Minha irmã gostosa causa o maior rebu

Meu nome é Pablo e tenho 26 anos. Venho de uma família do interior, mas vim pra capital aos 18 pra estudar e me afastar daquela vida, que era muito puxada e não me agradava. Não me interpretem mal, nunca faltou nada e, na real, minha família tem uma situação financeira excelente. Consegui me formar no curso que gostava e comecei a namorar uma mina que estuda a mesma coisa, mas ela tem 21 e tá começando agora, então também dou uma força com as matérias.

Uma tarde, meu pai aparece de surpresa pra me visitar e contar que tava tendo muitos problemas com a Bárbara. Minha irmã mais nova tem 18 e é a mais rebelde da família, não quer estudar nem trabalhar. Ela fala que mamãe e papai têm grana e que ela não precisa, imaginem meu pai, que trabalha desde os 15, ouvindo isso. Ele me pergunta se eu não me importo dela vir morar comigo pra ver se isso motiva ela, e, estando na cidade, talvez incentive ela a arrumar um trampo ou um curso que goste... ou qualquer coisa. Eu, vendo meu pai tão angustiado, aceitei na hora, mesmo sabendo dos problemas que isso ia me trazer. Por causa da diferença de idade, nunca fui muito próximo dela, e nos últimos anos só via ela nos feriados específicos. Além disso, minha namorada Solange é de uma família ultra católica e conservadora, e pelo que dá pra ver nas redes sociais, a Barby é mais solta.

Na sexta, minha irmã chega com a mala e me abraça de um jeito tão caloroso que me surpreendeu. Ela começa a conversar com a Sol e, entre um assunto e outro, fica fazendo umas piadas pesadas pra ela, que não se sente muito à vontade, mas ri mesmo assim. Depois que se instala no quarto, quer começar a planejar a Sol levar ela pra conhecer a capital e essas coisas, mas a Sol fala que essa semana vai pra Mendoza ver os pais e que, quando voltar, elas se atualizam e saem pra passear. Isso fez a Barby dar um sorriso muito sinistro, o que me fez desconfiar que alguma coisa tava sendo tramada.

Já com a Solange em Mendoza e eu trabalhando, comecei a notar uma atitude muito mais solta da Bárbara. Ela tava super prestativa e jogando umas indiretas o tempo todo. o dia, mas não levei a sério. Num momento ela me diz que vai fazer compras, que volta daqui a pouco, eu falo pra ela tomar cuidado e me ligar se precisar. Uma hora e meia depois, ela chega com várias sacolas, mas pequenas, não de roupa, e vai pro quarto.

— Pablo, pode vir?
— Já vou!
+ Entro no quarto e ela estava atrás da porta do guarda-roupa.
— Senta.
+ Sentei na cama e ela sai de trás da porta do guarda-roupa com uma camiseta e uma tanga bem ousada.
— Que que cê tá fazendo?
— Gostou?
— Bárbara, cê tá louca!?
— Fala, fala se gostou!
— É bonita.
— Ah, bom, então.
+ Assim, na minha frente, ela tira a tanga e experimenta outra.
— Que que cê tá fazendo, Barby?
— Quero que você veja todas as tangas que comprei, não conheço um cara que me diga, e a Sol foi embora.
— Mas pelo menos se troca atrás da porta.
— Ah, para de exagero, é só uma buceta, nada demais.

Assim ficou um tempão, e ainda virava pra eu ver como ficava por trás. Olha, era minha irmã, mas ninguém é de pedra, e eu tava começando a ficar meio duro. Quando ela termina de experimentar tudo que comprou, além das tangas, ela veste um vestido e tira um dos que tinha comprado. Pergunto por que ela faz isso, e ela responde que assim fica mais confortável. Não ligo e levanto pra ir embora, mas não tinha reparado como minha pica tava dura. Vou te contar, Deus não me deu muitas virtudes, nem um corpo super sarado, mas me abençoou com uma pica grande. Não é exagero, mas às vezes me atrapalha usar calças muito justas, sungas da moda e até já tive relação que não deu certo porque do outro lado não molhava ou doía. Pode achar que é um dom ou orgulho, mas muitas vezes é um saco.

