@metalchono comentou na minha publicação anterior o seguinte:Fica a dúvida de por que a Andrea continua com o namorado: já não cumpre mais o papel dela, já que o superou.E como justamente essa é uma das reflexões mais praticadas, vou responder encerrando essa saga dando minha conclusão depois de muito tempo dedicado a esses assuntos, onde na maioria dos casos é o homem quem fantasia com a entrada de uma terceira pessoa no relacionamento. Justamente... outro homem.
Cada vez que imagino minha esposa dando pra outro, meu pau fica duro que nem pedra" ou "Não sei como dizer pra minha mina que fantasiou ver ela na cama com outro" ou "Falei pra minha namorada que me excita pensar ela fodendo enquanto eu vejo ela gozar com outro e ela me chamou de louco" ou frases parecidas.
Quando finalmente ela topa, a primeira atitude dela pode não ser a esperada, porque enquanto a sequência vai crescendo, normalmente a mulher, namorada, parceira, fica ligada nas reações do companheiro, com medo de que — por mais que ele tenha tido a ideia e insistido várias vezes — ela tema uma armadilha, ou que ao concretizar o desejo imaginário dele ele se arrependa, etc. Conforme o "outro" faz o trabalho dele e ela percebe que o marido não mostra desgosto, aquela preocupação inicial de não magoá-lo vai sumindo, enquanto a perícia do bull ganha espaço até ocupar toda a atenção dela. Se "o outro" ainda tem ares de macho alfa, é certeza que não vai se contentar só em comer uma magrinha casada ou namorando na frente do parceiro. Ele vai competir por ela usando todos os truques pra conseguir: tapas na bunda, sussurros secretos no ouvido criando um vínculo entre ele e ela, também pode apertar o pescoço dela com a mão tirando o ar enquanto mete forte e rápido (isso é uma puta demonstração de quem manda) e várias outras manhas que, somadas à passividade do marido — por vergonha do escândalo ou por prazer genuíno — que ou só olha ou pode até estar se masturbando, criam o ambiente perfeito pra mente dela absorver:Cara, o marido mandou novas regras. O esposo permite, mas já não manda mais. Sou livre pra escolher.Se, mesmo depois de a mulher ter realizado a fantasia do marido, eles decidirem continuar, a sensação de liberdade, podendo escolherCom quem e o quêfazer se tornará habitual nela a ponto de que todo medo, dúvida, vergonha será substituído por segurança, poder,busca do próprio prazerà custa dos sentimentos do marido, que ao deixá-la fazer, permitir que repita, escolher com quem, sabe que aquelas regras combinadas entre ele e ela antes de começar foram alteradas, talvez inconscientemente, pela sua mina que é evidente que está respeitando outras: as que o outro impôs.
Acreditem em mim, porque já conversei com muitos cuckolds, que o próximo passo, mesmo que haja amor, vontade de continuar o vínculo com o marido e tal, a mistura de poder-tesão-prazer da qual ela nem pensa em sair descarrila o motivo inicial. Já não é mais a mulher satisfazendo a fantasia do seu amado esposo, começa uma parte em que ela, sabendo ou não o parceiro, não se priva de explorar sua vontade de dar pra outros ou, o mais perigoso — como no caso da Andrea e o chefe do namorado dela — decide por UM. Sim:O AMANTE FIXO DELAcom o qual ela não só vai transar quando ele chamar, mas à medida que esse vínculo cresce, ela vai conhecendo os gostos, necessidades, vícios e tudo mais dele, que ela vai satisfazer entregue e submissa, enquanto nasce e cresce nela um desprezo ou degradação pelo marido, que às vezes se materializam em pequenas provocações caseiras, por exemplo: numa conversa entre os dois, chamá-lo de "cuck" como se fosse nada, ou contar pra ele — sabendo que isso o excita — atos reais que ela finge serem histórias quentes inventadas na hora, amparada pelo fato de que o tesão do parceiro é tão grande que ele não percebe que na verdade a infiel já fez aquilo, já que o estado de perversão que o cuck acha que controla permite e exige que ele se excite com esses supostos contos que, saindo da boca dela, o deixam tonto de lascívia. Isso é mais um peso na balança que se inclina cada vez mais contra o respeito, a admiração, a proteção, o cuidado (de cuidar), sendo esse o momento em que a mulher, claramente transformada em infiel por não incluir o cuck, adota duas personalidades fortemente marcadas: com o macho alfa dela, ela é submissa, complacente, entregue, mas com o parceiro ela é dominante, cruel, traidora, indiferente, chegando ao desapego ou à desconexão emocional.
