Olá, pessoal! Hoje quero contar a primeira vez que saí em público vestida de mulher. Foi em 2019, na cidade de Buenos Aires. Lembro que nessa época eu estava começando a me sentir mais à vontade para experimentar esse desejo de viver meu lado feminino, que já estava latente em mim desde a puberdade (ou talvez um pouco antes). Fazia pouco tempo que tinha comprado um conjunto de fio dental vermelho de renda com um sutiã armado tamanho 90 combinando. Lembro que a primeira vez que coloquei foi numa noite, sozinha no local do negócio que eu tinha na época.
Me lembro perfeitamente da sensação ao sentir aquela renda na minha pele... o fio dental se enfiando na minha bunda e o sutiã criando a ilusão linda de ter peitos. Me olhava no espelho extasiada. Tirei fotos e gravei vídeos posando como a gostosa que me sentia, só para poder me ver. Imediatamente decidi comprar algumas roupas femininas para completar um look e assim expandir aquela sensação maravilhosa que tinha ao me ver feminina. Então, logo comprei uma legging cinza com um padrão de manchas pretas e um top esportivo preto.
Quando me vi no espelho usando meu lindo conjunto esportivo, não acreditei! Me sentia divina... a legging desenhava umas curvas super sensuais e uma bunda redonda e empinada, enquanto o top completava aquela silhueta feminina, marcando os peitos que meu sutiã simulava. Então tive a sensação de que assim poderia excitar muitos homens, e essa ideia me fascinou.
Depois de alguns dias e alguns ensaios, decidi sair na rua vestida de mulher. Coloquei meu novo look por baixo da minha roupa de homem (disfarçando o sutiã com um método que não vale a pena descrever) e levei uma mochila vazia onde guardaria as roupas masculinas durante minha aventura.
Cheguei por volta das 23h no centro e fui até a reserva ecológica, na costanera sul. Para quem não conhece, explico que é uma zona relativamente pouco movimentada e com vários cantos escuros por causa da sombra das árvores. Embora a essa hora a reserva propriamente dita esteja fechada, a orla tem algumas quadras para caminhar onde há barracas de comida a noite toda e áreas verdes.
Caminhei algumas quadras até encontrar um lugar que achei adequado para fazer minha troca. Com uma agilidade incrível, tirei rapidamente a roupa de homem (que eu tinha escolhido justamente por ser fácil de tirar), ajustei meu sutiã e já estava pronta para me mostrar para todo mundo. Tava super nervosa... comecei a andar meio desengonçada por causa da adrenalina que me tomava por completo, mas aos poucos fui relaxando e comecei a curtir... sentia o vento no corpo todo com aquela roupa que dava a sensação de estar pelada de tão justa. Literalmente sentia a brisa acariciando minha bunda e fiquei fascinada.
Uns metros à frente, cruzei com um casal sentado num banco se abraçando. Eles me olharam e conversavam entre si com um sorriso... me deu um baita frio na barriga, mas ao mesmo tempo adorei e me deu coragem pra continuar meu passeio. Nesse ponto, eu já não tava só andando... eu desfilava pro mundo. Os carros passavam me iluminando e eu quase sentia os olhares dos motoristas, e alguns até buzinavam pra mim, me fazendo sentir uma deusa e me dando confiança pra seguir com minha pequena aventura.
Mais adiante, passei perto de um grupinho de uns três ou quatro caras que deviam ter uns vinte anos. Aí escuto um deles me dizer: "Oi, meu amor... quer que eu te acompanhe?" Olhei pra eles com um sorriso enquanto seguia meu caminho e ouvi outro falar: "Não, idiota, é um viado!" e caíram na risada. Fiquei meio nervosa, mas continuei andando com confiança e, por sorte, não passou disso. Depois cruzei com um grupo de minas também novinhas e gostosas que me olhavam e riam entre si. Quando passei por elas, notei que mantinham os olhos fixos em Eu e eu também ficava olhando elas, sorrindo. Aí uma delas falou: "Tá divina, rainha!" E eu respondi com um sorriso, mandando um beijo. Tenho que admitir que adoro agradar os homens, mas quando uma mulher me elogia assim, é imbatível!
Continuei meu desfile por uns metros até chegar num banco onde não tinha ninguém perto e resolvi sentar um pouco pra fumar um cigarro e processar todas as emoções que estavam passando por mim. Fiquei lá um tempo até que sinto alguém me chamar por trás: "pst... pst..." Viro e vejo um homem que, da porta de uma van executiva estacionada ali, faz sinal pra eu chegar perto. Enquanto vou na direção dele, sinto o olhar intenso dele me percorrendo dos pés à cabeça, então faço um esforço pra que meus movimentos sejam femininos e sensuais.
- Oi, tudo bem? O que cê tá fazendo? - Ele disse, me olhando com aquela intensidade nos olhos, como se tentasse me escanear com o olhar.
- Tudo bem... só dando uma volta. - Respondi com a voz mais afeminada que consegui.
- Quer subir um pouco? - Ele me convidou, abrindo caminho pra eu entrar na van.
- Bora, por que não? - Respondi com um sorriso safado e subi.