— Epa! Que que é isso? Gostou do que viu?
— Hã? Do que cê tá falando?
— Disso aí que você tá mostrando!
+ Percebo do que ela tava falando e fico muito nervoso.
— Hã... Ééé... Bom... Não é o que você tá pensando.
— Eu não penso, você pensa e gosta.
+ Ela chega, ela me encara e pega na minha pika
—Quer transar?
—Vai, sua idiota, como vamos transar? Você é minha irmã!
—Mas teu pau subiu e eu não sabia que você tinha isso. Vai, uma rapidinha
+Ela vira e se joga na cama, levantando o vestido pra começar a se tocar

Ninguém é de pedra e eu pensei muito, mas tive a oportunidade, a pika bem dura, então me aproximei pra pegar os pés dela, cheirar, chupar, esfregar no meu rosto porque uma coisa que eu curto tanto quanto a buceta das mulheres são os pés, é um fetiche muito forte que tenho e quando vi que ela tinha aqueles pés lindos, não resisti, já que ia fazer, tinha que ser completo. Ela cai na gargalhada e diz que não acreditava que eu gostava dessas coisas, aí perguntei se incomodava ou se ela achava ruim, mas respondeu que não tinha problema, que me deixava fazer o que eu quisesse. Depois de esfregar e fazer de tudo naqueles pés, fui pra atração principal que era aquela buceta linda que, por causa do suor e do atrito das calcinhas que ela experimentava, tinha um cheirinho muito gostoso (sim, também curto o cheiro de buceta, sou tarado, me desculpem) por isso me dediquei a chupar ela bem, a não deixar nenhum cantinho sem lamber, cheirar e meter os dedos. Ela se contorcia de prazer e entre gemidos pedia mais, então minha intensidade aumentava e os gemidos dela também. Quando já tinham passado uns longos minutos, percebi que ela soltou um gemido mais profundo e longo, as pernas tremeram como se uma corrente tivesse passado pelo corpo dela e com a mão quase arrancou meu cabelo.

—Ahhhhhhyyyhyhyhyhaaaaahhh
—O que foi?
—Filho da puta, gozei toda!
—Gostou?
—Sim, adorei! Mas agora não vai dar pra me foder porque tô sensível e isso vai me arrebentar
—A primeira em casa sempre hahahaha
—Ah, obrigada.
—Quanto tempo pra se recuperar?
—Me dá meia hora e tô pronta

Esperei bem paciente, como um leão que espreita a presa. Quando ela disse que já tava pronta De novo comecei a chupar a buceta dela, mas dessa vez era pra ajudar a esticar e lubrificar, porque vendo aquele buraco e minha máquina, ia ser uma tarefa de precisão. Ainda por cima, eu tava mais excitado porque, como ela tava acabadinha, a buceta tinha um cheiro mais forte e a pica ficou dura na hora, então a urgência tava me dominando, mas não queria estragar aquele monumento.

— Ai, você vai me arrebentar, lubrifica bem.
— Se não quiser, a gente acha outra coisa pra fazer.
— Não! Quero que você meta, mas devagar, porque pode me machucar.

Devagar e com paciência, enfiei a cabeça, o que pareceu funcionar, então coloquei um pouco mais. Quando via ou sentia ela reclamar, parava por ali. Com o tempo, a coisa foi se ajeitando e molhando, o que ficou mais confortável pros dois, e já consegui meter um pouco mais e com mais força, o que foi prazeroso. Ela gemia e me abraçava com força, dizia que não sabia se me matava ou me beijava pelo momento que tava passando. De repente, ela quis tentar com as perninhas no ombro, mas essa posição faz entrar tudo, e quando tentei, ela se contraiu porque era demais, então tirei e coloquei ela de lado, onde fluiu tudo mais tranquilo.

Coloquei ela de quatro e, enquanto comia ela sem meter tudo, mas com muito mais ritmo, comecei a fazer carinho na bunda dela pra deixar ela mais excitada, mas ela pensou que eu queria comer ela pelo cu e disse: "nem sonha, com essa coisa você vai me deixar paralítica". Não sei quanto tempo passou, mas já tava tudo borbulhando em mim e sabia que ia gozar, mas não falei nada, queria ver se ela percebia ou algo assim, mas ela tava tão concentrada em gemer e pegar nos peitos que nunca notou. De repente, voltei a fazer o papai-e-mamãe, mas em pé na frente, não por cima. Peguei um pé que ela tava balançando, enfiei o nariz entre os dedos e comecei a dar beijos, o que me excitou pra caralho, e quando me dei conta, já tava prestes a explodir. Quando ela percebeu, me olhou com uma cara tipo "não goza dentro", mas não deu tempo. Pude (ou não quis evitar) e mandei um jato forte e vários pequenos pra deixar toda a porra dentro dela, explodi em êxtase e ela ficou perplexa, sem se mexer. Tirei a pica e um pouco escorria, mas deixei bem fundo e não dava pra vazar muito. Percebi que tinha sobrado um pouco de sêmen na pica, então peguei os pés dela e me limpei com eles. Enquanto eu fazia minhas putarias, ela continuava imóvel, então depois de descer do nirvana perguntei o que rolava:

- O que foi? Te machuquei?
- Não, idiota, você gozou dentro!
- E? Não pode?
- Não, imbecil, tô sem pílula e tô nos meus dias férteis.
- Bom, como eu vou saber!
- Pedi pra não gozar dentro!
- Não, você não falou nada.
- Bom, achei que era óbvio.
- Não! Até podia ter evitado, mas tava com tesão e quando vi já tava soltando.
- Vou me limpar. Vai na farmácia comprar a pílula e reza pra eu não engravidar.

