Olá, comunidade,
o que vou contar é sobre uma semana depois do encontro anterior que já contei outro dia.
Era um sábado e tinha amanhecido frio e chuvoso, mais parecia um sábado de julho do que um de verão em janeiro. Me sentei com o computador e uns mates pra fazer uns trabalhos quando recebo a ligação do Ricardo (não costumo colocar nomes, mas eles pediram pra eu colocar), o marido do casal que sempre nos reunimos, me convidando pra ver “uns filmes” por causa do dia, dizendo que era o melhor. Claro que eu já sabia pra que era, então combinamos que depois do almoço eu iria até a cabana onde eles estavam hospedados.
Saindo pro encontro, passei numa padaria muito boa de MDQ que faz umas facturas recheadas pra quando terminarmos o filme.
Chego lá, ficamos um tempinho na sala de jantar conversando sobre o que tinha rolado no fim de semana anterior no encontro swinger, e ela dizia que as velhas estavam loucas por nós, e ele falava: “ué, tinham picas novas os dois, os pobres têm 70 anos, mal conseguem manter o pau duro, igual ao grupo que eles se juntam.” Rimos um pouco e daí passamos pro quarto.
Uma vez lá, ele senta numa cadeira e diz: “por enquanto só vou olhar”. Isso me chamou a atenção, porque sempre começamos os três juntos. Com a Silvina, começamos a nos beijar com beijos de língua, pescoço e orelhas, como dois namorados, com carícias mútuas pelos nossos corpos, feito um casal apaixonado. Num momento, tiro a camiseta que ela tava vestindo, deixando os peitos lindos dela ao ar, que já dava pra ver que tava sem sutiã, os dois bicos bem durinhos, e aí fui descendo, primeiro beijando o pescoço dela até chegar nos peitos, me demorei um pouco em cada um enquanto ela gemia baixinho e acompanhava meus movimentos com as duas mãos na minha cabeça.
Ela começou a se afastar e fez o mesmo comigo: tirou minha camiseta e depois desabotoou meu cinto, e eu terminei de tirar a calça. Ela se aproximou, nos beijamos de novo e começou a descer, passando pelo meu pescoço, peito, e assim até chegar no meu pau, que já tava quase duro. Enquanto isso, Ricardo, já pelado na cadeira dele, ficava nos observando e se punhetando devagar. Silvina senta na beirada da cama e começa com aquele boquete espetacular que ela sabe fazer. Primeiro, ela coloca os lábios na minha glande, apertando e girando a cabeça de leve enquanto brinca com a língua, e com uma mão faz uma punheta suave, enquanto a outra acaricia minhas bolas. Depois, vai enfiando na boca aos poucos até o talo, tira de novo e volta a brincar com a cabeça, além de começar a usar a língua. Ela levanta meu pau, apoiando na barriga, e passa a língua nas minhas bolas — eu facilito a posição levantando uma perna na cama. Depois de um tempo, fiz ela deitar, ela tirou a calcinha e a tanga, eu me ajoelhei no chão e me dediquei a chupar aquela buceta linda, toda raspadinha e quente, já estava toda molhada. Me aproximei, com as mãos primeiro deixei o clitóris dela à mostra, encostei a boca fazendo sucção e passando a língua, depois desci um pouco mais e meti a língua naquela boceta toda molhada, tomando todo o líquido dela. Ela me apertava com as mãos contra a vulva e gemia cada vez mais. Comecei a acompanhar todo aquele movimento primeiro com um dedo, depois com dois, então combinei o oral com a punheta — ela estava quase explodindo. Num momento, ela se afastou e disse: "Ainda falta muito e não quero gozar." Aí ela se levantou, pegou uma camisinha da mesinha de cabeceira e, claro, colocou em mim com aquela boca linda. Ela ficou de quatro na beirada da cama, e eu de pé. Nisso, Ricardo se aproximou e enfiou o