Primeira parte aquihttps://m.poringa.net/posts/relatos/6356725/Radiografia-de-los-cuernos.html#Segunda parte aquihttps://www.poringa.net/posts/relatos/6360271/Radiografia-de-los-cuernos-Parte-2.htmlRelato baseado nas experiências com "Miguel" e sua mulher "Sasha" (sessões de terapia)
Foi curioso como fomos resolvendo.
A humilhação tinha sido em todo o espectro. Social. Todos menos ele, no seu círculo, sabiam que ele era um cuck.
Familiar. O filho mais velho era idêntico ao bull e a mulher dele tinha insistido em colocar um nome do país do bull (justamente o nome do irmão do bull).
Humilhação de casal. Na hombridade. No sexual. No humano. Um soco direto no fígado.
Ele estava decidindo se separava agora ou um pouco depois. Sugeri calma. Primeiro tinha que limpar e desinfetar a ferida.
Sasha é advogada. Com certeza está esperando o golpe e aqui Miguel é quem sai perdendo.
Mesmo tendo tudo a favor. Então defendi baixar a bola primeiro.
Ele me lembrava como o Francês olhava nos olhos dele enquanto metia na mulher dele de quatro.
Como ela esqueceu de disfarçar que ele importava mais pra ela do que a pica do loiro.
E o que mais tinha gerado humilhação nele é como, pra ambos, deixou de importar que ele estivesse olhando e eles se entregaram à foda pesada.
Por que não cortaram no quarto.
Quando o Francês gozou dentro da esposa dele. Ela passou por ele no corredor em silêncio e sem olhar pra ele. Entrou no banheiro.
Ele podia ver o rastro de porra que ela deixava pelo caminho. O cara tinha enchido ela.
O Francês depois de fumar um cigarro. Um charuto. Entrou no banheiro com ela. Dando uma passada por cima pra não pisar no Miguel que continuava no chão do corredor.
Ouviu que conversaram um pouco (ela parecia meio histérica) e depois ele ouviu de novo os gemidos da mulher dele debaixo do chuveiro.
Miguel levantou e foi pro outro quarto.
Não achava Uber naquelas horas da madrugada. Só ficou soluçando esperando eles terminarem no chuveiro pra tomar banho também.
Mas não terminavam mais.
Os gritos dos dois eram exagerados. Parecia que gostavam que ele estivesse ouvindo. Que ele estivesse ali. ouvindo.
Desenrolando, focamos naquilo que ainda dava motivos pro Miguel continuar.
O tesão dele.
Foram 8 sessões (inicialmente) enquanto o tempo passava.
Dormiam em camas separadas. A mulher dele não podia reclamar de nada. Dava pra ver que ela tava vulnerável. Com culpa. Miguel deixava todo o tempo livre dele cuidando dos filhos. Sumiu por dois fins de semana inteiros. Não falava com ela e evitava ela se os pivetes não estivessem no meio.
Ela veio me perguntar várias vezes quando finalmente poderia falar disso diretamente com o marido. Não tinha relógio.
Aproveitei pra conferir a versão do "que aconteceu depois". Me pareceu exagerado demais o que Miguel me contou.
Ela mentiu, obviamente.
Vou contar pra vocês:
Zona rural do interior. Miguel não conseguia Uber pra ir pro aeroporto.
Enquanto ouvia eles se pegando no chuveiro. Os gritos da mulher dele, os tapas molhados. O que o francês falava pra ela.
Quando acabou, o francês saiu e na porta do banheiro falou alto que ela não tinha a PERMISSÃO dele pra falar com o cuck.
Instantes depois, ele invadiu o outro quarto igual um pretoriano. Pelado. Ainda molhado. Com a pica mole, enorme, a cabeça vermelha.
Miguel tava um bagaço. Sujo, três punhetas na conta, ainda meio bêbado, mal dormido e tinha chorado litros de lágrimas.
Ele jogou uma peça de roupa pro Miguel e disse (com um sotaque bem carregado):
"Isso vai acontecer, cuck. Essa lingerie é tudo que você vai ter da Sasha até eu ir embora. Enquanto isso, pode cheirar ela. Mais tarde, se você se comportar, vou trazer outra. E amanhã, se você se comportar muito bem, vai tirar ela molhada pra eu poder foder ela.
Eu venho poucas vezes por ano e quando venho, a Sasha é minha.
Normalmente ela mente pra você que é viagem de trabalho ou visitar a família. Mas te prometo que as mentiras acabaram.
