Uma noite, depois de vários copos de vinho, Germán soltou o que vinha pensando há meses. Queria experimentar coisas novas. A primeira proposta foi uma troca de casais.
Fiquei calada, com a boca seca. Sentia as bochechas queimando. Uma parte de mim queria levantar e ir pro quarto, mas a outra parte… A outra parte ficou ali, cravada no sofá, imaginando coisas que nunca tinha me permitido pensar.
— Você não sentiria ciúmes de me ver chupando a pica de outro homem? — continuei, quase num sussurro, testando até onde isso ia. — De eu enfiar o pau bem duro dele primeiro, me foder como uma puta enquanto você olha?
Germán engoliu saliva visivelmente. A respiração dele ficou mais pesada e notei que ele se ajeitava no assento, claramente excitado.
— Por incrível que pareça, meu amor… isso deixaria minha pica mais dura do que nunca. Me excitaria como nunca. Você me faria o homem mais feliz do planeta.
Senti um formigamento traiçoeiro entre as pernas. Me irritou perceber que estava me molhando um pouco só de falar sobre isso. Que porra tava acontecendo comigo? Meu próprio marido tava me propondo deixar outro me comer na frente dele.
— Você é louco, Germán! Como pode te excitar me ver me esfregando com outro cara? Me beijando de língua, agarrando forte meus peitos, enfiando o pau inteiro enquanto eu gemo que nem uma louca?
Ele se inclinou pra frente, pegou minhas mãos e me olhou fixo nos olhos. A voz dele saiu rouca, carregada de desejo:
— Me responde com toda sinceridade… Você gostaria de foder outro homem que não sou eu?
Fiquei calada por um bom tempo, mordendo o lábio inferior enquanto sentia o rosto esquentar. Meu coração batia forte e, pra minha vergonha, comecei a sentir aquela umidade traiçoeira entre as pernas. Respirei fundo e no fim soltei o que realmente sentia:
— Eeeh… bom… Você sabe que entre a gente não tem mentira… Sim! Eu gostaria de fazer isso, não posso negar… — confessei quase num sussurro.
Me imaginei por um segundo, um homem desconhecido me segurando firme pelos quadris, metendo até o fundo enquanto Germán nos observava de uma cadeira… e esse pensamento me deixou com um tesão do caralho.
—Então, Germán, você tem toda certeza, amor? — perguntei, olhando fixo pra ele —. Não vai ser que depois você fique com ciúme, me cobre ou jogue na minha cara toda vez que a gente brigar…
—nunca estive tão certo na minha vida — ele respondeu com a voz rouca —. E vou ser bem sincero: faz vários meses que penso nisso todo santo dia. Toda vez que imagino você nua com outro cara, transando gostoso, chupando aquela rola grossa até o fundo da garganta, babando tudo, que ele mete bem forte nessa buceta apertada e depois abre seu cu e enfia até as bolas… eu fico duro na hora e começo a vazar líquido pré-gozo. Fico duríssimo, meu amor.
Eu soltei uma risada nervosa, mas por dentro tava pegando fogo. Sentia os bicos dos peitos duros contra o sutiã e um calorzinho gostoso pulsando no meu clitóris. A imagem que ele descrevia tava me deixando louca: eu de quatro, gemendo igual uma puta enquanto um desconhecido me comia selvagemente na frente do meu marido.
—Que loucura, meu amor! Não acredito que você tá me falando tudo isso… e que eu tô me molhando só de ouvir.
—Então? Fechado…? — ele perguntou com aquele sorriso safado.
Senti um arrepio de puro tesão percorrendo meu corpo. Sabia que tava prestes a aceitar algo que podia mudar tudo… e isso me excitava ainda mais.
—Fechado! — respondi, quase sem pensar duas vezes —. Mas Germán… Quem seria o sortudo que vai comer esse corpo de deusa? Quem vai poder meter a rola nessa casada?
A partir daquela noite, tudo ficou muito mais quente entre a gente. Só de imaginar a cena, a gente transava igual bicho.
Muitas vezes, enquanto Germán me penetrava fundo, mordia minha orelha e sussurrava putarias, eu fechava os olhos e me deixava levar pela fantasia: eu de joelhos chupando uma cock desconhecida, sentindo como me puxavam o cabelo, como me davam palmadas fortes, como me enchiam a pussy e o culo sem piedade… e o Germán ali, vendo tudo com a cock na mão.
