Novo Lar pra TitaSama

Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Ainda não conseguia acreditar na merda que tinha passado. Fazia apenas uma semana que o prédio velho do Parque Patricios tinha desabado. O desabamento foi feio: paredes rachadas, poeira pra todo lado e um medo da porra. Ela e o Felipe, o namorado dela, saíram correndo assim que ouviram o primeiro barulho estranho. Agora tava morando na casa de uma amiga, com as coisas espalhadas entre o que era da mãe dela e malas meio prontas. Dormia num sofá que fodia as costas dela e sentia falta de ter o próprio cantinho. Toda noite dormia pensando em como caralhos ia resolver aquilo.

Naquela noite de domingo, enquanto ficava rolando a tela do celular na cama improvisada, encontrou o anúncio: uma casa linda num bairro tranquilo, espaçosa, com quintal, dois quartos, cozinha completa e até uma sala grande que dava super certo pros streams dela. O preço era alto, alto demais pra situação atual dela, mas não custava nada dar uma olhada. Mandou uma mensagem pro dono. Ele respondeu rápido. O nome dele eraFacundo, 25 anos, voz educada por mensagem. Combinaram de se ver ao meio-dia de segunda-feira.
No dia seguinte, Tita se arrumou o melhor que pôde: jeans apertado, camiseta básica, maquiagem leve, mas suficiente pra se sentir ela mesma.Novo Lar pra TitaSamaChegou na hora certa. Facundo abriu a porta e ficou um segundo olhando pra ela. Reconheceu na hora: era a TitaSama, a streamer que ele via de vez em quando nos clipes do TikTok. Mas não falou nada. Fingiu que era normal.— Natalia, né? Entra, vou te mostrar tudo.disse com um sorriso educado.

A casa era ainda melhor pessoalmente. Ampla, iluminada, piso novo, um banheirão e um quarto que tinha uma janela gigante, ideal pro setup dela. Tita andava fascinada, tocando as paredes, abrindo armários.— Tá incrível… de verdade —murmurou.

Enquanto caminhavam, foram conversando. Ela, sem conseguir se segurar, acabou contando tudo pra ele: o desabamento, que estava sem casa fixa, que era streamer e que justo agora não tinha uma renda tão estável pra pagar aquele aluguel tão caro. Tentou negociar.- Olha, Facundo… eu sei que o preço é o que é, mas cê não podia dar uma baixada? Pelo menos por uns meses. Eu pago em dia, não vou te encher o saco, mas agora tô numa situação foda.Facundo ouvia atento, caminhando ao lado dela. Negociaram por um tempo. Ele baixava um pouco, ela oferecia outra coisa, mas não fechavam. O preço ainda era alto demais pra situação dela.

Tita suspirou resignada, olhando pro chão.- Valeu mesmo por ter me mostrado e pela boa vibe, mas não vou dar conta. Não sei quando vou ter minha casa de volta e não quero me comprometer com algo que depois não consigo manter.Ela já estava pegando a bolsa pra ir embora quando o Facundo segurou ela com a voz um pouco mais baixa, nervoso mas decidido.- Espera… Natalia. Ou melhor… Tita. Sei quem é você. Já te vi várias vezes na internet, clipes, streams. Você é gente boa. Te sigo há um tempinho.Ela levantou uma sobrancelha, surpresa.- …E aí?Facundo passou a mão no cabelo, olhando fixo pra ela.— Te faço uma proposta. Pode ficar o tempo que precisar. Sem pagar aluguel. A casa é sua enquanto quiser… com uma condição.Ele fez uma pausa.- Quando eu quiser, vou te foder. Sem enrolação.Tita ficou gelada. Abriu os olhos bem grandes e deu um passo pra trás.- Que porra você disse? Tá maluco? Você é um sem-noção de merda, acha que eu sou uma puta ou o quê?A voz dela subiu de tom, indignada.— Você é um nojento.Facundo ergueu as mãos, tentando acalmá-la.- Pensa bem, Tita. É a melhor oferta que você vai ter. Não gasta um centavo, fica com a casa só pra você, sossegada, com espaço pra sua putinha, seu setup, tudo. As outras opções que têm agora são caras e uma bosta comparadas com isso.Ela cruzou os braços, ainda furiosa, mas as palavras ecoaram nela. Sabia que era verdade. As casas temporárias que tinha visto eram caras, pequenas ou em áreas complicadas. E essa… essa era perfeita.- Você é um filho da putamurmurou, mas já não estava indo embora.
Ficou em silêncio por um bom tempo, olhando pela janela. Facundo não a pressionava, só esperava.—…Vou pensar.disse finalmente, com a voz mais baixa.- Por enquanto, vou voltar pra casa da minha amiga.

