Eu tava no carro da Lu em silêncio. Tentando processar o que tinha rolado. Ela tava cantando "wanna be" alto, uma mão no volante, a outra fazendo um gestinho de rap. A luz vermelha do semáforo parou a gente a poucas quadras da Universidade. Aquela pausa ativou um pouco meu cérebro, que só conseguiu falar: "Você sabia disso antes?" Ela parou a música, me olhou antes de arrancar de novo e, sorrindo, disse: "Não, honestamente te levei pra tirar fotos, mas vejo que seu trabalho é bem completo haha gostei de te ver trabalhar." E piscou o olho enquanto arrancava de novo. Eu olhava pro chão, não queria pegar o celular porque sabia que ia ter que encarar mensagens da Sofi me incentivando ou perguntando como foi a sessão. Tentava ignorar até o ambiente que, por segundos breves, me cercava. Minha experiência sexual limitada se resumia a 3 mulheres, o problema é que uma delas eu amava, outra era a irmã do meu melhor amigo, e a última eu tinha acabado de conhecer há poucas horas. Falando em poucas horas. Toda essa história tinha acontecido em 72h. Continuava imerso nos meus pensamentos, a noite caía e, quase como se lesse minha mente, a Lu, sem perguntar, passou num AutoMac. "Peço dois quartos de libra?" O ato de gentileza dela me pegou de surpresa. Comemos no carro enquanto ela me contava uma história de uma viagem com o Javi. Já enquanto eu via ela roubar minhas últimas batatas, os olhos verdes dela se fixaram em mim. "Você ainda tá em choque." Não era uma pergunta. Baixei o olhar soltando uma risada curta pelo nariz. "Um pouco." Ela sorriu de leve enquanto virava numa avenida que eu não reconheci. "Vou te distrair então." Só aí levantei um pouco a cabeça. "Pra onde a gente vai?" A Lu fez uma careta divertida. "Tenho uma amiga que precisa de fotos. E você precisa parar de pensar tanto." Não tive muita chance de responder. Em poucos minutos já estávamos estacionando na frente de um prédio cheio de varandinhas e luzes roxas escapando de algumas janelas. Subimos por elevador enquanto Lu verificava mensagens no celular. "Ela se chama Valentina", disse guardando o telefone no bolso. "Faz conteúdo pro OnlyFans e é obcecada em melhorar o perfil dela." Olhei pra ele confuso. As portas do elevador se abriram. Lu caminhou até um apartamento no fundo e, antes de tocar a campainha, me olhou com um sorriso. "Acredita em mim... depois de hoje, acho que você pode ajudar ela bem mais do que imagina.
Ao abrir a porta, me deparei com a famosa Valentina. Ela tinha aquela estética meio gótica, mas exageradamente feminina. Cabelo preto com mechas claras, maquiagem escura, meias pretas e um vestido justo que parecia escolhido especificamente pra distrair qualquer um que tentasse manter uma conversa normal. Mas o mais perigoso não era a aparência dela. Era a naturalidade com que lidava com a atenção. Como se já estivesse muito acostumada a ser olhada.
Ela começou a me mostrar referências no celular enquanto falava com toda naturalidade sobre poses, números de inscritos e "conteúdo que vende". Eu mal conseguia acompanhar o ritmo. Toda vez que ela se aproximava pra me mostrar algo, acabava esbarrando em mim com o braço ou se apoiando perto demais. E, mesmo que isso fosse parte da personalidade dela, tava começando a ficar difícil ignorar. Lu, enquanto isso, tava largada de bruços num sofá, assistindo parte da sessão pelo celular da Valen. "Juro, os caras pagam qualquer coisa por essa estética", disse Valentina se ajeitando na frente do espelho. "Tipo… inocente, mas nem tanto." Vi ela ajustar o vestido preto colado no corpo enquanto olhava as fotos que eu tava tirando. E, sinceramente, entendia perfeitamente por que funcionava. As meias pretas, o contraste do cabelo, aquele jeito de olhar direto pra lente como se soubesse exatamente quem ia ver aquelas fotos depois. Valentina foi se soltando cada vez mais. Primeiro foram poses simples em cima da cama. Depois sentada contra a parede. Mais tarde, começou a brincar com a barra do vestido, levantando só um pouquinho enquanto me perguntava: "Assim tá bom ou é demais?
E, embora dissesse isso rindo, nunca parecia realmente insegura. Era pior. Parecia gostar de ver até onde podia me desequilibrar sem nem me tocar. Lu também percebia. Eu a ouvi rir baixinho da cama quando Valentina me pediu pra chegar mais perto "porque de longe as fotos não transmitiam tensão". E foi aí que tudo começou a mudar. Porque quando me aproximei pra mostrar uma foto, Valentina não olhou pra tela de imediato. Primeiro, olhou pra mim. Depois, baixou os olhos de leve. E só então sorriu. "Ok… agora sim." Não tava falando da foto. Isso ficou claro quando ela apoiou devagar uma mão na minha perna pra se acomodar melhor na beirada da cama. E mais claro ainda quando Lu parou de olhar pro celular. Valentina voltou a entrar no quarto com um robe preto de seda mal amarrado na cintura.
