Olho pra Sofia, minha namorada, colocando a última caixa de papelão dela no tapete gasto do corredor. A poeira flutua nos retângulos de luz que entram pela janela. Cheira a desodorizador de pinho barato e à cera que meu pai usa pra limpar as ferramentas dele. A porta da rua fecha com um estalo metálico e o som ecoa no silêncio da casa. Pronto. Ela mora aqui. Comigo. Com a gente.
Meu pai aparece na porta da cozinha, enxugando as mãos grossas num pano de prato que parece um mapa de manchas de óleo. Ele tá de regata branca, aquela que marca cada músculo do torso dele como se fosse um bicho de carga. "Então você é a famosa Sofia", ele diz, e a voz dele é um grunhido grave que enche o corredor inteiro. "O moleque não para de falar de você". Eu dou uma risada, uma risada curta e idiota que morre na minha garganta quando vejo que ninguém me acompanha.
Sofia estica as costas, a regata fina dela estica sobre os peitos redondos, sem sutiã. O bico do peito marca duro contra o tecido. O ar da casa é fresco, mas ela tem uma gota de suor descendo pelo pescoço. "Prazer em te conhecer", ela diz, e a voz dela sai mais suave que o normal. Meu pai não olha nos olhos dela. O olhar dele desce, crava no volume dos peitos dela, depois na curva do quadril por baixo da legging. Ele passa o pano nos nós dos dedos, um gesto lento e calculado, como se limpasse uma mancha invisível. "Bem-vinda ao lar", ele diz, e a palavracasaSai da boca dela com uma possessão que não deveria ter.
As semanas passam e o ritmo da casa se distorce. Eu trabalho até tarde. Papai está aposentado, sempre em casa, sempre na garagem ou no sofá. Uma noite entro na cozinha pra pegar uma cerveja e ouço eles. Estão no sofá, com a TV ligada, mas a tela só ilumina as silhuetas. Ela ri. Uma risada gutural e grossa que sai da garganta dela. «Você gosta disso, né?», ela diz, e a voz dela é um sussurro molhado.
Adoro quando você me olha assim, igual um cachorro faminto." Meu coração dispara no peito. Não devia estar ouvindo isso. Fico paralisado no chão frio de linóleo, escutando o roçar do tecido, o som de uma mão grande apertando uma bunda. O abajur da mesa de cabeceira se apaga. Não subo. Fico na cozinha até que o silêncio me cospe de volta pro meu quarto vazio.
Uma manhã desço e a cena é outra. A mesa do café tá posta. Meu pai tá sentado na cadeira dele de sempre, mas a cadeira da Sofia tá colada na dele. Ela tá inclinada, com o decote do robe de seda meio aberto, deixando ver a carne mole dos peitos dela. "Papai, me passa a geleia?", ela fala, e a palavra 'papai' me acerta no estômago igual um soco. Meu pai estende uma mão calejada e, em vez de dar o pote, agarra o queixo dela com o polegar e o indicador. "Me pede direito", ele rosna. Ela abre os lábios, a ponta da língua aparece rosada. "Por favor, papai, me dá o que eu preciso." Ele solta um bufado e aperta a bochecha dela. Não olham pra mim. Sou uma sombra na porta.
A primeira vez que vejo eles fodendo é um acidente, ou pelo menos é o que eu digo pra mim mesmo. Volto cedo do trabalho, com uma dor de cabeça que perfura minhas têmporas. A porta do quarto principal está entreaberta. O som é um batida seca, repetitiva, como um martelo pneumático em um colchão velho. Olho pela fresta. Meu pai está em cima dela, as nádegas peludas se contraem a cada estocada. Sofia está de quatro, com o rosto esmagado contra o travesseiro, e os dedos se agarram aos lençóis como se tivesse medo de sair voando. "Assim, papai, assim", ela grita com a voz abafada. "Arrebenta minha buceta com essa pica de touro". Meu pai agarra o cabelo dela com uma mão, fazendo um rabo de cavalo apertado, e puxa a cabeça dela para trás. "Diz quem é teu dono, puta suja". Ela geme, um som líquido e nojento, e cospe as palavras: "Você, papai, você é meu dono. Teu filho não serve pra nada".
O portão que eu bato ao sair faz tremer os caixilhos das janelas, mas o barulho da pele batendo não para nem um segundo.
O jantar daquela noite é uma cerimônia. Ela desce as escadas com um vestido curto de lycra preta, sem calcinha. Eu sei porque ela levanta até a cintura pra sentar à mesa. Meu pai está no lugar dele, com o cinto desafivelado. «Hoje é um dia especial, filho», ele diz, e o tom dele é uma navalha envolta em veludo. «Sua namorada e eu decidimos que já é hora de você entender seu lugar». Sofia ri, uma risada nasal e debochada, e leva à boca um pedaço de carne que não fui eu quem cozinhou. Os dedos dela brincam com os pelos do peito do meu pai, que aparecem pelo colarinho da camisa. «Sim, querido», ela diz, usando o apelido que antes era meu. «Seu pai me ensinou o que é um homem de verdade. Você só era um esquentador de buceta».
O sangue sobe no meu rosto, mas o medo prende meus tênis no chão. Meu pai se levanta, a sombra dele me cobre como um eclipse. Ele tira do bolso o celular e me mostra a tela. É um vídeo. Nele, Sofia está de joelhos no chão da garagem, com o rosto coberto de uma substância brilhante e grossa. A língua dela, longa e pontuda, limpa a ponta de um pau gordo e cheio de veias que eu não reconheço como sendo do meu pai. «Limpa bem, raposinha», diz a voz do meu pai na gravação. «Não quero que sobre nem uma gota da minha porra». Ela obedece, chupando ruidosamente, e depois sorri pra câmera. «Tem gosto de céu, papai. Alimenta mais que a comida do seu filho inútil».


