Isso aconteceu há mais ou menos um ano. Na época, eu tinha vinte e dois anos, estava casada há dois e ainda sem filhos, que nem estavam nos nossos planos. Descobri o sexo aos quinze, sendo adolescente, e antes de conhecer o Fabián, meu marido, tive pelo menos três namorados. Com todos os três transei, e, sinceramente, tenho ótimas lembranças de cada um. Cada um me ensinou algo diferente. No sexo, o Fabián até que se virava, mas gozava rápido, em dez minutos ou menos. E o jeito dele... puta merda, complicado. Um orgulho que não deixava ele nem ver os próprios erros. Se eu falava alguma coisa, mesmo que na maior boa vontade, a gente acabava aos gritos. E quase sempre eu é que tava certa, mas ele nunca admitia. Teve uma hora que a briga foi tão pesada que a gente ficou uma semana sem se falar. Ele, em vez de tentar consertar as coisas, ficava ainda mais agressivo, então eu mudei de quarto. A gente só trocava palavra quando era estritamente necessário, e assim passaram umas semanas. Em alguns dias, dois grandes amigos iam se casar, nós dois éramos padrinhos, tínhamos que ir de qualquer jeito. Fomos, mas continuávamos sem nos falar. Minha cara pode dizer outra coisa, mas sou uma mulher meio fogosa. Sempre gostei de me vestir bem: vestidos, leggings, jeans, tudo bem justo no corpo. Meu cabelo é loiro acastanhado, pele clara, tenho cerca de 1,65, um corpo bonito, peitos de bom tamanho, uma bunda firme e redonda que não passa despercebida. Mesmo casada, choviam propostas de conhecidos e estranhos, todos queriam a mesma coisa: me levar pra cama só pra me foder. Mas eu sempre levei o casamento muito a sério. Nunca tinha sido infiel com ninguém... até aquela noite...
Meu marido tem um tio chamado Jorge. É um cara alto, deve ter pelo menos 1,80m, e é bonito, não dá pra negar. O maior atrativo dele era o físico; dá pra ver que é um cara de academia pela musculatura: os braços e o torso eram bem definidos. Aos 35 anos ainda é solteiro e, claro, tem cara de ser um puta mulherengo. Eu nunca dei muita confiança, porque nas poucas vezes que a gente tinha se encontrado antes, ele sempre me olhava com olhos de desejo, até na frente do meu marido, o cara não disfarçava nada. Toda vez que me via, era como se quisesse me despir com o olhar. Durante a festa, o Fabián foi com os amigos dele e eu com as minhas. Quando fui pegar uma bebida, trombei com o Jorge, que me cumprimentou super educado. Ele tava de terno escuro e camisa social, estilo esporte. Quis evitar, mas ele começou a puxar papo e a gente ficou conversando uns minutos. Ele me ofereceu uma taça de vinho e comentou: "É raro te ver sem o Fabián, vocês tão sempre juntos." — A gente tá passando por uns problemas — confessei. "Esse sobrinho não faz ideia da mulherão que tem do lado. Mas vou ter que dar um puxão de orelha nele." — Bom, tenho que ir com minhas amigas… — falei, e saí na hora. Sentei numa mesa com elas e a gente ficou batendo papo. Pedimos umas taças de vinho. Enquanto isso, eu olhava pro meu marido, sentado noutra mesa, bebendo e conversando com os amigos. O tempo passou. Eu continuava com minhas amigas, conversando e rindo. Quando, de repente, olhei pro Fabián: ele tava dançando com uma mulher. Eu não conhecia ela. Mais ainda, uma das minhas amigas perguntou quem era a que tava dançando com meu marido. Não consegui nem responder; tava cheia de raiva e ciúme. Na mesma hora, o Jorge chegou na mesa e me perguntou: "Vamos dançar?" Sem pensar duas vezes, levantei e fui com ele. Queria que o Fabián me visse também. A música era dançante, tipo salsa e merengue. O Jorge se mostrou um baita dançarino; sabia dançar aquele tipo de música direitinho. Ele apertava meu corpo contra o dele, e Eu ficava toda tonta. As mãos dele seguravam firme minhas costas e, de vez em quando, desciam bem perto da minha bunda. "Eu tava usando um vestido azul, longo, modelo sereia, bem justinho no corpo, com um decote em V e uma parte meio transparente nos peitos.
Jorge me disse várias vezes:
— Como você está linda hoje à noite. Tá espetacular com esse vestido.
Eu só respondia com gestos leves e um sorriso ou outro, e continuamos dançando mais umas duas músicas. Meu marido e a outra mulher ainda estavam dançando; não estavam muito longe da gente. Eu via ela dando em cima dele e ele se deixando. De vez em quando, Jorge apertava meu corpo contra o dele, quase esfregando. Meus peitos colados no torso dele, e as mãos dele a centímetros da minha bunda, faziam minha respiração acelerar sem querer. Esses roços, junto com as taças de vinho, estavam despertando uma excitação em mim. Ele percebeu e, me olhando nos olhos sem dizer nada, me puxou pela mão pra fora do jardim. Lá num canto do pátio, estava quase escuro. Eu não resisti nada.