Esse outfit vende muito mais", ela disse rindo enquanto subia de novo na cama. O tecido se abria só um pouquinho quando ela mudava de pose e eu já quase tirava fotos no automático. Era impossível não se perder nas tetas dela. Valentina começou a pedir pra eu chegar mais perto. "De longe parece muito frio." "Quero que sintam aqui.
Me aproximei até ficar de frente pra ela em cima da cama. Ela esticou o braço da beira da cama e começou a acariciar a minha virilha por cima da calça. Ficou com um sorriso daqueles de foto. Valentina manteve a mão na minha virilha por mais alguns segundos. Nem parecia ter pressa. Os dedos dela percorriam devagar o volume por cima da calça enquanto segurava aquele sorriso tranquilo que usava pras fotos. Depois levantou o olhar pra mim. E foi aí que algo mudou. Porque pela primeira vez desde que chegamos, ela deixou de parecer alguém no controle da situação. Os olhos dela desceram de novo. Mais devagar. Mais fixos. Quase hipnotizados. "Okay..." murmurou baixinho. Nem sabia se tava falando comigo ou com ela mesma. Valentina se aproximou mais um pouco da cama até ficar praticamente ajoelhada na minha frente. Os dedos dela brincaram com o botão da minha calça enquanto soltava uma risadinha. "Não é à toa que a Lu me falou que valia a pena te chamar." Terminou de abaixar o zíper devagar sem tirar os olhos do meu corpo. Depois ficou só observando por uns segundos. Uns segundos longos demais. Como se a imagem tivesse superado a expectativa que ela tinha na cabeça. E só aí mordeu levemente o lábio. "Continua tirando fotos..." falou olhando de canto pra Lu. Mas ninguém naquele quarto parecia lembrar muito da câmera mais. Ela continuava ajoelhada na minha frente. Os dedos ainda descansavam na minha cintura enquanto parecia hesitar entre continuar brincando ou cruzar de vez o limite. Mas o mais estranho é que já não tava mais atuando pra câmera. Dava pra perceber na respiração dela. No jeito que evitava desgrudar os olhos de mim. Naquela risadinha nervosa que antes não tinha. Lu foi a primeira a quebrar o silêncio. "Eu… no final você ficou tímida mesmo." Valentina soltou uma risadinha sem parar de me olhar. "Cala a boca." O próximo movimento foi meu pau sumindo entre os lábios dela, como se o comentário da Lu tivesse sido um cutucão nela. Com calma. mas carregada de confiança, eu ia rodeando com a língua cada centímetro de mim. Dava lambidas como se fosse um sorvete, parecia que estava brincando. Consegui ver como ela levou a mão livre para dentro do roupão e brincou com os próprios mamilos enquanto continuava com o boquete. Ela ainda segurava a câmera, mas eu já não sabia se aquilo ainda fazia parte da sessão ou não. Tava difícil me manter de pé, Valen acelerava enchendo de saliva meu pau durante aquele processo. Fios de baba iam da ponta da minha rola até os lábios dela, que iam perdendo a cor do batom por causa da intensidade que ela escolheu. Os olhinhos dela cheios de lágrimas autoinfligidas enquanto tentava engolir até quase se afogar. Era um verdadeiro espetáculo. Aquela mulher valia cada assinatura que pagavam pra ela. Ela conduzia o momento com um toque pornográfico que era a fraqueza de qualquer um do outro lado. Até o jeito que ela se levantou do chão, ficando de frente pra mim. O jeito que ela girou pra se ajoelhar de novo, mas agora na cama dela. Ela só levantou um pouco o roupão e me convidou com uma leve rebolada da bunda pra chegar mais perto. Quase como um reflexo, apoiei minhas mãos nas nádegas brancas dela e comecei a encaixar a rola entre as pernas dela. Ela jogou a bundinha pra trás ajudando o movimento. Já tinha a pontinha dentro e soltou um gemido enquanto jogava a cabeça pra trás. Fui enfiando quase sem dificuldade, ela tava muito molhada, isso me convidou a penetrar com mais confiança e mais agressividade. Valentina gemia contra os lençóis enquanto eu continuava me movendo atrás dela. Brincava com os mamilos dela, mal conseguia cobrir os peitos dela com minhas mãos. O quarto estava cheio do som da respiração dela entrecortada, do choque dos nossos corpos e dos pequenos gemidos que ela já nem tentava segurar. Mas teve um momento em que ela mudou. Senti primeiro no jeito que ela começou a se mover. Porque já não parecia alguém posando. Nem alguém pensando em conteúdo. As mãos dela pararam de ajeitar o roupão, parou de procurar ângulos, parou até de Olhar pra câmera jogada na cama. Agora eu só tava reagindo. E isso tava na cara. Valentina virou só a cabeça, o cabelo bagunçado caindo no rosto enquanto soltava uma risada entrecortada. "Okay... dá uma segurada..." Mas não soava desconfortável. Soava surpresa. Mordeu o lábio de novo quando segurei ela pela cintura e me enfiei de novo dentro dela. "Aí eu entendi por que a Lu tava tão insuportável com esse assunto..." soltou entre gemidos. Depois apoiou a testa no colchão e ficou uns segundos respirando pesado. Não tirou de dentro, ainda apertou um pouquinho e fez círculos pequenos com a bunda. "Juro que pensei que ela tava exagerando." Isso foi provavelmente a coisa mais sincera que ela disse desde que chegamos. Porque só ali ela parou de ser a Valentina "criando conteúdo". Agora parecia uma gatinha tentando recuperar o fôlego. Soltou devagar minha mão da cintura dela e se levantou, ajeitando o roupão no corpo. "Pronto..." disse soltando uma risada cansada, com um último olhar pra minha ereção. "Eu já tenho material pra caramba, mais do que precisava." Pegou o celular na cama e conferiu umas fotos ainda com a respiração descontrolada. Depois ergueu as sobrancelhas de leve, olhando pra Lu. "Seu fotógrafo é um problema." Lu sorriu só um pouco. Nada mais. Nem respondeu. Tava na beira da cama, com a calça ainda desabotoada. Lu sentou na cama e olhou pra mim. Como se tivesse analisando.
