Terminei comendo minha filha

Bom, hoje vou contar essa história pequena, mas grandona, onde vou falar o que rolou. Eu já sou um senhor de 52 anos, divorciado, tenho 3 filhos: 2 mulheres e um homem. Faz tempo que me separei, e uma das minhas filhas ficou comigo, a Ashly, que já tem 19.Terminei comendo minha filha

vadiaDepois do divórcio, a casa ficou enorme e vazia, mas a Ashly virou o centro do meu mundo. No começo, era a rotina normal: eu cozinhava, ela estudava, a gente dividia os silêncios do jantar. Mas com o passar dos anos, enquanto meus outros filhos seguiam suas vidas longe, a Ashly e eu desenvolvemos uma cumplicidade estranha. Ela parou de me ver só como um pai protetor e começou a me tratar como o confidente absoluto dela — a gente tinha uma confiança tão grande. E eu, sem perceber, comecei a ver nela não a menina que criei, mas a única pessoa no mundo que realmente me entendia e não me abandonava. Já não tinha mais ninguém: nem minha esposa, meus outros filhos quase não conviviam comigo, minha mãe, meus irmãos e minha mãe moravam longe. Só tinha ela. E com o tempo, criei tanto amor por ela... Era minha filha, mas eu estava tão focado no trabalho pra dar uma vida boa pra ela que meu único contato feminino depois da mãe dela era ela. O cheiro do perfume dela quando me abraça arrepiou minha pele. De repente, aquela filha tão inocente começou a me desconcertar. Olhar pra cozinha e ver ela com uma legging que marcava uma figura impressionante, entrar no quarto dela e ver ela deitada de barriga pra cima me deixava todo estranho, cês sabem. Tentava tirar esses pensamentos da cabeça, mas olha ela só.peitoesEu repetia pra mim mesmo que ela era minha filha, que eu a tinha criado. Mas a mente é traiçoeira quando a gente tá sozinho. Comecei a perceber que ela também mudava comigo; já não era mais a timidez de antes. Às vezes, sentava perto demais no sofá enquanto a gente via TV, ou ficava me encarando em silêncio mais tempo que o normal quando eu servia o jantar. Numa sexta à noite, meus outros filhos ligaram pra dizer que não viriam no fim de semana, como tinham prometido. Desliguei o telefone com uma mistura de tristeza e um alívio que me assustou. Ashly me olhou da sala de jantar, com aquela maturidade que não combinava com os 19 anos dela, e disse: 'Melhor assim, pai. Assim a gente fica sozinho, eu e você, como sempre'. Essa frase detonou algo. Naquela mesma noite, depois da meia-noite, ouvi ela levantar pra pegar um copo d'água. Saí no corredor escuro e vi ela ali, de blusa e só de calcinha rendada. Fiquei paralisado por um momento, observando aquele corpo gostoso, aquelas curvas finas e as pernas lindas dela, me hipnotizaram. Fiquei espiando escondido, olhando cada parte dela. Quando ela foi embora, meu coração tava batendo muito rápido e eu tava excitado. Minha cabeça me traiu mais uma vez, não consegui evitar e me masturbei pensando no que vi. No dia seguinte, não via ela do mesmo jeito, era tudo muito diferente.relatoUns dias depois, já passava da meia-noite, eu tava deitado na minha cama com a luz apagada, tentando pegar no sono. De repente, ouvi a porta do meu quarto se abrindo devagar. No escuro, vi a silhueta da Ashly. Ela vinha com uma camiseta larga e um short, se abraçando. — Pai? — sussurrou baixinho. — Tô me sentindo muito mal, tô com dor de barriga e calafrios... Posso dormir aqui com você hoje? Nem que nem quando eu era pequena. Mesmo minha cabeça dando um alerta, lembrando do que eu tinha visto noites atrás, não soube dizer não. Afinal, era minha filha e tava dizendo que não tava bem. Me virei de lado na cama e falei pra ela entrar. Ela se enfiou debaixo das cobertas e se acomodou bem do meu lado. No começo, a gente ficou em silêncio, mas a cama parecia incrivelmente pequena. O calor do corpo dela e o perfume de rosas encheram o espaço na hora. Eu tava duro que nem uma pedra, segurando a respiração, olhando pro teto pra não virar. Foi aí que a tensão explodiu: Ashly virou pra mim e, procurando refúgio pros supostos calafrios, esticou um braço e me abraçou pela cintura, colando o corpo dela no meu — dava pra sentir os peitos dela no meu corpo. A perna dela roçou na minha por cima do lençol. Meu coração começou a bater tão rápido que juro que ela devia ouvir. Ela não era mais a menina de antes; a pressão do corpo dela no meu tava me enlouquecendo, e ela não fazia nenhum esforço pra se afastar, pelo contrário, se grudava cada vez mais. Eu continuei completamente duro, tentando olhar pro teto, mas o calor do corpo dela colado no meu era uma tortura. Não aguentei mais a curiosidade e virei a cabeça devagar pro lado pra olhar pra ela. Ela tava de perfil, com a respiração meio ofegante. A camiseta larga que ela usava tinha se mexido com o atrito das cobertas, deixando um pouco dos peitos dela à mostra.rabudaVer aquela parte dela, tão gostosa, tão rosa e firme a poucos centímetros dos meus olhos, fez minha cabeça pirar de vez. O desejo me dominou por completo e senti meu pau endurecer na hora, uma reação física que já não dava pra esconder debaixo do lençol. Por estarmos tão colados, a Ashly percebeu na mesma hora. Senti o corpo dela tenso por um segundo debaixo das cobertas quando sacou meu estado. Teve um silêncio eterno na escuridão, um momento onde tudo podia ter parado. Ela se afastou um pouquinho pra trás, como se uma parte da mente dela dissesse que aquilo era errado e que devia parar, mas a distância que colocou foi mínima. Em vez de se afastar ou me xingar, ela ficou ali, me encarando nos olhos no escuro do quarto. As bochechas dela estavam vermelhinhas e a respiração ficou mais rápida; aquela dúvida sumiu do olhar dela, trocada por uma aceitação silenciosa. Nenhum dos dois disse uma palavra, mas nossa respiração começou a acelerar mais e mais, nossos rostos se aproximaram mais e mais, e minha mente se encheu de pensamentos do que ia fazer. Eu não fiz nada, ela só se aproximou e me beijou com os lábios quentes e rosados, com nossos lábios se tocando. Eu segurei o pescoço dela de leve e aquele beijo foi ficando mais e mais intenso. Eu tava com medo, não sabia o que fazer, mas queria aquilo. Me afastei um pouco, ela só me olhou e pegou minha mão, colocou na tetinha linda dela, me encarando e disse: "papai". Mas não era aquela voz meiga, era desejo no meio da escuridão. Eu beijei ela mais, deixei cada regra social de lado e meus pensamentos, e comecei a tocar cada parte do corpo dela, os peitos, a cintura, até que não aguentei e tirei aquela blusa dela, deixando ver dois peitões lindos. Ela só ficou vermelha e eu tirei minha camisa também. Deitei ela e beijei os peitos dela com uma paixão que eu não sentia há anos. Cada beijo era um gemido sutil que saía da boca dela. Aos poucos, o quarto foi esquentando enquanto eu chupava os peitos dela, desci minha mão... Lentamente pelo abdômen dela, sentindo o púbis. Desci um pouco mais e mais com minha mão, ela só abriu as pernas e meus dedos encontraram a buceta dela, molhada e quente. Ela soltou um gemido de prazer ao sentir meus dedos gelados dentro dela. Comecei a movê-los devagar, cada vez ficava mais molhada. Tirei minha mão de lá e já não me importei mais. Tirei o short, deixando meu pau aparecer. Ela ficou me olhando. Deitei, ela se aproximou devagar, me olhando nos olhos, abriu a boca, lambeu a cabecinha devagar e deixou percorrer todo o meu pau até enfiar tudo na boca. Senti um calor tão imenso. Depois de chupar por um tempo, falei que era minha vez. Deitei ela de barriga pra baixo, deixando ver aquela raba que sempre sonhei em ver.vadiaFui descendo o short devagar, olhando aquela buceta gostosa e babada. Agarrei ela pela cintura, levantei a bunda dela, me posicionei por trás e comecei a roçar meu pau na buceta dela. Ela gemia, e eu nem tinha metido ainda. Sentir o calor da buceta dela no meu pau me deixava mais excitado. Aos poucos, fui abrindo caminho na buceta dela, senti ela se abrindo devagar, e ela mesma abriu as nádegas pra mim. Estava uma delícia de ver. Realizei o que tanto imaginei quando a cabeça entrou: ela soltou o gemido mais gostoso que já ouvi. Agarrei ela pelas nádegas e meti tudo, uma metida atrás da outra. Cada enfiada de pau era uma explosão na minha mente e na dela também. A buceta apertada dela me fazia tremer, senti ela apertando tão gostoso, e meu pau ficava maior dentro dela. Senti que meu pau ia explodir, não sei como, mas senti, e ela disse: "Goza dentro, papai, por favor". Eu não conseguia parar, e zas, dentro dela, jato após jato de porra que eu tinha guardado, tudo dentro dela. Tirei devagar, vendo escorrer tudo da buceta rosa dela. Passei o dedo e fiz ela lamber. Me senti tão excitado. Deitei do lado dela e a gente conversou.

