Se não viram meus outros posts, recomendo que vão dar uma olhada:Inícios sissy
Inícios sissy parte 2Aqui vou contar pra vocês o começo da minha história com o Oscar. Meu primeiro coroa gostoso.
Acontece que, acho que já contei antes, eu morava com a minha mãe. Ela me teve nova e se cuidava muito bem. Claro que todos os meus amigos viviam me zoando por causa dela.
Morávamos numa casa e sempre tinha coisa pra fazer nela. Manutenção básica de coisas que quebravam, etc. No bairro tinha um senhor chamado Oscar que cuidava disso. Um cara de uns 50 e poucos anos, de porte grande, bem corpulento, dava pra ver que tinha muita força. O cara fazia um pouco de tudo: alvenaria, pintura, encanamento, etc. Então minha mãe chamava ele sempre que qualquer coisa acontecia.
Eu não tinha muito contato com ele, só um "oi" quando ele tava em casa fazendo alguma coisa ou quando eu cruzava com ele no bairro.
Com o tempo, o cara começou a me excitar. Já comentei antes que comecei fantasiando mais com paus do que com homens, mas aos poucos eles foram me dando tesão. O pior é que não sei por que os que mais me deixavam com tesão eram os coroas grandões, quanto mais cara de tarado velho, mais me excitava. E o Oscar era exatamente assim.
Então, com o passar do tempo, a imagem dele era uma das coisas que vinha na minha cabeça na hora de me tocar. Mas ficava só nisso, eu não tinha coragem de fazer mais nada. Primeiro pela proximidade, e segundo pela diferença de idade. Eu dizia pra mim mesmo: não posso ser tão promíscuo a ponto de pensar em ficar com ele. Além disso, não conseguia imaginar um jeito de avançar.
Tudo tava assim até que um dia minha mãe me disse que o Oscar tava com um problema no computador dele e que ela falou que eu podia ajudar (sempre fui bom com tecnologia, e também por causa da minha idade). Então ela mandou eu ir ajudar ele, já que ele sempre tava disposto a nos ajudar com as coisas da casa.
Era minha chance de tentar fazer alguma coisa, mas não me vinha nada na cabeça. A única ideia que tive foi vestir uma fio dental por baixo. Só de pensar em estar de fio dental perto dele já me deixava com tesão, e eu podia usar isso como lembrança pros meus momentos de putaria.
Então enfiei a fio dental, coloquei uma calça por cima e fui pra casa do Oscar.
Eu ia fazer só isso, mas enquanto caminhava até a casa do Oscar, que ficava a umas duas quadras, fiquei pensando no que mais podia fazer. Aí me veio a ideia de tentar agir de um jeito mais feminino na frente dele.
Chego na casa, dou um beijo de saudação e apoio as mãos bem de leve no peito e no ombro dele. Ele me convida pra entrar e, quando passo na frente dele, balanço bem a cintura.
Ele me leva até onde tá o computador e me conta o problema que tinha. E nada, começo a resolver — não era nada muito complicado.
Enquanto isso, ele ia e voltava, puxando um papo aqui e ali. Perguntas genéricas, sobre o bairro, o tempo, essas coisas.
Eu não conseguia evitar de ficar bem viadinho enquanto falava com ele.
E aí, de repente ele me pergunta: "Tá namorando?" Óbvio que falei que não, e ele me deu abertura pra perguntar pra ele. E ele disse que tinha se separado fazia um tempão, e eu falei "uhh..." e ele completou: "Mas não tô sofrendo não, sempre encontro uma boa companhia." Aí perguntou da minha mãe, se ela tava saindo com alguém. Falei que não sabia, que achava que não.
(Minha mãe namorou pouquíssimas vezes, ou pelo menos que eu soubesse. E já fazia anos que não apresentava ninguém, mas saía em alguns fins de semana.)
"Ah", ele disse, "que estranho, uma mulher como ela não devia ter problema pra arrumar alguém." Não sabia muito o que responder, falei "é, é" e meio que a conversa morreu ali.
Ele me deixou mais um tempo sozinho, eu tava no fogo, entre a calcinha fio dental que eu tava usando, sozinha na casa daquele macho que me incendiava, e ainda falando da minha mãe, tava explodindo.
Fiquei mais um pouco e terminei o negócio do computador. Aproveitei que ele não tava e tive a ideia de olhar o histórico pra ver o que tinha. Apareceu um monte de buscas pornô: anal, milf, lésbicas... e travestis. Quando vi isso, fiquei puta de tesão e pensei: "Capaz que tenho chance com ele."
Fechei tudo e avisei que já tinha resolvido o problema do PC.
Ele agradeceu e abriu a porta pra me despedir.
Eu, internamente, falei: "Essa é minha última chance, tenho que tentar algo mais."
Então, na hora de me despedir, fiz igual no começo, mas mais ousada, e quando fui dar o beijo, em vez do tradicional beijo no rosto, encostei meus lábios na bochecha dele e saí andando, rebolando a bunda.
Uns metros mais à frente, viro a cabeça por cima do ombro enquanto continuo andando e vejo o Oscar olhando fixamente pra minha rabeta. Quando percebe que eu me virei, leva a mão pro volume dele e eu me despeço com um sorrisinho antes de seguir em frente.
Continua...