Cada vez que pensava nisso, ficava mais molhada. Me perguntava uma e outra vez: “Como será de tasty outro homem me foder de verdade na frente do meu marido? Se só de imaginar já gozo como uma slut… O que vai acontecer quando eu tiver uma cock estranha enfiada até o fundo enquanto o Germán olha nos meus olhos?”
Passaram duas semanas depois daquela conversa que me deixou a cabeça uma bagunça e a pussy constantemente molhada. Numa sexta-feira, umas dez da noite, o Germán chegou com o amigo Júlio, os dois bem bêbados, com a risada solta e cheirando a cerveja e cigarro.
— Boa noite — disse o Júlio com voz gutural, me olhando de cima a baixo sem nenhum disfarce —. Desculpa a gente chegar assim tão entonado na sua casa, mas estamos celebrando uma coisa grande…
— Acabaram de promover o Júlio, meu love! — completou o Germán, empolgado e com os olhos brilhando de vício.
— Que bom, Julito, que bom! Parabéns, amigo! Você merece, de verdade — respondi com um abraço forte, mas me afastei na hora, lembrando que estava vestida como uma slut: uma blusinha de alcinhas super fina de algodão licrado, sem sutiã, que mal cobria as tetas e deixava todo o umbigo de fora, e um shortinho, também de algodão licrado, tão curto e apertado que marcava a pussy e mal tapava a metade das minhas nádegas grandes e redondas.
— Ai, Júlio, me desculpa por estar vestida assim — falei, cruzando os braços sobre os seios, sentindo como os mamilos duros marcavam o tecido —. Não pensei que você ia vir. Vou me trocar num minuto…
— Não se incomoda — respondeu o Júlio com um sorriso bem safado, sem tirar os olhos do meu decote e das pernas —. Pra mim você está perfeita… de verdade.
— Claro que sim, meu love! Fica assim mesmo —disse Germán na hora, com a voz carregada—. No final, Júlio é de confiança.
Fiquei olhando pro meu marido por um segundo, confusa mas com tesão.
Os dois sentaram no sofá e eu me acomodei na poltrona da frente, cruzando as pernas devagar. O shortinho subiu ainda mais, quase mostrando a beirada da minha bunda. Felizmente, meus filhos com minha sogra, a casa toda era nossa.
—Você sempre tão gostosa e com esse corpo —comentou Júlio, me olhando sem vergonha nenhuma e na frente do meu marido—. Você tem uns peitos e uma bunda que nem imagina…
Germán sorriu com malícia.
—Sério que minha mulher é uma gostosa, Júlio?
—Ei, vocês estão bem bêbados ou o quê? —falei rindo, mas com a voz trêmula. Sentia os bicos tão duros que doíam e eu tava me molhando.
Meu marido me percorreu inteira com o olhar, excitado.
—A verdade, amor… O Julinho tá falando o que meus olhos veem: você tá espetacular. Essas tetas grandes e empinadas, essa raba redonda que mexe gostoso quando você anda… Caramba, me deixou duro só de te ver.
O jeito que Júlio me devorava com os olhos tava me deixando doida. Me imaginei de repente de joelhos na frente dele, tirando a rola e chupando enquanto Germán olhava… e esse pensamento me fez soltar um suspiro baixinho.
Levantei devagarinho, dando as costas pra eles. Caminhei rebolando mais do que o necessário, sabendo que o short subia e eu tava mostrando quase metade da bunda. Sentia os olhares deles cravados na minha raba, queimando. Meu coração batia na garganta e o clitóris pulsava de puro tesão.
Enquanto isso, na sala, meu marido e Júlio falavam baixinho.
—Gostou do que viu, Julinho? —perguntou meu esposo com um sorrisinho bem safado.
—Se gostei? Irmão, me deixou a rola dura na hora! Sua mulher tem umas coxas grossas e uma bunda que parece feita pra ser comida gostoso… Me desculpa, Germán, sei que é sua esposa, mas não consigo evitar. Ela me deixou duro desde que Vi ela com aquele shortinho enfiado no meio da bunda.
Os dois riram com cumplicidade bem na hora que eu entrava com as cervejas.