Ela se aproximou um pouco mais. As mãos dela foram até o cabelo dele, ajeitando a bundinha de cabelo dele.
Ela me olhou com desejo. Mas em silêncio. Eu não sabia o que estava rolando. O desconforto me fez querer puxar a calça pra cima, me esconder. "Espera aí
A mão dela parou no meu pulso. "Você não vai ficar assim não" "Essa mina..." O que realmente me pegou de surpresa foi que ela levou a boca direto pro meu pau, que ainda tinha resto da amiga dela por cima. Engoliu como se nada importasse. Naquele mesmo dia, era a terceira mulher que me fazia um boquete e ninguém chegava perto dela. A maior expressão do conceito feminino levado a uma vulgaridade que no sexual parecia impossível de ser reproduzida por outra mulher. Minhas pernas tremiam enquanto ela, da cama, devorava meu pau. Tinha algo quase desafiador no jeito que ela me olhava de baixo. Algo impulsivo. Territorial. Agarrei a cabeça dela, não porque precisava guiar, mas porque não conseguia resistir, sentia minhas mãos dormentes. Ela só parou pra tirar a blusa branca e continuar com os peitos soltos pra mim. Os olhos verdes dela nunca se desviaram de mim, mesmo quando os lábios começaram a me percorrer com uma lentidão quase cruel. Não parecia alguém improvisando. Parecia alguém curtindo demais o efeito que tava causando. A mistura entre suavidade e provocação era insuportável. Porque num segundo ela mal roçava com a ponta da língua, brincando, respirando em cima de mim como se quisesse me enlouquecer aos poucos. E no instante seguinte não tinha mais delicadeza nenhuma. Ela perdia a elegância só na intensidade. No jeito que fechava os olhos por um segundo. No jeito que os dedos dela se agarravam nas minhas pernas enquanto me chupava cada vez mais fundo, como se tivesse algo pessoal escondido atrás de tudo aquilo. O som molhado da boca dela encheu o quarto. E ainda assim, o mais obsceno continuava sendo ela. O jeito que ela curtia me ver quebrar em cima dela. O jeito que ela levantava o olhar só pra conferir o efeito que tinha em mim antes de se afundar de novo. Ela parou pra me sentar na cama e, de pé, tirou a calça. Tava de calcinha fio dental preta que combinava perfeitamente, só um fiozinho cobrindo a inocência. Ela subiu em cima de mim devagar, ficando só a centímetros do meu rosto. E antes de me beijar, ficou uns segundos me encarando. Depois, foi atrás da minha boca de novo. Devagar no começo. Como se quisesse saborear o momento antes de se entregar de vez. Mas assim que começou a se mexer em cima de mim, toda aquela calma se desfez. Lu soltou um gemido baixinho contra meus lábios enquanto as mãos dela se agarravam nos meus ombros. O movimento do corpo dela tinha algo perigosamente hipnótico. Subia só um pouco, me provocando. E descia devagar de novo, fechando os olhos por um instante cada vez que o ar escapava entre os lábios. O cabelo bagunçado caindo no rosto, a respiração cada vez mais ofegante, o jeito que ela me olhava entre um beijo e outro… Tudo nela parecia dizer coisas que nunca teve coragem de falar. A tensão acumulada da noite inteira explodia ali. No jeito que ela se colava cada vez mais no meu corpo. Em como procurava meu pescoço quando precisava recuperar o fôlego. Em como os dedos dela percorriam minhas costas quase com uma desesperação contida. E quanto mais tentava manter o controle, mais óbvio ficava que já tinha perdido ele fazia tempo. A porta do quarto se abriu devagar de novo. Valentina apareceu outra vez, ainda com o roupão preto mal amarrado, o celular na mão e um sorriso cansado se formando ao nos encontrar daquele jeito. Não disse absolutamente nada. Só se aproximou devagar até a beirada da cama. E observou. Como se tivesse entendido algo antes da gente. Depois largou o telefone no colchão e passou uma mão lenta pelas costas de Lu. Outra no meu peito. Um gesto suave. Íntimo. Quase carinhoso. Mas longe de quebrar o momento, fez a tensão crescer ainda mais. Lu fechou os olhos de leve ao sentir ela. E pela primeira vez na noite inteira, pareceu parar de lutar contra o que estava sentindo. Porque me beijou de novo na mesma hora. Mais fundo. Mais desesperada. Enquanto Valentina continuava nos acariciando em silêncio por trás, sorrindo de leve como alguém vendo duas pessoas terminavam de se perder na minha frente. Minhas mãos se agarraram mais forte nela e a mudança foi imediata. Lu soltou um gemido abafado contra minha boca, um completamente diferente dos anteriores. Mais sincero. Mais involuntário. Porque até aquele momento ela ainda parecia querer manter o controle da