Ela é minha. Não fala com ela e não olha nos olhos dela.
Você não vai foder o dia e meio que falta de festa. Você pode ficar aqui. E Eu vou com ela pra foder ela direto, e você vai ficar olhando se se comportar bem.
Entendeu, corno?
Me dá seu smartphone. Desbloqueia ele.
(escreve no celular dele)
Pronto! Você não vai mais escrever pra MINHA puta.
Eu vou te escrever e te mandar fotos de como ela se diverte, se eu achar necessário.
Se a gente voltar de madrugada, a gente traz comida. E se eu te chamar pra você nos ver, você vem. Se eu não chamar, não enche o saco.
E parece que foi assim.
Ele não disse. Mas imaginei ele cheirando a tanga preta de renda. O cheiro de buceta quente da mulher dele, que esses dias ele já sabia que NÃO era mais dele.
Eles se prepararam e foram pra festa.
Miguel tomou banho. O banheiro era um desastre.
Mas ao longo do dia, ele se sentiu em paz por alguns momentos.
Encontrou Uber. Mas não pediu.
Ficou por algum motivo. Achou que estava errado, mas ficou mesmo assim.
Foi pro quarto principal quando não tinha ninguém. Os lençóis pareciam uma pintura de Pollock. Respingados e úmidos.
Sentiu o cheiro. Foi pegar mais tangas e se masturbou de joelhos no tapete. Bem onde estava antes. Vendo por trás como o francês macetava a esposa dele de quatro.
Limpou o esperma. Tomou outro banho.
A mulher dele chegou correndo um tempo depois. Não falou com ele. Não olhou pra ele. Pegou um biquíni e saiu de novo. Deixou uma sacola de supermercado em cima da pia. Com comida.
E ele acordou com gritos de madrugada.
"Corno! Vem, corno!"
Dava pra ouvir a mulher dele dizendo: "Não, deixa ele!"
Ele se aproximou em silêncio pelo corredor. Dava pra ouvir os sons de carne batendo em carne, gemidos e respiração acelerada.
Eles estavam lá embaixo. No sofá, debaixo da escada que chegava no encosto do sofá. A mulher dele olhava pra ele de frente, desfigurada de cansaço e prazer. Atrás dela, o francês metia forte. Pela expressão de dor da mulher dele, dava pra perceber que era sexo anal. Ele não entendia como aquela pica enorme conseguia entrar no cu dela sem rasgar.
Mas era hipnótico olhar pra ela. Pele brilhante. Os peitos lindos que ele conhecia bem, sendo apertados, brilhantes, balançando.
As palmadas que ele dava nela.
Ela, de vez em quando, olhava fixo pra ele, meio com vergonha mútua. Desviava o olhar pra sorrir de prazer e gemer.
O francês olhava fixo pra ele enquanto metia com um ritmo constante. Tipo uma bomba d'água. Taca taca taca taca.
Ela disse:
"Vai embora! Não quero que ele nos veja!"
O francês:
"Anda, cuck. Vaza"
Ele subiu com o pau bem duro.
Mas dessa vez arrumou a mala. Se vestiu enquanto continuavam fodendo lá embaixo e saiu sem ouvir os gritos da mulher e as ordens do francês.
Pegou as chaves do carro na bolsa dela. Entrou no carro e foi embora.
Miguel dirigiu em linha reta.
O que mais preocupava ele agora era o tesão que tava. Ainda faltava um dia de festa.
O celular dele não parava de tocar.
A mulher dele ligava e mandava mensagens. Áudios.
E o francês mandava fotos e vídeos. E um único áudio.
Dizia:
"Cuck. Olha como ela é feliz! Eu faço ela feliz assim, cuck. Não estraga as coisas"
Fotos e vídeos dela dançando com os amigos. Na piscina, todo mundo bêbado jogando vôlei. E por outro lado, fotos da mulher dele na frente do espelho, nua, sendo penetrada por um francês loiro enorme por trás. Uma imagem foda da porra do francês espalhada sobre a buceta da mulher dele. Passava do umbigo dela. Ela tava brilhando de suor e salpicada de esperma.
E uma foto que ele sabia que era pra ele. De várias calcinhas penduradas no pau do francês. Era o prêmio dele pra quando ela voltasse. E ele pudesse cheirar.
Ele chegou no domingo. E na terça-feira conheceu ele.
Ainda estamos resolvendo.
O francês foi embora.
