Minha Pior Noite de Terror VII

Acordei com a Sofi no meu peito. Sentia a respiração dela em mim. Não queria me mexer pra não acordar ela, era muito fofa dormindo. Era noite, não sabia que horas eram e tava bem confuso por ter perdido a noção do dia de ontem. Peguei o celular tentando me mexer o mínimo possível, estiquei o braço mantendo o resto do corpo firme, consegui alcançar e liguei a tela com uma mão. 5:56h. Tinha dormido grande parte da tarde/noite. Tinha um monte de notificações e mensagens. Mas, sem dúvida, meus olhos foram direto pra uma que eu não esperava. Era uma mensagem do Instagram, "Lu". "Consegui um trampo pra você e sua câmera." Reagi com um coração porque era a única coisa que minha mão livre permitia. Uma parte de mim se sentiu genuinamente grata. Afinal, Lu tinha sido quem me empurrou pra fotografia. Mas, algo em mim travou quando vi o nome dela, não sei que outro tipo de mensagem eu esperava nem como lidaria com isso, mas posso admitir que acelerou meu coração receber. Meu olhar voltou pra Sofi. Ela ainda descansava em cima de mim. Dei um beijo na testa dela e fechei os olhos de novo. Tentei pegar no sono outra vez, mas foi difícil demais, meus pensamentos não ajudavam nada. Também aquele corpo pelado em cima de mim. Com a outra mão, fui acariciando as costas dela, primeiro de leve e depois descendo até a bunda. Fiquei ali fazendo carinho por um tempão enquanto minhas visitas à parte de baixo dos glúteos ficavam mais frequentes. Sentia o calor que o sexo dela emanava e meus dedos começaram a visitar a virilha entre os mimos na bunda. Ela começou a acordar, e aproveitei pra meus dedos começarem a brincar na rachinha dela. Sofi acordou sorrindo e, com o rosto ainda no meu peito, falou docemente em voz baixa: "Hum... que gostoso acordar assim... bom dia... hum... meu amor." A gente se beijou enquanto meus dedos iam tomando terreno dentro dela. Ela já tava começando a ficar molhadinha. A língua dela começou a percorrer meu pescoço e foi descendo pelo meu corpo, senti como chegava na parte de baixo e, no final, subia de novo como se quisesse me provocar. Meus dedos se moviam cada vez mais rápido em vingança por isso. Ela, longe de se sentir vitimizada, curtia minha decisão. "Tô morrendo de vontade de ficar por cima de você agora, posso?" O olhar dela pedia permissão, como se existisse chance de eu negar... Não respondi, mas peguei ela pela cintura e coloquei ela em cima de mim. Ela cuidou do resto, um fio de baba caiu no meu pau e, com a mão, foi guiando até a entrada da buceta dela. Deixou o corpo cair sobre o meu, cruzou os braços atrás do meu pescoço e, entre risadas, me beijou enquanto a testa dela encostava na minha. Nossos olhares se cruzaram e, ao mesmo tempo, a cintura dela continuava descendo, colocando mais peso em cima de mim. Os gemidos dela foram acelerando, as bochechas começaram a ficar vermelhas, os "mmm" da Sofi invadiam o quarto. Cada puladinha dela ficava mais curta e rápida em cima de mim. Peguei ela na bunda com a força de sempre e dei um tapa bem forte, quase como desafiando ela a aumentar o ritmo. Ela respondeu como uma boa gostosa, acelerou o ritmo e cada vez com movimentos mais profundos. "Plaf" Bati de novo. Ela levantou o tronco e apoiou as mãos no meu peito. Procurou uma posição que deixasse ela montar com mais vontade. Gemia enquanto pulava em cima do meu pau sem trégua. "PLAFF" "AHHHHHHH" foi a reação dela. Mais um tapa. Dessa vez, mais forte que todos os anteriores. Minha mão ficou ardendo. O grito dela, justificado. Mesmo assim, o ritmo dela continuava acelerando, quase como se sentisse