Aqui começa a história da Cláudia com o tio dela.
Espero que vocês curtam muito.
OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS
POR ME SEGUIR
E PELOS PONTOS
CLAUDIA E SEU TIO ALBERTO parte 1
Já contei pra vocês como foi a estreia sexual da Cláudia. Naquela quarta-feira foi o segundo encontro dela com o tio Carlos. Ela sabia que ia dar uma trepada com ele e por isso a ansiedade, não tinha dúvida de que ela tinha gostado. Ela se vestiu com a roupinha nova e entrou no bar onde Carlos já esperava por ela. Saíram de lá, subiram no carro.
Claudia, pra onde a gente vai, mano?
Carlos, de agora em diante não me chama de tio, me chama de Carlos. Onde a gente vai, você vai gostar, é um lugar ideal pra transar.
Cláudio, tio, você vai me comer de novo? Que delícia, não falou nada da roupinha, não gostou?
Carlos, você tá uma putinha gostosa com essa roupa, adoro como fica em você, mas melhor comprar outra.
Claudia, mas não tenho grana.
Carlos, se você se comportar bem, vai ganhar mais grana.
Claudia, sim, titio, vou ser bem obediente, você vai ver.
Entraram no hotel, foram pro quarto. Mal entraram, Carlos começou a despir ela e ela fez o mesmo. Sentir as mãos dele percorrendo o corpo dela a deixou com muito tesão. Já não ligava mais pra dor que aquela pica ia causar no corpo dela, na verdade, ela tava doida pra sentir. Por isso, se ajoelhou, puxou a cueca dele pra baixo e engoliu a pica dele. Chupou com muita vontade e não parou até tomar uma baita gozada, que pra ela era uma delícia. Olhou pro Carlos, abriu a boca, sorriu, saboreou o leite dele e engoliu. Carlos, feliz e mais tarado do que nunca, percebeu que finalmente a sobrinha dele tava aos seus pés. Pediu um champanhe e bebeu com ela, levou ela pra cama e chupou os peitos dela. Isso deixou a Claudia ainda mais excitada, que se contorcia enquanto a mão dela brincava na entrada da buceta.
Carlos, hoje vou te comer a bunda.
Claudia, isso vai doer pra caralho.
Carlos, quem se importa, vira e fica de quatro.
Claudia, ansiosa, obedeceu, ficou de quatro oferecendo o que seu tio Carlos tanto queria. Só pensava na recompensa, sabia que seria bem gorda. Sentiu o gel frio escorrer pelo cu, se arrepiou e, quando sentiu um dedo entrando, só gemeu. Adorava aquela sensação. Entraram dois, depois três, e cada vez era melhor.
Claudia, aí tio, enfia essa pica em mim agora, não aguento maissss aiii aiii aiii
Carlos, tá doendo, sua puta?
Claudia, siii, dói pra caralho, mas não tira, eu quero ela toda, aiii, aiii, aiii
Carlos enfiou com força e não parou de meter até enfiar tudo e começou a foder ela. As perninhas da Claudia diziam tudo, o tio Carlos estava arrebentando a buceta dela enquanto brincava carinhosamente com os peitos dela. Claudia não parava de gemer e sofrer a puta foda que o tio estava dando nela, e de tanto receber, sentiu vontade de gozar. Como conseguiu, levou a mão até a buceta e se masturbou ao mesmo tempo que o tio arrebentava o cu dela, mas mesmo assim não conseguia ter o tão precioso orgasmo e só pedia que ele desse mais. Já desesperada por conseguir, isso para o maldito do tio era uma vitória, a pequena putinha estava sendo sodomizada e curtindo ao máximo. Ele tirou a pica do cu dela, ela se desesperou e disse:
Claudia, tio, não, não tira de mim, continua me comendo, não me deixa assim.
Lá estava a Claudia na mesma posição, implorando por mais uma surra de buceta, mas deu ruim: o Carlos virou ela e enfiou a pica suja dele entre os peitos dela. Ela fez o trabalho dela, apertou os peitos e começou a bater uma pra ele até levar vários jatos de porra na cara, ficando toda lambuzada. A Claudia não desperdiçou nada: com as mãozinhas dela, juntou tudo que conseguiu e engoliu, enquanto o Carlos ia pro banheiro. Ela seguiu ele, os dois tomaram banho juntos, e a Claudia reclamou que não tinha gozado.