Chegaram até mim prints de conversas enviadas por alguns cornos que chegaram nessa fase, em que a esposa sumia numa sexta às 22h "porque o Gabi (nome inventado pro amante) tá me esperando" e, quando o marido pergunta a que horas ele espera, ela pode responder "sei lá, depende de quando ele quiser" ou "te aviso por mensagem", criando no cuck uma insegurança que vai crescendo com o tempo. Talvez, e reforço otalvez, lá pelas 2 ou 3 da manhã chegou um WhatsApp dela: "Corno. A Gabi me quer mais umas horas. Se você topar me esperar acordado, acho que umas 6 da manhã tô em casa". O submisso responde com um "Ok" que nunca será visto, porque às 6:50 o marido percebe isso, mas mesmo assim pergunta com uma mensagem doce: "Love. Precisa que eu vá te buscar?" percebendo um único tique. Não chegou. Pra tirar a dúvida, liga pra ela. Celular desligado. O corno fica angustiado e excitado, imaginando ela sendo a puta de outro, mas as horas passam... já é sábado, 17h. Tenta outra comunicação. Toca uma vez e a mesma resposta. Olha no WhatsApp e as duas mensagens têm dois tiques cinzas, a segunda chegou mas ela não leu nenhuma das duas. Do lado do nome dela diz "visto por último hoje às 13h", o que esclarece que ela ligou o celular naquela hora, entrou no WhatsApp pra mandar mensagens pra outras pessoas ou pra ver algumas, menos as dele. A espera sem respostas faz a angústia crescer como uma úlcera enorme. Já domingo, 3h da manhã. Olha de novo "visto por último ontem às 21h". Aperta o telefone. Toca uma vez, outra, outra. O celular dela tá ligado. Mas depois do terceiro toque, aparece a notificação "Sua chamada foi encerrada". Ou seja: ela desligou na cara dele. Tenta de novo. Toca uma vez e corta com o avisoO celular que você está chamando está desligado ou fora da área de cobertura.O marido, sabendo que ambos estão cientes das permissões que ele deu à esposa, não consegue evitar a angústia. Procura a caixa de clonazepam e toma dois, graças a isso finalmente dorme.
Domingo, 9h. Acorda babando, todo largado no sofá. Olha rápido o celular. A esposa mandou dois WhatsApp. O primeiro: "Oi. Que chato que é esse corneteiro, hein?". O segundo: "Acho que vou estar na hora do jantar". Nada aliviado, responde um "Só me preocupei", e ainda tem que se justificar quase com uma desculpa. Mas vê um tique cinza gritando rindo: "Ela desligou de novo, corno.