Meu marido, olhando descaradamente pra minha bunda —. Ou será que você gosta de ser olhada com essa rabeta de fora…
“Adoro que admirem meu corpo, isso me deixa com mais tesão e melhor na frente do meu marido” — pensei.
A gente se acomodou na mesa da cozinha. Germán colocou música e, entre um gole e outro, fomos ficando bem alegres. Júlio, o sem-vergonha, começou a passar a mão nas minhas pernas por baixo da mesa, acariciando minhas coxas e subindo cada vez mais.
Depois de meia hora, Germán levantou pra ir ao banheiro e nos deixou sozinhos. Júlio não perdeu tempo.
— Desculpa a sinceridade, mas você não imagina a vontade que eu tenho de te comer, porra. Anos sonhando em te foder, em meter a pica até o fundo…
— Já sabia, com esses olhos de tarado que você me olha… E não é de agora, hein? Praticamente desde que a gente se conheceu você quer me devorar.
— Desde a primeira vez que te vi com Germán — confessou, se aproximando mais —. Eu imaginava te colocando de quatro e te dando pica dura enquanto ele não tava.
Aproveitando que estávamos sozinhos, Júlio enfiou uma mão entre minhas coxas e com a outra apertou meu mamilo com mais força por cima da blusinha.
— Seu marido adora a ideia de te ver sendo comida por outro. Ou tô errado? Aposto que já ficou duro só de imaginar metendo em você.
— Júlio… você é louco… — sussurrei, mas abri um pouco as pernas.
— Me fala a verdade, você fica molhada quando eu te toco? Porque eu tô com a pica doendo de tão dura que tá por sua causa.
Nessa hora, ouvimos os passos de Germán se aproximando. Júlio tirou as mãos rápido, mas não sem antes dar um último apertão na minha coxa.
A gente começou a dançar a balada bem colados, quase como se estivéssemos transando em pé. Júlio baixou as duas mãos sem nenhum disfarce e agarrou minha bunda inteira com força, cravando os dedos na carne por cima do short de lycra. Me apertou, abriu minhas nádegas e começou a massageá-las com vontade, esfregando o pau duríssimo contra minha barriga.
Sentia que minha calcinha fio-dental ficava mais encharcada ainda pelo tesão da presença do meu marido.
Ao ouvir meu próprio marido incentivando ele a apalpar minha bunda na frente dele, fiquei completamente pasma. Meu coração batia descontrolado. Por um segundo, quis tirar as mãos de Julio e reclamar com Germán, mas o calor que sentia entre as pernas foi mais forte.
Eu estava encharcada.. Sentir as mãos grandes e fortes de Julio cravando na minha bunda, abrindo minhas nádegas, roçando meu cu por cima do tecido enquanto meu marido nos olhava e incentivava… estava me deixando louca de tesão.
De vez em quando, eu dava uma olhada no meu marido e, em vez de vê-lo irritado, ele piscava um olho e sorria, como se sentisse prazer com o que via. Vendo que meu marido estava curtindo a cena, em vez de me afastar, arqueei as costas e empurrei minha bunda para trás, esfregando contra as mãos dele como uma puta no cio.
Julio soltou um gemido rouco e me apertou ainda mais forte, quase me levantando do chão.
— Sua mulher tá gostosa pra caralho. Essa raba pede pau… Dá pra sentir como ela treme. Aposto tudo que tenho que a buceta dela já tá escorrendo.
Germán ajustou o pau por cima da calça e respondeu com voz grossa e excitada:
— Continua, Julito. Aproveita ela. Toca do jeito que quiser. Essa noite, essa bunda e esse clitóris também são seus. Né, meu amor? Fala pro Julio que ele pode te agarrar à vontade…
Eu ainda não acreditava que Germán, meu próprio marido, pai do meu filho, estava incentivando ainda mais o amigo a me comer. O pior de tudo é que isso me deixava ainda mais excitada. Mordi o lábio com força, respirando ofegante contra o pescoço de Julio. Estava tremendo de vergonha, de tesão e de pura excitação.
Os dois se sentaram e começaram a me devorar com os olhos. Os olhos deles percorriam meus peitos e minha bunda sem disfarce. Os dois estavam de pau duro, marcando grossos e rijos nas calças.
Por dentro… Pensei: “Vou dar pra eles o que tanto querem… e o que eu também preciso. Minha buceta tá escorrendo igual uma cachoeira. Tô com vontade de uma rola dura, mas tudo no seu tempo”.
