Vizinha gostosa 19

Tentei me fazer de importante sem mandar mensagens nem perguntar nada depois, só esperei. Eles também não me escreveram nem falaram nada, eu esperava que fizessem, mas não rolou, e isso me agradou, me colocava de um jeito na posição que eu queria, que me usassem prazer deles e só, ou como aconteceu hoje, me virar do jeito que desse pra garantir que eles se divertissem.

Tava no trabalho olhando pro relógio toda hora, e quando eu achava que já tinham passado horas, na real não tinha sido nada disso. Tinha que ir pra academia depois do expediente e a dúvida era se ia ou não, mas decidi que sim. No meio do treino, bateu aquela vontade de vazar que nem no outro dia, mas me segurei e terminei os exercícios. Cheguei em casa morta, mas morrendo de vontade de ver se tinha conseguido alguma coisa em troca do meu presente. Assim que entrei, vi a tanga que tinha usado no dia anterior em cima da mesinha de centro. Essa não era parte da surpresa, mas não me assustei, porque lembrei que tinha deixado ela no chuveiro e era fácil de achar. Entrei no quarto e vi o sutiã, todo cheio de porra seca, e também peguei ele. Peguei a toalha e umas roupas pra tomar banho. Quando entrei no banheiro, vi a última peça no mesmo estado.

Sem pensar, voltei pro meu quarto e peguei meu vibrador. Entrei no chuveiro com as três peças cheias da minha tão preciosa "porra", como eu tinha dito. Sentei no chão enquanto a água caía no meu corpo e comecei a me tocar, primeiro cheirando o sutiã e depois tentando espalhar nos meus peitos a pouca porra que tinha sobrado. Fiz a mesma coisa com as outras duas calcinhas, passando a porra até no meu rosto, enquanto o vibrador entrava e saía, roçando meu clitóris.

Onde será que eles se tocaram? O que será que pensaram? O que mais eu posso fazer pra esses caras? O que mais eu preciso fazer pra eles me comerem?

Essa última pergunta já tava na minha cabeça há muito tempo, mas eu disfarçava pensando "Que maldade posso fazer com eles?" Eu queria isso e acho que eles também, mas não queria mudar minha postura de dar só até ali, queria que eles me pegassem e me fizessem de putinha deles, a vizinha putinha. Ter esse pensamento na cabeça foi uma baita ajuda pra gozar debaixo d'água, depois comi e fui dormir, descansei pra caralho. No outro dia era sexta, fui trabalhar e segui minha rotina normal como sempre.

Sextou, contando o dia desde os caras.

Chegaram pra trabalhar, a Ale tinha trazido uma mochila e quando os três se juntaram, ela decidiu mostrar a primeira parte do plano que tinha, o que começaria naquele mesmo dia. Sentaram em roda, ansiosos, embora soubessem que tudo o que tinham trabalhado naquela semana era pra pagar o que a Ale tinha comprado, não tava nem aí, confiavam na amiga e a real é que tinham conseguido muitas coisas da Maca, era hora de darem um passo além.

Ela abriu a mochila e tirou umas fio-dental, uma vermelha especialmente pequena com uns brilhos, essa foi a que mais agradou elas. Tirou mais algumas peças e tinha uma bolsa separada.

Nico: O que tem aí?
Ale: Isso é o melhor, tem duas coisas.
Dani: Mostra pra gente então, vai.
Ale: Não vamos abrir essa bolsa, esperem.
Nico: Por quê? Vamo lá, a gente também vai pagar.
Ale: Porque vocês não imaginam o que eu comprei e garanto que vão gostar ainda mais, esperem só pra ver ele vestido.
Dani: E se ele não colocar? Ou não mostrar pra gente?
Ale: Tenho certeza que sim.
Nico: Mas e se ela não fizer?
Ale: Vamos forçar ela a fazer isso de algum jeito.

Os caras se olharam achando que o amigo tinha pirado, não entendiam como iam forçar ela e achavam que o Ale também não, mas decidiram acreditar nele, mesmo estando meio na dúvida sobre como iam fazer isso.