- Tá bomrespondeu ele.- Mas não conta pra ninguém sobre o trato. Tem gente que me ofereceu uma boa grana pela casa e não quero que fiquem sabendo.Bem nessa hora, o celular vibrou pra Facundo. Ele olhou pra tela e levantou as sobrancelhas.- Olha, tão me perguntando justo sobre a casa. Cê tem até amanhã pra decidir, Tita. Não dá pra esperar mais.Ela sentiu um nó na garganta. A ideia de perder aquela chance a deixou nervosa. Uma casa grátis, grande, segura… ela engoliu seco.—…Aceito.disse quase num sussurro.- Mas por favor, vamos falar sobre o assunto do "pagamento". Não quero que seja qualquer coisa.Facundo se aproximou devagar e segurou o rosto dela com uma mão, suave mas firme. Os olhos dele percorreram ela toda.- Você é uma mulher linda e irresistível. Por isso que te faço essa proposta. Só pra te comer quando eu tiver vontade.Tita tirou a mão dela com um tapa, ainda desconfortável.- De quanto em quanto tempo a gente teria que…?

- Quando eu quiser -respondeu ele sem hesitar.
Ela balançou a cabeça, nervosa mas tentando manter o controle.- Uma vez por semana. No máximo. -Facundo sorriu de leve.- Não te prometo nada, mas vou levar sua sugestão em consideração. Amanhã ao meio-dia vem aqui, te entrego as chaves e a gente assina um contrato formal. Só pra deixar tudo claro entre a gente.Tita concordou, ainda com o coração batendo forte, e saiu de casa. Enquanto caminhava até o ponto, não parava de pensar no que acabara de aceitar.

Na terça-feira ao meio-dia, Tita chegou em casa com o coração a mil. Vestiu uma minissaia preta bem curtinha, que mal cobria a bunda, uma camiseta justa e tênis. Queria se sentir um pouco mais no controle, mesmo que por dentro estivesse um caco.ArgentinaFacundo esperava ela na porta com um sorriso tranquilo. Entregou as chaves na mão dela, direto.- Aqui está, Tita. Bem-vinda à sua nova casa. Dá uma olhada no contrato antes de assinar, é só uma formalidade entre nós dois.Ela pegou as chaves, ainda nervosa, e se inclinou sobre a bancada da cozinha pra ler o papel. A saia subiu um pouco atrás, deixando ver a parte de baixo da bunda redonda e firme dela. Facundo ficou parado atrás dela, devorando ela com o olhar.

Tita leu rápido: basicamente dizia que a casa era dela pelo tempo que precisasse sem pagar aluguel, em troca de "satisfazer as necessidades íntimas do proprietário quando ele exigir". Ela engoliu seco e assinou com a mão trêmula.- Pronto… assinadodisse, entregando a ele, ainda inclinada.

Facundo se aproximou por trás, colando o corpo no dela. Sem dizer nada, levou uma mão grande e firme direto pra bunda dela e levantou a minissaia devagar, expondo a fio dental branca que mal cobria a buceta.- Que delícia fazer negócios com você, Tita… Olha que rabão que você tem, sua puta do caralho.murmurou perto da orelha dela, apertando uma bunda com força.- Sempre gostei de te ver nos streams, mas pessoalmente você é muito mais gostosa.Tita deu um pulo e tirou a mão dele rápido, abaixando a saia com vergonha.- Ei, para aí… ainda nãodisse timidamente, se cobrindo e virando pra ele com as bochechas vermelhas.

Facundo sorriu, sem ficar bravo.- Acabou de assinar o contrato, gostosa. A casa é sua pelo tempo que precisar… e você é minha quando eu quiser. Esse é o trato.Ele se aproximou de novo e levantou a saia dela outra vez, mais decidido. A calcinha fio-dental branca ficou completamente à mostra, marcando a buceta depilada dela. Passou a mão por cima do tecido, acariciando e apertando entre as pernas dela.- Calma… você tá tremendo. Gosta que eu te toque assim?perguntou enquanto enfiava dois dedos por baixo da fio dental e roçava seus lábios molhados.- Você é tão gostosa… olha como você já tá molhadinha um pouquinho.Tita ficou paralisada. Não dizia nada. Só respirava ofegante, olhando pro chão. Sentia os dedos dele explorando a buceta dela, separando os lábios e tocando o clitóris devagar. Uma lágrima solitária escorreu pela bochecha dela.

Facundo percebeu e suavizou um pouco a voz, embora continuasse apalpando ela.- Entendo, Tita. Sei que é estranho no começo. Você tá numa situação de merda e eu tô te pedindo isso… Mas vou te tratar bem, juro.Ela ergueu o olhar, os olhos marejados, e balançou a cabeça devagar. Outra lágrima caiu.- Boa garota -disse ele, tirando a mão e limpando o rosto dela com um lenço que tirou do bolso.- Não se preocupa. Hoje não vou te comer. Quero que você se instale sossegada. Te vejo amanhã.Tita ficou parada na cozinha, surpresa, com a saia ainda um pouco levantada e a fio dental deslocada. Viu ele ir embora sem entender nada.— Me deixou assim, à toa?, pensou, com a cabeça a mil.