situação. Continuava se movendo com segurança, brincando com os olhares, marcando o ritmo. Mas aos poucos começou a se quebrar. Senti primeiro nas pernas dela tremendo levemente contra as minhas. Depois em como parou de sustentar meu olhar. E finalmente no jeito que acabou se agarrando ao meu pescoço, buscando apoio sem nem perceber. O ritmo entre nós ficou mais intenso e Lu começou a se perder ali dentro. Já não tinha pose. Nem provocação consciente. Só respirações ofegantes e pequenos sons que ela tentava conter escondendo o rosto no meu ombro. Cada vez que tentava se levantar pra recuperar um pouco de controle, voltava a cair contra mim. Como se o próprio corpo dela já tivesse decidido se render antes dela. E acho que o momento exato foi quando ela parou de me beijar pra simplesmente ficar ali, agarrada em mim com força, respirando ofegante contra meu pescoço enquanto os movimentos dela ficavam completamente desordenados. Porque Lu ainda tentava aparentar que dominava a situação. Mas já fazia tempo que meu pau tinha virado uma fraqueza pra ela. Entre gritos me pedia mais. Me implorava pra não parar. Eu não ia parar mesmo, apertando forte a bunda dela fazendo ela quicar em cima de mim enquanto via Valen começar a se masturbar perto da gente. Olhava perdidamente pra amiga dela, via algo diferente nela. Os olhos verdes completamente perdidos. Entregue e sussurrando meu nome... "Fer..." Ela quicava em cima de mim buscando ar, se agarrando nos meus ombros com desespero cada vez que descia até o fundo de novo. Senti ela gozar enquanto arqueava as costas e se deixava segurar por mim. Me beijou fundo enquanto eu ainda sentia os espasmos dela apertando meu pau lá dentro. dele. Isso me provocou demais, comecei a soltar jatos enormes de porra dentro dela. Nunca paramos de transar, nem naquele momento. Inclusive, ela fez com que eu me inclinasse pra trás, me fazendo cair de costas no colchão. Perto das pernas da Valen. Ela rebolava em cima de mim enquanto eu ainda gozava, e nos fundimos num beijo apaixonado. Nem eu queria tirar de dentro dela, nem ela queria que isso acontecesse. Seguimos. Perdidos um no outro. Voltamos a aumentar a intensidade, e o quarto ecoava com minha pélvis batendo na bunda dela. Valen acariciava meu peito junto com os peitos da Lu, que estavam apoiados em mim. Sentia os fluidos dos dois escorrendo pelo meu tronco até a virilha. Mas já não havia nada de elegante em nós. Só calor. Respirações entrecortadas. Pele úmida grudando uma na outra enquanto o quarto inteiro parecia ter se reduzido ao som da Lu gemendo em cima de mim. As unhas dela cravadas nas minhas costas. A cama batendo na parede no mesmo ritmo em que ela começava a perder completamente a noção de si mesma. E quanto mais forte eu a puxava pra perto de mim, mais ela parecia se desmontar. "Eu... Eu... Eu adoro" disse a Lu, parecendo gaguejar por falta de ar e por minhas estocadas. O olhar dela era de ternura misturada com paixão. Continuei comendo ela, continuei aproveitando aquele corpo. Ela me beijou mais uma vez, seus lábios estavam quentes, abafou um gemido longo com aquele beijo. De novo ela estava gozando. Seus olhos verdes se cruzaram e reviraram, ficando brancos. Nossos corpos eram uma mistura de sensações um do outro. O jeito dela cair rendida em cima de mim me provocou, ver a amiga dela acariciar o cabelo dela enquanto meu pau continuava penetrando sem parar. De novo comecei a gozar. Parecia ser a primeira vez, até um acúmulo de tantas punhetas da infância que eu tinha dedicado àquela mulher. Ela estava despenteada, suada e com a pouca maquiagem que usava, borrada. A amiga dela agora acariciou a bochecha dela com suavidade e soltou uma risada baixa, cansada. — Olha só como essa menina ficou… A Lu nem respondeu. Só Ela se abraçou mais forte em mim enquanto eu terminava de encher ela por dentro. Minha pica ainda pulsava dentro dela, Valen ajeitava o cabelo dela atrás da orelha. Eu fechei os olhos, confuso com aquele dia de loucura. O quarto finalmente ficou em silêncio. Só se ouvia nossa respiração tentando desacelerar aos poucos. Lu continuava em cima de mim, ainda abraçada no meu pescoço, com os olhos fechados e o cabelo bagunçado caindo no rosto dela. Meu celular vibrou no chão. Uma vez. Depois outra. A tela acendeu fracamente entre as roupas jogadas. "Sofi". Só ali, com Lu ainda tremendo em cima do meu corpo e o cheiro de sexo tomando o quarto inteiro, entendi de verdade o que tinha acabado de rolar. E o pior é que uma parte de mim não queria que aquilo nunca acabasse.
