
CAPÍTULO 2

A verdade é que passei o dia inteiro matutando pra descobrir o que as duas estavam tramando... mas não faço a menor ideia, embora tenha certeza de que vai ser algo especial, à altura dos meus dezoito!!
Mamãe sempre me disse que, nessa idade, a gente já tem que começar a pensar por si mesmo, largar um pouco as saias da mãe e pensar numa vida nova, conhecer umas minas e toda essa parada.
Por um momento passou pela minha cabeça a ideia de que fosse a moto que eu tinha pedido meses atrás, mas depois descarto porque isso apavora a mamãe, tipo, a motocicleta, nem de brincadeira...
Não consigo me concentrar na aula praticamente nada, nem com a professora gostosa de inglês e sua calça jeans apertada, mas hoje só fico na expectativa da surpresa que me preparam em casa e, além dessa curiosidade, ainda tenho gravada a imagem da minha mãe e da minha irmã me beijando daquele jeito tão sensual na boca.
Uma vestida com uma camisola super fina, que quase deixa os bicos à mostra e dá pra adivinhar um corpaço por baixo do tecido leve, e a outra com umas leggings tão justas no corpo que são quase uma segunda pele... Isso é demais pra qualquer ser vivo, imagine pra um tarado safado como eu!!
Meu pau deu outra sacudida lembrando daquele momento. Tá sempre a ponto! Desde que raspei ele junto com as minhas bolas, ficou brincalhão e cheio de vontade de festa.
Não culpo ela, porque eu também. Olha, eu até tento tirar da minha cabeça esse jeito sujo de ver minhas "garotas", mas meu equipamento não parece concordar e continua crescendo sem parar dentro da minha calça.
É meu colega de mesa que me diz que eu tô me distraindo e a professora tá me perguntando sei lá o quê... Ele me olha com cara feia ao ver que eu travei!! Tô com medo de tirar outro zero em inglês de novo.
Nem consigo me concentrar no treino de hoje, e olha que é uma das coisas que mais curto. Só fico pensando nos beijos e nos corpos das minhas duas gostosas em casa.
Por que é que eu tenho que ter uma mãe tão gostosa e uma irmã que também é de outro mundo???!!
Chego em casa finalmente nesta tarde do meu aniversário, louco pra rever minhas musas, cada dia mais desejadas… Ouço minha mãe mexendo na cozinha e, quando espio, vejo também a Fany. As duas estão se virando com alguns canapés e bolinhos que tão preparando pro meu aniversário.
Droga! Olho bem pra elas e não acredito, tão maravilhosas... As duas tão de vestido, mas tão mais arrumadas que o normal, quase diria que muito elegantes e extremamente gostosas ao mesmo tempo.
Já imaginava que meus dezoito iam ser celebrados quase como minha formatura, mas isso supera todas as expectativas.
Mamãe tá usando um vestido longo, quase até o chão e bem justinho, na cor bege, que realça poderosamente as curvas enormes dela, especialmente o quadril e, claro, os peitões volumosos.
O decote destaca as tetonas dela mais do que o normal, que já são grandes por si só, agora eu as vejo enormes, monstruosas. Ela calçou uns sapatos de salto que eu nunca tinha visto antes. No cabelo, fez um coque bem charmoso, os olhos maquiados, lábios vermelhos e algumas das joias dela, que são um colar gargantilha, brincos combinando e anéis e pulseiras pra todo lado. Ela tá uma gostosa, parece que tem quinze anos a menos.
Fany tá igualmente sensacional... Tá usando um vestido bem justinho, mas esse é curtíssimo, daqueles que se ela se abaixa mostra tudo.
Did I already mention that miniskirts look perfect on her? In that red lycra dress, which I haven't seen before either, her curves are powerfully accentuated, and with a generous neckline—far removed from Mom's impressive cleavage—she looks extremely sexy.
O cabelo dela com cachos, que ela deve ter feito com chapinha naquela mesma tarde, os lábios pintados de um rosa chiclete e umas sandálias de salto altíssimo que fazem ela ficar quase da minha altura. Ela também tá usando uns brincos grandes de argola, várias pulseiras e uma tornozeleira na parte de cima do braço. Tá de dar água na boca!! Ela sempre tá divina, mas nunca antes eu tinha visto ela tão arrebentadora.