Nico: Conta pra gente alguma coisa do plano, pra saber o que a gente tem que fazer.
Ale: Vamos deixar uma coisinha pra ela, não tudo de uma vez, e aos poucos vamos dando presentes em troca dela ir mostrando pra gente.
Dani: E como é que você sabe que ela vai fazer isso?
Ale: Porque ela tá gostosa igual a gente, se pelou e se tocou na nossa frente. Cê acha que se não tivesse, ela faria isso?
Dani: É verdade.
Nico: Mas como é que a gente vai continuar fazendo ela se animar?
Ale: A gente vai resolvendo no caminho, mas temos que ousar mais, senão a única coisa que vamos conseguir é que ela nos deixe uma calcinha usada pra bater punheta igual três otários.
Nico: E um sutiãzinho..
Ale: É, mano, tu não tá ligado no que eu tô falando?
Nico: Não..
Dani: Teu plano é basicamente fazer ela ficar tão tesuda que queira transar?
Ale: Quase acertou nela, a gente sempre é os otário pra ela, ela só dá migalha pra manter a gente no fogo.
Dani: E aí?
Ale: Então agora a gente vai ficar na dificuldade. E vamos dar migalhas pra ela até que ela não queira mais nos pegar, mas sim precise.

Aos poucos tão entendendo o plano, embora fosse foda de botar em prática.

Ale: Vamos deixar isso pra ela, e assim que ela mostrar, porque com certeza vai mostrar, a gente não vai sair correndo atrás, pra isso ela vai ter que merecer. Então não caiam na armadilha dela.

Deixaram um pacotinho embrulhado em cima da mesa com um bilhete que dizia “Esperamos que você goste”.

Voltamos pra Maca.

Quando a noite chegou e voltei pra casa, vi o presente em cima da mesa, li o bilhete e abri o pacote. Fiquei surpresa com o conteúdo, mas gostei e levei pro quarto. Antes de tomar banho, dei uma espiada lá no fundo, vi eles juntinhos como quase toda sexta-feira. Tomei banho e saí pra pendurar a toalha junto com minha calcinha fio dental.

Maca: Oi, galera, como vocês tão?
Gurias: Bem, e vocês?
Maca: Beleza, tô por aqui. Vi que deixaram um presentinho pra mim.
Ale: Sim, espero que não te incomode.
Maca: Imagina, adorei. Muito obrigada, mas por que gastaram grana comigo? Deu trabalho pra vocês.
Ale: É uma troca de gentilezas, vocês deixaram um presente pra gente e a gente também deixou um pra vocês.
Maca: Bom, valeu, mas não comprem mais nada pra mim, não quero que gastem grana.
Ale: Compramos mais presentes pra você, depois a gente te entrega.
Maca: Ah, eles se ferraram..
Dani: A gente tinha que fazer isso.
Maca: E quando os outros me dão?
Nico: Depois a gente vê, tu quer tudo fácil.

Maca sorriu, estavam chegando onde ela queria.

Maca: O que mais vocês querem que eu faça? Não quero tudo fácil.
Ale: A gente pensa e depois te fala.
Maca: Vou experimentar, espero que fique bem em mim.
Ale: Acho que sim.

Maca achou que iam pedir pra ela mostrar vestida ou algo do tipo, mas não foi assim, ela se despediu e entrou em casa. Deitada, olhava o presente e o celular, pensando que iam mandar algo, mas o tempo passava e nenhuma mensagem chegava.

Por que eles não estão pedindo pra ver ela? Que estranho. Também não me convidaram pra ficar com eles, talvez eu tenha que dar um jeito de convencê-los, vou ter que pensar como, mas isso fica pra amanhã, agora vou dormir se é que consigo.

Sábado de manhã, acordei cedo e não porque não tava cansada, mas porque meu sono foi interrompido toda hora, acordando pensando neles, no que eu ia fazer hoje e até onde podia ir. Experimentei a tanga que me deram de presente, ficou melhor do que eu imaginava, com isso vestida parecia uma puta mesmo, talvez fosse o que eles queriam, mandei mensagem pra contar pra eles.

Eu: Fala, galera, tudo bem?
Gurizada: Beleza, Maca e tu?
Eu: Bom, queria contar pra vocês. Experimentei o presentinho que vocês me deram, amei demais.
Dani: Ficou bom em você?
Eu: Acho que sim, querem ver?
Ale: Não precisa, é um presente pra você.