Claudia, não me deixa assim, por favor, vamos foder de novo.
Carlos, o turno já acabou, a gente tem que vazar.
Claudia, para, tio, não fica assim, você gozou, mas eu não.
Carlos, isso não é problema meu, tô te pagando pra eu gozar, bora vazar que vou te levar na estação.
Claudia, você não vai me levar pra casa?
Carlos, você sabe que não podem me ver com você, pega o trem e se quiser mais, volta na sexta.
Foi assim que ele a levou até a estação, só três paradas separavam ela de casa. Ela subiu no trem, que vinha lotado, e não conseguia esconder a cara de puta barata. Na hora já levou uma esfregada: alguém atrás dela estava esfregando uma pica enorme. Claudia tava morrendo de vontade de gozar gostoso, por isso deixou o estranho apalpar ela toda. Chegou na estação dela e desceu do trem sem perceber a mancha que tinha no rabo do short. A uma quadra de casa, percebeu que alguém tava seguindo ela. Levou um sustinho, mas continuou andando sem dar muita bola. Quando passou por aquela casa velha abandonada, o desconhecido pegou ela pelo braço, empurrou pra dentro e, sem dizer nada, mostrou a pica.
Desconhecido, vai, sua puta, tira esse short.
Era o mesmo cara que tinha apalpado ela no trem, sem dúvida. Ela tirou o short e se posicionou pra que o desconhecido comesse ela, só queria ter aquele orgasmo que o tio tinha negado, e olha se não teve. O desconhecido comeu ela com força, partiu a pussy dela em pedaços, mas no final obedeceu: não gozou dentro da pussy, acabou enchendo os peitos dela com o cum dele e, como se nada tivesse acontecido, deixou ela lá dentro da casa abandonada. Claudia se sentia preenchida, tinha tido um orgasmo muito bom e era só o que importava. Vestiu o short e foi pra casa. Assim que entrou, foi direto pro quarto. Só de se olhar no espelho, percebeu a aparência: a amada camiseta dela estava manchada com o cum do desconhecido. Guardou o dinheiro do tio e tomou um banho rápido. A sexta-feira a esperava, e ela já queria que chegasse.
CLAUDIA E SEU TIO CARLOS parte 2
Como já contei antes, a Claudia tinha virado a putinha do tio dela, ele tinha se encarregado de arrebentar cada buraquinho dela, se encontrar durante a semana pra levar ela num hotel e ali foder ela tinha virado rotina. Naquela sexta-feira, eles voltaram pro bar e, no caminho pro hotel, a Claudia contou pro Carlos o que tinha rolado com o desconhecido.
Carlos, e por que você não resistiu? Por que você não correu? Você estava a uma quadra da sua casa, como deixou ele te alcançar?
Claudia, não sei, tiozinho, a verdade é que não sei mesmo.
Carlos, então hoje volta de ônibus, vestida desse jeito, isso pode acontecer de novo com você.
Claudia, então você quer que eu me vista de outro jeito?
Carlos, se veste como quiser, mas já sabe o que pode te acontecer. Aquele cara não te estuprou, você deixou ele fazer o que quisesse em cima do trem, e quando ele te seguiu, você deixou ele te meter naquela casa e te foder do jeito que ele quis.
Claudia sim, é verdade, eu ainda tava muito tesuda e a culpa é toda sua, você não deixou eu gozar.
Carlos, então você gostou de mim?
Claudia, pra ser sincero, eu gostei muito de você. Isso é errado?
Carlos, de jeito nenhum, minha putinha.