O vídeo corta e meu pai me pega pelo pescoço, não com força de matar, mas com força de mostrar. Me empurra pra cadeira no canto. "Senta e assiste, verme. Olha como uma mulher de verdade come um macho". A Sofia já tá no chão, de quatro, rebolando a bunda igual uma gata no cio. Tira o vestido pela cabeça e fica pelada, a pele brilhando de suor. "Vem aqui, meu rei", ela fala pro meu pai. "Essa buceta tá escorrendo por você. Não serve mais pro seu filho, só pra você". Meu pai abaixa a calça e a ereção dele salta, um monstro roxo e grosso. Ela se joga nele igual um bicho faminto, enfiando tudo até a garganta num movimento só. O som é um glu glu nojento que revira meu estômago. Ela me encara enquanto chupa. Os olhos dela, antes doces, agora são dois buracos de deboche e maldade. Ela tira o pau da boca com um estalo, um fio de saliva ligando a cabeça vermelha. "Olha bem, cuck", ela fala, e a voz dela pinga veneno. "Essa é a última trepada que você vai ver nessa casa. De agora em diante, você é um zero à esquerda. Só paga as contas enquanto meu papai me engravida".

Meu pai agarra ela pelas cadeiras e a penetra de uma vez. O grito dela é uma mistura de dor e prazer que fura meus ouvidos. Ele fode ela como um pistão, as bolas grandes batendo na bunda dela com um barulho molhado e constante. «Siimmm!», ela geme. «Me suja toda, bebe meus sucos, me faz tua!». Meu pai olha pra mim por cima do ombro dela, com um sorriso de dentes apertados, e solta uma gargalhada rouca.




