O trio, provavelmente a fantasia mais comum entre os caras, inclusive eu.
Adorava imaginar duas minas chupando minha pica que nem aqueles atores sortudos do pornô. Uma montando na minha pica enquanto a outra enfia os peitos na minha cara ou um duplo esfrega de peitos.
Mas sabia que era uma fantasia muito difícil de realizar, ainda mais na minha situação. Tenho uma namorada, Dafne, há um ano e meio, com quem me dou super bem e, claro, ela já fez parte dessas fantasias, só que nunca soube como confessar. Pra mim, era algo muito parecido com traição, mesmo que ela estivesse incluída.
Precisei usar uma daquelas noites em que a gente mal tá se esquentando, naquele pré-jogo onde espero ela deitar do meu lado e começo a beijar o pescoço dela enquanto minha mão encontra a buceta dela, acariciando por cima da calcinha até as pernas dela se mexerem pedindo mais atrito.
—Mmmh, Agus~ cê tá quentinho?~
Ela me perguntou com um sorriso.
—Uff, sabe que esse pijama sempre me deixa doido. O short faz sua bunda parecer uma delícia.
Passei meus lábios pelo pescoço dela com beijos curtos e estalados. Ela riu um pouco e rebolou, esfregando o corpo no meu.
—Cê gosta~? Minha buceta parece bem gorda nisso.
Continuei acariciando o corpo dela pra provocar, ela mesma entrava na brincadeira quando tava de bom humor, e esse era um daqueles dias.
—Sabe...—Finalmente criei coragem—. Tava pensando que talvez a gente pudesse... Deixar mais interessante.
Ela virou o rosto pra me olhar, primeiro pros meus lábios e depois pro meu rosto, com interesse.
—Acho que cê tem algo em mente, seu pervertido.
Sorri meio sem graça, minha mão continuou acariciando a bunda dela.
—Bom... Talvez, mas, sei lá, não quero que cê fique brava.
A expressão curiosa dela mudou pra estranheza, com uma careta bem expressiva enquanto virava o corpo todo, afastando minhas mãos sem perceber. Meu plano de contar a ideia não tinha dado certo, mas não tinha mais volta.
—Por que eu ficaria brava? Já testamos tanta coisa e, bom, talvez cê seja meio depravado, mas qualquer coisa a gente resolve, né?
Ela passou o dedo no meu peito.
—Bom, sim, mas isso é mais... Complicado, é uma fantasia.
A curiosidade dela voltou devagar enquanto passava o dedo na minha clavícula.
—Fantasia, hein? É outra parada de roleplay? Porque o de madrasta não me desagradou nada~.
Eu ri baixinho.
—Não, é que... Isso é mais... Complicado, eu... Gostaria que a gente incluísse outra pessoa.
A mão dela parou, me encarou em silêncio como se esperasse uma piada, depois levantou as sobrancelhas.
—É sério?
Não consegui olhar pra ela, desviei o olhar com um arrepio que me fez me arrepender na hora.
Ela fez uma careta de decepção.
—Já não gosta mais de mim?
Que pergunta mais idiota, obviamente eu ainda a desejava, justamente por isso queria que ela fizesse parte disso. Ela sempre foi uma mulher baixinha, mal tinha 1,60, seus peitos... Eram copa D e com peitos grandes que endureciam só com uma lambida, e a bunda redonda e gorda. Aqueles quilinhos a mais faziam ela parecer deliciosa, do jeito que a gordura se acumulava nos lugares certos.
— Não, love. Você ainda me encanta... Melhor esquecer, era só uma besteira de adolescente.
Tentei me virar pra me ajeitar, mas ela segurou meu rosto com arrependimento.
— Não! Calma, eu não tenho problema... Agradeço você me contar, mas quero saber direito se é isso que você quer... Já ouvi que muitos casais mudam quando experimentam algo assim.
Me acomodei com um braço no travesseiro, me inclinando.
— Bom... Você me conhece e sabe que eu sempre quero experimentar tudo que for possível. Isso é algo que sempre fantasiei e sei que se fosse tentar, seria com você...
Ela ergueu as sobrancelhas de novo, parecia irritada, mas já era tarde pra me arrepender. No fundo, não sei por que, achei que se insistisse podia convencê-la.
— E já tem uma "candidata"?
Percebi que era uma pergunta armadilha pelo tom da voz dela. Claro que tinha uma voluntária, ou mais de uma, mas com a simples palavra, a primeira coisa que pensei foi na amiga dela, a Erika, uma mulherão, morena de 1,70, cabelo liso e um corpo de puta total, com peitos firmes de copa C talvez e aquela bunda gorda que ela sempre exibia nas festas com vestidos apertados e decotes escandalosos.
—N-não, claro que não. Seria com alguma mulher desconhecida talvez, a gente podia procurar naqueles fóruns de swing ou contratar alguém...
A boca dela se abriu, primeiro surpresa pela minha cara de pau e depois rindo da vergonha que tava sentindo.
—Cê se ouve, né?
Evitei olhar pra ela de novo, teve um silêncio "curto" que pra mim foi eterno.
Finalmente ela falou.
—Ok...
—O quê?... —olhei pra ela surpreso, tentando confirmar o que ouvi.
—Vou fazer essa sua idiotice. MAS, antes quero botar umas condições.
Tentei disfarçar o sorriso, balançando a cabeça.
—Um, eu tenho que estar o tempo todo, desde a escolha até o final. Dois, cê tem que entender que isso pode mudar nossa relação DEMAIS.
Essa última soou como ameaça.
—E por último... Se você quer seu menage comigo e outra puta... Primeiro a gente vai fazer um com outro homem.
Minha excitação caiu com um frio que atravessou meu corpo inteiro.
—Como?
Ela concordou com cara de safada.
—Mmh, se você quer que eu compartilhe seu pau com outra, você vai ter que compartilhar minha buceta com outro homem. Essa é a regra.
Dava pra ver que ela tava adorando isso pela minha cara de perturbado, era demais pra processar. Sempre pensei num menage com duas mulheres, mas nunca considerei ver minha esposa com outro homem, a simples ideia me dava um curto-circuito e mais ainda acreditar que ela queria isso.
—Claro que não. —falei reclamando.
—Ah, então você pode ter outra mulher mas eu não posso ter outro homem?
—Não é a mesma coisa.
—Claro que é. Essa é minha condição, Agus, se não gostar, se contenta comigo mesmo que eu não seja suficiente pra você.
Essa última tinha um tom de tristeza, na hora ela virou de costas e se cobriu com o cobertor.
Não soube como reagir, sentia que tava muito perto do meu objetivo mas tinha que aceitar essa condição se quisesse viver essa experiência. Me aproximei devagar abraçando a cintura dela.
—E... Cê tem algum candidato?
Perguntei suando frio, senti que tinha cagado tudo, ela ficou num silêncio torturante antes de responder.
—Seu... Amigo, o Mau é lindo...
Não olhei pra ela, mas pelo tom de voz dava pra saber que tava sorrindo.
—Mau? Esquece, ele não vai te tocar.
Dessa vez ela me olhou.
—Pois é, e acho que você não tinha uma candidata. Deixa eu adivinhar... Erika?
Meu rosto já tava sem expressão nesse ponto.
—Acha que eu não percebo como você olha pras tetas dela? Aquela puta sempre usa decote e adora chamar atenção... Eu poderia convencer ela, MAS, o Mau é minha condição. Pensa nisso.
Ela se ajeitou pra dormir, e isso marcou o fim do assunto. Não sabia se a oferta ia expirar, mas precisava escolher rápido, só por garantia.
No dia seguinte, esperei depois do café da manhã, me aproximei da área de trabalho dela. Ela tava digitando sem me olhar, enquanto eu segurava os ombros dela por trás.
—Ei...
—Hmm? — Ela inclinou a orelha, mostrando que tava prestando atenção. Tinha um sorriso largo de vitória.
—Eu... Pensei e, bom, talvez a gente pudesse tentar aquilo com o Mau.
Ela riu, parando de digitar.
—Você é um puta sem vergonha. De verdade, você deixaria sua mulher provar outra rola só pra realizar seu capricho?...
Ela se levantou e me olhou com um sorriso afiado.
—Liga pra ele, hoje às 9.
Não era uma sugestão, soava totalmente como uma ordem. Fui pra sala e procurei o contato do Mau no celular. Isso era um assunto que eu precisava resolver por ligação, senão ia enlouquecer tentando explicar.
—Mau.
A voz dele veio do outro lado, ofegante, parecia que tava correndo.
—O que foi, brother? Tudo bem?
—Eu... é... Preciso que você venha lá pras 9...
Ele perguntou o motivo, e eu expliquei o trato em detalhes. Ouvi claramente ele parar de correr pra prestar mais atenção, e depois de dar todas as informações, ele ficou em silêncio, de um jeito torturante.
—Tem certeza disso? Não sei o quanto isso vale pra você, mas é um passo pesado pro relacionamento de vocês. E, tipo, eu tô dentro, mas não sei você.
Assenti, não sei por quê, já que ele não tava ali pra me ver.
—Sim, vem... Tá? Bom, te vejo.
Passaram-se horas, horas em que nem vi ela. minha mulher que tinha se trancado, talvez pra trabalhar sem me ver. Ela não é de se recuperar rápido de uma raiva e, nesse caso, pensei que podia se aproveitar pra se vingar e não sabia como ela ia reagir.
Chegou 8:50, vi no relógio da parede. Mau não ia demorar, então tinha que avisar minha mulher.
Subi as escadas e bati de leve na porta antes de entrar.
— Amor? Mau chega em...
O que eu vi não tinha nome, minha mulher tava usando uma roupa extremamente lasciva, mal cobrindo a pele. Por um instante me arrependi de dividir ela, mas já tava longe de poder me arrepender.

