Muitos me pediram pra continuar com os relatos, então peguei a pá e comecei a escrever. A experiência que vou contar é de quase um ano atrás. Foi no começo do primeiro semestre da faculdade (tô estudando medicina na UNC), um tempinho depois do meu primeiro relato. Todo ano o centro acadêmico organiza uma espécie de festa de boas-vindas pros calouros, mas geralmente ninguém vai, só o pessoal do centro e alguns do primeiro ano. Dessa vez rolou na casa com churrasqueira de um dos organizadores, e ficaram convidando todo mundo durante as primeiras semanas de aula. No começo, eu não tava muito afim de ir, mas como o bichinho da farra e da vida noturna tinha me picado, acabei me organizando pra ir.
Na faculdade, sempre fui meio na minha, nunca consegui formar um grupo grande de amigos e também nunca saí com a galera da faculdade — lembrem que eu tive um namorado durante todo o primeiro ano, então não dava muita bola pros meus colegas. Até aquele momento, não tinha tido nenhuma experiência sexual ligada ao mundo da faculdade. Fui pra festa com uma colega com quem às vezes estudo junto, mas não era uma amiga amiga.
Tava vestida com uma minissaia xadrez preta e verde que marcava bem a raba e mostrava bastante as pernas, em cima um top preto de manga curta, justinho e com um decote, e nos pés coloquei um tênis Topper branco, pra ir confortável e não usar salto, com meias de algodão brancas até o meio da canela. Tudo isso mais os óculos que uso sempre me deixou com um visual bem de colegial. Por baixo da roupa, tava usando um conjunto de fio dental e sutiã branco com um pouco de renda. Chegamos umas 12 e, como eu imaginava, tinha pouca gente: um grupo dos meninos do primeiro ano e alguns do centro acadêmico, não vi ninguém que dividisse aula comigo. Tavam fazendo hambúrguer na churrasqueira, e na hora... Quando a gente chegou, elas já estavam terminando, mas deu pra comer uma cada uma. Depois, a gente serviu umas cervejas que a gente tinha comprado. Minha amiga encontrou umas minas do centro acadêmico que ela conhecia e a gente começou a conversar com elas. Depois de um tempo, eu fiquei meio entediada e fui dar uma volta pelo churrasqueiro. Sentei numa cadeira perto da piscina e comecei a mandar mensagens quando um cara do centro acadêmico se aproximou. Ele se chamava Ramiro, era uns anos mais velho, já tava perto de se formar, digamos. Tinha cabelo escuro, comprido, ondulado com franja e uma barbinha. O corpo era normal, mas bonito. O que mais me chamou a atenção foi como ele tava bem vestido comparado com os outros caras. Ele veio e começou a falar de coisas da faculdade, tava tomando um mojito e me deu pra provar. Depois, se ofereceu pra fazer um pra mim e eu aceitei. Daqui a pouco ele voltou e me trouxe meu drink. Tava mais forte, mas eu tomei mesmo assim, meio que foi a única coisa que bebi a noite toda, então tava de boa. Ele perguntou se eu fumava e eu respondi que de vez em quando, na real quase nunca fumo, mas na hora tava afim de um baseado. Ele disse que a gente podia ir fumar dentro de casa pra não vir mais gente, achei meio estranho mas aceitei, pareceu que aquele convite tinha segundas intenções. Dentro de casa não tinha quase ninguém, tavam quase todos no churrasqueiro ou na piscina. Ele me levou pra um quarto pequeno, mas tinha uma cama de casal e um espelho grande na parede, daqueles fixos que medem uma pessoa. Quando a gente entrou, ele fechou a porta e tampou a janela com as cortinas. A gente sentou na cama e ele tirou um saquinho do bolso pra preparar o baseado. — Olha que é forte — ele falou enquanto terminava de bolar. Passou o cigarro pra mim e acendeu, dei uns tragos e comecei a tossir. Como eu disse, não tinha fumado muito, então não tava tão acostumada. Passei de volta e a gente continuou fumando na cama e a O quarto encheu de fumaça. Perguntei se ele tava me batendo, e eu fiz que sim com a cabeça. Quando terminamos, me deitei na cama de barriga pra cima, tinha levado uma boa surra e tava bem relaxada. Ele deitou do meu lado. — Beleza, agora o que cê quer fazer? — ele perguntou. — Sei lá, o que você quiser — respondi meio sem pensar. Ele virou por cima de mim e começou a beijar meu pescoço, enquanto com a mão passava nas