3 Corpos, 7 Pecados II

Fala aí, galera, tudo bem? Tô deixando o capítulo 2 dessa história aqui. Se você não leu a primeira parte, cola aqui:https://www.poringa.net/posts/relatos/6372738/3-Cuerpos-7-Pecados-Intro-Capitulo-I.htmlNão esqueçam que podem comentar ou me mandar DM.

Valeu por ler e deixar pontos.3 Corpos, 7 Pecados II



II - GanânciaMartim acorda antes do despertador tocar. Lúcia dorme de bruços, o cabelo ruivo espalhado, o lençol mal cobre a bunda dela. Ainda tem as marcas dos dedos dele nos quadris. Ainda a frase de ontem à noite ecoa na cabeça dele: "que alguém nos visse...". Fica duro só de pensar nisso.

Toma um banho rápido, água fria pra desinchar os olhos. No espelho, vê a mesma cara de sempre: olheiras de escritório, barba por fazer de três dias, mas tem algo diferente nos olhos hoje... Uma faísca que começa a crescer, mas que ele ainda não percebeu. Toma café rápido também, e desce pra garagem. No elevador, sente o perfume da Valéria; como não cruzou com ela hoje, percebe que está atrasado.

Quando entra no carro, com as chaves na mão, olha pro banco do lado e nota que a bolsa de natação não está mais. "Hmm... É mesmo. Hoje é quarta." Fala baixinho, pensativa, enquanto sorri e liga o carro.

A manhã no trampo é como de costume, só que tem uma reunião online com um banco importante da Argentina, onde Martim tem que se estender sobre vários assuntos. Nunca tem problema com esse tipo de papo, não é a primeira vez que faz isso, e sempre se dá bem no "chamada". Mas hoje ele está diferente; cumpre suas obrigações direitinho, mas sabe que não está com a cabeça 100% no trabalho. Terminada a reunião, ele continua pensativo sobre a parceira... "Que alguém nos visse..."

"Que nos visse... alguém..."

"Alguém..."

-"Tem alguém... Tem alguém?..."-

-"Oi, tem alguém em casa?"- Uma voz vinda do fundo da realidade traz Martim de volta pra mesa dele.

É a morena, com a beleza única dela nos seus quarenta e poucos. Como vimos no capítulo passado, as saias curtas e blusas justas e decotadas dela são uma loucura. O cabelo violeta é o toque final que faz da diretora de arte o centro das atenções. Ela dá um sorriso amigável, e um olhar que estuda sutilmente Martim. Apoia a mão. sobre a borda da mesa, se inclinando enquanto faz isso.

— O que foi, Tincho? Tava viajando, hahaha. — Diz More agachada, deixando à mostra seu decote enorme.

Por alguns segundos que parecem eternos, ele fica hipnotizado com os peitos, mas rapidamente levanta o olhar disfarçando. Engole seco e tenta responder.

— É, me desculpa, tudo bem, hahaha. — Responde Martin tentando evitar olhar pras tetas dela.

— Certeza? Cê tá com cara de quem passou a noite em claro... — disse ela olhando e apontando pras olheiras de Martin.

— Me declaro culpado, hahaha — Enquanto passa a mão no rosto procurando alguma marca.

— Se já comeu, te convido pra um café, aí a gente põe o papo em dia sobre o assunto do banco. Tô precisando de um e vejo que você também... — Diz ela apoiando a raba na mesa, levantando a saia e deixando ver mais pele nas pernas e aquelas ligas pretas que eram uma tentação pra todo o escritório.

— Não, More, agradeço, mas prometi pro Roberto que ia ver os relatórios... — Tenta catar uns papéis em cima da mesa.

No entanto, por um segundo ele para, lembra do dia que é e olha as horas. Faz uns cálculos na cabeça e, antes de responder de novo, More chega na frente.

— Já falei com o Robert. Hoje você já nos defendeu pra caralho no zoom. Então fica tranquilo. O que cê acha? —

Ele busca uma desculpa pra escapar do convite, mas lembra da data, faz uns cálculos mentais sobre horários e distâncias.