pau na boca dela. Eu comecei a penetrar devagar, mas até o fundo, aproveitando todo aquele percurso da buceta molhada e quente. Fui aumentando o ritmo aos poucos e via que ela estava adorando, porque acompanhava o movimento — quando eu penetrava, ela empurrava, e quando eu saía, ela ia para frente, e de vez em quando tirava o pau do marido da boca e gemia: "Sim, sim, sim, vai assim. Depois, a gente trocou de posição: eu deitei de barriga pra cima, ela montou em mim, e o Ricardo entrou por trás. Que delícia fazer assim, sentir aquela buceta quente e o pau do outro entrando e saindo, com aquela sensação de que só uma pelinha fina separa. Ficamos assim um bom tempo até que ele gozou dentro dela, e ela teve um orgasmo em cima de mim. Aí trocamos de novo: ela de quatro, e eu penetrei o cu dela, lubrificado pelo gozo do Ricardo. Meti como um louco, me agarrando naquelas nádegas lindas dela. Quando eu tava quase gozando, falei pra ela, ela saiu, e os dois se ajoelharam na cama pra receber minha porra, que eu espalhei entre as duas bocas, que também trataram de limpar meu pau.
Depois de limpar e descansar um pouco, nós três deitamos: eu no meio da cama, ela subiu em mim pra fazer um 69, enquanto ele foi entre minhas pernas chupar minhas bolas. E, claro, eu trocava meu pau com ela enquanto chupava a buceta dela e brincava com o cu dela com um dedo. Aí ela fez o marido ficar de quatro e começou a comer o cu dele enquanto batia uma pra ele, e eu me coloquei atrás dela e meti de novo. Ficamos assim por um tempo, até que ela se afastou, pegou meu pau e apontou pro cu do Ricardo pra eu penetrar ele. Fui entrando devagar, e depois que tava dentro, deixei quieto um pouco pra ele se acostumar, porque tava doendo um pouco. Ela se meteu debaixo dele, e os dois fizeram outro 69. Eu comecei devagar com meus movimentos até que aquele caminho se abriu, e eu metia normal, enquanto sentia a língua dela brincando nas minhas bolas.
Depois trocamos de novo: ele deitou de barriga pra cima, ela levantou as pernas dele e fez a posição amazônica, montou e enfiou o pau do Ricardo, e eu penetrei ele de novo. Mas dessa vez eu brincava: dava um pouco pro Ricardo, tirava e metia na buceta da Silvina. Ficamos assim um bom tempo até que o Ricardo não aguentou mais e disse "vou gozar". Eu meti nele de novo, e ele gozou. É isso que ele gosta: gozar com uma pica no cu. Eu meti com tudo até ele soltar um gemido, um grito de descarga, enchendo a buceta dele de porra. Tanto ela quanto eu continuamos mais um pouco com movimentos lentos pra aproveitar, ela com a pica dentro da buceta dela e a minha pica dentro do cu dele. Dava pra sentir a porra escorrendo da buceta dela e caindo na minha pica. Depois ela saiu de cima dele, deitou de barriga pra cima, e eu penetrei a vulva quente dela, que ainda não tinha gozado e tava toda molhada pela porra que o marido tinha deixado. Aí nós dois transamos com tudo, ela cruzou as pernas nas minhas costas me puxando pra dentro como quem diz "não sai", e eu martelando igual um louco até gozarmos juntos.
Os três ficamos exaustos: ele largado de barriga pra cima e nós dois ainda com meu pau dentro dela, tentando recuperar o fôlego. Depois eu tirei, e os dois, como bons anfitriões, se ajoelharam na minha frente, tiraram a camisinha e chuparam até deixar limpo de novo.
Aí, um mate pra acompanhar as facturas e cada um vai pra sua casa, eu. Prometendo outro encontro feliz.
Bom, espero que tenham gostado, porque eu adorei e, como sempre, com eles passo superbem.
o que vou contar é sobre uma semana depois do encontro anterior que já contei outro dia.