Eles ficaram.
Ela ainda não quer admitir que gosta de tudo isso.
De ser tão cuck assim.
Mas acho que tá no caminho certo.
Foi curioso como fomos resolvendo.
A humilhação tinha sido em todo o espectro. Social. Todos menos ele, no seu círculo, sabiam que ele era um cuck.
Familiar. O filho mais velho era idêntico ao bull e a mulher dele tinha insistido em colocar um nome do país do bull (justamente o nome do irmão do bull).
Humilhação de casal. Na hombridade. No sexual. No humano. Um soco direto no fígado.
Ele estava decidindo se separava agora ou um pouco depois. Sugeri calma. Primeiro tinha que limpar e desinfetar a ferida.
Sasha é advogada. Com certeza está esperando o golpe e aqui Miguel é quem sai perdendo.
Mesmo tendo tudo a favor. Então defendi baixar a bola primeiro.
Ele me lembrava como o Francês olhava nos olhos dele enquanto metia na mulher dele de quatro.
Como ela esqueceu de disfarçar que ele importava mais pra ela do que a pica do loiro.
E o que mais tinha gerado humilhação nele é como, pra ambos, deixou de importar que ele estivesse olhando e eles se entregaram à foda pesada.
Por que não cortaram no quarto.
Quando o Francês gozou dentro da esposa dele. Ela passou por ele no corredor em silêncio e sem olhar pra ele. Entrou no banheiro.
Ele podia ver o rastro de porra que ela deixava pelo caminho. O cara tinha enchido ela.
O Francês depois de fumar um cigarro. Um charuto. Entrou no banheiro com ela. Dando uma passada por cima pra não pisar no Miguel que continuava no chão do corredor.
Ouviu que conversaram um pouco (ela parecia meio histérica) e depois ele ouviu de novo os gemidos da mulher dele debaixo do chuveiro.
Miguel levantou e foi pro outro quarto.
Não achava Uber naquelas horas da madrugada. Só ficou soluçando esperando eles terminarem no chuveiro pra tomar banho também.
Mas não terminavam mais.
Os gritos dos dois eram exagerados. Parecia que gostavam que ele estivesse ouvindo. Que ele estivesse ali. ouvindo.
Desenrolando, focamos naquilo que ainda dava motivos pro Miguel continuar.
O tesão dele.
Foram 8 sessões (inicialmente) enquanto o tempo passava.
Dormiam em camas separadas. A mulher dele não podia reclamar de nada. Dava pra ver que ela tava vulnerável. Com culpa. Miguel deixava todo o tempo livre dele cuidando dos filhos. Sumiu por dois fins de semana inteiros. Não falava com ela e evitava ela se os pivetes não estivessem no meio.
Ela veio me perguntar várias vezes quando finalmente poderia falar disso diretamente com o marido. Não tinha relógio.
Aproveitei pra conferir a versão do "que aconteceu depois". Me pareceu exagerado demais o que Miguel me contou.
Ela mentiu, obviamente.
Vou contar pra vocês:
Zona rural do interior. Miguel não conseguia Uber pra ir pro aeroporto.
Enquanto ouvia eles se pegando no chuveiro. Os gritos da mulher dele, os tapas molhados. O que o francês falava pra ela.
Quando acabou, o francês saiu e na porta do banheiro falou alto que ela não tinha a PERMISSÃO dele pra falar com o cuck.
Instantes depois, ele invadiu o outro quarto igual um pretoriano. Pelado. Ainda molhado. Com a pica mole, enorme, a cabeça vermelha.
Miguel tava um bagaço. Sujo, três punhetas na conta, ainda meio bêbado, mal dormido e tinha chorado litros de lágrimas.
Ele jogou uma peça de roupa pro Miguel e disse (com um sotaque bem carregado):
"Isso vai acontecer, cuck. Essa lingerie é tudo que você vai ter da Sasha até eu ir embora. Enquanto isso, pode cheirar ela. Mais tarde, se você se comportar, vou trazer outra. E amanhã, se você se comportar muito bem, vai tirar ela molhada pra eu poder foder ela.
Eu venho poucas vezes por ano e quando venho, a Sasha é minha.
Normalmente ela mente pra você que é viagem de trabalho ou visitar a família. Mas te prometo que as mentiras acabaram.
Ela é minha. Não fala com ela e não olha nos olhos dela.
Você não vai foder o dia e meio que falta de festa. Você pode ficar aqui. E Eu vou com ela pra foder ela direto, e você vai ficar olhando se se comportar bem.