— Natália, você merece estar com um homem que te faça sentir uma gostosa. Se você me permitir… hoje à noite, eu quero ser esse homem. — disse ele sussurrando no meu ouvido. Começou a beijar meu pescoço. Tentou pegar minha boca, mas eu desviei. Aí ele voltou a beijar meu pescoço e minhas orelhas. Desceu as mãos pra baixo e agarrou minha bunda por cima do vestido, começou a apertar e a mexer. Cada aperto mandava um choque elétrico direto pra minha buceta. — Ei, Jorge… hmm… espera. Para… para. — Mas ele tava fazendo tudo muito bem. Nisso, nem sei como, ele baixou uma das alças do meu vestido, deixando um dos meus peitos de fora. Afastou o sutiã e começou a chupar. Depois fez a mesma coisa com a outra alça e começou a lamber meu outro peito, chupava e com a língua fazia círculos devagar no meu mamilo. Apertava e chupava gostoso pra caralho. Com uma das mãos tampei minha boca pra abafar meus gemidos, pra ninguém ouvir. Mas eu parei ele. — Já, já… chega… espera, Jorge. Alguém pode ver a gente. — Levantei as alças do vestido, arrumei o sutiã, e voltamos pro centro do jardim pra continuar dançando. Pelo visto, o Fabián nem tinha notado minha ausência. Ele ainda tava dançando. Jorge estava muito acelerado, pra não dizer tarado. Ele me apertava mais contra ele; com os músculos fortes dele, me segurava como se eu fosse uma boneca nas mãos dele. Nisso, mudou a música, agora era romântica. Pensei que o Fabián ia sentar na mesa pra eu fazer o mesmo, mas não… agora ele dançava mais colado naquela mulher. Meu ciúme cresceu ainda mais vendo eles daquele jeito. Então, puxei o Jorge pro canto escuro de antes. Mas, pra minha desgraça, já tava ocupado por outro casal que se beijava loucamente também. Continuamos andando mais pro fundo, nos afastando um pouco da festa. Achamos um lugar escuro; ali, ninguém ia nos incomodar. Já sozinhos lá, tomei a iniciativa e beijei o Jorge. A gente se beijava de um jeito intenso: minha língua procurava a dele, e a dele a minha. Pareciam cobras no cio, de como brincavam e se enrolavam uma na outra. As mãos do Jorge pegaram minha bunda de novo; ele acariciava e apertava com muita força. Repetiu o mesmo de alguns momentos atrás: abaixou as duas alças do meu vestido e começou a chupar meus peitos com desejo de novo. Chupava, lambia, dando pequenas mordidas nas minhas tetas e mamilos, que estavam duros e firmes como pedras. Puxou meu vestido pra cima, levantando até descobrir parte da minha bunda, e enfiou as mãos entre elas, delineando minha calcinha, que era tipo fio dental. Sentia que tava completamente ensopada. Jorge sabia exatamente como fazer pra uma mulher ficar molhada. Por um instante, a boca dele parou de comer meus peitos e voltou procurando a minha, pra depois descer de novo e devorá-los outra vez. Tinha certeza de que já tinham passado mais de 10 minutos, mas de novo decidimos parar e voltar pra festa pra não levantar suspeitas. Então, arrumei meu vestido e ajeitei meu cabelo. No fundo, era um evento com gente pra caralho, mas mesmo assim não íamos arriscar alguém nos reconhecer. Quando voltamos pra festa, ele disse que ia pegar uns drinks. Eu voltei pra mesa com minhas amigas, que Não demoraram pra perguntar: 'Onde você estava?' Quem era o gato que tava dançando com você? Ele é muito bonito e, além disso, dança muito bem. Eu disse que era o tio do meu marido. Assim que ele voltar, apresento vocês. Jorge voltou com uma bebida pra mim e outra pra ele. Apresentei eles e logo o convidaram pra sentar na nossa mesa. Sem hesitar, ele aceitou na hora e sentou do meu lado. Depois de alguns minutos, Jorge colocou a palma da mão na minha coxa esquerda, começando a subir e descer devagar. As mesas tinham toalhas compridas, e ninguém percebia. Sem parar de conversar e aproveitando que minhas amigas já estavam meio bêbadas, ele enfiou uma das mãos por baixo da toalha e começou a levantar meu vestido bem devagar até deixar no meio das minhas pernas. Continuou deslizando a mão, procurando minha virilha. Eu ainda tava meio quente; abri um pouco as pernas e a mão dele começou a acariciar minha buceta por cima da calcinha. Como era um tecido fino, dava pra sentir muito bem o roçar dos dedos dele. O movimento que ele tava fazendo me deixava cada vez mais excitada. Aí, estendi minha mão e comecei a apalpar o volume dele por cima da roupa. Tava muito duro; Jorge tinha uma ereção enorme, como se o pau dele quisesse rasgar a calça. Nessa altura, já tava muito excitada, queria ser penetrada por ele naquele exato momento. Ele se aproximou e sussurrou no meu ouvido: :: Que tal a gente ir pra outro lugar? Se você topar, te espero na saída, no estacionamento. Ele se levantou, se despediu de todo mundo e vi que também foi se despedir do Fabián. Minha mente dizia pra não ir, pra não cometer uma traição, mas meu corpo pedia aos gritos pra ir atrás dele. Já tava muito quente, fazia tempo que não transava e dessa vez não ia ficar na vontade. Esperei passar alguns minutos e fui até onde o Fabián estava. Parei na frente dele e disse que tava me sentindo mal, que ia pra casa e que uma das minhas amigas me levaria. Ele, sem dar muita importância, concordou com a cabeça, dizendo que Tava de boa. Voltei com minhas amigas. Já tinham passado vários minutos, aí a Laura, uma das minhas amigas, falou que já ia embora. Aproveitei pra dizer que eu também tava indo e saímos juntas. 