Minha família tem uma cabaninha nos arredores da cidade universitária, umas 100 milhas da base principal deles. Como eu tava na faculdade perto — bom, tecnicamente tinha acabado de sair, já que me formei em 27 de maio — me mandaram morar lá em vez do dormitório. Me davam uma grana pra comprar comida, e a família continuava pagando as contas de luz, água e outros gastos extras. Minha ideia, agora que tinha terminado, era tirar uns meses só pra relaxar e depois começar a procurar trampo. E, seja verdade ou não, como o Blink-182 disse uma vez, que ninguém te quer quando você tem 23 anos, esse jovem de 23 também tava afim de arrumar um pouco de companhia.
12 de junho, durante o almoço com um colega recém-formado, ele me contou uma parada interessante. "Sabe que quando o marido dela morreu, a viúva Jenkins construiu aquela cerca gigante de privacidade de 4,5 metros de altura no quintal dos fundos, supostamente pra poder tomar sol e nadar pelada na piscina sem ninguém saber?"
Eu concordei. "A Linda Jenkins? Sim, a mansão dela fica a dez minutos a pé da minha casa. Já passei na frente daquela cerca umas quantas vezes."
Ele sorriu largo: "Bom, Lee, deixa eu te contar um segredo. No lado leste daquela cerca, uma das tábuas de madeira tem um buraco de nó a uns 1,20 metro do chão. Dá pra ver direto o quintal dos fundos por ele."
"Ah, é?" Meu interesse despertou.
Ele confirmou. "Juro pela minha vida."
**[Sábado, 13 de junho de 2026]**
Fui até a mansão Jenkins lá pelo meio-dia. Cheguei no lado leste da cerca de privacidade e, de fato, a uma altura um pouco abaixo dos olhos, tinha um buraco de nó grande — uns 5 centímetros de diâmetro — numa das tábuas de madeira. Me abaixei um pouco e encostei o olho. Dava pra ver o quintal dos fundos bem direitinho. A uns 10 metros de mim, a viúva Jenkins estava deitada de costas sobre um edredom grande, tão pelada quanto no dia em que nasceu. Estava na casa dos sessenta e poucos anos e o cabelo dela era completamente branco. Tinha uma estrutura robusta, não *tão* larga quanto alta, mas com umas curvas bem gostosas. Os peitos dela eram enormes, a barriga bem redonda e as pernas extremamente grossas, especialmente as coxas. Fiquei observando ela em silêncio enquanto ela ficava imóvel, tomando sol, com os olhos meio abertos. Depois de 26 minutos, pelo meu relógio, ela virou de lado. Agora dava pra ver a bunda dela, macia, redonda e bem voluptuosa. Esperei mais alguns minutos, admirando a figura curvilínea dela, e depois voltei pra casa.
**[Domingo, 14 de junho de 2026]**
Tava de novo no buraco do nó lá pelo meio-dia. Dessa vez ela tava num lugar um pouco diferente, mais perto do meu ponto de observação. Ela ficou imóvel de novo, de costas, por um tempinho, e depois passou a mão nos peitões dela por uns momentos antes de virar. Depois de admirar a bunda dela por 15 minutos, decidi que discrição é a melhor parte da coragem e me mandei quietinho.
**[Segunda-feira, 15 de junho de 2026]**
Voltei pro meu lugar no buraco do nó, e dessa vez a viúva, depois de uns minutos no sol, resolveu nadar pelada na piscina dela. Adorei como as tetas e a bunda dela balançavam enquanto ela caminhava até a piscina. Não tava com pressa — era um mergulho relaxante, não uma corrida olímpica — e nadou suave e firme de um lado pro outro por dez voltas tranquilas, depois saiu e sentou na borda da piscina, com os pés e as panturrilhas pendurados na água. Fui embora uns minutos depois.