Ao entrar, sinto que ele fechou a porta. Tirei a mochila e deixei num dos bancos, me posicionando na frente do motorista, posando como a puta que eu me sentia naquele momento. Ele me olhava em silêncio e começou a se tocar por cima da calça. Eu tava nas nuvens de tanta excitação e dei uma voltinha devagar, com movimentos sensuais, passando as mãos pelo corpo todo. Lembro que, de tão excitada, escapavam uns gemidinhos.
Quando tava de costas pra ele, senti a mão dele começando a acariciar minha bunda, e eu reagi me inclinando levemente, como se me entregasse ao apalpamento. Na hora, senti um roçar diferente na bunda e percebi que ele tava encostando a pica. Levei minha mão pra trás rapidamente. Consegui tocar ele... não era muito comprido, mas também não era curto, embora fosse bem grosso e cheio de veias. Tava bem duro e quente, e a umidade do líquido pré-seminal que escorria dele chegou até minha mão.
Desde o momento em que entrei naquele micro com as janelas cobertas por cortinas, estacionado como se nada fosse sob a sombra das grandes árvores da costanera sul de Buenos Aires; Naquele espaço privado à vista de todos, não se tinha dito uma palavra. Só os gemidos e as respirações profundas que a luxúria nos causava cortavam o silêncio que preenchia aquele veículo.
Naquele momento, me virei e imediatamente me ajoelhei diante daquele desconhecido que estava tão excitado com minha figura feminizada. O pinto dele ereto ficou na frente do meu rosto e, sem pensar, comecei a lamber ele. Sentir a rigidez... o contato da minha língua com as veias inchadas dele e o cheiro delicioso do pinto de um homem me enlouqueceram, e meus gemidos afeminados ficaram incontroláveis.
Chupava com vontade a rola daquele desconhecido. Levava ela uma e outra vez até o fundo da minha boca, e então, finalmente, o silêncio se quebrou... "Assim mesmo, promíscua, muito bem... como você adora uma rola!". A aprovação dele me encantou, e engoli a rola inteira até ele gozar na minha boca.
Não podia acreditar... era a primeira vez que tinha porra na boca e tava encantada! Embora, pra ser sincera, não era o gosto ou a consistência daquela goza que eu gostava, mas sim toda a situação; eu tinha provocado um homem vestida de mulher e recebi a ejaculação dele como um prêmio.
O macho anônimo se jogou satisfeito num dos bancos, enquanto eu me levantava ainda em êxtase e com gosto de porra na boca, me despedi do garanhão desconhecido e saí de volta pra rua.
Aquela noite não terminou naquele momento, mas não quero deixar esse relato mais longo do que já me estendi. Se vocês quiserem saber como continuou, por favor, me avisem nos comentários.
Obrigada por lerem minha história. relato!
Beijos!
Me lembro perfeitamente da sensação ao sentir aquela renda na minha pele... o fio dental se enfiando na minha bunda e o sutiã criando a ilusão linda de ter peitos. Me olhava no espelho extasiada. Tirei fotos e gravei vídeos posando como a gostosa que me sentia, só para poder me ver. Imediatamente decidi comprar algumas roupas femininas para completar um look e assim expandir aquela sensação maravilhosa que tinha ao me ver feminina. Então, logo comprei uma legging cinza com um padrão de manchas pretas e um top esportivo preto.
Quando me vi no espelho usando meu lindo conjunto esportivo, não acreditei! Me sentia divina... a legging desenhava umas curvas super sensuais e uma bunda redonda e empinada, enquanto o top completava aquela silhueta feminina, marcando os peitos que meu sutiã simulava. Então tive a sensação de que assim poderia excitar muitos homens, e essa ideia me fascinou.
Depois de alguns dias e alguns ensaios, decidi sair na rua vestida de mulher. Coloquei meu novo look por baixo da minha roupa de homem (disfarçando o sutiã com um método que não vale a pena descrever) e levei uma mochila vazia onde guardaria as roupas masculinas durante minha aventura.
Cheguei por volta das 23h no centro e fui até a reserva ecológica, na costanera sul. Para quem não conhece, explico que é uma zona relativamente pouco movimentada e com vários cantos escuros por causa da sombra das árvores. Embora a essa hora a reserva propriamente dita esteja fechada, a orla tem algumas quadras para caminhar onde há barracas de comida a noite toda e áreas verdes.
Caminhei algumas quadras até encontrar um lugar que achei adequado para fazer minha troca. Com uma agilidade incrível, tirei rapidamente a roupa de homem (que eu tinha escolhido justamente por ser fácil de tirar), ajustei meu sutiã e já estava pronta para me mostrar para todo mundo. Tava super nervosa... comecei a andar meio desengonçada por causa da adrenalina que me tomava por completo, mas aos poucos fui relaxando e comecei a curtir... sentia o vento no corpo todo com aquela roupa que dava a sensação de estar pelada de tão justa. Literalmente sentia a brisa acariciando minha bunda e fiquei fascinada.