'Beleza, Laura, depois a gente se vê', e me despedi dela já na saída. Olhei ao redor e não vi o Jorge. Caminhei um pouco e lá estava ele, encostado num carro. Quando me olhou, sorriu. ' :: Por um momento, imaginei que você não viria', ele disse —Desculpa. Tive que inventar uma desculpa perfeita pra sair de lá sem levantar suspeitas. Depois te conto. Que tal a gente ir embora? Não seja que alguém nos reconheça.' :: Meu carro tá na esquina. Vamos no seu, depois eu volto pra pegar o meu', falou Jorge. —Beleza, dirige você. falei Nós entramos e fomos embora. :: Conheço um hotel aqui perto. Que tal a gente ir pra lá?' —Sim, claro... pra mim tá de boa respondi. Ele e eu sabíamos pra que estávamos indo. Logo, Jorge colocou a mão na minha perna e eu coloquei a minha no volume dele. Ficamos nos tocando o caminho inteiro até chegar no hotel. Quando chegamos, pedimos um quarto na hora. Mal passamos pela porta, começamos a nos devorar de beijos, dessa vez mais sem freio que das outras vezes. Jorge me virou de costas pra ele, abaixou as alças e depois puxou o zíper do vestido, que caiu no chão sem dificuldade. Me virou de novo pra ele, baixou o rosto na altura da minha buceta e, enquanto beijava minha barriga, as mãos dele deslizaram minha calcinha pra baixo.
Que buceta linda você tem, Natália. E ainda por cima tá depilada. Isso me excita ainda mais. Foi o que eu ouvi antes de ele afundar a cara na minha virilha. Ele começou a lamber. Cada lambida era um choque elétrico. Os dedos dele separavam meus lábios da buceta enquanto ele enfiava a língua dentro de mim. Meus gemidos saíam naturalmente, eu já não segurava mais. Com as mãos na cabeça dele, eu apertava ele contra mim... Parecia um criança comendo doce, não largava de mim. Ele era muito bom com os dedos e a língua. Os dedos saíam lambuzados do meu mel, e ele levava à boca e chupava. Não aguentei e gozei na boca dele. Jorge não se afastou nenhum momento e acabou bebendo todo o meu mel como se fosse néctar. Começamos a nos beijar. Ele me sentou na cama. Tirei meu sutiã enquanto ele tirava a camisa. Abri o zíper da calça dele, meti a mão e puxei o pau dele. Era grande e duro feito uma flecha apontada pra mim. Comecei a esfregar com as duas mãos pra depois meter na minha boca. Dei umas chupadas fortes que fizeram ele gemer de prazer. Ele tava tão gostoso que segurou minha cabeça e enfiou o pau até tocar minhas amígdalas. Senti um gosto de porra, provavelmente o líquido pré-ejaculatório dele. Jorge tirou o pau da minha boca e se afastou um pouco. — Quero te penetrar, Natália, não aguento mais. Ele se abaixou, pegou o paletó do chão, meteu a mão no bolso e tirou uns preservativos, rasgando a embalagem de um. — Espera, Jorge... assim. Sem camisinha. — Tem certeza? Eu assenti com a cabeça enquanto olhava direto nos olhos dele. Jorge se deitou na cama, com o pau ereto, duro e firme como um mastro. Eu montei em cima dele, de joelhos, abrindo as pernas. Com a mão, guiei o membro dele, pulsando e quente, até a entrada da minha buceta já encharcada. Fui sentando devagar até o pau inteiro desaparecer dentro de mim. Um gemido bruto, gutural, escapou dos meus lábios: "Mmm… haayy… aaahh… Meu Deus! Comecei a subir e descer devagar, pra depois acelerar o ritmo. O pau dele tinha preenchido cada cantinho da minha buceta. Jorge aproveitou e começou a chupar meus peitos, mordendo e sugando meus bicos. Meus gemidos ecoavam pelo quarto inteiro. — Que delícia, Natalia. Você é tão apertadinha, tem um forno entre as pernas. As penetradas eram brutais. Meu corpo se mexia sozinho. "Me dá mais forte, que gostoso, que gostoso!" As mãos dele apertavam forte minhas nádegas. Jorge deu uns tapas nelas, sentia choques elétricos pelo corpo todo. Passaram 10 minutos e eu ainda tava em cima dele, Jorge me colocou de quatro. Ele ficou atrás e começou a me penetrar, metendo de uma vez só. A cama rangia a cada estocada, cada vez mais forte. As bolas dele batiam forte na minha bunda, fazendo um som pelo quarto inteiro. Ele me segurou pela cintura e me puxava mais pra perto, o pau dele roçava cada vez mais fundo dentro de mim, por instantes me fazia alucinar de prazer. Já não eram gemidos, eram gritos que saíam da minha boca. — Aaahhh! Deus! Mmm! Siim! Aaahhh! — Tá gostando de como eu tô te comendo, vagabunda? Quanto tempo sem provar pica? — Siiiim! Mmm! Assim mesmo!!! Não para… por favor… — eu dizia com a voz entrecortada. Jorge aumentou a velocidade e a força. Meu corpo tremia a cada impacto, o pau dele ficava mais grosso e quente. Dava pra sentir que roçava o colo do meu útero, uma e outra vez, uma sensação tão intensa que quase doía. — Aaahhh! Porra! — gritei, meus dedos se agarrando aos lençóis. — Isso! Aí, aí! — respondi, quase chorando de prazer — Eu tô… eu tô gozando! O calor explodiu na minha barriga, se espalhando pelo corpo todo. Minha buceta se apertou violentamente em volta do pau dele, uma