Infiel por natureza 2

...eu sempre guardei rancor daquele cara porque ela trazia ele pra casa, esfregava na minha cara. Ele tinha carro, era um cara mais velho, foi o primeiro a comer ela nessa primeira viagem como namorados. Ela fugia comigo pra transar num hotel em outra cidade, enquanto a mãe dela achava que tava com as amigas. O irônico é que eu também achava que tava com as amigas, mas tava com o ex dela comendo ela num hotel. Deixaram ela cheia de porra, ela até esqueceu a calcinha no carro do cara, e eu lambi esperma que tinha escorrido o dia inteiro na buceta da minha namorada. A gente tava na casa dos 20 e poucos. Eu perdoei ela porque tava na pira de "masturbação", eu também fugia, mas na maioria das vezes era com homens... e ela, segundo ela, tinha terminado com ele. Eu fingi que não vi nada. Com o tempo, a gente terminou a faculdade. Lembro que a gente tava se organizando pra casar, escolhendo onde morar (eu tava vendo com três amigas e o Pedro, que conheci através de outro amante fixo da faculdade), arrumando um carro, e a gente casou. Ela, lembro, eu desconfiava de um médico de outra cidade onde ela fazia os estágios de medicina. Com o tempo, descobri que comeram ela durante todas as passantias dela no banheiro do consultório desse doutor, ou saíam de lá pra um hotel barato no caminho, e depois ele levava ela pro terminal pra voltar pra cidade, onde eu buscava ela. Lembro que ela deu uma fugida pra uma suposta despedida de solteira (que depois descobri que era com o ex de novo, foi pra praia e dormiu num hotel). Ela me disse que ia sair com umas amigas fora da cidade, era um sábado... Eu lembro daquele mês, a gente tava naquela vibe de "que bom que vamos casar, vamos procurar casa e tal"... terminei todos os rolos que eu tinha. Uma mina mais nova que eu (a gente se masturbava muito, a gente se penetrava analmente com pepinos, cenouras). Tive uma coroa de 40, a gente transava, mas eu sei que não satisfazia ela muito, mas ela dizia que compensava o tamanho com saber mexer bem kkkkk, e uma ex-chefe sessentona que curtia dar o cu, e como meu pau não é grande, ficava bem justinho no cu da senhora... Além disso, eu me via com o Pedro, ele era amigo do meu primeiro amante da faculdade. E consegui ele depois de um tempo, e aí a gente não se desgrudou mais...) Naquele sábado que íamos ter as despedidas, "eu ia ficar com uns amigos aleatórios do trabalho, já que não tinha muitos amigos, e depois ia me encontrar com uns parentes dela que são muito meus amigos pra beber algo. Ela ia sair com as amigas dela, um rolê das 6 da tarde até umas 10 da noite, depois escreveu: 'tudo bem, pai, tô com as meninas, não ouvi o telefone... a gente se vê amanhã'. Eu, nesse meio tempo, fui com a coroa de quarenta que tava sozinha em casa, transando, e depois fui pra um bar beber. Aí o Pedro me ligou, e como minha futura esposa tava fora da cidade, tava com vontade de dar o cu também. Levei o Pedro pra o que seria nossa nova casa e ele me comeu na cama que eu tinha comprado pra estrear com minha esposa, sem lençol, o colchão no chão... Eu tava bêbado, a gente chegou no condomínio, se cumprimentou como dois amigos, eu trouxe cervejas, entramos no apto e fomos direto pro quarto. Lá, me despi na hora e me ajoelhei pra chupar ele, era super grossa, venosa, mais de uma vez comecei a imaginar minha esposa chupando ele ou me traindo com ele... E sozinho, eu me masturbava muito. Enquanto isso, ela tinha ido pra um hotel a três horas de distância e pra praia, transaram no carro, o ex dela fez ela mamar e comeu sem camisinha, depois foram pra um hotel, continuaram transando, voltaram juntos até a cidade, ele deixou ela no terminal e ela pegou um busão pra casa na manhã seguinte como se nada tivesse acontecido. Eu tive duas rodadas de sexo com o Pedro, no sofá da sala e no colchão do quarto, me encheram de porra também... Naquela madrugada, ele perguntava muito sobre ela, que queria conhecer, se era gostosa, que agora que eu ia casar, como ia dar um jeito de escapar com... Ele, eu falava pra ele: "Bom, a gente dá um jeito, e você vem me visitar". E ele ficou calado um tempo e me disse: "A menos que sua mulher saiba que eu te como". Eu: "Nem louco, isso nunca, ela me mata". Pedro: "E se eu comer os dois? Ela não te mataria, ia adorar te ver de putinha e ser putinha também". Eu fiquei gelado porque, sinceramente, já tinha fantasiado isso. Pedro: "Por que você duvida? Ou será que não ia gostar? Não ter que se esconder, sua esposa te ver aproveitando meu pau como a putinha que você é, e ela também ia ficar satisfeita, ela precisa de um macho". Isso me excitou... pra caralho ouvir ele me falar isso. Pedro: "E seu pau tá duro, você gosta da ideia... Apresenta ela como amigo e eu seduzo ela pra você ver que é uma putinha". E eu respondi: "Tá bom, sim... sei que se você cortejar ela, ela vai te dar atenção, você é muito gostoso... Eu adoraria apresentar vocês e emprestar ela". Pedro: "Viu que você é submisso e no fundo quer isso, um macho que satisfaça você e sua esposa. Que veja como você é uma putinha chupando pau". Eu: "Sim, papai". Pedro: "Já sabe, a gente fica nessa, me apresenta ela"... Um mês depois a gente casou e tudo bem, nesse meio tempo a gente ia bem, mas ela teve umas complicações, parece que um aborto. Ela mudou comigo, a gente se distanciou, mas por parte dela. Acontece que meses