— Olha, sabe que acho que vou aceitar... Até que fica de caminho pra outro lugar... — Disse Martin pegando a mochila.

— Baita ideia, vamos então. — Diz ela, e eles partem.

-----------------------------------------------------

Uma mulher de cabelos ruivos em outro lugar acorda devagar, com a luz do meio-dia passando pelas cortinas do quarto. Lucia abre os olhos azuis, ainda pesados pelo sono profundo da noite anterior, e estica os braços pra cima da cabeça. O lençol desliza um pouco, deixando a Descoberta suas costas pálidas com aquelas sardas sutis que Martín adora beijar. Sente um calor residual entre as pernas, lembrança da confissão e do sexo intenso com o namorado. Sorri sozinha, mordendo o lábio inferior. "Que loucura ontem à noite...", pensa, enquanto se levanta e o cabelo ruivo ondulado cai em cascata sobre os ombros.

Levanta-se nua, andando descalça pelo apartamento até a cozinha, onde prepara um café forte. O apê está em silêncio, só o zumbido distante da cidade. Senta na bancada da cozinha com o notebook aberto, terminando as últimas edições para uma marca importante de roupa: fotos de modelos de lingerie e biquínis, ajustes de cor, cortes precisos, legendas sugestivas para Instagram. Programar as postagens é rotina pra ela, mas hoje faz isso com um sorrisinho safado — irônico, editar roupa sexy enquanto a mente viaja na própria "exibição".

Parte do pagamento da semana passada veio com um extra inesperado: um look de praia novo, cortesia da marca. Tirou do pacote na segunda, mas não teve coragem de experimentar até ontem à noite, quando pegou a bolsa do carro do Martín. É vermelho intenso, ousado: top com alças finas e tecido que se ajusta perfeitamente aos peitos grandes mas naturais dela, meio transparente só se molhar (detalhe que fez ela corar ao ler a descrição). Mas o que realmente a tentou foi a parte de baixo: praticamente uma fio dental atrás, deixando quase toda a raba monumental dela à mostra, com tiras altas que acentuam os quadris largos. "É se jogar um pouco...", pensou ao ver, mas no fundo a ideia de mostrar mais pele, de ser vista, adora. Desde a confissão pro Martín, aquela curiosidade voyeur cresceu feito planta regada. O tesão fala mais alto que o pudor.

Termina o trampo, guarda tudo e almoça algo leve: uma salada com o que sobrou na geladeira. Depois, para na frente do espelho do quarto (o grande do banheiro, por enquanto), e tira o biquíni. Novo da bolsa. Tira a camiseta oversized que usava em casa, ficando só de fio dental simples, e experimenta. Uau... Ficou perfeito nela. O tecido é de alta qualidade, confortável, impermeável, se adapta como uma segunda pele. Gira na frente do espelho, admirando como o vermelho realça a pele branca dela, como o top marca sutilmente os biquinhos se esticar, e como o fio dental atrás deixa ver a curva completa da raba, só interrompida pelas tiras finas. Fica vermelha sozinha, mas não tira. "Hoje é o dia", decide, com um frio na barriga que mistura nervoso e tesão.namoradaPrepara a bolsa: toalha, shampoo, o maiô preto velho por via das dúvidas (bem mais conservador, inteiro e fechado), e sai de Uber pro clube em Palermo. O trajeto é curto, mas ela aproveita pra ver stories no Instagram, reparando em minas com biquínis parecidos, imaginando olhares no corpo dela.

A aula é mista, como sempre: a professora Ivana, 35 anos, um corpo atlético dos sonhos que faz todas as minas admirarem e os caras disfarçarem. Pele bronzeada o ano inteiro, peitos firmes e bem marcados por baixo da maiô inteira, cintura fina e uma raba impressionante que se mexe com autoridade quando ela anda na borda da piscina. O grupo é pequeno e jovem: 3 caras (todos entre 25-30, corpos treinados pela natação) e 4 minas (incluindo a Lucía), idades parecidas, clima relaxado e amigável.