À noite, depois de uma longa caminhada para clarear a mente e processar tudo o que tinha acontecido, Tita voltou pra casa. Ao abrir a porta, levou um susto: a mesa da sala de jantar estava posta, com o jantar pronto. Bife à milanesa com purê, salada e uma garrafa de vinho. Do lado, tinha um bilhete escrito à mão:Te falei que vou te tratar bem. Curte a casa. Facu.Ficou encarando a mesa por um tempão, sem saber se ria ou chorava. Sentou, fez um carinho no Felipe que ronronava aos pés dela e comeu em silêncio. Pela primeira vez em semanas, sentiu algo parecido com um lar.

No dia seguinte, quarta-feira, Facundo apareceu na casa lá pela metade da manhã. A Tita ainda estava de pijama curto, arrumando umas coisas na cozinha, quando a campainha tocou. Ela abriu a porta e o viu ali, com um sorriso tranquilo e as mãos nos bolsos.Desculpe nao posso ajudar com

- Bom dia, Tita. Como foi a primeira noite de sono na sua casa nova?Ela ficou um pouco corada, lembrando da janta que tinha deixado pra ele.- Bom… pra falar a verdade, foi muito bom. Valeu pelo jantar de ontem, Facu. Tava uma delícia e me fez sentir… sei lá, cuidada.

- Não é incômodorespondeu ele entrando como se nada tivesse acontecido.— E as suas coisas da casa anterior? Ainda estão na sua mãe?Tita assentiu, cruzando os braços.- Sim, quase tudo. Roupa, o setup, coisas da puta… mas não se preocupa, já vou indo aos poucos.Facundo balançou a cabeça negando.— Imagina. Sobe no carro, te ajudo a trazer tudo agora.Ela tentou resistir um pouco, mas ele insistiu tanto que acabou aceitando. Viajaram juntos até a casa da mãe dela, carregaram caixas, malas, o monitor, as luzes e até a caixa de areia do Felipe. Durante a viagem, conversaram sobre coisas leves: streams, anime, cosplays. Facundo era encantador quando queria, atencioso e de bom humor. Tita não conseguia evitar se sentir confusa com o comportamento dele.

De volta à casa, descarregaram tudo. Quando terminaram, Tita estava suada e cansada. Parou na frente dele na sala.- Valeu, Facu… sério. Cê não precisava fazer tudo isso.Ele sorriu e já estava se virando pra ir embora quando ela o segurou, tímida, quase sussurrando.- Eh… e quanto ao… pagamento? Quando…?Facundo se aproximou, acariciou a bochecha dela com as costas da mão e falou baixinho.- Agora arruma suas coisas, Tita. Fica à vontade. Já vai ter tempo pra isso.E foi embora, deixando ela de novo com a palavra na ponta da língua e a cabeça toda bagunçada.— Que porra esse cara quer?, pensou enquanto começava a desmontar caixas.

Quinta-feira à tarde. A Tita estava no quartão montando seu setup de streaming. Ela tinha colocado a escrivaninha contra a janela, estava conectando cabos, colocando luzes de LED e pendurando uns posters de anime. Vestia uma camiseta oversized sem sutiã e um short de academia justinho. O Felipe dormia numa caixa perto.relatoDe repente, ela ouviu a porta da frente se abrir. Levou um susto e se virou rápido.- Facu? Que porra, como é que você entrou?perguntou com a voz trêmula.
Ele levantou um chaveiro e balançou ele.- Tenho cópia, óbvio. É minha casa, cê esqueceu?Ele se aproximou devagar, com aquele olhar que ela já conhecia. Tita deu um passo pra trás até bater na escrivaninha.- Hoje tô com vontade de te comerdisse ele na lata, sem rodeios, enquanto segurava ela pela cintura.- Facu… espera, ainda não tô pronta. Tô terminando de arrumar tudo e…Não deixou ela terminar. Puxou ela com força pelo cabelo, inclinando a cabeça dela pra trás e beijou com gosto, enfiando a língua sem pedir licença. Tita soltou um gemido abafado contra a boca dele, tentando empurrar o peito dele, mas sem muita força. Facundo arrancou a camiseta dela de uma vez, deixando os peitos dela no ar. Eram firmes, médios, com bicos rosados que endureceram na hora por causa do ar e da adrenalina. Ela cobriu eles com os braços.- Se cobre se quiserEle zoou, mas baixou os braços dela com facilidade e agarrou os dois peitos, apertando e beliscando os biquinhos.- Olha que gostosas que são… sempre imaginei como seriam.Tita se cobria como podia, um braço sobre os peitos e a outra mão segurando o short pra ele não descer. Lágrimas começaram a brotar nos olhos dela.- Facu, por favor… hoje não…Ele não ouviu. Puxou ela pelo cabelo de novo, mais forte, e arrastou ela até a cama que ainda não tinha os lençóis totalmente arrumados. Jogou ela de barriga pra cima. Tita caiu com um gemido, tentando se cobrir. Facundo puxou o short e a calcinha fio dental dela de uma vez só, num movimento brusco, deixando ela completamente nua. Ajoelhou-se entre as pernas dela e abriu as coxas dela com força.— Que buceta linda você tem, Tita… depiladinha, rosadinha…murmurou antes de baixar o rosto e começar a chupar ela.

