Minha mãe fala da minha rola (7)

Não consigo parar, não podemos parar.Minha mãe fala da minha rola (7)
Minha mãe estava sentada, totalmente pelada na cadeira. Eu, também pelado, estava atrás dela. Era inacreditável que a gente tivesse chegado naquela situação.
Foi então que me posicionei atrás dela e segurei seus ombros. Com minhas mãos, desci até os peitos dela e os amassei devagar. Com minha boca, fui até a orelha dela e soltei:            Isso é o melhor…            Mmmmm
Eu me virei e fiquei de frente pra ela com meu pau duro, brilhando de baba e cheio de veias. Abrindo minhas pernas, fui me aproximando.
Ela tava com cara de pânico e não mexia as mãos, mesmo que com certeza tivesse vontade de agarrar ele.
Eu segurei meu pau pela base e fui balançando ele como um sabre, chegando perto dela e, principalmente, dos peitos dela. Da ponta do meu pau escorria muito líquido pré-seminal, e quando encostei a ponta num dos peitos dela e levantei, formou-se um fio de líquido que ela olhou, sem conseguir evitar morder o lábio inferior de novo.            Brian, você parece muito gostosa.            Você não me toca, eu também não toco você, é meu pau que toca seus peitos – quis me desculpar.            Aiii, por favor, Brian, você tá me matando.            Minha pica tá explodindo, tô doido, gostosa – falei pra ela            O quê?
Foi aí que, com a ponta da minha pica, rocei o mamilo esquerdo dela e ela não resistiu à tentação de pegar na minha pica com a mão e começar a esfregar ela mesma no mamilo.
O que começou como uma massagem da minha pica no mamilo dela foi se transformando aos poucos numa siririca magistral que a minha mãe tava me dando.
O problema era só um: eu tava gostando tanto que ia gozar a qualquer momento, e como é que eu avisava?            Espera, mami, que você vai me fazer gozar a qualquer momento.
Acho que foi isso que a fez parar e largar a punheta de repente, fazendo menção de se levantar.
Ajudei ela a se levantar da cadeira, segurando com a mão, e como não queria deixar tudo acabar, virei ela, levantei meu pau e apoiei na parte baixa das costas dela, abraçando ela com força por trás.
Eu não sabia como continuar, nem o que dizer. Só consegui abraçar ela forte, colar o corpo no dela e beijar o pescoço.            Brian, a gente tem que parar.            Não quero parar agora, tô afim de continuar, gostosa!            Eu sei, te entendo porque eu também…
Não deixei ela terminar e desci minha mão pra meter por dentro e começar a tocar a buceta dela.
A sensação de sentir a viscosidade do fluxo dela, da excitação dela, fez com que eu quase gozasse na mesma hora. Tanto que parei de mexer os dedos e me apertei contra ela.
Retomei o trabalho e comecei a tocar ela do jeito que a garota com quem eu tinha ficado mais de uma vez gostava, e obviamente minha mãe também gostou.
Com meu dedo médio e anelar, enfiei na buceta dela e tirei eles completamente encharcados. Repeti essa ação várias vezes enquanto sentia o corpo da minha mãe acompanhando meus movimentos.            Quero fazer você gozar – soltei pra ela            Continuei assim – ela me respondeu
Eu sabia que tinha que continuar enfiando meus dedos e tirando. Depois, com meu dedo maior, comecei a esfregar a parte alta perto do botãozinho de prazer dela. Queria que durasse mais tempo, mas a verdade é que, depois de 30 segundos, minha mãe começou a aumentar o volume dos gemidos e a me dizer:
            Sim, sim, siiiiiii            Cê gosta, mô            Sim, sim, continua, não para…            Mmmmm, adoro te tocar            Aghhh Aghhhh siiiiiim Siiii aghhhhhh
Minha mãe se desmanchava num orgasmo provocado pelos meus dedos habilidosos.            Aghhh Braiannnnn Aghhhh aghhhhh            Mmmmm, olha só, gostosa.            Aghhhhhh não consigo parar de gozar, aghhhhhhh – ela continuava            Isso, gostosa, continua, continua            É que… aghhhh Aghhhh Briannnn, pelo amor de Deusssssss            Adoro ver você gozar, gostosa            Não me fala essas coisas porque eu gozo mais e mais
Meus dedos continuavam se movendo e num instante ela se afastou de mim rapidamente. Tchau, ela ficou puta, acabou tudo, pensei            Chega, Brian, não aguento mais.            É que…
Ela colocou o dedo dela na minha boca, como me calando.            Você me fez gozar de um jeito foda – ela soltou.
Eu continuei sem falar nada. Foi ela quem pegou no meu pau com a mão e começou uma punheta lenta, enquanto sussurrava no meu ouvido:            Sei que isso é errado, mas não vou te deixar na mão.            Valeu, mãe            Não fala nada, você merece isso pelo jeito que me fez gozar.
E eu não falei nada. Deixei minha mãe cuidar de tudo a partir daí, e foi o que ela fez.            Aproveita, meu amor.
Minha mão quis subir pelo peito dela e ela me parou.
            Shhhh, não me toca, só se deixa levar e curte o momento.
Agora minha mãe veio por trás de mim e encostou os dois peitões nas minhas costas, com a mão dela me abraçou por trás e acariciou meu peito enquanto com a outra mão descia pro meu pau que tava prestes a explodir.            Mamãe vai te fazer gozar – ela sussurrou no meu ouvido            Mmmmm siiiim Minha mãe começou a me bater uma lentamente. Era uma tortura deliciosa. A maciez da mão dela, os movimentos certinhos pra frente e pra trás. A pressão exata. Era perfeito.            Eu gosto muito, gostosa            Sim, meu amor, aproveita.
Agora minha mãe me batia uma punheta com um ritmo gostoso e com a outra mão acariciava minhas bolas enquanto se abaixava um pouco. Agora ela estava de lado e beijava meu quadril enquanto me dizia:            Tá muito carregado, né?            Muito gostosa, vou gozar            Agora?" – quis saber            Sim, mamãe, vou gozar.
Ela começou a me punhetar com mais ritmo e, com a outra mão, tentou segurar minha cueca pra não sujar, mas já era tarde.
Uma corrente percorreu meu corpo dos pés até a ponta do meu pau e:            Aghhhh mmmmm – gozei
Um jato saiu disparado e minha mãe soltou um “Uai” mas não parou de me punhetar. O segundo jato foi pior e mais longo, indo bem longe e surpreendendo minha mãe, que largou o pano e voltou a acariciar minhas bolas com a outra mão enquanto se deliciava com minha porra.
Era muito gostoso ver a cara de fascinação que minha mãe tinha me vendo gozar. Ela mordia o lábio e molhava ele com a língua. Pra mim, ela tava morrendo de vontade de chupar minha pica, mas não quis abusar.
Agora ela continuava espremendo meu pau enquanto saíam as últimas gotas e pegava minha cueca de novo pra limpar os restos de porra.            Vai tomar banho enquanto eu lavo sua cueca – ela me disse            Sim, mãe.            Assim que eu gosto, me obedecendo e se comportando direitinho" – ela me disse rindo.            Se você vai me tratar assim, vou me comportar bem pra sempre – respondi rindo.
Minha mãe me olhou séria e disse:
            Isso que aconteceu não pode acontecer de novo.            É que…
Continua…
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