Naquela tarde, Sole me mandou uma mensagem do trampo: "amor, o celular tá reiniciando sozinho de novo, cê pode passar pra pegar e levar na loja do seu amigo Ruivo pra ele arrumar?". Falei que sim, sem problema, fui buscar e levei na lojinha do meu amigo. O cara é um gênio consertando celular.
Umas quatro da tarde tocou meu WhatsApp: "Pronto, já foi. Vem buscar quando quiser". Como Sole trampava até as sete, fui eu pegar. Entrei na loja e o Ruivo me recebeu com uma cara estranha, meio sorrindo e meio nervoso.
—Mano… antes de tudo, me desculpa —ele falou fechando a porta da loja—. Fui um fofoqueiro de merda. Tive que ver a galeria porque às vezes os vídeos e fotos salvam errado e corrompem. E… achei umas paradas.
Fiquei olhando pra ele sem entender.
—Que paradas?
O Ruivo engoliu seco e baixou a voz, como se tivesse contando um segredo de estado.
—Vídeos pornô, cara. E juro que não queria ver nada, mas… quando abri um, não consegui parar. Sole é uma deusa, mano. Tem um corpo foda. Aquela bunda redonda, os peitos balançando quando ela fica por cima… e o jeito que ela chupa a pica, puta merda. Engole até o fundo, com vontade. E quando fode… se mexe como se tivesse possuída. Te parabenizo, sério. Além disso, tu tem uma pica enorme, cara. Parece grossa, comprida, cheia de veia… e ela faz sumir tudo. Tu é um filho da puta sortudo.
Fiquei paralisado. Não sabia o que falar. A gente nunca tinha se filmado transando. Nunca. Nem uma foto pelada eu tinha mandado pra ela. Mas o Ruivo tava tão convencido que eu fingi demência e entrei na onda.
—Haha, é… a gente gosta de se filmar de vez em quando —menti, coçando a nuca.
—Juro que amei os vídeos, hein. Bati uma vendo um, não vou mentir. Desculpa, sou sem noção. Mas olha… Sole é uma gostosa. Como ela geme, como pede mais… foda.
Ele me deu o celular, cobrou e eu fui embora com a cabeça a mil.
Cheguei em casa, tranquei a Porta trancada e me sentei na cama. Abri a galeria. Tinha uma pasta chamada “Videinhos”. Dentro, uns quinze vídeos. Meu coração batia a mil.
Abri o primeiro.
Era a Sole, pelada, de quatro numa cama que não era a nossa. Um cara atrás dela, com uma pica grossa e comprida, tava comendo ela com força. A câmera tava apoiada em algum lugar. Dava pra ouvir clarinho minha namorada gemendo: “Ai sim, me dá tudo… assim, papai… me arrebenta”. O cara dava tapas na bunda dela e puxava o cabelo. A Sole parecia entregue, curtindo como eu nunca tinha visto comigo.
Senti um nó na garganta. Traição. Raiva. Mas também… fiquei de pau duro. A pica doía dentro da cueca.
Continuei vendo. Em outro vídeo, ela tava ajoelhada, chupando a pica do mesmo cara com tesão. Tirava ela toda babada, dava beijinhos na cabeça, lambia os ovos e depois engolia até os olhos encherem de lágrimas. “Adoro sua pica, amor… é tão gostosa”, ela dizia.
Baixei a calça e comecei a bater uma como um animal. Via minha namorada, minha Sole, sendo uma puta total com outro. E me excitava como nunca. Gozei vendo um vídeo em que ela sentava em cima dele e cavalgava, era impressionante ver como a pica sumia na buceta dela.
Revirei o celular inteiro. Não tinha mensagens estranhas. Nem conversas com o cara. Nem fotos recentes. Só aqueles vídeos, e em nenhum aparecia o rosto dele.
Quando a Sole chegou quinze pras oito, eu tava na sala com o celular na mão. Minha cara devia ter me entregado.
—O que foi, amor? — perguntou, largando as chaves.
Peguei um dos vídeos e coloquei pra tocar sem som. Ela ficou branca igual papel.
—Sole… que porra é essa?
Ela começou a chorar na hora.
—Desculpa… desculpa, juro que nunca te enganei. São vídeos antigos, com um cara que eu saí há uns anos. A gente fazia isso quando tava junto. Ele gostava de filmar a gente e eu… sei lá, me deu um puta receio de apagar. Que vergonha você ter visto isso. Desculpa, meu amor, juro pela minha mãe que não tem mais ninguém. Só você.
Ela se aproximou, me abraçou e continuou pedindo desculpas entre lágrimas, dizendo que iria apagar tudo. Eu também a abracei, ainda com o pau meio duro de lembrança.
—Não precisa apagar eles —falei baixinho—. Entendo. São suas lembranças. E… não estão tão ruins assim. Na verdade… tenho que confessar que me deixaram com tesão.
Ela me olhou surpresa, com os olhos vermelhos.
—Sério mesmo?
—Sim. Mas quero que você me conte tudo. Como era com ele. O que ele fazia com você. Quero saber.
Naquela noite, a gente trepou igual bicho. Pedi pra ela me contar enquanto eu tava enfiado nela. Ela, entre gemidos, me contava como ele comia ela mais forte, como ela gostava de ser tratada de puta, que nenhum outro tinha macetado ela daquele jeito. Gozei como nunca.
Agora, enquanto ela dorme do meu lado, não consigo parar de pensar…
Será que é verdade que é um ex? É verdade que os vídeos são de dois anos atrás, quando a gente ainda não tava junto, mas... Será que ele conseguiu deixar essa rola pra trás se ele gostava tanto? Ou ainda continua aproveitando ela de vez em quando?