Uns metros à frente, cruzei com um casal sentado num banco se abraçando. Eles me olharam e conversavam entre si com um sorriso... me deu um baita frio na barriga, mas ao mesmo tempo adorei e me deu coragem pra continuar meu passeio. Nesse ponto, eu já não tava só andando... eu desfilava pro mundo. Os carros passavam me iluminando e eu quase sentia os olhares dos motoristas, e alguns até buzinavam pra mim, me fazendo sentir uma deusa e me dando confiança pra seguir com minha pequena aventura.
Mais adiante, passei perto de um grupinho de uns três ou quatro caras que deviam ter uns vinte anos. Aí escuto um deles me dizer: "Oi, meu amor... quer que eu te acompanhe?" Olhei pra eles com um sorriso enquanto seguia meu caminho e ouvi outro falar: "Não, idiota, é um viado!" e caíram na risada. Fiquei meio nervosa, mas continuei andando com confiança e, por sorte, não passou disso. Depois cruzei com um grupo de minas também novinhas e gostosas que me olhavam e riam entre si. Quando passei por elas, notei que mantinham os olhos fixos em Eu e eu também ficava olhando elas, sorrindo. Aí uma delas falou: "Tá divina, rainha!" E eu respondi com um sorriso, mandando um beijo. Tenho que admitir que adoro agradar os homens, mas quando uma mulher me elogia assim, é imbatível!
Continuei meu desfile por uns metros até chegar num banco onde não tinha ninguém perto e resolvi sentar um pouco pra fumar um cigarro e processar todas as emoções que estavam passando por mim. Fiquei lá um tempo até que sinto alguém me chamar por trás: "pst... pst..." Viro e vejo um homem que, da porta de uma van executiva estacionada ali, faz sinal pra eu chegar perto. Enquanto vou na direção dele, sinto o olhar intenso dele me percorrendo dos pés à cabeça, então faço um esforço pra que meus movimentos sejam femininos e sensuais.
- Oi, tudo bem? O que cê tá fazendo? - Ele disse, me olhando com aquela intensidade nos olhos, como se tentasse me escanear com o olhar.
- Tudo bem... só dando uma volta. - Respondi com a voz mais afeminada que consegui.
- Quer subir um pouco? - Ele me convidou, abrindo caminho pra eu entrar na van.
- Bora, por que não? - Respondi com um sorriso safado e subi.
Ao entrar, sinto que ele fechou a porta. Tirei a mochila e deixei num dos bancos, me posicionando na frente do motorista, posando como a puta que eu me sentia naquele momento. Ele me olhava em silêncio e começou a se tocar por cima da calça. Eu tava nas nuvens de tanta excitação e dei uma voltinha devagar, com movimentos sensuais, passando as mãos pelo corpo todo. Lembro que, de tão excitada, escapavam uns gemidinhos.
Quando tava de costas pra ele, senti a mão dele começando a acariciar minha bunda, e eu reagi me inclinando levemente, como se me entregasse ao apalpamento. Na hora, senti um roçar diferente na bunda e percebi que ele tava encostando a pica. Levei minha mão pra trás rapidamente. Consegui tocar ele... não era muito comprido, mas também não era curto, embora fosse bem grosso e cheio de veias. Tava bem duro e quente, e a umidade do líquido pré-seminal que escorria dele chegou até minha mão.
Desde o momento em que entrei naquele micro com as janelas cobertas por cortinas, estacionado como se nada fosse sob a sombra das grandes árvores da costanera sul de Buenos Aires; Naquele espaço privado à vista de todos, não se tinha dito uma palavra. Só os gemidos e as respirações profundas que a luxúria nos causava cortavam o silêncio que preenchia aquele veículo.
Naquele momento, me virei e imediatamente me ajoelhei diante daquele desconhecido que estava tão excitado com minha figura feminizada. O pinto dele ereto ficou na frente do meu rosto e, sem pensar, comecei a lamber ele. Sentir a rigidez... o contato da minha língua com as veias inchadas dele e o cheiro delicioso do pinto de um homem me enlouqueceram, e meus gemidos afeminados ficaram incontroláveis.
Chupava com vontade a rola daquele desconhecido. Levava ela uma e outra vez até o fundo da minha boca, e então, finalmente, o silêncio se quebrou... "Assim mesmo, promíscua, muito bem... como você adora uma rola!". A aprovação dele me encantou, e engoli a rola inteira até ele gozar na minha boca.
Não podia acreditar... era a primeira vez que tinha porra na boca e tava encantada! Embora, pra ser sincera, não era o gosto ou a consistência daquela goza que eu gostava, mas sim toda a situação; eu tinha provocado um homem vestida de mulher e recebi a ejaculação dele como um prêmio.
O macho anônimo se jogou satisfeito num dos bancos, enquanto eu me levantava ainda em êxtase e com gosto de porra na boca, me despedi do garanhão desconhecido e saí de volta pra rua.
Aquela noite não terminou naquele momento, mas não quero deixar esse relato mais longo do que já me estendi. Se vocês quiserem saber como continuou, por favor, me avisem nos comentários.
Obrigada por lerem minha história. relato!
Beijos!
4 comentários - Minha primeira vez em público como mulher