Como pode ser que, tendo os melhores jogadores de futebol, bem, os mais caros, a gente não consegue ganhar de times inferiores… isso que eu pensava enquanto tentava abrir a barriga de uma mulher pra fazer uma cesárea. Tava rodeado do meu assistente, do anestesista, de dois estagiários olhando, da pediatra, das enfermeiras… o parto foi excelente, nasceu uma menina de 3.900kg… linda, bem grandona. Coitada da mãe se a gente tentasse parto normal, ha ha… a pediatra levou o bebê, as suturas da operação ficaram por conta do meu assistente… que deixou a costura quase invisível, ha ha ha… foi a última cirurgia do dia de hoje, a pedido de um amigo, empresário importante na área de restaurantes. Tive que cuidar do parto, é que ultimamente só tô fazendo cirurgia estética… enfim… lavar, trocar de roupa e tomar uns drinks. Vamos comemorar que tivemos um dia normal, ninguém morreu, os peitos ficaram lindos e os narizes perfeitos… uso o sarcasmo pra tentar não deixar as desgraças dos outros me afetarem.
É foda ter que contar pra alguém que a filha, o filho ou a esposa morreu… que não deu pra fazer nada pra salvar, bom, que a gente fez tudo que podia, mas não adiantou… a pessoa fica te encarando, não sabe se te xinga ou te agradece, às vezes te abraça e chora desesperada, e a gente não é de pedra, porra, lembro quando tive que contar pra uma mãe que o filhinho dela tinha morrido… ela me agarrou e chorava feito uma condenada sem me soltar, uns cinco minutos fiquei lá tentando não chorar junto com a mulher… claro que também tem dias, como hoje, que a gente traz uma criança ao mundo, ou salva alguém, e eles agradecem e te abraçam, alguns também choram, mas de alegria… fui embora… chegamos em bando no bar…
Nancy Leguizamón, minha assistente; Carlos Aguirre, o anestesista; Juan Tortoni, clínico geral; Teresa Mastreta, médica clínica; Ramón Tesaro, administrativo; Claudia Fonseca, pediatra; Josefina Díaz, enfermeira; Ester Dieguez, enfermeira; como eu disse, uma galera, fomos ocupar a mesa de sempre, lá no fundo, grande, pra dez pessoas, ali a gente contava as penas, as alegrias, as aventuras, tudo, éramos um grupo de colegas, quase amigos, frequentadores assíduos do tal bar situado a cinquenta metros do maior hospital do país… quem começou com uma anedota foi a Ester, contou que pegou um senhor com um pau daqueles que deixou ela pasma, e ainda por cima tava inchado, parecia “um pano de chão enrolado kkk”, que tiveram que operar a próstata dele… coitada da senhora, ela disse kkk… já eu não me dei tão bem, disse a Josefina, peguei um que se cagou e mijou, tive que dar banho nele inteiro kkk…
Nancy, minha assistente, é uma morena infernal, com um corpo gostoso pra caralho. É médica formada há três anos, tem 29 anos. Escolhi ela como minha assistente primeiro pela capacidade dela e depois pelo físico impressionante, ou vice-versa, ha ha…
Teresa, a doutora, é uma senhora loira de uns cinquenta anos, bem cheinha, usa o jaleco vários números maior pra não marcar os pneuzinhos, kkk… casada com um político, três filhos já crescidos.
Claudia, a pediatra, é uma coroa quarentona igual a mim, ha ha, corpo gostoso, morena escura, café com pouco leite, ha ha… separada, sem filhos…
Josefina e Ester, as enfermeiras, são umas gurias de menos de trinta anos. A Jose é morena, a Ester é loira, as duas têm um corpão, tudo no lugar, ha ha...
Os caras, Carlos e Juan, mais ou menos da minha idade, os dois casados, mas putanheiros pra caralho, não deixam buceta sem foder.
Assim, enquanto saboreávamos uns sanduíches e umas cervejas, as horas de lazer que tínhamos antes de voltar pra casa passaram voando…
Me chamo Carlos Rodolfo Squiavi Bermúdez, me chamam de Rolo, e assino como Rodolfo Bermúdez, com meu segundo nome e o sobrenome da minha mãe — mais pra frente vou contar por que faço isso… Tenho 37 anos, sou médico cirurgião, trabalho no maior hospital do país e em várias clínicas particulares. Com minha habilidade, consegui juntar uma boa grana fazendo cirurgia estética. Tenho 1,90m, sou loiro de olhos verdes, bem bonito, diria minha avó se ela ainda estivesse viva. Pratico todo tipo de esporte, especialmente natação, dança e artes marciais. E a deusa da sorte me dotou de um instrumento sexual bem aceitável, ha ha, e dizem que sei usar ele, ha ha…
Faz mó tempão.
