Modelagem
O desafio do Braulio ficou pairando no ar por uns segundos. Todo mundo olhava pra mamãe. Ela, com as bochechas coradas e aquele vestidinho preto apertadíssimo prestes a estourar nas curvas exageradas dela, tentou disfarçar com uma risada nervosa:
— Ai haha… não sejam assim, pelo amor… Melhor eu tomar um gole e a gente continua, tá?
Ela levou o copo aos lábios, mas o Kevin levantou de repente com um sorriso frio, ficou atrás dela e enfiou as mãos no decote dela, dando um puxão violento. O vestido rasgou de cima até a barriga, deixando as tetonas operadas dela completamente de fora.
Mamãe soltou um grito abafado e tentou se cobrir.
— Não era opcional, puta — rosnou o Kevin.
Na mesma hora, o Marco se colocou atrás de mim, me agarrou com força e amarrou meus pulsos na cadeira com uma corda. Mal conseguia me mexer. Enquanto eu me debatia, vi o volume no bolso dele: era meu celular. Tinham tirado de mim. Entendi tudo, iam fazer o que quisessem com a gente e eu não podia pedir ajuda…
Um medo gelado percorreu minhas costas, misturado com uma excitação doentia. Olhei pra mamãe, que tentava cobrir os peitos com as mãos, mas era inútil. Eram grandes demais, transbordavam; as mãozinhas dela não conseguiam cobri-los por completo e os bicos duros e morenos a denunciavam.
— Pelo amor… não, se isso é uma brincadeira… — ela implorou com a voz trêmula, ainda querendo manter um mínimo de decência —. Parem… meu filho tá aqui.
Mas aqueles animais não teriam piedade, era claro que tinham planejado isso o dia todo. Os quatro a cercaram. O Max a levantou de um puxão e terminou de arrancar o vestido dela com um só puxão. O tecido rasgou completamente, deixando ela só com uma calcinha fio dental preta minúscula que mal cobria a buceta dela e se enfiava toda no rabo. Com a força do puxão, os peitos dela pularam junto com toda a carne das coxas e da bunda.
A coitada ainda tentava se tapar inutilmente. O Braulio segurou firme o braço dela enquanto ela protestava, puxou uma bolsa cheia de conjuntos de lingerie e colocou na mesa. —A gente ia curtir tudo isso com você o dia inteiro hoje, ia ser uma delícia… mas como você trouxe um convidado especial, agora seu filhinho vai ver como a gente te transforma na puta mais barata do mundo — disse Braulio, debochado, e se aproximou pra beijar ela —. Vai, veste isso e garante que seu menino tá olhando. Mamãe, tremendo de vergonha, obedeceu. Primeiro, fizeram ela vestir um body de renda preta, completamente transparente. O tecido era tão fino que mostrava tudo: os bicos duros e a buceta que já começava a ficar molhada. Mas não era só vestir, obrigaram ela a andar pela sala desfilando. Cada passo fazia os peitos e a bunda dela balançarem um pouco. Mamãe ainda insistia em se cobrir, o que irritou Marco, que falou: —Nem pense em se esconder de novo, puta. Do mesmo jeito, você não consegue esconder, estão uma delícia — ele zoava enquanto dava um tapa forte na bunda dela, que fez o rabo tremer e ela soltar um grito. Ela só baixou o olhar e parou de tentar se cobrir, mas não tinha coragem de virar pra me olhar.
O próximo conjunto que fizeram ela usar foi um baby doll transparente que deixava ver o corpo inteiro. Percebi como a buceta dela ficava cada vez mais molhada. Os caras já estavam com os paus pra fora e se masturbavam devagar. — Abre as pernas quando girar, mamãe. Mostra pro teu filhinho o quanto tu tá molhada de ver nossos paus — ordenou Kevin. — Tá vendo como a buceta dela escorre? Até com o filho olhando, a vaca fica com tesão — riu Max. Mamãe tentava fechar as pernas ao passar na minha frente, mas toda vez que fazia isso, levava palmadas mais fortes. — Não se tapa, puta, e mostra pro teu filho o que a mãe dele é de verdade — dizia Braulio.