Ao abrir a porta, me deparei com a famosa Valentina. Ela tinha aquela estética meio gótica, mas exageradamente feminina. Cabelo preto com mechas claras, maquiagem escura, meias pretas e um vestido justo que parecia escolhido especificamente pra distrair qualquer um que tentasse manter uma conversa normal. Mas o mais perigoso não era a aparência dela. Era a naturalidade com que lidava com a atenção. Como se já estivesse muito acostumada a ser olhada.
Ela começou a me mostrar referências no celular enquanto falava com toda naturalidade sobre poses, números de inscritos e "conteúdo que vende". Eu mal conseguia acompanhar o ritmo. Toda vez que ela se aproximava pra me mostrar algo, acabava esbarrando em mim com o braço ou se apoiando perto demais. E, mesmo que isso fosse parte da personalidade dela, tava começando a ficar difícil ignorar. Lu, enquanto isso, tava largada de bruços num sofá, assistindo parte da sessão pelo celular da Valen. "Juro, os caras pagam qualquer coisa por essa estética", disse Valentina se ajeitando na frente do espelho. "Tipo… inocente, mas nem tanto." Vi ela ajustar o vestido preto colado no corpo enquanto olhava as fotos que eu tava tirando. E, sinceramente, entendia perfeitamente por que funcionava. As meias pretas, o contraste do cabelo, aquele jeito de olhar direto pra lente como se soubesse exatamente quem ia ver aquelas fotos depois. Valentina foi se soltando cada vez mais. Primeiro foram poses simples em cima da cama. Depois sentada contra a parede. Mais tarde, começou a brincar com a barra do vestido, levantando só um pouquinho enquanto me perguntava: "Assim tá bom ou é demais?
E, embora dissesse isso rindo, nunca parecia realmente insegura. Era pior. Parecia gostar de ver até onde podia me desequilibrar sem nem me tocar. Lu também percebia. Eu a ouvi rir baixinho da cama quando Valentina me pediu pra chegar mais perto "porque de longe as fotos não transmitiam tensão". E foi aí que tudo começou a mudar. Porque quando me aproximei pra mostrar uma foto, Valentina não olhou pra tela de imediato. Primeiro, olhou pra mim. Depois, baixou os olhos de leve. E só então sorriu. "Ok… agora sim." Não tava falando da foto. Isso ficou claro quando ela apoiou devagar uma mão na minha perna pra se acomodar melhor na beirada da cama. E mais claro ainda quando Lu parou de olhar pro celular. Valentina voltou a entrar no quarto com um robe preto de seda mal amarrado na cintura.
Esse outfit vende muito mais", ela disse rindo enquanto subia de novo na cama. O tecido se abria só um pouquinho quando ela mudava de pose e eu já quase tirava fotos no automático. Era impossível não se perder nas tetas dela. Valentina começou a pedir pra eu chegar mais perto. "De longe parece muito frio." "Quero que sintam aqui.