O mundo se resume a isso: o cheiro de sexo e fluidos, o estalo da carne sendo batida, e a certeza de que essa casa já não é mais minha. O último empurrão do meu pai é brutal, ele goza dentro dela com um grunhido selvagem, e Sofia desaba sobre a mesa, ofegante, com um fiozinho de porra branca escorrendo pela coxa dela. A cena congela na minha retina. O silêncio que vem depois não é um fim, mas uma troca de guarda. A cumplicidade entre eles se mastiga no ar, densa e definitiva. Eu só existo nessa cadeira, uma testemunha vazia.
Meu pai aparece na porta da cozinha, enxugando as mãos grossas num pano de prato que parece um mapa de manchas de óleo. Ele tá de regata branca, aquela que marca cada músculo do torso dele como se fosse um bicho de carga. "Então você é a famosa Sofia", ele diz, e a voz dele é um grunhido grave que enche o corredor inteiro. "O moleque não para de falar de você". Eu dou uma risada, uma risada curta e idiota que morre na minha garganta quando vejo que ninguém me acompanha.
Sofia estica as costas, a regata fina dela estica sobre os peitos redondos, sem sutiã. O bico do peito marca duro contra o tecido. O ar da casa é fresco, mas ela tem uma gota de suor descendo pelo pescoço. "Prazer em te conhecer", ela diz, e a voz dela sai mais suave que o normal. Meu pai não olha nos olhos dela. O olhar dele desce, crava no volume dos peitos dela, depois na curva do quadril por baixo da legging. Ele passa o pano nos nós dos dedos, um gesto lento e calculado, como se limpasse uma mancha invisível. "Bem-vinda ao lar", ele diz, e a palavracasaSai da boca dela com uma possessão que não deveria ter.
As semanas passam e o ritmo da casa se distorce. Eu trabalho até tarde. Papai está aposentado, sempre em casa, sempre na garagem ou no sofá. Uma noite entro na cozinha pra pegar uma cerveja e ouço eles. Estão no sofá, com a TV ligada, mas a tela só ilumina as silhuetas. Ela ri. Uma risada gutural e grossa que sai da garganta dela. «Você gosta disso, né?», ela diz, e a voz dela é um sussurro molhado.
Adoro quando você me olha assim, igual um cachorro faminto." Meu coração dispara no peito. Não devia estar ouvindo isso. Fico paralisado no chão frio de linóleo, escutando o roçar do tecido, o som de uma mão grande apertando uma bunda. O abajur da mesa de cabeceira se apaga. Não subo. Fico na cozinha até que o silêncio me cospe de volta pro meu quarto vazio.Uma manhã desço e a cena é outra. A mesa do café tá posta. Meu pai tá sentado na cadeira dele de sempre, mas a cadeira da Sofia tá colada na dele. Ela tá inclinada, com o decote do robe de seda meio aberto, deixando ver a carne mole dos peitos dela. "Papai, me passa a geleia?", ela fala, e a palavra 'papai' me acerta no estômago igual um soco. Meu pai estende uma mão calejada e, em vez de dar o pote, agarra o queixo dela com o polegar e o indicador. "Me pede direito", ele rosna. Ela abre os lábios, a ponta da língua aparece rosada. "Por favor, papai, me dá o que eu preciso." Ele solta um bufado e aperta a bochecha dela. Não olham pra mim. Sou uma sombra na porta.

