Esposa topa te chifrar - Cuidado 3

O que torna quente o relato dessa magrinha mexicana não está tanto nos detalhes de cada encontro sexual, já que mais ou menos em todos eles se conta a mesma coisa, mas este tem um ingrediente que falta nos outros: um personagem central é o tesão proibido, o estímulo que dá energia pra que o cérebro se entregue de vez.

O fogo erótico se revela na posição em que ela se coloca (ou seja, Andrea, nome fictício), seja ou não ela quem escreve a história, já que, por ser narrada em primeira pessoa e com conhecimento exato dos pormenores do que rolava sexualmente entre o chefe do namorado e ela, talvez seja real. E a dose de tesão proibido não está nos personagens centrais, Andrea e Eugênio, o chefe, mas sim na traição e na presença do corno. Às vezes, os chifres são o nó principal ou — como nesta narração — ficam em segundo plano.

Já li muito sobre o assunto e as sequências são todas iguais, por isso o "CUIDADO" no título.

A protagonista retrata o jeito como a mulher infiel geralmente age. No começo, ela responde às situações que aparecem priorizando as regras combinadas com o parceiro, porque em toda relação sentimental existe um acordo não escrito que surge das conversas e vivências dos dois.

Diante da insistência de um terceiro, fica claro que Andrea rejeita qualquer investida, dando importância e cuidando do vínculo dela.Tenho namorado, nunca fui infiel pra ele, não quero trair ele, TENHO NAMORADO E VOU RESPEITAR ELEA vida segue, a lealdade continua, mas conforme a relação sofre com desgastes, a gente percebe que o que era "prioridade" dela começa a perder o lugar de destaque pro novo, pro enigmático. Além disso, o poder que o terceiro ostenta, comparado com o namorado, seduz por causa das comparações que as próprias mulheres fazem. Sem querer passar uma mensagem que me rotule de machista, ninguém vai me negar que o homem não perde o respeito e a admiração se é ele quem banca as contas de casa, os passeios, os serviços, enquanto a esposa cuida do lar. Mas socialmente, se os papéis se invertem, a mulher começa a ver que ela contribui três vezes mais que o marido, que não só ganha pouco, mas o trabalho dele não tem futuro. E aí aparece o "chefão" que exala poder, grana, contatos. Quando a mulher compara, a taça de campeão que o cara dela exibe já não parece tão importante, e inevitavelmente a balança pende pro lado que ela já divide o olhar entre os dois, despertando a curiosidade e o sentimento que os elogios provocam, colidindo com a rotina do casal. Andrea queria dar uma trepada, o namorado não podia — isso a irrita, a desilude. Enquanto isso, a presença repentina dele, no interesse de conseguir o que quer, insiste com todo tipo de demonstração, o que faz crescer a autoestima e a curiosidade dela.Esposa topa te chifrar - Cuidado 3Isso é "o novo" e o relacionamento dela começa a ficar em segundo plano. O "chefe" passa a ter um lugar melhor na nova escala de valores dela. Aquele cara, que quando começou a dar em cima de você parecia um sem-noção, enchendo o saco com a insistência dele, sem respeitar as recusas dela diante das decepções da rotina (o namorado não podia satisfazê-la naquela noite, mas nunca se comportou mal ou foi desleal com a Andrea).
Na verdade, quando a nova escala de valores muda, ele propõe se encontrarem, mas é ela quem recusa. Quando "O chefe" consegue o objetivo dele agindo de forma oposta ao comportamento do namorado (*), forçando ela a dar pra ele do jeito que ele quer, além disso consegue que ela quebre a primeira e legítima proposta.. ONÃO, TENHO NAMORADOE aí as peças se reorganizam. (*) Agora é ele quem dita as regras. Com o avanço insistente e inoportuno dele, Andrea, sabendo que NÃO ESTÁ CERTO, cede. Diante da rotina, o "novo" desperta a adrenalina, representa a aventura e, assim, inconscientemente, ela passa pra ele o lugar de importância que antes ocupava para o namorado. Com os pedidos, elogios e convites dele, ao mesmo tempo, o namorado dela desce uns degraus no cuidado e respeito que Andrea tinha pela relação com ele.cuckO "chefe" tem grana, experiência, é tipo uma promessa de bem-estar e segurança que o boy dela não dá nem vai dar. PrimeiroNÃO, EU TENHO NAMORADO.Depois: o poderoso beija ela de surpresa, mesmo Andrea ainda resistindo... mas finalmente você cede. Responde ao beijo dele. Ele não pede permissão, come ela ao ar livre, com gente por perto. Enquanto o namorado dela "pedia" pra fazer no cu, Andrea negava porque ela tinha o controle, mas de repente o 3º que já virou o 1º porque ela, dócil, transferiu o poder pra ele, que usa tomando tudo de assalto: "não, não, no cu não" ela dizia, enquanto comparava que pro namorado ela negou, como já conseguiu que diante dele ela baixasse todas as defesas, ele desvirginou o cu dela, não avaliou a falta de experiência, comeu ela na rua, deixou ela pelada na via pública dentro da caminhonete, fica com a calcinha fio dental dela e dá pra ela, satisfazendo ele, propõe ir pra um hotel e mesmo recebendo um não, o que acontece dias depois? Terminam num hotel. Eugênio come ela de tudo quanto é jeito, o cu, enche a pussy, Andrea volta a tomar guasca... cansada, tipo 2 da manhã, dorme, mas depois de um tempo, dormindo, sente que o chefe ajeitou ela e, sem se importar com o descanso dela nem com o consentimento, ela acorda e acompanha ele no ato. De novo ele toma o controle. 2 ou 3 gozadas, Andrea umas 10 gozadas que viram ela de novo pra Eugênio, como se fosse um pedaço de carne com buracos, interrompe o sono dela metendo no cu. Já são 7 da manhã, mas a pedido do chefe dormem mais umas horas, ao acordar (tipo 10h) tomam banho, café na cama, pra ser usada de novo por Eugênio, que só decide o fim dessas 20 horas das 21:30 até as 17h do dia seguinte. Deixa ela a 2 quarteirões de casa e enquanto caminha, liga o celular que estrategicamente desligou assim que entrou na caminhonete rumo ao hotel, na noite anterior. Tinha 23 ligações e 11 mensagens do namorado e 5 ligações e 6 mensagens dos pais, já que não avisou pra onde ia nem que horas voltava. Já em casa, deu explicações vagas pros pais, disse que tava passando mal e com o cabelo, as bochechas, o pescoço, os peitos, o cu. as pernas, os pés e as mãos cheias de porra seca, ela se deita pensando: "Não vou responder meu namorado agora. Vou esperar até amanhã". O chefe vence de novo.