e outra vez, em espasmos incontroláveis. Um grito longo e rasgado saiu da minha garganta. — AAAAAHHHHHH!! Jorge continuou se movendo, as mãos dele se agarraram nas minhas nádegas. Já não conseguia manter o ritmo. De repente, uma estocada final, tão funda que me fez ver estrelas. —UGH! — soltou um grunhido gutural. O pau dele pulsou dentro da minha buceta… E aí, dentro de mim, um jorro grosso e quente de porra inundou minha boceta, senti ele se espalhar. Ele tremeu em cima de mim por uns segundos e nós dois desabamos na cama. Meu corpo ainda vibrava e, de barriga pra cima, sentia a porra dele escorrendo pela minha virilha. —Woo!! Meu Deus!! — e entre ofegos. ::Como você é gostosa, Natalia, você é incrível… e nem se fala no jeito que você rebola… Que delícia! — falou Jorge, enquanto os lábios dele beijavam meus ombros e as mãos apertavam meu corpo. :: Você é uma mulher maravilhosa na cama… você manda muito bem… sério… não faço ideia do que passa na cabeça daquele idiota do meu sobrinho pra largar uma mulher como você. Virei pra olhar na cara dele, ainda com o corpo quente e o cabelo grudado na testa, enquanto passava a mão no queixo dele. —Mmm, é, verdade… ele que perdeu — falei, meio séria. Naquele momento, o sentimento de culpa e traição começou a me invadir. Pensava no Fabián, que ainda estava na festa, e eu aqui na cama de um hotel com o próprio tio dele, com a porra dele escorrendo entre minhas pernas. Me senti a pior mulher do mundo naquela hora, mas ao mesmo tempo uma parte de mim não se arrependia de nada. Passou um tempo e Jorge continuava falando sem parar, e na minha mente só tinha culpa e silêncio. Logo ele notou minha seriedade e perguntou: :: O que foi, Nat? Será que não gostou, meu amor? Eu adorei, espero que se repita. —Não vai ter uma segunda vez — respondi na hora… Isso nunca deveria ter acontecido, Jorge. Traí meu marido, pra quem nunca fui infiel… me deixei levar pelo momento e pela raiva que senti ao ver ele com outra mulher, mas isso foi coisa de uma vez só e não vai se repetir. Quando fui me levantar, Jorge me segurou pelo braço. :: Olha, já que não vai ter outra vez, vamos aproveitar agora — ele disse. Tô com vontade de te comer de novo, quero te fazer minha outra vez… por favor. Olhei pra baixo e o pau dele já tava duro e firme de novo. Ele começou a beijar meu pescoço devagar e as mãos dele percorriam meu corpo inteiro. Nossa, ele sabia mesmo como deixar uma mulher com tesão de novo bem rápido. —Tá bom… respondi… entre gemidos trêmulos, mas só mais uma vez e acabou, certo? Ele sorriu com luxúria. Me puxou pra perto dele e me virou de bruços com força. —Agora assim que eu quero te foder, nat —murmurou no meu ouvido. Enfiou o pau de uma vez só, dessa vez mais fundo que antes. Cada estocada me fazia gritar e gemer alto contra o travesseiro. As penetrações dele eram mais fortes, uma atrás da outra. As mãos dele apertavam com força minhas nádegas e por uns segundos eu sentia os dedos dele ao redor do meu cu, fiquei parada por um instante, nunca tinha feito aquilo, mas o prazer era tão intenso que não consegui protestar. Os dedos dele começaram a brincar, roçando a entrada, pressionando de leve, enquanto continuava me fodendo sem piedade. Em alguns momentos sentia uma mistura de culpa e vergonha, mas a excitação do momento era maior que tudo e eu ficava completamente louca. Meu corpo estava totalmente entregue naquela hora a essa loucura. Jorge gozou dentro de mim mais uma vez. Com as forças que sobraram, a gente fez de novo uma última vez. Passamos o que restou da noite no hotel e já de madrugada fomos embora. Levei ele até o carro dele, nos despedimos com um beijo profundo e intenso, como se os dois soubéssemos que aquilo nunca mais ia se repetir. Assim que cheguei em casa, fui ver se Fabián já tinha chegado e pra minha sorte, encontrei ele profundamente dormindo. Sem perder tempo, fui pro meu quarto e entrei no banho pra apagar qualquer evidência da minha traição. Umas horas depois, enquanto tomava café da manhã, ouvi ele se levantar… o medo e a curiosidade me fizeram perguntar: —Que horas você chegou ontem à noite? — perguntei sem olhar pra ele. —Nem ideia, não lembro de nada. Cheguei bem bêbado, a última coisa que lembro é de estar na festa. Ao ouvir isso, senti um alívio. Imenso. Era óbvio que não tinha percebido nada. Nunca saberia que eu o traí com o tio dele... desde aquele instante, a culpa por tê-lo enganado me fez tratá-lo como antes, e depois de alguns dias, nossa relação voltou a ser a mesma. Passaram-se alguns meses e recebi uma mensagem. Era o Jorge. Não fazia ideia de como ele tinha conseguido meu número. Ele dizia que não conseguia me esquecer e que queria me ver de novo. Ignorei as mensagens dele por vários dias e depois por semanas, mas toda vez que eu e o Fabián transávamos, era impossível não pensar no Jorge. Uma parte importante de mim desejava que fosse ele quem estivesse comigo naquele momento, e a outra me dizia que não... minha relação já tinha voltado ao que era antes, e dessa vez, por mais vontade que eu tivesse de estar com o Jorge, não pensava em estragar meu casamento de novo.