Entraram no hotel e, de novo, o tio tratou de deixar a putinha da Claudia bem gostosa. Assim ela chegou em casa e, pra surpresa dela, o tio Carlos tinha convidado todo mundo pra comer um churrasco na casa dele no domingo. Lá, ela contou pra todos que tava saindo com um cara chamado Oscar e que ia vê-lo naquela mesma tarde. A Laura insistiu em conhecê-lo e convidou todo mundo pra jantar no sábado seguinte, o que deixou a Claudia toda animada. Quando voltaram pra casa, o padrasto dela tava meio bêbado, mas mesmo assim quis falar com ela. A mãe dela já tinha chegado e ido se deitar.
Claudia, vem aqui, senta, a gente precisa conversar.
Claudia tá bem. O que foi?
O que você tá procurando? Por que você se veste assim? Você gosta de provocar os caras?
Claudia, ah, qual é o problema com o jeito que eu me visto? Todas as garotas se vestem assim.
Sério? Bom, eu não vejo muitas minhas por aí mostrando as tetas o tempo todo, olha essas tetas.
Claudia percebeu que o padrasto dela, além de bêbado, tava muito tarado e deixou ele apalpar, mais que isso, até incentivou ele a fazer.
Claudia, mas o que tem de errado com as minhas tetas?
Que tem de errado? Não tem nada de errado, olha só como são suas tetas, você se mexe um pouco e elas escapam da camiseta.
Claudia, me diz a verdade: você não gostaria que eles fossem embora, né?
Então a Claudia tirou os peitos pra fora da regatinha e mostrou pra ele, o padrasto dela ficou louco e, sem falar nada, se apossou deles. A Claudia só gemia.
Claudia, você gosta delas, né? Gosta muito, ahhh ahhh ahhh
A puta ficou toda excitada, não se segurou e enquanto ele já chupava os peitos dela, ela soltou o pau dele e começou a bater uma sem parar. Quando ele já tava quase explodindo, a Claudia só se inclinou até ele e chupou até tirar a porra toda, deixando escorrer entre os peitos dela. Aí o padrasto comeu ela com força ali mesmo, no chão, encheu a buceta da puta, literalmente deixou ela destruída, e quando terminou, ela disse pra ele.
Claudia: bom, bom, você tava morrendo de vontade de me pegar, a verdade é que foi muito bom, você mandou melhor que o Oscar, mas mesmo assim meu silêncio vai te custar uma grana.
O que você quiser, puta, mas disso nem uma palavra pra sua mãe.
Claudia e você também não, se quiser fazer isso de novo vai te custar caro.
Foi assim que, desde aquela noite, a Cláudia já tinha dois amantes e era só o começo. Só precisava ser mais discreta, só isso — algo muito difícil pra Cláudia, que por outro lado se dava super bem com o Oscar. A real é que sexo não faltava e o dinheiro tava deixando de ser problema. Na quarta, ela se encontrou de novo com o Carlos, mas pra surpresa dela, ele não levou ela pro hotel. Só disse que ia dar uma surpresa. Assim chegaram num prédio e entraram num apartamento onde ele apresentou dois caras: um João e outro Jorge. Tomaram gancia, campari e umas cervejas enquanto iam comendo. Foi a primeira vez dela comendo com três caras ao mesmo tempo. Foi assim que ela aprendeu como era ter três picas dentro de todos os buracos dela. Na real, mesmo doendo e ela terminando exausta, aquilo tinha sido uma delícia. Ter não um, mas três caras à disposição dela, dando prazer, ela adorava demais. Cláudia levava aquilo como um jogo. Eles achavam que dominavam ela, mas ao mesmo tempo faziam tudo que ela queria, e ainda por cima o tio sempre dava uma grana. Tudo era perfeito pra Cláudia. O papel de ser dominada caía perfeitamente nela, e o bom é que o Oscar não se opunha a ela ser a queridinha do tio Carlos. Queridinha que, depois desses encontros, aparecia toda dolorida. Naquele sábado, Cláudia finalmente apresentou o Oscar pra toda a família. Todos ficaram surpresos, menos o Carlos, claro. Ninguém podia acreditar que a puta vagabunda da família conseguia um cara tão bom como o Oscar de namorado. Só dava pra notar o Carlos indiferente, e a Cláudia deixou isso claro no próximo encontro de quarta-feira deles.