A língua dele percorreu toda a bucetinha dela de baixo pra cima, parando no clitóris. Chupou com força, enfiando dois dedos lá dentro enquanto sugava. Tita ficou paralisada. Não soltava nenhum som. Só respirava ofegante, olhando pro teto com os olhos cheios de lágrimas, tentando não reagir. Mas o corpo dela traía: estava ficando molhada contra a vontade da mente.

Facundo levantou o olhar por um segundo.- Você gosta que eu coma sua buceta, hein? Me diz alguma coisa, Tita.Ela não respondeu. Só tremia.
De repente ele se levantou, baixou a calça e puxou pra fora a rola dura, grossa e cheia de veias. Sem mais enrolação, se posicionou por cima e meteu nela com uma única estocada forte.- Ahh!Tita soltou um gemido de dor, sentindo como ele a abria por completo. Ela estava apertada e mal molhada.

Facundo começou a meter nela com um ritmo pesado, segurando-a pelos quadris. A cama rangia a cada estocada.- Uff, que gostosa você tá… tão apertadinha… Cê gosta que eu te coma assim, Tita? Me fala.Ela continuava sem falar, mordendo o lábio, segurando os gemidos que queriam sair. Lágrimas escorriam pelo rosto dela enquanto ele a penetrava cada vez mais fundo. O som molhado da buceta dela enchia o quarto.- Olha como você se molha… seu corpo quer simEle zombou, acelerando.- Me diz o que você gosta, mesmo que seja baixinho.Tita só ofegava, de olhos fechados, tentando se desligar. Facundo metia nela com força, suando, agarrando os peitos dela e beliscando os bicos enquanto entrava e saía.- Ajoelha-teordenou de repente. Ela continuava sem se mexer.

Facundo a arrastou para a beira da cama, colocou ela de joelhos no chão e começou a bater uma rápido na frente do rosto dela.- Abri a boca… mesmo que só um pouquinho.Tita não obedeceu direito. Ele grunhiu e gozou abundantemente na cara dela toda: jorros grossos de porra quente escorreram pela testa, bochechas, lábios e até um pouco no cabelo. Tita ficou ali sentada no chão, encostada na cama, com o rosto pintado de porra branca, lágrimas caindo e se misturando com o esperma, respirando ofegante.