No vestiário feminino, Lucía hesita na frente do armário. Puxa primeiro o maiô preto velho, clássico e seguro, mas aí o vermelho novo brilha na bolsa como uma tentação. Ela fica só de calcinha e sutiã por um instante, olhando pros dois. "Se eu usar hoje, não tem volta...", pensa, mas a lembrança da noite com Martín e aquela nova vontade de "ser vista" empurra ela. Sofía, uma das minas do grupo — mesma idade que Lucía, um pouco mais alta (1,70 m), loira com cabelo liso comprido até a cintura, corpo magro mas definido, sorriso sempre fácil —, vê ela na dúvida e se aproxima enrolada na toalha.

— Aii, Lucía, essa maiô vermelha é linda demais. Nem pensa duas vezes, juro — fala com empolgação genuína, apoiando a mão suave na cintura nua de Lucía por um segundo, um toque amigável mas que faz arrepiar a pele dela —. Vai ficar maravilhosa em você, vai arrasar.

O sorriso de Sofía é contagiante, quente, sem julgamento. Lucía sente uma onda de confiança. Respira fundo, balança a cabeça que sim e, vendo que o vestiário está esvaziando (as outras minas já saem conversando em direção à piscina), troca de roupa rápido. O vermelho se ajusta perfeito, o espelho do vestiário confirma: sexy pra caralho. audaciosa, mas não vulgar. O coração dela bate forte. Ela caminha em direção à piscina, descalça, com ansiedade, tesão e uma toalha enrolada nela por enquanto.

--------------------------------------

Num café da região, chamado "O Triunvirato", Martín e a morena curtem um merecido descanso depois da grande vitória na conversa com o banco. É um lugar bem conhecido por todo mundo na empresa, com descontos da hora pros funcionários graças a uma boa administração e o acordo que Roberto fechou com o dono. Tem um toque clássico — madeiras escuras, lustres de bronze pendurados, mesas de mármore com cadeiras de couro gasto — mas não foge da modernidade: paredes com arte urbana, música indie baixinha de fundo, e uma área de sofás com plantas penduradas pros mais jovens. É espaçoso, com zonas barulhentas perto do balcão e cantinhos mais privados, ideais pra conversas íntimas sem o mundo atrapalhar.

Lá estão eles sentados num desses cantinhos: uma mesinha redonda de madeira entre dois sofás macios, um de frente pro outro. A morena cruza as pernas, a saia curta subindo um pouco mais, revelando as ligas pretas que Martín já tinha notado no escritório. Ele tenta manter o olhar na medialuna que belisca, mas o cheiro de café fresquinho e o perfume sutil dela (algo floral e quentinho) distraem ele. A luz da tarde entra pela janela perto, dourada e suave, iluminando o decote generoso que a morena mostra sem vergonha.

—A melhor gestão do Robert esse ano, o café —tenta dizer a morena de boca cheia de medialuna, rindo enquanto limpa uma migalhinha do lábio inferior.

—Isso e o dia de home office que ele conseguiu, kkkk —responde Martín, dando um gole longo no café com leite, tentando manter a pose.

—Totalmente... eu, Tincho... Cê tá sem dormir, né? —pergunta ela, se inclinando um pouco mais, os olhos escuros cravados nos dele com uma mistura de curiosidade e safadeza.

—Não Sem dormir, mas com poucas horas de sono... —responde Martín, olhando pro lado pra evitar o olhar direto dela, sentindo o calor subir no rosto e ficar todo vermelho.

—Aii, Tincho... Ficou vermelho! Nem precisa me falar o motivo, kkkkk, se entregou sozinho —diz a morena com uma risada baixinha, brincalhona, deixando a xícara na mesa com um tilintar suave.

Ela se inclina pra frente, apoiando os cotovelos na mesinha, o que faz a blusa abrir um pouco mais, deixando ver a renda preta do sutiã e a curva generosa dos peitos dela. Martín engole seco, os olhos descem por um segundo inevitável antes de se forçar a subir.

—Que motivo lindo pra perder o sono, moleque... Quantos anos tem sua namorada? —pergunta ela, baixando a voz como se tivessem compartilhando um segredo, com um sorriso torto que não esconde o flerte.

