Minha cunhada quer sexo comigo

Olá, me chamo Octávio e tenho 42 anos. Estou há 21 anos num relacionamento com minha esposa, praticamente metade da vida juntos. Hoje vou contar como minha cunhada se meteu na nossa relação. Ela se chama Camila. Eu a vi crescer; pra mim, era só a irmã mais nova da minha mulher, a menina barulhenta que vivia correndo quando eu ia visitar meus sogros. Os pais dela moram num sítio, então quando ela entrou na faculdade, a decisão lógica da família foi que ela ficasse um tempo morando com a gente na cidade pra não gastar com aluguel. Com o passar dos anos, eu a vi crescer, mas uma coisa é lembrar dela como criança, e outra bem diferente foi tê-la debaixo do meu próprio teto, transformada numa mulher de 19 anos. Eu sempre tive uma relação muito boa com ela. Minha esposa e eu decidimos desde o início não ter filhos; foi uma decisão madura dos dois, muito bem conversada. Mas o destino tem um jeito estranho de arrumar as coisas, e acabamos tratando a Camila como se fosse uma filha. Quando os pais dela precisavam de apoio ou quando ela queria vir pra cidade passear, sempre ficava com a gente. Praticamente fui testemunha de toda a vida dela: estive lá desde quando caiu o primeiro dente de leite, comemorando com ela, até ver o tempo passar e o corpo dela mudar. Esse é o verdadeiro peso da minha culpa. Pra mim, ela era uma menina, uma extensão do meu lar, mas o corpo não entende de laços familiares quando a tentação está ali na sua cozinha todo santo dia. Quando ela fez 19 anos, aquele corpo de menina desapareceu por completo pra dar lugar a uma mulher com curvas que começaram a nublar meu juízo. Camila parou de usar aquelas roupas largas de antes e começou a vestir peças que pareciam feitas pra me enlouquecer. Os jeans dela viraram uma provocação constante, tão justos que era impossível não cravar o olho naquela bunda redonda e firme que tinha crescido. Quando ela usava aquelas calças de tecido fino ou os vestidos curtos com que andava à vontade pela casa, as As linhas da calcinha dela marcavam tão nítidas na superfície que me obrigavam a engolir seco e desviar o olhar. Eu ficava puto comigo mesmo, me sentia um merda aos meus 42 anos, mas por dentro tava queimando vivo. Até que chegou aquela noite que mudou tudo. Eu tava chegando do trampo, com o cansaço do dia nas costas, quando minha esposa me chamou da cozinha sem tirar os olhos das panelas: "Octávio, vai falar com a Camila, por favor, que já vamos jantar". Subi as escadas. E quando cheguei no quarto dela, a porta tava só encostada. Empurrei a madeira devagar, sem fazer barulho, e entrei na escuridão do cômodo. O ambiente tava quente e num silêncio absoluto, quebrado só pelo som calmo da respiração dela. Camila tava dormindo profundamente no meio da cama, de bruços. Por causa do calor da noite, tinha se livrado das cobertas e vestia só uma camiseta curta e uma calcinha de lycra bem fina. A posição que ela tava arqueava sutilmente a lombar, deixando a bunda redonda e firme em primeiro plano absoluto, recortada contra os lençóis claros. Me aproximei da beirada do colchão na ponta dos pés, com a boca seca. O tecido da calcinha tava tão esticado sobre as curvas dela que, de bruços e com as pernas levemente abertas, a pressão da lycra marcava de forma nítida e perfeita a silhueta da buceta por baixo. Engoli seco, sentindo o ar faltar. Vencido pelos meses de desejo acumulado, estendi a mão com uma lentidão. Com a ponta dos dedos, só roçando o tecido, comecei a contornar a curva da nádega direita dela. O contato me transmitiu na hora o calor da pele jovem dela. Movi a mão com um cuidado extremo, acariciando a redondeza com uma suavidade, tremendo com a ideia de que ela acordasse, mas incapaz de parar. Senti a tranquilidade do corpo dela sob minha palma