Umas vez por ano a gente faz a reunião com os ex-colegas do ensino médio. Às vezes a gente vai num bar, mas dessa vez foi tudo no meu apê. Quase nunca vai mais que 6 ou 7 da galera do grupo do WhatsApp, mas dessa vez teve uma surpresa: o Joaquim confirmou que vinha. Os outros acharam o máximo, ele era o popular, o atleta, mas ele tinha feito minha vida um inferno. Zoação, porrada. Mas beleza, a gente já tem 24 anos e é adulto, tem que esquecer.
Chegou o dia da reunião, a gente se divertiu, morreu de rir e lá pelas 12 já começaram a ir embora porque senão o condomínio enche o saco com as reuniões. Mas o Joaquim não ia embora.
— Dá pra me pedir mais uma bebida?
— Pode crer, o que você quer?
— Só um pouco de água mesmo.
Ele continuava atlético como sempre, um pouco mais definido, antes ele era uma cabeça mais alto que eu, mas agora a gente tava na mesma altura.
— E aí? Como é que cê tá? — falei — Você não vinha nos nossos encontros.
— Bem... tava ocupado, fazendo terapia há um tempo. Tava precisando pra me centrar.
— Que bom — falei sem me importar muito, já queria que ele fosse embora.
— Queria te pedir desculpa pelo que te fiz passar... fui muito cruel.
— Tudo bem, valeu, já passou.
— Eu era muito violento, não tava bem.
Não tava gostando do rumo da conversa, muito emotiva, e queria que ele fosse embora, então resolvi fazer uma piada.
— Bom, capaz que você é assim por ter pinto pequeno kkkk
O Joaquim baixou o olhar pro copo e ficou vermelho. Acho que a zoeira não deu certo e eu tinha que cortar isso.
— Vamos tomar mais uma cerveja?
A gente sentou no sofá e eu esperava que a conversa mudasse de rumo.
— Sabe? Sempre tive problemas com isso. Quando comecei a perceber, me senti muito mal. Tenho 24 e continuo virgem, vejo todo mundo se divertindo menos eu.
Ele tava se abrindo demais e a real é que eu não tava a fim disso.
— Nunca me desenvolvi muito, agora tenho 3cm, nunca consegui transar, não consigo de vergonha.
Ok, já queria que ele fosse embora — Toma a cerveja, vamos falar de outra coisa. Vi ele cabisbaixo. —Mas você é bonito, tentei animá-lo pra ver se ele parava de falar e ia embora — acho que o tamanho não importa tanto..
—Meu pau tem 10 cm duro, mas nunca consegui uma ereção na frente de ninguém.
Obviamente ele queria falar sobre o assunto e não ia embora até desabafar.
—E quando você bate uma? sobe?
—Sobe, sim
—É nervoso, certeza, ir pra terapia foi uma boa decisão.
Vi que ele tinha terminado a cerveja —Outra? ele assentiu
Eram duas da manhã, já tava dando a noite como perdida.
Joaquim não parecia muito acordado, tinha bebido bastante.
—Mas você se preocupa, e ninguém tem o pau igual nos pornô. O meu tem 17 cm no máximo.
Também talvez você não tenha ficado com minas que estimulam direito.
Já que esse cara tinha me fodido a noite, pelo menos ia tentar fazer alguma coisa.
Me levantei, ele tava largado no sofá
—Por exemplo, as gostosas vão direto pegar no seu pau e tem muita coisa pra estimular.
Falei e desabotoei a calça dele.
—Não, para.
—Fica tranquilo, você era o que zoava de mim, eu não vou falar nada
Ele não tinha muita vontade de se mexer, puxei a calça e a cueca dele pra baixo. Era como ele tinha dito, pequeno e murcho. Por outro lado, dava pra ver um pouco da barriga dele definida e as pernas duras. Tava bonito.
—Pensa que você tá com uma mina e pronto.
Passei a língua no pau dele, coloquei tudo na boca e as bolas também.
—Que lindo o pequenininho haha
Joaquim riu —Que idiota, disse
Começou a ficar durinho
—Quero testar uma coisa, posso?
Ele assentiu, chupei um dedo e procurei o cu dele, devagar enfiei. Ele conseguiu a ereção completa.
—Uffa agora sim
Ele parecia mais acordado.
—Quero continuar — falei — e você?
Ele só tirou a camiseta —Podemos ir pra cama? ele disse
—Vem comigo
Chegamos no quarto e comecei a me despir, ele tirou a calça. Corpo perfeito de atleta.
Ele me olhou de cima a baixo. —Fica tranquilo, pode falar que tava bêbado
Me aproximei e peguei no pau dele. Cabia inteiro na minha mão.
