Vizinha gostosa 18

Tentei bancar a difícil sem mandar mensagem nem perguntar nada depois, só esperei. Eles também não me escreveram nem falaram nada, eu esperava que fizessem, mas não rolou, e isso me agradou, me colocava de um jeito no lugar que eu queria, que me usassem prazer deles e só, ou como aconteceu hoje, me virar do jeito que desse pra fazer eles se divertirem.

Tava no trabalho olhando pro relógio toda hora, e quando eu achava que já tinham passado horas, na real não tinha sido nada disso. Tinha que ir pra academia depois do expediente, e a dúvida era se ia ou não, mas decidi que sim. No meio do treino, bateu aquela vontade de vazar que nem no outro dia, mas me segurei e terminei os exercícios. Cheguei em casa morta, mas morrendo de vontade de ver se tinha ganhado alguma coisa em troca do meu presente. Assim que entrei, vi a tanga que tinha usado no dia anterior em cima da mesinha de centro. Essa não era parte da surpresa, mas não me assustei, porque lembrei que tinha deixado ela no chuveiro e era fácil de achar. Entrei no quarto e vi o sutiã, cheio de porra seca, e também peguei ele. Peguei a toalha e umas roupas pra tomar banho. Quando entrei no banheiro, vi a última peça no mesmo estado.

Sem pensar duas vezes, voltei pro meu quarto e peguei meu vibrador. Entrei no chuveiro com as três peças cheias do meu precioso "gozo", como tinha dito pra elas. Sentei no chão enquanto a água caía no meu corpo e comecei a me tocar, cheirando primeiro o sutiã e depois espalhando nos meus peitos a pouca porra que tinha sobrado. Fiz a mesma coisa com as outras duas calcinhas, passando o gozo até no meu rosto, enquanto o vibrador entrava e saía, roçando no meu clitóris.

Onde será que eles se bateram uma? O que será que pensaram? O que mais eu posso fazer pra esses caras? O que mais eu tenho que fazer pra eles me comerem?

Essa última pergunta já estava na minha cabeça há muito tempo, mas eu disfarçava pensando "Que maldade posso fazer com eles?" Eu desejava isso e acho que eles também, mas não queria mudar minha postura de dar só até ali, queria que eles me pegassem e me fizessem de putinha deles, a vizinha putinha. Ter esse pensamento na cabeça foi uma grande ajuda para ter um orgasmo debaixo d'água, depois comi e fui dormir, realmente descansei muito bem. No dia seguinte era sexta-feira, fui trabalhar e tive minha rotina diária como sempre.

Sextou, contando o dia desde os caras.

Chegaram pra trabalhar, a Ale tinha levado uma mochila e quando os três se juntaram, ela resolveu mostrar a primeira parte do plano que tinha, o que começaria naquele mesmo dia. Sentaram em roda, ansiosos, e mesmo sabendo que tudo que tinham trabalhado naquela semana era pra pagar o que a Ale tinha comprado, não tava nem aí, confiavam na amiga e a real é que já tinham conseguido um monte de coisas da Maca, era hora deles darem um passo além.

Ela abriu a mochila e tirou umas calcinhas fio dental, uma vermelha especialmente pequena com uns brilhos, essa foi a que mais agradou elas. Tirou mais algumas peças e tinha uma bolsa separada.

Nico: O que tem aí?
Ale: Isso é o melhor, tem duas coisas.
Dani: Mostra pra gente então, vai.
Ale: Não vamos abrir essa bolsa, esperem.
Nico: Por quê? Fala sério, a gente também vai pagar.
Ale: Porque vocês não imaginam o que eu comprei e garanto que vão gostar ainda mais, esperem só pra ver vestido.
Dani: E se ele não colocar? Ou não mostrar pra gente?
Ale: Tenho certeza que sim.
Nico: Mas e se ela não fizer?
Ale: Vamos forçar ela a fazer isso de algum jeito.

Os caras se olharam achando que o amigo tinha pirado, não entendiam como iam forçar ela e achavam que o Ale também não, mas decidiram acreditar nele, mesmo estando meio na dúvida sobre como iam fazer isso.