A primeira vez que vejo eles fodendo é um acidente, ou pelo menos é o que eu digo pra mim mesmo. Volto cedo do trabalho, com uma dor de cabeça que perfura minhas têmporas. A porta do quarto principal está entreaberta. O som é um batida seca, repetitiva, como um martelo pneumático em um colchão velho. Olho pela fresta. Meu pai está em cima dela, as nádegas peludas se contraem a cada estocada. Sofia está de quatro, com o rosto esmagado contra o travesseiro, e os dedos se agarram aos lençóis como se tivesse medo de sair voando. "Assim, papai, assim", ela grita com a voz abafada. "Arrebenta minha buceta com essa pica de touro". Meu pai agarra o cabelo dela com uma mão, fazendo um rabo de cavalo apertado, e puxa a cabeça dela para trás. "Diz quem é teu dono, puta suja". Ela geme, um som líquido e nojento, e cospe as palavras: "Você, papai, você é meu dono. Teu filho não serve pra nada".
O portão que eu bato ao sair faz tremer os caixilhos das janelas, mas o barulho da pele batendo não para nem um segundo. O jantar daquela noite é uma cerimônia. Ela desce as escadas com um vestido curto de lycra preta, sem calcinha. Eu sei porque ela levanta até a cintura pra sentar à mesa. Meu pai está no lugar dele, com o cinto desafivelado. «Hoje é um dia especial, filho», ele diz, e o tom dele é uma navalha envolta em veludo. «Sua namorada e eu decidimos que já é hora de você entender seu lugar». Sofia ri, uma risada nasal e debochada, e leva à boca um pedaço de carne que não fui eu quem cozinhou. Os dedos dela brincam com os pelos do peito do meu pai, que aparecem pelo colarinho da camisa. «Sim, querido», ela diz, usando o apelido que antes era meu. «Seu pai me ensinou o que é um homem de verdade. Você só era um esquentador de buceta».
O sangue sobe no meu rosto, mas o medo prende meus tênis no chão. Meu pai se levanta, a sombra dele me cobre como um eclipse. Ele tira do bolso o celular e me mostra a tela. É um vídeo. Nele, Sofia está de joelhos no chão da garagem, com o rosto coberto de uma substância brilhante e grossa. A língua dela, longa e pontuda, limpa a ponta de um pau gordo e cheio de veias que eu não reconheço como sendo do meu pai. «Limpa bem, raposinha», diz a voz do meu pai na gravação. «Não quero que sobre nem uma gota da minha porra». Ela obedece, chupando ruidosamente, e depois sorri pra câmera. «Tem gosto de céu, papai. Alimenta mais que a comida do seu filho inútil».



O vídeo corta e meu pai me pega pelo pescoço, não com força de matar, mas com força de mostrar. Me empurra pra cadeira no canto. "Senta e assiste, verme. Olha como uma mulher de verdade come um macho". A Sofia já tá no chão, de quatro, rebolando a bunda igual uma gata no cio. Tira o vestido pela cabeça e fica pelada, a pele brilhando de suor. "Vem aqui, meu rei", ela fala pro meu pai. "Essa buceta tá escorrendo por você. Não serve mais pro seu filho, só pra você". Meu pai abaixa a calça e a ereção dele salta, um monstro roxo e grosso. Ela se joga nele igual um bicho faminto, enfiando tudo até a garganta num movimento só. O som é um glu glu nojento que revira meu estômago. Ela me encara enquanto chupa. Os olhos dela, antes doces, agora são dois buracos de deboche e maldade. Ela tira o pau da boca com um estalo, um fio de saliva ligando a cabeça vermelha. "Olha bem, cuck", ela fala, e a voz dela pinga veneno. "Essa é a última trepada que você vai ver nessa casa. De agora em diante, você é um zero à esquerda. Só paga as contas enquanto meu papai me engravida".

Meu pai agarra ela pelas cadeiras e a penetra de uma vez. O grito dela é uma mistura de dor e prazer que fura meus ouvidos. Ele fode ela como um pistão, as bolas grandes batendo na bunda dela com um barulho molhado e constante. «Siimmm!», ela geme. «Me suja toda, bebe meus sucos, me faz tua!». Meu pai olha pra mim por cima do ombro dela, com um sorriso de dentes apertados, e solta uma gargalhada rouca.




O mundo se resume a isso: o cheiro de sexo e fluidos, o estalo da carne sendo batida, e a certeza de que essa casa já não é mais minha. O último empurrão do meu pai é brutal, ele goza dentro dela com um grunhido selvagem, e Sofia desaba sobre a mesa, ofegante, com um fiozinho de porra branca escorrendo pela coxa dela. A cena congela na minha retina. O silêncio que vem depois não é um fim, mas uma troca de guarda. A cumplicidade entre eles se mastiga no ar, densa e definitiva. Eu só existo nessa cadeira, uma testemunha vazia.
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