Depois da festa à fantasia

Depois da festa à fantasia, continuei me vestindo em casa quando não tinha ninguém, ou pelo menos era o que eu achava, até que aconteceu algo que fez eu amar estar vestido de mulher. Num sábado que eu sabia que meus pais iam visitar os parentes à noite e minha irmã ia pra balada, decidi procurar na roupa dela algo que eu gostasse. Já era noite quando minha irmã falou: "Vou nessa, me abre quando eu bater na porta de madrugada, por favor", e eu disse sim. Quando ela saiu, entrei no quarto dela e procurei alguma roupa de mulher que me agradasse. Encontrei um vestido roxo justinho e uns sapatos baixos, vi a peruca e também coloquei. Já vestido, resolvi me maquiar e procurar uma lingerie bonita. Achei uma tanga de renda com um top lindo e coloquei. Na maior confiança, esperava que batessem na porta de madrugada, mas surpresa: só ouvi ela dizer "Irmão, o que cê tá fazendo assim?" e me virei. Fiquei vermelho de vergonha e falei que era pra uma peça de teatro do colégio. Minha irmã riu e disse: "Então você gostou da fantasia da outra vez, né?" e riu de novo. Começamos a conversar e eu confessei que gostava. Depois de meia hora, ela falou: "Vamos dar uma volta, não acontece nada. A umas ruas daqui tem um parque, a gente volta de lá." Desconfiado, disse que ia tirar a fantasia, e ela respondeu: "Assim tá bom, ninguém te conhece. É só pra você perder o medo." Pensei com receio e falei: "O que mais pode acontecer?" Saímos e fomos andando até o parque. Era 1h da manhã e passava pouca gente. Ela disse: "Cê tá bonita, mesmo sendo meu irmão." Fiquei sem graça e não respondi. Na conversa, ela perguntou: "E naquela vez da fantasia, te comeram ou não?" Eu não respondi. Já era 1h45 quando falei: "Vamos pra casa, é tarde." Ela disse que tudo bem, mas falou: "Não vamos pela mesma rua, vamos pela outra lá em cima." Caminhamos, e eu concordei sem problema. Andando pela outra rua, dava pra ouvir música e vozes altas. Minha irmã disse: "São os caras da oficina, não tem problema. Sempre que meu namorado me deixa em casa, a gente passa por aqui. Os mecânicos terminam tarde." Eu só falei: "Tá bom." Passando na frente da... Mais alto estava um carro velho e descascado, e eles bebendo lá dentro. Passando na frente deles, um disse: "Olha uns cuzinhos". E sem mais, comecei a ficar com tesão, mas continuamos andando. Minha irmã disse pra eu não dar bola pra esses otários. Chegando na esquina, um dos caras veio correndo e eu fiquei com medo, mas tudo mudou quando ele disse pra minha irmã: "Dayana, como você está?" e começaram a conversar. Na conversa, ele disse que todos eram gente boa e perguntou se a gente não queria um gole. Eu disse não, e minha irmã disse sim. Voltamos pro carro. Lá dentro, nos deram uma dose de tequila. Conforme as doses passaram, minha irmã se soltou na conversa e perguntaram: "E quem é sua amiga?" Ela só disse: "Se apresenta." Fiquei com medo e só falei meu nome. E o mais bêbado dos cinco disse: "Mesmo que você seja homem, eu meto em você." E todos riram. Terminamos uma garrafa e um correu pra buscar outra de um licor diferente, e continuamos bebendo. Quando o álcool já tinha feito efeito, minha irmã dançava com o amigo dela e eu só via como ele esfregava o pau nela na dança. Um dos que estavam sentados me disse: "Vamos dançar?" E na hora eu disse não. Minha irmã falou: "Dança logo, não fica de frescura." E todo mundo riu. Aí eu aceitei com o mais velho de todos, um senhor de uns 55 anos mais ou menos, e a história começou. Dançando, começamos a conversar e ele só dizia que eu estava muito gostosa, que eu era bonita e que, se eu quisesse, ele comprava vestidos ou roupas de mulher pra mim. Eu não disse nada. Olhei pra minha irmã e o amigo dela na dança, ele continuava se esfregando nela, o que me deixou com muito tesão. Paramos de dançar e continuamos bebendo. Nessa hora, um dos caras disse: "Vamos jogar perguntas e respostas. Quem errar toma um shot." Eu disse não, e minha irmã disse sim. Eu sabia que a gente seria o alvo do jogo. Depois de 10 perguntas, perdi 6 e ganhei 4, e já estava toda alcoolizada. Minha irmã também parecia. O mesmo cara do jogo disse pro amigo da minha irmã: "Aposto que você não dá um beijo nela." E ele respondeu: "Daria muitos." E começou a beijar minha irmã. Fico surpresa. Só de olhar pra eles, já começo a ficar com tesão. O senhor com quem eu dancei pergunta: "E aí, o que achou da sua irmã? E você, não tem namorado?" Eu só respondi que não. Vi minha irmã começando a se excitar, deixando o amigo passar a mão na bunda dela. Depois de uns minutos, por causa da bebida e do momento, ela puxou o pau dele pra fora e começou a chupar. Eu não entendia o que tava rolando, nem por que ela tava tão alterada, mas ela tava adorando. Só virei de costas, e o senhor mais velho falou: "Se quiser, faço o mesmo com você." Eu disse não, que ia embora. Levantei e chamei minha irmã: "Vamos embora." Mas acho que, no êxtase do que ela tava sentindo, ela não me ouviu. Fingi que ia sair, mas o senhor me segurou: "Espera aí." Me puxou e eu caí no colo dele. Quase sem movimento, senti o pau dele. Tava duro. Eu só