Quando eu era um pirralho, não demorei pra sacar por que minha irmã Dora, dez anos mais velha que eu, e minha irmã Rosa, doze anos mais velha que eu, me chamavam de "o comprado"... meu pai Francisco Squiavi, um coronel do exército, me comprou direto lá fora, não deu pra continuar tentando ter um filho homem depois de duas filhas, porque minha mãe, Graciela Bermúdez, professora de nível superior, ficou estéril desde o nascimento da Dora, tiveram que tirar os ovários dela...
Minhas irmãs me faziam chorar o tempo todo, me tratavam mal, elas não aceitavam minha chegada na família, e ainda por cima eu era oficialmente irmão delas, meu pai fez com que eu fosse registrado como filho da minha mãe… Quando fiquei mais velho e perguntei sobre meus verdadeiros pais, me responderam que nem sabiam quem eram, que o acordo foi feito com um cara que a polícia matou por ser ladrão, ou seja, nem investigando dava pra saber…
O problema é que, quando eu tinha cinco anos, pra minhas irmãs pararem de me encher o saco, meu pai teve a brilhante ideia de me colocar num internato, um bom, de primeira linha, mas internato é internato… acho que minha mãe foi me ver uma vez, meu pai duas, minhas irmãs nunca…
Praticava todo tipo de esporte, vários idiomas, uma educação especial, danças, parecia que me preparavam pra ser um príncipe ha ha…
Quando terminei o ensino fundamental, tive que ir, obrigatoriamente, pra casa dos meus pais. O internato ia ser reformado por completo, todos os meninos tiveram que sair e, além disso, não tinha ensino médio lá. Foi meu último ano, não voltaria mais… embora nos outros anos, de dezembro a fevereiro, não tivesse aula, nunca vieram me buscar, nem pediram pra eu ir visitá-los…
Tinha onze anos, era bem desenvolvido, quase um metro e sessenta de altura, com um corpo bem definido, resultado de uma infinidade de esportes praticados, especialmente a natação…
Os quatro me esperavam, irmãs e pais, na escada de subida pra mansão, siiiim, a mansão, era uma construção tipo palacete francês, com vários quartos, cozinhas, salas de jantar, banheiros, biblioteca, sala de música, uma casa impressionante… atrás tinha uma piscina linda, um quiosque e churrasqueira…
Meu pai me cumprimentou com um aperto de mão, ele gostou que fosse firme, minha mãe e irmãs com um beijo na bochecha…
Dora gritou: Lucy!!! Apareceu uma loira gostosa, devia ter uns dezoito ou dezenove anos, corpo bonito, bom, pra mim todas as mulheres tinham corpo bonito, já que não via buceta por quase lugar nenhum ha ha…
Me deixaram sozinho com a Lucy, ela pegou minha mala, troquei pela minha mochila e fui atrás dela, olhando pra aquela bunda gostosa no caminho pro meu quarto…
Grande, muito grande, com uma cama senhorial, janelões imensos, banheiro espetacular, tudo me parecia enormíssimo, também, acostumado com meu quartinho no internato… larguei minha mala em cima da cama, a Lucy colocou minha mochila do lado dela…
Quer que eu ajude o senhorzinho a desembalar as coisas...
_Lucy, meu nome é Rolo, então quando quiser falar comigo é só me chamar assim…
_Não posso fazer isso, senhorzinho Rolo, me mandariam embora na hora…
_Bom, quando a gente ficar sozinho, você me chama de Rolo…
_Tá bom…
E com muita calma, fomos arrumando a pouca coisa que eu tinha num guarda-roupa enorme pra caralho, sobrou um monte de espaço…
Às quatorze horas desci pra almoçar, Rolo...
