Um dia normal no trampo

Ok, tô de boa. Quando eu me virava fazendo reparos em casa, lembro bem que uma senhora me chamou pra dar uma olhada nuns trem lá na casa dela. A conversa começou normal, se eu consertava isso ou aquilo e quanto cobrava pela visita. Resumo: marquei o horário, eu não conhecia a cliente de lugar nenhum, nem sei como ela me achou. O que mais me chamou a atenção foi uma mensagem que ela mandou: no dia que eu fosse, não podia reclamar que ia me tocar igual os Power Rangers. Na época, eu devia ter uns 23 anos, se não me engano. Essa frase, geralmente, falam quando alguém vai comer uma mulher que dizem ser muito feia. Não liguei muito na hora. No dia que eu tinha que ir fazer a revisão dos equipamentos, saí cedo, cheguei na casa, a senhora abriu a porta. Era uma mulher de uns 50 e tantos, acho que mais, gordinha, baixinha e, pra ser sincero, com uns peitões enormes e uma bunda grande. Resumo: entrei, comecei a verificar umas paradas. Uma das coisas quebradas era uma tomada, embora ela achasse que era a TV. Mas o reparo foi rápido, liguei a TV pra garantir que não era defeito dela, porque ela disse que desligava do nada. Enquanto isso, fui olhando outras coisas pra adiantar e dizer o que ela precisava comprar. A senhora não parava de puxar assunto, até que terminei a revisão, já que era algo rápido — o conserto mesmo era outra história. Então ela falou que ia fazer café e um lanche. Enquanto eu comia sentado no sofá, ela sentou do meu lado e começou a perguntar o que eu tinha achado, se não tinha me assustado ao vê-la, que talvez eu imaginava ela diferente. Eu, todo educado, disse que não tinha má impressão e que tava só fazendo meu trabalho, mas na minha cabeça já pensava: "Essa mulher só quer é dar". Resumo: depois que comi, fui juntar minhas ferramentas, e a senhora sentou do meu lado... Meu lado e me diz que sou uma pessoa muito fria, que porque não me aproximo dela, me irritou a verdade, então agarrei ela e deitei ela, aí a putinha me diz: "você tá vivo". Eu não falei nada, peguei a mão dela e coloquei no meu pau. A senhora não me pegou com confiança, me disse que era muito velha e feia pra um rapaz novo, e eu só apliquei aquela: "nenhuma mulher é feia se você olha por onde ela mija". Além disso, não era a primeira senhora daquela idade que eu comia. Eu não falei nada, tirei o pau pra fora e mandei ela mamar. Nesse ponto, a senhora já largou o drama e começou a mamar feliz. Era isso que a putinha queria desde o momento que me escreveu. Em menos de 10 minutos, já tava na cama dela com as pernas abertas, os peitos soltos, e eu comendo ela gostoso. A putinha só não deixou eu gozar porque disse que o filho dela tava chegando e foi tomar banho. Eu fui pegar minhas ferramentas pra ir embora, e esperei ela sair do banho. Ela disse que ia se trocar e sair pra se despedir, mas eu não ia ficar assim. Bem quando ela entrou no quarto, entrei atrás dela quieto e, quando ela soltou a toalha, cheguei por trás, encostei ela na parede e falei que, mesmo que o filho chegasse, eu ia terminar de comer ela. Ela colocou uma perna na borda da cama e ali comecei a comer ela. Dessa vez não era do jeito que ela queria, não; agora ela era minha putinha. Comi ela assim, depois coloquei ela de quatro e, depois, de pernas abertas, comi ela até gozar. A putinha disse que fazia tempo que ninguém comia ela daquele jeito. Quando, da rua, ouviram chamar, era o filho que tinha chegado. Então ela teve que se vestir assim mesmo e ir receber o filho com a colher cheia de porra. Enquanto isso, eu montei a escada e fingi que tava revisando uma lâmpada. Depois, o rapaz me viu, expliquei o que precisava comprar pra terminar o serviço, terminei meu trabalho e fui embora. Depois disso, a senhora me chamava pra revisar qualquer coisa na casa só pra eu comer ela.

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