Era um sábado e tinha amanhecido frio e chuvoso, mais parecia um sábado de julho do que um de verão em janeiro. Me sentei com o computador e uns mates pra fazer uns trabalhos quando recebo a ligação do Ricardo (não costumo colocar nomes, mas eles pediram pra eu colocar), o marido do casal que sempre nos reunimos, me convidando pra ver “uns filmes” por causa do dia, dizendo que era o melhor. Claro que eu já sabia pra que era, então combinamos que depois do almoço eu iria até a cabana onde eles estavam hospedados.
Saindo pro encontro, passei numa padaria muito boa de MDQ que faz umas facturas recheadas pra quando terminarmos o filme.
Chego lá, ficamos um tempinho na sala de jantar conversando sobre o que tinha rolado no fim de semana anterior no encontro swinger, e ela dizia que as velhas estavam loucas por nós, e ele falava: “ué, tinham picas novas os dois, os pobres têm 70 anos, mal conseguem manter o pau duro, igual ao grupo que eles se juntam.” Rimos um pouco e daí passamos pro quarto.
Uma vez lá, ele senta numa cadeira e diz: “por enquanto só vou olhar”. Isso me chamou a atenção, porque sempre começamos os três juntos. Com a Silvina, começamos a nos beijar com beijos de língua, pescoço e orelhas, como dois namorados, com carícias mútuas pelos nossos corpos, feito um casal apaixonado. Num momento, tiro a camiseta que ela tava vestindo, deixando os peitos lindos dela ao ar, que já dava pra ver que tava sem sutiã, os dois bicos bem durinhos, e aí fui descendo, primeiro beijando o pescoço dela até chegar nos peitos, me demorei um pouco em cada um enquanto ela gemia baixinho e acompanhava meus movimentos com as duas mãos na minha cabeça.
Ela começou a se afastar e fez o mesmo comigo: tirou minha camiseta e depois desabotoou meu cinto, e eu terminei de tirar a calça. Ela se aproximou, nos beijamos de novo e começou a descer, passando pelo meu pescoço, peito, e assim até chegar no meu pau, que já tava quase duro. Enquanto isso, Ricardo, já pelado na cadeira dele, ficava nos observando e se punhetando devagar. Silvina senta na beirada da cama e começa com aquele boquete espetacular que ela sabe fazer. Primeiro, ela coloca os lábios na minha glande, apertando e girando a cabeça de leve enquanto brinca com a língua, e com uma mão faz uma punheta suave, enquanto a outra acaricia minhas bolas. Depois, vai enfiando na boca aos poucos até o talo, tira de novo e volta a brincar com a cabeça, além de começar a usar a língua. Ela levanta meu pau, apoiando na barriga, e passa a língua nas minhas bolas — eu facilito a posição levantando uma perna na cama. Depois de um tempo, fiz ela deitar, ela tirou a calcinha e a tanga, eu me ajoelhei no chão e me dediquei a chupar aquela buceta linda, toda raspadinha e quente, já estava toda molhada. Me aproximei, com as mãos primeiro deixei o clitóris dela à mostra, encostei a boca fazendo sucção e passando a língua, depois desci um pouco mais e meti a língua naquela boceta toda molhada, tomando todo o líquido dela. Ela me apertava com as mãos contra a vulva e gemia cada vez mais. Comecei a acompanhar todo aquele movimento primeiro com um dedo, depois com dois, então combinei o oral com a punheta — ela estava quase explodindo. Num momento, ela se afastou e disse: "Ainda falta muito e não quero gozar." Aí ela se levantou, pegou uma camisinha da mesinha de cabeceira e, claro, colocou em mim com aquela boca linda. Ela ficou de quatro na beirada da cama, e eu de pé. Nisso, Ricardo se aproximou e enfiou o pau na boca dela. Eu comecei a penetrar devagar, mas até o fundo, aproveitando todo aquele percurso da buceta molhada e quente. Fui aumentando o ritmo aos poucos e via que ela estava adorando, porque acompanhava o movimento — quando eu penetrava, ela empurrava, e quando eu saía, ela ia para frente, e de vez em quando tirava o pau do marido da boca e gemia: "Sim, sim, sim, vai assim. Depois, a gente trocou de posição: eu deitei de barriga pra cima, ela montou em mim, e o Ricardo entrou por trás. Que delícia fazer assim, sentir aquela buceta quente e o pau do outro entrando e saindo, com aquela sensação de que só uma pelinha fina separa. Ficamos assim um bom tempo até que ele gozou dentro dela, e ela teve um orgasmo em cima de mim. Aí trocamos de novo: ela de quatro, e eu penetrei o cu dela, lubrificado pelo gozo do Ricardo. Meti como um louco, me agarrando naquelas nádegas lindas dela. Quando eu tava quase gozando, falei pra ela, ela saiu, e os dois se ajoelharam na cama pra receber minha porra, que eu espalhei entre as duas bocas, que também trataram de limpar meu pau.