_Ok…
Quando me deitei, fiquei pensando na diferença que era minha vida comparada com a das minhas irmãs: eu num internato o ano inteiro, elas passeando por todo lado… e como eram gostosas, tanto a Dora quanto a Rosa tinham umas tetas enormes, até minha mãe não escapou do meu olhar tarado… é que tô gostando muito das mulheres, ha ha… e já tô cansado de tanta punheta… e os corpos lindos que as três tinham, dava pra ver que malhavam… até meu pai não tinha nenhuma barriga de gordura…
Quando desci pra almoçar, tava vestido com um short, uma camiseta e chinelo de dedo, porque tava um calor infernal…
Quando cheguei na mesa principal, todo mundo virou pra me olhar. O coronel tava num uniforme militar impecável, e as mulheres, com uns vestidos de arrasar. Fiquei besta olhando pra eles…
_Pelo visto a Lucy não te avisou que a gente considera as reuniões de família sempre como um baile de gala…
Não falei nada, que merda eu ia falar, até porque roupa igual a deles eu não tinha…
_Vem, senta aqui — disse o coronel, mostrando uma cadeira vazia à sua esquerda. Na minha frente estava Dora, ao lado dela Rosa, e na outra cabeceira, minha mãe Graciela…
E aí apareceu outra mina, uma gordinha de uns trinta anos, trazendo a comida…
_Ela é a Juana, a cozinheira…
—Oi, Juana, saudei…
Olá, senhorzinho…
E lá vem com essa de senhorzinho, pensei.
O almoço foi passando com as histórias da Dora sobre os estudos dela nos Estados Unidos, as da Rosa na Espanha, as da Graciela na Itália e as do meu pai pelo mundo todo… eu, a única coisa que podia contar era uma viagem que a gente fez do internato pra cidade pra competir na natação, que aliás eu ganhei…
Depois das sobremesas, a Dora me falou que às quatro horas iam pra piscina se eu quisesse ir... eu topei...
Às quatro da tarde, desci pra piscina, de sunga, uma camiseta, os chinelos de sempre e uma toalhona imensa que achei no banheiro…
Elas, minhas irmãs já estavam dentro d'água… porra, que peitos lindos elas têm… deu uma endurecida aqui…
_Venha "comprado", Rosa gritou pra mim…
_Pelotuda, me chama de Rolo se não quiser que eu te encha de tapas, entendeu!!! gritei…
Ficaram me encarando pasmadas, com a boca e os olhos bem abertos por causa da minha resposta abrupta…
_Entendeu, eu gritei de novo…
_Siii, ele murmurou…
Tirei a camiseta e, de um mergulho, me joguei na piscina…
Chega de briga, vamos aproveitar a água, quero ver como vocês nadam, porque eu já ganhei umas competições, ha ha…
Parece que o clima relaxou, elas me mostraram como nadavam… pra bunda… eu ajustei os braços, as pernas, a cintura, o rabo delas. Depois de várias horas se divertindo e engolindo água, aprenderam uns estilos, ha ha… a gente se divertiu, eu passei a mão um pouco, elas também roçaram em mim, ha ha…
À tarde me levaram pra tomar sorvete na cidade, a mansão ficava longe da área urbana, acho que tinha umas duas ou três casas por perto…
À noite desci pra jantar mais ou menos vestido decentemente, nada a ver com a roupa que os outros usavam…
Meu pai mandou que amanhã me levassem pra comprar roupa de gente… aquela roupa que eu tinha era a que, juntando as migalhas do dinheiro que ele mandava pra minha manutenção, consegui comprar…
E claro, como é que eu não ia querer aquela calça, aquela camisa, aqueles sapatos, eu queria tudo, minhas irmãs até escolheram umas cuecas super estranhas pra mim, com um elefante na frente ha ha…
Tanto a Dora quanto a Rosa já eram umas mulheres bem desenvolvidas, ha ha, tinham 21 e 23 anos, e sabiam tudo sobre sexo. Percebiam que eu tava sempre no fogo e parecia que me "zuavam". No começo me irritava, mas depois fui virando o jogo... usando a desculpa da minha inocência, fazia elas passarem por cada situação constrangedora que não sabiam o que dizer nem onde se enfiar...
_Rolo, vocês gostam de mulher…
_Siii, e vocês me deixam louca de tesão…
_Mas se a gente é suas irmãs…
_Nãooo, vamos ser irmãos, não esqueçam que eu sou "o comprado".