**[Terça-feira, 16 de junho de 2026]**
Dessa vez, o edredom da viúva tava a uns três metros do buraco do nó. Ela tava deitada de costas e pelada e, depois de passar a mão nas tetas por uns minutos, abriu as pernas e passou um dedo na fenda dela por um minuto ou dois. Tive uma vista linda da buceta depilada dela. Não parecia que ela tava se masturbando ativamente, só se provocando um pouco, e parou quando virou pra bronzear as costas. Com a parte principal do show acabada, me mandei.
**[Quarta, 17 de junho de 2026]**
Esse aparentemente era um dia de natação, porque ela nadou bem mais que na segunda. Contei dezoito voltas em vez de dez. Quando saiu da piscina, virou de costas pro buraco do nó e se sacudiu pra tirar a água, fazendo aquele rabão balançar gostoso. Tive uma visão perfeita. Depois se virou e se sacudiu mais um pouco, tirando mais água e fazendo os peitões vibrarem. Senti o pau endurecer e decidi que era melhor vazar antes de ter vontade de fazer alguma merda.
**[Quinta, 18 de junho de 2026]**
A viúva tava a uns cinco pés do buraco do nó dessa vez. Depois de pegar um solzinho, resolveu fazer uma série de exercícios de yoga pelada, começando com a postura do cachorro olhando pra baixo. Tive uma vista incrível de cada curva do corpo dela, e ter aquela bunda enorme praticamente na minha cara me deu vontade de arrebentar a cerca e enfiar a cara entre as coxas dela. Usei toda minha força de vontade pra não tirar a roupa e começar a bater uma, porque o pau já tava durasso. Quando ela terminou a yoga e foi andando pra piscina, escapei silencioso mas apressado.
**[Sexta, 19 de junho de 2026]**
O cobertor dela tava praticamente debaixo do buraco do nó dessa vez. Tive uma vista de perto dos peitões enormes. De repente, ouvi a voz dela.
"Tá gostando do que vê, muleque?"
Congelei. Minhas cordas vocais pareciam paralisadas, assim como o resto do corpo.
"Não tenha medo", ela disse, se levantando. "Anda uns três metros pra sua esquerda, ao longo da cerca".
Obedeci, e pude ouvir ela caminhando paralelo a mim, separados só pela cerca. De repente, duas das tábuas se retraíram. "Entra", ela ronronou. Entrei, e as tábuas voltaram ao lugar.
Recuperei a voz. "Desde quando você sabe que eu estava aí?"
Ela riu baixinho. "Desde mais ou menos meio-dia do sábado passado". Caminhamos até a tábua que tinha o buraco do nó, e ela apontou para a parte de cima. Mal dava pra ver um pequeno objeto preto. "Uma câmera espiã pequena, ativada pelo sensor de pressão no chão debaixo do buraco do nó. Antes de dar meu passo, resolvi esperar uns dias e ver o quanto você gostava do meu corpo. Obviamente você acha ele muito gostoso".
"Você é realmente linda", admiti.
Ela pegou o nó do buraco, recolocou no lugar e prendeu com cola de madeira antes de tirar a câmera espiã. "Isso já cumpriu seu propósito". Depois sorriu pra mim. "Tira a roupa, gatinho. Vamos ver com o que você está trabalhando".
"Sou o Lee", falei enquanto tirava a roupa.
Ela deu uma risadinha. "E como vamos estar numa base bem íntima, pode me chamar de Linda. Ou pode me chamar de 'deusa gostosa' se preferir".
Já estava pelado. Deitei no edredom e Linda se deitou ao meu lado. Ela me puxou pra um beijo de amantes e nossas línguas se entrelaçaram.
"Eu vi você olhando muito pras minhas tetonas", ela ronronou. "Pode ir em frente, se diverte com elas".
Desci meus lábios pelo pescoço dela até o peitão enorme. Ela sorriu enquanto eu beijava o decote subindo e descendo várias vezes. Depois peguei uma das suas bolas enormes, usando as duas mãos pra isso, e beijei meu caminho até o mamilo. Abri bem a boca pra enfiar ele inteiro e comecei a chupar.