Ela se levantou com a mão na pussy pra não cair nada e foi se lavar. Sinceramente, não achei tão grave e fui comprar a pílula que dei pra ela tomar. Passamos o dia todo sem falar do que aconteceu. À noite, no jantar, aproveitei que era minha vez de cozinhar e fiz canelones, a comida favorita dela, pra ela desenfezar e a gente conversar:

- Tá gostoso?
- Sim.
- Cortante e monossilábica.
- Vai ficar com raiva muito tempo?
- Olha, pra ser sincera, sim. Uma coisa é deixar te comer ou você fazer um festim nos meus pés, mas gozar dentro é diferente, te falei pra não fazer!
- Barby, você nunca me disse que não podia gozar dentro. Tipo, errei por não perguntar, mas você nunca falou.
- Essas coisas se perguntam.
- Bom, desculpa.
- Ok! Te perdoo.

Nos abraçamos e fomos ver TV. Coisa de mandinga que cai uma tempestade daquelas e a luz acaba. A Bárbara sempre teve medo porque quando éramos crianças uma árvore caiu na casa e ela ficou muito traumatizada. Eu tava indo me deitar e... Ela, muito assustada, me pergunta se pode dormir comigo porque tava apavorada, eu percebi que não era uma cantada, que ela tava realmente com medo e falei que não tinha problema. Parecia o dilúvio universal, o vento era tão forte que pensei que os vidros iam explodir, era terrível. Ela me abraçava forte e eu a segurava pra ela não se assustar, mas óbvio que as lembranças vieram e o amigão começou a ficar duro que nem pica de estátua:

- Desculpa
- Haha, sem problema, aliás, vamos foder pra ver se passa o susto que eu tô

+Eu subo nela e começo a dar uns beijos desde a orelha até as perninhas lindas que ela tinha
- Como você gosta de pés!
- Não, não gosto de pés, gosto dos seus pés!
+Ela ri e morde o lábio de baixo
- São teus, faz o que quiser

Era um banquete pra mim, eu chupava, mordia, cheirava, batia uma punheta com eles, tava em êxtase. Depois desse banquete, comecei a chupar a buceta dela com uma vontade assassina, como se um viciado que tá há muitos dias sem usar volta a provar a droga, tava solto. Eu sentia como ela gemia e que tava perto de arrancar todos os meus cabelos da cabeça, e aí percebi que era hora de passar pra próxima etapa. Virei ela e coloquei um travesseiro pra ficar um pouco levantada e, mordendo o pescoço dela, comecei a meter num ritmo médio pra não machucar, mas também não esperar como da outra vez, embora ainda não estivesse super apertada, me permitia um pouco mais. Fizemos várias posições onde soltamos a franga, mas quando o tempo passava, eu jogo ela na cama com os pés no chão, então a buceta tava à minha mercê. Pego os dois braços dela e, sem enfiar tudo, batia com mais força:

- Não goza dentro!!!
- Não, fica tranquila
+Escrevo assim, mas falei entre gemidos

A potência aumentou um pouco mais e ela me disse de novo pra não gozar dentro, pra jogar nas costas ou nos pés, mas eu, verdade seja dita, sou ruim e penso que Se o gozo não vai pra dentro, é desperdício, então virei ela de quatro pra fazer um "perninhas no ombro" e ter controle total, colocando as perninhas dela na minha cara, o que inexplicavelmente deixa minha rola muito mais dura. Os bombardeios continuaram e, quando não aguentei mais, abracei ela forte, dei um beijo profundo na boca e gozei dentro de novo, deixando a putinha bem cheia. Ela queria se soltar, mas eu, com o abraço e os beijos, não deixava, tava esgotando tudo. Quando a tempestade passou, ficamos de conchinha; ela tava brava, mas pensava mais na tempestade. De manhã, acordei cedo pra dar o fora, porque sei que ela gosta de dormir até tarde, mas não consegui. Quando tava saindo, ela disse que não esqueceu do que rolou e que a gente precisava conversar... mas isso eu conto outra hora.

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