Se gostaram, comentem.
Beijinhos.
Inícios sissy parte 2Aqui vou contar pra vocês o começo da minha história com o Oscar. Meu primeiro coroa gostoso.
Acontece que, acho que já contei antes, eu morava com a minha mãe. Ela me teve nova e se cuidava muito bem. Claro que todos os meus amigos viviam me zoando por causa dela.
Morávamos numa casa e sempre tinha coisa pra fazer nela. Manutenção básica de coisas que quebravam, etc. No bairro tinha um senhor chamado Oscar que cuidava disso. Um cara de uns 50 e poucos anos, de porte grande, bem corpulento, dava pra ver que tinha muita força. O cara fazia um pouco de tudo: alvenaria, pintura, encanamento, etc. Então minha mãe chamava ele sempre que qualquer coisa acontecia.
Eu não tinha muito contato com ele, só um "oi" quando ele tava em casa fazendo alguma coisa ou quando eu cruzava com ele no bairro.Com o tempo, o cara começou a me excitar. Já comentei antes que comecei fantasiando mais com paus do que com homens, mas aos poucos eles foram me dando tesão. O pior é que não sei por que os que mais me deixavam com tesão eram os coroas grandões, quanto mais cara de tarado velho, mais me excitava. E o Oscar era exatamente assim.
Então, com o passar do tempo, a imagem dele era uma das coisas que vinha na minha cabeça na hora de me tocar. Mas ficava só nisso, eu não tinha coragem de fazer mais nada. Primeiro pela proximidade, e segundo pela diferença de idade. Eu dizia pra mim mesmo: não posso ser tão promíscuo a ponto de pensar em ficar com ele. Além disso, não conseguia imaginar um jeito de avançar.
Tudo tava assim até que um dia minha mãe me disse que o Oscar tava com um problema no computador dele e que ela falou que eu podia ajudar (sempre fui bom com tecnologia, e também por causa da minha idade). Então ela mandou eu ir ajudar ele, já que ele sempre tava disposto a nos ajudar com as coisas da casa.
Era minha chance de tentar fazer alguma coisa, mas não me vinha nada na cabeça. A única ideia que tive foi vestir uma fio dental por baixo. Só de pensar em estar de fio dental perto dele já me deixava com tesão, e eu podia usar isso como lembrança pros meus momentos de putaria. Então enfiei a fio dental, coloquei uma calça por cima e fui pra casa do Oscar.
Eu ia fazer só isso, mas enquanto caminhava até a casa do Oscar, que ficava a umas duas quadras, fiquei pensando no que mais podia fazer. Aí me veio a ideia de tentar agir de um jeito mais feminino na frente dele.Chego na casa, dou um beijo de saudação e apoio as mãos bem de leve no peito e no ombro dele. Ele me convida pra entrar e, quando passo na frente dele, balanço bem a cintura.
Ele me leva até onde tá o computador e me conta o problema que tinha. E nada, começo a resolver — não era nada muito complicado.
Enquanto isso, ele ia e voltava, puxando um papo aqui e ali. Perguntas genéricas, sobre o bairro, o tempo, essas coisas.
Eu não conseguia evitar de ficar bem viadinho enquanto falava com ele.
E aí, de repente ele me pergunta: "Tá namorando?" Óbvio que falei que não, e ele me deu abertura pra perguntar pra ele. E ele disse que tinha se separado fazia um tempão, e eu falei "uhh..." e ele completou: "Mas não tô sofrendo não, sempre encontro uma boa companhia." Aí perguntou da minha mãe, se ela tava saindo com alguém. Falei que não sabia, que achava que não. (Minha mãe namorou pouquíssimas vezes, ou pelo menos que eu soubesse. E já fazia anos que não apresentava ninguém, mas saía em alguns fins de semana.)
"Ah", ele disse, "que estranho, uma mulher como ela não devia ter problema pra arrumar alguém." Não sabia muito o que responder, falei "é, é" e meio que a conversa morreu ali.
Ele me deixou mais um tempo sozinho, eu tava no fogo, entre a calcinha fio dental que eu tava usando, sozinha na casa daquele macho que me incendiava, e ainda falando da minha mãe, tava explodindo.
Fiquei mais um pouco e terminei o negócio do computador. Aproveitei que ele não tava e tive a ideia de olhar o histórico pra ver o que tinha. Apareceu um monte de buscas pornô: anal, milf, lésbicas... e travestis. Quando vi isso, fiquei puta de tesão e pensei: "Capaz que tenho chance com ele."
Fechei tudo e avisei que já tinha resolvido o problema do PC.
Ele agradeceu e abriu a porta pra me despedir.
Eu, internamente, falei: "Essa é minha última chance, tenho que tentar algo mais."
Então, na hora de me despedir, fiz igual no começo, mas mais ousada, e quando fui dar o beijo, em vez do tradicional beijo no rosto, encostei meus lábios na bochecha dele e saí andando, rebolando a bunda.
Uns metros mais à frente, viro a cabeça por cima do ombro enquanto continuo andando e vejo o Oscar olhando fixamente pra minha rabeta. Quando percebe que eu me virei, leva a mão pro volume dele e eu me despeço com um sorrisinho antes de seguir em frente.
Continua...Se gostaram, comentem.
Beijinhos.

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