necessidade de uma obediência devida. Adorava ver ela assim, controlava o corpo dela com as mãos na cintura. Não demorou pra ela gozar e cair exausta em cima de mim. Me dediquei a bombar a buceta dela enquanto, mesmo sem ar, ela soltava gritos de prazer. Continuei comendo ela de forma intensa até começar a gozar dentro da Sofi. Ela me pegou pelas bochechas e me deu um beijo enquanto eu ainda tava lá. Gozando dentro dela. A próxima coisa que posso contar é que, naquela mesma segunda-feira à noite, já estava a caminho da universidade. Que universidade, vocês perguntam? Se eu não estudava nada. Lu tinha me dito que a professora dela, uma estrangeira brasileira, tinha ganhado uma bolsa na University of California por causa de um trabalho de doutorado. Sinceramente, eu entendia pouco, mas sabia que isso significava um trampo importante, longe das festinhas infantis e casamentos de família de sempre. Eu tinha que ajudar a professora dela, tirando umas fotos pra mandar pra revista daquela universidade quando anunciassem a bolsa. Por causa da minha inexperiência e também pra não decepcionar a Lu, não tinha perguntado nada sobre ela, "a modelo". Fiquei surpreso quando cheguei numa sala vazia, as aulas tinham acabado e só estava ela, uma brasileira de uns 35 a 38 anos. "Elena". Sinceramente, era de tirar o fôlego. A beleza dela te atropelava, uma pele morena perfeita, um sorriso radiante, o cabelo extremamente ondulado e selvagem, mas com uma queda sexy. O corpo dela? Tinha algo impossível de ignorar, mesmo antes dela abrir a boca. Era realmente uma gostosa. Fiquei paralisado, não sabia como começar, não estava preparado pra uma mulher daquelas. "Vamos começar?" Ela disse com um sotaque português que me derreteu. Lu me olhava agir, sentada num banco, talvez o mesmo que ela usava nas aulas.Minha Pior Noite de Terror VIITirei minhas primeiras fotos e a Elena interrompeu. "Espera, isso não combina comigo e pareço uma professora de escola pública" — todo mundo riu. Ela me pediu pra virar um segundo, quando me avisou, me virei e percebi que ela tinha tirado o top branco por baixo da camisa. Ficou só com a camisa e um decote hipnotizante. Continuei pedindo coisas bem casuais, improvisando enquanto tentava levar a situação com profissionalismo. A Elena parecia uma expert, tinha presença, sorria no momento certo, os olhos dela atravessavam minha lente e parecia que ela quem me fotografava com o olhar.Voyeur
ProfessoraFoi se soltando, foi ficando cada vez mais sensual, mais livre. Dava pra ver a natureza brasileira dela. Fomos tirando umas fotos "clássicas", inclusive, ela encostou no quadro-negro fingindo que tava escrevendo. Eu ia descarregando todas as fotos que meus dedos permitiam.faculdadeComo um filme pornô barato. O giz dela quebrou, não esperava que ela se abaixasse tão rápido pra pegar, nem daquele jeito. Tirei uma foto perfeita da bunda dela, majestosa. Ela riu percebendo meu nervosismo por ter disparado aquela foto sem perceber, notou minhas bochechas vermelhas. "Desculpa, foi um reflexo", ela disse, mas poderia ter sido eu que tivesse coragem de falar. "Pelo menos ficou bonita?" Ela disse se aproximando de mim pra ver minha câmera. "Vou comprar café pra nós três na padaria da esquina", disse Lu. Saindo da sala de repente. Eu tinha a Elena praticamente em cima de mim enquanto olhava a foto com aquele rabão em primeiro plano. O perfume dela, a pose, a confiança, fazia você se sentir um menino, apesar dos anos que ela tinha a mais. "Uau, você é bom", ela escolheu enquanto continuava vendo outras fotos. "Mas sinto que a camisa me faz parecer muito careta." Ela se virou pra pegar o top que tinha tirado antes e, de costas pra mim, começou a desabotoar a blusa. Sem vergonha, se despiu na minha frente, eu tentava olhar pra outro lado, mas meus olhos estavam possuídos e se moviam sozinhos pra visão simples e inocente de uma costa nua. Ela vestiu o top e, quando virou, seus dentes brancos se exibiram num sorriso cheio de confiança. "Vamos tentar mais algumas." Ela posou de um jeito arrasador, quase transformada.brasileira