O último conjunto foi um sutiã apertado transparente que deixava ver todos os peitos dela e uma calcinha de arrastão rosa. Era assim que ela ficava mais gostosa, e os caras sabiam disso, porque começaram a bater punheta mais forte ao vê-la. Mamãe andava devagar, já tinha perdido um pouco da vergonha com que começou toda essa loucura. — Dá uns pulinhos, foxy, pra teu filho ver direitinho como balançam os peitos que criaram ele — acrescentou Kevin entre risadas, todo agitado de tanto se masturbar com o espetáculo. Mamãe fez isso sem reclamar de nada. Custou um pouco porque os saltos não deixavam ela pular direito, mas os peitos dela realmente balançavam um pouco, presos no sutiã, e a bunda dela também fazia um movimento que me pareceu hipnótico.
—Como você tá gostosa, love. Era pra você estar chupando a gente gostoso na piscina… mas sinceramente, não vamos ficar sem isso — disse Braulio, enquanto se levantava atrás dela.
Ele se aproximou, agarrou o cabelo dela e falou: Chega de modelitos, é hora do show principal pro seu filhinho.
Todos se levantaram e começaram a arrancar a lingerie dela à força, enquanto ela reclamava. —Chega, não vou fazer isso até deixarem meu menino ir… Mas Braulio calou ela com um beijo profundo, e eu percebi até que minha mãe relaxou, parando de protestar. Quando deixaram ela só de salto, a colocaram de joelhos no centro da sala, cercando ela completamente, olhando pra ela de cima como uma presa, colocando os paus duros perto do rosto dela. Sem perceber, meu pau já tava duro, marcando demais a ereção. Não conseguia acreditar, como era possível que ela me deixasse assim, vendo como humilhavam a mulher que mais amo na vida, e essa loucura tava só começando…
O desafio do Braulio ficou pairando no ar por uns segundos. Todo mundo olhava pra mamãe. Ela, com as bochechas coradas e aquele vestidinho preto apertadíssimo prestes a estourar nas curvas exageradas dela, tentou disfarçar com uma risada nervosa:
— Ai haha… não sejam assim, pelo amor… Melhor eu tomar um gole e a gente continua, tá?
Ela levou o copo aos lábios, mas o Kevin levantou de repente com um sorriso frio, ficou atrás dela e enfiou as mãos no decote dela, dando um puxão violento. O vestido rasgou de cima até a barriga, deixando as tetonas operadas dela completamente de fora.
Mamãe soltou um grito abafado e tentou se cobrir.
— Não era opcional, puta — rosnou o Kevin.
Na mesma hora, o Marco se colocou atrás de mim, me agarrou com força e amarrou meus pulsos na cadeira com uma corda. Mal conseguia me mexer. Enquanto eu me debatia, vi o volume no bolso dele: era meu celular. Tinham tirado de mim. Entendi tudo, iam fazer o que quisessem com a gente e eu não podia pedir ajuda…
Um medo gelado percorreu minhas costas, misturado com uma excitação doentia. Olhei pra mamãe, que tentava cobrir os peitos com as mãos, mas era inútil. Eram grandes demais, transbordavam; as mãozinhas dela não conseguiam cobri-los por completo e os bicos duros e morenos a denunciavam.
— Pelo amor… não, se isso é uma brincadeira… — ela implorou com a voz trêmula, ainda querendo manter um mínimo de decência —. Parem… meu filho tá aqui.
Mas aqueles animais não teriam piedade, era claro que tinham planejado isso o dia todo. Os quatro a cercaram. O Max a levantou de um puxão e terminou de arrancar o vestido dela com um só puxão. O tecido rasgou completamente, deixando ela só com uma calcinha fio dental preta minúscula que mal cobria a buceta dela e se enfiava toda no rabo. Com a força do puxão, os peitos dela pularam junto com toda a carne das coxas e da bunda.