Passava das 23h quando ele ouve, da cozinha, um carro parar na rua, na frente de casa, com motor grande, que o piloto fazia questão de acelerar várias vezes. Um minuto depois, ouve a chave girar na porta da frente, vinda de fora. Escuta o rangido ao abrir, três segundos depois o baque ao fechar e o som das chaves trancando por dentro. Não ouve passos, lembrando que ela tinha calçado saltos. Curioso, sai da cozinha para encontrá-la e vê o que Gabriel mandou pela esposa dele. Descalça, com as meias de renda rasgadas em vários lugares, principalmente nos calcanhares e com alguns dedos do pé escapando. Lembrava dela de jeans quando se despediu, mas agora ela usava uma mini saia branca, toda suja e tão levantada atrás que deixava ver ela sem calcinha, com as nádegas vermelhas de tanto levar palmada. Ela virou em direção ao interior da sala, tendo que tatear cadeiras, mesa, estante para não cair. Ou estava muito bêbada ou o corno não queria imaginar algo pesado. A camisola que o marido angustiado deu de aniversário não tinha nenhum botão abotoado e, como o sutiã estava numa das mãos dela, junto com os sapatos, praticamente o começo dos dois peitos ficava exposto sem vergonha. O cabelo, preso com um elástico tentando disfarçar a bagunça, sem sucesso. O rímel borrado. E manchas secas em várias partes do rosto, que depois ele viu também no cabelo. Ela só o viu depois de dar uns seis ou sete passos cambaleantes, se segurando no que podia para não cair no chão. Sorriu. "Oi", cumprimentou como se nada, com voz rouca e anasalada. Tentou dar um beijo, mas ao se inclinar perdeu o equilíbrio e, se não fosse o marido segurá-la rápido e firme pela cintura, o destino era o chão. Ela apoiou a cabeça no ombro do corno, que já tão perto, sentiu o fedor de sexo, porra, cigarro, álcool, suor, perfume de homem se destacando por cima de um leve cheiro de buceta suja depois de mais de 48 horas. Não sei a que exercícios sexuais ela se submeteu.
Quando levantou a cabeça com toda a dificuldade para finalmente ficar cara a cara, o cuck descobriu duas auréolas brancas ao redor de cada uma das narinas dela. "Desculpa a demora. A Gabi quis me levar pra casa dela em Punta del Este, Uruguai. Saímos de Ezeiza sábado às 10h, chegando em Montevidéu tipo 11h. Alugou um carro e dirigiu até Punta. Eu sentada do lado dele, claro. Antes das 13h já estávamos na piscina. Sabe que a Gabi, quando me viu de biquíni, primeiro mandou eu tirar o sutiã e depois me arrancou a parte de baixo? Fiquei umas horas nadando pelada numa piscina no Uruguai" — sem consciência real do que tava falando, soltou uma risadinha buscando cumplicidade. Ele perguntou, com medo: "O que você tem no nariz?" e ela, antes de responder, passou o mindinho e chupou, sentindo o gosto azedo da cocaína. "Ah. A Gabi me fez provar a merca. Assim que nos encontramos sexta no bar, me deu 2 carreiras na mesa." A voz dela, rouca, soava desconexa, quase balbuciando. "Foi um puta barato, cuck. Na real, te mencionei ali mesmo, depois da segunda cheirada." Ele, chocado, perguntou: "Me mencionou?" mas a esposa infiel não tinha mais vergonha nenhuma. "Sim. Falei pra Gabi: O otário do cuck nem conhece a merca. Se não fosse por você... e dei um chupão de língua nele, bem sujo e quente..." e fez uma pausa olhando pra baixo, como querendo ser precisa. Continuou: "Sim, foi ali, naquele bar. Noutra mesa tava sua irmã, o marido dela e outro casal. Então acenei pra eles com uma mão e pedi mais pra Gabi. Tomei mais 2 carreiras e beijei ele de novo enquanto ele passava a mão em tudo. Eu saí de jeans, mas no banheiro do bar já troquei pela minissaia, então ele bateu uma punheta na minha buceta com os dedos. Que risada, a cara da sua irmã e do seu cunhado!"