—Lindo, mas custa um pouco no dia seguinte, kkkk. A Lu tem 25 anos —responde ele, tentando soar casual, mas a mente viaja um instante na imagem da Lucía de ontem à noite, pelada e confessando as fantasias dela.

—Aii, mas são tão jovens... Mas se não perder o sono assim, te mato, hein, kkkkk. Tá na flor da juventude, não pode deixar escapar nada nessa fase. Aproveita as oportunidades... e se elas não aparecerem, vai atrás —fala ela, piscando o olho devagar de propósito, o pé roçando "sem querer" na perna dele debaixo da mesa por um segundo.

Martín fica pensativo, a frase ecoando na cabeça como um aviso do Filemón e das próprias fantasias recentes. Sorri de leve, desconfortável mas intrigado, enquanto o barulho do café envolve os dois como um véu protetor. O tempo passa rápido entre risadas e comentários leves sobre o escritório, mas Martín olha pro relógio disfarçadamente: é quarta-feira, e já tá na hora de encerrar o dia.

—Então, More, valeu pelo café, sério. Me levantou o astral —fala ele por fim, deixando a xícara vazia e se levantando—. Mas vou indo, tenho umas coisas pendentes. antes de voltar pra casa.
— Dale, Tincho, sem problema. Volta quando quiser... esse cantinho sempre vai estar disponível pra você — ela responde com um sorriso safado, levantando também e dando um beijo na bochecha dele que dura um segundo a mais, o perfume dela ficando no ar e a mão roçando de leve no braço dele.

Saem juntos do café, mas na porta se despedem: a morena volta pro escritório pra terminar uns pendentes, Martín vai pro carro na direção oposta. Ele sobe no carro, liga o motor e acelera pelas ruas de Palermo, com um sorriso contido e a curiosidade cutucando o peito dele.casaisOs passos são seguros, embora camuflem pânico diante do desconhecido, do vestiário até a borda da piscina aquecida e coberta — um natatório fechado com paredes de vidro alto que deixam entrar luz natural, mas isolam do lado de fora. Lúcia sente o ar quente e úmido do ambiente roçando sua pele exposta ao sair do vestiário feminino. O cheiro forte de cloro se mistura com o vapor que flutua sobre a água azul-turquesa, e o eco de respingos e vozes ressoa sob o teto alto. Ela tira a toalha com um movimento rápido, sentindo um arrepio que não é de frio, mas da adrenalina de estrear o maiô vermelho. A água reflete os refletores do teto, e o grupo já está reunido na borda, esperando a instrução de Ivana.

Ela se aproxima com passo firme, mas o coração batendo forte, o maiô se ajustando como uma segunda pele: o top vermelho marcando seus peitos naturais, ainda seco, mas prometendo transparência ao molhar, e atrás a tanga fina deixando quase toda a curva da sua bunda monumental à mostra. Os olhos do grupo se fixam nela na hora — disfarçados, mas inevitáveis. Sofia manda um sorriso cúmplice da água, Ivana ergue uma sobrancelha com aprovação profissional (ou algo mais), e os caras... os caras olham pra ela com aquela mistura de surpresa e admiração que faz Lúcia corar sob a pele pálida.

A aula começa com Ivana no comando, sua voz firme cortando o eco:
- Hoje leve, galera: trinta minutos rodando estilos — crawl, costas, peito — e foco na respiração. Pula na água!

Lúcia mergulha de um salto limpo, a água quente envolvendo-a como um segredo protetor. O maiô gruda na hora, o top ficando levemente translúcido, os biquinhos se marcando sutilmente. Ela nada crawl na sua raia, cortando a água com braçadas precisas, concentrada na respiração — inspira, expira —, mas consciente de cada olhar que cruza o natatório fechado.

O grupo roda: os três caras em raias paralelas (o moreno forte sorrindo ao passar, o magro ágil chapinhando perto, e o alto de cabelo platinado — corpo atlético esculpido, pele branca contrastando com o tingido, costas largas e músculos definidos — nadando com graça felina, seu olhar intenso cruzando com o dela mais de uma vez). As garotas conversam baixinho entre as séries, Sofia piscando um olho:

-Ficou brutal, juro.- Lúcia sente uma vergonha inicial se transformando em prazer culpado, cada braçada expondo mais pele molhada, o maiô vermelho brilhando sob as luzes.