A coitada ainda tentava se tapar inutilmente. O Braulio segurou firme o braço dela enquanto ela protestava, puxou uma bolsa cheia de conjuntos de lingerie e colocou na mesa. —A gente ia curtir tudo isso com você o dia inteiro hoje, ia ser uma delícia… mas como você trouxe um convidado especial, agora seu filhinho vai ver como a gente te transforma na puta mais barata do mundo — disse Braulio, debochado, e se aproximou pra beijar ela —. Vai, veste isso e garante que seu menino tá olhando. Mamãe, tremendo de vergonha, obedeceu. Primeiro, fizeram ela vestir um body de renda preta, completamente transparente. O tecido era tão fino que mostrava tudo: os bicos duros e a buceta que já começava a ficar molhada. Mas não era só vestir, obrigaram ela a andar pela sala desfilando. Cada passo fazia os peitos e a bunda dela balançarem um pouco. Mamãe ainda insistia em se cobrir, o que irritou Marco, que falou: —Nem pense em se esconder de novo, puta. Do mesmo jeito, você não consegue esconder, estão uma delícia — ele zoava enquanto dava um tapa forte na bunda dela, que fez o rabo tremer e ela soltar um grito. Ela só baixou o olhar e parou de tentar se cobrir, mas não tinha coragem de virar pra me olhar.
O próximo conjunto que fizeram ela usar foi um baby doll transparente que deixava ver o corpo inteiro. Percebi como a buceta dela ficava cada vez mais molhada. Os caras já estavam com os paus pra fora e se masturbavam devagar. — Abre as pernas quando girar, mamãe. Mostra pro teu filhinho o quanto tu tá molhada de ver nossos paus — ordenou Kevin. — Tá vendo como a buceta dela escorre? Até com o filho olhando, a vaca fica com tesão — riu Max. Mamãe tentava fechar as pernas ao passar na minha frente, mas toda vez que fazia isso, levava palmadas mais fortes. — Não se tapa, puta, e mostra pro teu filho o que a mãe dele é de verdade — dizia Braulio.
O último conjunto foi um sutiã apertado transparente que deixava ver todos os peitos dela e uma calcinha de arrastão rosa. Era assim que ela ficava mais gostosa, e os caras sabiam disso, porque começaram a bater punheta mais forte ao vê-la. Mamãe andava devagar, já tinha perdido um pouco da vergonha com que começou toda essa loucura. — Dá uns pulinhos, foxy, pra teu filho ver direitinho como balançam os peitos que criaram ele — acrescentou Kevin entre risadas, todo agitado de tanto se masturbar com o espetáculo. Mamãe fez isso sem reclamar de nada. Custou um pouco porque os saltos não deixavam ela pular direito, mas os peitos dela realmente balançavam um pouco, presos no sutiã, e a bunda dela também fazia um movimento que me pareceu hipnótico.
—Como você tá gostosa, love. Era pra você estar chupando a gente gostoso na piscina… mas sinceramente, não vamos ficar sem isso — disse Braulio, enquanto se levantava atrás dela.Ele se aproximou, agarrou o cabelo dela e falou: Chega de modelitos, é hora do show principal pro seu filhinho.
Todos se levantaram e começaram a arrancar a lingerie dela à força, enquanto ela reclamava. —Chega, não vou fazer isso até deixarem meu menino ir… Mas Braulio calou ela com um beijo profundo, e eu percebi até que minha mãe relaxou, parando de protestar. Quando deixaram ela só de salto, a colocaram de joelhos no centro da sala, cercando ela completamente, olhando pra ela de cima como uma presa, colocando os paus duros perto do rosto dela. Sem perceber, meu pau já tava duro, marcando demais a ereção. Não conseguia acreditar, como era possível que ela me deixasse assim, vendo como humilhavam a mulher que mais amo na vida, e essa loucura tava só começando…
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