Me aproximei até ficar de frente pra ela em cima da cama. Ela esticou o braço da beira da cama e começou a acariciar a minha virilha por cima da calça. Ficou com um sorriso daqueles de foto. Valentina manteve a mão na minha virilha por mais alguns segundos. Nem parecia ter pressa. Os dedos dela percorriam devagar o volume por cima da calça enquanto segurava aquele sorriso tranquilo que usava pras fotos. Depois levantou o olhar pra mim. E foi aí que algo mudou. Porque pela primeira vez desde que chegamos, ela deixou de parecer alguém no controle da situação. Os olhos dela desceram de novo. Mais devagar. Mais fixos. Quase hipnotizados. "Okay..." murmurou baixinho. Nem sabia se tava falando comigo ou com ela mesma. Valentina se aproximou mais um pouco da cama até ficar praticamente ajoelhada na minha frente. Os dedos dela brincaram com o botão da minha calça enquanto soltava uma risadinha. "Não é à toa que a Lu me falou que valia a pena te chamar." Terminou de abaixar o zíper devagar sem tirar os olhos do meu corpo. Depois ficou só observando por uns segundos. Uns segundos longos demais. Como se a imagem tivesse superado a expectativa que ela tinha na cabeça. E só aí mordeu levemente o lábio. "Continua tirando fotos..." falou olhando de canto pra Lu. Mas ninguém naquele quarto parecia lembrar muito da câmera mais. Ela continuava ajoelhada na minha frente. Os dedos ainda descansavam na minha cintura enquanto parecia hesitar entre continuar brincando ou cruzar de vez o limite. Mas o mais estranho é que já não tava mais atuando pra câmera. Dava pra perceber na respiração dela. No jeito que evitava desgrudar os olhos de mim. Naquela risadinha nervosa que antes não tinha. Lu foi a primeira a quebrar o silêncio. "Eu… no final você ficou tímida mesmo." Valentina soltou uma risadinha sem parar de me olhar. "Cala a boca." O próximo movimento foi meu pau sumindo entre os lábios dela, como se o comentário da Lu tivesse sido um cutucão nela. Com calma. mas carregada de confiança, eu ia rodeando com a língua cada centímetro de mim. Dava lambidas como se fosse um sorvete, parecia que estava brincando. Consegui ver como ela levou a mão livre para dentro do roupão e brincou com os próprios mamilos enquanto continuava com o boquete. Ela ainda segurava a câmera, mas eu já não sabia se aquilo ainda fazia parte da sessão ou não. Tava difícil me manter de pé, Valen acelerava enchendo de saliva meu pau durante aquele processo. Fios de baba iam da ponta da minha rola até os lábios dela, que iam perdendo a cor do batom por causa da intensidade que ela escolheu. Os olhinhos dela cheios de lágrimas autoinfligidas enquanto tentava engolir até quase se afogar. Era um verdadeiro espetáculo. Aquela mulher valia cada assinatura que pagavam pra ela. Ela conduzia o momento com um toque pornográfico que era a fraqueza de qualquer um do outro lado. Até o jeito que ela se levantou do chão, ficando de frente pra mim. O jeito que ela girou pra se ajoelhar de novo, mas agora na cama dela. Ela só levantou um pouco o roupão e me convidou com uma leve rebolada da bunda pra chegar mais perto. Quase como um reflexo, apoiei minhas mãos nas nádegas brancas dela e comecei a encaixar a rola entre as pernas dela. Ela jogou a bundinha pra trás ajudando o movimento. Já tinha a pontinha dentro e soltou um gemido enquanto jogava a cabeça pra trás. Fui enfiando quase sem dificuldade, ela tava muito molhada, isso me convidou a penetrar com mais confiança e mais agressividade. Valentina gemia contra os lençóis enquanto eu continuava me movendo atrás dela. Brincava com os mamilos dela, mal conseguia cobrir os peitos dela com minhas mãos. O quarto estava cheio do som da respiração dela entrecortada, do choque dos nossos corpos e dos pequenos gemidos que ela já nem tentava segurar. Mas teve um momento em que ela mudou. Senti primeiro no jeito que ela começou a se mover. Porque já não parecia alguém posando. Nem alguém pensando em conteúdo. As mãos dela pararam de ajeitar o roupão, parou de procurar ângulos, parou até de Olhar pra câmera jogada na cama. Agora eu só tava reagindo. E isso tava na cara. Valentina virou só a cabeça, o cabelo bagunçado caindo no rosto enquanto soltava uma risada entrecortada. "Okay... dá uma segurada..." Mas não soava desconfortável. Soava surpresa. Mordeu o lábio de novo quando segurei ela pela cintura e me enfiei de novo dentro dela. "Aí eu entendi por que a Lu tava tão insuportável com esse assunto..." soltou entre gemidos. Depois apoiou a testa no colchão e ficou uns segundos respirando pesado. Não tirou de dentro, ainda apertou um pouquinho e fez círculos pequenos com a bunda. "Juro que pensei que ela tava exagerando." Isso foi provavelmente a coisa mais sincera que ela disse desde que chegamos. Porque só ali ela parou de ser a Valentina "criando conteúdo". Agora parecia uma gatinha tentando recuperar o fôlego. Soltou devagar minha mão da cintura dela e se levantou, ajeitando o roupão no corpo. "Pronto..." disse soltando uma risada cansada, com um último olhar pra minha ereção. "Eu já tenho material pra caramba, mais do que precisava." Pegou o celular na cama e conferiu umas fotos ainda com a respiração descontrolada. Depois ergueu as sobrancelhas de leve, olhando pra Lu. "Seu fotógrafo é um problema." Lu sorriu só um pouco. Nada mais. Nem respondeu. Tava na beira da cama, com a calça ainda desabotoada. Lu sentou na cama e olhou pra mim. Como se tivesse analisando.