Passam a nadar de costas, flutuando de barriga pra cima, e aí a parte de cima trai de vez: molhada, quase transparente, revelando os contornos. Ivana da borda a corrige com tom neutro mas olhos atentos, e Lúcia nota como o alto platinado diminui o ritmo pra coincidir, seu olhar fixo nas curvas flutuantes dela. Perto do fim, polo aquático improvisado:

- Times mistos, últimos quinze! Vamos nos divertir! - anuncia Ivana.

Lúcia hesita, mas o jogo a arrasta. Boladas, risadas, respingos. Num momento, a bola voa alto; ela salta pra rebater, o corpo saindo da água num arco perfeito: maiô colado, parte de cima transparente deixando ver os bicos endurecidos pela água fria superficial, e atrás a fio dental fina expondo a bunda cheia, branca rosada brilhando sob as luzes.

O salto dura segundos, mas a piscina fechada congela: todos olham pra ela. Sofia assobia brincando, as outras garotas murmuram admiradas, os caras arregalam os olhos — o moreno sorri nervoso, o magro fica de boca aberta —, mas o alto platinado observa mais que todos, seu olhar devorador, intenso, como se memorizasse cada detalhe com aprovação silenciosa. Até Ivana cruza os braços, sorriso de lado. Lúcia cai na água fervendo, o rosto vermelho, mas o tesão a inunda: "Tão me vendo... todos", e ela adora.avermelhadaO jogo continua caótico, mas o alto chega mais perto nas jogadas, roças "acidentais" ao passar a bola, o sorriso dele dizendo tudo. Lucía responde com adrenalina, nadando forte, se expondo mais. De fora — pelas janelas altas do ginásio fechado, no corredor de visitas onde pais ou curiosos esperam —, Martín observa tudo, bestificado. Chegou na hora, estacionou e se posicionou discretamente atrás do vidro. Vê o mergulho, os olhares coletivos, especialmente o do cara alto que parece não conseguir desgrudar os olhos. Algo se remexe nele — ciúme passageiro —, mas não diz nada; em vez disso, um calor crescente, excitação ao ver outros desejando o que é dele. "Tem alguma coisa que me excita...", pensa, a curiosidade da noite passada voltando com força.

A aula termina com aplausos, Ivana parabenizando. Lucía espera de propósito, conversando com a profe e a Sofia pra ganhar tempo, ainda sentindo os olhares residuais. Quando o grupo se dispersa — os caras saindo primeiro, o alto platinado demorando um segundo a mais num último olhar —, e até a Ivana vai embora, Lucía se escapa sozinha pro vestiário vazio. Se troca rápido, toma banho pra tirar o cloro, a água quente relaxando o corpo ainda vibrante de adrenalina. Se veste com jeans justo e uma camiseta larga, o cabelo ruivo molhado caindo em ondas.

Ao sair pro lobby do clube, fresca e com a bolsa no ombro, se surpreende ao ver Martín esperando por ela, encostado casual na parede com as mãos nos bolsos e um sorriso que não revela tudo. "O que ele tá fazendo aqui?", pensa ela, o estômago dando um nó — mistura de surpresa, culpa pela exposição, e um frio na barriga novo ao imaginar se ele viu alguma coisa. Ele se aproxima, dá um beijo suave nos lábios dela, como se nada, e juntos saem pro carro estacionado lá fora.

Partem pra casa, o trânsito de Palermo denso mas fluindo. Por uns minutos não falam, o ar carregado de algo não dito. Lucía sente vergonha, culpa por ter se exposto tanto, mas Também fica um formigamento. É o Martín quem quebra o gelo, a mão dele no volante apertando de leve.

— Não me arrependo de ter vindo te buscar hoje... — ele diz, com a voz baixa, olhando de canto.

— Cê tá bravo? — ela pergunta, o coração batendo forte de novo.

— Não... Tô é com tesão, mas não de raiva... — responde, piscando um olho, e faz um gesto pra ela olhar a virilha dele, onde um volume evidente confirma as palavras.