Se fizessem sexo comigo, eu faria elas gozarem intensamente, gozariam várias vezes, ficariam loucas de tesão…
Elas me olhavam com estranheza, como eu disse, já eram mulheres crescidas…
Tudo o que ele falava, eu aprendi com um entregador que trazia os mantimentos pro internato. Um moleque super "malandro" e boca suja pra nós, alunos do internato. A gente sentava em roda no chão pra ouvir ele. Como ele tinha uma plateia atenta, contava cada coisa: como se dava bem com as minas, a quantidade de sexo que fazia todo dia com várias gatas, com coroas, até com velhas. Segundo ele, ninguém resistia, e como a gente tinha que tratar elas pra elas darem bola. Um dicionário sexual, ele era... Quando ele ia embora, a gente continuava sentado no chão em roda e comentava que alguma coisa devia ser mentira do que ele falava, ha ha.Continua... parte 2 na rede social do autor original.https://twtter.com/status/2064373417747386824
É foda ter que contar pra alguém que a filha, o filho ou a esposa morreu… que não deu pra fazer nada pra salvar, bom, que a gente fez tudo que podia, mas não adiantou… a pessoa fica te encarando, não sabe se te xinga ou te agradece, às vezes te abraça e chora desesperada, e a gente não é de pedra, porra, lembro quando tive que contar pra uma mãe que o filhinho dela tinha morrido… ela me agarrou e chorava feito uma condenada sem me soltar, uns cinco minutos fiquei lá tentando não chorar junto com a mulher… claro que também tem dias, como hoje, que a gente traz uma criança ao mundo, ou salva alguém, e eles agradecem e te abraçam, alguns também choram, mas de alegria… fui embora… chegamos em bando no bar…
Nancy Leguizamón, minha assistente; Carlos Aguirre, o anestesista; Juan Tortoni, clínico geral; Teresa Mastreta, médica clínica; Ramón Tesaro, administrativo; Claudia Fonseca, pediatra; Josefina Díaz, enfermeira; Ester Dieguez, enfermeira; como eu disse, uma galera, fomos ocupar a mesa de sempre, lá no fundo, grande, pra dez pessoas, ali a gente contava as penas, as alegrias, as aventuras, tudo, éramos um grupo de colegas, quase amigos, frequentadores assíduos do tal bar situado a cinquenta metros do maior hospital do país… quem começou com uma anedota foi a Ester, contou que pegou um senhor com um pau daqueles que deixou ela pasma, e ainda por cima tava inchado, parecia “um pano de chão enrolado kkk”, que tiveram que operar a próstata dele… coitada da senhora, ela disse kkk… já eu não me dei tão bem, disse a Josefina, peguei um que se cagou e mijou, tive que dar banho nele inteiro kkk…
Nancy, minha assistente, é uma morena infernal, com um corpo gostoso pra caralho. É médica formada há três anos, tem 29 anos. Escolhi ela como minha assistente primeiro pela capacidade dela e depois pelo físico impressionante, ou vice-versa, ha ha…
Teresa, a doutora, é uma senhora loira de uns cinquenta anos, bem cheinha, usa o jaleco vários números maior pra não marcar os pneuzinhos, kkk… casada com um político, três filhos já crescidos.
Claudia, a pediatra, é uma coroa quarentona igual a mim, ha ha, corpo gostoso, morena escura, café com pouco leite, ha ha… separada, sem filhos…
Josefina e Ester, as enfermeiras, são umas gurias de menos de trinta anos. A Jose é morena, a Ester é loira, as duas têm um corpão, tudo no lugar, ha ha...
Os caras, Carlos e Juan, mais ou menos da minha idade, os dois casados, mas putanheiros pra caralho, não deixam buceta sem foder.
Assim, enquanto saboreávamos uns sanduíches e umas cervejas, as horas de lazer que tínhamos antes de voltar pra casa passaram voando…
Me chamo Carlos Rodolfo Squiavi Bermúdez, me chamam de Rolo, e assino como Rodolfo Bermúdez, com meu segundo nome e o sobrenome da minha mãe — mais pra frente vou contar por que faço isso… Tenho 37 anos, sou médico cirurgião, trabalho no maior hospital do país e em várias clínicas particulares. Com minha habilidade, consegui juntar uma boa grana fazendo cirurgia estética. Tenho 1,90m, sou loiro de olhos verdes, bem bonito, diria minha avó se ela ainda estivesse viva. Pratico todo tipo de esporte, especialmente natação, dança e artes marciais. E a deusa da sorte me dotou de um instrumento sexual bem aceitável, ha ha, e dizem que sei usar ele, ha ha…
Faz mó tempão.