Umas quatro da tarde tocou meu WhatsApp: "Pronto, já foi. Vem buscar quando quiser". Como Sole trampava até as sete, fui eu pegar. Entrei na loja e o Ruivo me recebeu com uma cara estranha, meio sorrindo e meio nervoso.
—Mano… antes de tudo, me desculpa —ele falou fechando a porta da loja—. Fui um fofoqueiro de merda. Tive que ver a galeria porque às vezes os vídeos e fotos salvam errado e corrompem. E… achei umas paradas.
Fiquei olhando pra ele sem entender.
—Que paradas?
O Ruivo engoliu seco e baixou a voz, como se tivesse contando um segredo de estado.
—Vídeos pornô, cara. E juro que não queria ver nada, mas… quando abri um, não consegui parar. Sole é uma deusa, mano. Tem um corpo foda. Aquela bunda redonda, os peitos balançando quando ela fica por cima… e o jeito que ela chupa a pica, puta merda. Engole até o fundo, com vontade. E quando fode… se mexe como se tivesse possuída. Te parabenizo, sério. Além disso, tu tem uma pica enorme, cara. Parece grossa, comprida, cheia de veia… e ela faz sumir tudo. Tu é um filho da puta sortudo.
Fiquei paralisado. Não sabia o que falar. A gente nunca tinha se filmado transando. Nunca. Nem uma foto pelada eu tinha mandado pra ela. Mas o Ruivo tava tão convencido que eu fingi demência e entrei na onda.
—Haha, é… a gente gosta de se filmar de vez em quando —menti, coçando a nuca.
—Juro que amei os vídeos, hein. Bati uma vendo um, não vou mentir. Desculpa, sou sem noção. Mas olha… Sole é uma gostosa. Como ela geme, como pede mais… foda.
Ele me deu o celular, cobrou e eu fui embora com a cabeça a mil.
Cheguei em casa, tranquei a Porta trancada e me sentei na cama. Abri a galeria. Tinha uma pasta chamada “Videinhos”. Dentro, uns quinze vídeos. Meu coração batia a mil.
Abri o primeiro.
Era a Sole, pelada, de quatro numa cama que não era a nossa. Um cara atrás dela, com uma pica grossa e comprida, tava comendo ela com força. A câmera tava apoiada em algum lugar. Dava pra ouvir clarinho minha namorada gemendo: “Ai sim, me dá tudo… assim, papai… me arrebenta”. O cara dava tapas na bunda dela e puxava o cabelo. A Sole parecia entregue, curtindo como eu nunca tinha visto comigo.
Senti um nó na garganta. Traição. Raiva. Mas também… fiquei de pau duro. A pica doía dentro da cueca.
Continuei vendo. Em outro vídeo, ela tava ajoelhada, chupando a pica do mesmo cara com tesão. Tirava ela toda babada, dava beijinhos na cabeça, lambia os ovos e depois engolia até os olhos encherem de lágrimas. “Adoro sua pica, amor… é tão gostosa”, ela dizia.
Baixei a calça e comecei a bater uma como um animal. Via minha namorada, minha Sole, sendo uma puta total com outro. E me excitava como nunca. Gozei vendo um vídeo em que ela sentava em cima dele e cavalgava, era impressionante ver como a pica sumia na buceta dela.
Revirei o celular inteiro. Não tinha mensagens estranhas. Nem conversas com o cara. Nem fotos recentes. Só aqueles vídeos, e em nenhum aparecia o rosto dele.
Quando a Sole chegou quinze pras oito, eu tava na sala com o celular na mão. Minha cara devia ter me entregado.
—O que foi, amor? — perguntou, largando as chaves.
Peguei um dos vídeos e coloquei pra tocar sem som. Ela ficou branca igual papel.
—Sole… que porra é essa?
Ela começou a chorar na hora.
—Desculpa… desculpa, juro que nunca te enganei. São vídeos antigos, com um cara que eu saí há uns anos. A gente fazia isso quando tava junto. Ele gostava de filmar a gente e eu… sei lá, me deu um puta receio de apagar. Que vergonha você ter visto isso. Desculpa, meu amor, juro pela minha mãe que não tem mais ninguém. Só você.
Ela se aproximou, me abraçou e continuou pedindo desculpas entre lágrimas, dizendo que iria apagar tudo. Eu também a abracei, ainda com o pau meio duro de lembrança.
—Não precisa apagar eles —falei baixinho—. Entendo. São suas lembranças. E… não estão tão ruins assim. Na verdade… tenho que confessar que me deixaram com tesão.
Ela me olhou surpresa, com os olhos vermelhos.
—Sério mesmo?
—Sim. Mas quero que você me conte tudo. Como era com ele. O que ele fazia com você. Quero saber.
Naquela noite, a gente trepou igual bicho. Pedi pra ela me contar enquanto eu tava enfiado nela. Ela, entre gemidos, me contava como ele comia ela mais forte, como ela gostava de ser tratada de puta, que nenhum outro tinha macetado ela daquele jeito. Gozei como nunca.
Agora, enquanto ela dorme do meu lado, não consigo parar de pensar…
Será que é verdade que é um ex? É verdade que os vídeos são de dois anos atrás, quando a gente ainda não tava junto, mas... Será que ele conseguiu deixar essa rola pra trás se ele gostava tanto? Ou ainda continua aproveitando ela de vez em quando?

4 comentários - O celular da minha namorada e seus segredos