Nico: Conta pra gente algo do plano, pra saber o que a gente tem que fazer.
Ale: Vamos deixar uma coisinha pra ela, não tudo de uma vez, e aos poucos vamos dando presentes em troca dela ir mostrando pra gente.
Dani: E como é que você sabe que ela vai fazer isso?
Ale: Porque ela tá gostosa igual a gente, se pelou e se tocou na nossa frente. Cê acha que se não tivesse, ela faria isso?
Dani: É verdade.
Nico: Mas como vamos continuar fazendo ela se animar?
Ale: A gente vai resolvendo no caminho, mas temos que ousar mais, senão a única coisa que vamos conseguir é que ela nos deixe uma calcinha usada pra bater punheta igual três otários.
Nico: E um sutiãzinho..
Ale: É, mano, tu não tá ligado no que eu tô falando?
Nico: Não..
Dani: Seu plano é basicamente fazer ela ficar tão tesuda que ela vai querer transar?
Ale: Quase acertou nela, a gente sempre é os otários pra ela, ela só dá migalhas pra nos manter na linha.
Dani: E aí?
Ale: Então agora a gente vai ficar na dificuldade. Vamos dar só migalhas pra ela até que ela não queira só nos pegar, mas precise disso.

Aos poucos tão entendendo o plano, embora fosse foda de botar em prática.

Ale: Vamos deixar isso pra ela, e assim que ela mostrar o motivo — porque com certeza vai mostrar — a gente não vai sair correndo atrás, pra isso ela vai ter que merecer. Então não caiam na armadilha dela.

Deixaram um pacotinho embrulhado em cima da mesa com um bilhete que dizia "Esperamos que você goste".

Voltamos pra Maca.

Quando a noite chegou e voltei pra casa, vi o presente em cima da mesa, li o bilhete e abri o pacote. Fiquei surpresa com o conteúdo, mas gostei e levei pro quarto. Antes de tomar banho, dei uma espiada lá no fundo, vi eles juntinhos como quase toda sexta-feira. Tomei banho e saí pra pendurar a toalha junto com minha calcinha fio dental.

Maca: Oi, galera, como vocês tão?
Gurias: Bem e vocês?
Maca: Beleza, tô por aqui. Vi que deixaram um presentinho pra mim.
Ale: Sim, espero que não te incomode.
Maca: Imagina, eu gostei. Muito obrigada, mas por que gastaram grana comigo? Deu trabalho pra vocês.
Ale: É uma troca de gentilezas, vocês nos deixaram um presente e a gente também.
Maca: Bom, valeu, mas não comprem mais nada pra mim, não quero que gastem grana.
Ale: Compramos mais presentes pra você, depois te entregamos.
Maca: Ah, eles se ligaram bem..
Dani: A gente tinha que fazer isso.
Maca: E quando os outros me dão?
Nico: Depois a gente vê, você quer tudo fácil.

Maca sorriu, estavam chegando onde ela queria.

Maca: O que mais vocês querem que eu faça? Não quero tudo fácil.
Ale: A gente pensa e depois te fala.
Maca: Vou experimentar, espero que fique bem em mim.
Ale: Acho que sim.

Maca achou que iam pedir pra ela mostrar vestida ou algo assim, mas não foi o caso. Ela se despediu e entrou em casa. Deitada, ficava olhando o presente e o celular, pensando que iam mandar alguma mensagem, mas o tempo passava e nada chegava.

Por que eles não tão pedindo pra ver ela? Que estranho. Também não me chamaram pra ficar com eles, talvez eu tenha que dar um jeito de convencê-los, vou ter que pensar como, mas isso fica pra amanhã, agora vou dormir se é que consigo.

Sábado de manhã, acordei cedo e não porque não tava cansada, mas porque meu sono foi interrompido toda hora, acordando pensando neles, no que eu ia fazer hoje e até onde podiam chegar. Experimentei a tanga que me deram de presente, ficou melhor do que eu pensei, com isso vestida parecia uma puta mesmo, talvez era o que eles queriam, escrevi pra contar pra eles.

Eu: Fala, galera, tudo bem?
Gurizada: Tudo bem, Maca e tu?
Eu: Bom, queria contar pra vocês. Experimentei o presentinho que vocês me deram, amei de montão.
Dani: Ficou bom em você?
Eu: Acho que sim, querem ver?
Ale: Não precisa, é um presente pra você.