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Meu marido tem um tio chamado Jorge. É um cara alto, deve ter pelo menos 1,80m, e é bonito, não dá pra negar. O maior atrativo dele era o físico; dá pra ver que é um cara de academia pela musculatura: os braços e o torso eram bem definidos. Aos 35 anos ainda é solteiro e, claro, tem cara de ser um puta mulherengo. Eu nunca dei muita confiança, porque nas poucas vezes que a gente tinha se encontrado antes, ele sempre me olhava com olhos de desejo, até na frente do meu marido, o cara não disfarçava nada. Toda vez que me via, era como se quisesse me despir com o olhar. Durante a festa, o Fabián foi com os amigos dele e eu com as minhas. Quando fui pegar uma bebida, trombei com o Jorge, que me cumprimentou super educado. Ele tava de terno escuro e camisa social, estilo esporte. Quis evitar, mas ele começou a puxar papo e a gente ficou conversando uns minutos. Ele me ofereceu uma taça de vinho e comentou: "É raro te ver sem o Fabián, vocês tão sempre juntos." — A gente tá passando por uns problemas — confessei. "Esse sobrinho não faz ideia da mulherão que tem do lado. Mas vou ter que dar um puxão de orelha nele." — Bom, tenho que ir com minhas amigas… — falei, e saí na hora. Sentei numa mesa com elas e a gente ficou batendo papo. Pedimos umas taças de vinho. Enquanto isso, eu olhava pro meu marido, sentado noutra mesa, bebendo e conversando com os amigos. O tempo passou. Eu continuava com minhas amigas, conversando e rindo. Quando, de repente, olhei pro Fabián: ele tava dançando com uma mulher. Eu não conhecia ela. Mais ainda, uma das minhas amigas perguntou quem era a que tava dançando com meu marido. Não consegui nem responder; tava cheia de raiva e ciúme. Na mesma hora, o Jorge chegou na mesa e me perguntou: "Vamos dançar?" Sem pensar duas vezes, levantei e fui com ele. Queria que o Fabián me visse também. A música era dançante, tipo salsa e merengue. O Jorge se mostrou um baita dançarino; sabia dançar aquele tipo de música direitinho. Ele apertava meu corpo contra o dele, e Eu ficava toda tonta. As mãos dele seguravam firme minhas costas e, de vez em quando, desciam bem perto da minha bunda. "Eu tava usando um vestido azul, longo, modelo sereia, bem justinho no corpo, com um decote em V e uma parte meio transparente nos peitos.
Jorge me disse várias vezes: — Como você está linda hoje à noite. Tá espetacular com esse vestido.
Eu só respondia com gestos leves e um sorriso ou outro, e continuamos dançando mais umas duas músicas. Meu marido e a outra mulher ainda estavam dançando; não estavam muito longe da gente. Eu via ela dando em cima dele e ele se deixando. De vez em quando, Jorge apertava meu corpo contra o dele, quase esfregando. Meus peitos colados no torso dele, e as mãos dele a centímetros da minha bunda, faziam minha respiração acelerar sem querer. Esses roços, junto com as taças de vinho, estavam despertando uma excitação em mim. Ele percebeu e, me olhando nos olhos sem dizer nada, me puxou pela mão pra fora do jardim. Lá num canto do pátio, estava quase escuro. Eu não resisti nada.