Continua…
Fiquei calada, com a boca seca. Sentia as bochechas queimando. Uma parte de mim queria levantar e ir pro quarto, mas a outra parte… A outra parte ficou ali, cravada no sofá, imaginando coisas que nunca tinha me permitido pensar.
— Você não sentiria ciúmes de me ver chupando a pica de outro homem? — continuei, quase num sussurro, testando até onde isso ia. — De eu enfiar o pau bem duro dele primeiro, me foder como uma puta enquanto você olha?
Germán engoliu saliva visivelmente. A respiração dele ficou mais pesada e notei que ele se ajeitava no assento, claramente excitado.
— Por incrível que pareça, meu amor… isso deixaria minha pica mais dura do que nunca. Me excitaria como nunca. Você me faria o homem mais feliz do planeta.
Senti um formigamento traiçoeiro entre as pernas. Me irritou perceber que estava me molhando um pouco só de falar sobre isso. Que porra tava acontecendo comigo? Meu próprio marido tava me propondo deixar outro me comer na frente dele.
— Você é louco, Germán! Como pode te excitar me ver me esfregando com outro cara? Me beijando de língua, agarrando forte meus peitos, enfiando o pau inteiro enquanto eu gemo que nem uma louca?
Ele se inclinou pra frente, pegou minhas mãos e me olhou fixo nos olhos. A voz dele saiu rouca, carregada de desejo:
— Me responde com toda sinceridade… Você gostaria de foder outro homem que não sou eu?
Fiquei calada por um bom tempo, mordendo o lábio inferior enquanto sentia o rosto esquentar. Meu coração batia forte e, pra minha vergonha, comecei a sentir aquela umidade traiçoeira entre as pernas. Respirei fundo e no fim soltei o que realmente sentia:
— Eeeh… bom… Você sabe que entre a gente não tem mentira… Sim! Eu gostaria de fazer isso, não posso negar… — confessei quase num sussurro.
Me imaginei por um segundo, um homem desconhecido me segurando firme pelos quadris, metendo até o fundo enquanto Germán nos observava de uma cadeira… e esse pensamento me deixou com um tesão do caralho.
—Então, Germán, você tem toda certeza, amor? — perguntei, olhando fixo pra ele —. Não vai ser que depois você fique com ciúme, me cobre ou jogue na minha cara toda vez que a gente brigar…
—nunca estive tão certo na minha vida — ele respondeu com a voz rouca —. E vou ser bem sincero: faz vários meses que penso nisso todo santo dia. Toda vez que imagino você nua com outro cara, transando gostoso, chupando aquela rola grossa até o fundo da garganta, babando tudo, que ele mete bem forte nessa buceta apertada e depois abre seu cu e enfia até as bolas… eu fico duro na hora e começo a vazar líquido pré-gozo. Fico duríssimo, meu amor.
Eu soltei uma risada nervosa, mas por dentro tava pegando fogo. Sentia os bicos dos peitos duros contra o sutiã e um calorzinho gostoso pulsando no meu clitóris. A imagem que ele descrevia tava me deixando louca: eu de quatro, gemendo igual uma puta enquanto um desconhecido me comia selvagemente na frente do meu marido.
—Que loucura, meu amor! Não acredito que você tá me falando tudo isso… e que eu tô me molhando só de ouvir.
—Então? Fechado…? — ele perguntou com aquele sorriso safado.
Senti um arrepio de puro tesão percorrendo meu corpo. Sabia que tava prestes a aceitar algo que podia mudar tudo… e isso me excitava ainda mais.
—Fechado! — respondi, quase sem pensar duas vezes —. Mas Germán… Quem seria o sortudo que vai comer esse corpo de deusa? Quem vai poder meter a rola nessa casada?
A partir daquela noite, tudo ficou muito mais quente entre a gente. Só de imaginar a cena, a gente transava igual bicho.
Muitas vezes, enquanto Germán me penetrava fundo, mordia minha orelha e sussurrava putarias, eu fechava os olhos e me deixava levar pela fantasia: eu de joelhos chupando uma cock desconhecida, sentindo como me puxavam o cabelo, como me davam palmadas fortes, como me enchiam a pussy e o culo sem piedade… e o Germán ali, vendo tudo com a cock na mão.