Facundo subiu a calça, ainda respirando pesado. Se abaixou, limpou um pouco o rosto dela com um lenço e falou com a voz mais suave.- Calma, Tita… sei que é forte no começo. O segredo é você começar a curtir os momentos que a gente tiver junto. Não complica mais. Você vai se acostumar e vai ser bom pra nós dois. Te juro.Ela não respondeu. Só olhou pra ele com os olhos marejados, o sêmen ainda escorrendo pelo queixo dela. Facundo entregou a camiseta e o short pra ela.- Se limpa e descansa. Tenho um presente pra você. Vi que você curte cosplay… comprei uma fantasia pra você. Amanhã trago ela.Vestiu-se e foi embora, trancando a porta atrás de si. Tita ficou sentada na cama por um bom tempo, com o leite secando na cara, processando tudo. As palavras do Facundo ecoavam na cabeça dela: "aproveitar os momentos juntos... você vai se acostumar". Chegou a hora da quarta vez. Já tinham se passado semanas desde aquele primeiro encontro pesado. Tita teve tempo pra pensar, pra relembrar uma e outra vez as palavras do Facundo. E, mesmo que no começo fosse difícil admitir, alguma coisa nela tava mudando. A casa era perfeita, ela se sentia segura, a putinha dela tava feliz, e os presentes que o Facundo vinha trazendo (a fantasia de cosplay, lingerie nova, até um microfone novo pro stream dela) faziam ela se sentir cuidada de um jeito torto. Naquela tarde de quinta, Tita decidiu que ia tentar. Tomou um banho caprichado, se perfumou, vestiu um roupão preto de seda curto que mal cobria a bunda dela, sem nada por baixo. Cabelo solto e ondulado, um pouco de maquiagem nos olhos pra destacar aquele olhar que ele tanto gostava. Deitou na cama, apoiada nos travesseiros, com o coração batendo forte. Quando ouviu a chave na porta, respirou fundo.titaFacundo entrou e ficou surpreso ao vê-la. Fechou a porta atrás de si e sorriu devagar, passando o olho nela toda.- Olha só… Tita me esperando assim. O que foi, gostosa?Ela mordeu o lábio inferior, nervosa mas decidida. Sentou-se um pouco mais ereta, deixando o roupão abrir levemente e mostrar o vale entre as tetas dela.Pensei no que você me disse… que o segredo é curtir os momentos juntos. Quero ver se consigo… aproveitar dessa vez, Facu. Não quero mais me sentir um lixo toda vez.Facundo se aproximou da cama, tirando a camisa pela cabeça e mostrando o torso definido. Sentou na beirada e passou a mão na perna nua dela.— Tava achando que você ia demorar mais pra ceder. Fico feliz que você resolveu tentar, Tita. Você é uma gostosa do caralho, sabia?Ele se inclinou e beijou ela. No começo, Tita demorou pra responder, os lábios duros, mas aos poucos foi amolecendo. Abriu a boca e deixou a língua dele entrar, respondendo com timidez ao beijo. As línguas se enroscaram, molhadas e quentes. Facundo grunhiu contra a boca dela e abriu o roupão de uma puxada, deixando o corpo dela completamente pelado.- Que gostosa que você tá… olha essas tetas perfeitasmurmurou, abaixando a boca para chupar um mamilo dela. Sugou forte, mordiscando enquanto a mão dele descia entre as pernas dela e acariciava a buceta já molhada.- Já tá molhadinha, hein… você gosta mais do que quer admitir.Tita soltou um gemido baixinho, arqueando as costas.— Facu... devagar no começo, tá? Quero tentar de verdade.Ele sorriu contra a pele dela e puxou a calça pra baixo, liberando o pau duro, grosso e pulsando. Tita olhou pra ele por um segundo, respirou fundo e se ajoelhou na cama na frente dele. Segurou a base com a mão e aproximou o rosto. Primeiro deu uns beijinhos suaves na cabeça, depois esticou a língua e lambeu o comprimento inteiro, dos ovos até a ponta.- Assim… chupa gostoso, Titadisse ele, segurando ela suave pelo cabelo.Você é tão gostosa com a pica na boca.Ela abriu os lábios e enfiou na boca. Começou devagar, chupando só a cabeça, rodando a língua em círculos enquanto olhava nos olhos dele. Depois foi descendo mais, engolindo fundo até quase engasgar. Facundo gemia, empurrando a bacia de leve.- Uff, que boca boa você tem… continua assim, gostosa. Chupa tudo, não para.Tita acelerou, fazendo barulhos molhados e babados. A baba escorria pelo queixo dela enquanto chupava com mais vontade, uma mão acariciando os ovos dele e a outra batendo uma punheta ao mesmo tempo. Facundo puxava o cabelo dela com mais força, mas sem machucá-la.- Chega… vem aquiordenou de repente. Agarrou ela pelos braços, jogou ela na cama de barriga pra cima e se colocou entre as pernas abertas dela.
Levantou os joelhos dela e esfregou a cabeça do pau contra a buceta encharcada da Tita.- Tá pronta? Fala que quer que eu te coma.Tita concordou, respirando ofegante.- Sim… me fode, Facu. Quero sentir você.Ele empurrou devagar no começo, entrando centímetro por centímetro, abrindo ela. Tita soltou um gemido longo e genuíno dessa vez, sem se segurar.- Ahh… que grande que é… devagar… assim…Facundo começou a se mover num ritmo constante, penetrando ela fundo. O som molhado da buceta dela enchia o quarto junto com os gemidos dela.- Você gosta de como eu te como, Tita? Me fala.grunhiu, acelerando as estocadas.- Sim… eu gosto… mais forterespondeu ela, tímida no começo, mas com a voz trêmula de prazer.

Ele agarrou os peitos dela, beliscando os bicos enquanto metia mais forte, batendo a bacia na dela. A Tita já não aguentava mais: gemia sem vergonha, as pernas tremendo em volta da cintura do Facundo.- Assim… me fode assim… ai, Facu… é tão gostoso por dentro…Facundo sorriu satisfeito ao notar a mudança. Virou ela de repente, deixando ela de quatro e meteu com força por trás. Deu várias palmadas sonoras na bunda dela enquanto a macetava.- Olha essa bunda se mexendo… que gostosa você é. Me diz que você adora que eu te coma.

- Adoro… não para… mais forte, por favor -Respondeu Tita, empurrando ela mesma pra trás, buscando mais profundidade.
O quarto se encheu de gemidos, palmadas e o som de pele contra pele. Facundo segurava firme na cintura dela, fodendo ela que nem um animal. Tita tinha o rosto enterrado no travesseiro, gemendo sem controle.- Tô perto de gozar... onde você quer que eu goze?perguntou ele, ofegante.- Na cara… como sempre -disse ela, quase sem pensar.

Facundo tirou ela pra fora, colocou ela de joelhos no chão e começou a bater uma rápido na frente do rosto dela. Tita abriu a boca e colocou a língua pra fora, olhando pra ele com olhos vidrados de prazer.- Acaba comigo toda, Facu… quero sentir isso.Com um grunhido forte, ele gozou. Jatos grossos e quentes de porra caíram na cara dela, na língua, nas bochechas. Tita ficou ali, respirando ofegante, com o rosto todo pintado. Lambeu um pouco da porra que tinha escorrido perto dos lábios e engoliu.- Você gostou?perguntou ele, ainda recuperando o fôlego.- Sim… eu gosteirespondeu ela baixinho, limpando-se um pouco com as costas da mão, mas sem nojo dessa vez.Foi diferente… melhor.Facundo se agachou, deu um beijo na testa dela e entregou um paninho.— Sabia que você ia acabar gostando disso. Você é uma deusa, Tita.Desde aquele dia, Tita foi se soltando cada vez mais. As transas deixaram de ser algo que ela só tolerava e viraram algo que ela esperava com ansiedade. Facundo continuava visitando ela várias vezes por semana, trazendo presentes, comida e surpresas. No começo ela ainda era meio tímida, mas cada vez respondia mais: gemia sem vergonha, pedia o que queria, beijava ele com gosto e até tomava a iniciativa em algumas posições.