— Natália, você merece estar com um homem que te faça sentir uma gostosa. Se você me permitir… hoje à noite, eu quero ser esse homem. — disse ele sussurrando no meu ouvido. Começou a beijar meu pescoço. Tentou pegar minha boca, mas eu desviei. Aí ele voltou a beijar meu pescoço e minhas orelhas. Desceu as mãos pra baixo e agarrou minha bunda por cima do vestido, começou a apertar e a mexer. Cada aperto mandava um choque elétrico direto pra minha buceta. — Ei, Jorge… hmm… espera. Para… para. — Mas ele tava fazendo tudo muito bem. Nisso, nem sei como, ele baixou uma das alças do meu vestido, deixando um dos meus peitos de fora. Afastou o sutiã e começou a chupar. Depois fez a mesma coisa com a outra alça e começou a lamber meu outro peito, chupava e com a língua fazia círculos devagar no meu mamilo. Apertava e chupava gostoso pra caralho. Com uma das mãos tampei minha boca pra abafar meus gemidos, pra ninguém ouvir. Mas eu parei ele. — Já, já… chega… espera, Jorge. Alguém pode ver a gente. — Levantei as alças do vestido, arrumei o sutiã, e voltamos pro centro do jardim pra continuar dançando. Pelo visto, o Fabián nem tinha notado minha ausência. Ele ainda tava dançando. Jorge estava muito acelerado, pra não dizer tarado. Ele me apertava mais contra ele; com os músculos fortes dele, me segurava como se eu fosse uma boneca nas mãos dele. Nisso, mudou a música, agora era romântica. Pensei que o Fabián ia sentar na mesa pra eu fazer o mesmo, mas não… agora ele dançava mais colado naquela mulher. Meu ciúme cresceu ainda mais vendo eles daquele jeito. Então, puxei o Jorge pro canto escuro de antes. Mas, pra minha desgraça, já tava ocupado por outro casal que se beijava loucamente também. Continuamos andando mais pro fundo, nos afastando um pouco da festa. Achamos um lugar escuro; ali, ninguém ia nos incomodar. Já sozinhos lá, tomei a iniciativa e beijei o Jorge. A gente se beijava de um jeito intenso: minha língua procurava a dele, e a dele a minha. Pareciam cobras no cio, de como brincavam e se enrolavam uma na outra. As mãos do Jorge pegaram minha bunda de novo; ele acariciava e apertava com muita força. Repetiu o mesmo de alguns momentos atrás: abaixou as duas alças do meu vestido e começou a chupar meus peitos com desejo de novo. Chupava, lambia, dando pequenas mordidas nas minhas tetas e mamilos, que estavam duros e firmes como pedras. Puxou meu vestido pra cima, levantando até descobrir parte da minha bunda, e enfiou as mãos entre elas, delineando minha calcinha, que era tipo fio dental. Sentia que tava completamente ensopada. Jorge sabia exatamente como fazer pra uma mulher ficar molhada. Por um instante, a boca dele parou de comer meus peitos e voltou procurando a minha, pra depois descer de novo e devorá-los outra vez. Tinha certeza de que já tinham passado mais de 10 minutos, mas de novo decidimos parar e voltar pra festa pra não levantar suspeitas. Então, arrumei meu vestido e ajeitei meu cabelo. No fundo, era um evento com gente pra caralho, mas mesmo assim não íamos arriscar alguém nos reconhecer. Quando voltamos pra festa, ele disse que ia pegar uns drinks. Eu voltei pra mesa com minhas amigas, que Não demoraram pra perguntar: 'Onde você estava?' Quem era o gato que tava dançando com você? Ele é muito bonito e, além disso, dança muito bem. Eu disse que era o tio do meu marido. Assim que ele voltar, apresento vocês. Jorge voltou com uma bebida pra mim e outra pra ele. Apresentei eles e logo o convidaram pra sentar na nossa mesa. Sem hesitar, ele aceitou na hora e sentou do meu lado. Depois de alguns minutos, Jorge colocou a palma da mão na minha coxa esquerda, começando a subir e descer devagar. As mesas tinham toalhas compridas, e ninguém percebia. Sem parar de conversar e aproveitando que minhas amigas já estavam meio bêbadas, ele enfiou uma das mãos por baixo da toalha e começou a levantar meu vestido bem devagar até deixar no meio das minhas pernas. Continuou deslizando a mão, procurando minha virilha. Eu ainda tava meio quente; abri um pouco as pernas e a mão dele começou a acariciar minha buceta por cima da calcinha. Como era um tecido fino, dava pra sentir muito bem o roçar dos dedos dele. O movimento que ele tava fazendo me deixava cada vez mais excitada. Aí, estendi minha mão e comecei a apalpar o volume dele por cima da roupa. Tava muito duro; Jorge tinha uma ereção enorme, como se o pau dele quisesse rasgar a calça. Nessa altura, já tava muito excitada, queria ser penetrada por ele naquele exato momento. Ele se aproximou e sussurrou no meu ouvido: :: Que tal a gente ir pra outro lugar? Se você topar, te espero na saída, no estacionamento. Ele se levantou, se despediu de todo mundo e vi que também foi se despedir do Fabián. Minha mente dizia pra não ir, pra não cometer uma traição, mas meu corpo pedia aos gritos pra ir atrás dele. Já tava muito quente, fazia tempo que não transava e dessa vez não ia ficar na vontade. Esperei passar alguns minutos e fui até onde o Fabián estava. Parei na frente dele e disse que tava me sentindo mal, que ia pra casa e que uma das minhas amigas me levaria. Ele, sem dar muita importância, concordou com a cabeça, dizendo que Tava de boa. Voltei com minhas amigas. Já tinham passado vários minutos, aí a Laura, uma das minhas amigas, falou que já ia embora. Aproveitei pra dizer que eu também tava indo e saímos juntas. 'Beleza, Laura, depois a gente se vê', e me despedi dela já na saída. Olhei ao redor e não vi o Jorge. Caminhei um pouco e lá estava ele, encostado num carro. Quando me olhou, sorriu. ' :: Por um momento, imaginei que você não viria', ele disse —Desculpa. Tive que inventar uma desculpa perfeita pra sair de lá sem levantar suspeitas. Depois te conto. Que tal a gente ir embora? Não seja que alguém nos reconheça.' :: Meu carro tá na esquina. Vamos no seu, depois eu volto pra pegar o meu', falou Jorge. —Beleza, dirige você. falei Nós entramos e fomos embora. :: Conheço um hotel aqui perto. Que tal a gente ir pra lá?' —Sim, claro... pra mim tá de boa respondi. Ele e eu sabíamos pra que estávamos indo. Logo, Jorge colocou a mão na minha perna e eu coloquei a minha no volume dele. Ficamos nos tocando o caminho inteiro até chegar no hotel. Quando chegamos, pedimos um quarto na hora. Mal passamos pela porta, começamos a nos devorar de beijos, dessa vez mais sem freio que das outras vezes. Jorge me virou de costas pra ele, abaixou as alças e depois puxou o zíper do vestido, que caiu no chão sem dificuldade. Me virou de novo pra ele, baixou o rosto na altura da minha buceta e, enquanto beijava minha barriga, as mãos dele deslizaram minha calcinha pra baixo.