Ele me afastou colocando uma mão no meu peito. e foi pra cama. Pra minha surpresa, ele ficou de quatro.
A bunda dele era perfeita, dura e redonda. Enfiei a cara e comecei a chupar. Ele só gemia.
— Tá pronto? — Sim, vai fundo.
Peguei o gel no criado-mudo e passei na minha pica e no cu dele.
Enfiei a cabeça, depois fui entrando mais. Ele apertou os lençóis.
— Devagar, por favor.
Não tinha entrado nem metade. — Que momento bom pra me vingar — falei. — Não seja cuzão!!
Empurrei devagar e entrou mais um pouco.
Ele gemeu. — Tira, tira, não aguento!
— Ok, devagar — tirei. Ele se virou, tava vermelho, super excitado. A pica dele dura, as veias marcadas.
— Vamos trocar, sobe aqui. Deitei e ele montou na minha pica, parecia mais confortável, começou a descer e subir, minha pica sentia o cu dele bem apertado.
— Olha só o que você é, filho da puta — passei a mão no peito dele. Ele respirou fundo e desceu tudo. — MMMM DEUSSS
— Continua, tá perfeito, bebê.
Deu umas sentadas e eu gemi. — Você vai me fazer gozar!
— Assim, assim, não para!!
Ele quis levar a mão na pica, segurei as mãos dele e comecei a mexer a pélvis pra cima.
Vi que Joaquin mordia o lábio e fechava os olhos. Gozou com um jorro enorme de porra, depois saíram outros menores, manchando meu umbigo. Continuei comendo o cu dele até sentir o orgasmo.
Forte, três espasmos dentro dele.
Ele me olhou — Senti pulsar! — disse — Senti ela cuspir dentro, deus.
Levantou um pouco e um pouco de porra escorreu pelas minhas bolas.
— Desculpa! — falou e saiu correndo pro banheiro, apertando as nádegas. Peguei uns lenços e tentei me limpar.
Joaquin demorou um pouco, então fui ver se tava bem. Bati e ele abriu.
— Tudo bem? — Tava me limpando... me... me encheu... Tipo, você gozou de verdade. Te fiz gostar?
— Muito — Joaquin sorriu. Tava radiante. Entrei no banheiro.
Voltei pro quarto e ele tava deitado, pelado. Fiz menção de vestir uma cueca — Fica assim melhor.
E disse — É tarde, vamos dormir.
Deitei, ele jogou a bunda pra trás e pegou meu braço. Me fez abraçar ele.
— Acho que vou continuar. te enchendo o saco por um tempo. Apaga a luz, já é tarde.
Chegou o dia da reunião, a gente se divertiu, morreu de rir e lá pelas 12 já começaram a ir embora porque senão o condomínio enche o saco com as reuniões. Mas o Joaquim não ia embora.
— Dá pra me pedir mais uma bebida?
— Pode crer, o que você quer?
— Só um pouco de água mesmo.
Ele continuava atlético como sempre, um pouco mais definido, antes ele era uma cabeça mais alto que eu, mas agora a gente tava na mesma altura.
— E aí? Como é que cê tá? — falei — Você não vinha nos nossos encontros.
— Bem... tava ocupado, fazendo terapia há um tempo. Tava precisando pra me centrar.
— Que bom — falei sem me importar muito, já queria que ele fosse embora.
— Queria te pedir desculpa pelo que te fiz passar... fui muito cruel.
— Tudo bem, valeu, já passou.
— Eu era muito violento, não tava bem.
Não tava gostando do rumo da conversa, muito emotiva, e queria que ele fosse embora, então resolvi fazer uma piada.
— Bom, capaz que você é assim por ter pinto pequeno kkkk
O Joaquim baixou o olhar pro copo e ficou vermelho. Acho que a zoeira não deu certo e eu tinha que cortar isso.
— Vamos tomar mais uma cerveja?
A gente sentou no sofá e eu esperava que a conversa mudasse de rumo.
— Sabe? Sempre tive problemas com isso. Quando comecei a perceber, me senti muito mal. Tenho 24 e continuo virgem, vejo todo mundo se divertindo menos eu.
Ele tava se abrindo demais e a real é que eu não tava a fim disso.
— Nunca me desenvolvi muito, agora tenho 3cm, nunca consegui transar, não consigo de vergonha.
Ok, já queria que ele fosse embora — Toma a cerveja, vamos falar de outra coisa. Vi ele cabisbaixo. —Mas você é bonito, tentei animá-lo pra ver se ele parava de falar e ia embora — acho que o tamanho não importa tanto..
—Meu pau tem 10 cm duro, mas nunca consegui uma ereção na frente de ninguém.
