Desde muito novo, aprendi a bater umas punhetas. Acho que quando tava no terceiro ano do fundamental já era um punheteiro de carteirinha. No começo, igual todo mundo, batia uma só na imaginação, porque naquela época a tecnologia não era igual hoje. Depois comecei a tocar siririca pra modelo de pôster, revista, jornal, qualquer mulher impressa que aparecesse mostrando a bunda.
Um dia, fui visitar um primo no negócio dele na cidade, e não sei como o assunto das punhetas surgiu na conversa. Eu devia ter uns 9 a 12 anos na época. Aí a gente falou sobre como a sensação final da masturbação (o orgasmo) era gostosa. Meu primo é uns 8 anos mais velho que eu. No meio do papo, na minha putaria de moleque, falei que queria comer uma vizinha e que sempre batia uma pensando nela e naquelas bundonas que ela tinha. Nisso, ele me contou que um amigo dele também batia uma, mas de um jeito bem diferente. O tal amigo se masturbava com a roupa íntima da vizinha. Quando ouvi isso, fiquei meio surpreso, sem vontade de experimentar nem nada, mas não imaginava o que ia rolar no caminho de volta pra casa.
Depois de bater mais um papo com meu primo sobre outras coisas, fui pra casa. Pra chegar lá, tinha que passar pelo terreno da vizinha com quem eu fantasiava. E, por acaso, naquele dia ela tinha lavado roupa. Lembro que quando passei pela pia, vi um monte de roupa íntima dela: sutiã, calcinha boxer feminina, fio dental, tanguinha, de várias cores. Na hora, senti como se algo dentro de mim acordasse uma sede enorme de pegar cada peça que meus olhos viam. Meu coração acelerou, e não sei como, mas em menos de 10 segundos já tava com todas as roupas na mão, adrenalina a mil. Cheguei em casa, fui pro meu quarto e, ainda tremendo e confuso, tanto pelo que fiz... pelo que eu tinha feito e pelo que estava por vir. A verdade é que eu estava muito confuso naquele momento, tava difícil processar o que eu tinha feito, mas também queria explorar cada uma das peças. Naquela época eu ainda era muito novo, só lembrava que meu primo tinha me falado do amigo dele que batia uma com as roupas da vizinha, então com essa ideia na cabeça, me preparei pra ver cada uma delas e imaginar minha vizinha usando cada peça. Explorei todas, mesmo que estivessem limpas, cheirei elas. Algumas eu lembro, as menores tinham um cheiro de suor. Naquele dia, bati uma pra cada peça que peguei daquele varal. Saí do meu quarto seco, sem saber o que fazer com as calcinhas, ainda era um moleque.
Depois de ficar seco por causa das punhetas que bati com as calcinhas da minha vizinha, não sabia o que fazer com as peças, tava com medo de alguém encontrar. Na época, não me passou pela cabeça devolver, e não tive outra opção a não ser guardar elas. À noite, eu procurava as calcinhas pra bater uma, imaginando minha vizinha posando com cada uma delas. Ficava louco e me acabava na punheta com as calcinhas. Depois dessa vez, a vizinha teve que comprar mais roupas íntimas, porque acho que eu tinha roubado todas que ela tinha num único dia. Na próxima vez que voltei ao varal, todas as roupas íntimas dela pareciam novas, e dessa vez não tinha mais boxers nem calcinhas maiores, só tinha tangas e fio dental, e todas tiveram o mesmo destino: foram parar na minha mão. Eu não cabia em mim de tesão vendo a loucura de tangas que minha vizinha usava, ficava doido cheirando e olhando as tangas dela, minha cabeça explodia imaginando minha vizinha usando aquelas tangas que agora estavam todas banhadas no meu esperma, até ficarem duras como torrada.
Acho que o marido da vizinha não se importava que eu pegasse as roupas da esposa dele, porque cada vez que eu levava todas as peças dela, ele comprava outras cada vez mais minúsculas. Suponho que era por causa da rabuda que a mulher dele tinha, uma mulher Morena com umas cadeiras que até hoje são uma loucura, mesmo já tendo mais de 50 anos. Além disso, pela minha idade, ela talvez achasse que eu ia brincar com o filho dela. Eu esvaziava o varal dela umas 8 vezes, peguei entre 140 e 160 peças só dela, porque ela tinha virado a dona das minhas punhetas. Isso foi quando eu tinha entre 12 e 16 anos. Quando eu já tinha mais de 15 anos, já imaginava outras mulheres de fio dental, primas, vizinhas e conhecidas, porque a dona das minhas punhetas usava só esse tipo de peça. Não conseguia imaginar uma mulher com outro tipo de calcinha, só queria ver mulheres de fio dental. Minha vizinha, indiretamente, me fez viciado em tangas.
