abria os lábios dela e a língua entrava fundo e rápido lá dentro, pra depois saborear ela toda de cima a baixo. O clitóris dela ficava duro como um grão de milho enquanto eu ouvia ela gemer e me pedir pra continuar, pra não parar, e me agarrava forte pelos cabelos. Eu chupava como se não houvesse amanhã. Se amanhã existisse, até que ela começou a tremer, a gritar e a puxar meu cabelo com mais força, tinha acabado. Tomei tudo, até a última gota, até sentir que ela relaxava, soltava meu cabelo e se deixava cair na cama, respirando fundo. Saí de debaixo dela e quando olhei, ela estava sorrindo. Eu estava com a pica presa na cueca, dura como pedra, desesperado pra fazer alguma coisa com ela. Então tirei a cueca e joguei no pé da cama, sentei ao lado dela, com a pica apontando pro teto. A loira me viu, não disse nada e sozinha começou a me punhetar, e em dois segundos já estava com os lábios sugando minha pica com desenvoltura. O calor da boca dela me derretia, ela passava as unhas nas minhas bolas, me fazia estremecer. De vez em quando tirava, cuspia na minha pica e enfiava de novo. Depois brincava com a língua na minha cabeça e os dedos procuravam meu buraco do cu... Era uma mestra no boquete, mudava a intensidade, me fazia gemer, suspirar até que começava a chupar tudo e passar a língua bem na cabeça que já tava no limite. Falo pra ela que se continuasse assim ia me fazer gozar, e ela levou isso como um elogio, porque acelerou o processo até eu descarregar tudo na cara dela. Não deu tempo de avisar, então sujei os lábios dela, o nariz, parte do olho... O leite escorria pelo nariz dela e ela, sorrindo, como uma possessa, colocando a língua pra fora e saboreando meu gozo. Não deixou nenhum vestígio do meu leite na cara, tava perfeita, impecável vinte segundos depois de eu ter gozado igual um animal. Olhei pra ela, ela me olhou e a gente riu, fui buscar o que restava do vinho no carro. Tava meio morno, mas a gente bebeu mesmo assim... Logo a gente se beijou de novo, acariciei ela toda e ela me acariciou, joguei ela de bruços na cama, coloquei os braços dela pra cima e comecei a beijar desde a nuca até os tornozelos, percorri ela inteira mas sem tocar em nenhuma parte íntima. Só queria sentir a pele dela arrepiar, queria ouvi-la gemir, queria ver como ela arqueava as costas quando meus lábios passavam pela bunda dela e eu mordia devagar uma nádega. Até que da boca dela saiu um "chega, por favor, mete em mim" e foi assim... Fiquei atrás dela, cuspi na minha pica e aproximei ela da buceta dela. Tava tão quente que nem reparei que não tinha camisinha e enfiei de uma vez. O calor e o jeito da buceta dela me derretiam, me apertavam, me excitavam pra caralho... Comecei a bombar suave e fundo, enquanto minhas mãos seguravam a cintura dela e de vez em quando eu dava uns tapas. Ela gemia e pedia mais e mais. Eu alternava o ritmo, suave e depois intenso, primeiro meio superficial, depois bem até o fundo, e assim mudando a posição das minhas pernas, primeiro as duas juntas, depois uma em cima do colchão e a outra no chão pra ir mais fundo. Quando ela se sacudiu pra todo lado, percebi que ela tinha gozado de novo, e ela tirou eu de dentro dela e fechou as pernas, enquanto eu via como tremiam sem controle. Ela tava com o rosto vermelho, o cabelo loiro já não tava solto, tava num coque, mas mesmo assim alguns fios dourados apareciam. Coloquei a pica na altura da boca dela, e ela, de olhos fechados, chupou tudo de novo. Até que deixou ela bem dura e montou em mim, sem camisinha, limpinho, pele com pele. Ela se mexia devagar e depois forte, de cima pra baixo, em círculos e pros lados. Enquanto isso, me agarrava pelos pelos do peito, se inclinava pra mim e me beijava. Éramos só nós dois enquanto o resto do país tava sofrendo com Cabo Verde e conhecendo quem é vozhina. A loira se mexia possessa, e eu tava num sonho, olhava pra ela, via os olhos fechados, via o sorriso leve no rosto dela, pegava nos peitos dela, beliscava, dava tapas, e ela continuava me comendo. Falei que ia gozar, que tava perto. Ela saiu de cima de mim e chupou de novo até tirar meu gozo. Sorriu pra mim e mostrou como tava tomando... Olhamos pro relógio, já tinha passado uma hora desde que entramos. Somado ao tempo que passou entre eu pegá-la perto do Aldrey e a pausa rápida atrás do museu MAR, não tínhamos muito tempo. Combinamos de ir pro chuveiro pra tirar o cheiro de sexo, mas evitando que ela molhasse o cabelo, mas acabei comendo ela contra a parede e deixando a pouca porra que me restava toda dentro. Foi uma tarde fodida de sexo, saímos e deixei ela perto de casa pra ela conseguir voltar relativamente rápido. Liguei o rádio do carro e a Argentina já tinha ganhado... E eu também.
4 comentários - Limpeza da buceta do Aldrey