falei: "Me solta, por favor." Ele respondeu: "Não faz assim, olha sua irmã." Não medi o tempo, virei e vi minha irmã chupando o amigo dela. Eu ainda tava no colo do cara. Ver aquela cena me deixou com tesão, mas não demonstrei. Na hora que tentei me levantar, ele disse: "Não quer provar o meu?" Me agarrou e me deu um beijo. Tentei me afastar, mas senti a língua dele entrando na minha boca. Ele puxou minha mão pro pau dele e senti que era grande. Me deixei levar e continuei o beijo. Só ouvi o zíper abrir e vi o pau dele. Era enorme — ou talvez fosse porque era um dos primeiros que eu via. Era cor de carne, com a ponta brilhosa e grossa. Ele disse: "Chupa, igual sua irmã tá chupando o amigo dela." Segurou minha cabeça e me forçou pra baixo, em direção ao pau dele. Olhei pra cara dele e falei que não. Meio agressivo, ele disse pra eu chupar ou ia me bater. Aí ouvi a voz da minha irmã: "Amanhã você lava a boca." Olhei pro pau, segurei e coloquei na boca. Ele disse: "Isso, putinha. Agora vou te foder, vai ganhar um prêmio." Comecei a chupar. Não sei se era impressão minha ou se realmente aconteceu, mas vi o pau dele crescer mais. De vez em quando, ele puxava minha cabeça, enfiava tudo e fazia meus olhos lacrimejarem. Ele perguntava: "Tá gostando, hein? E não queria." Eu só dizia que não, mas algo dentro de mim dizia que sim. Ele puxou minha cabeça e disse: "Olha como... Coloquei eles. Vi os outros 3 e eles estavam se masturbando. Vi minha irmã e ela estava completamente nua e de quatro. Só falei o nome dela e ela respondeu: "se deixa levar". Um dos outros homens se levantou e me deu uma taça com fios e disse: "bebe rápido pra não pensar". Assim que terminei de tomar o gole, só vi que ele soltou o membro que tinha na mão e era enorme, maior que o anterior. Era muito grosso e preto e só disse: "chupa". Ouvi os gemidos da minha irmã e fiquei mais excitada e coloquei na minha boca. Depois de alguns segundos, senti umas mãos na minha cintura, senti elas levantarem meu vestido e puxarem minha calcinha pro lado. Senti uma língua entrando no meu cu. Foi o momento mais gostoso, fazendo oral enquanto outro metia a língua no meu rabo. Virei pra ver minha irmã e ela estava de quatro sendo penetrada. Sem dar importância, continuei na minha. O amigo dele disse: "mestre, vem aqui pra ver como sua amiga tá". E o senhor mais velho caminhou até onde minha irmã estava. Tirou o pênis e disse: "chupa ela". Vi minha irmã chupando enquanto era metida. Chegou o outro cara e disse: "eu também quero", e colocou o pênis na minha frente. Acho que era o menor, mas coloquei na boca. Sentia um prazer imenso, já que me masturbavam enquanto lambiam meu cu e eu mamava dois pênis alternados, enquanto via minha irmã sendo penetrada e lambendo outro pênis. Depois de 20 minutos sendo revezada entre quem lambia meu cu e quem eu mamava, o do pênis maior disse: "agora vou meter em você". Lembro que chamavam ele de Geremi, imagino que se chamava Gerônimo ou algo assim. Foi o momento que me excitou, mas não demonstrei, então não respondi e senti o pênis enorme dele na entrada do meu cu, lubrificado de tanta saliva. Na primeira enfiada não entrou, mas na segunda fez meus olhos quase virarem. Era um membro tremendo. Comecei a sentir dor e depois prazer. Olhei de novo pra quem eu tava mamando o pênis e só tinha um. Vejo minha irmã e agora ela tem dois membros pra chupar. Não falo nada e começo a sentir o movimento do pênis que Eu comecei a gemir, e um deles fala: "Ué, não era que você não gostava?" Minha irmã disse: "Não sabia que você era uma puta." E eu respondi: "Também não sabia que você era." Meu homem se deitou e mandou: "Sobe aqui." Obedeci na hora. O outro se ajeitou pra continuar chupando ele. O amigo da minha irmã falou a mesma coisa pra ela: "Sobe." E ela foi, só que ela tem dois buracos. Vi o senhor mais velho cuspir no cu dela e, sem pensar, enfiou o pau de uma vez. Ela gritou, e depois só gemidos. O que tava comigo falou: "Vou gozar." Senti jatos quentes dentro de mim. Ele tirou o pau da minha bunda pequena, levantou, foi até onde minha irmã estava e mandou: "Limpa." Ela começou a lamber ele. Senti outro membro entrar em mim, menor, mas mais grosso — era o segundo homem. Ouvi o grito da minha irmã porque os dois gozaram dentro dela ao mesmo tempo. E, como já era de se esperar, ela teve que limpar tudo. Eu sentia as cavalgadas do que tava dentro de mim. Depois de um tempo, ele falou: "Vou gozar." Eu disse: "Goza na minha cara." Ele tirou o pau e jorrou tudo na minha boca. Engatinhei até onde minha irmã estava, passei a porra que tinha na boca pra ela, e nos beijamos. O último gozou nas nossas caras. Ouvi os pássaros cantando e o dia começou a clarear — nem sei quanto tempo passou. O senhor me deu dinheiro e falou: "Compra uma roupa pra próxima." Eu só ri. Falei pra minha irmã se apressar pra trocar de roupa. Na saída, não disse nada. Ela perguntou: "Qual pau você mais gostou?" Fiquei calada. Ela disse: "Aquele grandão do Geremi, adorei." Eu respondi: "O do senhor era melhor." Fomos pra casa, tomamos banho e dormimos.

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