infielEu custava a reconhecer o caráter científico dessas últimas fotos, mas por nada nesse mundo eu ia parar, honestamente. Fui me aproximando dela pra capturar aquele olhar, qualquer um que visse esses olhos de perto viraria prisioneiro da pura safadeza.brasileiraElena se aproximou ainda mais de mim, dava pra sentir a respiração dela e eu fiquei parado, achando que algo ia rolar. Os olhos dela pararam de mirar a lente e focaram direto em mim. De novo, queria falar mas não conseguia. Ela se apoiou no meu corpo e, segurando meu pulso, chegou ainda mais perto, ficando colada no meu rosto. "Vamos ver as últimas fotos?" Ela começou a olhar sem se afastar do meu corpo. "Adoro essas últimas... e dá pra ver que você também." Elena sorriu de leve. Não disse nada no começo. Só deixou os dedos caírem sobre a câmera e depois baixou o olhar devagar. "Acho que as últimas fotos não foram as únicas coisas que saíram bem." Elena virou devagar até ficar de costas encostada num dos bancos. Os dedos dela brincaram com a borda do decote enquanto me encarava. "Vem." Não foi uma ordem forte. Pior. Foi suave. E foi por isso que foi impossível não me aproximar. Quando fiquei na frente dela, Elena apoiou uma mão no meu peito. Nem tava me tocando com intenção sexual ainda. Mas eu sentia a pressão dos dedos dela como se estivesse me desmontando aos poucos. "Relaxa..." disse ela, sorrindo de leve. Depois olhou pra câmera pendurada no meu pescoço. "Você ainda tá trabalhando demais." E devagar tirou ela de mim pra deixar no banco atrás. Quando soltou a câmera, minhas mãos ficaram livres mas eu me sentia ainda mais preso. Elena se aproximou de novo devagar até nossas respirações se misturarem. Os olhos dela desceram um pouco pra minha boca e depois voltaram a me olhar como se eu tivesse que tomar uma decisão que na verdade nunca tive chance de escolher. "Você não precisa pensar tanto..." murmurou com aquela calma perigosa que ela tinha pra falar as coisas. E então os dedos dela subiram devagar pelo meu pescoço, se perdendo atrás da minha nuca enquanto ela mesma terminava de encurtar a distância entre nós. O primeiro beijo foi suave. Suave demais pra toda tensão que eu vinha acumulando. Ela beijava como alguém que sabia perfeitamente o Efeito que causava. Sem pressa. Sem dúvidas. Fazendo com que eu fosse quem acabasse me inclinando mais contra o corpo dela, buscando aprofundar algo que claramente já tinha saído do nosso controle. Minhas mãos começaram a procurar pegar nos peitos dela, levantando bruscamente o top enquanto eu descia com meus beijos pelo pescoço dela. Elena colocou um dedo na minha boca. Sussurrando, quase deslizou um "calma... Tô aqui pra você". Minhas batidas não conseguiram desacelerar, mas minhas mãos sim. Ela desceu aquele mesmo dedo por todo o meu peito até chegar na minha pélvis. Numa parada calculada, puxou minha camiseta pra cima, deixando meu torso nu. Imóvel, vi ela descer de novo, dessa vez com as duas mãos, fazendo contato com as unhas na minha pele, quase afiando as garras. Dessa vez, minha barriga não foi o fim do percurso, mas sim o botão da minha calça. Ela