Ela se aproximou um pouco mais. As mãos dela foram até o cabelo dele, ajeitando a bundinha de cabelo dele.
Ela me olhou com desejo. Mas em silêncio. Eu não sabia o que estava rolando. O desconforto me fez querer puxar a calça pra cima, me esconder. "Espera aí
A mão dela parou no meu pulso. "Você não vai ficar assim não" "Essa mina..." O que realmente me pegou de surpresa foi que ela levou a boca direto pro meu pau, que ainda tinha resto da amiga dela por cima. Engoliu como se nada importasse. Naquele mesmo dia, era a terceira mulher que me fazia um boquete e ninguém chegava perto dela. A maior expressão do conceito feminino levado a uma vulgaridade que no sexual parecia impossível de ser reproduzida por outra mulher. Minhas pernas tremiam enquanto ela, da cama, devorava meu pau. Tinha algo quase desafiador no jeito que ela me olhava de baixo. Algo impulsivo. Territorial. Agarrei a cabeça dela, não porque precisava guiar, mas porque não conseguia resistir, sentia minhas mãos dormentes. Ela só parou pra tirar a blusa branca e continuar com os peitos soltos pra mim. Os olhos verdes dela nunca se desviaram de mim, mesmo quando os lábios começaram a me percorrer com uma lentidão quase cruel. Não parecia alguém improvisando. Parecia alguém curtindo demais o efeito que tava causando. A mistura entre suavidade e provocação era insuportável. Porque num segundo ela mal roçava com a ponta da língua, brincando, respirando em cima de mim como se quisesse me enlouquecer aos poucos. E no instante seguinte não tinha mais delicadeza nenhuma. Ela perdia a elegância só na intensidade. No jeito que fechava os olhos por um segundo. No jeito que os dedos dela se agarravam nas minhas pernas enquanto me chupava cada vez mais fundo, como se tivesse algo pessoal escondido atrás de tudo aquilo. O som molhado da boca dela encheu o quarto. E ainda assim, o mais obsceno continuava sendo ela. O jeito que ela curtia me ver quebrar em cima dela. O jeito que ela levantava o olhar só pra conferir o efeito que tinha em mim antes de se afundar de novo. Ela parou pra me sentar na cama e, de pé, tirou a calça. Tava de calcinha fio dental preta que combinava perfeitamente, só um fiozinho cobrindo a inocência. Ela subiu em cima de mim devagar, ficando só a centímetros do meu rosto. E antes de me beijar, ficou uns segundos me encarando. Depois, foi atrás da minha boca de novo. Devagar no começo. Como se quisesse saborear o momento antes de se entregar de vez. Mas assim que começou a se mexer em cima de mim, toda aquela calma se desfez. Lu soltou um gemido baixinho contra meus lábios enquanto as mãos dela se agarravam nos meus ombros. O movimento do corpo dela tinha algo perigosamente hipnótico. Subia só um pouco, me provocando. E descia devagar de novo, fechando os olhos por um instante cada vez que o ar escapava entre os lábios. O cabelo bagunçado caindo no rosto, a respiração cada vez mais ofegante, o jeito que ela me olhava entre um beijo e outro… Tudo nela parecia dizer coisas que nunca teve coragem de falar. A tensão acumulada da noite inteira explodia ali. No jeito que ela se colava cada vez mais no meu corpo. Em como procurava meu pescoço quando precisava recuperar o fôlego. Em como os dedos dela percorriam minhas costas quase com uma desesperação contida. E quanto mais tentava manter o controle, mais óbvio ficava que já tinha perdido ele fazia tempo. A porta do quarto se abriu devagar de novo. Valentina apareceu outra vez, ainda com o roupão preto mal amarrado, o celular na mão e um sorriso cansado se formando ao nos encontrar daquele jeito. Não disse absolutamente nada. Só se aproximou devagar até a beirada da cama. E observou. Como se tivesse entendido algo antes da gente. Depois largou o telefone no colchão e passou uma mão lenta pelas costas de Lu. Outra no meu peito. Um gesto suave. Íntimo. Quase carinhoso. Mas longe de quebrar o momento, fez a tensão crescer ainda mais. Lu fechou os olhos de leve ao sentir ela. E pela primeira vez na noite inteira, pareceu parar de lutar contra o que estava sentindo. Porque me beijou de novo na mesma hora. Mais fundo. Mais desesperada. Enquanto Valentina continuava nos acariciando em silêncio por trás, sorrindo de leve como alguém vendo duas pessoas terminavam de se perder na minha frente. Minhas mãos se agarraram mais forte nela e a mudança foi imediata. Lu soltou um gemido abafado contra minha boca, um completamente diferente dos anteriores. Mais sincero. Mais involuntário. Porque até aquele momento ela ainda parecia querer manter o controle da situação. Continuava se movendo com segurança, brincando