Ficamos deitados de lado, pelados, nos olhando no escuro. O silêncio que tomou o quarto já não era mais de expectativa, mas o peso de uma realidade completamente nova. A distância entre nós tinha sumido, mas o eco da palavra "papai" ainda flutuava no ar, ganhando um significado sombrio e definitivo. Ela se apoiou no meu peito, fazendo círculos invisíveis com o dedo, com uma calma que me perturbava e me atraía ao mesmo tempo. — No que você tá pensando? — ela perguntou, com a voz suave, quase como se a gente tivesse falando de algo do dia a dia. — Que a gente acabou de queimar o mundo, Ashly — respondi, olhando pro teto, sentindo o peso dos meus cinquenta e dois anos e de cada regra que eu tinha deixado pra trás. — Não tem volta depois disso. Amanhã, quando o sol nascer, a gente continua sendo quem é pros outros. Ela ergueu o olhar, fixando os olhos nos meus. Não havia arrependimento no rosto dela, mas uma frieza madura, quase desafiadora. — Os outros não importam. Eles foram embora, pai. Seus outros filhos, sua esposa... todos te deixaram sozinho. Eu sou a única que ficou com você nesta casa. O que aconteceu aqui dentro é nosso. Ninguém precisa saber. Lembro como se fosse ontem, a gente se beijou um pouco mais e dormimos pelados, abraçados. Depois disso, eu e ela nos tornamos de outras formas, mais unidos, muito mais, haha. A gente fazia isso o tempo todo e em qualquer lugar.filha

incesto

Terminei comendo minha filha

vadia

5 comentários - Terminei comendo minha filha

Excelente post; muchas veces en las relaciones M-Ho / P-Ha, cuando hay la convivencia en el hogar, cada uno asume responsabilidades / derechos; de alli que cada uno se siente en desempeñar el papel dentro un clan familiar; la reglas de la sociedad? Quedan atras, las personas viven su libre albedrio, lo que pasa de las puertas hacia dentro de un hogar o cuado se cierran las puertas, es algo solo les interesa a los mienbros de la familia......