Obviamente ele queria falar sobre o assunto e não ia embora até desabafar.
—E quando você bate uma? sobe?
—Sobe, sim
—É nervoso, certeza, ir pra terapia foi uma boa decisão.
Vi que ele tinha terminado a cerveja —Outra? ele assentiu
Eram duas da manhã, já tava dando a noite como perdida.
Joaquim não parecia muito acordado, tinha bebido bastante.
—Mas você se preocupa, e ninguém tem o pau igual nos pornô. O meu tem 17 cm no máximo.
Também talvez você não tenha ficado com minas que estimulam direito.
Já que esse cara tinha me fodido a noite, pelo menos ia tentar fazer alguma coisa.
Me levantei, ele tava largado no sofá
—Por exemplo, as gostosas vão direto pegar no seu pau e tem muita coisa pra estimular.
Falei e desabotoei a calça dele.
—Não, para.
—Fica tranquilo, você era o que zoava de mim, eu não vou falar nada
Ele não tinha muita vontade de se mexer, puxei a calça e a cueca dele pra baixo. Era como ele tinha dito, pequeno e murcho. Por outro lado, dava pra ver um pouco da barriga dele definida e as pernas duras. Tava bonito.
—Pensa que você tá com uma mina e pronto.
Passei a língua no pau dele, coloquei tudo na boca e as bolas também.
—Que lindo o pequenininho haha
Joaquim riu —Que idiota, disse
Começou a ficar durinho
—Quero testar uma coisa, posso?
Ele assentiu, chupei um dedo e procurei o cu dele, devagar enfiei. Ele conseguiu a ereção completa.
—Uffa agora sim
Ele parecia mais acordado.
—Quero continuar — falei — e você?
Ele só tirou a camiseta —Podemos ir pra cama? ele disse
—Vem comigo
Chegamos no quarto e comecei a me despir, ele tirou a calça. Corpo perfeito de atleta.
Ele me olhou de cima a baixo. —Fica tranquilo, pode falar que tava bêbado
Me aproximei e peguei no pau dele. Cabia inteiro na minha mão.
Ele me afastou colocando uma mão no meu peito. e foi pra cama. Pra minha surpresa, ele ficou de quatro.
A bunda dele era perfeita, dura e redonda. Enfiei a cara e comecei a chupar. Ele só gemia.
— Tá pronto? — Sim, vai fundo.
Peguei o gel no criado-mudo e passei na minha pica e no cu dele.
Enfiei a cabeça, depois fui entrando mais. Ele apertou os lençóis.
— Devagar, por favor.
Não tinha entrado nem metade. — Que momento bom pra me vingar — falei. — Não seja cuzão!!
Empurrei devagar e entrou mais um pouco.
Ele gemeu. — Tira, tira, não aguento!
— Ok, devagar — tirei. Ele se virou, tava vermelho, super excitado. A pica dele dura, as veias marcadas.
— Vamos trocar, sobe aqui. Deitei e ele montou na minha pica, parecia mais confortável, começou a descer e subir, minha pica sentia o cu dele bem apertado.
— Olha só o que você é, filho da puta — passei a mão no peito dele. Ele respirou fundo e desceu tudo. — MMMM DEUSSS
— Continua, tá perfeito, bebê.
Deu umas sentadas e eu gemi. — Você vai me fazer gozar!
— Assim, assim, não para!!
Ele quis levar a mão na pica, segurei as mãos dele e comecei a mexer a pélvis pra cima.
Vi que Joaquin mordia o lábio e fechava os olhos. Gozou com um jorro enorme de porra, depois saíram outros menores, manchando meu umbigo. Continuei comendo o cu dele até sentir o orgasmo.
Forte, três espasmos dentro dele.
Ele me olhou — Senti pulsar! — disse — Senti ela cuspir dentro, deus.
Levantou um pouco e um pouco de porra escorreu pelas minhas bolas.
— Desculpa! — falou e saiu correndo pro banheiro, apertando as nádegas. Peguei uns lenços e tentei me limpar.
Joaquin demorou um pouco, então fui ver se tava bem. Bati e ele abriu.
— Tudo bem? — Tava me limpando... me... me encheu... Tipo, você gozou de verdade. Te fiz gostar?
— Muito — Joaquin sorriu. Tava radiante. Entrei no banheiro.
Voltei pro quarto e ele tava deitado, pelado. Fiz menção de vestir uma cueca — Fica assim melhor.
E disse — É tarde, vamos dormir.
Deitei, ele jogou a bunda pra trás e pegou meu braço. Me fez abraçar ele.
— Acho que vou continuar. te enchendo o saco por um tempo. Apaga a luz, já é tarde.
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