Quando eu já tinha uns 17 anos, parei de esvaziar o varal dela, mas toda quinzena, quando era dia de lavar roupa, sempre passava pelo varal pra escolher uma peça pras minhas punhetas noturnas e devolver no dia seguinte. Às vezes, quando via peças muito pequenas, pegava duas: uma pra cheirar, porque por ser tão pequena, grudava toda na pussy e no culo e guardava o cheiro dela, e a outra pra encher de porra e depois usar daquele jeito, toda melada de esperma. Foi assim por vários anos, até que quando eu já tinha 25 anos, eles resolveram colocar uma cerca, porque os vizinhos estavam pegando coisas do marido e do filho dela: sapatos, roupa, meias e mais. Mas durante vários anos, ouso dizer que por mais de uma década, minha vizinha alimentou meu tesão e me fez viciado em tangas.
Guardei algumas, as mais novas e pequenininhas. Com o tempo, dei elas pras minhas namoradas da adolescência e começo da vida adulta. Toda vez que eu comia alguém que tava usando uma peça da minha vizinha, imaginava que tava comendo ela. Hoje tenho 30 anos. Minha mulher usou por vários anos peças que eu peguei do varal da minha vizinha e de outros varais uns 15 anos antes. Com o tempo que estamos juntos, já renovamos aquelas primeiras tangas que eu peguei de vários lugares. Varal e gaveta na minha adolescência e isso ela não sabe, hoje em dia metade das calcinhas fio dental que ela tem foram calcinhas que eu roubei das minhas vizinhas e irmãs dos meus amigos. Dá uma olhada nos posts anteriores, comenta e dá upvote neles. Nos posts anteriores eu mostro a minha putinha de fio dental.




Essa tanga tem uns 8 anos já, roubei de uma das minhas cunhadas e agora minha mulher usa ela. Se curtiram o relato, comentem aí, me mandem mensagem se tiverem dúvida sobre algo.
Um dia, fui visitar um primo no negócio dele na cidade, e não sei como o assunto das punhetas surgiu na conversa. Eu devia ter uns 9 a 12 anos na época. Aí a gente falou sobre como a sensação final da masturbação (o orgasmo) era gostosa. Meu primo é uns 8 anos mais velho que eu. No meio do papo, na minha putaria de moleque, falei que queria comer uma vizinha e que sempre batia uma pensando nela e naquelas bundonas que ela tinha. Nisso, ele me contou que um amigo dele também batia uma, mas de um jeito bem diferente. O tal amigo se masturbava com a roupa íntima da vizinha. Quando ouvi isso, fiquei meio surpreso, sem vontade de experimentar nem nada, mas não imaginava o que ia rolar no caminho de volta pra casa.
Depois de bater mais um papo com meu primo sobre outras coisas, fui pra casa. Pra chegar lá, tinha que passar pelo terreno da vizinha com quem eu fantasiava. E, por acaso, naquele dia ela tinha lavado roupa. Lembro que quando passei pela pia, vi um monte de roupa íntima dela: sutiã, calcinha boxer feminina, fio dental, tanguinha, de várias cores. Na hora, senti como se algo dentro de mim acordasse uma sede enorme de pegar cada peça que meus olhos viam. Meu coração acelerou, e não sei como, mas em menos de 10 segundos já tava com todas as roupas na mão, adrenalina a mil. Cheguei em casa, fui pro meu quarto e, ainda tremendo e confuso, tanto pelo que fiz... pelo que eu tinha feito e pelo que estava por vir. A verdade é que eu estava muito confuso naquele momento, tava difícil processar o que eu tinha feito, mas também queria explorar cada uma das peças. Naquela época eu ainda era muito novo, só lembrava que meu primo tinha me falado do amigo dele que batia uma com as roupas da vizinha, então com essa ideia na cabeça, me preparei pra ver cada uma delas e imaginar minha vizinha usando cada peça. Explorei todas, mesmo que estivessem limpas, cheirei elas. Algumas eu lembro, as menores tinham um cheiro de suor. Naquele dia, bati uma pra cada peça que peguei daquele varal. Saí do meu quarto seco, sem saber o que fazer com as calcinhas, ainda era um moleque.