Como tudo começou quando o marido confessou a fantasia de ver a amada esposa transando com outro e o sucessivo avanço dos acontecimentos. reacomodou as peças, ele, tentando retomar o controle, exige da sua parceira infiel que voltem ao começo. "Lembra que a história começa com você e outro, mas comigo presente", mas a infiel já está muito empoderada em relação ao corno. NÃO com o macho alfa, de quem é submissa e complacente. Mas o perdedor do marido já não mandava nem desmandava. Com o cérebro pervertido e usando o manejo da situação, ela aceita. E isso que vou contar ACONTECEU. Quando os três participam, cada um no seu lugar — o marido só olhando, enquanto o macho alfa tá metendo sem parar na submissa infiel obediente com o amante, mas quando se dirige ao parceiro, faz de forma desprezível, degradante, ridicularizando ele — no meio do prazer que ela demonstra pro amante e da zoeira com que submete o cuck, ela olha pra ele e diz quase numa ordem: "Quero que Gabi não seja só meu amante, cuck. Quero que você também seja a putinha dele" e sem dar tempo pra nada, cospe: "Fica de quatro, prova a pica do meu macho. Eu realizei sua fantasia. Essa é a minha." O cuck, excitado, fora de si, além de reconhecer que já não tem mais chance de decidir nada... acaba sendo desvirginado no cu pela pica do amante da infiel, o que confirma que ela já não respeita ele, nem admira, nem tenta cuidar. A putinha se deve ao amante, e o perdedor, na condição de segundo, é penetrado no cu pelo macho dela, que goza e joga toda a porra agora no cu promíscuo do cuck. Que esposa, por mais que seja um jogo de papéis, de regras pra cumprir uma fantasia, continuaria respeitando e admirando aquele que foi seu marido?
Termino minha resposta à pergunta típica: "Se ela tá viciadona no amante, por que continua com o namorado? Não seria lógico terminar com ele?" E a resposta éNão.A infielprecisamanter o relacionamento com o namorado ou marido, já que sem ele, ela e o amante virariam um casal comum, sem "o outro pra trair" — situação que coloca uma puta dose de tesão, excitando o órgão sexual por excelência: o cérebro (dela). A adrenalina de enganar, de humilhar, de rir do corno com o amante enquanto ele come ela é o plus que a infiel precisa pra completar o ato de perversão, de suja traição, porque "só transar" qualquer um faz, já enganar, degradar, confrontar o macho e o corno, sabendo queela tá com O VENCEDORenquanto issoAO PERDEDORinocente, alheio a tudonão faz ele participante do engano delaMais ainda: a excitação adrenalínica de esconder suas ações dele a torna, estranhamente, indispensável.LINKS DOS CAPÍTULOS ANTERIORES
Capítulo 1
https://www.poringa.net/posts/relatos/6354977/Esposa-acepta-ponerte-cuernos-cuidado.html#comment-298730
Capítulo 2
https://www.poringa.net/posts/relatos/6357058/Esposa-acepta-ponerte-CUERNOS-Cuidado-2.html
Capítulo 3
https://www.poringa.net/posts/relatos/6362997/Esposa-acepta-ponerte-CUERNOS-Cuidado-3.html
Cada vez que imagino minha esposa dando pra outro, meu pau fica duro que nem pedra" ou "Não sei como dizer pra minha mina que fantasiou ver ela na cama com outro" ou "Falei pra minha namorada que me excita pensar ela fodendo enquanto eu vejo ela gozar com outro e ela me chamou de louco" ou frases parecidas.Quando finalmente ela topa, a primeira atitude dela pode não ser a esperada, porque enquanto a sequência vai crescendo, normalmente a mulher, namorada, parceira, fica ligada nas reações do companheiro, com medo de que — por mais que ele tenha tido a ideia e insistido várias vezes — ela tema uma armadilha, ou que ao concretizar o desejo imaginário dele ele se arrependa, etc. Conforme o "outro" faz o trabalho dele e ela percebe que o marido não mostra desgosto, aquela preocupação inicial de não magoá-lo vai sumindo, enquanto a perícia do bull ganha espaço até ocupar toda a atenção dela. Se "o outro" ainda tem ares de macho alfa, é certeza que não vai se contentar só em comer uma magrinha casada ou namorando na frente do parceiro. Ele vai competir por ela usando todos os truques pra conseguir: tapas na bunda, sussurros secretos no ouvido criando um vínculo entre ele e ela, também pode apertar o pescoço dela com a mão tirando o ar enquanto mete forte e rápido (isso é uma puta demonstração de quem manda) e várias outras manhas que, somadas à passividade do marido — por vergonha do escândalo ou por prazer genuíno — que ou só olha ou pode até estar se masturbando, criam o ambiente perfeito pra mente dela absorver:Cara, o marido mandou novas regras. O esposo permite, mas já não manda mais. Sou livre pra escolher.Se, mesmo depois de a mulher ter realizado a fantasia do marido, eles decidirem continuar, a sensação de liberdade, podendo escolherCom quem e o quêfazer se tornará habitual nela a ponto de que todo medo, dúvida, vergonha será substituído por segurança, poder,busca do próprio prazerà custa dos sentimentos do marido, que ao deixá-la fazer, permitir que repita, escolher com quem, sabe que aquelas regras combinadas entre ele e ela antes de começar foram alteradas, talvez inconscientemente, pela sua mina que é evidente que está respeitando outras: as que o outro impôs.