depois, depois de ficar toda estranha, ela me disse que tava grávida do ex, mas perdeu. Que queria me largar porque ia voltar com ele, que por isso tava estranha, porque tava se encontrando com ele de novo, mas o cara não queria largar a mulher dele e ela queria ter o bebê e me largar, mas perdeu o bebê e voltou pra mim... Que se eu quisesse, ela me largava, mas se não, que eu aceitasse ela assim... Eu falei que aceitava ela, que eu era capaz até de criar o filho dela. Naquele momento, eu tinha muito medo do que iam pensar e da minha família descobrir, eu implorei pra ela não me largar. Depois disso, as coisas mudaram e uma noite, ela trouxe vinho e cerveja, preparou comida e a gente começou a conversar e comer. Nós sentamos pra conversar e beber num sábado à tarde até de madrugada... Ela me confessou que eu não satisfazia ela completamente e que ela sempre me traiu desde que éramos namorados, porque ela gosta e curte. Disse que eu sou o amor dela, mas que precisa de um macho que trate ela como uma puta e faça coisas que eu não faço direito... Que ela me ama e quer uma família, mas que se eu perdoar ela, ela vai continuar sendo infiel e vai me fazer de corno. Esses foram nossos acordos. Eu chorei, mas no fim aceitei também. Me senti aliviado na manhã seguinte, vendo ela dormir do meu lado e sabendo que não ia ter aquela pressão de satisfazer ela, e que ela ia poder curtir algo que estava nascendo em mim: ser corno. Com o que Pedro falava, me dava cada vez mais vontade de entregar minha esposa pra ele, porque eu sentia que ele era um macho de verdade e tinha sido meu amante por muitos anos na faculdade. A gente tinha se visto meses antes na despedida de solteiro que ele me deu... Ele podia colocar nós dois como submissos, e eu adorava isso. Lembra que a gente tava nessa parada de que ela já era uma esposa liberada e eu ia ser o corno, e a gente transava com pepinos grandes que eu comprava pra ela e vibradores, e eu abria as janelas do apartamento, colocava ela de quatro e penetrava ela, e dizia que tinha outro homem se masturbando na janela. Falava que tinha algum operário nojento com o pau pra fora, se tocando, olhando pra ela, e ela ficava excitadíssima. Lembro que comecei a mostrar filmes de corno pra ela, e ela dizia que eu tava pesquisando muito sobre o assunto... Numa dessas conversas, ela falou: Esposa — "O que vai acontecer na primeira vez que eu der pra outro homem na sua frente?" Lembra que eu disse que queria experimentar outros? Você ia arrumar eles pra mim? Eu — "Sério, meu amor, você quer que eu arrume um homem pra você transar na minha frente?" Esposa — "Eu tava me referindo a se você iria de carro buscar eles e levar de volta pra casa, mas a ideia de você mesmo arrumar o macho é boa... igual você tá me mostrando. Nesses relatos e nesses fóruns, os maridos são os que arrumam amante pra esposa, né?... podemos tentar isso?".... Eu na hora pensei no Pedro e, logo em seguida, morre um parente meu distante do lado do meu pai. Estando no velório, chegamos umas 6 da noite, saímos do trabalho às 5, nos trocamos e fomos. No meio do velório, vejo que minha esposa não tira os olhos de um cara moreno que estava afastado. Fui pegar um café, passei perto dele e era o Pedro! Eu o cumprimentei pra minha esposa ver que eu tava falando com ele. Pedro me perguntou como eu tava, e aí a família dele conhecia aquele tio... Eu: "Tudo bem, tô com minha esposa e minha sogra." Pedro: "Ah, beleza, se a gente se trombar, me apresenta que quero conhecê-la." Isso me deixava super nervoso, me sentia tão submisso, e com uma vida dupla tão excitante... Quando volto com o café pra minha esposa, ela me pergunta se eu conhecia aquele rapaz. Eu perguntei: "Por quê?" Ela responde: "Não, por nada não." Aí vejo que ele tá perto e chamo ele: "Oi Pedro, como cê tá? Já vi sua mãe ali, beleza? Ó, te apresento minha esposa." Os olhos dela brilharam, e os dele também... Os dois se olharam por um tempo, ficaram de mãos dadas por um instante, trocaram os nomes, ela ficou vermelha e apertou minha bunda fingindo me abraçar. Acontece que minha esposa já tinha visto ele no hospital e, com a desculpa de que o viu na área onde ela trabalhava, puxou conversa... E ele disse: "É, fui levar meu sobrinho esses dias por causa de um resfriado" (Minha esposa já tinha visto ele e tava afim). Depois ele se despede, cada um vai pra um lado. Quando a gente vai embora, ele me cumprimenta, eu vou falar com ele e ele diz: "Pedro: 'Ó, sua mina é muito gostosa, quero comer ela e você também. Pergunta diretamente pra ela se ela quer ou me deixa seduzir ela?'" Eu sorri e fui pro carro todo nervoso e excitado, porque ele me deu a ideia de concretizar algo que já tava rolando. Fantasiando e me sentindo sujo em pensar... mas... eu adorava... Ela me pergunta:
Esposa: "Você foi se despedir do garoto? O que ele disse?"
Eu: "Nada, só que a gente se via depois."
Ela chega e me diz:
— Vou te confessar uma coisa, ele é muito gostoso, é um moreno muito gostoso. Sério, um homem com quem eu te faria de corno na sua cara pela primeira vez.
Eu fiquei calado, na hora senti uma ereção. Ela coloca a mão no meu pau.
Esposa: "E você gosta da ideia, pelo que estou sentindo. Me agrada, me deixa ser infiel, preciso ser satisfeita sexualmente, amor."
Eu só consegui dizer: "Tá bom, meu amor. Deixa eu ver como a gente faz."
Ela riu e ficou por isso.