Ela se aproximou sorrindo.
—Já vem? Então vou preparar algo para o nosso convidado.
Ela se virou para se olhar no espelho e girou o corpo, mostrando a bunda gorda.
—Acha que ele vai gostar? Tentei usar algo discreto...
Fiquei sem palavras, meu corpo falou por mim com o pau duro marcando na calça. Ela percebeu e riu.
—Que fofo, você ainda me quer~
Ela passou a mão no meu pau por cima da calça, só um toque rápido antes de passar por mim na porta, esfregando a bunda inteira em mim, quando a campainha tocou. Fiquei tenso.
Ela chegou na porta mais rápido do que eu consegui me aproximar das escadas e ver o Mau na entrada com uma garrafa de vinho e uma cara de idiota quando minha mina abriu.
— Oi, maurii~ que bom te ver.
Ela abraçou ele com força e deu dois beijinhos, deixando ele entrar. Ela me olhou descendo as escadas, e nós dois tínhamos uma expressão ilegível.
Nos cumprimentamos friamente, sabendo que em algum momento faríamos algo impensável, e minha mina tava adorando, rebolando a bunda enquanto caminhava até a sala.
— Bom, já que estamos aqui, vamos direto ao que interessa. Porque todo mundo tá de acordo, né, amor?
Saí do transe, limpando a garganta.
— Sim, love...
Falei baixinho. Mau e eu nos aproximamos da sala, cada um de um lado dela, como se o ato já tivesse começado. Ela percebeu e riu de novo.
— Nossa, que pressa vocês têm. Espero que não acabem assim tão rápido, senão não vai ter valido a pena, hein.
Ela nos puxou pra perto, tinha o controle total disso. A gente só observava, e finalmente veio um toque, leve. As mãos dela foram pros nossos calções, encontrando ambas as rolas meio duras. Fiquei estupefato vendo o punho dela segurar o pedaço de carne escondido na calça jeans do meu amigo.
—É, sim... Só aceitei por causa do meu amigo, só isso.
Disse Mau enquanto rodeava a cintura nua da minha mulher, ela apertou mais o pau dele.
—Nossa, que puritano mentiroso! Bem que você ficou duro na entrada, hein? Vamos ver que ferramenta você carrega.
Ela se ajoelhou entre os dois, com os joelhos no chão frio, tirando o cinto do meu amigo, ignorando totalmente o meu... Isso me enfureceu e, ao mesmo tempo, me deixou mais duro...
Com o orgulho destruído, tirei minha própria calça.
Quando ela baixou as calças dele, fiquei nervoso, suei por um instante com o coração batendo forte ao ver um pau rígido saltar na frente do rosto da minha namorada. Ela abriu a boca, impressionada.
—Minha nossa! Como é que você esconde tudo isso?
A mão dela apertou o pau do meu amigo e masturbou suavemente, mexendo a pele que cobria a glande.
A outra mão dela finalmente prestou atenção no meu pau quase ereto, acariciando no mesmo ritmo.
—Já viu, querido? Seu amigo tem uma coisa boa mesmo...
Ela aproximou o pau do rosto, cheirando e esfregando o falo na cara dela.
—Mmmh, também tem um cheiro delicioso... Dá pra ver que você se lavou antes de vir.
Ela olhou pro Mau com um sorriso e, sem pedir permissão, enfiou o pau do meu amigo na boca, chupando até o talo aquele pedaço de carne. Meu amigo não resistiu e gemeu enquanto segurava a cabeça da minha namorada com as mãos.
A outra mão dela continuava trabalhando com delicadeza no meu pau. Mas a boca não largava o pau do Mau, que, mais confiante, começou a foder a boca dela devagar enquanto ela o chupava, depois lambia e engolia tudo de novo.
Mau tava de boa até que me olhou diretamente, não sei que cara eu fiz, mas claramente deixei ele culpado. Tanto que ele mesmo incentivou ela a continuar com a minha.
—Eu e Agus tão pintado? O pau dele também precisa de atenção.
Dafne não recusou, soltou o pau do meu amigo com um *pop* sonoro e passou pro meu pau, começando a chupar com o mesmo esforço que o Mau, agora sendo ele quem recebia punheta da mão dela.
Ficou assim por um bom tempo, trocando de paus na boca e na mão, batendo no rosto com as duas ereções e, num momento inesperado, tentou engolir os dois. Nossos paus se esfregaram dentro da boca dela, o que foi desconfortável pra gente, mas satisfatório pra ela, que não parava de engasgar e gemer, se tocando nos peitos.