"Taça G, amor", ela sorriu. Continuei chupando o peito dela e os braços dela me envolveram. Passei a língua em volta do mamilo e balancei levemente enquanto fazia isso, e ela soltou sons de prazer. Com esforço, passei minha boca pro outro peito e comecei a chupar aquele também. Ela sorriu e continuou fazendo barulhos. Felizes. Os braços dela me apertaram com mais força.
Mudei de lado um par de vezes e, depois de mais alguns minutos, ela afastou minha boca do peito dela e disse: "Adoraria que você usasse essa língua em outro lugar".
Sorri. "Desde que vi suas coxas lindas e grossas, quis colocar minha cara entre elas".
Ela sorriu de orelha a orelha. "Estamos na mesma sintonia". Então ela abriu as pernas e eu me posicionei. Beijei ao longo da fenda dela, provando seu néctar, e depois deslizei minha língua pra dentro da buceta dela. As coxas dela imediatamente envolveram meu crânio. Enrolei meus braços nela, apalpando a bunda gigante dela, e comecei a lamber, tentando beber toda a doçura dela. Os gemidos da Linda ficaram mais safados enquanto eu continuava trabalhando com a língua. Ela tremeu quando eu girei em círculos, tentando alcançar cada gota do néctar dela. As coxas dela se apertaram ao meu redor. Enfiei minha língua o mais fundo que pude e ela me inundou com o mel dela. Engoli o máximo que consegui e continuei mexendo a língua. Queria mais do suco do amor dela. Ela pressionou a virilha com mais força contra mim. Comecei a meter e tirar a língua, fodendo ativamente a boceta dela com ela. Linda estremeceu e ofegou enquanto eu apalpava com mais força a bunda dela, pressionando meu rosto contra a xota dela. Ela apertou as coxas tão forte que pensei que meu crânio fosse afundar enquanto ela tremia num segundo orgasmo.
Depois ela soltou as pernas e me virou de costas. "Minha vez". Ela pegou minhas bolas. "Acho que você tem mais de uma gozada aí dentro. Quanto tempo faz que você não se alivia?"
Franzi a testa. "Pouco mais de uma semana".
Ela deu uma risadinha. "Com certeza tem mais de uma gozada aí dentro, então". Ela se posicionou entre minhas pernas e começou a beijar e lamber... Continua: singlerelatos.blogspot.com/2026/06/una-viuda-cachonda.html
12 de junho, durante o almoço com um colega recém-formado, ele me contou uma parada interessante. "Sabe que quando o marido dela morreu, a viúva Jenkins construiu aquela cerca gigante de privacidade de 4,5 metros de altura no quintal dos fundos, supostamente pra poder tomar sol e nadar pelada na piscina sem ninguém saber?"
Eu concordei. "A Linda Jenkins? Sim, a mansão dela fica a dez minutos a pé da minha casa. Já passei na frente daquela cerca umas quantas vezes."
Ele sorriu largo: "Bom, Lee, deixa eu te contar um segredo. No lado leste daquela cerca, uma das tábuas de madeira tem um buraco de nó a uns 1,20 metro do chão. Dá pra ver direto o quintal dos fundos por ele."
"Ah, é?" Meu interesse despertou.
Ele confirmou. "Juro pela minha vida."
**[Sábado, 13 de junho de 2026]**
Fui até a mansão Jenkins lá pelo meio-dia. Cheguei no lado leste da cerca de privacidade e, de fato, a uma altura um pouco abaixo dos olhos, tinha um buraco de nó grande — uns 5 centímetros de diâmetro — numa das tábuas de madeira. Me abaixei um pouco e encostei o olho. Dava pra ver o quintal dos fundos bem direitinho. A uns 10 metros de mim, a viúva Jenkins estava deitada de costas sobre um edredom grande, tão pelada quanto no dia em que nasceu. Estava na casa dos sessenta e poucos anos e o cabelo dela era completamente branco. Tinha uma estrutura robusta, não *tão* larga quanto alta, mas com umas curvas bem gostosas. Os peitos dela eram enormes, a barriga bem redonda e as pernas extremamente grossas, especialmente as coxas. Fiquei observando ela em silêncio enquanto ela ficava imóvel, tomando sol, com os olhos meio abertos. Depois de 26 minutos, pelo meu relógio, ela virou de lado. Agora dava pra ver a bunda dela, macia, redonda e bem voluptuosa. Esperei mais alguns minutos, admirando a figura curvilínea dela, e depois voltei pra casa.