minhas pernas. Eu meio que abracei ele pela barriga e comecei a beijar perto da orelha dele. Ele começou a passar a língua no meu pescoço, se levantou um pouco e me beijou de língua. Depois se afastou um pouquinho e a gente começou a chupar as línguas um do outro pra fora da boca, enquanto ele subiu uma das mãos e enfiou por baixo do meu top e começou a pegar nos meus peitos. Eu tava super entregue, então só seguia o que ele fazia. Ele tirou minha camiseta e o sutiã, e baixou a cabeça pra chupar meus peitos enquanto apertava eles. Nessa altura, eu já tava bem excitada e molhada. Abri as pernas e senti ele em cima de mim, depois ele desceu, tirou minha calcinha fio dental e jogou fora. Começou a chupar minha buceta com bastante língua por um tempão. Perguntou se eu tava gostando, e eu respondi que gosto mais quando ele enfia os dedos. — Assim então? — ele disse e enfiou dois dedos pra dentro. Soltei um gemido. — É, assim, me dá — Depois ele enfiou mais um dedo, metendo bem forte. Ele me fez gozar assim, eu gritei sem perceber que podiam me ouvir. Depois de gozar, foi minha vez de chupar ele. Levantei da cama e me ajoelhei na borda, ajustei ele um pouco pra ficar bem de frente e puxei a calça e a cueca dele tudo junto. Ele tinha uma rola bonita, depilada e com a cabeça bem grande, mas não tão comprida. Peguei firme e comecei a chupar devagar, passando bem a língua na ponta da rola. Depois comecei a enfiar tudo na boca, como tinha um espelho ali, de vez em quando olhava pra ver como eu tava. Me excitava muito me olhar no espelho e ver minha cara enquanto tinha uma Pau na boca. Bateu uma batida na porta. — Tá ocupado — gritou o Ramiro. Do outro lado perguntaram: — Tá tudo bem? — Tá, tá, só fumando um baseado. Aí meio que parei de chupar e comecei a rir alto. Voltei a chupar ele, usando bastante a língua na cabeça do pau, e fiz ele gozar ali na minha boca. Me surpreendi porque começou a sair porra do nada, quando eu já tinha diminuído o ritmo. Mas fazer o quê, continuei mais um pouco e chupei toda a porra do pau dele. Quando a gente se recompos um pouco, ele me deitou na cama pra me comer. Levantei a saia e ele começou a meter em posição de perninhas no ombro. Com as mãos, ele segurava minhas pernas na parte das meias e de vez em quando acariciava um pouco minhas pernas. Ele me soltou e me virou de lado pra poder tocar minha bunda enquanto continuava me comendo de boa. — Pela bunda você deixa comer? — ele perguntou, como se pedisse permissão. — Sim, se você quiser, sim, eu deixo — respondi. A cara de empolgação que ele fez me fez cair na risada de novo. Me ajeitei de quatro e falei pra ele chupar minha bunda um pouco. Ele foi pra trás de mim e começou a chupar meu cu e tocar minha bunda. Depois, fiz ele deitar e montei em cima dele. Me apoiei na cama com os tênis e comecei a enfiar devagar. Quando já acostumei, comecei a dar pulos fortes pra sentir bem o pau inteiro entrando na minha bunda. Ele não aguentou muito mais, me segurou pelas costas e me puxou contra ele, tirou o pau e encostou na minha bunda e começou a gozar. Um pouco espirrou até nas minhas costas, mas quase tudo foi parar nas nádegas. A gente deitou e ele acendeu outro baseado, me ofereceu, mas eu disse que não. Ficamos conversando um tempo até que ele soltou uma frase que me deixou em choque. — Que gostoso você deixar fazer a bunda, minha namorada nunca deixou eu fazer isso. — Demorei um pouco pra responder. — Você tá namorando? — Sim, faz tempo, te incomoda? Não respondi, meio que me incomodou no começo, mas depois percebi que não era problema meu. Continuamos. conversando e me contou qual era a dele com a namorada e esse tipo de coisa. Me contou também que era a primeira vez que ele tinha comido um cu. Depois a gente se ajeitou um pouco e arrumou o quarto, antes de eu ir embora, ele me agarrou pela cabeça e chupou minha língua de novo. Saí do quarto e não encontrei minha colega, mandei uma mensagem pra ela e ela disse que já tinha ido embora. Pedi um Uber e voltei pra casa. Cruzei com o Ramiro umas duas vezes na faculdade e a gente transou de novo uma vez, nunca soube quem era a namorada. Espero que vocês tenham gostado do que escrevi e que me contem o que acharam e o que pensam.
