Meu relacionamento começou quando nós dois tínhamos 15 anos, Verônica é o nome dela. Aos 21, nos casamos e começamos a alugar. Com o tempo e a ajuda dos meus sogros e dos meus pais, realizamos o sonho de ter nossa própria casa. Tudo ia maravilhosamente bem até que ambos completamos 28 anos. No meu caso, comecei a sair muito com amigos, ela começou a trabalhar e fomos nos afastando. Dadas as circunstâncias, brigávamos muito. Ela reclamava das minhas saídas e meu ego crescia por causa das pessoas com quem eu estava me cercando. Então, decidi: "Chega, até aqui chegou". Com o passar dos dias, conversamos sobre como íamos dividir as coisas até chegarmos a um acordo: ambos viveríamos sob o mesmo teto e não tornaríamos pública a nossa separação ainda. Eu continuava na minha, só chegava para dormir ou ficava num quarto que usava para jogos — era meu habitat sagrado. Dois meses depois, ela me diz que uma amizade dela queria vir jantar. Eu não tinha pensado nisso, a ideia dela sair com outros caras me deixava muito egoísta. Conversamos sobre os termos de não trazer ninguém para coisas estranhas, mas mesmo assim eu disse que queria estar presente. Ela pensou, mas achou de boa, e me pediu uma contribuição, já que eu ia ficar de intrometido, para comprar as coisas. Ela me disse que o Harold, o amigo dela, tinha chegado. Eu pensei que seria um cara qualquer. Eu estava nos meus videogames, quando saí e vi o Harold na churrasqueira. Uau, fiquei surpreso: um careca de uns 1,85m, grosso, barrigudo mas definido. Eu o cumprimentei, acho que com a voz meio trêmula. A Vero percebeu minha instabilidade, mas haha, comecei a conversar com ele e tudo bem. Bebíamos uísque que ele tinha trazido e surgiram muitos assuntos. Ficava incomodado com o fato de o volume dele marcar muito e, quando ele falava com a Vero, ela ficava toda derretida. Na minha cabeça, eu pensava: "Que porra é essa? Não sabia desses gostos dela". Terminada a janta, me ofereci para lavar a louça e o Harold arrumou. Disse pra Vero ir atendê-lo. Os dois sentados na sala de estar, eu espiava pra ver o que faziam. A Vero a uns dois assentos dele, e tudo bem. Foca no que eu tô fazendo e deixei a torneira aberta pra botar uma música, respondi umas mensagens e olhei cadê a Vero, já não tava mais lá. Virei pro lado do Harold e os dois estavam se pegando, um beijo de cinema da porra... Caralho, pensei comigo. Senti o chão sumir, virei de volta pra continuar lavando, mas percebi uma leve ereção no meu pau. Fiquei confuso, pensei: que porra tá acontecendo comigo... Virei de novo na disfarçada e vi os dois conversando coladinhos, aí me acalmei um pouco e continuei no meu canto, guardando os pratos. Vi que a Vero já não tava mais, só via a carecão do Harold e a Ingrid na TV. Continuei secando e olhando, até que vejo ele virar e olhar pra baixo, meio que falando baixinho — calma aí, deixa eu... e pá, derrubei um prato. Na hora, fui juntar os cacos e, quando me agachei, vi de canto de olho a Vero se levantando de perto dele. Caralho, ela tava chupando ele. Ela veio até mim e perguntou: "tá bem?" Respondi: "tô sim, fica tranquila". Aí o Harold chegou e perguntou: "tá bem?" Falei: "não, nada não, tava molhado e escorregou o prato. Pode continuar, eu recolho, senão vocês perdem o filme". Ele disse: "vou no banheiro", e percebi de relance que ele escondia o pau inchado. Por outro lado, a Vero agachada de quatro juntando uns cacos debaixo de um móvel, notei que a calcinha dela não marcava mais. Pensei: caralho, que estranho, ela tava com um vestido colado no corpo, meio curto, e por mais que se agachasse, não dava pra ver a buceta dela. Aí me agachei também e tentei olhar na disfarçada até que vi a rachinha morena dela, parecia que tinha um fiozinho molhado. Pensei: hummm, é verdade o que eu suspeitava. Terminamos tudo, os três sentamos pra ver TV. A gente bebia, a Vero tomava uns cubas-libres, já era umas 8:30. O Harold comentou em ir embora, aí eu falei que ia dar uma partida com uns parceiros pra ver se não dormia. Entrei no meu escritório, a porta é de vidro, de dentro não dá pra ver, mas de fora sim. Fiquei olhando meio desconfiado, até que vi a Vero vindo pra cá. Aí me joguei num colchão inflável que tenho e fingi que tava dormindo. Ela me chamou, mas eu... Fingindo que tava dormindo, perguntei o que foi e ela disse "Harold já vai embora". Aí eu falei "então dá tchau". Ela fechou a porta e sentaram um do lado do outro, e eu pensei "hum, não disse que ia embora?". Daí começaram a se beijar, até que eu vi ele passando a mão. Não dava pra ouvir nada por causa do isolamento acústico, então eu prestei atenção e fiquei olhando. Até que ela se sentou entre as pernas dele e começou a mamar naquela pica do Harold. "Caralho", pensei, "esse cara é bruto em tudo". Fiquei excitado vendo aquilo. Até que ela levantou, e ele sentado na frente, começou a beijar a barriga dela e descer pra buceta. Ele levantou uma perna dela e colocou no sofá, abrindo as pernas. Aí comecei a me sentir desconfortável, minha excitação foi embora, já não era a mesma coisa. Percebi que aquele macaco enorme ia meter nela. Senti que faltava ar. Até que ela, sei lá, correu pro banheiro. Já conhecia ela: antes da penetração, ela prefere mijar. Pensei "agora é a hora de mandar um texto". Até que notei que ela não tinha levado o celular. Criei coragem, levantei e tentei sair do estúdio, fingindo que tava dormindo. E pá, soube que o Harold correu pra se cobrir. Falei "tô me sentindo meio high" e ele riu. Fui pra cozinha, tomei um copo d'água e na minha mente eu ria, já tranquilo. A Vero saiu do banheiro e falou "você não tava dormindo?" e eu "tava, mas precisei beber água, tô me sentindo bêbado". Aí o Harold disse "bom, vou indo" e se despediu. Falei pra ela "pensei que ele já tinha ido embora" e ela "aham, por quê?" e eu "porque saí e ele ainda tava aqui". Ela ficou meio desconfiada se eu tinha visto algo, e eu, sereno, falei "que sorte que você respeitou a casa". Depois ficamos conversando sobre vários assuntos, e falei que me sentia mal vê-la com outro, uns papos de amor que não vou contar. Fui pro meu quarto e, depois de quase voltar com minha ex ou ter essa esperança, um desejo me invadiu, dizendo "por que você interrompeu? Por que não deixou eles transarem?" e vinham as lembranças de vê-la em cima daquele pauzão até que gozei. Depois disso... outro encontro que vou contar dela e do harold em casa
1 comentários - Vivendo com minha ex