Aquela foda perto do cemitério, num lugar onde passava muita gente, foi só mais uma de muitas fodas que a gente teve. A real é que não tinha hora nem lugar que a gente achasse impossível. A gente tava sempre com vontade de trepar. Um dia, enquanto eu procurava ela de carro pra ver onde a gente podia parar pra foder — lembrando que ainda tava na pandemia, sem motel funcionando e a quarentena só se alongando cada vez mais, então a gente tinha que ficar sempre de olho em onde se esconder pra transar —, nesse dia ela me fala: "não vai por essa rua não, que passa muita gente, não vamos conseguir parar". Isso foi o suficiente pra eu fazer exatamente o contrário. E lá fui eu, mas não sem antes recuar um pouco mais o banco e começar a dirigir mais devagar enquanto dava a ordem (isso sempre a excita a níveis incompreensíveis) pra ela chupar minha pica, que já só de saber que ia rolar tinha ficado dura que nem ferro quente. Então, meio na dúvida, ela começa a fazer o dela. Enquanto isso, eu ia contando toda a gente que via, e ela chupava cada vez mais desesperada. Num momento, vejo dois caras num ponto de ônibus esperando o busão e falo pra ela levantar um pouco mais a bunda. Quando ela faz isso, eu chego devagarzinho no ponto e digo que tinha dois homens olhando. Na hora, ela quer se esconder, mas eu levanto o vestidinho dela e reduzo quase totalmente a velocidade pra eles verem. E foi isso. Os dois caras começaram a falar um monte, e ela, muito excitada, não parava de chupar com mais desespero ainda e pedia pra eu gozar na boca dela. Coisa que, obviamente, eu também precisava fazer, porque aquela situação tinha sido excitante pra caralho. Assim, ajeitamos a roupa, arrumei o banco e seguimos nosso caminho. Mais tarde, enquanto a gente trocava ideia no WhatsApp, falei que tinha adorado aquela experiência, e entre uma coisa e outra ela me diz que tinha pensado e queria que a gente fizesse na praça... Uff!! Aquele pedido foi, sem querer e sem saber naquele momento, outro ponto de virada no nosso relacionamento. Começamos a pensar como seria, que roupinha ela usaria, já que tinha que ser algo confortável e curtinho pra facilitar as coisas, em qual praça, em qual horário, e foi assim que começamos a pirar e a ficar bitolados com esse novo "desafio" que a gente tinha e que agora queria realizar. Assim os dias foram passando, continuávamos na mesma intensidade e cada dia com mais vontade de nos foder. E ainda por cima agora com essa nova fantasia desbloqueada. Fantasia que, claro, realizamos e que foi nos levando e nos aprofundando cada dia mais no lugar onde estamos hoje e que, claro, vou continuar contando na parte 3. Onde já começamos a ir muito além de tudo e aos poucos vou contando como fui transformando minha namorada numa verdadeira puta. Talvez até poste uma fotinha da booty monstra que a minha gata tem. Se quiserem a parte 3, comecem a deixar seus comentários e opiniões.
1 comentários - Como transformei minha mina numa puta gostosa. Parte 2