com os olhares, marcando o ritmo. Mas aos poucos começou a se quebrar. Senti primeiro nas pernas dela tremendo levemente contra as minhas. Depois em como parou de sustentar meu olhar. E finalmente no jeito que acabou se agarrando ao meu pescoço, buscando apoio sem nem perceber. O ritmo entre nós ficou mais intenso e Lu começou a se perder ali dentro. Já não tinha pose. Nem provocação consciente. Só respirações ofegantes e pequenos sons que ela tentava conter escondendo o rosto no meu ombro. Cada vez que tentava se levantar pra recuperar um pouco de controle, voltava a cair contra mim. Como se o próprio corpo dela já tivesse decidido se render antes dela. E acho que o momento exato foi quando ela parou de me beijar pra simplesmente ficar ali, agarrada em mim com força, respirando ofegante contra meu pescoço enquanto os movimentos dela ficavam completamente desordenados. Porque Lu ainda tentava aparentar que dominava a situação. Mas já fazia tempo que meu pau tinha virado uma fraqueza pra ela. Entre gritos me pedia mais. Me implorava pra não parar. Eu não ia parar mesmo, apertando forte a bunda dela fazendo ela quicar em cima de mim enquanto via Valen começar a se masturbar perto da gente. Olhava perdidamente pra amiga dela, via algo diferente nela. Os olhos verdes completamente perdidos. Entregue e sussurrando meu nome... "Fer..." Ela quicava em cima de mim buscando ar, se agarrando nos meus ombros com desespero cada vez que descia até o fundo de novo. Senti ela gozar enquanto arqueava as costas e se deixava segurar por mim. Me beijou fundo enquanto eu ainda sentia os espasmos dela apertando meu pau lá dentro. dele. Isso me provocou demais, comecei a soltar jatos enormes de porra dentro dela. Nunca paramos de transar, nem naquele momento. Inclusive, ela fez com que eu me inclinasse pra trás, me fazendo cair de costas no colchão. Perto das pernas da Valen. Ela rebolava em cima de mim enquanto eu ainda gozava, e nos fundimos num beijo apaixonado. Nem eu queria tirar de dentro dela, nem ela queria que isso acontecesse. Seguimos. Perdidos um no outro. Voltamos a aumentar a intensidade, e o quarto ecoava com minha pélvis batendo na bunda dela. Valen acariciava meu peito junto com os peitos da Lu, que estavam apoiados em mim. Sentia os fluidos dos dois escorrendo pelo meu tronco até a virilha. Mas já não havia nada de elegante em nós. Só calor. Respirações entrecortadas. Pele úmida grudando uma na outra enquanto o quarto inteiro parecia ter se reduzido ao som da Lu gemendo em cima de mim. As unhas dela cravadas nas minhas costas. A cama batendo na parede no mesmo ritmo em que ela começava a perder completamente a noção de si mesma. E quanto mais forte eu a puxava pra perto de mim, mais ela parecia se desmontar. "Eu... Eu... Eu adoro" disse a Lu, parecendo gaguejar por falta de ar e por minhas estocadas. O olhar dela era de ternura misturada com paixão. Continuei comendo ela, continuei aproveitando aquele corpo. Ela me beijou mais uma vez, seus lábios estavam quentes, abafou um gemido longo com aquele beijo. De novo ela estava gozando. Seus olhos verdes se cruzaram e reviraram, ficando brancos. Nossos corpos eram uma mistura de sensações um do outro. O jeito dela cair rendida em cima de mim me provocou, ver a amiga dela acariciar o cabelo dela enquanto meu pau continuava penetrando sem parar. De novo comecei a gozar. Parecia ser a primeira vez, até um acúmulo de tantas punhetas da infância que eu tinha dedicado àquela mulher. Ela estava despenteada, suada e com a pouca maquiagem que usava, borrada. A amiga dela agora acariciou a bochecha dela com suavidade e soltou uma risada baixa, cansada. — Olha só como essa menina ficou… A Lu nem respondeu. Só Ela se abraçou mais forte em mim enquanto eu terminava de encher ela por dentro. Minha pica ainda pulsava dentro dela, Valen ajeitava o cabelo dela atrás da orelha. Eu fechei os olhos, confuso com aquele dia de loucura. O quarto finalmente ficou em silêncio. Só se ouvia nossa respiração tentando desacelerar aos poucos. Lu continuava em cima de mim, ainda abraçada no meu pescoço, com os olhos fechados e o cabelo bagunçado caindo no rosto dela. Meu celular vibrou no chão. Uma vez. Depois outra. A tela acendeu fracamente entre as roupas jogadas. "Sofi". Só ali, com Lu ainda tremendo em cima do meu corpo e o cheiro de sexo tomando o quarto inteiro, entendi de verdade o que tinha acabado de rolar. E o pior é que uma parte de mim não queria que aquilo nunca acabasse.
2 comentários - Minha pior pesadelo VIII
cada capítulo es mejor qur el anterior!
siempre genial vos nena!!