Acreditem em mim, porque já conversei com muitos cuckolds, que o próximo passo, mesmo que haja amor, vontade de continuar o vínculo com o marido e tal, a mistura de poder-tesão-prazer da qual ela nem pensa em sair descarrila o motivo inicial. Já não é mais a mulher satisfazendo a fantasia do seu amado esposo, começa uma parte em que ela, sabendo ou não o parceiro, não se priva de explorar sua vontade de dar pra outros ou, o mais perigoso — como no caso da Andrea e o chefe do namorado dela — decide por UM. Sim:O AMANTE FIXO DELAcom o qual ela não só vai transar quando ele chamar, mas à medida que esse vínculo cresce, ela vai conhecendo os gostos, necessidades, vícios e tudo mais dele, que ela vai satisfazer entregue e submissa, enquanto nasce e cresce nela um desprezo ou degradação pelo marido, que às vezes se materializam em pequenas provocações caseiras, por exemplo: numa conversa entre os dois, chamá-lo de "cuck" como se fosse nada, ou contar pra ele — sabendo que isso o excita — atos reais que ela finge serem histórias quentes inventadas na hora, amparada pelo fato de que o tesão do parceiro é tão grande que ele não percebe que na verdade a infiel já fez aquilo, já que o estado de perversão que o cuck acha que controla permite e exige que ele se excite com esses supostos contos que, saindo da boca dela, o deixam tonto de lascívia. Isso é mais um peso na balança que se inclina cada vez mais contra o respeito, a admiração, a proteção, o cuidado (de cuidar), sendo esse o momento em que a mulher, claramente transformada em infiel por não incluir o cuck, adota duas personalidades fortemente marcadas: com o macho alfa dela, ela é submissa, complacente, entregue, mas com o parceiro ela é dominante, cruel, traidora, indiferente, chegando ao desapego ou à desconexão emocional.
Chegaram até mim prints de conversas enviadas por alguns cornos que chegaram nessa fase, em que a esposa sumia numa sexta às 22h "porque o Gabi (nome inventado pro amante) tá me esperando" e, quando o marido pergunta a que horas ele espera, ela pode responder "sei lá, depende de quando ele quiser" ou "te aviso por mensagem", criando no cuck uma insegurança que vai crescendo com o tempo. Talvez, e reforço otalvez, lá pelas 2 ou 3 da manhã chegou um WhatsApp dela: "Corno. A Gabi me quer mais umas horas. Se você topar me esperar acordado, acho que umas 6 da manhã tô em casa". O submisso responde com um "Ok" que nunca será visto, porque às 6:50 o marido percebe isso, mas mesmo assim pergunta com uma mensagem doce: "Love. Precisa que eu vá te buscar?" percebendo um único tique. Não chegou. Pra tirar a dúvida, liga pra ela. Celular desligado. O corno fica angustiado e excitado, imaginando ela sendo a puta de outro, mas as horas passam... já é sábado, 17h. Tenta outra comunicação. Toca uma vez e a mesma resposta. Olha no WhatsApp e as duas mensagens têm dois tiques cinzas, a segunda chegou mas ela não leu nenhuma das duas. Do lado do nome dela diz "visto por último hoje às 13h", o que esclarece que ela ligou o celular naquela hora, entrou no WhatsApp pra mandar mensagens pra outras pessoas ou pra ver algumas, menos as dele. A espera sem respostas faz a angústia crescer como uma úlcera enorme. Já domingo, 3h da manhã. Olha de novo "visto por último ontem às 21h". Aperta o telefone. Toca uma vez, outra, outra. O celular dela tá ligado. Mas depois do terceiro toque, aparece a notificação "Sua chamada foi encerrada". Ou seja: ela desligou na cara dele. Tenta de novo. Toca uma vez e corta com o avisoO celular que você está chamando está desligado ou fora da área de cobertura.O marido, sabendo que ambos estão cientes das permissões que ele deu à esposa, não consegue evitar a angústia. Procura a caixa de clonazepam e toma dois, graças a isso finalmente dorme.