Que buceta linda você tem, Natália. E ainda por cima tá depilada. Isso me excita ainda mais. Foi o que eu ouvi antes de ele afundar a cara na minha virilha. Ele começou a lamber. Cada lambida era um choque elétrico. Os dedos dele separavam meus lábios da buceta enquanto ele enfiava a língua dentro de mim. Meus gemidos saíam naturalmente, eu já não segurava mais. Com as mãos na cabeça dele, eu apertava ele contra mim... Parecia um criança comendo doce, não largava de mim. Ele era muito bom com os dedos e a língua. Os dedos saíam lambuzados do meu mel, e ele levava à boca e chupava. Não aguentei e gozei na boca dele. Jorge não se afastou nenhum momento e acabou bebendo todo o meu mel como se fosse néctar. Começamos a nos beijar. Ele me sentou na cama. Tirei meu sutiã enquanto ele tirava a camisa. Abri o zíper da calça dele, meti a mão e puxei o pau dele. Era grande e duro feito uma flecha apontada pra mim. Comecei a esfregar com as duas mãos pra depois meter na minha boca. Dei umas chupadas fortes que fizeram ele gemer de prazer. Ele tava tão gostoso que segurou minha cabeça e enfiou o pau até tocar minhas amígdalas. Senti um gosto de porra, provavelmente o líquido pré-ejaculatório dele. Jorge tirou o pau da minha boca e se afastou um pouco. — Quero te penetrar, Natália, não aguento mais. Ele se abaixou, pegou o paletó do chão, meteu a mão no bolso e tirou uns preservativos, rasgando a embalagem de um. — Espera, Jorge... assim. Sem camisinha. — Tem certeza? Eu assenti com a cabeça enquanto olhava direto nos olhos dele. Jorge se deitou na cama, com o pau ereto, duro e firme como um mastro. Eu montei em cima dele, de joelhos, abrindo as pernas. Com a mão, guiei o membro dele, pulsando e quente, até a entrada da minha buceta já encharcada. Fui sentando devagar até o pau inteiro desaparecer dentro de mim. Um gemido bruto, gutural, escapou dos meus lábios: "Mmm… haayy… aaahh… Meu Deus! Comecei a subir e descer devagar, pra depois acelerar o ritmo. O pau dele tinha preenchido cada cantinho da minha buceta. Jorge aproveitou e começou a chupar meus peitos, mordendo e sugando meus bicos. Meus gemidos ecoavam pelo quarto inteiro. — Que delícia, Natalia. Você é tão apertadinha, tem um forno entre as pernas. As penetradas eram brutais. Meu corpo se mexia sozinho. "Me dá mais forte, que gostoso, que gostoso!" As mãos dele apertavam forte minhas nádegas. Jorge deu uns tapas nelas, sentia choques elétricos pelo corpo todo. Passaram 10 minutos e eu ainda tava em cima dele, Jorge me colocou de quatro. Ele ficou atrás e começou a me penetrar, metendo de uma vez só. A cama rangia a cada estocada, cada vez mais forte. As bolas dele batiam forte na minha bunda, fazendo um som pelo quarto inteiro. Ele me segurou pela cintura e me puxava mais pra perto, o pau dele roçava cada vez mais fundo dentro de mim, por instantes me fazia alucinar de prazer. Já não eram gemidos, eram gritos que saíam da minha boca. — Aaahhh! Deus! Mmm! Siim! Aaahhh! — Tá gostando de como eu tô te comendo, vagabunda? Quanto tempo sem provar pica? — Siiiim! Mmm! Assim mesmo!!! Não para… por favor… — eu dizia com a voz entrecortada. Jorge aumentou a velocidade e a força. Meu corpo tremia a cada impacto, o pau dele ficava mais grosso e quente. Dava pra sentir que roçava o colo do meu útero, uma e outra vez, uma sensação tão intensa que quase doía. — Aaahhh! Porra! — gritei, meus dedos se agarrando aos lençóis. — Isso! Aí, aí! — respondi, quase chorando de prazer — Eu tô… eu tô gozando! O calor explodiu na minha barriga, se espalhando pelo corpo todo. Minha buceta se apertou violentamente em volta do pau dele, uma e outra vez, em espasmos incontroláveis. Um grito longo e rasgado saiu da minha garganta. — AAAAAHHHHHH!! Jorge continuou se movendo, as mãos dele se agarraram nas minhas nádegas. Já não conseguia manter o ritmo. De repente, uma estocada final, tão funda que me fez ver estrelas. —UGH! — soltou um grunhido gutural. O pau dele pulsou dentro da minha buceta… E aí, dentro de mim, um jorro grosso e quente de porra inundou minha boceta, senti ele se espalhar. Ele tremeu em cima de mim por uns segundos e nós dois desabamos na cama. Meu corpo ainda vibrava e, de barriga pra cima, sentia a porra dele escorrendo pela minha virilha. —Woo!! Meu Deus!! — e entre ofegos. ::Como você é gostosa, Natalia, você é incrível… e nem se fala no jeito que você rebola… Que delícia! — falou