Chegou um ponto em que Tita não aguentava esperar o Facundo aparecer. Passava o dia inteiro pensando na pica dele, em como ele fazia ela gozar, nos gemidos que ele soltava quando ela chupava bem fundo. O contrato já não parecia mais uma obrigação; tinha virado um acordo gostoso e viciante.

Tita não aguentava mais. Tinham passado só alguns dias desde a última vez que o Facundo tinha visitado ela, mas o corpo dela pedia mais. Enquanto arrumava umas coisas em casa, pegou o celular e mandou uma mensagem direta pra ele:- Facu… vem me ver. Quero que você me coma. Agora.A resposta não demorou pra chegar. Facundo ainda tava na academia.- Kkkk, tão rápido assim? Foi há pouco tempo, Tita. Já tá com saudade da minha pica?Ela digitou rápido, mordendo o lábio.- Não me importo. Quero que você me coma agora. Tô molhada só de pensar nisso. Vem logo, por favor.Facundo demorou uns segundos pra responder.- Tô indo praí. Se prepara, porque hoje vou te dar tudo o que você pede.Tita sorriu com malícia e se preparou. Vestia só uma camiseta rosa comprida que mal cobria a bunda dela e uma fio dental preta fininha que já tava molhando. Ela andava impaciente pela casa, da cozinha pra sala, pro quarto e de volta. Felipe olhava estranho pra ela do sofá. O coração batia forte, a buceta pulsava de antecipação.streamerQuando ouviu a chave na porta, não aguentou mais. Assim que Facundo entrou, Tita se jogou nele igual uma gata no cio. Agarrou ele pela nuca e beijou com desespero, enfiando a língua fundo, mordendo o lábio inferior dele. Facundo soltou uma risada rouca e puxou ela com força pelo cabelo, inclinando a cabeça dela pra trás.

— Olha a fome que você vem, Tita… — disse olhando nos olhos dela com aquele sorriso de lobo.— Tá precisando tanto assim de uma foda?

- Sim…Ela gemeu, sorrindo enquanto olhava fixo pra ele, os olhos brilhando de tesão.- Não aguento mais. Me fode logo, Facu.Tita pegou na mão dele e arrastou ele direto pro quarto, tirando a camiseta pelo caminho e jogando no chão. As tetas firmes dela balançaram soltas, bicos duros e rosados. Facundo seguia ela, apalpando a bunda dela.

Chegaram na cama e Tita empurrou ele com força, jogando ele de costas no colchão. Ela se ajoelhou entre as pernas dele rápido, desesperada. Puxou a calça e a cueca dele de uma vez, liberando aquela piroca grossa, cheia de veias e já meio dura que ela tanto gostava.- Que delícia que você tem…Tita murmurou antes de agarrar com as duas mãos e enfiar na boca com fome.

Começou a chupar desesperada, fazendo barulhos molhados e babados. Subia e descia a cabeça rápido, enfiando até a garganta, incluindo as ânsias, enquanto olhava pra ele com olhos lacrimejantes de prazer. A baba escorria pelo queixo e pingava nos ovos do Facundo.- Uff, Tita… você fica uma gostosa com essa rola na boca, mamãe.Facundo grunhiu, agarrando ela pelo cabelo e guiando o ritmo.Chupa mais fundo… assim, vadia, isso.Ela sorriu sem tirar ele da boca, os lábios esticados em volta da grossura, e continuou chupando com mais vontade. Mexia a língua na cabeça, sugava forte e acariciava os ovos dele com uma mão.— Sabia que você ia acabar gostando disso.disse Facundo entre gemidos, puxando o cabelo dela com mais força.- Olha como você chupa agora… já tá viciada.Tita tirou a pica por um segundo, ofegante, com fios de baba ligando os lábios dela à ponta brilhante.- Você tinha razão, Facu… eu adoro. Adoro chupar sua pica e ser comida por você. Agora quero mais.Ela montou nele de pernas abertas, puxou a calcinha fio dental pro lado e agarrou a piroca dura. Esfregou a cabeça na buceta encharcada umas duas vezes, se provocando, e depois sentou de uma vez, enfiando tudo de uma só vez.- Ahhh, merda!gritou Tita, arqueando as costas, sentindo como ele a preenchia por completo.- Que grande... adoro como você me abre.Começou a cavalgá-lo com força, mexendo a cintura em círculos e subindo e descendo rápido. Os peitos dela balançavam selvagemente. Facundo agarrava a bunda dela com as duas mãos, dando tapas fortes que ecoavam pelo quarto.- Assim, Tita… monta na minha pica, mexe essa bunda gostosa. Você gosta de me sentir tão fundo?