Essa resposta eu não esperava, achei que iam morrer de vontade de me ver.

Eu: Ah, beleza, tudo bem. Que dia quente, hein?
Nico: Se fizer muito calor, é ruim.
Eu: Mais tarde vocês podem vir pra piscina se quiserem, eu com certeza vou sair pra pegar um sol, mesmo que seja só um pouco.
Dani: Bom, a gente vê mais tarde porque vamos jogar bola, temos uma semifinal hoje.
Maca: Que bom, tomara que ganhem então. Com quem vocês vão?
Nico: Com os manos do bairro, Ema, Lucas e mais uns dois. Conhece eles?
Maca: Sim, sei quem são. Já vi eles por aí, mas acho que eles me olham mais do que eu olho eles, haha.
Ale: Com certeza, se são uns punheteiros.
Maca: Eu não queria falar isso haha, beleza, então avisem, vou estar em casa.
Dani: Valeu, brigado.

Fiz 2 tentativas, uma de mostrar por foto e outra pra me verem ao vivo e a cores com os próprios olhos, mas ambas falharam. Que outra coisa eu poderia inventar? Acabaram as ideias, porque nunca cheguei nesse ponto de ser rejeitada duas vezes. Me olhei no espelho e, ao me ver, pensei: "Não vão te rejeitar sempre, olha como você é gostosa, continua ou morre tentando". Deixei passar umas horas, o sol tava forte, e escrevi pra elas de novo.

Eu: Como é que foi com vocês?
Ale: O jogo atrasou, a gente vai jogar agora.
Eu: Boa sorte, não se machuquem.

Queria dar uma agitada no sábado, tava meio entediada. Peguei uma caixinha de som pequena e levei pro quintal pra botar uma música, enquanto me preparava pra pegar um sol, pensei em vestir um biquíni, mas já tava usando a tanga que me deram de presente e achei que era melhor deixar ela mesmo. Meu colega de trabalho Andrés me mandou mensagem, contei que tava tomando sol só pra ver a reação dele e fazer aquele joguinho de ele pedir uma foto, mesmo sem eu pretender mandar, só pra deixar ele na curiosidade, mas ele não pediu. Acho que tava morrendo de vontade, mas talvez quis ser educado dessa vez. Depois de algumas mensagens, ele perguntou se eu tinha planos pra noite. Na real, não sabia o que ia fazer, meu plano era ficar com meus vizinhos, mas dependendo do que rolasse, eu considerava ele.

Meu celular tocou.

Ale: No fim a gente ganhou, bora comemorar.
Eu: Que bom, parabéns pra vocês. Comigo?
Ale: Na real, a gente ia levar o time todo pra casa do Nico, mas não vai dar.
Eu: Sem problema.

Minha resposta foi cortante, tava puta porque queria que eles viessem e me vissem do jeito que tava pra eles. Automaticamente peguei minhas coisas e entrei, me troquei sem saco pra nada e fiquei vendo TV. Um tempo depois, ouvi eles, era uma galera, tinha música e risada, isso me deixava pior. Fiquei espiando, tava mal e sabia disso, mas queria fazer. Contei eles, eram 7, a vontade de querer fazer algo de novo era incontrolável, mas dessa vez tudo se inverteu: eles queriam que eu desejasse eles, queriam que eu implorasse pra eles virem, e isso ia mudar naquele momento porque me veio a ideia de dar ciúmes neles e fazer o show, dessa vez, não ser pra eles.

Voltei a usar a tanga que me deram de presente, peguei a toalha, uma garrafa d'água e o protetor solar. Me olhei no espelho e percebi que era demais sair com aquela tanga. Queria causar ciúmes, mas não virar a puta do bairro — ou pelo menos por enquanto. Troquei de roupa e coloquei um biquíni, bem gostoso, mas bem mais suave do que sair como antes. Vestia uma regata meio curta, que mal cobria minha bunda, e saí. Todo mundo me olhou. Acenei com a mão e um sorriso, arrumei a toalha no chão e me ajoelhei nela pra tirar a regata. Ia ficar de bruços — com certeza queriam ver minha raba — mas paciência, que esperassem mais um pouco. Passei protetor solar nas pernas, barriga, braços e rosto. Por último, deixei meus peitos, que já brilhavam. E se por si só já são dois bons motivos pra não tirar os olhos, passando creme era pior. Olhava de vez em quando com o canto do olho e sempre tinha um me encarando. Adorava, porque também percebia a irritação dos meus queridos amiguinhos.