— Que gostosas... Eh! — falo quase por inércia, mas não é um elogio, elas estão divinas e eu grito realmente impressionado.
Ambas levantam o olhar e sorriem agradecidas.
— Van de casamento ou o quê?!! — perguntei, me fazendo de engraçadinho.
− Não, vamos pro aniversário!! - responde a Fany com seu sorriso branco.
— Vamos, amor, sobe pra se trocar que isso já tá quase pronto. Fiz os canapés que você gosta. Não demora. — ordena minha mãe Jeny.
Subo pro meu quarto, ainda impactado com a imagem das minhas meninas e me desnudo, pronto pra me trocar sem parar de pensar naquela cena da minha irmã e da minha mãe na cozinha... Elas estão realmente deslumbrantes...!!
Meu pau confirma isso, porque continua completamente ereto e quase me custou tirar a cueca.
Não sei que roupa vestir, já que quero estar à altura da comemoração da minha festa e também à altura delas, claro.
Não costumo ter roupa elegante, mas escolho uma calça jeans nova que me cai muito bem, uma camiseta vinho e um blazer de linho bege.
Me olho no espelho e falo pra mim mesma.
- caralho, Tomy.. você tá parecendo um homem de verdade!! - Peguei na minha rola por cima da calça e falei bem alto.
− Você, relaxadinha… hein!!
Quando volto pra sala, vejo que minhas meninas decoraram a mesa com flores e os talheres das ocasiões especiais.
As portas e os quadros tão cheios de guirlandas e balões.
— Ei... que gato! — grita minha irmã ao me ver aparecer na sala, e dessa vez não pareceu ser com aquele tom sarcástico dela nem nada do tipo, acho que eu também pareço tão gostoso e elegante pra ela quanto ela pra mim.
− Que gostoso! - acrescenta minha mãe ao sair da cozinha com uma bandeja de canapés.
− Obrigada, mas vocês é que estão impressionantes...!! - As duas se olham e sorriem.
Raramente sou efusivo em galanteios ou cantadas pras minhas duas mulheres, mas a real é que falo com toda sinceridade e, longe de ser só educação, faço como homem, atraído por duas belezas impressionantes.
Meu pau confirma isso de novo com uma dessas suas ereções. E eu, como sempre, tentando disfarçar.
A mesa é um verdadeiro banquete, com montes de docinhos, canapés e outras gostosuras que a mamãe prepara com tanto carinho, mas também é um banquete ver aquelas duas mulheres circulando da cozinha pra sala, exibindo seus atributos mais exuberantes do que nunca....
— Serve o vinho, Tommy — comenta minha mãe quando traz o último prato.
— Pô, hoje você vai me deixar beber, mãe..?? — falo empolgado.
− Claro, meu amor, você já é maior de idade!!! - responde sorrindo.
Não é que eu nunca tenha bebido antes, mas ela desconfia, e nunca me deixou encostar em álcool na frente dela.
Pelo que vejo, hoje à noite tem "open bar".
O jantar tá rolando super agradável e meus olhos não param de ir do decote da minha mãe pras coxas da minha irmã, alucinado com esses dois corpos reluzentes, bem voluptuosos.
Bebemos vinho pra caralho, com certeza demais pra todo mundo… o negócio é que de repente as conversas vão virando pra putaria.
— Me diga, filho, no assunto do sexo, você ainda não estreou? — é a pergunta direta da minha mãe.
− Mamãe! - protestei, aflito.
— Tá bom, então você não experimentou. Já imaginava. Mas não se preocupa, com esse corpão, cê vai achar uma mina disposta rapidinho.
Nós três sempre tivemos muita confiança, embora não tanta pra falar dessas intimidades de forma tão direta. Eu fico sem graça e não sei onde me enfiar com essas perguntinhas. Mamãe me manda outro dardo...
− Você se masturba muito, Tom??!!
Quase engasgo com o último gole de vinho. Minha irmã tapa a boca com as costas da mão pra gente não ver como ela tá morrendo de rir.
— Vamos, idiota. A Fany já me confessou que ela é virgem e que se masturba direto, não tem nada de errado nisso. E você...??!!