Quando eu era um pirralho, não demorei pra sacar por que minha irmã Dora, dez anos mais velha que eu, e minha irmã Rosa, doze anos mais velha que eu, me chamavam de "o comprado"... meu pai Francisco Squiavi, um coronel do exército, me comprou direto lá fora, não deu pra continuar tentando ter um filho homem depois de duas filhas, porque minha mãe, Graciela Bermúdez, professora de nível superior, ficou estéril desde o nascimento da Dora, tiveram que tirar os ovários dela...
Minhas irmãs me faziam chorar o tempo todo, me tratavam mal, elas não aceitavam minha chegada na família, e ainda por cima eu era oficialmente irmão delas, meu pai fez com que eu fosse registrado como filho da minha mãe… Quando fiquei mais velho e perguntei sobre meus verdadeiros pais, me responderam que nem sabiam quem eram, que o acordo foi feito com um cara que a polícia matou por ser ladrão, ou seja, nem investigando dava pra saber…
O problema é que, quando eu tinha cinco anos, pra minhas irmãs pararem de me encher o saco, meu pai teve a brilhante ideia de me colocar num internato, um bom, de primeira linha, mas internato é internato… acho que minha mãe foi me ver uma vez, meu pai duas, minhas irmãs nunca…
Praticava todo tipo de esporte, vários idiomas, uma educação especial, danças, parecia que me preparavam pra ser um príncipe ha ha…
Quando terminei o ensino fundamental, tive que ir, obrigatoriamente, pra casa dos meus pais. O internato ia ser reformado por completo, todos os meninos tiveram que sair e, além disso, não tinha ensino médio lá. Foi meu último ano, não voltaria mais… embora nos outros anos, de dezembro a fevereiro, não tivesse aula, nunca vieram me buscar, nem pediram pra eu ir visitá-los…
Tinha onze anos, era bem desenvolvido, quase um metro e sessenta de altura, com um corpo bem definido, resultado de uma infinidade de esportes praticados, especialmente a natação…
Os quatro me esperavam, irmãs e pais, na escada de subida pra mansão, siiiim, a mansão, era uma construção tipo palacete francês, com vários quartos, cozinhas, salas de jantar, banheiros, biblioteca, sala de música, uma casa impressionante… atrás tinha uma piscina linda, um quiosque e churrasqueira…
Meu pai me cumprimentou com um aperto de mão, ele gostou que fosse firme, minha mãe e irmãs com um beijo na bochecha…
Dora gritou: Lucy!!! Apareceu uma loira gostosa, devia ter uns dezoito ou dezenove anos, corpo bonito, bom, pra mim todas as mulheres tinham corpo bonito, já que não via buceta por quase lugar nenhum ha ha…
Me deixaram sozinho com a Lucy, ela pegou minha mala, troquei pela minha mochila e fui atrás dela, olhando pra aquela bunda gostosa no caminho pro meu quarto…
Grande, muito grande, com uma cama senhorial, janelões imensos, banheiro espetacular, tudo me parecia enormíssimo, também, acostumado com meu quartinho no internato… larguei minha mala em cima da cama, a Lucy colocou minha mochila do lado dela…
Quer que eu ajude o senhorzinho a desembalar as coisas...
_Lucy, meu nome é Rolo, então quando quiser falar comigo é só me chamar assim…
_Não posso fazer isso, senhorzinho Rolo, me mandariam embora na hora…
_Bom, quando a gente ficar sozinho, você me chama de Rolo…
_Tá bom…
E com muita calma, fomos arrumando a pouca coisa que eu tinha num guarda-roupa enorme pra caralho, sobrou um monte de espaço…
Às quatorze horas desci pra almoçar, Rolo...
_Ok…
Quando me deitei, fiquei pensando na diferença que era minha vida comparada com a das minhas irmãs: eu num internato o ano inteiro, elas passeando por todo lado… e como eram gostosas, tanto a Dora quanto a Rosa tinham umas tetas enormes, até minha mãe não escapou do meu olhar tarado… é que tô gostando muito das mulheres, ha ha… e já tô cansado de tanta punheta… e os corpos lindos que as três tinham, dava pra ver que malhavam… até meu pai não tinha nenhuma barriga de gordura…
Quando desci pra almoçar, tava vestido com um short, uma camiseta e chinelo de dedo, porque tava um calor infernal…
Quando cheguei na mesa principal, todo mundo virou pra me olhar. O coronel tava num uniforme militar impecável, e as mulheres, com uns vestidos de arrasar. Fiquei besta olhando pra eles…
_Pelo visto a Lucy não te avisou que a gente considera as reuniões de família sempre como um baile de gala…
Não falei nada, que merda eu ia falar, até porque roupa igual a deles eu não tinha…
_Vem, senta aqui — disse o coronel, mostrando uma cadeira vazia à sua esquerda. Na minha frente estava Dora, ao lado dela Rosa, e na outra cabeceira, minha mãe Graciela…
E aí apareceu outra mina, uma gordinha de uns trinta anos, trazendo a comida…
_Ela é a Juana, a cozinheira…
—Oi, Juana, saudei…
Olá, senhorzinho…
E lá vem com essa de senhorzinho, pensei.