**[Domingo, 14 de junho de 2026]**
Tava de novo no buraco do nó lá pelo meio-dia. Dessa vez ela tava num lugar um pouco diferente, mais perto do meu ponto de observação. Ela ficou imóvel de novo, de costas, por um tempinho, e depois passou a mão nos peitões dela por uns momentos antes de virar. Depois de admirar a bunda dela por 15 minutos, decidi que discrição é a melhor parte da coragem e me mandei quietinho.
**[Segunda-feira, 15 de junho de 2026]**
Voltei pro meu lugar no buraco do nó, e dessa vez a viúva, depois de uns minutos no sol, resolveu nadar pelada na piscina dela. Adorei como as tetas e a bunda dela balançavam enquanto ela caminhava até a piscina. Não tava com pressa — era um mergulho relaxante, não uma corrida olímpica — e nadou suave e firme de um lado pro outro por dez voltas tranquilas, depois saiu e sentou na borda da piscina, com os pés e as panturrilhas pendurados na água. Fui embora uns minutos depois.
**[Terça-feira, 16 de junho de 2026]**
Dessa vez, o edredom da viúva tava a uns três metros do buraco do nó. Ela tava deitada de costas e pelada e, depois de passar a mão nas tetas por uns minutos, abriu as pernas e passou um dedo na fenda dela por um minuto ou dois. Tive uma vista linda da buceta depilada dela. Não parecia que ela tava se masturbando ativamente, só se provocando um pouco, e parou quando virou pra bronzear as costas. Com a parte principal do show acabada, me mandei.
**[Quarta, 17 de junho de 2026]**
Esse aparentemente era um dia de natação, porque ela nadou bem mais que na segunda. Contei dezoito voltas em vez de dez. Quando saiu da piscina, virou de costas pro buraco do nó e se sacudiu pra tirar a água, fazendo aquele rabão balançar gostoso. Tive uma visão perfeita. Depois se virou e se sacudiu mais um pouco, tirando mais água e fazendo os peitões vibrarem. Senti o pau endurecer e decidi que era melhor vazar antes de ter vontade de fazer alguma merda.
**[Quinta, 18 de junho de 2026]**
A viúva tava a uns cinco pés do buraco do nó dessa vez. Depois de pegar um solzinho, resolveu fazer uma série de exercícios de yoga pelada, começando com a postura do cachorro olhando pra baixo. Tive uma vista incrível de cada curva do corpo dela, e ter aquela bunda enorme praticamente na minha cara me deu vontade de arrebentar a cerca e enfiar a cara entre as coxas dela. Usei toda minha força de vontade pra não tirar a roupa e começar a bater uma, porque o pau já tava durasso. Quando ela terminou a yoga e foi andando pra piscina, escapei silencioso mas apressado.
**[Sexta, 19 de junho de 2026]**
O cobertor dela tava praticamente debaixo do buraco do nó dessa vez. Tive uma vista de perto dos peitões enormes. De repente, ouvi a voz dela.
"Tá gostando do que vê, muleque?"
Congelei. Minhas cordas vocais pareciam paralisadas, assim como o resto do corpo.
"Não tenha medo", ela disse, se levantando. "Anda uns três metros pra sua esquerda, ao longo da cerca".
Obedeci, e pude ouvir ela caminhando paralelo a mim, separados só pela cerca. De repente, duas das tábuas se retraíram. "Entra", ela ronronou. Entrei, e as tábuas voltaram ao lugar.
Recuperei a voz. "Desde quando você sabe que eu estava aí?"