Elas soltou por um momento.
—Então?... Quem vai ser o primeiro a me dar o pau?
Mau e eu nos olhamos, na dúvida.
—Bom, então, Agus, por ser seu namorado, devia começar, né?
—Mmm, talvez. MAS, o Agus sabe que se obedecer minhas ordens, talvez consiga pegar a putinha da Erika. Então eu decido que o Mau vai primeiro.
Mau me olhou atônito com a confissão, enquanto minha namorada nos levava até o sofá. Ela se deitou de pernas abertas, tirou a calcinha fio dental e pegou o pau do meu amigo, masturbando ele enquanto apontava pra boceta dela.
—Pronto pra ver como seu amigo vai me foder, amor?
Eu vi o Mau pedindo desculpas com os olhos antes de segurar as coxas da minha namorada e penetrar ela devagar, até que o pau inteiro tivesse dentro dela.
—Ahh, deus, é tão gorda~... Porra, espera, tenho que me acostumar.
Ela fechou os olhos e começou a se masturbar no clitóris enquanto Mau a fodia de leve, o hipócrita tentou fazer cara de aflito mas não conseguiu esconder como tava curtindo a buceta da minha namorada.
—Mmm Agus, vem aqui, gostoso.
Demorei um segundo pra obedecer, hipnotizado por como um pau alheio fodia minha namorada, abrindo a buceta dela do jeito que eu já sabia que ela adorava, e ela se acabava de prazer.
Quando me aproximei, ela pegou meu pau e voltou a chupar, agora com uma energia inexplicável. A cabeça dela se movia pra frente e pra trás, sugando com capricho, mesmo com a cabeça balançando a cada estocada que Mau dava. Percebi que o ritmo suave dela foi trocado por um mais intenso, e notei isso pelos gemidos da minha namorada com meu pau na boca.
—Mmh~ Mmgh~ Mmhag~...
As mãos de Mau deixaram de ser tímidas, procuraram o nó fino do sutiã que mal cobria os peitos de Dafne e o arrancou, expondo os peitões gordos quicando a cada enfiada da rola dentro dela.
As mãos dele amassaram a carne e eu senti minha rola pulsar na boca da minha namorada, ela tirou e agora lambia da base até a ponta como se fosse um pirulito.
—Mmmh, acho que o Mau já tá curtindo~ Ahhhg~!
Mau, enquanto a fodia, começou a chupar os peitos dela, segurando os dois peões perto do rosto enquanto sugava os bicos sensíveis.
—Mmhg que delícia~!.
—V-você tá chupando meus peitos, amor. Tá chupando eles.
Minha namorada falou com a boca aberta e um olhar de incredulidade prazerosa, a mão dela me masturbava enquanto eu sugava a glande e sentia que não aguentava mais. Tava quase gozando.
—Ainda não, amorzinho~ quero que você me coma!
Minha namorada colocou uma mão no torso do Agus, pedindo uma pausa. O obediente tirou a pica dela, fazendo minha namorada tremer, ofegando de tesão.
De novo, ela nos guiou, deitou de quatro no sofá e a gente já sabia qual era a posição de cada um. Cheguei por trás, abri as nádegas dela e apontei minha pica na buceta já molhada, penetrando com uma porrada forte que ela sentiu.
—Mmh!~
Olhei pra frente, a Dafne já tava dando atenção pra pica do meu amigo, e a cada metida que ela dava, dava pra ouvir minha namorada engasgando, com ânsia na pica do Mau.
—Uff, que rabo gostoso que a sua mulher tem...
Mau falou sem vergonha nenhuma, olhei pra ele um instante pra ver se ainda compartilhávamos aquela sensação de aperto, mas ele tava sorrindo, guiando a cabeça da minha namorada enquanto ela chupava, e uma das mãos dele deu um tapa na bunda dela, o que ela adorou.
—Mmhj, cara~! Que gostoso...
Continuou chupando com mais vontade, segurando a rola dele na mão enquanto lambia os testículos, colocando os dois juntos na boca.
—Tá gostando, putinha?
Mais um tapa na bunda, mais forte. Outro gemido que rendeu mais atenção pra rola dele, toda molhada de saliva.
— Sii, me dá mais, e você não para!
Isso era pra mim, que sem perceber tinha parado, focado na dinâmica pervertida dela. Voltei a foder ela segurando a bunda dela e, ao ver as marcas vermelhas na pele, decidi contribuir também dando umas palmadas na bunda dela. Dafne estava fascinada, eu sei porque a bunda dela começou a rebolá no meu pau.
Esse era o ponto de virada, eu e meu amigo paramos de questionar tudo e só curtimos foder ela. Eu metia com força e ele forçava ela a engolir toda a rola dura dele até o fundo da garganta.
Meu polegar esfregou no cu da Dafne, acariciando o cu molhado antes de penetrar, dilatando devagar o canal apertado dela.
— Cê gosta, puta? Cê gosta da rola do Mau?
Perguntei com um tesão doentio.
Dafne assentiu antes de responder direitinho.
— Sim, amor, adoro a rola do mauri. É tão dura Ahh~! Tão grossa, hmmg~!.
—É o que uma puta de rabão merece!
Continuamos assim por um tempo até que percebi a buceta da minha mulher se apertando forte, as pernas dela tremeram e a boca parou de chupar a pica do meu amigo, descansando o rosto na coxa do Mau.
—Vou gozar~ Não para, não para, amor. Vou gozar, porra, ahh~ isso, isso...
Redobrei os esforços, segurando a bunda dela enquanto a fodia num ritmo intenso, mal tirando a pica o suficiente pra roçar lá dentro, ela não se segurou.
—Ahh~ que gostoso, que gostoso, que gostoso~! Você tá me partindo~!
As pernas dela cederam, se contorcendo enquanto sentia os fluidos escorrendo das coxas até o sofá, um jato se espalhando enquanto ela gemia contra a pica do Mau.
O orgasmo dela não foi curto, demos uma pausa rápida pra descansar. Isso não podia acabar ainda, então dessa vez tomei a iniciativa.
—Vem, gostosa.
Sentei no sofá e ela entendeu com poucas palavras. Ainda tremendo, conseguiu montar na minha pica ereta e rebolando do jeito que sempre amei. Minha boca prendeu um mamilo e chupei enquanto guiava a cintura dela pra frente e pra trás com a pica enfiada nela. Mau aproveitou qualquer posição possível pra agarrar a boca da Dafne e fazer ela mamar de novo naquele pedaço viril até se cansar.
—E aí, já é minha vez, ou o quê?
Ele não sabia, mas eu tinha algo melhor em mente. As mãos da minha mina se cruzaram sem querer, segurei os pulsinhos dela com a minha mão e com a outra abri a bunda dela. Sorri.
—Pode se servir...
—Hã??
—Tem certeza...? — Mau hesitou por um instante.
Minha mina me olhou confusa, depois virou pra trás e viu Mau se ajeitando, abrindo as nádegas gordas dela até que o pau dele apontou sem piedade pro cuzinho dela, abrindo ele a cada centímetro.
—N-não, isso dói, ahh~!! Mmhhg~
Ela tentou segurar os gemidos quando os dois paus estavam dentro dela, a gente se olhou nos olhos.
—Tá no meu cu, tá no meu maldito cu, céu... —ela sussurrou pra mim.
—Uff, como essa puta aperta!
Mau tava tipo, não acreditando, metendo no cu da minha mina que, com meu pau do outro lado, deixava tudo mais apertado que nunca. A gente se mexeu até sincronizar os movimentos e, conforme a gente avançava, a dor foi virando algo mais gostoso — ela mesma confessou.
—Ahh, porra. Tá gostoso, vocês dois tão me abrindo, filhos da puta, não parem~ quero que me abram inteira.
Mau pegou minha mina pelo pescoço e arqueou as costas dela num arco perfeito, roubou os lábios dela enquanto eu lambia os peitos dela.
—Esse é o plano, puta! Vamos te encher de porra até você transbordar, vagabunda.
Fomos menos cuidadosos nesse ponto, ambos penetrando intensamente enquanto ela se esforçava pra mexer a buceta entre os dois sabres enfiados nas suas cavidades. Nós três estávamos nessa, gemendo e nos xingando, mas sem parar um segundo. As amarras deixaram de ser assunto.
—Me acaba, guys, me fazem de merda~ quero sentir vocês até o fundo, os dois, Ahh~!!
—Vai, putinha, que não tô te ouvindo direito. Vou ter que abrir mais essa buceta.
Seguimos nesse ritmo intenso até que ninguém aguentou mais, o ritmo venceu a gente.
—Sinto como pulsam~!
—Tô perto~!
—Eu também~
Dafne segurou a própria bunda e abriu.
—Gozem! Gozem dentro, me encham, me encham igual uma puta~!
—Aggh~ porra!.
Nós dois metemos até o fundo, o olhar dela fixo no teto enquanto um novo orgasmo a fazia tremer entre nós dois. As duas gozadas encheram os buracos dela em várias cargas que faziam nossas picas pulsarem até esvaziar as bolas dentro dela. Escorrendo um pouco do fluido.
—Porra, é demais, tão me enchendo~
—Você merece, puta de merda.
Mau mordeu o ombro da minha namorada enquanto eu terminava de gozar. Nós três tivemos um orgasmo intenso e delicioso. Um que nos obrigou a descansar um pouco antes de levar isso pra cama.
O que veio depois foram duas horas intermináveis de sexo sem freio e cuspindo insultos que aumentavam o tesão desse trio sem vergonha.
—Ahh~! Metam mais em mim, quero mais, isso, assim, assim gostoso, ai que paus enormes! Não me canso...
—Assim, putinha, que rabo gostoso, requebra essas bundinhas pra gente... Mmhg~ assim, assim, você tá merecendo sua porra.
—Uff, amor, olha como você engole a pica do Mau, você é uma puta. Promíscua, merece que a gente te encha.