Eu comecei a falar, entre os papos do dia, no fim da tarde, que encontrava o Pedro, mesmo que fosse mentira, pra ver a reação dela. E ela gostava... perguntava muito sobre ele.

Um fim de semana, ela sai com a irmã no nosso carro pra cidade. Eu tinha a moto. Chamei o Pedro, marquei na minha casa. Ele chegou na hora, abri a porta, a gente se beijou de boca, divino. Ele me deitou no sofá e me fez chupar o pau dele. Me colocou de quatro, enfiou o dedo no meu cu, lubrificante, dilatando, gostoso. E de repente, ele mete e me segura de quatro no sofá, contra a parede, grudado no encosto. Ele me segura pela cintura, metendo forte, e eu viro e falo, e isso saiu da alma:
— Quero te dar minha esposa, Pedro.
Nisso ele não escuta, porque tá concentrado metendo forte, e eu repito. Ele me abraça por trás.
Pedro: "Que que cê tá dizendo, promíscuo?"
Eu: "Quero te oferecer minha esposa. Come ela, quero que você coma ela. Você atrai ela."
Me senti liberado ao dizer isso.
Pedro: "Você quer que sua esposa seja minha puta também?"
Eu: "Siiiiim, eu desejo. Você chamou a atenção dela, quero que você coma ela, Pedro."
Ele continuou metendo forte até gozar. Ahhhhhhh ahhhhhhh!!!
— Meti sem camisinha em você, igual vou meter nela!!!! Vou encher de porra essa puta!!!!
E uffff, senti aquele pau pulsando no meu cu...

A gente ficou exausto. E ele me diz: "Beleza. Na próxima vez que a gente se ver, vai ser o encontro com vocês... já vou preparando... Depois a gente planeia o encontro... Continua...

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