Como foi a vida com a Mati

Depois das nossas primeiras experiências com o Mati, a vida seguiu normal, sem a tensão e a vergonha da primeira vez. Passaram-se várias semanas, e parecia que a vontade e o tesão tinham sumido da parte dele depois de ter me comido do jeito que queria. Eu continuava com a minha namorada, cada vez mais perto da estreia sexual, e quando dava, gostava de ir com o Mati jogar no computador ou jogar bola com os caras do bairro. Eu pensei que ele já tinha saciado a vontade e que nunca mais ia rolar nada, então preferi deixar tudo como estava e tocar a vida...

Um dia, voltei da casa da minha namorada e fui pro meu quarto ligar o computador. Umas duas da tarde, plena hora da sesta, então meus pais estavam dormindo. Sinto baterem na porta e vou ver quem era. Quando abro, era o Mati, passando pra ver o que eu tava fazendo. Falei pra ele entrar, que eu tava no computador. Entramos no meu quarto e fechamos a porta pra não acordar meus pais. O Mati me pergunta se pode jogar no computador, e eu respondo que sim, que ele comece, que eu vou me trocar pra vestir um short e uma regata pra ficar mais à vontade.

Começo a tirar a roupa e notei que ele me olhava de canto de olho, tentando disfarçar, e quando eu olhava pra ele, ele voltava os olhos pro computador. Quando fiquei só de cueca, ele me olhou de novo, e eu falei: "Tá me olhando tanto assim, quer me comer de novo?" E ele, com um sorriso, respondeu: "Quero sim, te comer, mas não tenho coragem porque seus pais estão em casa. Mas quero que você faça uma coisa..."

Olhei pra ele meio surpreso e perguntei o que era. Ele disse: "Quero que você me chupe e engula toda a porra. Topa?" Eu hesitei, porque não sabia se ia gostar do gosto do sêmen, era algo novo pra mim. Mas o tesão que eu tava naquele momento não me deixava pensar, então falei que sim. Ele baixou a calça e a cueca até o tornozelo, sentou na cadeira do computador com as pernas abertas e disse: "Vem, ajoelha entre minhas pernas e chupa..."

Obediente, me ajoelhei e comecei a chupar ele como uma putinha. vadia no cio, eu enchia ela de saliva e tentava enfiar o máximo que dava, de vez em quando tirava da boca e batia uma com a mão pra descansar a mandíbula e depois voltava a engolir até onde dava. Mati tapava a boca pra não fazer barulho e com a outra mão segurava minha nuca e marcava o ritmo da chupada. Eu tava nas alturas de tão tesudo que tava. Num momento ele me para de repente, tira o pau da minha boca e pergunta no meu ouvido... "Você vai ter coragem de engolir a porra, porque eu tô morrendo de vontade de gozar? Tô muito louco." Eu, meio inseguro, mas com tesão, assenti com a cabeça e enfiei de novo na boca. Lembra que nessa época eu tinha acabado de fazer 14 e Mati tava perto dos 15. Continuei chupando num ritmo bom, até que Mati se levantou e me fez sentar na cama, enfiou o pau de uma vez na minha boca e segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca, eu não mexia a cabeça, só recebia as estocadas daquele pau lindo e cabeçudo... Num momento ele começou a acelerar as estocadas e a respiração ficou mais rápida e eu vi as pernas dele tremerem e soube o que vinha... Jatos de porra quente começaram a encher minha boca de um jeito brutal, quando percebi que o gosto não me desagradava comecei a engolir até não sair mais nada do pau dele e deixei bem limpinho... Ele ficou fascinado, não parava de falar o quanto tinha adorado, igual a mim, me deu um beijo na boca e como recompensa me fez uma punheta até eu gozar. Depois nos lavamos e fomos pra rua. Não esqueçam de deixar pontos e comentários que eu continuo contando.

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