Voltamos pra dupla penetração, que claramente foi o que a Dafne mais amou. Ela se remexia entre os dois paus, já toda suada com o cabelo colado na testa, mas sem parar o ritmo.


—Aghh! Sim, me enche, quero toda a porra dentro, não deixa nada fora da sua puta. Sou sua puta ~! AHH!
—Uff, como você se mexe, amor, isso significa que eu ganhei meu menage?
—SIM, QUERIDO, SIM, VOU TRAZER A ERIKA PRA GENTE!
—Uff, e vou poder meter o pau nela e ela sentar com essa bunda enorme em mim?
—SIM, SIM, SIM. VOCÊ VAI METER TODO O SEU PAU GOSTOSO NO CU DELA! AHHH~!!
Um último orgasmo dominou o corpo dela, nublando qualquer senso de razão. Ela levou mais de duas ou três gozadas dentro antes de nós três ficarmos exaustos e putamente satisfeitos com essa experiência.

Tinha ganhado meu menage e aproveitado algo mais.
Mas depois conto pra vocês o que rolou com a Erika...
Adorava imaginar duas minas chupando minha pica que nem aqueles atores sortudos do pornô. Uma montando na minha pica enquanto a outra enfia os peitos na minha cara ou um duplo esfrega de peitos.

Mas sabia que era uma fantasia muito difícil de realizar, ainda mais na minha situação. Tenho uma namorada, Dafne, há um ano e meio, com quem me dou super bem e, claro, ela já fez parte dessas fantasias, só que nunca soube como confessar. Pra mim, era algo muito parecido com traição, mesmo que ela estivesse incluída.Precisei usar uma daquelas noites em que a gente mal tá se esquentando, naquele pré-jogo onde espero ela deitar do meu lado e começo a beijar o pescoço dela enquanto minha mão encontra a buceta dela, acariciando por cima da calcinha até as pernas dela se mexerem pedindo mais atrito.
—Mmmh, Agus~ cê tá quentinho?~ Ela me perguntou com um sorriso.
—Uff, sabe que esse pijama sempre me deixa doido. O short faz sua bunda parecer uma delícia.
Passei meus lábios pelo pescoço dela com beijos curtos e estalados. Ela riu um pouco e rebolou, esfregando o corpo no meu.
—Cê gosta~? Minha buceta parece bem gorda nisso.
Continuei acariciando o corpo dela pra provocar, ela mesma entrava na brincadeira quando tava de bom humor, e esse era um daqueles dias.
—Sabe...—Finalmente criei coragem—. Tava pensando que talvez a gente pudesse... Deixar mais interessante.
Ela virou o rosto pra me olhar, primeiro pros meus lábios e depois pro meu rosto, com interesse.
—Acho que cê tem algo em mente, seu pervertido.
Sorri meio sem graça, minha mão continuou acariciando a bunda dela.
—Bom... Talvez, mas, sei lá, não quero que cê fique brava.
A expressão curiosa dela mudou pra estranheza, com uma careta bem expressiva enquanto virava o corpo todo, afastando minhas mãos sem perceber. Meu plano de contar a ideia não tinha dado certo, mas não tinha mais volta.
—Por que eu ficaria brava? Já testamos tanta coisa e, bom, talvez cê seja meio depravado, mas qualquer coisa a gente resolve, né?
Ela passou o dedo no meu peito.
—Bom, sim, mas isso é mais... Complicado, é uma fantasia.
A curiosidade dela voltou devagar enquanto passava o dedo na minha clavícula.
—Fantasia, hein? É outra parada de roleplay? Porque o de madrasta não me desagradou nada~.
Eu ri baixinho.
—Não, é que... Isso é mais... Complicado, eu... Gostaria que a gente incluísse outra pessoa.
A mão dela parou, me encarou em silêncio como se esperasse uma piada, depois levantou as sobrancelhas.
—É sério?
Não consegui olhar pra ela, desviei o olhar com um arrepio que me fez me arrepender na hora.
Ela fez uma careta de decepção.
—Já não gosta mais de mim?
Que pergunta mais idiota, obviamente eu ainda a desejava, justamente por isso queria que ela fizesse parte disso. Ela sempre foi uma mulher baixinha, mal tinha 1,60, seus peitos... Eram copa D e com peitos grandes que endureciam só com uma lambida, e a bunda redonda e gorda. Aqueles quilinhos a mais faziam ela parecer deliciosa, do jeito que a gordura se acumulava nos lugares certos.
— Não, love. Você ainda me encanta... Melhor esquecer, era só uma besteira de adolescente.
Tentei me virar pra me ajeitar, mas ela segurou meu rosto com arrependimento.
— Não! Calma, eu não tenho problema... Agradeço você me contar, mas quero saber direito se é isso que você quer... Já ouvi que muitos casais mudam quando experimentam algo assim.
Me acomodei com um braço no travesseiro, me inclinando.
— Bom... Você me conhece e sabe que eu sempre quero experimentar tudo que for possível. Isso é algo que sempre fantasiei e sei que se fosse tentar, seria com você...
Ela ergueu as sobrancelhas de novo, parecia irritada, mas já era tarde pra me arrepender. No fundo, não sei por que, achei que se insistisse podia convencê-la.
— E já tem uma "candidata"?
Percebi que era uma pergunta armadilha pelo tom da voz dela. Claro que tinha uma voluntária, ou mais de uma, mas com a simples palavra, a primeira coisa que pensei foi na amiga dela, a Erika, uma mulherão, morena de 1,70, cabelo liso e um corpo de puta total, com peitos firmes de copa C talvez e aquela bunda gorda que ela sempre exibia nas festas com vestidos apertados e decotes escandalosos.