Entendeu, corno?
Me dá seu smartphone. Desbloqueia ele.
(escreve no celular dele)
Pronto! Você não vai mais escrever pra MINHA puta.
Eu vou te escrever e te mandar fotos de como ela se diverte, se eu achar necessário.
Se a gente voltar de madrugada, a gente traz comida. E se eu te chamar pra você nos ver, você vem. Se eu não chamar, não enche o saco.
E parece que foi assim.
Ele não disse. Mas imaginei ele cheirando a tanga preta de renda. O cheiro de buceta quente da mulher dele, que esses dias ele já sabia que NÃO era mais dele.
Eles se prepararam e foram pra festa.
Miguel tomou banho. O banheiro era um desastre.
Mas ao longo do dia, ele se sentiu em paz por alguns momentos.
Encontrou Uber. Mas não pediu.
Ficou por algum motivo. Achou que estava errado, mas ficou mesmo assim.
Foi pro quarto principal quando não tinha ninguém. Os lençóis pareciam uma pintura de Pollock. Respingados e úmidos.
Sentiu o cheiro. Foi pegar mais tangas e se masturbou de joelhos no tapete. Bem onde estava antes. Vendo por trás como o francês macetava a esposa dele de quatro.
Limpou o esperma. Tomou outro banho.
A mulher dele chegou correndo um tempo depois. Não falou com ele. Não olhou pra ele. Pegou um biquíni e saiu de novo. Deixou uma sacola de supermercado em cima da pia. Com comida.
E ele acordou com gritos de madrugada.
"Corno! Vem, corno!"
Dava pra ouvir a mulher dele dizendo: "Não, deixa ele!"
Ele se aproximou em silêncio pelo corredor. Dava pra ouvir os sons de carne batendo em carne, gemidos e respiração acelerada.
Eles estavam lá embaixo. No sofá, debaixo da escada que chegava no encosto do sofá. A mulher dele olhava pra ele de frente, desfigurada de cansaço e prazer. Atrás dela, o francês metia forte. Pela expressão de dor da mulher dele, dava pra perceber que era sexo anal. Ele não entendia como aquela pica enorme conseguia entrar no cu dela sem rasgar.
Mas era hipnótico olhar pra ela. Pele brilhante. Os peitos lindos que ele conhecia bem, sendo apertados, brilhantes, balançando.
As palmadas que ele dava nela.
Ela, de vez em quando, olhava fixo pra ele, meio com vergonha mútua. Desviava o olhar pra sorrir de prazer e gemer.
O francês olhava fixo pra ele enquanto metia com um ritmo constante. Tipo uma bomba d'água. Taca taca taca taca.
Ela disse:
"Vai embora! Não quero que ele nos veja!"
O francês:
"Anda, cuck. Vaza"
Ele subiu com o pau bem duro.
Mas dessa vez arrumou a mala. Se vestiu enquanto continuavam fodendo lá embaixo e saiu sem ouvir os gritos da mulher e as ordens do francês.
Pegou as chaves do carro na bolsa dela. Entrou no carro e foi embora.
Miguel dirigiu em linha reta.
O que mais preocupava ele agora era o tesão que tava. Ainda faltava um dia de festa.
O celular dele não parava de tocar.
A mulher dele ligava e mandava mensagens. Áudios.
E o francês mandava fotos e vídeos. E um único áudio.
Dizia:
"Cuck. Olha como ela é feliz! Eu faço ela feliz assim, cuck. Não estraga as coisas"
Fotos e vídeos dela dançando com os amigos. Na piscina, todo mundo bêbado jogando vôlei. E por outro lado, fotos da mulher dele na frente do espelho, nua, sendo penetrada por um francês loiro enorme por trás. Uma imagem foda da porra do francês espalhada sobre a buceta da mulher dele. Passava do umbigo dela. Ela tava brilhando de suor e salpicada de esperma.
E uma foto que ele sabia que era pra ele. De várias calcinhas penduradas no pau do francês. Era o prêmio dele pra quando ela voltasse. E ele pudesse cheirar.
Ele chegou no domingo. E na terça-feira conheceu ele.
Ainda estamos resolvendo.
O francês foi embora.
Eles ficaram.
Ela ainda não quer admitir que gosta de tudo isso.
De ser tão cuck assim.
Mas acho que tá no caminho certo.
0 comentários - Raio-X das Chifradas Parte 3