Minha primeira vez gay ou crossdresser

Olá, meu nome de fantasia é Paola. Sou um homem de 38 anos que gosta ou tem a fantasia de usar roupas femininas na intimidade. Isso que vou contar aconteceu quando eu tinha uns 28 anos. Sempre gostei de brincar pelo Skype e por chat assumindo o papel de mulher, e conheci uma pessoa no chat, e a gente continuou interagindo pelo Skype — um senhor de uns 60 anos, da região de Río Cuarto. Começou como uma brincadeira pelo Skype, onde eu me mostrava de tanga para ele, só a parte de baixo, nunca o rosto. Até hoje a gente não se conhece de cara. Sempre brincávamos pela webcam e pelo microfone, e eu me vestia para ele de tanga e enfiava alguma coisa simulando o pau dele no meu rabo, gemendo para ele, o que o deixava muito excitado. Eu não era de Río Cuarto, mas tinha estudado lá e sabia como ir.

Essas experiências continuaram por um tempo. Eu tinha muita vontade de tornar aquilo real, mas não tinha coragem. Até que um dia, numa viagem para Río Cuarto, ele me contatou pelo aplicativo do Locanto, e eu fiquei muito excitado. Decidimos nos encontrar. Eu estava usando minha tanga preta por baixo da minha roupa de homem. Quando sugeri a gente se encontrar no apartamento que eu estava alugando, mas com uma condição: tinha que ser com a luz apagada e sem penetração, porque eu estava com medo. Ele aceitou, e eu passei o endereço do meu andar. Esperei por ele com a luz apagada, só de tanga e uma camiseta que cobria metade da minha bunda.

A campainha tocou. Perguntei quem era, e era o Gabrielgonzalez40 — nome de fantasia que ele usava. O prédio não tinha porteiro elétrico, então coloquei um moletom, desci rápido. Ele esperou no carro. Fui, deixei a porta de baixo aberta e voltei correndo para o apartamento, deixando a porta do meu apê entreaberta. Me posicionei atrás da porta, do lado de dentro, com a luz apagada, de tanga e camiseta, de costas, com as mãos apoiadas na parede e a bunda empinada. Senti o elevador chegar no andar, e meu coração disparou. Ele entrou e fechou a porta. Passou a mão na minha bunda, ficou louco, se ajoelhou e começou a me chupar sem parar. Meus cachos, eu tava explodindo, era uma puta enciumada. Esqueci que era um menino e comecei a gemer baixinho. Ele puxou minha calcinha fio dental e começou a meter a língua dentro do meu buraquinho virgem. Depois, enfiou um dedo, e eu explodia de prazer. Até que fiz ele deitar no chão, montei nele num 69 enquanto ele chupava minha bunda. Eu puxei o pau dele, de tamanho normal, e comecei a bater uma até ele gozar. E enquanto ele continuava me chupando, começou a meter dois dedos, sentindo dor e prazer, até eu gozar toda por cima. Ele se limpou e foi embora.

Depois desse encontro, fiquei com vontade de ser penetrada. A gente continuou conversando até que um dia me decidi e escrevi pra ele, dizendo que queria que me penetrasse pela primeira vez. Comprei uma cinta-liga branca com calcinha fio dental branca, e a única condição que pedi foi ficar de costas pra ele, com a luz apagada. Nisso, fiz uma cópia da chave da porta de baixo do prédio e escondi num lugar na entrada, dando as instruções pra ele encontrar. Ele me escreveu e avisou que tava chegando no prédio, então falei onde estavam as chaves pra entrar. Eu esperava dentro do apartamento, no sexto andar. A porta de entrada do apê dava pra uma sala de jantar com uma mesa. Eu me coloquei de barriga na mesa, de cinta-liga, meia de renda e calcinha fio dental branca, e esperei de bruços, com as pernas abertas apoiadas no chão.

Ele entrou e começou a chupar minha bunda desesperadamente, sinto até hoje a língua dele abrindo minhas nádegas. Eu não tinha experiência com penetração. Quando não aguentei mais o tesão, pedi pra ele arrancar minha calcinha fio dental, e ele fez. Passei creme de mãos na bunda porque não tinha outra coisa, e ele colocou uma camisinha. Enfiou a calcinha na minha boca, mandou eu abrir os cachos, encostou o pau dele na entrada, me segurou pela cintura e fez a cabeça entrar. Senti uma dor e um prazer, me senti uma puta. Até que ele me segurou pelos ombros e enfiou tudo, e eu... comecei a foder, me sentia uma menininha indefesa com um pedaço de carne na buceta entrando e saindo enquanto ele falava putaria no meu ouvido e eu gemia, até que num momento não aguentei mais e gozei, jorrando todo o leite no chão. Ele viu aquilo, tirou a pica, removeu a camisinha e gozou no meio da minha bunda, se vestiu e foi embora, ele satisfeito e eu virada numa putinha.

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