Lucia se assusta, mas relaxa, deixando de lado o medo de tudo dar merda. Ri nervosa, a mão dela pousando na dele em cima da alavanca de câmbio.

— Não sabia se usava... Tava com um pouco de vergonha — confessa, se referindo ao vestido vermelho.

— Ainda bem que você se animou, adorei como ficou a rabeta... Mas quem mais gostou foram seus colegas, hahaha — ele diz, o tom brincalhão, mas com um fio de curiosidade.

— Ah, eles me olharam muito? — ela pergunta, ficando vermelha, mas com um sorriso que entrega o prazer secreto.

— Tanto os caras quanto as gatinhas... Alguns mais que outros — responde Martín, lembrando do loiro platinado, aquele olhar fixo que misturou ciúme e excitação nele—. Até a professora te olhou diferente.

— Tô com vergonha, mano... — murmura Lucia, mas a voz treme de emoção.

— Mas você gostou... Ou não? — insiste ele, virando num semáforo pra olhar nos olhos dela, a luz avermelhada do entardecer iluminando o rosto dela.

— Sim... Adorei — admite ela por fim, mordendo o lábio, a safadeza de ser vista agora compartilhada, flutuando no carro como um segredo quente.

Ele sorri, acelera quando o semáforo fica verde. Começa a escurecer, o cheiro úmido de terra entra no carro, anunciando chuva. A conversa vai pros detalhes: como foi a sensação do salto, as risadas disfarçadas, a adrenalina de se saber observada, até o roçar sutil do loiro platinado no polo aquático. Martín confessa que ver de fora quase o fez perder a linha ("Me deixou louco te ver assim, desejada por todos"), e Lucia fica excitada de novo ao ouvir isso, a mão dela apertando a dele.
—E você... gostou de me ver olhando? —ela pergunta baixinho, e ele confirma com um "Mais do que eu imaginava".—

—Vamos comprar uma pizza e umas brejas geladas? —propõe Martín ao passar por uma pizzaria conhecida no bairro—. Descemos rápido e subimos, que essa noite merece algo especial.

Lucía aceita com um sorriso safado, os olhos brilhando. Eles param, descem juntos —ele pede a pizza família com extra mussarela, ela escolhe as cervejas artesanais geladas—, e sobem de novo pro apartamento com as sacolas, a chuva começando a bater no para-brisa. Aquela pizza simples, quentinha e dividida, merecia uma noite especial... uma onde a ganância por mais prazer mal começava a ser saciada.

------------------------------------------------

Chegam com pizza e umas brejas geladas. Lucía vai pro quarto e troca de roupa. Coloca um moletom cinza e top preto, sem sutiã por baixo. Martín deixa a pizza na mesa e coloca as cervejas na geladeira. Toma um banho rápido pra relaxar. Pela janelinha do banheiro, ele vê os reflexos dos relâmpagos ao longe. As primeiras gotas começam a bater no vidro. Do outro lado, Lucía já trocada deixa pra lavar a sunga vermelha, olhando fixamente pra ela e sorrindo.

Eles se acomodam no sofá, na mesinha na frente deixam a pizza e abrem uma das cervejas. Colocam uma série de detetives que estavam vendo juntos, mas não conseguem acompanhar o ritmo... Se distraem se olhando e comentando o que rolou na natação. O casal entra numa fase estranha, sentem uma mistura de vergonha, ansiedade e tesão. Lucía se espreguiça, apoia os pés descalços no colo de Martín.

—A gente continua a série ou faz algo mais divertido?

—Hoje você tá reveladora, meu amor... O que cê tem em mente?—

Ela pega o controle remoto, abre o navegador da Smart TV e sorri. Enquanto isso, a tempestade chega na cidade. Os relâmpagos iluminam rapidamente o ambiente com a luz fraca de uma das lâmpadas. Luz lilás. De repente, os trovões caem e o prédio inteiro treme. Lucía se aninha mais perto do namorado e diz:

—Tava pensando em ver algo mais quente juntos… tipo quando a gente começou a sair, lembra? Era a melhor coisa.—

Martim sente um calor imediato no peito. Uma sensação de tesão começa a brotar pelos poros dele.