enquanto ela soltava um leve suspiro dormindo, se ajeitando sem abrir os olhos. os olhos, o que fez com que seu quadril se pressionasse ainda mais contra o colchão, marcando cada uma de suas curvas. Meu pulso estava a mil por hora, e o risco de minha esposa subir as escadas me trouxe de volta à realidade. Tirei a mão devagar, sentindo o corpo completamente em chamas e a virilha no limite da pressão sob a calça. Saí do quarto com o mesmo silêncio, fechando a porta atrás de mim para conter o segredo. Desci as escadas tentando normalizar minha respiração e entrei na cozinha, onde minha esposa terminava de servir os pratos. —E a Camila? —ela perguntou, me olhando de soslaio. —Está profundamente dormindo, love... —respondi, forçando uma voz calma enquanto me sentava à mesa, sentindo o peso da mentira e o calor da adrenalina queimando por dentro—. Melhor deixar ela descansar, daqui a pouco aquecemos o jantar para ela. Poucos dias depois, a oportunidade que tanto temia e desejava se apresentou novamente. Era uma terça-feira à tarde, meu dia de folga, e minha esposa tinha ficado para cobrir o turno da tarde no escritório. Lá pela uma hora, o som das chaves na fechadura principal me deixou em alerta. Eu estava sentado no sofá da sala, descansando com a televisão ligada, quando a porta se abriu. Era a Camila, voltando das aulas da faculdade. Ela entrou na sala arrastando os pés de cansaço, vestindo o uniforme da escola: uma camiseta tipo polo branca e aquela saia escolar xadrez que ficava ridiculamente curta nela, mal cobrindo uns dois dedos abaixo da bunda. Com o calor da tarde, a pele clara das pernas dela brilhava tanto que me fez engolir seco. —Oi, Octavio... —ela disse, caminhando até o sofá onde eu estava—. E minha irmã? Já chegou do trabalho? —Não, Camila —respondi, tentando forçar uma voz firme que escondesse o nervosismo—. Hoje ela teve que fazer hora extra. Só volta à noite. Estamos sozinhos. Ao ouvir isso, o ar na sala ficou denso. Camila largou a mochila de lado e se aproximou da mesa de centro que estava bem na frente das minhas pernas pra deixar uns cadernos. Ao dar o passo, de um jeito supostamente despretensioso, tropeçou na borda de uma mesinha. Pra não perder o equilíbrio, deu um pulinho pra trás e se apoiou direto em cima de mim. Ficou de costas pro meu corpo, presa entre meus joelhos. Ao se ajeitar pra não cair, deixou cair todo o peso da bunda redonda dela nas minhas coxas. Foi um movimento contínuo e deliberado: o tecido fino da saia curta e o calor das nádegas dela se grudaram por completo, com uma pressão total, direto na minha virilha. O impacto das curvas dela contra minha calça me deu uma descarga de adrenalina. Senti o calor da pele dela atravessando as roupas e meu corpo reagiu na hora, ficando duro que nem pedra contra ela. Camila percebeu o volume na mesma hora; em vez de se levantar assustada ou pedir desculpas, segurou o movimento. Ficou sentada em cima de mim por um segundo eterno, mantendo o contato enquanto olhava de lado por cima do ombro, com as bochechas meio vermelhas de timidez, mas com um olhar carregado de malícia. Com a lembrança de ter tocado ela na cama noites atrás e o desejo acumulado queimando por dentro, a última barreira da minha força de vontade se quebrou de vez. Não consegui mais me segurar. Estiquei os braços devagar e peguei ela pela cintura bem lentamente, sentindo a firmeza das curvas dela sob minhas palmas. Ela soltou um suspiro leve e se afundou mais um milímetro contra minha masculinidade, se entregando de vez ao jogo no meio da casa vazia. — Camila... não é certo a gente fazer isso. Sua irmã... — Eu sei — ela me interrompeu num sussurro quase inaudível, mas não fez o menor esforço pra se afastar. Pelo contrário, minhas palavras pareceram quebrar o último freio que restava