Claudia, qual é a sua com o Oscar, tio? Tá com ciúmes? Porque é isso que parece.
Carlos... bom, um pouco sim, esperava outra coisa dele, imaginava um babaca.
Claudia, claro, você acha que só um otário pode ser meu namorado, né? Bom, não é assim. Você já viu que o Oscarcito não é nenhum otário. Pra mim, você ficou incomodado porque ele falou tanto com a tia. Será que tá com ciúmes?
Carlos com ciúmes daquela rabuda? Não, de jeito nenhum, ele pode comer ela de boa, a Laura já tá bem arrombada.
Chegaram ao prédio, era estranho pra Cláudia porque não era o mesmo prédio, entraram no apartamento onde três caras estavam esperando por eles, o pior erro de Cláudia tinha sido ir com um vestidinho preto, decotado e bem curtinho, a presença dela dizia tudo, só faltava uma placa escrito "TO AQUI PRA VOCÊ ME COMER DO JEITO QUE QUISER", Carlos apresentou cada um e não deram tempo pra ela fazer nada, ficou claro que o trabalho de Cláudia era satisfazer aqueles três filhos da puta que nem esperaram tirar o vestido dela, ali mesmo mandaram ela chupar as picas dos quatro, Cláudia adorou aquilo, agir como uma inocente é a praia dela, logo levaram ela pro quarto onde se revezaram pra comer ela, assim comendo em várias posições a tarde virou noite, o cu de Cláudia parecia ser o alvo a ser destruído e olha se conseguiam fazer isso apesar das reclamações da putinha, o estranho pra ela foi ter um orgasmo enquanto arrebentavam a bundinha dela, um orgasmo bem pequeno mas orgasmo afinal de contas, de vez em quando paravam de comer ela pra dar algo pra beber mas não deixavam ela terminar o gole que já voltavam a comer ela, todos estiveram por baixo e por cima dela, essa foi a perdição dela e descobriu que tinha algo que mesmo incomodando era o que mais a excitava, tanto Carlos quanto os caras zoavam o Oscarcito, de como o namorado dela era corno manso, que era um otário e com certeza um viadinho, e ela respondia que não era culpa dele ela ser tão puta, teve um momento que pararam de comer ela e deram algo pra comer pra logo depois voltarem a comer ela, já quase tinha amanhecido, Cláudia estava exausta e dolorida, só queria ir pra casa dela e descansar, mas não podia, continuavam dando pica, queriam ver ela acabada e falaram isso, comer a puta sem parar até deixar ela de cama e o pior pra Cláudia é que já tinham conseguido, aí o tio Carlos ajudou ela a entrar na banheira, abriu o chuveiro e foi embora na mesma hora que os três caras entraram, ela olhou pra eles sorrindo, os três Os caras mostraram os paus pra ela e de repente começaram a mijar nela, apontando os jatos na cara dela. Claudia não podia ser tão puta, mas era mesmo. Continuou sorrindo e abriu a boca, buscando cada jato, desafiando eles a acertarem na boca dela, o que os três fizeram. Depois puxaram ela pelos cabelos e ela teve que chupar cada um por igual. Foi assim que não só a pussy e o cu dela ficaram doloridos, mas também a boca e a garganta. Os três caras foram embora sorrindo, deixando ela sozinha, largada no banheiro. Como conseguiu, se levantou, foi pro quarto. A cama era testemunha de como tinham se divertido com ela. Só vestiu o vestido, não achou a calcinha fio dental em lugar nenhum. Claudia tava preocupada porque ia ter que comprar uma nova, as que sobravam eram velhas demais. Saiu e pediu pro tio dela levar ela pra casa, o que ele fez com a condição de ela chupar o pau dele o caminho inteiro. Claudia sabia que ele fazia isso pelo prazer de humilhar ela, mas também sabia que não tinha outra opção e aceitou na hora. Chegou em casa e se surpreendeu ao ver o padrasto lá. A mãe dela já tinha ido trabalhar. Sabia que a besta ia comer ela, mesmo que ela não quisesse. Se resignou e se deixou levar pro quarto. Um novo pau a esperava e, como uma boa puta obediente, se entregou a ele.