—N-não, claro que não. Seria com alguma mulher desconhecida talvez, a gente podia procurar naqueles fóruns de swing ou contratar alguém...A boca dela se abriu, primeiro surpresa pela minha cara de pau e depois rindo da vergonha que tava sentindo.
—Cê se ouve, né?
Evitei olhar pra ela de novo, teve um silêncio "curto" que pra mim foi eterno.
Finalmente ela falou.
—Ok...
—O quê?... —olhei pra ela surpreso, tentando confirmar o que ouvi.
—Vou fazer essa sua idiotice. MAS, antes quero botar umas condições.
Tentei disfarçar o sorriso, balançando a cabeça.
—Um, eu tenho que estar o tempo todo, desde a escolha até o final. Dois, cê tem que entender que isso pode mudar nossa relação DEMAIS.
Essa última soou como ameaça.
—E por último... Se você quer seu menage comigo e outra puta... Primeiro a gente vai fazer um com outro homem.
Minha excitação caiu com um frio que atravessou meu corpo inteiro.
—Como?
Ela concordou com cara de safada.
—Mmh, se você quer que eu compartilhe seu pau com outra, você vai ter que compartilhar minha buceta com outro homem. Essa é a regra.
Dava pra ver que ela tava adorando isso pela minha cara de perturbado, era demais pra processar. Sempre pensei num menage com duas mulheres, mas nunca considerei ver minha esposa com outro homem, a simples ideia me dava um curto-circuito e mais ainda acreditar que ela queria isso.
—Claro que não. —falei reclamando.
—Ah, então você pode ter outra mulher mas eu não posso ter outro homem?
—Não é a mesma coisa.
—Claro que é. Essa é minha condição, Agus, se não gostar, se contenta comigo mesmo que eu não seja suficiente pra você.
Essa última tinha um tom de tristeza, na hora ela virou de costas e se cobriu com o cobertor.
Não soube como reagir, sentia que tava muito perto do meu objetivo mas tinha que aceitar essa condição se quisesse viver essa experiência. Me aproximei devagar abraçando a cintura dela.
—E... Cê tem algum candidato?
Perguntei suando frio, senti que tinha cagado tudo, ela ficou num silêncio torturante antes de responder.
—Seu... Amigo, o Mau é lindo...
Não olhei pra ela, mas pelo tom de voz dava pra saber que tava sorrindo.
—Mau? Esquece, ele não vai te tocar.
Dessa vez ela me olhou.
—Pois é, e acho que você não tinha uma candidata. Deixa eu adivinhar... Erika?
Meu rosto já tava sem expressão nesse ponto.
—Acha que eu não percebo como você olha pras tetas dela? Aquela puta sempre usa decote e adora chamar atenção... Eu poderia convencer ela, MAS, o Mau é minha condição. Pensa nisso.
Ela se ajeitou pra dormir, e isso marcou o fim do assunto. Não sabia se a oferta ia expirar, mas precisava escolher rápido, só por garantia.
No dia seguinte, esperei depois do café da manhã, me aproximei da área de trabalho dela. Ela tava digitando sem me olhar, enquanto eu segurava os ombros dela por trás.
—Ei...
—Hmm? — Ela inclinou a orelha, mostrando que tava prestando atenção. Tinha um sorriso largo de vitória.
—Eu... Pensei e, bom, talvez a gente pudesse tentar aquilo com o Mau.
Ela riu, parando de digitar.
—Você é um puta sem vergonha. De verdade, você deixaria sua mulher provar outra rola só pra realizar seu capricho?...
Ela se levantou e me olhou com um sorriso afiado.
—Liga pra ele, hoje às 9.
Não era uma sugestão, soava totalmente como uma ordem. Fui pra sala e procurei o contato do Mau no celular. Isso era um assunto que eu precisava resolver por ligação, senão ia enlouquecer tentando explicar.
—Mau.
A voz dele veio do outro lado, ofegante, parecia que tava correndo.
—O que foi, brother? Tudo bem?
—Eu... é... Preciso que você venha lá pras 9...
Ele perguntou o motivo, e eu expliquei o trato em detalhes. Ouvi claramente ele parar de correr pra prestar mais atenção, e depois de dar todas as informações, ele ficou em silêncio, de um jeito torturante.
—Tem certeza disso? Não sei o quanto isso vale pra você, mas é um passo pesado pro relacionamento de vocês. E, tipo, eu tô dentro, mas não sei você.
Assenti, não sei por quê, já que ele não tava ali pra me ver.
—Sim, vem... Tá? Bom, te vejo.
Passaram-se horas, horas em que nem vi ela. minha mulher que tinha se trancado, talvez pra trabalhar sem me ver. Ela não é de se recuperar rápido de uma raiva e, nesse caso, pensei que podia se aproveitar pra se vingar e não sabia como ela ia reagir.
Chegou 8:50, vi no relógio da parede. Mau não ia demorar, então tinha que avisar minha mulher.
Subi as escadas e bati de leve na porta antes de entrar.
— Amor? Mau chega em...
O que eu vi não tinha nome, minha mulher tava usando uma roupa extremamente lasciva, mal cobrindo a pele. Por um instante me arrependi de dividir ela, mas já tava longe de poder me arrepender.