O almoço foi passando com as histórias da Dora sobre os estudos dela nos Estados Unidos, as da Rosa na Espanha, as da Graciela na Itália e as do meu pai pelo mundo todo… eu, a única coisa que podia contar era uma viagem que a gente fez do internato pra cidade pra competir na natação, que aliás eu ganhei…
Depois das sobremesas, a Dora me falou que às quatro horas iam pra piscina se eu quisesse ir... eu topei...
Às quatro da tarde, desci pra piscina, de sunga, uma camiseta, os chinelos de sempre e uma toalhona imensa que achei no banheiro…
Elas, minhas irmãs já estavam dentro d'água… porra, que peitos lindos elas têm… deu uma endurecida aqui…
_Venha "comprado", Rosa gritou pra mim…
_Pelotuda, me chama de Rolo se não quiser que eu te encha de tapas, entendeu!!! gritei…
Ficaram me encarando pasmadas, com a boca e os olhos bem abertos por causa da minha resposta abrupta…
_Entendeu, eu gritei de novo…
_Siii, ele murmurou…
Tirei a camiseta e, de um mergulho, me joguei na piscina…
Chega de briga, vamos aproveitar a água, quero ver como vocês nadam, porque eu já ganhei umas competições, ha ha…
Parece que o clima relaxou, elas me mostraram como nadavam… pra bunda… eu ajustei os braços, as pernas, a cintura, o rabo delas. Depois de várias horas se divertindo e engolindo água, aprenderam uns estilos, ha ha… a gente se divertiu, eu passei a mão um pouco, elas também roçaram em mim, ha ha…
À tarde me levaram pra tomar sorvete na cidade, a mansão ficava longe da área urbana, acho que tinha umas duas ou três casas por perto…
À noite desci pra jantar mais ou menos vestido decentemente, nada a ver com a roupa que os outros usavam…
Meu pai mandou que amanhã me levassem pra comprar roupa de gente… aquela roupa que eu tinha era a que, juntando as migalhas do dinheiro que ele mandava pra minha manutenção, consegui comprar…
E claro, como é que eu não ia querer aquela calça, aquela camisa, aqueles sapatos, eu queria tudo, minhas irmãs até escolheram umas cuecas super estranhas pra mim, com um elefante na frente ha ha…
Tanto a Dora quanto a Rosa já eram umas mulheres bem desenvolvidas, ha ha, tinham 21 e 23 anos, e sabiam tudo sobre sexo. Percebiam que eu tava sempre no fogo e parecia que me "zuavam". No começo me irritava, mas depois fui virando o jogo... usando a desculpa da minha inocência, fazia elas passarem por cada situação constrangedora que não sabiam o que dizer nem onde se enfiar...
_Rolo, vocês gostam de mulher…
_Siii, e vocês me deixam louca de tesão…
_Mas se a gente é suas irmãs…
_Nãooo, vamos ser irmãos, não esqueçam que eu sou "o comprado".
Se fizessem sexo comigo, eu faria elas gozarem intensamente, gozariam várias vezes, ficariam loucas de tesão…
Elas me olhavam com estranheza, como eu disse, já eram mulheres crescidas…
Tudo o que ele falava, eu aprendi com um entregador que trazia os mantimentos pro internato. Um moleque super "malandro" e boca suja pra nós, alunos do internato. A gente sentava em roda no chão pra ouvir ele. Como ele tinha uma plateia atenta, contava cada coisa: como se dava bem com as minas, a quantidade de sexo que fazia todo dia com várias gatas, com coroas, até com velhas. Segundo ele, ninguém resistia, e como a gente tinha que tratar elas pra elas darem bola. Um dicionário sexual, ele era... Quando ele ia embora, a gente continuava sentado no chão em roda e comentava que alguma coisa devia ser mentira do que ele falava, ha ha.Continua... parte 2 na rede social do autor original.https://twtter.com/status/2064373417747386824
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