Espero que vocês curtam muito.
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CLAUDIA E SEU TIO ALBERTO parte 1
Já contei pra vocês como foi a estreia sexual da Cláudia. Naquela quarta-feira foi o segundo encontro dela com o tio Carlos. Ela sabia que ia dar uma trepada com ele e por isso a ansiedade, não tinha dúvida de que ela tinha gostado. Ela se vestiu com a roupinha nova e entrou no bar onde Carlos já esperava por ela. Saíram de lá, subiram no carro.
Claudia, pra onde a gente vai, mano?
Carlos, de agora em diante não me chama de tio, me chama de Carlos. Onde a gente vai, você vai gostar, é um lugar ideal pra transar.
Cláudio, tio, você vai me comer de novo? Que delícia, não falou nada da roupinha, não gostou?
Carlos, você tá uma putinha gostosa com essa roupa, adoro como fica em você, mas melhor comprar outra.
Claudia, mas não tenho grana.
Carlos, se você se comportar bem, vai ganhar mais grana.
Claudia, sim, titio, vou ser bem obediente, você vai ver.
Entraram no hotel, foram pro quarto. Mal entraram, Carlos começou a despir ela e ela fez o mesmo. Sentir as mãos dele percorrendo o corpo dela a deixou com muito tesão. Já não ligava mais pra dor que aquela pica ia causar no corpo dela, na verdade, ela tava doida pra sentir. Por isso, se ajoelhou, puxou a cueca dele pra baixo e engoliu a pica dele. Chupou com muita vontade e não parou até tomar uma baita gozada, que pra ela era uma delícia. Olhou pro Carlos, abriu a boca, sorriu, saboreou o leite dele e engoliu. Carlos, feliz e mais tarado do que nunca, percebeu que finalmente a sobrinha dele tava aos seus pés. Pediu um champanhe e bebeu com ela, levou ela pra cama e chupou os peitos dela. Isso deixou a Claudia ainda mais excitada, que se contorcia enquanto a mão dela brincava na entrada da buceta.
Carlos, hoje vou te comer a bunda.
Claudia, isso vai doer pra caralho.
Carlos, quem se importa, vira e fica de quatro.
Claudia, ansiosa, obedeceu, ficou de quatro oferecendo o que seu tio Carlos tanto queria. Só pensava na recompensa, sabia que seria bem gorda. Sentiu o gel frio escorrer pelo cu, se arrepiou e, quando sentiu um dedo entrando, só gemeu. Adorava aquela sensação. Entraram dois, depois três, e cada vez era melhor.
Claudia, aí tio, enfia essa pica em mim agora, não aguento maissss aiii aiii aiii
Carlos, tá doendo, sua puta?
Claudia, siii, dói pra caralho, mas não tira, eu quero ela toda, aiii, aiii, aiii
Carlos enfiou com força e não parou de meter até enfiar tudo e começou a foder ela. As perninhas da Claudia diziam tudo, o tio Carlos estava arrebentando a buceta dela enquanto brincava carinhosamente com os peitos dela. Claudia não parava de gemer e sofrer a puta foda que o tio estava dando nela, e de tanto receber, sentiu vontade de gozar. Como conseguiu, levou a mão até a buceta e se masturbou ao mesmo tempo que o tio arrebentava o cu dela, mas mesmo assim não conseguia ter o tão precioso orgasmo e só pedia que ele desse mais. Já desesperada por conseguir, isso para o maldito do tio era uma vitória, a pequena putinha estava sendo sodomizada e curtindo ao máximo. Ele tirou a pica do cu dela, ela se desesperou e disse:
Claudia, tio, não, não tira de mim, continua me comendo, não me deixa assim.
Lá estava a Claudia na mesma posição, implorando por mais uma surra de buceta, mas deu ruim: o Carlos virou ela e enfiou a pica suja dele entre os peitos dela. Ela fez o trabalho dela, apertou os peitos e começou a bater uma pra ele até levar vários jatos de porra na cara, ficando toda lambuzada. A Claudia não desperdiçou nada: com as mãozinhas dela, juntou tudo que conseguiu e engoliu, enquanto o Carlos ia pro banheiro. Ela seguiu ele, os dois tomaram banho juntos, e a Claudia reclamou que não tinha gozado.