Depois de um tempo nessa posição, me levantei e tomei uns goles d'água. Devo ser meio boba, porque algumas gotinhas escorreram entre meus peitos. Me enxuguei com a regata e me virei. Agora sim, minhas nádegas apontavam pro sol, também passadas de creme. Cê sabe, não queria queimar nem mais um centímetro, então minha mão também passou creme no meio da minha bunda. Os amigos do meu vizinho estavam completamente hipnotizados com a vista que eu tava dando. O espetáculo foi mais que proveitoso pra eles. Algum deles ia lembrar de mim mais tarde, na solidão do quarto dele. Não tinha dúvida.

O sol tava se escondendo e só precisei de umas poucas mensagens pra combinar com o Andrés um horário e sair pra tomar alguma coisa, só como amigos, pelo menos por enquanto. Tomei um banho e saí pra pendurar o biquíni, agora só sobraram eles três, os mesmos de sempre, meus queridos punheteirinhos.

Ale: Daqui a pouco a gente vai.
Eu: Pra onde?
Ale: Na sua casa.
Eu: Vou embora, eles não quiseram vir comigo hoje, mas encontrei alguém que topou.
Dani: Quem?
Eu: Um colega de trabalho me chamou pra tomar umas.
Ale: Que pena pra ele, cancela aí que agora a gente vai.

A segurança com que ele me deu a ordem era exatamente o que eu tava esperando, gostei tanto que diria que até amoleceu minhas pernas. Sabia que se eu aceitasse, eles não iam vir se tocar só me olhando, iam vir me comer.

Eu: Não dá, já resolvi. Da próxima vez, pensem melhor.

Me virei e entrei na minha casa, deixei eles falando sozinhos pra perceberem minha raiva. Tirei uma foto depois de me trocar pra postar no Instagram, era mais pra eles ficarem com ciúmes de como me produzi pra outro homem do que pra eles. Andrés veio me buscar, a noite foi boa, a gente se divertiu e ele me trouxe de volta pra casa. Quando cheguei, dei um beijo no rosto dele e, quando tentei abrir a porta do carro pra descer, ele me segurou pelo braço, me virando pra ele. Foi firme o bastante pra me surpreender, mas não a ponto de me machucar. Não consegui dizer uma palavra e ele já estava me beijando, e eu devolvi o beijo. Não me afastei nem tentei separar ele. Foi longo e até erótico. Cheguei no meu limite, consegui me separar bem na hora, senão iam ter só duas opções: me jogar em cima dele dentro do carro ou fazer na minha cama.

Espiei lá no fundo e elas continuavam lá. Tomei um banho rápido e saí de novo pra pendurar minha toalha junto com a fio-dental. Essa última era pequena e sexy, daquelas que uma mulher usa quando quer entrar no modo putona pra acabar com qualquer homem.

Nico: Você voltou.
Eu: É, foi uma noite longa.
Ale: Entediada?
Eu: De jeito nenhum.
Ale: Então se diverte aí, sem a gente.
Eu: Sorte a minha, queria me divertir com vocês, mas fazer o quê, não quiseram e outro aproveitou.

Deixei eles sem palavras, plantei na mente deles a ideia de que transei com meu colega de trabalho e que eles perderam essa chance.

Eu: Bom, tô morta, vou dormir. Beijos.

Eles ficaram se olhando, sabendo que tinham perdido talvez uma chance concreta de transar comigo. E eu dormi feliz, fazendo eles acreditarem nisso, deixando eles comendo na minha mão de novo.

6 comentários - Vizinha gostosa 19

Ya pensé que te habían secuestrado
Jajaja perdon amigo, estuve con otros temas
Espero que te haya gustado igualmente