Domingo, 9h. Acorda babando, todo largado no sofá. Olha rápido o celular. A esposa mandou dois WhatsApp. O primeiro: "Oi. Que chato que é esse corneteiro, hein?". O segundo: "Acho que vou estar na hora do jantar". Nada aliviado, responde um "Só me preocupei", e ainda tem que se justificar quase com uma desculpa. Mas vê um tique cinza gritando rindo: "Ela desligou de novo, corno.
Passava das 23h quando ele ouve, da cozinha, um carro parar na rua, na frente de casa, com motor grande, que o piloto fazia questão de acelerar várias vezes. Um minuto depois, ouve a chave girar na porta da frente, vinda de fora. Escuta o rangido ao abrir, três segundos depois o baque ao fechar e o som das chaves trancando por dentro. Não ouve passos, lembrando que ela tinha calçado saltos. Curioso, sai da cozinha para encontrá-la e vê o que Gabriel mandou pela esposa dele. Descalça, com as meias de renda rasgadas em vários lugares, principalmente nos calcanhares e com alguns dedos do pé escapando. Lembrava dela de jeans quando se despediu, mas agora ela usava uma mini saia branca, toda suja e tão levantada atrás que deixava ver ela sem calcinha, com as nádegas vermelhas de tanto levar palmada. Ela virou em direção ao interior da sala, tendo que tatear cadeiras, mesa, estante para não cair. Ou estava muito bêbada ou o corno não queria imaginar algo pesado. A camisola que o marido angustiado deu de aniversário não tinha nenhum botão abotoado e, como o sutiã estava numa das mãos dela, junto com os sapatos, praticamente o começo dos dois peitos ficava exposto sem vergonha. O cabelo, preso com um elástico tentando disfarçar a bagunça, sem sucesso. O rímel borrado. E manchas secas em várias partes do rosto, que depois ele viu também no cabelo. Ela só o viu depois de dar uns seis ou sete passos cambaleantes, se segurando no que podia para não cair no chão. Sorriu. "Oi", cumprimentou como se nada, com voz rouca e anasalada. Tentou dar um beijo, mas ao se inclinar perdeu o equilíbrio e, se não fosse o marido segurá-la rápido e firme pela cintura, o destino era o chão. Ela apoiou a cabeça no ombro do corno, que já tão perto, sentiu o fedor de sexo, porra, cigarro, álcool, suor, perfume de homem se destacando por cima de um leve cheiro de buceta suja depois de mais de 48 horas. Não sei a que exercícios sexuais ela se submeteu.Quando levantou a cabeça com toda a dificuldade para finalmente ficar cara a cara, o cuck descobriu duas auréolas brancas ao redor de cada uma das narinas dela. "Desculpa a demora. A Gabi quis me levar pra casa dela em Punta del Este, Uruguai. Saímos de Ezeiza sábado às 10h, chegando em Montevidéu tipo 11h. Alugou um carro e dirigiu até Punta. Eu sentada do lado dele, claro. Antes das 13h já estávamos na piscina. Sabe que a Gabi, quando me viu de biquíni, primeiro mandou eu tirar o sutiã e depois me arrancou a parte de baixo? Fiquei umas horas nadando pelada numa piscina no Uruguai" — sem consciência real do que tava falando, soltou uma risadinha buscando cumplicidade. Ele perguntou, com medo: "O que você tem no nariz?" e ela, antes de responder, passou o mindinho e chupou, sentindo o gosto azedo da cocaína. "Ah. A Gabi me fez provar a merca. Assim que nos encontramos sexta no bar, me deu 2 carreiras na mesa." A voz dela, rouca, soava desconexa, quase balbuciando. "Foi um puta barato, cuck. Na real, te mencionei ali mesmo, depois da segunda cheirada." Ele, chocado, perguntou: "Me mencionou?" mas a esposa infiel não tinha mais vergonha nenhuma. "Sim. Falei pra Gabi: O otário do cuck nem conhece a merca. Se não fosse por você... e dei um chupão de língua nele, bem sujo e quente..." e fez uma pausa olhando pra baixo, como querendo ser precisa. Continuou: "Sim, foi ali, naquele bar. Noutra mesa tava sua irmã, o marido dela e outro casal. Então acenei pra eles com uma mão e pedi mais pra Gabi. Tomei mais 2 carreiras e beijei ele de novo enquanto ele passava a mão em tudo. Eu saí de jeans, mas no banheiro do bar já troquei pela minissaia, então ele bateu uma punheta na minha buceta com os dedos. Que risada, a cara da sua irmã e do seu cunhado!"