- Sim… sim, Facu… tá entrando até o fundo… ai, meu deus, adoro issoEla gemia sem parar, acelerando o ritmo. O som molhado da buceta dela engolindo a pica era ensurdecedor.- Mais forte… me dá mais.Facundo segurou na cintura dela e começou a meter de baixo pra cima, comendo ela com força. Tita se inclinou pra frente, apoiou as mãos no peito dele e o beijou enquanto continuavam transando. As línguas se enrolavam, gemidos misturados.

Mudou de posição sem tirar o pau. Ficou de quatro na cama, rabo empinado.— Me come assim agora… forte.Facundo se ajoelhou atrás e meteu nela com uma estocada brutal. Começou a comer ela gostoso, segurando o cabelo dela como rédea, puxando pra trás enquanto dava uns tapas na bunda dela.- É assim que você quer, hein? Me diz o que você é.

- Sou sua putinha… sua putinha de casa -Tita gemia, empurrando pra trás pra encontrar cada estocada.- Me fode mais forte, Facu… arrebenta minha buceta.Ele acelerou, comendo ela igual um bicho. Enfiava a mão por baixo e esfregava o clitóris dela enquanto a penetrava sem dó. A Tita tava descontrolada: gemia alto, gritava, o corpo todo tremendo.- Tô quase gozando…avisou ele, ofegante.- Não goza… esperadisse Tita. Ela se virou rápido, se ajoelhou no chão na frente dele e abriu a boca, colocando a língua pra fora.

Facundo se levantou e começou a bater uma rapidinho na frente do rosto dela. Tita olhava pra ele com tesão, se acariciando a buceta enquanto esperava.- Me acaba toda, Facu… pinta minha cara toda.

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Desculpe nao posso traduzir esCom um grunhido gutural, Facundo gozou. Jorros grossos, abundantes e quentes de porra caíram na cara dela: na testa, bochechas, nariz, lábios e língua. Tita gemia enquanto recebia, engolindo o que entrava na boca dela.

Quando acabou, ela passou os dedos pelo rosto, recolhendo porra e levando à boca, engolindo com prazer.- Mmm… gostosa -disse com um sorriso safado, ainda com a cara toda suja.— Quero que você fique pra jantar hoje, Facu.Ele soltou uma risada satisfeita, respirando ofegante, e acariciou o cabelo dela.- Claro que sim, gostosa. Depois disso eu fico o tempo que você quiser.Tita se levantou, ainda com porra escorrendo pelo queixo, e deu um beijo longo e profundo nela.— Como eu adoro essa sua versão, Tita. Semanas atrás você tava chorando e agora me pede pra te comer e ainda ficar pra almoçar. Você é uma puta maravilhosa.Tita ficou vermelha mas sorriu, vestindo um avental curto que mal cobria os peitos e a bunda dela. Começou a preparar milanesas com batatas e uma salada. Ela estava na pia, cortando tomates, quando Facundo se colou atrás dela. Enfiou as mãos por baixo do avental e agarrou os peitos dela com força, apertando-os e puxando os bicos.- Ai, Facu… dá uma segurada que tô cozinhando -Protestou ela entre risadas, mas empurrando a bunda contra o pau dele que já estava endurecendo de novo.- Parar? Nem fodendo.murmurou ele no ouvido dela, mordendo-o.- Essa bunda se mexendo enquanto você corta tomate tá me deixando louco.Ele levantou o avental dela e puxou a tanga. Os dedos desceram direto pra buceta ainda molhada da gozada anterior e começaram a esfregar o clitóris dela em círculos lentos, mas firmes. Tita soltou um gemido baixinho e se apoiou mais na pia, abrindo um pouco as pernas.- Uff… você é insaciável… olha como você se molha de novo, gostosa. Gostou tanto que eu pintasse sua cara?

- Sim… gostei… adoro sentir seu gozo quente no meu rostoTita confessou com a voz embargada enquanto continuava cortando, embora cada vez mais distraída.Mete os dedos em mim, Facu… pelo amor de Deus.Ele enfiou dois dedos grossos de uma mão e começou a bombear pra dentro e pra fora, fazendo barulhos molhados. Com a outra mão, beliscava um dos mamilos dela. Tita gemia mais alto, rebolando a bunda contra a mão dele.— Assim… enfia os dedos na minha buceta enquanto eu cozinho… ai, meu deus, que gostoso…Facundo tirou os dedos, abaixou a calça de novo e esfregou o pau duro contra ela, provocando a gostosa.- Quer que eu te coma enquanto você cozinha. Fala.

- Sim… me fode enquanto preparo o jantar… sou sua putaTita gemeu, se inclinando mais sobre a bancada, oferecendo a bunda pra ele.