Depois de ficar seco por causa das punhetas que bati com as calcinhas da minha vizinha, não sabia o que fazer com as peças, tava com medo de alguém encontrar. Na época, não me passou pela cabeça devolver, e não tive outra opção a não ser guardar elas. À noite, eu procurava as calcinhas pra bater uma, imaginando minha vizinha posando com cada uma delas. Ficava louco e me acabava na punheta com as calcinhas. Depois dessa vez, a vizinha teve que comprar mais roupas íntimas, porque acho que eu tinha roubado todas que ela tinha num único dia. Na próxima vez que voltei ao varal, todas as roupas íntimas dela pareciam novas, e dessa vez não tinha mais boxers nem calcinhas maiores, só tinha tangas e fio dental, e todas tiveram o mesmo destino: foram parar na minha mão. Eu não cabia em mim de tesão vendo a loucura de tangas que minha vizinha usava, ficava doido cheirando e olhando as tangas dela, minha cabeça explodia imaginando minha vizinha usando aquelas tangas que agora estavam todas banhadas no meu esperma, até ficarem duras como torrada.
Acho que o marido da vizinha não se importava que eu pegasse as roupas da esposa dele, porque cada vez que eu levava todas as peças dela, ele comprava outras cada vez mais minúsculas. Suponho que era por causa da rabuda que a mulher dele tinha, uma mulher Morena com umas cadeiras que até hoje são uma loucura, mesmo já tendo mais de 50 anos. Além disso, pela minha idade, ela talvez achasse que eu ia brincar com o filho dela. Eu esvaziava o varal dela umas 8 vezes, peguei entre 140 e 160 peças só dela, porque ela tinha virado a dona das minhas punhetas. Isso foi quando eu tinha entre 12 e 16 anos. Quando eu já tinha mais de 15 anos, já imaginava outras mulheres de fio dental, primas, vizinhas e conhecidas, porque a dona das minhas punhetas usava só esse tipo de peça. Não conseguia imaginar uma mulher com outro tipo de calcinha, só queria ver mulheres de fio dental. Minha vizinha, indiretamente, me fez viciado em tangas.
Quando eu já tinha uns 17 anos, parei de esvaziar o varal dela, mas toda quinzena, quando era dia de lavar roupa, sempre passava pelo varal pra escolher uma peça pras minhas punhetas noturnas e devolver no dia seguinte. Às vezes, quando via peças muito pequenas, pegava duas: uma pra cheirar, porque por ser tão pequena, grudava toda na pussy e no culo e guardava o cheiro dela, e a outra pra encher de porra e depois usar daquele jeito, toda melada de esperma. Foi assim por vários anos, até que quando eu já tinha 25 anos, eles resolveram colocar uma cerca, porque os vizinhos estavam pegando coisas do marido e do filho dela: sapatos, roupa, meias e mais. Mas durante vários anos, ouso dizer que por mais de uma década, minha vizinha alimentou meu tesão e me fez viciado em tangas.
Guardei algumas, as mais novas e pequenininhas. Com o tempo, dei elas pras minhas namoradas da adolescência e começo da vida adulta. Toda vez que eu comia alguém que tava usando uma peça da minha vizinha, imaginava que tava comendo ela. Hoje tenho 30 anos. Minha mulher usou por vários anos peças que eu peguei do varal da minha vizinha e de outros varais uns 15 anos antes. Com o tempo que estamos juntos, já renovamos aquelas primeiras tangas que eu peguei de vários lugares. Varal e gaveta na minha adolescência e isso ela não sabe, hoje em dia metade das calcinhas fio dental que ela tem foram calcinhas que eu roubei das minhas vizinhas e irmãs dos meus amigos. Dá uma olhada nos posts anteriores, comenta e dá upvote neles. Nos posts anteriores eu mostro a minha putinha de fio dental.





Essa tanga tem uns 8 anos já, roubei de uma das minhas cunhadas e agora minha mulher usa ela. Se curtiram o relato, comentem aí, me mandem mensagem se tiverem dúvida sobre algo.
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