Claudia, não me deixa assim, por favor, vamos foder de novo.
Carlos, o turno já acabou, a gente tem que vazar.
Claudia, para, tio, não fica assim, você gozou, mas eu não.
Carlos, isso não é problema meu, tô te pagando pra eu gozar, bora vazar que vou te levar na estação.
Claudia, você não vai me levar pra casa?
Carlos, você sabe que não podem me ver com você, pega o trem e se quiser mais, volta na sexta.
Foi assim que ele a levou até a estação, só três paradas separavam ela de casa. Ela subiu no trem, que vinha lotado, e não conseguia esconder a cara de puta barata. Na hora já levou uma esfregada: alguém atrás dela estava esfregando uma pica enorme. Claudia tava morrendo de vontade de gozar gostoso, por isso deixou o estranho apalpar ela toda. Chegou na estação dela e desceu do trem sem perceber a mancha que tinha no rabo do short. A uma quadra de casa, percebeu que alguém tava seguindo ela. Levou um sustinho, mas continuou andando sem dar muita bola. Quando passou por aquela casa velha abandonada, o desconhecido pegou ela pelo braço, empurrou pra dentro e, sem dizer nada, mostrou a pica.
Desconhecido, vai, sua puta, tira esse short.
Era o mesmo cara que tinha apalpado ela no trem, sem dúvida. Ela tirou o short e se posicionou pra que o desconhecido comesse ela, só queria ter aquele orgasmo que o tio tinha negado, e olha se não teve. O desconhecido comeu ela com força, partiu a pussy dela em pedaços, mas no final obedeceu: não gozou dentro da pussy, acabou enchendo os peitos dela com o cum dele e, como se nada tivesse acontecido, deixou ela lá dentro da casa abandonada. Claudia se sentia preenchida, tinha tido um orgasmo muito bom e era só o que importava. Vestiu o short e foi pra casa. Assim que entrou, foi direto pro quarto. Só de se olhar no espelho, percebeu a aparência: a amada camiseta dela estava manchada com o cum do desconhecido. Guardou o dinheiro do tio e tomou um banho rápido. A sexta-feira a esperava, e ela já queria que chegasse.
CLAUDIA E SEU TIO CARLOS parte 2
Como já contei antes, a Claudia tinha virado a putinha do tio dela, ele tinha se encarregado de arrebentar cada buraquinho dela, se encontrar durante a semana pra levar ela num hotel e ali foder ela tinha virado rotina. Naquela sexta-feira, eles voltaram pro bar e, no caminho pro hotel, a Claudia contou pro Carlos o que tinha rolado com o desconhecido.
Carlos, e por que você não resistiu? Por que você não correu? Você estava a uma quadra da sua casa, como deixou ele te alcançar?
Claudia, não sei, tiozinho, a verdade é que não sei mesmo.
Carlos, então hoje volta de ônibus, vestida desse jeito, isso pode acontecer de novo com você.
Claudia, então você quer que eu me vista de outro jeito?
Carlos, se veste como quiser, mas já sabe o que pode te acontecer. Aquele cara não te estuprou, você deixou ele fazer o que quisesse em cima do trem, e quando ele te seguiu, você deixou ele te meter naquela casa e te foder do jeito que ele quis.
Claudia sim, é verdade, eu ainda tava muito tesuda e a culpa é toda sua, você não deixou eu gozar.
Carlos, então você gostou de mim?
Claudia, pra ser sincero, eu gostei muito de você. Isso é errado?
Carlos, de jeito nenhum, minha putinha.
Entraram no hotel e, de novo, o tio tratou de deixar a putinha da Claudia bem gostosa. Assim ela chegou em casa e, pra surpresa dela, o tio Carlos tinha convidado todo mundo pra comer um churrasco na casa dele no domingo. Lá, ela contou pra todos que tava saindo com um cara chamado Oscar e que ia vê-lo naquela mesma tarde. A Laura insistiu em conhecê-lo e convidou todo mundo pra jantar no sábado seguinte, o que deixou a Claudia toda animada. Quando voltaram pra casa, o padrasto dela tava meio bêbado, mas mesmo assim quis falar com ela. A mãe dela já tinha chegado e ido se deitar.