Essa resposta eu não esperava, achei que iam morrer de vontade de me ver.

Eu: Ah, tá bom, beleza. Que dia quente, hein?
Nico: Se fizer muito calor, é ruim.
Eu: Mais tarde vocês podem vir pra piscina se quiserem, eu com certeza vou sair pra pegar um sol, mesmo que seja só um pouco.
Dani: Bom, a gente vê mais tarde porque vamos jogar bola, temos uma semifinal hoje.
Maca: Que bom, tomara que ganhem então. Com quem vocês vão?
Nico: Com os caras do bairro, Ema, Lucas e mais uns dois. Tu conhece eles?
Maca: Sim, sei quem são. Já reparei neles, mas acho que eles me olham mais do que eu olho eles, haha.
Ale: Com certeza, se eles são uns punheteiros.
Maca: Eu não queria falar isso haha, então avisem, vou estar em casa.
Dani: Valeu, valeu.

Fiz 2 tentativas, uma de mostrar foto pra elas e outra pra me verem ao vivo e a cores com os próprios olhos, mas ambas falharam. Que outra coisa eu poderia inventar? Acabaram as ideias, porque nunca cheguei nesse ponto de levar dois foras. Me olhei no espelho e, ao me ver, pensei: "Não vão te rejeitar pra sempre, olha como você é gostosa, continua ou morre tentando". Deixei passar umas horas, o sol tava forte, e mandei mensagem de novo.

Eu: Como é que foi com vocês?
Ale: O jogo atrasou, a gente vai jogar daqui a pouco.
Eu: Boa sorte, não se machuquem.

Queria dar uma agitada no sábado, tava meio entediada. Peguei uma caixinha de som lá no quintal pra botar uma música, enquanto me preparava pra pegar um sol, pensei em vestir um biquíni, mas já tava usando a fio dental que me deram de presente e achei que era melhor deixar ela mesmo. Meu colega de trabalho Andrés me mandou mensagem, contei que tava tomando sol só pra ver a reação dele e fazer aquele joguinho de pedir uma foto, mesmo sem intenção de mandar, só pra deixar ele curioso, mas ele não pediu. Acho que tava morrendo de vontade, mas talvez quis ser educado dessa vez. Depois de algumas mensagens, ele perguntou se eu tinha algo planejado pra noite. Na real, não sabia o que ia fazer, meu plano era ficar com meus vizinhos, mas dependendo do que rolasse, eu considerava ele.

Meu celular tocou.

Ale: No fim a gente ganhou, vamos comemorar.
Eu: Que legal, parabéns pra vocês. Comigo?
Ale: Na real, a gente ia levar o time todo pra casa do Nico, mas não vai dar.
Eu: Sem problema.

Minha resposta foi cortante, tava puta porque queria que eles viessem e me vissem do jeito que tava pra eles. Na hora levantei minhas coisas e entrei, me troquei sem saco pra nada e fiquei vendo TV. Um tempo depois, escutei eles, era uma galera, tinha música e risada, isso me deixava pior. Fiquei espiando, sabia que tava errado, mas queria fazer aquilo. Contei eles, eram 7, a vontade de querer fazer algo de novo era incontrolável, mas dessa vez tudo se inverteu: eles queriam que eu desejasse eles, queriam que eu implorasse pra eles virem, e isso ia mudar naquele momento porque me veio a ideia de dar ciúmes neles e fazer o show, dessa vez, não ser pra eles.

Voltei a vestir a tanga que me deram de presente, peguei a toalha, uma garrafa d'água e o protetor solar, me olhei no espelho e percebi que era demais sair com aquela tanga, queria causar ciúmes, mas não virar a puta do bairro, pelo menos por enquanto. Troquei de roupa e coloquei um biquíni, bem sexy, mas bem mais tranquilo do que sair como antes. Vestindo uma camiseta meio curta, que mal cobria minha bunda, e saí. Todo mundo me viu, acenei com a mão e um sorriso, arrumei a toalha no chão e me ajoelhei nela para tirar a camiseta. Ia ficar de bruços, com certeza queriam ver minha bunda, mas paciência, que esperem mais um pouquinho. Passei protetor solar nas pernas, barriga, braços e rosto, deixando meus peitos por último, que ficaram brilhando. E se por si só já são dois grandes motivos para não tirarem os olhos, com creme então era pior. Olhava de vez em quando com o canto do olho e sempre tinha algum me encarando. Adorava, porque também percebia a irritação dos meus queridos amiguinhos.