Quando uma mulher começa a ser infiel, age exatamente como a Andrea: O chefe (o amante) agora é o admirado, o que impõe a vontade dele e, como ela já cedeu o poder, o obedece submissa, fazendo ele saber sem palavras, com a mudança de valores dela (no começo, diante dos pedidos dele, ela recusava, e agora ela não pede, ELA FAZ OU MANDA FAZER). Repara na foto deste capítulo: a infiel sendo comida à força onde ele queria (hotel), quando ele deseja, já que 2 ou 3 vezes nem respeita o descanso e acorda ela porque ele quer continuar e, como ele manda... e a foto tem o 3º ingrediente. A Andrea obediente acabou num hotel (motel) com o amante e, diante dessa escapada perigosa, nem pensou em uma mentira ou desculpa pra avisar o namorado, que ela nem levou em conta. Agora o namorado dela é uma sombra, ao mesmo tempo, o sujeito que ela rotula como "namorado" não é nada. Ela nem se preocupou em inventar algo "por via das dúvidas". Claramente, a Andrea agora tá pouco se lixando pra ele, porque ela mesma nos diz: "naquele dia não respondi meu namorado, só pensava no meu chefe e na pica enorme dele".

Bom, a definição é:
1- Quando o 3º aparece, a Andrea o rejeita:NÃO, TENHO NAMORADOsendo leal ao acordo e aos códigos que foram sendo criados conforme a relação avançava. Ela tinha o poder de decisão, priorizando o respeito que se tem por um parceiro.

2- Acontecem coisas no vínculo que a desanimam, fazendo ela se sentir frustrada e ignorada enquanto, ao mesmo tempo, o novo cara mostra um interesse desmedido por ela, despertando sua curiosidade e, sem querer, diante dos estímulos que já foram pro saco com o namorado, ela imagina que o Eugênio serve pelo menos como uma muleta, ou algo que a ajude a seguir em frente. Ela já deu um lugar pra ele.

E pro namorado dela, a ausência dele.

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