Ela riu baixinho. "Desde mais ou menos meio-dia do sábado passado". Caminhamos até a tábua que tinha o buraco do nó, e ela apontou para a parte de cima. Mal dava pra ver um pequeno objeto preto. "Uma câmera espiã pequena, ativada pelo sensor de pressão no chão debaixo do buraco do nó. Antes de dar meu passo, resolvi esperar uns dias e ver o quanto você gostava do meu corpo. Obviamente você acha ele muito gostoso".
"Você é realmente linda", admiti.
Ela pegou o nó do buraco, recolocou no lugar e prendeu com cola de madeira antes de tirar a câmera espiã. "Isso já cumpriu seu propósito". Depois sorriu pra mim. "Tira a roupa, gatinho. Vamos ver com o que você está trabalhando".
"Sou o Lee", falei enquanto tirava a roupa.
Ela deu uma risadinha. "E como vamos estar numa base bem íntima, pode me chamar de Linda. Ou pode me chamar de 'deusa gostosa' se preferir".
Já estava pelado. Deitei no edredom e Linda se deitou ao meu lado. Ela me puxou pra um beijo de amantes e nossas línguas se entrelaçaram.
"Eu vi você olhando muito pras minhas tetonas", ela ronronou. "Pode ir em frente, se diverte com elas".
Desci meus lábios pelo pescoço dela até o peitão enorme. Ela sorriu enquanto eu beijava o decote subindo e descendo várias vezes. Depois peguei uma das suas bolas enormes, usando as duas mãos pra isso, e beijei meu caminho até o mamilo. Abri bem a boca pra enfiar ele inteiro e comecei a chupar.
"Taça G, amor", ela sorriu. Continuei chupando o peito dela e os braços dela me envolveram. Passei a língua em volta do mamilo e balancei levemente enquanto fazia isso, e ela soltou sons de prazer. Com esforço, passei minha boca pro outro peito e comecei a chupar aquele também. Ela sorriu e continuou fazendo barulhos. Felizes. Os braços dela me apertaram com mais força.
Mudei de lado um par de vezes e, depois de mais alguns minutos, ela afastou minha boca do peito dela e disse: "Adoraria que você usasse essa língua em outro lugar".
Sorri. "Desde que vi suas coxas lindas e grossas, quis colocar minha cara entre elas".
Ela sorriu de orelha a orelha. "Estamos na mesma sintonia". Então ela abriu as pernas e eu me posicionei. Beijei ao longo da fenda dela, provando seu néctar, e depois deslizei minha língua pra dentro da buceta dela. As coxas dela imediatamente envolveram meu crânio. Enrolei meus braços nela, apalpando a bunda gigante dela, e comecei a lamber, tentando beber toda a doçura dela. Os gemidos da Linda ficaram mais safados enquanto eu continuava trabalhando com a língua. Ela tremeu quando eu girei em círculos, tentando alcançar cada gota do néctar dela. As coxas dela se apertaram ao meu redor. Enfiei minha língua o mais fundo que pude e ela me inundou com o mel dela. Engoli o máximo que consegui e continuei mexendo a língua. Queria mais do suco do amor dela. Ela pressionou a virilha com mais força contra mim. Comecei a meter e tirar a língua, fodendo ativamente a boceta dela com ela. Linda estremeceu e ofegou enquanto eu apalpava com mais força a bunda dela, pressionando meu rosto contra a xota dela. Ela apertou as coxas tão forte que pensei que meu crânio fosse afundar enquanto ela tremia num segundo orgasmo.
Depois ela soltou as pernas e me virou de costas. "Minha vez". Ela pegou minhas bolas. "Acho que você tem mais de uma gozada aí dentro. Quanto tempo faz que você não se alivia?"
Franzi a testa. "Pouco mais de uma semana".
Ela deu uma risadinha. "Com certeza tem mais de uma gozada aí dentro, então". Ela se posicionou entre minhas pernas e começou a beijar e lamber... Continua: singlerelatos.blogspot.com/2026/06/una-viuda-cachonda.html
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