nela. Com os olhos fixos na televisão desligada e a respiração completamente ofegante, começou a mexer a bunda devagar e sem parar contra meu pau já duro. esfregando as curvas dela de cima a baixo contra minha calça. O calor que ela soltava tava me nublando a mente. Antes que eu pudesse reagir ou tentar afastar ela com medo de ser pego, a Camila esticou as mãos pra baixo. Com um movimento decidido, ela mesma levantou a saia escolar xadrez, puxando até a cintura e deixando a bunda dela completamente à mostra no meio da sala. Só tava vestindo uma calcinha de lycra bem fininha. Quando ela se inclinou sutilmente pra frente, a peça esticou até o limite, deixando ver com total nitidez como a buceta dela se pressionava direto contra a dureza do meu pau através da roupa. A Camila começou a se esfregar sem vergonha, procurando meu pau subindo e descendo na minha virilha num ritmo que me fez gemer em silêncio. Sentir a pressão exata da anatomia dela, separada de mim só por essas camadas finas de pano, transformou a sala numa panela de pressão prestes a explodir, me arrastando de vez pra um ponto sem volta. Eu baixei minhas mãos da cintura dela pras nádegas, afundando na firmeza da pele dela e apertando devagar, curtindo o calor que ela soltava enquanto continuava se movendo pra trás e pra frente num ritmo constante em cima de mim. A adrenalina corria nas minhas veias, apagando qualquer traço de dúvida. Com cuidado, levantei ela um pouco pra liberar espaço e, com movimentos rápidos e atrapalhados pela desesperação, eu mesmo baixei meu short, ficando só de cueca. A Camila, respondendo à urgência do momento, levou as mãos pra camiseta tipo polo do uniforme dela e tirou de um puxão só, deixando cair de lado. Quando vi ela, fiquei sem fôlego: na minha frente ficaram expostos uns peitos lindos, firmes e perfeitos, que subiam e desciam no ritmo da respiração ofegante dela. Na hora, ela desabotoou e tirou a saia escolar por completo, revelando a totalidade daquele corpo gostoso que me deixava completamente louco há meses. Sem perder o Tempo, ela subiu em cima de mim, sentando nos meus muslos, me encarando finalmente. Ela se inclinou devagar e começou a me beijar lentamente, percorrendo com os lábios meu pescoço, subindo pela minha mandíbula até prender minha boca num beijo profundo e intenso. Enquanto nos beijávamos, ela mantinha o movimento dos quadris, fazendo com que a cada movimento meu pau e a buceta dela, separados apenas pelo tecido fino da nossa roupa íntima, se roçassem de um jeito tão intenso que me fez perder o controle completamente no meio da sala. Enquanto os beijos ficavam mais intensos e pesados, apertei as nádegas dela por trás com força, sentindo a firmeza da pele dela sob minhas palmas. Camila se inclinou até meu ouvido e, com a respiração completamente ofegante, sussurrou: —Faz comigo o que você faz com a minha irmã... me faz gemer, por favor. Em seguida, mordeu devagar minha orelha, mandando um choque elétrico direto pra minha virilha. Cego pelo desejo e pela adrenalina, levantei ela tirando de cima de mim de um jeito meio brusco, movido pela pura desesperação do momento. Me levantei na frente do sofá e, sem tirar os olhos dela, tirei a cueca completamente, deixando meu pau duro à mostra, grosso e com as veias marcadas pela excitação. Camila ficou sentada na borda do sofá, olhando fixamente pra ele por um segundo eterno, com os olhos bem abertos. Depois, esticou a mão e pegou nele devagar, como se estivesse descobrindo com uma mistura de curiosidade e admiração. Sentindo o calor que ele soltava, se inclinou pra frente e lambeu devagar, percorrendo de baixo pra cima, pra depois enfiar ele inteiro na boca, me envolvendo num calor úmido que me fez arquear as costas e enterrar as mãos no cabelo molhado dela. A tensão que