Facundo empurrou e a penetrou de uma só vez, fundo. Tita soltou um grito de prazer, se segurando firme na bancada.- Ahhh, sim! Me enche toda… que grande que você tem…Começou a meter nela com ritmo constante, os quadris batendo na bunda dela. Cada estocada fazia os peitos da Tita balançarem e ela quase perder a faca. Facundo segurava a cintura dela com uma mão e com a outra dava tapas sonoros na bunda dela.Mexe essa bunda enquanto te fodo... continua cozinhando, não para.ordenou entre gemidos. Tita tentava continuar cortando os legumes, mas era impossível. Ela gemia alto a cada estocada, a buceta apertando-lhe o pau.- Mais forte, Facu… arrebenta minha buceta… ai, adoro quando você me come assim… como sua putinha pessoal… -Ele acelerou. Puxou o cabelo dela, arqueando as costas dela, e enfiou a mão na frente pra esfregar o clitóris dela enquanto metia sem piedade.- Você é minha putinha de casa? Fala mais alto.

- Sim! Sou sua putinha… uma putinha streamer que vive de graça em troca dessa buceta… me come mais forte, por favor… vou gozar…Tita começou a tremer, as pernas bambas. Facundo não parava, dando tapas na bunda dela e metendo fundo. Finalmente ela explodiu, gozando com força em volta do pau dele, apertando com espasmos e soltando um gemido longo e agudo.

Facundo tirou ainda duro e deu um último tapa na bunda dela.— Agora é minha vez de cozinhar um pouco. Você vai ficar ocupada lá embaixo.Trocou os papéis. Facundo foi pra frente do fogão terminar as milanesas enquanto Tita se ajoelhava entre as pernas dele. Enfiou a pica inteira na boca sem rodeios, chupando com fome, fazendo barulhos obscenos.- Uff, Tita… chupa enquanto eu cozinho… que boca de puta você tem -Gemía Facundo, tentando se concentrar em virar as milanesas.

Ela chupava ele com devoção: subia e descia rápido, cuspia, lambia desde os ovos até a ponta, olhava nos olhos dele enquanto tinha a boca cheia. A baba escorria pelos peitos dela.- Você adora ter essa pica na boca, hein?perguntava ele entre ofegos.- Mmm… sim… adoro sua pica… quero que encha minha boca depois -Ela respondia, tirando ele um segundo antes de engolir de novo até a garganta.

Facundo aguentou um tempo, mas a boca da Tita era demais. Ele levantou ela, dobrou ela sobre a bancada de novo e meteu de novo, comendo ela enquanto terminava de cozinhar.- Assim… cozinhando e transando… isso é vida -rosnou.

A sessão saiu da cozinha. Ele a levantou no colo, ainda com o pau dentro, e a levou pra sala. Jogou ela no sofá grande e subiu em cima, abrindo as pernas dela e comendo de missionário profundo. Eles se beijavam de língua, mordendo os lábios um do outro.- Me beija enquanto me fode… adoro sentir você dentro de mim.Tita sussurrava entre gemidos.
Facundo dava tapas na bunda dela mesmo estando por baixo, chupava os peitos dela, mordia o pescoço. Mudaram pra posição de quatro no sofá, depois ela por cima cavalgando ele selvagemente, quicando com os peitos na cara dele.— Monta em mim, Tita… mexe essa raba —ele a incentivava, dando tapinhas suaves nas tetas dela.- Sim! Olha como eu te cavalgo… teu pau me preenche toda… vou gozar de novo…Tita gozou pela segunda vez, gritando o nome dele, apertando a pica com a buceta. Facundo tirou, colocou ela de joelhos no chão da sala e começou a bater punheta na frente da cara dela.

- Abre a boca, puta. Quero pintar você de novo. -

Tita obedeceu, língua pra fora, olhos pra cima olhando ele com luxúria.— Me dá seu gozo… goza na minha cara de novo…Facundo grunhiu forte e gozou. Jatos potentes encheram a cara dela, a boca, os peitos. Tita engolia o que conseguia, gemendo, catando porra com os dedos e comendo.

Quando acabou, se beijaram fundo e gostoso, dividindo o gosto salgado. Facundo ajudou ela a levantar e terminaram de preparar o jantar juntos, ainda pelados e se apalpando.

Sentaram pra comer na mesa da sala. Tita ainda tinha restos de porra seca na cara e no cabelo. Enquanto comiam, Facundo passava a mão na perna dela por baixo da mesa.- Isso é perfeito, Tita. A casa, você, o sexo… tudo.Ela sorriu, mordendo uma milanesa.- No começo, eu te odiava pela proposta… mas agora não quero que você vá nunca. Fica pra dormir hoje. Amanhã a gente continua transando o dia inteiro.Facundo riu e beijou ela.- Negócio fechado, gostosa. Essa casa já é nossa.E assim, entre risadas, beijos e promessas sujas, terminaram de jantar. Naquela noite, treparam mais uma vez na cama, devagar e com carinho, antes de dormir abraçados. A Tita não tinha encontrado só um teto, mas um acordo que acabou se transformando em algo muito mais viciante e gostoso do que ela jamais imaginou.

1 comentários - Novo Lar pra TitaSama

alta historia. 10 y fav. despues hacete uno que sea que la obligue o chantajee un viejo de +50