Claudia, vem aqui, senta, a gente precisa conversar.
Claudia tá bem. O que foi?
O que você tá procurando? Por que você se veste assim? Você gosta de provocar os caras?
Claudia, ah, qual é o problema com o jeito que eu me visto? Todas as garotas se vestem assim.
Sério? Bom, eu não vejo muitas minhas por aí mostrando as tetas o tempo todo, olha essas tetas.
Claudia percebeu que o padrasto dela, além de bêbado, tava muito tarado e deixou ele apalpar, mais que isso, até incentivou ele a fazer.
Claudia, mas o que tem de errado com as minhas tetas?
Que tem de errado? Não tem nada de errado, olha só como são suas tetas, você se mexe um pouco e elas escapam da camiseta.
Claudia, me diz a verdade: você não gostaria que eles fossem embora, né?
Então a Claudia tirou os peitos pra fora da regatinha e mostrou pra ele, o padrasto dela ficou louco e, sem falar nada, se apossou deles. A Claudia só gemia.
Claudia, você gosta delas, né? Gosta muito, ahhh ahhh ahhh
A puta ficou toda excitada, não se segurou e enquanto ele já chupava os peitos dela, ela soltou o pau dele e começou a bater uma sem parar. Quando ele já tava quase explodindo, a Claudia só se inclinou até ele e chupou até tirar a porra toda, deixando escorrer entre os peitos dela. Aí o padrasto comeu ela com força ali mesmo, no chão, encheu a buceta da puta, literalmente deixou ela destruída, e quando terminou, ela disse pra ele.
Claudia: bom, bom, você tava morrendo de vontade de me pegar, a verdade é que foi muito bom, você mandou melhor que o Oscar, mas mesmo assim meu silêncio vai te custar uma grana.
O que você quiser, puta, mas disso nem uma palavra pra sua mãe.
Claudia e você também não, se quiser fazer isso de novo vai te custar caro.
Foi assim que, desde aquela noite, a Cláudia já tinha dois amantes e era só o começo. Só precisava ser mais discreta, só isso — algo muito difícil pra Cláudia, que por outro lado se dava super bem com o Oscar. A real é que sexo não faltava e o dinheiro tava deixando de ser problema. Na quarta, ela se encontrou de novo com o Carlos, mas pra surpresa dela, ele não levou ela pro hotel. Só disse que ia dar uma surpresa. Assim chegaram num prédio e entraram num apartamento onde ele apresentou dois caras: um João e outro Jorge. Tomaram gancia, campari e umas cervejas enquanto iam comendo. Foi a primeira vez dela comendo com três caras ao mesmo tempo. Foi assim que ela aprendeu como era ter três picas dentro de todos os buracos dela. Na real, mesmo doendo e ela terminando exausta, aquilo tinha sido uma delícia. Ter não um, mas três caras à disposição dela, dando prazer, ela adorava demais. Cláudia levava aquilo como um jogo. Eles achavam que dominavam ela, mas ao mesmo tempo faziam tudo que ela queria, e ainda por cima o tio sempre dava uma grana. Tudo era perfeito pra Cláudia. O papel de ser dominada caía perfeitamente nela, e o bom é que o Oscar não se opunha a ela ser a queridinha do tio Carlos. Queridinha que, depois desses encontros, aparecia toda dolorida. Naquele sábado, Cláudia finalmente apresentou o Oscar pra toda a família. Todos ficaram surpresos, menos o Carlos, claro. Ninguém podia acreditar que a puta vagabunda da família conseguia um cara tão bom como o Oscar de namorado. Só dava pra notar o Carlos indiferente, e a Cláudia deixou isso claro no próximo encontro de quarta-feira deles.
Claudia, qual é a sua com o Oscar, tio? Tá com ciúmes? Porque é isso que parece.