desabotoou enquanto cruzava olhares comigo, sentia a respiração quente dela nos meus lábios que ainda tinham o gosto dela. Já estava só de cueca na frente dela. Meu surto de ansiedade me fez ficar praticamente pelado diante da Elena, que agora voltou a me beijar docemente enquanto deslizava a mão pela minha única peça de roupa restante. Os dedos dela começaram a brincar com meu pau no mesmo ritmo que a língua dela se enrolava na minha. Com uma pressão mínima da mão dela no meu peito, ela me deitou de vez contra o banco. Ela continuava de pé entre minhas pernas enquanto me masturbava devagar, curtindo cada gesto de desespero que eu tentava disfarçar.AulaAssim que eu gosto..." murmurou baixinho. Depois mordeu o lábio observando como meu corpo reagia. A diferença de idade, a confiança dela, a sala de aula vazia... tudo tornava a situação ainda mais surreal. E então Elena fez algo que acabou de vez com a minha cabeça. Pegou minha câmera no banco. Ligou. E, apontando diretamente para mim de cima, sorriu. "Agora sim você tá saindo bonito." Eu, enquanto isso, olhava pro teto, o cheiro do ambiente já tinha sido tomado pelo perfume daquela mulher, como se ela tivesse o poder de controlar tudo ao redor. Dava pra ouvir os gemidos dos dois e sentir a aceleração da mão dela que percorria de ponta a ponta meu pau. Minha mente começou a viajar do mesmo jeito que a língua de Elena tomou rumo pela minha entreperna, ignorando completamente o que eu mais queria e foi subindo pelo meu corpo até meus mamilos. Mordidinhas leves me faziam dar pulos enquanto ela ainda me tocava. Naquela mesa da universidade, pelado, eu não passava de mais um ensaio que ela resolvia com maestria. Sem perceber o momento em que ela se mexeu, senti a língua quente dela fazendo contato com meu pau. Ela envolveu ele com a boca e começou a chupar, abandonando qualquer serenidade anterior. Senti pela primeira vez nela um ato desesperado, de desejo incontrolável. Reconheci porque foi o mesmo que a Lu teve ao começar o boquete dela na outra noite. Elena esfregava meu pau no rosto dela e engolia de novo como se a respiração dela dependesse daquilo. As mãos dela se agarravam na minha cintura pra ganhar impulso naquele vai e vem constante da cabeça dela. Não sabia que horas eram, não sabia como a gente tinha acabado assim, só sabia que ela parecia querer roubar minha alma naquele momento. Minhas costas arqueadas pelo acúmulo de prazer que eu sentia. Elena adorava me ver me desmontar. Mas tinha algo a mais. Cada vez que ela me envolvia de novo com a boca, os movimentos dela deixavam de ser tão calculados. Como se até alguém como ela estivesse começando a perder o ritmo por causa do que tinha. Enfrente. Várias vezes pensei que ia me comer, mas como se ela controlasse meu corpo à vontade, mudava o ritmo pra prolongar aquele momento. Elena se levantou e contornou a mesa. A mão dela foi percorrendo da minha perna até meu rosto. Me deu um beijo muito apaixonado, diferente dos anteriores. Lambeu meus lábios e parte do meu queixo. Num movimento rápido, cruzou uma perna por cima de mim, apoiou os joelhos dos lados da minha cabeça e sentou na minha cara. Senti a buceta molhada dela nos meus lábios e aquele rabão rodeando todo meu rosto. A xota dela inundava minha boca. Ouvia os gemidos dela enquanto rebolava em cima de mim, decidindo pra onde minhas lambidas iam cair. As unhas dela cravadas na minha barriga, dando equilíbrio pra se manter. Aquele perfume de mulher me extasiava. Tava concentrado no meu serviço — já não mais profissional — tentando ser um amante à altura daquela brasileira gostosa. Senti