se acumulou durante meses debaixo do mesmo teto acabou se rompendo completamente naquele sofá. Movido pela pura adrenalina do momento, segurei a cabeça dela com firmeza, empurrando com força. pra que ela sentisse toda a dimensão do meu pau, provocando umas engasgadas nela por causa da intensidade. Depois de alguns segundos, obriguei ela a me soltar puxando o cabelo dela suave mas firmemente pra trás, tirando meu pau da boca molhada dela. Sem dar tempo pra ela reagir, virei ela sobre a borda do sofá, deixando ela de costas pra mim. Camila, entendendo perfeitamente a situação, arqueou a lombar na hora, levantou o quadril, abriu um pouco as pernas e colocou a bunda dela em primeiro plano absoluto. Ao ver aquela raba tão gostosa e notar que o tecido fino da calcinha dela já tava visivelmente molhado de tão excitada que ela tava, estiquei as mãos e fui baixando devagar, deslizando pelas coxas dela. Ao descobrir ela por completo, ficaram expostos na minha frente o cu e a buceta dela, completamente ensopada e brilhando sob a luz da sala. O impacto visual foi tão grande que ela mesma soltou um gemido abafado sem eu nem ter tocado nela ainda. Me inclinei pra frente e, com os dedos das duas mãos, abri as nádegas dela devagar, liberando o aroma intenso e doce da buceta dela que acabou de vez com meu juízo. Com o coração batendo na garganta aos meus 42 anos, aproximei a ponta do meu pau devagar, roçando a entrada molhada da ppk dela, me preparando pra dar o passo final no meio do silêncio da casa vazia. Comecei a roçar com meu pau aquele lugar íntimo que sempre quis tocar e que naquele momento tava extremamente molhado. Ao sentir o contato direto, ela começou a se remexer no almofada do sofá, e eu notei como aos poucos a ponta do meu pau ia ficando completamente ensopada com os sucos naturais dela. Num movimento desesperado pra me sentir mais pra dentro, ela mesma abriu as próprias nádegas com as mãos, facilitando o caminho. Com um controle milimétrico, comecei a meter bem devagar naquela área apertada. Enquanto eu ia abrindo caminho, Camila gemia num tom baixo, com a voz abafada pela intensidade da penetração. Eu sentia perfeitamente como a buceta dela cedia e se abria devagar na minha passada, enquanto um calor profundo se espalhava pelo meu pau inteiro, que ela apertava com uma força inacreditável a cada centímetro que eu avançava. Com a respiração totalmente cortada e num tom quase inaudível, ela me dizia: — Sim... sim, sim... mais, por favor... Ouvir isso tirou o último grama de sanidade que me restava. Parei de me segurar e meti mais e mais, empurrando com firmeza até que a redondeza da bunda dela bateu de cheio na minha pélvis num estalo seco. Com a penetração total, as costas dela arquearam por completo num reflexo involuntário, colando o corpo todo firmemente no meu, unindo nossas anatomias no ponto mais fundo do sofá. Sentir meu pau inteiro finalmente dentro dela me deu um arrepio que subiu pela espinha. O apertado e o calor do interior dela eram algo que não se comparava com nada. Cravei os dedos na bunda dela, apertando com força, e na mesma hora saiu da boca dela um gemido alto e sem vergonha que ecoou pelas paredes da casa vazia. Camila, completamente entregue ao ritmo, não esperou eu tomar a iniciativa; ela mesma começou a se mover pra frente e pra trás, deslizando o corpo no meu com uma desesperação que me incendiou o sangue. Levado pela adrenalina e pelo tesão da situação, levantei uma mão e comecei a dar tapas na bunda dela repetidas vezes, deixando marcas vermelhas na pele clara que contrastavam com a escuridão do sofá. Aos meus quarenta e dois anos, a culpa tinha desaparecido completamente da minha cabeça. Naquele momento, nem por um segundo passava pela minha mente a minha esposa, nem os vinte e um anos de