Na faculdade, sempre fui meio na minha, nunca consegui formar um grupo grande de amigos e também nunca saí com a galera da faculdade — lembrem que eu tive um namorado durante todo o primeiro ano, então não dava muita bola pros meus colegas. Até aquele momento, não tinha tido nenhuma experiência sexual ligada ao mundo da faculdade. Fui pra festa com uma colega com quem às vezes estudo junto, mas não era uma amiga amiga.
Tava vestida com uma minissaia xadrez preta e verde que marcava bem a raba e mostrava bastante as pernas, em cima um top preto de manga curta, justinho e com um decote, e nos pés coloquei um tênis Topper branco, pra ir confortável e não usar salto, com meias de algodão brancas até o meio da canela. Tudo isso mais os óculos que uso sempre me deixou com um visual bem de colegial. Por baixo da roupa, tava usando um conjunto de fio dental e sutiã branco com um pouco de renda. Chegamos umas 12 e, como eu imaginava, tinha pouca gente: um grupo dos meninos do primeiro ano e alguns do centro acadêmico, não vi ninguém que dividisse aula comigo. Tavam fazendo hambúrguer na churrasqueira, e na hora... Quando a gente chegou, elas já estavam terminando, mas deu pra comer uma cada uma. Depois, a gente serviu umas cervejas que a gente tinha comprado. Minha amiga encontrou umas minas do centro acadêmico que ela conhecia e a gente começou a conversar com elas. Depois de um tempo, eu fiquei meio entediada e fui dar uma volta pelo churrasqueiro. Sentei numa cadeira perto da piscina e comecei a mandar mensagens quando um cara do centro acadêmico se aproximou. Ele se chamava Ramiro, era uns anos mais velho, já tava perto de se formar, digamos. Tinha cabelo escuro, comprido, ondulado com franja e uma barbinha. O corpo era normal, mas bonito. O que mais me chamou a atenção foi como ele tava bem vestido comparado com os outros caras. Ele veio e começou a falar de coisas da faculdade, tava tomando um mojito e me deu pra provar. Depois, se ofereceu pra fazer um pra mim e eu aceitei. Daqui a pouco ele voltou e me trouxe meu drink. Tava mais forte, mas eu tomei mesmo assim, meio que foi a única coisa que bebi a noite toda, então tava de boa. Ele perguntou se eu fumava e eu respondi que de vez em quando, na real quase nunca fumo, mas na hora tava afim de um baseado. Ele disse que a gente podia ir fumar dentro de casa pra não vir mais gente, achei meio estranho mas aceitei, pareceu que aquele convite tinha segundas intenções. Dentro de casa não tinha quase ninguém, tavam quase todos no churrasqueiro ou na piscina. Ele me levou pra um quarto pequeno, mas tinha uma cama de casal e um espelho grande na parede, daqueles fixos que medem uma pessoa. Quando a gente entrou, ele fechou a porta e tampou a janela com as cortinas. A gente sentou na cama e ele tirou um saquinho do bolso pra preparar o baseado. — Olha que é forte — ele falou enquanto terminava de bolar. Passou o cigarro pra mim e acendeu, dei uns tragos e comecei a tossir. Como eu disse, não tinha fumado muito, então não tava tão acostumada. Passei de volta e a gente continuou fumando na cama e a O quarto encheu de fumaça. Perguntei se ele tava me batendo, e eu fiz que sim com a cabeça. Quando terminamos, me deitei na cama de barriga pra cima, tinha levado uma boa surra e tava bem relaxada. Ele deitou do meu lado. — Beleza, agora o que cê quer fazer? — ele perguntou. — Sei lá, o que você quiser — respondi meio sem pensar. Ele virou por cima de mim e começou a beijar meu pescoço, enquanto com a mão passava nas minhas pernas. Eu meio que abracei ele pela barriga e comecei a beijar perto da orelha dele. Ele começou a passar a língua no meu pescoço, se levantou um pouco e me beijou de língua. Depois se afastou um pouquinho e a gente começou a chupar as línguas um do outro pra fora da boca, enquanto ele subiu uma das mãos e enfiou por baixo do meu top e começou a pegar nos meus peitos. Eu