a saliva dela cair, a mão dela espalhava e massageava o próximo alvo. Uma lambida inesperada fez meu corpo tremer e eu apertar a boca contra os lábios da buceta dela. Elena girou e dessa vez ficamos de frente. Me comeu a boca, trocando sabores entre nós. Um beijo super apaixonado, obsceno, grotesco, a brasileira mordia meu lábio inferior, a língua dela dançava com a minha. No meio daquele momento, a mão dela aproveitou pra procurar meu pau, que apontava pra buceta dela. Com a pontinha já enfiada, começou a rebolar em cima de mim, a sensualidade feita mulher, sambava em cima desse sortudo narrador. Apertava os peitos dela. As mãos percorriam o corpo. Brincava com o cabelo. Mordia os dedos. Transbordava sensualidade. Eu gravava imagens mentais que nunca apagaria. Acelerou o ritmo sem parar de se mexer em círculos no meu corpo. Sentia a bunda dela batendo nas minhas pernas enquanto tentava sumir com todo meu pau dentro dela. Instantaneamente, congelei, ouvi um barulho. Em choque e sem conseguir me desligar do que tava rolando, vi... Lu!?!? Ela olhava, sentada confortável num banco de novo, como quando eu tava curtindo a sessão de fotos.Minha Pior Noite de Terror VIIDessa vez, era uma sessão de sexo. Ela não parecia nervosa. Nem desconfortável. Inclusive, eu estava a metros atrás dela, mas Elena, de frente pra ele, olhava pro lado da porta. Não sabia há quanto tempo estava ali, só tinha certeza de que a brasileira não tava nem um pouco preocupada com a situação.VoyeurElena virou só a cabeça. Sorriu. Um sorriso mínimo. Quase arrogante. E desceu devagar sobre meu corpo de novo, me enfiando outra vez dentro dela enquanto mantinha o olhar fixo na Lu. Acho que foi naquele exato momento que parei de entender o que tava rolando. Porque a Lu não foi embora. Também não falou nada. Só mordeu levemente o lábio enquanto brincava nervosa com o copo de café entre as mãos. E eu, preso debaixo da Elena, acabei sentindo que as duas tavam me observando de jeitos completamente diferentes. Elena acelerou um pouco o movimento da cintura, sem tirar os olhos da Lu. Não era surpresa pra ela, mas percebeu minha surpresa. Parecia querer me mostrar que nada ia envergonhá-la. Era uma mulher se divertindo. Pulava em cima de mim. Continuava apertando os peitos entre gemidos cada vez menos disfarçáveis. Uma descida forte e as costas arqueadas na hora. Chegou a soltar algo em português que não entendi, mas pela cara dela, um orgasmo intenso inundou o corpo dela. O corpo tenso apertava minha pica, ela caiu em cima de mim com a cabeça apoiada no meu ombro. De leve, continuou se mexendo me convidando a continuar, aquela felina brasileira queria a recompensa final. Segurando firme as bundas dela, comecei a bombar com um charme extra dos fluidos dela em mim. Sentia ela gemendo no meu ouvido enquanto eu tentava impressionar as duas com estocadas fortes. Ela me beijou na boca quase que tentando abafar os gritos dela. A situação toda me excitou pra caralho, ela sentiu que eu ia gozar pelo jeito que me contorcia, como comecei a enterrar mais a pica nela, isso fez ela se levantar e apontar pra uns jatos grossos brancos caírem no meio da bunda dela. Depois de toda essa bagunça, ganhei um beijinho de aprovação. A Lu levantou na hora, chegou perto de mim que ainda tava com o suor e o cheiro da Elena no corpo, me beijou na testa e falou "te espero lá fora pra você trocar de roupa, não esquece a câmera".Professora

3 comentários - Minha Pior Noite de Terror VII

Todos los días me meto a poringa para seguir el relato. Que bien escribes, che
😍😍 awww, valeu!
Amanhã é o último por enquanto!