Como tudo começou quando o marido confessou a fantasia de ver a amada esposa transando com outro e o sucessivo avanço dos acontecimentos. reacomodou as peças, ele, tentando retomar o controle, exige da sua parceira infiel que voltem ao começo. "Lembra que a história começa com você e outro, mas comigo presente", mas a infiel já está muito empoderada em relação ao corno. NÃO com o macho alfa, de quem é submissa e complacente. Mas o perdedor do marido já não mandava nem desmandava. Com o cérebro pervertido e usando o manejo da situação, ela aceita. E isso que vou contar ACONTECEU. Quando os três participam, cada um no seu lugar — o marido só olhando, enquanto o macho alfa tá metendo sem parar na submissa infiel obediente com o amante, mas quando se dirige ao parceiro, faz de forma desprezível, degradante, ridicularizando ele — no meio do prazer que ela demonstra pro amante e da zoeira com que submete o cuck, ela olha pra ele e diz quase numa ordem: "Quero que Gabi não seja só meu amante, cuck. Quero que você também seja a putinha dele" e sem dar tempo pra nada, cospe: "Fica de quatro, prova a pica do meu macho. Eu realizei sua fantasia. Essa é a minha." O cuck, excitado, fora de si, além de reconhecer que já não tem mais chance de decidir nada... acaba sendo desvirginado no cu pela pica do amante da infiel, o que confirma que ela já não respeita ele, nem admira, nem tenta cuidar. A putinha se deve ao amante, e o perdedor, na condição de segundo, é penetrado no cu pelo macho dela, que goza e joga toda a porra agora no cu promíscuo do cuck. Que esposa, por mais que seja um jogo de papéis, de regras pra cumprir uma fantasia, continuaria respeitando e admirando aquele que foi seu marido?
Termino minha resposta à pergunta típica: "Se ela tá viciadona no amante, por que continua com o namorado? Não seria lógico terminar com ele?" E a resposta éNão.A infielprecisamanter o relacionamento com o namorado ou marido, já que sem ele, ela e o amante virariam um casal comum, sem "o outro pra trair" — situação que coloca uma puta dose de tesão, excitando o órgão sexual por excelência: o cérebro (dela). A adrenalina de enganar, de humilhar, de rir do corno com o amante enquanto ele come ela é o plus que a infiel precisa pra completar o ato de perversão, de suja traição, porque "só transar" qualquer um faz, já enganar, degradar, confrontar o macho e o corno, sabendo queela tá com O VENCEDORenquanto issoAO PERDEDORinocente, alheio a tudonão faz ele participante do engano delaMais ainda: a excitação adrenalínica de esconder suas ações dele a torna, estranhamente, indispensável.LINKS DOS CAPÍTULOS ANTERIORESCapítulo 1
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Capítulo 2
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Capítulo 3
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1 comentários - Esposa topa te dar galho. CUIDADO/Fim.