tava super entregue, então só seguia o que ele fazia. Ele tirou minha camiseta e o sutiã, e baixou a cabeça pra chupar meus peitos enquanto apertava eles. Nessa altura, eu já tava bem excitada e molhada. Abri as pernas e senti ele em cima de mim, depois ele desceu, tirou minha calcinha fio dental e jogou fora. Começou a chupar minha buceta com bastante língua por um tempão. Perguntou se eu tava gostando, e eu respondi que gosto mais quando ele enfia os dedos. — Assim então? — ele disse e enfiou dois dedos pra dentro. Soltei um gemido. — É, assim, me dá — Depois ele enfiou mais um dedo, metendo bem forte. Ele me fez gozar assim, eu gritei sem perceber que podiam me ouvir. Depois de gozar, foi minha vez de chupar ele. Levantei da cama e me ajoelhei na borda, ajustei ele um pouco pra ficar bem de frente e puxei a calça e a cueca dele tudo junto. Ele tinha uma rola bonita, depilada e com a cabeça bem grande, mas não tão comprida. Peguei firme e comecei a chupar devagar, passando bem a língua na ponta da rola. Depois comecei a enfiar tudo na boca, como tinha um espelho ali, de vez em quando olhava pra ver como eu tava. Me excitava muito me olhar no espelho e ver minha cara enquanto tinha uma Pau na boca. Bateu uma batida na porta. — Tá ocupado — gritou o Ramiro. Do outro lado perguntaram: — Tá tudo bem? — Tá, tá, só fumando um baseado. Aí meio que parei de chupar e comecei a rir alto. Voltei a chupar ele, usando bastante a língua na cabeça do pau, e fiz ele gozar ali na minha boca. Me surpreendi porque começou a sair porra do nada, quando eu já tinha diminuído o ritmo. Mas fazer o quê, continuei mais um pouco e chupei toda a porra do pau dele. Quando a gente se recompos um pouco, ele me deitou na cama pra me comer. Levantei a saia e ele começou a meter em posição de perninhas no ombro. Com as mãos, ele segurava minhas pernas na parte das meias e de vez em quando acariciava um pouco minhas pernas. Ele me soltou e me virou de lado pra poder tocar minha bunda enquanto continuava me comendo de boa. — Pela bunda você deixa comer? — ele perguntou, como se pedisse permissão. — Sim, se você quiser, sim, eu deixo — respondi. A cara de empolgação que ele fez me fez cair na risada de novo. Me ajeitei de quatro e falei pra ele chupar minha bunda um pouco. Ele foi pra trás de mim e começou a chupar meu cu e tocar minha bunda. Depois, fiz ele deitar e montei em cima dele. Me apoiei na cama com os tênis e comecei a enfiar devagar. Quando já acostumei, comecei a dar pulos fortes pra sentir bem o pau inteiro entrando na minha bunda. Ele não aguentou muito mais, me segurou pelas costas e me puxou contra ele, tirou o pau e encostou na minha bunda e começou a gozar. Um pouco espirrou até nas minhas costas, mas quase tudo foi parar nas nádegas. A gente deitou e ele acendeu outro baseado, me ofereceu, mas eu disse que não. Ficamos conversando um tempo até que ele soltou uma frase que me deixou em choque. — Que gostoso você deixar fazer a bunda, minha namorada nunca deixou eu fazer isso. — Demorei um pouco pra responder. — Você tá namorando? — Sim, faz tempo, te incomoda? Não respondi, meio que me incomodou no começo, mas depois percebi que não era problema meu. Continuamos. conversando e me contou qual era a dele com a namorada e esse tipo de coisa. Me contou também que era a primeira vez que ele tinha comido um cu. Depois a gente se ajeitou um pouco e arrumou o quarto, antes de eu ir embora, ele me agarrou pela cabeça e chupou minha língua de novo. Saí do quarto e não encontrei minha colega, mandei uma mensagem pra ela e ela disse que já tinha ido embora. Pedi um Uber e voltei pra casa. Cruzei com o Ramiro umas duas vezes na faculdade e a gente transou de novo uma vez, nunca soube quem era a namorada. Espero que vocês tenham gostado do que escrevi e que me contem o que acharam e o que pensam.
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