Jorge, enquanto os lábios dele beijavam meus ombros e as mãos apertavam meu corpo. :: Você é uma mulher maravilhosa na cama… você manda muito bem… sério… não faço ideia do que passa na cabeça daquele idiota do meu sobrinho pra largar uma mulher como você. Virei pra olhar na cara dele, ainda com o corpo quente e o cabelo grudado na testa, enquanto passava a mão no queixo dele. —Mmm, é, verdade… ele que perdeu — falei, meio séria. Naquele momento, o sentimento de culpa e traição começou a me invadir. Pensava no Fabián, que ainda estava na festa, e eu aqui na cama de um hotel com o próprio tio dele, com a porra dele escorrendo entre minhas pernas. Me senti a pior mulher do mundo naquela hora, mas ao mesmo tempo uma parte de mim não se arrependia de nada. Passou um tempo e Jorge continuava falando sem parar, e na minha mente só tinha culpa e silêncio. Logo ele notou minha seriedade e perguntou: :: O que foi, Nat? Será que não gostou, meu amor? Eu adorei, espero que se repita. —Não vai ter uma segunda vez — respondi na hora… Isso nunca deveria ter acontecido, Jorge. Traí meu marido, pra quem nunca fui infiel… me deixei levar pelo momento e pela raiva que senti ao ver ele com outra mulher, mas isso foi coisa de uma vez só e não vai se repetir. Quando fui me levantar, Jorge me segurou pelo braço. :: Olha, já que não vai ter outra vez, vamos aproveitar agora — ele disse. Tô com vontade de te comer de novo, quero te fazer minha outra vez… por favor. Olhei pra baixo e o pau dele já tava duro e firme de novo. Ele começou a beijar meu pescoço devagar e as mãos dele percorriam meu corpo inteiro. Nossa, ele sabia mesmo como deixar uma mulher com tesão de novo bem rápido. —Tá bom… respondi… entre gemidos trêmulos, mas só mais uma vez e acabou, certo? Ele sorriu com luxúria. Me puxou pra perto dele e me virou de bruços com força. —Agora assim que eu quero te foder, nat —murmurou no meu ouvido. Enfiou o pau de uma vez só, dessa vez mais fundo que antes. Cada estocada me fazia gritar e gemer alto contra o travesseiro. As penetrações dele eram mais fortes, uma atrás da outra. As mãos dele apertavam com força minhas nádegas e por uns segundos eu sentia os dedos dele ao redor do meu cu, fiquei parada por um instante, nunca tinha feito aquilo, mas o prazer era tão intenso que não consegui protestar. Os dedos dele começaram a brincar, roçando a entrada, pressionando de leve, enquanto continuava me fodendo sem piedade. Em alguns momentos sentia uma mistura de culpa e vergonha, mas a excitação do momento era maior que tudo e eu ficava completamente louca. Meu corpo estava totalmente entregue naquela hora a essa loucura. Jorge gozou dentro de mim mais uma vez. Com as forças que sobraram, a gente fez de novo uma última vez. Passamos o que restou da noite no hotel e já de madrugada fomos embora. Levei ele até o carro dele, nos despedimos com um beijo profundo e intenso, como se os dois soubéssemos que aquilo nunca mais ia se repetir. Assim que cheguei em casa, fui ver se Fabián já tinha chegado e pra minha sorte, encontrei ele profundamente dormindo. Sem perder tempo, fui pro meu quarto e entrei no banho pra apagar qualquer evidência da minha traição. Umas horas depois, enquanto tomava café da manhã, ouvi ele se levantar… o medo e a curiosidade me fizeram perguntar: —Que horas você chegou ontem à noite? — perguntei sem olhar pra ele. —Nem ideia, não lembro de nada. Cheguei bem bêbado, a última coisa que lembro é de estar na festa. Ao ouvir isso, senti um alívio. Imenso. Era óbvio que não tinha percebido nada. Nunca saberia que eu o traí com o tio dele... desde aquele instante, a culpa por tê-lo enganado me fez tratá-lo como antes, e depois de alguns dias, nossa relação voltou a ser a mesma. Passaram-se alguns meses e recebi uma mensagem. Era o Jorge. Não fazia ideia de como ele tinha conseguido meu número. Ele dizia que não conseguia me esquecer e que queria me ver de novo. Ignorei as mensagens dele por vários dias e depois por semanas, mas toda vez que eu e o Fabián transávamos, era impossível não pensar no Jorge. Uma parte importante de mim desejava que fosse ele quem estivesse comigo naquele momento, e a outra me dizia que não... minha relação já tinha voltado ao que era antes, e dessa vez, por mais vontade que eu tivesse de estar com o Jorge, não pensava em estragar meu casamento de novo.
🙂↕️💙🫶🏻
1 comentários - Infiel com o tio do meu marido no casamento