Ela se aproximou sorrindo. —Já vem? Então vou preparar algo para o nosso convidado.
Ela se virou para se olhar no espelho e girou o corpo, mostrando a bunda gorda.
—Acha que ele vai gostar? Tentei usar algo discreto...
Fiquei sem palavras, meu corpo falou por mim com o pau duro marcando na calça. Ela percebeu e riu.
—Que fofo, você ainda me quer~
Ela passou a mão no meu pau por cima da calça, só um toque rápido antes de passar por mim na porta, esfregando a bunda inteira em mim, quando a campainha tocou. Fiquei tenso.
Ela chegou na porta mais rápido do que eu consegui me aproximar das escadas e ver o Mau na entrada com uma garrafa de vinho e uma cara de idiota quando minha mina abriu.— Oi, maurii~ que bom te ver.
Ela abraçou ele com força e deu dois beijinhos, deixando ele entrar. Ela me olhou descendo as escadas, e nós dois tínhamos uma expressão ilegível.
Nos cumprimentamos friamente, sabendo que em algum momento faríamos algo impensável, e minha mina tava adorando, rebolando a bunda enquanto caminhava até a sala.
— Bom, já que estamos aqui, vamos direto ao que interessa. Porque todo mundo tá de acordo, né, amor?
Saí do transe, limpando a garganta.
— Sim, love...
Falei baixinho. Mau e eu nos aproximamos da sala, cada um de um lado dela, como se o ato já tivesse começado. Ela percebeu e riu de novo.
— Nossa, que pressa vocês têm. Espero que não acabem assim tão rápido, senão não vai ter valido a pena, hein.
Ela nos puxou pra perto, tinha o controle total disso. A gente só observava, e finalmente veio um toque, leve. As mãos dela foram pros nossos calções, encontrando ambas as rolas meio duras. Fiquei estupefato vendo o punho dela segurar o pedaço de carne escondido na calça jeans do meu amigo.
—É, sim... Só aceitei por causa do meu amigo, só isso. Disse Mau enquanto rodeava a cintura nua da minha mulher, ela apertou mais o pau dele.
—Nossa, que puritano mentiroso! Bem que você ficou duro na entrada, hein? Vamos ver que ferramenta você carrega.
Ela se ajoelhou entre os dois, com os joelhos no chão frio, tirando o cinto do meu amigo, ignorando totalmente o meu... Isso me enfureceu e, ao mesmo tempo, me deixou mais duro...
Com o orgulho destruído, tirei minha própria calça.
Quando ela baixou as calças dele, fiquei nervoso, suei por um instante com o coração batendo forte ao ver um pau rígido saltar na frente do rosto da minha namorada. Ela abriu a boca, impressionada.
—Minha nossa! Como é que você esconde tudo isso?A mão dela apertou o pau do meu amigo e masturbou suavemente, mexendo a pele que cobria a glande.
A outra mão dela finalmente prestou atenção no meu pau quase ereto, acariciando no mesmo ritmo.
—Já viu, querido? Seu amigo tem uma coisa boa mesmo...
Ela aproximou o pau do rosto, cheirando e esfregando o falo na cara dela.