Depois de limpar e descansar um pouco, nós três deitamos: eu no meio da cama, ela subiu em mim pra fazer um 69, enquanto ele foi entre minhas pernas chupar minhas bolas. E, claro, eu trocava meu pau com ela enquanto chupava a buceta dela e brincava com o cu dela com um dedo. Aí ela fez o marido ficar de quatro e começou a comer o cu dele enquanto batia uma pra ele, e eu me coloquei atrás dela e meti de novo. Ficamos assim por um tempo, até que ela se afastou, pegou meu pau e apontou pro cu do Ricardo pra eu penetrar ele. Fui entrando devagar, e depois que tava dentro, deixei quieto um pouco pra ele se acostumar, porque tava doendo um pouco. Ela se meteu debaixo dele, e os dois fizeram outro 69. Eu comecei devagar com meus movimentos até que aquele caminho se abriu, e eu metia normal, enquanto sentia a língua dela brincando nas minhas bolas.
Depois trocamos de novo: ele deitou de barriga pra cima, ela levantou as pernas dele e fez a posição amazônica, montou e enfiou o pau do Ricardo, e eu penetrei ele de novo. Mas dessa vez eu brincava: dava um pouco pro Ricardo, tirava e metia na buceta da Silvina. Ficamos assim um bom tempo até que o Ricardo não aguentou mais e disse "vou gozar". Eu meti nele de novo, e ele gozou. É isso que ele gosta: gozar com uma pica no cu. Eu meti com tudo até ele soltar um gemido, um grito de descarga, enchendo a buceta dele de porra. Tanto ela quanto eu continuamos mais um pouco com movimentos lentos pra aproveitar, ela com a pica dentro da buceta dela e a minha pica dentro do cu dele. Dava pra sentir a porra escorrendo da buceta dela e caindo na minha pica. Depois ela saiu de cima dele, deitou de barriga pra cima, e eu penetrei a vulva quente dela, que ainda não tinha gozado e tava toda molhada pela porra que o marido tinha deixado. Aí nós dois transamos com tudo, ela cruzou as pernas nas minhas costas me puxando pra dentro como quem diz "não sai", e eu martelando igual um louco até gozarmos juntos.
Os três ficamos exaustos: ele largado de barriga pra cima e nós dois ainda com meu pau dentro dela, tentando recuperar o fôlego. Depois eu tirei, e os dois, como bons anfitriões, se ajoelharam na minha frente, tiraram a camisinha e chuparam até deixar limpo de novo.
Aí, um mate pra acompanhar as facturas e cada um vai pra sua casa, eu. Prometendo outro encontro feliz.
Bom, espero que tenham gostado, porque eu adorei e, como sempre, com eles passo superbem.
0 comentários - Chuva, sexo e mate no sábado