Depois de um tempo nessa posição, me levantei e tomei uns goles d'água. Devo ser meio burra, porque umas gotinhas escorreram entre meus peitos. Me enxuguei com a regata e me virei. Agora sim, minhas nádegas apontavam pro sol, também passadas de creme. Cê sabe, não queria queimar nem um centímetro a mais, então minha mão também passou creme no meio da minha bunda. Os amigos do meu vizinho estavam completamente hipnotizados com a vista que eu tava dando. O espetáculo foi mais que proveitoso pra eles. Algum ia lembrar de mim mais tarde na solidão do quarto dele, disso não tinha dúvida.

O sol já tava se escondendo e não precisei de mais que umas mensagens pra combinar com o Andrés um horário e sair pra tomar um drink, só como amigos, pelo menos por enquanto. Tomei um banho e saí pra pendurar o biquíni, agora só sobraram eles três, os mesmos de sempre, meus queridos punheteirinhos.

Ale: Daqui a pouco a gente vai.
Eu: Pra onde?
Ale: Na sua casa.
Eu: Vou nessa, hoje não quiseram vir comigo, mas encontrei alguém que topou.
Dani: Quem?
Eu: Um colega de trabalho me chamou pra tomar umas.
Ale: Que pena pra ele, cancela aí que agora a gente vai.

A segurança com que ele me deu essa ordem era exatamente o que eu esperava. Gostei tanto que até minhas pernas amoleceram. Sabia que se eu aceitasse, eles não viriam só se tocar me olhando — viriam pra me comer.

Eu: Não dá, já resolvi. Da próxima vez, pensem melhor.

Me virei e entrei na minha casa, deixei eles falando sozinhos pra perceberem minha raiva. Tirei uma foto depois de me trocar pra postar no Instagram, era mais pra eles ficarem com ciúmes de como me produzi pra outro homem do que pra eles. Andrés veio me buscar, a noite foi boa, a gente se divertiu e ele me trouxe de volta pra casa. Quando cheguei, dei um beijo no rosto dele e, quando tentei abrir a porta do carro pra descer, ele segurou meu braço, me virando pra ele. Foi firme o bastante pra me surpreender, mas não a ponto de me machucar. Não consegui dizer uma palavra, ele já estava me beijando, e eu devolvi o beijo. Não me afastei nem tentei separar ele, foi longo e até erótico. Cheguei no meu limite, consegui me separar bem na hora, senão iam ter só duas opções: me jogar em cima dele dentro do carro ou fazer na minha cama.

Espiei lá no fundo e elas continuavam lá. Tomei um banho rápido e saí de novo pra pendurar minha toalha junto com a tanga. Essa última era pequena e sexy, daquelas que uma mulher usa quando quer entrar no modo putona pra acabar com qualquer homem.

Nico: Você voltou.
Eu: É, foi uma noite longa.
Ale: Entediada?
Eu: De jeito nenhum.
Ale: Então se diverte aí, sem a gente.
Eu: Sorte a minha, queria me divertir com vocês, mas fazer o quê, vocês não quiseram e outro aproveitou.

Deixei eles sem palavras, plantei na mente deles a ideia de que transei com meu colega de trabalho e que eles perderam a chance.

Eu: Bom, tô morta, vou dormir. Beijos.

Ficaram se olhando entre si, sabendo que tinham perdido talvez uma chance concreta de transar comigo. E eu dormi feliz, fazendo eles acreditarem nisso, deixando eles comendo na minha mão de novo.

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8 comentários - Vizinha gostosa 18

Hahaha desculpa amigo, tava ocupada com outras paradas
Espero que você tenha gostado também, gostosa.
Preciso da parte 19, 20, 21 etc... Essa saga é uma delícia.
Sim, como sempre, vão 10 e na espera do próximo capítulo... foda demais!