—Mmmh, também tem um cheiro delicioso... Dá pra ver que você se lavou antes de vir.Ela olhou pro Mau com um sorriso e, sem pedir permissão, enfiou o pau do meu amigo na boca, chupando até o talo aquele pedaço de carne. Meu amigo não resistiu e gemeu enquanto segurava a cabeça da minha namorada com as mãos.
A outra mão dela continuava trabalhando com delicadeza no meu pau. Mas a boca não largava o pau do Mau, que, mais confiante, começou a foder a boca dela devagar enquanto ela o chupava, depois lambia e engolia tudo de novo.

Mau tava de boa até que me olhou diretamente, não sei que cara eu fiz, mas claramente deixei ele culpado. Tanto que ele mesmo incentivou ela a continuar com a minha.—Eu e Agus tão pintado? O pau dele também precisa de atenção.
Dafne não recusou, soltou o pau do meu amigo com um *pop* sonoro e passou pro meu pau, começando a chupar com o mesmo esforço que o Mau, agora sendo ele quem recebia punheta da mão dela.
Ficou assim por um bom tempo, trocando de paus na boca e na mão, batendo no rosto com as duas ereções e, num momento inesperado, tentou engolir os dois. Nossos paus se esfregaram dentro da boca dela, o que foi desconfortável pra gente, mas satisfatório pra ela, que não parava de engasgar e gemer, se tocando nos peitos.


Elas soltou por um momento.—Então?... Quem vai ser o primeiro a me dar o pau?
Mau e eu nos olhamos, na dúvida.
—Bom, então, Agus, por ser seu namorado, devia começar, né?
—Mmm, talvez. MAS, o Agus sabe que se obedecer minhas ordens, talvez consiga pegar a putinha da Erika. Então eu decido que o Mau vai primeiro.
Mau me olhou atônito com a confissão, enquanto minha namorada nos levava até o sofá. Ela se deitou de pernas abertas, tirou a calcinha fio dental e pegou o pau do meu amigo, masturbando ele enquanto apontava pra boceta dela.
—Pronto pra ver como seu amigo vai me foder, amor?
Eu vi o Mau pedindo desculpas com os olhos antes de segurar as coxas da minha namorada e penetrar ela devagar, até que o pau inteiro tivesse dentro dela.
—Ahh, deus, é tão gorda~... Porra, espera, tenho que me acostumar.Ela fechou os olhos e começou a se masturbar no clitóris enquanto Mau a fodia de leve, o hipócrita tentou fazer cara de aflito mas não conseguiu esconder como tava curtindo a buceta da minha namorada.

—Mmm Agus, vem aqui, gostoso.Demorei um segundo pra obedecer, hipnotizado por como um pau alheio fodia minha namorada, abrindo a buceta dela do jeito que eu já sabia que ela adorava, e ela se acabava de prazer.
Quando me aproximei, ela pegou meu pau e voltou a chupar, agora com uma energia inexplicável. A cabeça dela se movia pra frente e pra trás, sugando com capricho, mesmo com a cabeça balançando a cada estocada que Mau dava. Percebi que o ritmo suave dela foi trocado por um mais intenso, e notei isso pelos gemidos da minha namorada com meu pau na boca.
—Mmh~ Mmgh~ Mmhag~...As mãos de Mau deixaram de ser tímidas, procuraram o nó fino do sutiã que mal cobria os peitos de Dafne e o arrancou, expondo os peitões gordos quicando a cada enfiada da rola dentro dela.
As mãos dele amassaram a carne e eu senti minha rola pulsar na boca da minha namorada, ela tirou e agora lambia da base até a ponta como se fosse um pirulito.
—Mmmh, acho que o Mau já tá curtindo~ Ahhhg~!
Mau, enquanto a fodia, começou a chupar os peitos dela, segurando os dois peões perto do rosto enquanto sugava os bicos sensíveis.
—Mmhg que delícia~!. —V-você tá chupando meus peitos, amor. Tá chupando eles.
Minha namorada falou com a boca aberta e um olhar de incredulidade prazerosa, a mão dela me masturbava enquanto eu sugava a glande e sentia que não aguentava mais. Tava quase gozando.

—Ainda não, amorzinho~ quero que você me coma! Minha namorada colocou uma mão no torso do Agus, pedindo uma pausa. O obediente tirou a pica dela, fazendo minha namorada tremer, ofegando de tesão.
De novo, ela nos guiou, deitou de quatro no sofá e a gente já sabia qual era a posição de cada um. Cheguei por trás, abri as nádegas dela e apontei minha pica na buceta já molhada, penetrando com uma porrada forte que ela sentiu.
—Mmh!~Olhei pra frente, a Dafne já tava dando atenção pra pica do meu amigo, e a cada metida que ela dava, dava pra ouvir minha namorada engasgando, com ânsia na pica do Mau.
—Uff, que rabo gostoso que a sua mulher tem...
Mau falou sem vergonha nenhuma, olhei pra ele um instante pra ver se ainda compartilhávamos aquela sensação de aperto, mas ele tava sorrindo, guiando a cabeça da minha namorada enquanto ela chupava, e uma das mãos dele deu um tapa na bunda dela, o que ela adorou.

—Mmhj, cara~! Que gostoso... Continuou chupando com mais vontade, segurando a rola dele na mão enquanto lambia os testículos, colocando os dois juntos na boca.
—Tá gostando, putinha?
Mais um tapa na bunda, mais forte. Outro gemido que rendeu mais atenção pra rola dele, toda molhada de saliva.
— Sii, me dá mais, e você não para!Isso era pra mim, que sem perceber tinha parado, focado na dinâmica pervertida dela. Voltei a foder ela segurando a bunda dela e, ao ver as marcas vermelhas na pele, decidi contribuir também dando umas palmadas na bunda dela. Dafne estava fascinada, eu sei porque a bunda dela começou a rebolá no meu pau.