—Ufa, lembro perfeitamente. Como era bom aquilo. Vamos lá, me ilumina, bebê.—

Finalmente aparece o Pornhub na tela grande. Eles começam com vídeos clássicos de casal, daqueles feitos em estúdio com atores conhecidos da indústria adulta. Riem dos gemidos exagerados das atrizes. Lucía se aconchega nele, acariciando o peito dele. A mão de Martim já tateia a coxa dela por dentro do moletom. Depois de alguns vídeos, começam os vídeos caseiros, alguns mal gravados, outros com câmera parada. Entre eles, aparece um sugerido:Ruiva gostosa dividida pelo marido e pelo amigo – MMF(dois homens e uma mulher). Lucia clica sem perguntar. A capa da garota com dois homens tinha chamado a atenção dela. A ruiva da tela podia ser irmã dela: mesma pele branca com sardas, mesma cor de cabelo. O vídeo começa com a mulher de joelhos, chupando um pau enquanto o outro mete por trás. Os dois caras se olham e sorriem. São cúmplices na hora de comer a ruiva, que geme quando não tem a boca ocupada.
Silêncio total na sala. Lucia enfia a mão dentro da calça do Martín, porque já tinha sentido que ele estava com uma ereção forte. Por sua vez, ele puxa o moletom e a calcinha fio-dental dela de uma vez. Eles se tocam devagar, seguindo o ritmo da cena. A chuva e os trovões faziam de cortina para abafar o áudio lascivo da televisão.

De repente, o vídeo muda:Duas garotas, um cara sortudo – FFM(duas mulheres e um homem). Uma das garotas sentada na cara do cara enquanto a outra monta nele. As garotas se beijam roçando os mamilos enquanto o garoto fazia sexo oral por baixo. Lúcia começa a gemer baixinho, já está toda molhada. Martin enfia dois dedos, sentindo, e sussurra:

—Você adora isso também, né?

Ela só acena com a mão na boca, os olhos grudados na tela. Lúcia não aguenta mais, puxa a calça dele pra baixo e enfia ele até o fundo. Faz o melhor boquete de todo o relacionamento até aquele momento. Ele, totalmente excitado, faz sinal pra ela subir. Ela tira o que sobrou de roupa e monta. Cavalga completamente louca. Se movem forte, sem tirar os olhos da TV. Ela toma pílula desde sempre, então não tinha problema. Ao ver no vídeo que o cara goza nos peitos de uma, e a outra chupa tudo, Lúcia gozou com muito prazer, tremendo o corpo inteiro e se entregando por completo. Aperta tanto a buceta que Martin sai no último segundo e goza quente e abundante na barriga e nos peitos dela.

Enquanto Lúcia limpa o pênis do namorado, chupam as últimas gotinhas de sêmen. O vídeo tinha acabado, mas o Pornhub já tinha colocado o próximo automaticamente:
Esposa morena convida a melhor amiga – verdadeiro ménage FFMNa tela, uma morena deslumbrante e uma loira se revezam chupando e cavalgando o marido. Os dois estão acabados, suados, grudentos… mas não conseguem tirar os olhos do vídeo. Lúcia acaricia o peito dele, ainda ofegante.

— Sabe o que mais me excitou?

— Me fala.

— Como os dois olhavam pra ela… e como ela olhava pros dois… Com tanto desejo… Tanto fogo.

Martín beija a testa dela, sorri e fala baixinho, quase pra si mesmo:

— Tá começando a esfriar… vem, se limpa e vamos pra cama, meu amor.

A chuva continua forte, dando ao casal um som noturno relaxante pra descansar depois de um dia agitado. A temperatura cai, mas Martín e Lúcia descobriram como subi-la rapidinho. O fogo crepita agora com mais força, e a ganância corporal desses jovens bota mais lenha na fogueira.jovem

Continua em https://www.poringa.net/posts/relatos/6374728/3-Cuerpos-7-Pecados-III.html

0 comentários - 3 Corpos, 7 Pecados II