Cada vez que pensava nisso, ficava mais molhada. Me perguntava uma e outra vez: “Como será de tasty outro homem me foder de verdade na frente do meu marido? Se só de imaginar já gozo como uma slut… O que vai acontecer quando eu tiver uma cock estranha enfiada até o fundo enquanto o Germán olha nos meus olhos?”
Passaram duas semanas depois daquela conversa que me deixou a cabeça uma bagunça e a pussy constantemente molhada. Numa sexta-feira, umas dez da noite, o Germán chegou com o amigo Júlio, os dois bem bêbados, com a risada solta e cheirando a cerveja e cigarro.
— Boa noite — disse o Júlio com voz gutural, me olhando de cima a baixo sem nenhum disfarce —. Desculpa a gente chegar assim tão entonado na sua casa, mas estamos celebrando uma coisa grande…
— Acabaram de promover o Júlio, meu love! — completou o Germán, empolgado e com os olhos brilhando de vício.
— Que bom, Julito, que bom! Parabéns, amigo! Você merece, de verdade — respondi com um abraço forte, mas me afastei na hora, lembrando que estava vestida como uma slut: uma blusinha de alcinhas super fina de algodão licrado, sem sutiã, que mal cobria as tetas e deixava todo o umbigo de fora, e um shortinho, também de algodão licrado, tão curto e apertado que marcava a pussy e mal tapava a metade das minhas nádegas grandes e redondas.
— Ai, Júlio, me desculpa por estar vestida assim — falei, cruzando os braços sobre os seios, sentindo como os mamilos duros marcavam o tecido —. Não pensei que você ia vir. Vou me trocar num minuto…
— Não se incomoda — respondeu o Júlio com um sorriso bem safado, sem tirar os olhos do meu decote e das pernas —. Pra mim você está perfeita… de verdade.
— Claro que sim, meu love! Fica assim mesmo —disse Germán na hora, com a voz carregada—. No final, Júlio é de confiança.
Fiquei olhando pro meu marido por um segundo, confusa mas com tesão.
Os dois sentaram no sofá e eu me acomodei na poltrona da frente, cruzando as pernas devagar. O shortinho subiu ainda mais, quase mostrando a beirada da minha bunda. Felizmente, meus filhos com minha sogra, a casa toda era nossa.
—Você sempre tão gostosa e com esse corpo —comentou Júlio, me olhando sem vergonha nenhuma e na frente do meu marido—. Você tem uns peitos e uma bunda que nem imagina…
Germán sorriu com malícia.
—Sério que minha mulher é uma gostosa, Júlio?
—Ei, vocês estão bem bêbados ou o quê? —falei rindo, mas com a voz trêmula. Sentia os bicos tão duros que doíam e eu tava me molhando.
Meu marido me percorreu inteira com o olhar, excitado.
—A verdade, amor… O Julinho tá falando o que meus olhos veem: você tá espetacular. Essas tetas grandes e empinadas, essa raba redonda que mexe gostoso quando você anda… Caramba, me deixou duro só de te ver.
O jeito que Júlio me devorava com os olhos tava me deixando doida. Me imaginei de repente de joelhos na frente dele, tirando a rola e chupando enquanto Germán olhava… e esse pensamento me fez soltar um suspiro baixinho.
Levantei devagarinho, dando as costas pra eles. Caminhei rebolando mais do que o necessário, sabendo que o short subia e eu tava mostrando quase metade da bunda. Sentia os olhares deles cravados na minha raba, queimando. Meu coração batia na garganta e o clitóris pulsava de puro tesão.
Enquanto isso, na sala, meu marido e Júlio falavam baixinho.
—Gostou do que viu, Julinho? —perguntou meu esposo com um sorrisinho bem safado.
—Se gostei? Irmão, me deixou a rola dura na hora! Sua mulher tem umas coxas grossas e uma bunda que parece feita pra ser comida gostoso… Me desculpa, Germán, sei que é sua esposa, mas não consigo evitar. Ela me deixou duro desde que Vi ela com aquele shortinho enfiado no meio da bunda.
Os dois riram com cumplicidade bem na hora que eu entrava com as cervejas.
Meu marido, olhando descaradamente pra minha bunda —. Ou será que você gosta de ser olhada com essa rabeta de fora…
“Adoro que admirem meu corpo, isso me deixa com mais tesão e melhor na frente do meu marido” — pensei.