Esse era o ponto de virada, eu e meu amigo paramos de questionar tudo e só curtimos foder ela. Eu metia com força e ele forçava ela a engolir toda a rola dura dele até o fundo da garganta.Meu polegar esfregou no cu da Dafne, acariciando o cu molhado antes de penetrar, dilatando devagar o canal apertado dela.
— Cê gosta, puta? Cê gosta da rola do Mau?
Perguntei com um tesão doentio.
Dafne assentiu antes de responder direitinho.
— Sim, amor, adoro a rola do mauri. É tão dura Ahh~! Tão grossa, hmmg~!.
—É o que uma puta de rabão merece!Continuamos assim por um tempo até que percebi a buceta da minha mulher se apertando forte, as pernas dela tremeram e a boca parou de chupar a pica do meu amigo, descansando o rosto na coxa do Mau.
—Vou gozar~ Não para, não para, amor. Vou gozar, porra, ahh~ isso, isso...
Redobrei os esforços, segurando a bunda dela enquanto a fodia num ritmo intenso, mal tirando a pica o suficiente pra roçar lá dentro, ela não se segurou.
—Ahh~ que gostoso, que gostoso, que gostoso~! Você tá me partindo~!As pernas dela cederam, se contorcendo enquanto sentia os fluidos escorrendo das coxas até o sofá, um jato se espalhando enquanto ela gemia contra a pica do Mau.
O orgasmo dela não foi curto, demos uma pausa rápida pra descansar. Isso não podia acabar ainda, então dessa vez tomei a iniciativa.
—Vem, gostosa.
Sentei no sofá e ela entendeu com poucas palavras. Ainda tremendo, conseguiu montar na minha pica ereta e rebolando do jeito que sempre amei. Minha boca prendeu um mamilo e chupei enquanto guiava a cintura dela pra frente e pra trás com a pica enfiada nela. Mau aproveitou qualquer posição possível pra agarrar a boca da Dafne e fazer ela mamar de novo naquele pedaço viril até se cansar.

—E aí, já é minha vez, ou o quê?Ele não sabia, mas eu tinha algo melhor em mente. As mãos da minha mina se cruzaram sem querer, segurei os pulsinhos dela com a minha mão e com a outra abri a bunda dela. Sorri.
—Pode se servir...
—Hã??
—Tem certeza...? — Mau hesitou por um instante.
Minha mina me olhou confusa, depois virou pra trás e viu Mau se ajeitando, abrindo as nádegas gordas dela até que o pau dele apontou sem piedade pro cuzinho dela, abrindo ele a cada centímetro.
—N-não, isso dói, ahh~!! Mmhhg~ Ela tentou segurar os gemidos quando os dois paus estavam dentro dela, a gente se olhou nos olhos.
—Tá no meu cu, tá no meu maldito cu, céu... —ela sussurrou pra mim.
—Uff, como essa puta aperta!
Mau tava tipo, não acreditando, metendo no cu da minha mina que, com meu pau do outro lado, deixava tudo mais apertado que nunca. A gente se mexeu até sincronizar os movimentos e, conforme a gente avançava, a dor foi virando algo mais gostoso — ela mesma confessou.

—Ahh, porra. Tá gostoso, vocês dois tão me abrindo, filhos da puta, não parem~ quero que me abram inteira.Mau pegou minha mina pelo pescoço e arqueou as costas dela num arco perfeito, roubou os lábios dela enquanto eu lambia os peitos dela.
—Esse é o plano, puta! Vamos te encher de porra até você transbordar, vagabunda.Fomos menos cuidadosos nesse ponto, ambos penetrando intensamente enquanto ela se esforçava pra mexer a buceta entre os dois sabres enfiados nas suas cavidades. Nós três estávamos nessa, gemendo e nos xingando, mas sem parar um segundo. As amarras deixaram de ser assunto.

—Me acaba, guys, me fazem de merda~ quero sentir vocês até o fundo, os dois, Ahh~!! —Vai, putinha, que não tô te ouvindo direito. Vou ter que abrir mais essa buceta.
Seguimos nesse ritmo intenso até que ninguém aguentou mais, o ritmo venceu a gente.
—Sinto como pulsam~! —Tô perto~!
—Eu também~
Dafne segurou a própria bunda e abriu.
—Gozem! Gozem dentro, me encham, me encham igual uma puta~!
—Aggh~ porra!.
Nós dois metemos até o fundo, o olhar dela fixo no teto enquanto um novo orgasmo a fazia tremer entre nós dois. As duas gozadas encheram os buracos dela em várias cargas que faziam nossas picas pulsarem até esvaziar as bolas dentro dela. Escorrendo um pouco do fluido.

—Porra, é demais, tão me enchendo~ —Você merece, puta de merda.
Mau mordeu o ombro da minha namorada enquanto eu terminava de gozar. Nós três tivemos um orgasmo intenso e delicioso. Um que nos obrigou a descansar um pouco antes de levar isso pra cama.
O que veio depois foram duas horas intermináveis de sexo sem freio e cuspindo insultos que aumentavam o tesão desse trio sem vergonha.
—Ahh~! Metam mais em mim, quero mais, isso, assim, assim gostoso, ai que paus enormes! Não me canso...

—Assim, putinha, que rabo gostoso, requebra essas bundinhas pra gente... Mmhg~ assim, assim, você tá merecendo sua porra.
—Uff, amor, olha como você engole a pica do Mau, você é uma puta. Promíscua, merece que a gente te encha.

Voltamos pra dupla penetração, que claramente foi o que a Dafne mais amou. Ela se remexia entre os dois paus, já toda suada com o cabelo colado na testa, mas sem parar o ritmo.


—Aghh! Sim, me enche, quero toda a porra dentro, não deixa nada fora da sua puta. Sou sua puta ~! AHH! —Uff, como você se mexe, amor, isso significa que eu ganhei meu menage?
—SIM, QUERIDO, SIM, VOU TRAZER A ERIKA PRA GENTE!
—Uff, e vou poder meter o pau nela e ela sentar com essa bunda enorme em mim?
—SIM, SIM, SIM. VOCÊ VAI METER TODO O SEU PAU GOSTOSO NO CU DELA! AHHH~!!

Um último orgasmo dominou o corpo dela, nublando qualquer senso de razão. Ela levou mais de duas ou três gozadas dentro antes de nós três ficarmos exaustos e putamente satisfeitos com essa experiência.

Tinha ganhado meu menage e aproveitado algo mais. Mas depois conto pra vocês o que rolou com a Erika...
2 comentários - Aceitei um menage HMH com minha mina