casamento, nem o peso da traição. Meu universo inteiro tinha se reduzido a Camila, a ver ela dobrada na minha frente, e ao jeito que o corpo dela batia no meu ao chocar. O som molhado e rítmico dos impactos — ploc, ploc, ploc — enchia a sala, e a cada batida seca contra minha pélvis, ela soltou um gemido rouco, baixo e gostoso que me incentivava a meter mais forte. Sentia perfeitamente como as paredes internas dela se contraíam involuntariamente, me apertando deliciosamente a cada segundo, me prendendo num vai e vem selvagem do qual eu já não queria mais sair. Levado por aquele som constante e pelo atrito molhado do interior dela, segurei firme no quadril dela pra fixar a posição e comecei a meter com mais força, acelerando o ritmo das batidas contra a bunda dela. Camila enterrava as unhas no encosto do sofá, com a cabeça jogada pra trás e os olhos fechados, completamente alucinada pela intensidade das estocadas que enchiam a barriga dela. O calor na sala era insuportável e o cheiro que o corpo dela soltava tava me levando ao limite. A cada metida, meu pau entrava até o fundo, afundando naquela apertura que me apertava como uma luva. Ela começou a ofegar de um jeito mais ritmado e rápido, o que me mostrou que tava muito perto do próprio clímax. A buceta dela começou a buscar minhas batidas com desespero, batendo com força, enquanto os gemidos dela ficavam mais agudos e entrecortados. —O-Octavio... vou gozar... mete mais forte... —conseguiu falar num fio de voz, balançando a cabeça de um lado pro outro. Ouvir meu nome saindo da boca dela com aquela urgência destruiu qualquer pingo de controle que ainda me restava. Puxei o cabelo dela de leve pra trás pra forçar ela a arquear ainda mais e dei três estocadas fundas, rápidas e secas, sentindo como as paredes internas dela se contraíam de repente, espasmódicas, prendendo meu pau num abraço sufocante que arrancou um gemido lá do fundo do meu peito. Sabendo que o tempo tava acabando e que o clímax era inevitável, grudei completamente nas costas dela, me afundando nela uma última vez com toda a força, sentindo o calor da gozada começando a subir forte lá da minha barriga, os dois prontos pra explodir no meio da sala. Tirei devagar, curtindo o som molhado e o vazio que se formou quando retirei meu membro por completo de dentro dela. Ao nos separarmos, fiquei contemplando a cena em silêncio, com a respiração ofegante: da intimidade dela, que tinha ficado completamente aberta e avermelhada, começou a escorrer um fio grosso dos meus fluidos misturados com os próprios sucos dela, descendo lentamente pela virilha e contornando a curva da coxa até manchar sutilmente a almofada do sofá. Camila se deixou cair de bruços contra o encosto do sofá, com os braços moles e a testa apoiada no tecido, soltando suspiros profundos enquanto tentava recuperar o fôlego. As costas dela subiam e desciam de forma irregular e a pele, dos ombros até as nádegas, estava completamente suada e avermelhada, marcada com as marcas vermelhas das minhas mãos. Passaram alguns minutos em que só se ouvia o tique-taque do relógio da sala e nossas respirações diminuindo. O peso da realidade e dos meus 42 anos começou a cair de uma vez sobre meus ombros, mas ao olhar a bagunça de roupas no chão — a saia escolar de pregas dela, meu short, as peças íntimas jogadas — e o corpo da minha cunhada ainda rendido diante de mim, uma mistura de culpa e posse percorreu meu corpo. Camila virou a cabeça devagar, ajeitando o cabelo bagunçado atrás da orelha, e me olhou de lado com um sorriso cansado, mas carregado de uma cumplicidade absoluta. — A gente não pode mais voltar atrás, Octavio — sussurrou com a voz ainda rouca, limpando um fio de suor da testa —. Agora isso é nosso segredo.

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