A gente se acomodou na mesa da cozinha. Germán colocou música e, entre um gole e outro, fomos ficando bem alegres. Júlio, o sem-vergonha, começou a passar a mão nas minhas pernas por baixo da mesa, acariciando minhas coxas e subindo cada vez mais.
Depois de meia hora, Germán levantou pra ir ao banheiro e nos deixou sozinhos. Júlio não perdeu tempo.
— Desculpa a sinceridade, mas você não imagina a vontade que eu tenho de te comer, porra. Anos sonhando em te foder, em meter a pica até o fundo…
— Já sabia, com esses olhos de tarado que você me olha… E não é de agora, hein? Praticamente desde que a gente se conheceu você quer me devorar.
— Desde a primeira vez que te vi com Germán — confessou, se aproximando mais —. Eu imaginava te colocando de quatro e te dando pica dura enquanto ele não tava.
Aproveitando que estávamos sozinhos, Júlio enfiou uma mão entre minhas coxas e com a outra apertou meu mamilo com mais força por cima da blusinha.
— Seu marido adora a ideia de te ver sendo comida por outro. Ou tô errado? Aposto que já ficou duro só de imaginar metendo em você.
— Júlio… você é louco… — sussurrei, mas abri um pouco as pernas.
— Me fala a verdade, você fica molhada quando eu te toco? Porque eu tô com a pica doendo de tão dura que tá por sua causa.
Nessa hora, ouvimos os passos de Germán se aproximando. Júlio tirou as mãos rápido, mas não sem antes dar um último apertão na minha coxa.
A gente começou a dançar a balada bem colados, quase como se estivéssemos transando em pé. Júlio baixou as duas mãos sem nenhum disfarce e agarrou minha bunda inteira com força, cravando os dedos na carne por cima do short de lycra. Me apertou, abriu minhas nádegas e começou a massageá-las com vontade, esfregando o pau duríssimo contra minha barriga.
Sentia que minha calcinha fio-dental ficava mais encharcada ainda pelo tesão da presença do meu marido.
Ao ouvir meu próprio marido incentivando ele a apalpar minha bunda na frente dele, fiquei completamente pasma. Meu coração batia descontrolado. Por um segundo, quis tirar as mãos de Julio e reclamar com Germán, mas o calor que sentia entre as pernas foi mais forte.
Eu estava encharcada.. Sentir as mãos grandes e fortes de Julio cravando na minha bunda, abrindo minhas nádegas, roçando meu cu por cima do tecido enquanto meu marido nos olhava e incentivava… estava me deixando louca de tesão.
De vez em quando, eu dava uma olhada no meu marido e, em vez de vê-lo irritado, ele piscava um olho e sorria, como se sentisse prazer com o que via. Vendo que meu marido estava curtindo a cena, em vez de me afastar, arqueei as costas e empurrei minha bunda para trás, esfregando contra as mãos dele como uma puta no cio.
Julio soltou um gemido rouco e me apertou ainda mais forte, quase me levantando do chão.
— Sua mulher tá gostosa pra caralho. Essa raba pede pau… Dá pra sentir como ela treme. Aposto tudo que tenho que a buceta dela já tá escorrendo.
Germán ajustou o pau por cima da calça e respondeu com voz grossa e excitada:
— Continua, Julito. Aproveita ela. Toca do jeito que quiser. Essa noite, essa bunda e esse clitóris também são seus. Né, meu amor? Fala pro Julio que ele pode te agarrar à vontade…
Eu ainda não acreditava que Germán, meu próprio marido, pai do meu filho, estava incentivando ainda mais o amigo a me comer. O pior de tudo é que isso me deixava ainda mais excitada. Mordi o lábio com força, respirando ofegante contra o pescoço de Julio. Estava tremendo de vergonha, de tesão e de pura excitação.
Os dois se sentaram e começaram a me devorar com os olhos. Os olhos deles percorriam meus peitos e minha bunda sem disfarce. Os dois estavam de pau duro, marcando grossos e rijos nas calças.
Por dentro… Pensei: “Vou dar pra eles o que tanto querem… e o que eu também preciso. Minha buceta tá escorrendo igual uma cachoeira. Tô com vontade de uma rola dura, mas tudo no seu tempo”.
Continua…
1 comentários - Por culpa do meu marido virei uma puta - Parte 1