Carlos... bom, um pouco sim, esperava outra coisa dele, imaginava um babaca.
Claudia, claro, você acha que só um otário pode ser meu namorado, né? Bom, não é assim. Você já viu que o Oscarcito não é nenhum otário. Pra mim, você ficou incomodado porque ele falou tanto com a tia. Será que tá com ciúmes?
Carlos com ciúmes daquela rabuda? Não, de jeito nenhum, ele pode comer ela de boa, a Laura já tá bem arrombada.
Chegaram ao prédio, era estranho pra Cláudia porque não era o mesmo prédio, entraram no apartamento onde três caras estavam esperando por eles, o pior erro de Cláudia tinha sido ir com um vestidinho preto, decotado e bem curtinho, a presença dela dizia tudo, só faltava uma placa escrito "TO AQUI PRA VOCÊ ME COMER DO JEITO QUE QUISER", Carlos apresentou cada um e não deram tempo pra ela fazer nada, ficou claro que o trabalho de Cláudia era satisfazer aqueles três filhos da puta que nem esperaram tirar o vestido dela, ali mesmo mandaram ela chupar as picas dos quatro, Cláudia adorou aquilo, agir como uma inocente é a praia dela, logo levaram ela pro quarto onde se revezaram pra comer ela, assim comendo em várias posições a tarde virou noite, o cu de Cláudia parecia ser o alvo a ser destruído e olha se conseguiam fazer isso apesar das reclamações da putinha, o estranho pra ela foi ter um orgasmo enquanto arrebentavam a bundinha dela, um orgasmo bem pequeno mas orgasmo afinal de contas, de vez em quando paravam de comer ela pra dar algo pra beber mas não deixavam ela terminar o gole que já voltavam a comer ela, todos estiveram por baixo e por cima dela, essa foi a perdição dela e descobriu que tinha algo que mesmo incomodando era o que mais a excitava, tanto Carlos quanto os caras zoavam o Oscarcito, de como o namorado dela era corno manso, que era um otário e com certeza um viadinho, e ela respondia que não era culpa dele ela ser tão puta, teve um momento que pararam de comer ela e deram algo pra comer pra logo depois voltarem a comer ela, já quase tinha amanhecido, Cláudia estava exausta e dolorida, só queria ir pra casa dela e descansar, mas não podia, continuavam dando pica, queriam ver ela acabada e falaram isso, comer a puta sem parar até deixar ela de cama e o pior pra Cláudia é que já tinham conseguido, aí o tio Carlos ajudou ela a entrar na banheira, abriu o chuveiro e foi embora na mesma hora que os três caras entraram, ela olhou pra eles sorrindo, os três Os caras mostraram os paus pra ela e de repente começaram a mijar nela, apontando os jatos na cara dela. Claudia não podia ser tão puta, mas era mesmo. Continuou sorrindo e abriu a boca, buscando cada jato, desafiando eles a acertarem na boca dela, o que os três fizeram. Depois puxaram ela pelos cabelos e ela teve que chupar cada um por igual. Foi assim que não só a pussy e o cu dela ficaram doloridos, mas também a boca e a garganta. Os três caras foram embora sorrindo, deixando ela sozinha, largada no banheiro. Como conseguiu, se levantou, foi pro quarto. A cama era testemunha de como tinham se divertido com ela. Só vestiu o vestido, não achou a calcinha fio dental em lugar nenhum. Claudia tava preocupada porque ia ter que comprar uma nova, as que sobravam eram velhas demais. Saiu e pediu pro tio dela levar ela pra casa, o que ele fez com a condição de ela chupar o pau dele o caminho inteiro. Claudia sabia que ele fazia isso pelo prazer de humilhar ela, mas também sabia que não tinha outra opção e aceitou na hora. Chegou em casa e se surpreendeu ao ver o padrasto lá. A mãe dela já tinha ido trabalhar. Sabia que a besta ia comer ela, mesmo que ela não quisesse. Se resignou e se deixou levar pro quarto. Um novo pau a esperava e, como uma boa puta obediente, se entregou a ele.
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