Olho pra minha irmã de novo e fico vermelho. Dessa vez ela já não sorri, mas também dá pra ver o constrangimento dela, tá corada, mas tenta me passar uma calma com um sorriso meio forçado, confirmando o que minha mãe tá dizendo.
Tô alucinado!! Primeiro por saber que minha irmã Fany se masturba pra caralho!! algo que eu não fazia ideia e nunca tinha imaginado nem de longe, mas agora que pensei nisso, minha pica já subiu de novo apontando pro teto.
Outra coisa que me deixa transtornado é que ela contou pra mamãe com tanta naturalidade. E ainda por cima virgem, com certeza quem perder a virgindade com ela vai viver um dos momentos mais inesquecíveis da vida.
- Galera, hoje é dia de todo mundo abrir o jogo, afinal de contas você já é um homem… uma mulher e eu, sua mãe, que também quero ser sua amiga pro que vocês precisarem e conselheira também, claro…
— É que isso é muito particular, mãe — protesto bem sério — ...É como se a gente te perguntasse se você já deu pra alguém depois do papai...
Ao dizer isso, percebo que meti os pés pelas mãos, porque isso é algo muito íntimo que já imaginei da minha mãe, mas é claro, não posso confirmar, só imaginar.
Sei que desde a morte do papai, quase quinze anos atrás, minha mãe não conseguiu ficar sem provar sexo, mesmo que nunca tenha nem sequer deixado isso claro. O engraçado é que naquele momento ela não se segura e me responde como quem não quer nada.
− Pois é, filho, e fico feliz em te contar que já transei com vários caras.
Se me espetarem, não sangro. Vários homens? Não consigo evitar imaginar minha mãe pelada sendo acariciada por uns caras sem rosto.
− Sério? - pergunta Fany, igualmente surpresa, de boca aberta!!
− Claro, filha, que a gente não é de pedra e precisa satisfazer suas necessidades...
— Com quem, mamãe?! — pergunta de novo, curiosa, minha irmã na noite das confissões proibidas.
− Pois é, com... meu chefe!! uma vez, com.. um parceiro da academia!! Que acho que vocês não conhecem e com o Adrián, o vizinho… que aliás tem um pauzão enorme e fode maravilhosamente...
Minha mãe não consegue continuar, porque me dá uma tosse que me faz engasgar só de ouvir o que sai da boca dela.
Ela disse pau e foder na mesma frase, e isso é algo que ela costuma evitar até pra contar uma piada.
Tô vendo a cara do meu vizinho Adriano, um cara separado que parece um santinho, e vejo ele comendo a minha mãe. Aí me dá um monte de coisa estranha que não consigo processar, entre inveja, ciúme, raiva, tesão...
Ela continua listando suas façanhas sexuais com a maior cara de pau do mundo. Carla e eu nos olhamos sem acreditar, parece impossível. Não tanto porque não seja verdade o que ela viveu, mas pelo fato de contar tudo com tanta facilidade.
Acho que o vinho é forte pra caralho e já subiu pra cabeça dela rapidão.
− É verdade, filhos, não tem nada de errado!! A gente tem suas necessidades, já tô falando. Vocês se masturbam e uma hora vão curtir o sexo direto com outra pessoa... Imagino que tão doidos por isso, é normal... — nossa mãe fala, tomando mais um belo gole de vinho.
Eu imito ela e olho pro meu pau, que continua duro como uma pedra. Depois, olho pra Fany, que parece tão excitada quanto eu.
A conversa foi quase uma confissão e, da minha parte, no final tive que admitir, mais envergonhado do que outra coisa, como eu bato uma punheta direto, com minhas siriricas matinais, as noturnas e as que pintarem, embora a Fany também tenha reconhecido que bate uma de vez em quando, muito mais do que eu jamais imaginaria.
Ela confessou que se toca no chuveiro e na cama mais de uma vez, algo que ainda me parece inacreditável, mas deve ser verdade pelo jeito tão envergonhado que ela fala.
Meu pau fica louco de contente e parece estar me dizendo, "bom, isso tem que ser celebrado com uma boa punheta hoje à noite, né?
Não consigo tirar da cabeça a imagem da Fany acariciando aquela buceta linda dela.
Mamãe nos contou que também tem um brinquedinho com o qual ela se masturba de vez em quando... Um consolo com formato de pau qu
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